Curta-metragem Simbiose é o único pernambucano no Cine Ceará – Revista Algomais – a revista de Pernambuco

Curta-metragem Simbiose é o único pernambucano no Cine Ceará

O 27º Cine Ceará Festival divulgou na noite de ontem (27.06) a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas ibero-americanas e brasileira de curta-metragem, que acontece de 5 a 11 de agosto, em Fortaleza. Simbiose, da pernambucana Julia Morim, foi escolhido dentre mais de mil inscritos, dos quais 260 longas de 17 países e 853 curtas de 25 estados do Brasil. Na edição 2017 do festival, participam sete longas e 14 curtas. Confira aqui.

Simbiose está também selecionado para a Mostra Audiovisual do 13th Women´s Worlds Congress e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11, e será exibido no dia 02 de agosto em Florianópolis.

SINOPSE
Simbiose é um documentário que trata da história de Maria dos Prazeres de Souza, conhecida como Dona Prazeres, parteira tradicional, cuja trajetória de saberes é uma “simbiose”, como ela sempre diz, entre o tradicional e o contemporâneo, entre o popular e o biomédico. D. Prazeres transita entre mundos e realidades contrastantes e assim mantém uma constante incorporação e construção de saberes. Moradora do município de Jaboatão dos Guararapes, vive em um contexto no qual o urbano e o rural, as praias e os engenhos, os prédios e as casas, as paisagens e os universos são antagônicos e complementares.

D. Prazeres atende a chamados de mulheres simples de sua comunidade e também auxilia partos de mulheres de classe média da Região Metropolitana que escolhem parir livres das intervenções hospitalares. Presidente da Associação de Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes une saberes e congrega muitas outras mulheres que, como ela, sabem da “arte de botar gente no mundo”.

Sobre Julia Morim
Simbiose é primeira incursão da antropóloga Júlia Morim no campo audiovisual. Júlia atua nas áreas de antropologia da saúde, patrimônio e memória, com interesse nos estudos sobre o ciclo reprodutivo, em especial sobre parto e nascimento como eventos culturais. A sua relação com as parteiras tradicionais vem de sua primeira gestação, quando conheceu Dona Prazeres, personagem principal do filme. É também pesquisadora do Grupo de Pesquisa Narrativas do Nascer (DAM/UFPE) e integra a equipe que vem desenvolvendo o projeto “Museu da Parteira”, um museu em processo.

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