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Os cuidados com a saúde auditiva

Ouvir é uma das experiências sensoriais mais importantes para as pessoas, mas de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a perda auditiva é a deficiência mais comum em todo o mundo. No Brasil cerca de 15 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência auditiva, seja ela total ou parcial. O problema é que a maioria das pessoas com perda auditiva espera até sete anos após o diagnóstico para procurar tratamento, segundo a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, ignorando o fato de que quanto mais rápido o diagnóstico, menor o prejuízo na audição. Muitas vezes, a dificuldade em vencer o preconceito na hora de usar o aparelho auditivo é maior do que o desejo de cura. Ter uma audição perfeita faz parte de uma boa saúde, porém as pessoas esquecem que para isto é preciso tomar algumas medidas que previnam problemas com este sentido. É mais comum a realização de ‘check-ups’ médicos para avaliar outras partes do corpo humano, como o coração e visão, mas o cuidado com a audição na está entre as prioridades de muita gente. E essa indiferença com os ouvidos pode se transformar em um prejuízo grave para a saúde auditiva. Normalmente, as pessoas são vítimas dos males causados pelo barulho do dia a dia sem nem perceber, já que há algum tipo de barulho em toda parte. De acordo com a Sociedade Brasileira de Otologia, cerca de 35% das perdas auditivas são consequência da exposição desses ruídos diários. “A verdade é que quando detectado algum prejuízo auditivo, este é considerado irreversível. Por isso a prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais para evitar problemas ou para detectá-los precocemente e assim iniciar o tratamento de reabilitação auditiva”, explica Aline Magalhães, fonoaudióloga da Menthel, licenciada exclusiva da Siemens em Pernambuco. Problemas auditivos podem acontecer em qualquer idade e apresentar vários graus de comprometimento. Entre as causas, a questão genética, a exposição constante a ruídos intensos, trauma ou choque acústico, além da idade avançada e da perda auditiva condutiva, originada por algumas doenças. Hábitos simples, cultivados desde cedo, contribuem para prevenir o problema. “Evitar a exposição à poluição sonora, controlar o uso de aparelhos de som e fones de ouvido, observar se está tendo dificuldades para ouvir, são recomendações que ajudam a evitar problemas auditivos, além da frequência regular a um médico especialista”, comenta a fonoaudióloga É importante realizar exames auditivos com frequência e não esperar para cuidar da audição apenas quando perceber algum incômodo. No caso de pessoas que já estão com a audição comprometida, o tratamento através do aparelho auditivo é indicado para qualquer grau de perda auditiva. “É importante que ele seja colocado assim que for identificado o déficit auditivo para que haja uma estimulação neural e essa perda não progrida de maneira rápida”, conclui Aline

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Conheça dicas de alimentação e exercícios para viver bem com o diabetes

A informação é fundamental para quem tem diabetes, especialmente quando ela está ligada ao estilo de vida da pessoa e ao controle do diabetes. O nível de glicemia – quantidade de açúcar no sangue – por exemplo, pode ser afetado de maneira positiva ou negativa de acordo com a alimentação e os exercícios físicos praticados pela pessoa. Por isso, a nutricionista e Gerente Científico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil, Patrícia Ruffo, dá dicas de alimentação e atividades físicas que podem auxiliar a pessoa com diabetes a viver bem. ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Alguns alimentos podem afetar os níves de glicemia1, por isso é importante entender como eles agem no nosso organismo: Carboidratos ricos em fibras e amido, como pão integral ou cereais integrais são transformados em açúcares e absorvidos mais lentamente, ajudando a manter seu nível glicêmico mais estável ao longo do dia. Alimentos açucarados, como refrigerantes, sucos e doces, são absorvidos rapidamente e isso faz com que sua glicemia aumente na mesma velocidade. Inclua diariamente cinco porções de frutas e verduras com as refeições ou lanches para obter fibras, vitaminas e minerais. Consuma diversas carnes, peixes e alternativas de proteínas como tofu e, sempre que possível, escolha opções com gordura reduzida. Beba leite com gordura reduzida e consuma laticínios como iogurte, que contêm cálcio, bom para a saúde dos dentes e ossos. Limite sua ingestão de gorduras, açúcares e sal. Não elimine as gorduras completamente, mas consuma o mínimo possível. Utilize ervas em vez de sal como tempero e reduza o açúcar sempre que puder. Consuma menos alimentos ricos em gordura saturada. Eles foram ligados a níveis elevados de colesterol, o que pode resultar em ganho de peso e aumentar seu risco de doenças cardiovasculares. Reduza o excesso de sal, porque ele pode elevar sua pressão arterial. PREPARO FÍSICO Além de se alimentar bem, manter o preparo físico por meio de exercícios regulares é um ótimo modo de controlar o diabetes2-3, contribuindo também para: Tonificar os músculos para torná-los mais sensíveis à insulina. Utilizar toda a energia e reduzir os níveis de glicemia. Manter ou atingir um peso saudável. Aliviar o estresse. Aumentar a capacidade pulmonar e a quantidade de oxigênio na corrente sanguínea. Ajudar a reduzir seus níveis de colesterol e pressão arterial, o que por sua vez diminui os riscos de doenças cardiovasculares. Melhorar a circulação sanguínea em todo o corpo, reduzindo o risco de doença arterial, que pode causar angina, infartos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais. “É importante lembrar que é fundamental ter o acompanhamento de um médico e de profissionais de saúde como o nutricionista e o preparador físico para que a gestão do diabetes seja realizada de maneira mais completa e saudável de acordo com o perfil e as necessidades de cada pessoa”, explica Patrícia.

