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Sicredi está entre as empresas com melhor reputação no Brasil  

O Sicredi foi reconhecido, pela primeira vez, pelo monitor empresarial de reputação corporativa Merco Empresas, divulgado neste mês de março. A nona edição do ranking listou a instituição financeira cooperativa em 9º lugar na categoria “Serviços Financeiros”. A pesquisa do Monitor Empresarial de Reputação Corporativa contemplou mais de 5 mil entrevistas com membros da alta direção de empresas, população geral, analistas financeiros de todo o Brasil. Em Pernambuco, no ano de 2022, a Sicredi Recife alcançou a marca de ativos totais de R$759,5 milhões e R$ 87 milhões em patrimônio líquido, além de mais de 18 mil associados. "Esse resultado é fruto de um modelo de gestão focado no crescimento por meio do desenvolvimento sustentável e investimento na busca de soluções e inovações para melhor atendimento", afirmou Floriano Quintas, presidente da Sicredi Recife. Antes desse reconhecimento pela Merco Empresas, o Sicredi também constou na 9ª posição do ranking Merco Responsabilidade ESG – setor “Serviços Financeiros”, em 2020. 

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O arcabouço fiscal e as expectativas do mercado e da sociedade

*Por Luiz José de França A suspensão da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e comitiva à China, em função da inesperada pneumonia do inquilino do Palácio do Planalto, acelerou, como esperado, a divulgação da proposta do novo “arcabouço fiscal” para a economia do País. Deixando de viajar, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acertou em definitivo o teor da proposta com o presidente Lula e acelerou seu programa de visita aos chefes dos poderes legislativos e demais autoridades, que deveriam ter acesso ao seu conteúdo antes que a sociedade viesse a tomar conhecimento do seu teor – o que ocorreu , em entrevista coletiva, na última quinta-feira pela manhã. Na verdade, foram divulgadas as linhas gerais e intenções da proposta, pois o conjunto ainda precisará ser detalhado, transcrito no linguajar legal para ser enviado ao Congresso neste mês de abril, onde será debatido, analisado e aprovado em partes ou não. Em linhas gerais, a proposta aponta para: Meta geral Zerar o déficit público da União no próximo ano; superávit de 0,5% do PIB em 2025; superávit de 1% do PIB em 2026. Objetivos importantes Preservar gastos considerados prioritários em saúde, educação e segurança; Aumentar investimentos públicos e impulsionar o crescimento econômico; Controle da dívida pública e da inflação. Pontos diversos 1. Investimentos: Haverá um piso para os aportes em investimentos. Será de R$ 75 bilhões mais a inflação do ano. 2. Trava para gastos: As despesas do governo deverão crescer abaixo da expansão das receitas. Os gastos só poderão subir o equivalente a até 70% da variação da receita. A receita será apurada entre junho e primeiro de julho, já que o Orçamento é enviado em agosto. Em 2024, por exemplo, a receita considerada será entre julho de 2022 e junho de 2023. 3. Gastos: Haverá uma banda para o crescimento real das despesas, independente do comportamento da arrecadação. As despesas sempre crescerão entre 0,6% a 2,5% ao ano acima da inflação. O objetivo é criar um mecanismo anticíclico. Ou seja, em momentos de economia mais fraca, o gasto seria maior. E em momentos de alta, isso não vira gasto. 4. Educação e saúde: Investimentos em educação, especificamente no Fundeb, ficarão de fora do limite para gastos, porque já preveem vinculação constitucional. Os gastos com o novo piso de enfermagem também serão excluídos da trava nos gastos. 5. Resultado primário: As contas públicas terão a meta de voltarem ao azul em 2025. A previsão, para este ano, 2023, é de um déficit primário (receitas menos despesas, descontando o pagamento de juros da dívida púbica) de 0,5% do PIB. Em 2024, este déficit ficaria zerado. E, em 2025, haveria um superávit de 0,5% do PIB. 6. Bandas: Essas metas de resultado primário seriam cumpridas dentro de bandas, com um intervalo de 0,25% para mais e para menos. Para este ano, a margem é de um déficit entre 0,25% do PIB e 0,75% do PIB. 7. Margem para investir: Se as contas públicas tiverem um resultado superior ao previsto na meta, este excedente será direcionado a investimentos. 8. Trava: Se, por outro lado, o resultado primário das contas públicas ficar abaixo da meta, o governo é obrigado a reduzir as despesas para no máximo 50% da expansão da receita no ano seguinte. As reações à proposta do arcabouço, exibidas pela imprensa, foram variadas, desde as que a consideram válida e factível até as que a rotulam como não crível. Ao fim e ao cabo, a simpatia pela proposta foi maior do que a crítica. Até o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que insiste em manter a atual taxa de juros nos elevados 13,75%, que são um entrave ao projeto econômico de crescimento atual do governo, destacou, diplomaticamente, o que chamou de “esforços do ministro Fernando Haddad”. A questão central já posta por diversos economistas e estudiosos do fenômeno fiscal está na qualidade do gasto e na forma como se darão os cumprimentos da meta estabelecida no superávit. E, como no médio prazo, estes novos fundamentos serão encarados. Como uma regra de ouro ou como uma política cíclica que poderá ser modificada? Isso porque o gasto público é volátil e constante e - por opção do legislador constituinte de 1988 vinculados a receitas da União, dos Estados e dos Municípios. E, portanto, as suas premissas (do gasto vinculado a receita) devem ser perenes. E aí entra em discussão a falta de projeto que norteia as ações imediatas deste governo e de todos os outros que o antecederam desde Fernando Henrique Cardoso. A Sociedade brasileira neste tema e em outros não menos urgentes aguarda definições. Não há mais tempo a perder. *Luiz José de França é advogado

