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Jademilson Silva

Viw Oftalmologia cresce e inaugura novo endereço em Casa Forte

Ampliação da Viw no bairro de Casa Forte - Foto: Ronaldo Oliveira

A Zona Norte do Recife ganhou uma nova versão da clínica Viw Oftalmologia, que agora funciona na Av. Dezessete de Agosto, no bairro de Casa Forte. A nova casa foi inaugurada nesta quinta-feira, 23, recebendo convidados numa estrutura mais ampla, moderna e equipada para acompanhar o crescimento da demanda, sem abrir mão do atendimento acolhedor e do padrão de excelência que marcam a atuação dos médicos oftalmologistas e sócios Theophilo, Luiz Guilherme e Clóvis Freitas.

O espaço foi planejado para oferecer mais conforto, tecnologia e precisão no cuidado com a saúde ocular. Com investimento da ordem de R$ 5,5 milhões, a nova estrutura conta com consultórios amplos, design contemporâneo, estacionamento próprio e gratuito, e equipamentos de última geração para o diagnóstico e tratamento das principais doenças oftalmológicas.

Inauguracao
Médicos Clovis Freitas, Luiz Guilherme Freitas e Theophilo Freitas, família unida pela excelência em oftalmologia – Foto: Ronaldo Oliveira

A família de oftalmologistas detém alta especialização em doenças da retina, catarata e uveíte em centros renomados no Brasil e nos Estados Unidos, e mantém compromisso com uma medicina de excelência, aliada à inovação, tradição e atendimento humanizado. Experientes em investimentos na saúde, eles apostam em aparelhos e equipamentos que fazem a diferença para os pacientes.

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Inauguração da Clínica Viw – Foto: Ronaldo Oliveira

“Fomos pioneiros no Brasil ao instalar no Recife o Dream OCT-A (Tomografia de Coerência Óptica). Ele traz um avanço importante para o diagnóstico precoce de doenças da retina, como a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), permitindo identificar alterações muito iniciais, muitas vezes antes do aparecimento de sintomas e sem necessidade de uso de contraste no exame ”, afirma o médico Theophilo Freitas.

Este desempenho é fundamental para evitar riscos de perda visual e cegueira por fatores relacionados à obesidade, diabetes e o sedentarismo. “A diabetes atinge algo em torno de 10% da população brasileira, cerca de 20 milhões de pessoas, e metade delas não sabe que têm a doença, que pode evoluir para a cegueira”, alerta o oftalmologista.

No parque diagnóstico e terapêutico de última geração da Viw, destacam-se ainda o retinógrafo com angiografia de grande angular, o retinógrafo Apollo Ultra-Widefield (UWF), o laser micropulsado e o YAG laser. “Temos ferramentas que permitem diagnósticos mais precoces, acompanhamento mais preciso da evolução das doenças e tratamentos mais modernos e menos invasivos para os pacientes”, detalha o Luiz Guilherme Freitas.

Oftalmologista Clovis Freitas Clinica Viw FOTO Divulgacao
Oftalmologista Clovis Freitas – Foto: Ronaldo Oliveira

Com a nova estrutura, a Viw Oftalmologia reforça sua proposta de unir excelência médica e tecnologia de ponta em um só lugar. “Nosso objetivo é oferecer aos pacientes um cuidado oftalmológico completo, antecipando diagnósticos e tratamentos e garantindo acompanhamento especializado em todas as fases da vida”, completa o oftalmologista Clovis Freitas.

Com fellowship em imunologia ocular na MERSI, instituição de pesquisa e cirurgia ocular de Massachusetts/EUA, ele é autor de livros sobre uveítes e outras doenças inflamatórias.

A uveite é uma doença rara, mas responde por 10% dos casos de cegueira evitável no mundo. “Ela atinge a úvea, uma estrutura interna do olho e causa inflamação e dor intensa. Provoca ainda vermelhidão nos olhos e pode ser confundida com a conjuntivite, mas tem sintomas diferentes como fotofobia e moscas volantes – pontos escuros que flutuam na visão”, explica o médico.

No último dia 10 de abril foi celebrado o primeiro Dia Mundial da Uveíte, uma data para divulgar a doença, que pode evoluir para catarata, glaucoma, descolamento de retina e até causar a perda da visão se não for tratada precocemente.

Ainda pouco conhecida, ela é mais frequente em pacientes de doenças autoimunes a exemplo da artrite reumatóide, lúpus e espondilite anquilosante, ou em decorrência de patologias infecciosas como herpes zóster, sífilis e toxoplasmose – a causa mais comum no Brasil.

“Estamos no mês da uveíte, empenhados em difundir o conhecimento e levar o paciente ao médico especialista e ao diagnóstico precoce, o que irá evitar complicações irreversíveis”, afirma Clóvis, um dos representantes no Brasil da Ocular Immunology and Uveitis Foundation (OIUF), uma das entidades fundadoras do World Uveitis Day.


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