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PE é 2º no Brasil em transplantes de coração pelo 3º trimestre consecutivo

O ano de 2017 tem sido de boas notícias para a área de transplantes de órgãos e tecidos em Pernambuco. Pelo terceiro trimestre consecutivo, o Estado está no primeiro lugar do Norte e Nordeste e segundo no Brasil no número de procedimentos de coração. O dado foi divulgado nesta semana pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO). Entre janeiro e setembro, foram 43 pacientes transplantados, número que já supera em 13% o total de transplantes realizados durante todo o ano de 2016. Apesar da alta, no mesmo período, seis pacientes morreram em fila de espera aguardando esse órgão. “A ABTO afirma neste último balanço que se o Brasil mantiver o ritmo atual, é possível considerar a retomada das doações e transplantes no país. Nós concordamos com a afirmação e garantimos que o Governo de Pernambuco tem tratado do assunto como uma das prioridades na área da saúde. Mas também precisamos chamar a atenção de todos os pernambucanos para esse tema. Só há doação quando um familiar exerce o seu direito de doar o órgão ou tecido do seu ente querido. Por isso a importância de conversarmos e tirarmos todas as dúvidas sobre o assunto ainda em vida, além de já externarmos nosso desejo de ser doador”, afirma a coordenadora da Central de Transplantes de Pernambuco (CT-PE), Noemy Gomes. Além de coração, Pernambuco também é segundo no Brasil em transplantes de medula óssea, com 162 pacientes beneficiados nos primeiros nove meses do ano. “A doação de medula óssea ocorre em vida e para ser doador é preciso estar cadastrado no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. O cadastro é feito no Hemope e a doação pode beneficiar um paciente com compatibilidade de qualquer Estado do Brasil, ou até mesmo de outros países. Importante lembrar que a doação de medula não traz nenhum risco à saúde do doador, que tem sua medula totalmente restaurada em poucos dias após o procedimento”, reforça Noemy. MAIS DADOS – Pernambuco ainda é primeiro lugar no Norte e Nordeste em transplantes de rim (282), pâncreas (6) e córnea (773). De janeiro a setembro, o Estado totalizou 1.376 transplantes de órgãos e tecidos. Em relação aos doadores, foram 141, sendo 101 do sexo masculino e 40 do sexo feminino. Pernambuco ainda teve um aumento de doadores por milhão de população (pmp). Em 2016, o número era de 15 doadores por milhão de população. Em 2017, o quantitativo está em 20 pmp. Na fila de espera, há 1.032 pacientes. Desses, 792 aguardam um rim, 136 córnea, 80 fígado, 16 medula óssea, 7 coração e 1 rim/pâncreas. (Governo do Estado de Pernambuco)

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Microbiota intestinal é fundamental na saúde e na doença