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Fecomércio-PE: Pernambuco deve faturar R$ 49 milhões com a Páscoa

(Da Fecomércio-PE) Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços (CNC), há uma expectativa de crescimento de 2,8% no volume de vendas do varejo na Páscoa de 2023. A sexta data comemorativa mais importante do ano para o comércio brasileiro será celebrada à luz de uma queda na inflação dos chocolates (-0,11%) e de um avanço nos níveis de preços do bacalhau (+3,7%), no comparativo com o mês janeiro de 2023. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco – Fecomércio PE, espera-se que o volume de vendas em Pernambuco atinja R$49 milhões, segundo o recorte local dos dados coletados pela CNC Quando relacionados ao ano passado, os preços dos itens alimentícios à base de cacau apresentaram um acréscimo de 15,8% para os chocolates em barra e 10,7% para chocolates em pó, e um aumento de 13,7% para o bacalhau. Esses percentuais foram verificados na cidade de Recife (PE). Segundo o Cepea (Centro de Estudos de Economia Aplicada), esse comportamento dos preços do bacalhau se deve principalmente às altas nos preços dos ingredientes básicos da ração de peixes, como o farelo de soja e o milho. De acordo com o CEPEA, as fortes altas acumuladas nas três primeiras semanas de fevereiro elevaram significativamente os preços. Os principais países de origem do Bacalhau são Portugal, Noruega e China. A taxa de câmbio às vésperas das festividades encontra-se no patamar de R$5,15/US$, com uma variação de -1,9% em comparação a março do ano passado. A flutuação da taxa de câmbio nos últimos 12 meses demonstrou uma valorização do Real. Contudo, além do câmbio, a influência do frete marítimo e outros custos de logísticas afetam o preço final do bacalhau. Tabela 1: IPCA, variação 12 meses. IPCA - Variação mensal, acumulada no ano, acumulada em 12 meses (%) Brasil Recife/PE Índice geral 5,6 5,42 Bacalhau 13,72 - Chocolate em barra e bombom 11,63 15,88 Chocolate e achocolatado em pó 20,39 10,77 Fonte: IBGE, elaboração: Fecomércio-PE. Enquanto isso, aumento nos níveis de preço do chocolate nos últimos 12 meses se relaciona com a elevação nos preços dos insumos (leite e açúcar) gerados pelo choque de oferta dos fertilizantes devido à guerra na Ucrânia. A diferença entre a inflação do chocolate nos níveis Brasil e Recife se explica porque o cálculo para o Brasil é feito através de uma média ponderada entre as capitais. A importação de itens comuns para a festividade da Páscoa em Pernambuco totalizou nos dois primeiros meses do ano 11.863 kg de chocolate e 57.500 kg de bacalhau, segundo dados do Secex/Ministério da Economia. Foram os dois primeiros meses do ano com maior quantidade importada nos últimos cinco anos para Pernambuco.  Gráfico 1: Importação de bacalhau para Pernambuco, considerando apenas os meses de janeiro e fevereiro. Fonte: SECEX, Ministério da Economia; Elaboração: Fecomércio-PE Os consumidores de Pernambuco esperam uma Páscoa que atenda tanto à celebração religiosa quanto às suas condições financeiras. Com a expectativa de crescimento nas vendas na Páscoa de 2023, o comércio local pode se beneficiar não apenas das vendas de alimentos e bebidas, mas também de embalagens e decorações da festividade, assim como a fabricação caseira de chocolates e ovos de Páscoa, fortalecendo os micros e pequenos empreendedores e agradando consumidores da região que buscam alternativas mais econômicas para presentear.

