Aromaterapia: o cheiro que cura e também renova negócios

Extraídos das plantas, os chamados óleos essenciais ganharam adesão de muita gente na pandemia. Seja por quem quer cuidar do emocional, melhorar a respiração, reduzir a ansiedade, depressão ou melhorar o sono. Ou ainda por quem busca saúde, imunidade e qualidade de vida. É a aromaterapia, um tipo diferente de tratamento, que remedia não só males físicos, mas também atua em aspectos mentais e emocionais. Essa técnica vem sendo utilizada há séculos e para diversos fins. Índios, faraós, europeus e outras inúmeras sociedades já contavam com ervas medicinais como tratamento.

Cada óleo tem sua propriedade específica, que age de acordo com a planta de onde ele foi retirado e que transmite diferentes efeitos. O de lavanda, por exemplo, acalma. O de laranja é antioxidante. O de capim-limão estimula a criatividade e o de melaleuca é antiviral. O uso da aromaterapia se dá de diversas maneiras. Entre elas, inalação, massagem terapêutica – diretamente na pele -, como aromatizadores em ambiente e banhos.

“Eles são extraídos das plantas e esses compostos químicos entram em contato com as células humanas com várias cascatas de sinalizações, estimulando o bem-estar, também mexendo com a parte do sistema nervoso”, ressaltou Daniele Felix, professora de Habilidades Terapêuticas do curso de Medicina da Faculdade Tiradentes (FITS).

Segundo ela, que também é farmacêutica, o tratamento age de forma científica comprovada. “Essa prática tem compostos químicos que melhoram diversos transtornos do organismo, no sistema gastrointestinal, neurológico e até durante o ciclo menstrual, promovendo o bem-estar. Os óleos já são estudados há muitos anos. Então, já temos evidências de que os usos deles realmente causam efeitos biológicos, que melhoram os sintomas dos pacientes que os usam e a OMS reconheceu isso através de estudos”, explicou Daniele. Mas, mesmo apresentando benefícios, é preciso atenção. “Os óleos também são substâncias e compostos, que fazem efeito mediante estímulos provocados na célula e podem gerar efeitos não desejáveis. Por isso, é importante acompanhamento especializado”, orientou Daniele.

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