Sem os microrganismos que compõem a microbiota intestinal o ser humano não poderia sobreviver, porque são fundamentais para a conversão dos componentes indigeríveis, regulação energética, síntese de vitaminas, produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), proteção contra patógenos e modulação do sistema imune. Cada ser humano tem uma microbiota intestinal única, como uma impressão digital, que se forma a partir do nascimento, ganha características específicas de acordo com o tipo de parto e o tempo de amamentação, e permanece inalterada ao longo da vida. Entretanto, fatores como idade, uso excessivo de antibióticos, estresse e, especialmente, alimentação, podem interferir na qualidade da microbiota, com consequências na saúde. As bactérias intestinais contêm uma ampla variedade de enzimas e produzem substâncias que tanto podem ser benéficas quanto prejudiciais ao organismo. Algumas espécies de microrganismos intestinais possuem ação protetora sobre o trato gastrointestinal humano por meio do controle no desenvolvimento de bactérias nocivas e da ação protetora contra infecções. Por outro lado, existem bactérias ‘patogênicas oportunistas’ que não agem prejudicialmente quando a saúde está em ordem, manifestando a sua patogenicidade quando a resistência imunológica diminui. A microbiota intestinal é relativamente estável em indivíduos sadios, mas pode sofrer alterações pela condição fisiológica, emocional, ingestão de medicamentos e interação das bactérias intestinais. Padrões anormais de microbiota podem ser vistos nas anomalias de peristaltismos intestinais, câncer ou pós-cirurgias, bem como em distúrbios gastrointestinais, gastrohepáticos, anemia perniciosa, radioterapias, estresse, imunodeficiências, ingestão de antibióticos ou em processos de envelhecimento. A alimentação desbalanceada, rica em gorduras e pobre em fibras, resulta na presença elevada de metabólitos preferidos pelas bactérias nocivas presentes no intestino. O aumento excessivo das bactérias nocivas provoca um desequilíbrio na microbiota intestinal e uma elevação na concentração de toxinas circulantes do organismo, o que pode afetar a saúde e desencadear até o temido câncer. As pesquisas sobre a microbiota intestinal são realizadas desde o século 19 e cientistas de várias partes do mundo – inclusive do Brasil – têm investigado de que maneira esse microscópico ambiente pode interferir em inúmeras situações de saúde e doença. As técnicas desenvolvidas na área da biologia molecular têm sido amplamente utilizadas para esses estudos, o que amplia as possibilidades de pesquisas. Já existem muitas comprovações sobre a relação dos microrganismos intestinais e a saúde, que incluem desde a prevenção e auxílio nos tratamentos de doenças intestinais – como constipação e diarreia – até importantes efeitos sobre o sistema imunológico. Alguns estudos também indicam que a microbiota intestinal pode influenciar o perfil de risco cardiometabólico e, cada vez mais, tem sido demonstrado que tem relação com enfermidades como diabetes e obesidade. Mais recentemente, os cientistas passaram a investigar o eixo microbiota-intestino-cérebro e estão tentando compreender essa relação com o surgimento de transtornos mentais como depressão, ansiedade, doença de Parkinson, mal de Alzheimer e até mesmo o autismo. Há consenso de que os alimentos com probióticos possuem um número suficiente de microrganismos vivos capazes de sobreviver ao trânsito gastrointestinal e chegar em grande quantidade para colonizar a microbiota natural do intestino, onde exercem um efeito protetor no metabolismo humano. Os probióticos também têm sido considerados fortes aliados na manutenção da saúde, porque controlam o crescimento das bactérias nocivas e promovem a estabilização do ambiente intestinal. Um dos microrganismos mais estudados no mundo é o Lactobacillus casei Shirota, isolado em 1930 pelo cientista japonês Minoru Shirota e utilizado nos leites fermentados da Yakult. No Instituto Central Yakult, localizado em Kunitachi, Tóquio, são realizados intensivos estudos para investigar a microbiota intestinal com objetivo de avaliar o relacionamento com a fisiologia humana. Entre muitas comprovações, há estudos que demonstram que o probiótico L. casei Shirota também possui ação positiva no combate a substâncias cancerígenas e na defesa imunológica do organismo. Para que o sistema de defesa seja forte o suficiente é preciso que o organismo esteja sadio e, para isso, o sistema digestório deve funcionar perfeitamente. É neste sentido que o probiótico L. casei Shirota pode contribuir para a saúde de todas as pessoas.