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Drogaria São Paulo expande rede no Nordeste e a abre 10 lojas em Pernambuco

A Drogaria São Paulo ampliou sua presença no estado e inaugura até o final de junho 10 novas unidades em Pernambuco. As lojas são em Recife, Vitória de Santo Antão, e em Caruaru. A expansão da rede acontece em um período de reposicionamento da marca, que passa a assinar suas comunicações com o mote "Cuidando de você desde sempre".  "Estamos muito entusiasmados em inaugurar novas unidades em Pernambuco, o que irá nos conectar ainda mais na jornada de saúde dos nossos clientes. Vamos oferecer experiências inovadoras, muitas delas desenvolvidas especialmente para os moradores do estado de Pernambuco. Nossa união com a TI Saúde, uma empresa nascida em Recife, nos ajudou a construir essa nova fase, que vai ser um divisor de águas para o varejo farmacêutico pernambucano”, afirma Jonas Laurindvicius, CEO do Grupo DPSP. A loja conceito da marca no Estado foi batizada de Madalena. A unidade dedicou espaços para experimentação de produtos e também conta com painéis de comunicação interativos, totens de autoatendimento e lockers para retirada de compras online.

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Confiança do empresário industrial de Pernambuco cresce em março

(Da Fiepe) Apesar de ter sido um aumento menor que o de fevereiro, a confiança segue positiva O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de Pernambuco cresceu no mês de março. Essa é a segunda vez que ele apresentou elevação este ano, avançando 0,5 ponto percentual e chegando aos 56 pontos. Apesar de ter sido um crescimento menor, se comparado ao de fevereiro, a confiança dos empresários permanece positiva. De acordo com o economista da FIEPE, Cézar Andrade, essa melhora tem a ver também com os efeitos das festividades do Carnaval e da Semana Santa. “No fim do ano passado, havia uma insegurança grande em razão das eleições, o que fez com que o futuro se tornasse um ponto frágil e incerto para os empresários. Agora, depois do aquecimento motivado por essas festas, eles se sentem mais otimistas e veem suas produções se aquecerem”, contou. Com esse resultado, o índice estadual ficou acima da média histórica, que é de 55,78 pontos. Já com relação ao indicador nacional, o ICEI apresentou queda de 0,7 ponto percentual no mês em questão e atingiu 49,9 pontos, voltando ao cenário de desconfiança. Na visão de Andrade, é importante analisar os indicadores das ‘condições atuais’ e o de ‘expectativas’ para entender o motivo da pequena elevação no mês de março. O índice de Condições Atuais, que capta a avaliação dos empresários da indústria sobre a situação corrente dos negócios, apresentou queda na passagem mensal, atingindo 45,6 pontos, ou seja, a confiança do empresário industrial está ainda mais abalada em relação às condições atuais da economia. O que puxou o resultado para cima foi o sentimento deles em relação ao futuro. O índice de Expectativas dos empresários, de maneira geral, é o que eleva a confiança do empresário industrial de Pernambuco, visto que tem permanecido bem acima dos 50 pontos. No mês em questão, o índice de Expectativas subiu 1,5 ponto, passando de 57,3 para 58,8 pontos, ficando ainda mais distante da linha divisória dos 50 pontos, revelando otimismo dos empresários pernambucanos para os próximos seis meses.

