Levantamento revela que 74% da população se planeja para despesas como impostos e material escolar, enquanto quase metade guarda dinheiro com antecedência
Planejamento diante das despesas sazonais
O início do ano, marcado por gastos obrigatórios como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, encontra a maioria dos brasileiros mais preparada financeiramente. De acordo com a pesquisa “O papel dos benefícios nas compras de fim de ano dos brasileiros”, encomendada pela 99Pay e realizada pelo Instituto Locomotiva, 74% da população afirma que costuma se organizar para enfrentar as despesas típicas desse período.
Reserva antecipada como estratégia
O levantamento mostra que 47% dos brasileiros guardam dinheiro antecipadamente para cobrir os gastos de começo de ano. Outros 24% utilizam o 13º salário como principal recurso para equilibrar o orçamento, indicando que a renda extra do fim do ano segue desempenhando papel relevante no planejamento financeiro das famílias.
Parcelamento e ausência de planejamento
Apesar do avanço na organização, parte da população ainda recorre a alternativas menos estruturadas. Segundo a pesquisa, 19% dos entrevistados optam pelo parcelamento das contas para lidar com as despesas sazonais, enquanto 26% afirmam não adotar nenhum tipo de planejamento financeiro para esse período.
Consciência financeira em alta
Para Luiz Landgraff, presidente da 99Pay, os dados indicam uma mudança positiva no comportamento do consumidor. “Os números evidenciam que o brasileiro costuma iniciar o ano mais organizado e consciente em relação às próprias finanças, especialmente no que diz respeito aos gastos típicos do início do ano”, afirma. Segundo ele, esse cenário reforça a importância de soluções que ajudem no controle do orçamento e tragam maior previsibilidade.
Perfil da pesquisa
O estudo ouviu 1.800 brasileiros bancarizados, com idades entre 18 e 65 anos, de todas as regiões do país. As entrevistas foram realizadas entre 31 de outubro e 14 de novembro de 2025, oferecendo um retrato abrangente do comportamento financeiro da população diante das despesas concentradas do início do ano.