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Coçar os olhos na infância pode levar ao desenvolvimento do ceratocone

Esse péssimo hábito pode até ser gostoso, mas é um verdadeiro perigo para a saúde dos olhos. A fricção continua dos olhos, com o passar do tempo, pode levar ao desenvolvimento do ceratocone, uma doença degenerativa que atinge a córnea, que se deforma e ganha um formato de cone, daí o nome “ceratocone”. A forma cônica da córnea leva ao astigmatismo irregular, com grande impacto da acuidade visual. A deformação da córnea leva à dificuldade de focar as imagens, levando aos principais sintomas do ceratocone: visão embaçada e distorcida. Para quem sofre com a doença, ler ou reconhecer pessoas pode ser uma missão quase impossível. Porém, na fase inicial, o ceratocone pode passar despercebido e ser diagnosticado como miopia ou astigmatismo, de acordo com aoftalmologista pediátrica e neuroftalmologista, Dra. Marcela Barreira. “A prevalência estimada do ceratocone é de aproximadamente 50 a 230 casos a cada 100 mil habitantes. Embora relativamente rara, o ceratocone é uma doença de longa duração que se inicia na pré-adolescência. Há um impacto importante na visão e, consequentemente, na qualidade de vida do paciente”, diz a oftalmologista. Origem ligada à fricção contínua dos olhos “Um dos fatores mais importantes na origem do ceratocone é a frequente fricção dos olhos (ato de coçar os olhos). Este hábito gera traumas repetitivos que resulta em alterações expressivas na córnea”, comenta Dra. Marcela. Acredita-se que coçar os olhos regularmente pode liberar substâncias inflamatórias que alteram o colágeno da córnea, levando à deformação. “A prevalência de doenças alérgicas como a asma, eczema e alergia ocular é maior em pacientes com ceratocone. Por isso, pais de crianças alérgicas devem ficar atentos, já que nessa população o ato de coçar os olhos é comum e frequente. Também há uma ligação importante entre a síndrome de Down e o ceratocone”, diz a médica. Correção de grau contínua chama atenção O grande problema do ceratocone é que nos estágios precoces os sintomas são os mesmos de qualquer outro erro refrativo, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. O que pode ser interpretado como um sinal de alerta é a necessidade frequente de correção do grau ou ainda a diminuição da tolerância do uso de lentes de contato. “Nos estágios iniciais, se o médico não solicitar exames específicos, como a topografia de córnea, não é possível fazer o diagnóstico. Mas, com o passar do tempo, o astigmatismo se torna irregular (formato da córnea é muito desigual), sendo, portanto, um forte indício da presença do ceratocone”, diz Dra. Marcela. Quando o ceratocone é clinicamente evidente, há diminuição importante da acuidade visual, tanto para perto quanto para longe, associado à miopia e/ou astigmatismo, sensibilidade à luz (fotobobia), cansaço visual, coceira, irritação e desconforto ocular. Alguns pacientes podem ainda ter visão dupla (diplopia), poliopia (percepção de várias imagens de um mesmo objeto), além de feixes de luz e distorção dos reflexos em volta da luz. Dos óculos à cirurgia A doença costuma progredir por aproximadamente seis anos. Quando a córnea já está bastante deformada, apenas o transplante de córnea é capaz de recuperar a visão. Porém, antes do transplante, são usadas algumas técnicas para diminuir a progressão da doença ou estabilizar a curvatura da córnea, como o cross-linking. “O cross-linking é um tratamento pouco invasivo e seguro, que se baseia no uso de gotas de riboflavina, um dos tipos de vitamina B. A riboflavina é pingada nos olhos, para, depois, ser usado um feixe de luz UV”, explica Dra. Marcela.  O ultravioleta promove a ligação da vitamina com o colágeno da córnea, fortalecendo-a. Com isso, consegue-se fixar a córnea no formato em que ela se encontra naquele momento. Prevenir é sempre melhor “Além de levar a criança para uma avaliação com um oftalmopediatra, os pais devem ficar de olho nos maus hábitos. Coçar os olhos pode levar ao ceratocone, assim como a outros problemas oculares. Nem crianças nem adultos devem fazer isso. Outro ponto é monitorar as crianças alérgicas e que apresentam quadros crônicos de alergia ocular”, alerta a especialista. Quanto a hereditariedade, os estudos mostram que apenas 10% dos casos são hereditários. Portanto, pais com ceratocone também devem consultar um oftalmologista pediátrico para avaliar a criança.