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Aumento de receitas é principal desafio do novo arcabouço fiscal

(Da Agência Brasil) Economistas também questionam caráter pró-cíclico das novas regras Anunciada pelo governo como uma ferramenta que estabilizará as contas públicas no médio prazo, o novo arcabouço fiscal tem como principal âncora a limitação do crescimento das despesas a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores. Embora tenha sido bem recebido por parte do mercado financeiro, o futuro marco fiscal desperta dúvidas em alguns economistas. O principal questionamento, para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, diz respeito ao ganho de arrecadação necessário para que o país saia de um déficit primário – resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública – de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano para um superávit de 1% do PIB em 2026. Outro ponto posto em dúvida é a capacidade de a regra ser anticíclica – com gastos maiores em tempos de recessão e gastos menores em tempos de crescimento – e amortecer impactos de choques econômicos. Diretora da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão consultivo do Senado que faz estudos econômicos, Vilma Pinto manifesta incertezas em relação ao novo arcabouço. Em comentário publicado no blog da revista Conjuntura Econômica, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), ela e o analista da IFI Alexandre de Andrade ressaltaram que o texto do projeto de lei ainda precisa ser conhecido. Os dois advertiram que, conforme o apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a geração de superávits primários está condicionada ao crescimento da receita, sem buscar alterar o atual nível de gastos. “Esse tipo de mecanismo pode incentivar a busca por mais receitas não recorrentes [como renegociações de dívidas de contribuintes], que podem melhorar a situação de curto prazo, mas que não garantem, necessariamente, uma trajetória sustentável para o primário e a dívida”, escreveram a diretora e o analista da IFI. Economista e professora de MBA da FGV, Carla Beni elogia o novo arcabouço fiscal e diz que as análises sobre a dependência do marco em relação à geração de receitas são apressadas. “O arcabouço, como carta de intenções, foi bem elaborado. Tem uma característica muito importante, que é a flexibilidade, porque a economia é muito dinâmica. Então, quanto mais flexível, mais longevo passa a ser. E achei audacioso, no sentido de que pretende fazer uma redução muito grande do nosso déficit fiscal”, avalia. A professora, no entanto, reconhece que tal audácia exigirá ações adicionais do governo para estabilizar a dívida pública. A professora cita medidas como a revisão de gastos públicos para definir o que é mais eficiente; a definição de prioridades no futuro Plano Plurianual (PPA), a ser enviado pelo Ministério do Planejamento em agosto; e reformas tributárias que cobrem impostos sobre dividendos e patrimônio, revisem incentivos fiscais e tributem novos setores, como apostas esportivas. Ao apresentar o arcabouço, o ministro Haddad anunciou que o governo pretende anunciar, nesta semana, novas medidas para reforçar a arrecadação em R$ 150 bilhões, sem aumentar alíquotas ou criar impostos. Ciclos econômicos O alinhamento do novo arcabouço aos ciclos econômicos também é objeto de dúvidas. Por estar atrelado à receita, o limite de 70% de crescimento nos gastos federais tem caráter pró-cíclico, com os gastos crescendo quando a arrecadação aumenta e caindo, quando diminui. É um sistema semelhante ao do superávit primário, que vigora desde o fim dos anos 1990. Nesse modelo, embora o governo economize mais quando a economia cresce e poupe menos quando a economia encolhe, o gasto aumenta e diminui no mesmo sentido. Apesar do viés pró-cíclico, a regra introduziu um mecanismo que pode ser considerado anticíclico. O limite de 70% só vale dentro de uma banda em que os gastos reais (acima da inflação) aumentam 0,6% ao ano, em caso de baixo crescimento econômico, e 2,5% ao ano, em caso de expansão significativa do PIB. Para exemplificar, quando a economia cresce 5% em um ano, os gastos não podem crescer 3,5% (equivalente a 70% de 5%), mas sim, 2,5% acima da inflação no ano seguinte. Em momentos de recessão, quando a variação do PIB fica negativa, o gasto não se contrai, continuando a crescer no limite mínimo de 0,6% acima da inflação. Especialista em desigualdade social, o economista e sociólogo Marcelo Medeiros, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Universidade de Brasília (UnB), diz que o novo arcabouço na prática não tem caráter anticíclico. “O ideal é que uma regra fiscal tenha mecanismos para a expansão da rede de proteção social em caso de necessidade, em particular em caso de recessão. Porque o que aconteceu, na última recessão grande, é que o Bolsa Família encolheu, em vez de expandir, justamente porque estava preso por uma regra pró-cíclica. Investimentos Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o economista Eduardo Costa Pinto critica a capacidade do novo arcabouço fiscal destravar os investimentos, mesmo com as novas regras estabelecendo um piso. “Quais seriam os motores para puxar a economia nesse momento de desaceleração, como o PIB já mostrou? Ou o gasto do governo, ou o investimento público? É evidente que a nova regra é melhor do que o teto dos gastos, dá um grau de flexibilidade, mas não acho que teremos uma força, uma tração, para que a regra permita ampliação dos gastos e do investimento público para puxar a economia brasileira”, diz. Para Vilma Pinto e Alexandre de Andrade, da IFI, o limite mínimo de investimento em torno de R$ 75 bilhões, que serão corrigidos pela inflação ano a ano, tornarão o Orçamento ainda mais inflexível, fazendo com que o governo tenha de cortar em outras áreas, inclusive gastos obrigatórios. “Em que pese a boa intenção de se preservarem os investimentos, a regra aumenta ainda mais o grau de rigidez orçamentária da União”, escreveram os dois no blog da FGV. Respostas Ao explicar o novo arcabouço fiscal na última quinta-feira (30), o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse que uma eventual diminuição da receita poderá adiar a estabilização da dívida pública. No entanto, ressaltou o secretário, os gastos continuarão a crescer menos que a receita