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Palestra gratuita sobre zumbido e surdez para promover a campanha “Novembro laranja”

Para ajudar a promover a campanha “novembro laranja”, que tem o objetivo de conscientizar sobre o zumbido e prevenir a surdez, o Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE), em parceria com o Centro de Apoio a Pessoas com Perda Auditiva e Zumbido (Cappaz), promovem palestra gratuita com o tema “Perda auditiva e zumbido: falando para idosos”. O evento vai acontecer no próximo dia 13 (sexta-feira), às 15h, no auditório do IDE, localizado no Pina. Quem vai ministrar a palestra é a coordenadora do núcleo de pós-graduação em fonoaudiologia do IDE, Fernanda Lima. O encontro será voltado para pessoas a partir dos 60 anos, já que o envelhecimento natural do ouvido acontece, na maioria dos casos, após a sexta década de vida. Na ocasião, haverá sorteio de aparelhos auditivos, disponibilizados pelo Cappaz. As vagas são limitadas e as inscrições são através do (81) 3465.0002. No dia, os participantes devem levar pacote de fralda geriátrica, que serão doadas no Lar São Vicente (Salgueiro, PE). Mais informações: www.idecursos.com.br/evento. NOVEMBRO LARANJA – A Campanha nacional de alerta ao zumbido foi criada em 2009 pela Dra. Tanit Ganz Sanchez para realizar ações voluntárias de divulgação do assunto durante todo o mês de novembro, período que inclui o Dia Nacional de Conscientização do Zumbido (11/11). Recentemente, a campanha recebeu o apelido de “Novembro laranja”. Já no dia 10 de novembro é comemorado, no Brasil, o Dia de Prevenção e Combate à Surdez, e tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância do cuidado com a saúde auditiva. Assim, a campanha tem grande importância por causa do número de pessoas acometidas por perda auditiva e zumbido. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 400 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda auditiva. Dessas, quase 38% estão acima de 65 anos e 8% são crianças e adolescentes que tem até 15 anos de idade. No Brasil, a perda auditiva, que pode ser popularmente chamada de surdez, é uma das deficiências mais comuns. Estima-se que o número de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência auditiva chegue a 10 milhões, de acordo com o IBGE, e a cada mil recém-nascidos, três já nascem com perda auditiva. No que se refere ao infortúnio do zumbido, atualmente, cerca de 28 milhões de brasileiros de todas as idades estão com zumbido. “Dois fatores que causam a perde auditiva: o envelhecimento natural do ouvido e exposição ao ruído em excesso (som alto). Por exemplo, cada vez mais pessoas estão tendo perda auditiva e zumbido em consequência do uso em excesso de fones de ouvido”, explica a fonoaudióloga Fernanda Lima. Outros dados da OMS revelam que o uso dos fones de ouvido por mais de 90 minutos por dia pode aumentar o risco de desenvolver zumbido ou perda auditiva em até cinco anos. Se se o uso for em potência máxima, as chances sobrem para 75%. Ou seja, barulho demais é a principal causa da surdez precoce. SERVIÇO | PALESTRA SOBRE ZUMBIDO E SURDEZ Quando: sexta-feira, 13 de novembro de 2017 Horário: das 15h às 18h Onde: no Instituto de Desenvolvimento Educacional – Rua Manuel de Brito, 311, Pina, Recife Inscrição: gratuita + doação de 1 pacote de fralda geriátrica, através do (81) 3465.0002 Mais informações: http://www.idecursos.com.br/evento/174/perda-auditiva-e-zumbido-um-bate-papo-com-cha/

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Clínica SIM investe R$ 5 milhões em Pernambuco até 2018

A Clínica SiM expande sua atuação para Pernambuco com investimento inicial de aproximadamente R$ 500 mil na primeira unidade. Com o slogan "Inteligente e acessível", a empresa oferece atendimento de saúde com valor simbólico, em média, R$ 90, por consulta, e tecnologia de ponta. A marca, já consolidada no mercado cearense com sete unidades distribuídas no estado, chega à capital pernambucana para aquecer o mercado local de clínicas populares com geração inicial de 500 novos empregos diretos e um total de R$ 5 milhões de investimento até o término da expansão em Pernambuco. A primeira unidade da Clínica SiM foi inaugurada no mês de outubro, na avenida Conde da Boa Vista. Ao todo são 650 m² de área com ambiente aconchegante, onde o público encontrará sete especialidades médica: Clínico Geral, Dermatoligia, Nefrologia, Urologista, Gastroenterologia, Otorrino e Ortopedia. Além dos médicos disponíveis, a unidade pernambucana oferece atendimento odontológico, exames de imagem e laboratorial. De acordo com o CEO da SiM, Denis Cruz, em média, 75% dos brasileiros não tem plano de saúde. Mas como em vários outros setores, no Brasil a desigualdade é gritante: no Sul e Sudeste este percentual gira em torno de 60%, no Nordeste chega a 85%, ou seja, 85% dos nordestinos não tem plano de saúde. "O projeto de expansão da Clínica SiM começou por Pernambuco por ser um polo médico de referência em todo país, por questões de tecnologia, infraestrutura e instrumental avançado, mas carente de atendimentos voltados para a população de baixa renda", explica. Como motivo da escolha da unidade pernambucana, o CEO da empresa declara que não há melhor lugar para acessar o Nordeste do que por Recife, mas as razões não são só econômicas. "Além de ser um hub estratégico, Recife é o coração do Nordeste. Um polo médico forte, além de uma cultura que admiramos profundamente. Recife é o coração do Nordeste e nosso coração bate mais forte por fazermos parte desta linda cidade", comenta. Com a trajetória consolidada na área de saúde, a Clínica SiM é reconhecida mundialmente pelo caráter inovador e impacto social através do selo criado pelo Fórum Econômico Mundial: Innovations in Healthcare. "Enquanto pessoas com maior renda podem se voltar para o setor privado para obterem os cuidados de saúde que necessitam, a Clínica SiM se volta para o público da base da pirâmede, provendo saúde acessível e de qualidade para a população do Nordeste. A região possui 58% das pessoas que vivem em situação de pobreza", relata Yuri Kaminski, diretor de crescimento da Clínica SiM. Apesar dos preços populares, inovação e tecnologia são elementos chave para a rede. "Acreditamos no fator humano, mas trazemos muita tecnologia para nos relacionarmos melhor com nossos pacientes, oferecermos as melhores linhas de cuidados e para otimizarmos nossa operação. Nosso diferencial também está no tempo de espera, que costuma ser bastante alto para serviços médicos e com a gente tem uma média de 30 minutos, pois prezamos pelo bem-estar do paciente. É o tempo que o paciente tem de fazer uma avaliação odontológica e tomar um cafezinho.”, comenta. O agendamento pode ser através do seu site www.clinicasim.com, WhatsApp, redes sociais e telefone. O horário de atendimento é de segunda a sexta, das 6h às 17h e nos sábados, das 6h às 12h. SERVIÇO: Clínica SiM Endereço: Avenida Conde da Boa Vista Telefone: (81) 4042 9660 e (85) 98165 8886 (WhatsApp) Facebook: clinicapopular.sim Instagram: clinica.sim Média de valor da consulta: R$ 90,00

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Mais de 20 milhões de brasileiros sofrem com pedra na vesícula