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Grupo Referencial abre 200 vagas de empregos na RMR

O Grupo Referencial, através da Referencial Desenvolvimento Energético (RDE) anunciou a abertura de 200 vagas de emprego no Recife. As oportunidades são para eletricistas, engenheiros, técnicos e pessoal de back office (administrativo e financeiro). Os currículos devem ser enviados para trabalhecom@gruporeferencial.com. Outras oportunidades Com projeto de expandir sua atuação para além da energia, a empresa planeja ainda dobrar o número de funcionários em 18 meses. Atualmente o grupo conta com 500 profissionais. Com essa ampliação, profissionais de outras áreas podem enviar o currículo para o Banco de Talentos do Grupo Referencial. Entre os novos “braços” do Grupo Referencial, nascido em Serra Talhada, em Pernambuco, está a Referencial Desenvolvimento Imobiliário (RDI) – que entrega, no próximo mês, o seu primeiro empreendimento, o En Avance Espinheiro. Os horizontes imobiliários do grupo também incluem investimentos de construção em áreas do seu banco de terrenos (Landbank) e em galpões voltados para o e-commerce, como o que vem sendo construído às margens da BR-232, visando a última etapa de entrega dos grandes players do mercado de varejo. " O Grupo Referencial está investindo R$ 35 milhões na construção de um CD às margens da BR-232 para atender a demanda dos grandes players do varejo brasileiro em Pernambuco", afirma Eugênio Marinho, fundador do Grupo Referencial.