Os cálculos biliares são pequenas pedras que se formam na vesícula biliar, órgão localizado na parte inferior direita do fígado e cuja principal função é armazenar a bile, líquido produzido no tecido hepático que auxilia na digestão das gorduras. A formação das pedras ocorre por um desequilíbrio na vesícula, causando a cristalização do conteúdo da bile, um líquido formado por água, sais biliares, pigmentos e colesterol. “É muito comum a partir dos 40 anos de idade, principalmente nas mulheres”, diz a gastroenterologista Juliana Abbud Ferreira, da Clínica Gastroinclusive. Não existe ação preventiva para o cálculo biliar, mesmo entre pessoas mais suscetíveis, como obesos, pessoas com história familiar (hereditariedade), e também no sexo feminino. Como se sabe, a prevenção em saúde está no binômio mente(sã)-corpo(são), equilíbrio que se conquista através de boa alimentação, prática de atividade física, diminuição do estresse, entre outros hábitos saudáveis que sempre contribuem para uma melhor qualidade de vida e bem-estar. O avanço da idade é um fator de risco igual para homens e mulheres - principalmente a partir da 5 e 6 décadas. O emagrecimento rápido, a predisposição genética (irmão, primos, tios que tiveram cálculo biliar) e pessoas com anemia falciforme também compõem o grupo de risco. A pedra na vesícula ocorre com as mulheres numa incidência até quatro vezes maior em relação aos homens, tendo algumas variantes, como o uso prolongado de anticoncepcionais, a elevação do nível de estrogênio durante a gestação, a reposição hormonal na pós-menopausa e uma ou múltiplas gestões. Formação do cálculo, sintomas e tratamentos A bile é produzida no fígado, uma mistura de várias substâncias, como água, sais biliares e colesterol, este responsável por cerca de 75% dos casos de formação de cálculos. Existem casos assintomáticos, porém quando a pedra permanece no duto biliar, bloqueia o fluxo da bile para o intestino e provoca a cólica biliar persistente, com intensa dor no lado direito superior do abdome, que pode irradiar para as costas ou na região entre as omoplatas (parte superior do tórax, ombro, clavícula). “Ao ingerir alimento gorduroso, a vesícula se contrai e joga a bile no intestino. Quando se contrai, os cálculos podem obstruir a saída da bile e gerar dor (normalmente meia hora após uma refeição), infecção e inflamação, e pode vir acompanhada de febre, náuseas e vômitos. Mas, por vezes, a pedra também pode voltar para a vesícula, e a crise dolorosa diminui”, ressalta a gastroenterologista. O cálculo (pedra) pode ter diversos tamanhos, desde o diâmetro de um grão de areia até cerca de 2 cm de comprimento e pode variar em número (quantidade de pedra) e provocar ou não sintomas, dependendo do tamanho. A palpação do abdômen é importante para saber se já gerou outras consequências. O diagnóstico da pedra na vesícula é feito por ultrassom de abdômen. O tratamento é realizado com a cirurgia para remoção da vesícula com a(s) pedra(s), podendo ser eletiva, ou seja, pode ser programada com o médico. Apenas algumas situações são de urgência. Os casos de urgência ocorrem quando há infecção, inflamação ou quando a pedra sai da vesícula e desloca-se para o pâncreas, causando a pancreatite aguda. A cirurgia por laparoscopia, minimamente invasiva, é o padrão de conduta mais indicado e requer pouco tempo de internação hospitalar, menos de um dia nos casos programados. Ao todo, em até duas semanas o paciente retorna às atividades cotidianas. Diferente da pedra nos rins, neste caso retirar-se a vesícula inteira. O órgão não tem função primordial, apenas a de armazenar a bile produzida pelo fígado. Ao retirar a vesícula, o paciente deve evitar e/ou reduzir a ingestão de alimentos gordurosos para não ter desconforto e dificuldade na digestão, dores abdominais e diarreias. “O cuidado mais específico é com a alimentação com gordura, que deve ser restrita nos 6 primeiros meses após a cirurgia, até para a readaptação do corpo”, explica Juliana Abbud. Recomendações: - Alimente-se de forma saudável, com uma dieta rica em fibras e com pouca gordura - alimentos gordurosos elevam o nível do colesterol; - Controle o nível do colesterol, isto ajuda a prevenir o diabetes e a hipertensão; - Mantenha o peso ideal e pratique atividade física; - Mulheres com histórico familiar de cálculo na vesícula devem conversar com seus médicos sobre a conveniência de tomar pílulas anticoncepcionais ou fazer reposição hormonal; - Procure um médico gastroenterologista se os sintomas dolorosos de cálculo biliar se manifestarem. Quando seguidos de febre, náuseas e vômitos, recorra a um serviço de emergência de saúde.  

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Doenças sem tratamento adequado podem causar surdez

Todo mundo sabe que cuidar da saúde é fundamental, mas nem todo mundo segue o tratamento adequado para debelar uma doença. Completar o ciclo para tomar os remédios receitados, voltar ao médico para uma segunda consulta de revisão, repousar quando é preciso, são exemplos de cuidados que muitas vezes não são seguidos à risca pelos enfermos. O que as pessoas que costumam deixar o tratamento de lado ao primeiro sinal de melhora precisam saber é que muitas doenças que aparentemente parecem simples podem deixar sequelas para a vida toda. E uma das sequelas é a perda de audição. A otite, por exemplo, muito comum em crianças, a princípio não é grave, se for tratada corretamente. Causada por bactéria ou vírus que leva ao acúmulo de líquido atrás da membrana timpânica, a otite pode ser decorrente de resfriado, alergia ou infecção respiratória. Por causa do excesso de secreção, o tímpano deixa de receber as vibrações de forma correta, resultando em problemas auditivos temporários. Porém, se a pessoa tiver a doença com frequência e não tratá-la corretamente para por fim à secreção, a perda de audição pode se tornar definitiva. Uma das sequelas do sarampo pode ser a otosclerose, que é o crescimento anormal do estribo – um dos ossos do ouvido médio – impedindo que estruturas dentro do ouvido trabalhem de forma correta. O estribo, geralmente de um dos ouvidos, deixa de vibrar e o som não consegue passar, prejudicando a audição. A doença também é comum em grávidas. A vítima mais famosa de perda auditiva causada por otosclerose foi o músico alemão Ludwig Van Beethoven, cuja enfermidade o impediu de ouvir suas últimas composições. Outras doenças como esclerose múltipla, lúpus, doença de Peget, meningite, doença de Ménière, pressão alta ou diabetes também podem causar perda auditiva; bem como o Tinnitus – o famoso zumbido –, excesso de cera ou a presença de um corpo estranho dentro da orelha, que podem causar inflamação no ouvido médio. “Cuidar da saúde auditiva é tão importante quanto cuidar do resto do corpo, pois uma boa audição facilita a comunicação e a interação com amigos e parentes, trazendo mais alegria de viver”, comenta a fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas. Uma vez diagnosticada a perda auditiva, é preciso buscar ajuda de um médico otorrinolaringologista, já que a deficiência não impede que o indivíduo leve uma vida normal. A grande maioria dos casos de surdez pode ser tratada com o uso de aparelhos auditivos. Diversos artistas famosos têm perda auditiva e nós nem mesmo sabemos. O modelo Davi Bona, por exemplo, que estreou no São Paulo Fashion Week em agosto deste ano e fez o maior sucesso, é deficiente auditivo. Ele teve meningite bacteriana aos sete meses e ficou com a sequela. Em Hollywood, muitos famosos fazem uso de aparelhos auditivos após terem a audição comprometida. A atriz Jodie Foster usa aparelhos nos dois ouvidos e já foi fotografada diversas vezes com eles. Halle Berry, Holly Hunter, Robert Redford, Rob Lowe e Jane Lynch são mais alguns exemplos. O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, também é usuário das próteses e as usa sem preconceito, afirmando inclusive que foram de extrema importância em sua vida de homem público. “O uso de aparelhos auditivos tem proporcionado uma audição mais natural, resultando em melhorias significativas na qualidade de vida do indivíduo. Já existem modernos aparelhos, com design atrativo e som digital, que garantem uma audição perfeita e sem constrangimentos – pois são praticamente invisíveis no ouvido – mesmo para aqueles que têm perda de audição severa”, conclui a fonoaudióloga.

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Dia Mundial da DPOC é celebrado em 15 de novembro

Data de conscientização sobre a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) mobiliza profissionais da saúde, organizações, agências governamentais e pacientes de todo o mundo para divulgar medidas preventivas contra a doença, uma das principais causas de morte em todo o mundo. O tema do Dia Mundial da DPOC deste ano, "Respirar Conhecimento", estimula a divulgação de ações efetivas para melhorar a saúde respiratória, antes ou depois do diagnóstico da DPOC. O evento deste ano coincide com o lançamento da Estratégia Global 2017 para o Diagnóstico, Gestão e Prevenção da DPOC, relatório que auxilia os profissionais de todo o mundo na luta contra a doença. DPOC é uma condição pulmonar que compreende a bronquite crônica e o enfisema. Na maioria das vezes, é conseqüência de anos de uso do cigarro, mas outras exposições como forno a lenha ou gases tóxicos no ambiente do trabalho também podem causar essa morbidade. Como a lesão pulmonar causada pelo cigarro acontece lentamente, a DPOC costuma afligir pessoas idosas. O principal sintoma é a dispneia, falta de ar, que aparece ao realizar atividades físicas. No início apenas grandes esforços como subir escadas, ladeiras ou carregar peso desencadeiam o sintoma, mas conforme a doença progride, o desconforto pode aparecer mesmo nas tarefas básicas do dia a dia. Diagnóstico e Conscientização A DPOC é diagnosticada por meio do teste de espirometria, que deve ser realizado em todos os que apresentam sintomas como falta de ar, cansaço ao realizar esforços ou atividades cotidianas e tosse por mais de 8 semanas, com ou sem secreção. O exame mede a função do pulmão em relação às pessoas da mesma idade, sexo e altura. “Os sintomas da DPOC aparecem em pessoas com mais de 40 anos de idade com histórico de exposição a fatores de risco, sendo o tabagismo o mais comum deles. No entanto o dano que leva à doença pode começar na vida intrauterina. Prematuridade e baixo peso ao nascer são fatores de risco para desenvolver a DPOC. Assim como infecções respiratórias na infância e conviver com fumantes em casa na infância e adolescência”, explica o pneumologista Dr. Frederico Leon Arrabal Fernandes, Coordenador da Comissão Científica de DPOC da SBPT. Cuidar da DPOC é importante porque, à medida em que ela piora, o paciente fica cada vez mais ofegante e sem fôlego para realizar atividades cotidianas. O tratamento é mais efetivo quando iniciado cedo, no entanto, há possibilidade de melhorar os sintomas e obter a qualidade de vida em todas as fases da doença. Para retardar ou impedir o progresso da doença, é fundamental reduzir a exposição a fatores de risco e parar de fumar. É importante enfatizar que quem fuma cigarro eletrônico ou narguilé também está exposto às doenças pulmonares.

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