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Pesquisa aponta que 46% da população sonha em abrir o próprio negócio

Em parceria com instituições de ensino superior, SEBRAE promove oficinas gratuitas para deseja empreender Em um momento econômico instável, muitos brasileiros veem no empreendedorismo a saída para “fugir” dos empecilhos financeiros e ver o sonho de ser seu próprio chefe se tornando realidade. Relatório do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) – maior pesquisa de empreendedorismo no mundo – que aponta que o percentual de 46% da população que sonha em abrir o próprio negócio. O levantamento ainda sinaliza que o desejo de empreender supera o de fazer carreira em uma empresa, o que abrange 32% dos entrevistados. E as principais motivações são fazer a diferença no mundo (76%) e ganhar a vida (77%). Como forma de incentivo aos futuros e novos empreendedores, o SEBRAE, em parceria com as unidades de ensino superior da Estácio e a Wyden, realizará de forma online e gratuita o evento “Meu primeiro negócio”. Para participar das oficinas basta realizar a inscrição pelo link https://www.carreirasedu.com.br/empreendedorismo. A iniciativa, que ocorre nos dias 04, 06, 11 e 13 de abril, sempre a partir das 17h. Para as oficinas, o SEBRAE apresenta um time de empreendedores que trará dicas essenciais para quem quer ter seu primeiro negócio. “Quanto mais conhecimento o empreendedor tiver, mais predisposto ele estará para buscar oportunidades de negócio e a desenvolver um planejamento , o que acaba aumentando as chances do projeto ser bem-sucedido. O avanço na escolaridade é fundamental para a melhoria do empreendedorismo brasileiro”, destaca o representante do SEBRAE, Arthur Hinrichsen . Samara Felipe, docente do curso de Negócios da Wyden, explica que a Wyden atua com uma série de projetos, por meio dos Laboratórios de Prática e Gestão (LPG) e que é uma honra apoiar o SEBRAE na realização das oficinas. A especialista afirma que o contexto social do país também trouxe a necessidade de adaptação da população em busca de novas formas de manter o sustento. “O empreendedorismo acaba sendo uma alternativa para muitas famílias e ajudá-las a pensar nas melhores alternativas e analisarem riscos, vantagens e tecnologias é fundamental e são esses pontos que o SEBRAE trará nas oficinas”. Serviço: Ciclo de 4 oficinas totalmente online, gratuito e com muitos aprendizados para quem quer empreender: https://www.carreirasedu.com.br/empreendedorismo 03 de abril - Oficina 1: O que é preciso para empreender? 06 de abril - Oficina 2: Como começar a empreender? 11 de abril - Oficina 3: Para onde ir? 13 de abril - Oficina 4: Quem seguir?

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Pesquisa aponta que alimentos típicos da Páscoa estão 14,8% mais caros que em 2022

(Da Apas) A cesta de produtos que compõem a cesta de páscoa está 14,8% mais cara neste ano, conforme dados acumulados em 12 meses até fevereiro. A cesta de páscoa inflacionou acima do Índice de Preços dos Supermercados (IPS), que no mesmo período aumentou 14,2%. O Bacalhau, prato tradicional e tão requisitado pelas famílias brasileiras para o feriado da Sexta-feira Santa, apresenta uma alta de 7,4% nos últimos 12 meses, sendo o grande vilão entre as proteínas que compõem a cesta de produtos típicos da época. Em contrapartida, outros peixes, como corvina e a pescada aparecem como alternativa, com variação de -7% e 2% no mesmo período, respectivamente. A boa notícia, nesta Páscoa, é que a inflação dos alimentos vem recuando em 2023, como aponta Índice de Preços dos Supermercados (IPS), medido pela APAS em parceria com a Fipe. Em fevereiro, ele foi de 0,22%, mantendo a tendência de queda já registrada em janeiro, quando ficou em 0,45%. E esse movimento traz um alívio à “Cesta de Páscoa”, composta pelos produtos mais procuradas na data. A Páscoa é a segunda data de maior venda para o setor supermercadista em todo o Brasil, perdendo apenas para o Natal. Neste ano, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) estima um crescimento de vendas na data do coelhinho de 4,5%. Segundo Carlos Correa, Diretor-Geral da entidade supermercadista, “a projeção se apoia na recente estabilidade no preço dos alimentos concomitantemente ao aumento do salário mínimo e no incremento das políticas de transferência de renda e combate à pobreza”, pondera o executivo. Vale recordar que em relação a última páscoa, 2023 teremos um incremento nominal de 50% no valor máximo do programa federal de transferência de renda, passando de R$ 400,00 para R$ 600,00, bem como os R$ 150 adicionais por cada criança de até 6 anos começará a ser pago em março de 2023. “Cada supermercado tem uma negociação diferente com a indústria. É vital que o consumidor faça a sua lista de compras e pesquise os preços no maior número de lojas possível, aproveitando ao máximo as promoções típicas da época”, revela Correa. Veja a tendência de preço dos produtos da Cesta de Páscoa: Chocolate Com alta de 0,4% em fevereiro de acordo com o IPS, o preço acumulado do chocolate em 12 meses foi de 12,1% em janeiro para 10,2% em fevereiro. O mesmo comportamento é observado em relação aos bombons: em fevereiro, o preço recuou 0,1% e em 12 meses desacelerou 3,6 p.p., passando de 14,7% em janeiro para 11,1% em fevereiro. Vários elementos entram na composição do preço dos ovos, desde insumos produtivos, como o chocolate, até a marca e os brindes presentes nas embalagens. Portanto, o consumidor deve encontrar uma grande variedade de preços dos ovos de páscoa nas prateleiras dos supermercados. Bacalhau e pescados Um dos itens mais tradicionais da páscoa, o bacalhau tem seu preço pressionado pela procura sazonal. O item apresentou alta de 1,4% em fevereiro e acumula aumento de 4,4% neste primeiro bimestre. Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, o bacalhau aumentou 7,4%. O grupo de pescados, no entanto, vem mostrando estabilidade de preços e oferece boas opções de substituição ao bacalhau. Enquanto o bacalhau aumentou mais de 7%, os pescados, no acumulado em 12 meses encerrados em fevereiro de 2023, aumentaram 3,65%. A corvina e a merluza são exemplos de substitutos ao bacalhau, uma vez que nos últimos 12 meses aferiram redução de preços na ordem de 3,5% e 1,3%, respectivamente. Acompanhamentos e azeite Os preços da cebola, da batata e do alho apresentaram quedas significativas neste primeiro bimestre: 40%, 7,25% e 4,35, respectivamente. A azeitona também baixou 0,2%. O azeite de oliva aumentou 2,1% em fevereiro, acumulando alta de 10,2% em 12 meses. No entanto, no acumulado em 12 meses, a cebola ainda acumula alta de 36,2% e a batata 11,7%. Portanto, nesta páscoa, as tradicionais receitas de Bacalhau com Natas e Bacalhau à Brás estarão significativamente mais caras do que em 2022. Vinhos A bebida apresentou aumento de 0,6% em fevereiro. Mas, no acumulado do ano, a alta de 1,2% dos vinhos ficou bem abaixo do índice da categoria de bebidas alcoólicas, que registrou 2,44%. Em comparação com a páscoa anterior, os vinhos aumentaram 7%, enquanto as cervejas 10,7%. Os vinhos aumentaram a uma taxa menor inclusive do que o pró

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Novo Atacarejo inaugura sua terceira loja no Recife

A nova unidade abre hoje (30), no bairro de Afogados. Vai gerar 250 novos empregos e atender famílias e empreendedores que geram renda na área da alimentação. Esta já será a 20ª loja da rede pernambucana no Estado A rede pernambucana Novo Atacarejo inaugura hoje, no bairro de Afogados, a sua 20ª loja. Esta será a terceira unidade que entra em operação só na capital pernambucana . “Pela receptividade e resultado das vendas, o Novo Atacarejo está seguro em seguir com a expansão de novas lojas pelo Estado e levar desenvolvimento às cidades onde atuamos”, adiantou o diretor de Marketing do Novo Atacarejo, Milton Amorim. TRABALHOA nova loja está gerando 250 novos empregos. LOJA O Novo Afogados tem 3.435m² de área de vendas, EXPANSÃO Essa é a segunda inauguração em 2023, a primeira foi em Carpina

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