Cultura e história

Cinépolis inaugura complexo no Shopping Patteo Olinda

A Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, inaugura um novo complexo de cinema este mês no Shopping Patteo Olinda, que abriu suas portas em abril deste ano. O complexo abrirá para o público no dia 05 de julho, trazendo para Olinda os lançamentos mais importantes e esperados do circuito comercial nacional e internacional. O cinema foi construído com padrão de qualidade Cinépolis, sendo entregue para a cidade com equipamentos de som e projeção novos e de última tecnologia. O projeto contempla seis salas tradicionais com projeção digital, incluindo três com tecnologia 2D e três com tecnologia 3D, totalizando 1.501 lugares numerados, 31 vagas para cadeirantes e 13 lugares para obesos. Todas as salas têm formato stadium, poltronas reclináveis, braço removível (tipo namoradeira), óculos 3D em tamanho infantil e adulto e som digital biamplificado. Já no dia 18 de julho, acontece a inauguração de duas salas VIP, que fazem parte do complexo e contam com tecnologia 3D, 130 lugares numerados e seis vagas para cadeirantes. Ambas as salas possuem formato stadium, poltronas de couro com comando elétrico e totalmente reclináveis, braço removível (tipo namoradeira), óculos 3D em tamanho infantil e adulto e som digital biamplificado. O acesso às salas contará com um lobby exclusivo e com a bombonière VIP, transformando a experiência do cinema em algo mágico. O cardápio trará uma grande variedade de pratos VIP como: o exclusivo Hot Dog feito com pão e salsicha especiais e bacon bits e cheddar importados; Boneless Chicken Tenders; Mini Hamburguer Sliders; Mini Hot Dog com Batata Smiles; Crepes; Sanduíche de Pernil e Churros gourmet. Já as tradicionais pipocas trarão temperos exclusivos como Lemon Pepper, Doce e Salgada, além da Pipoca Mix, que permite misturar diferentes sabores e temperos. O grande diferencial no atendimento fica por conta do serviço exclusivo dentro das salas VIP, onde os clientes poderão ser servidos em suas poltronas até o início do filme, solicitando quaisquer serviços da bombonière, incluindo os pratos VIP. “Estamos felizes em fazer parte deste novo empreendimento em Olinda, um projeto que foi idealizado para o lazer das famílias olindenses. Nosso complexo de cinema possui a última tecnologia em som e imagem, além de toda qualidade de nossos serviços que proporcionam uma excelente experiência aos clientes. Estamos também levando para Olinda nossas premiadas salas VIP, onde os clientes poderão ser servidos em suas poltronas até o início do filme, solicitando quaisquer serviços da bombonière, incluindo os pratos VIP.”, afirma Luiz Gonzaga de Luca, presidente da Cinépolis Brasil. Todas as salas têm lugar marcado e a venda de ingressos está disponível nas bilheterias, nas máquinas de autoatendimento e também pela internet. É possível consultar a programação dos filmes, trailers e promoções pelo site: www.cinepolis.com.br. “Ter um complexo de cinema com a qualidade Cinépolis tem tudo a ver com o Shopping Patteo Olinda, juntos vamos elevar os padrões de qualidade e experiência de nossos consumidores”, comenta José Luiz Muniz, diretor do Grupo CM, que é o empreendedor do centro de compras junto com a HBR Realty. A programação trará as estreias nacionais e internacionais de acordo com os lançamentos do mercado, em formatos legendado, dublado, 2D e 3D. Os clientes poderão complementar a experiência dentro de salas com uma grande oferta de produtos na bombonière, incluindo combos de pipoca, bebidas e balas tematizados dependendo do filme em lançamento. Destaque especial para a pipoca salgada e doce preparada na hora, assim como produtos especiais como nachos e cachorro quente. Serviço: Inauguração Cinépolis Shopping Patteo Olinda (Olinda) – salas tradicionais Data: 05/07/2018. Endereço: R. Eduardo de Morais, S/N – Casa Caiada, Olinda – PE, 53030-030.

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Conservatório Pernambucano de Música leva ’10 anos sem Caymmi’ ao FIG 2018

O Conservatório Pernambucano de Música novamente marcará presença no Festival de Inverno de Garanhuns, que acontece entre os dias 19 e 28 de julho. Com o tema Um Viva à Liberdade!, a 28ª edição do FIG receberá pelo décimo ano consecutivo uma programação especial organizada pelo CPM, que ocupará a Catedral de Santo Antônio com apresentações gratuitas de artistas de renome local e nacional.   “Nosso intuito é sempre colocar em evidência o melhor de todos os estilos de música presentes no Conservatório, seja erudita, popular, vocal ou instrumental. Portanto, repetimos os sucessos e abrimos as portas para os artistas que participarão pela primeira vez da nossa programação”, detalha Roseane Hazin, gerente geral do CPM. “Os músicos que levaremos a Garanhuns são referência para os nossos alunos, que veem neles a amplitude do que é feito no País”.   A apresentação de abertura ficará a cargo do Wagner Tiso Trio, composto por Wagner Tiso (piano), Márcio Malard (violoncelo) e Victor Biglione (violão e guitarra), que toca na quinta-feira (19), a partir das 21h. No dia seguinte, Danilo Caymmi e banda fazem a pré-estreia nacional do show 10 Anos Sem Caymmi, no qual saúdam o legado do cantor e compositor baiano Dorival Caymmi, pai de Danilo, que faleceu em agosto de 2008.  A agenda segue com shows e concertos diários, como o Volta ao Mundo em 80 Artistas, da cantora e violonista paulista Badi Assad, até a segunda-feira (23). Após pausa de três dias, o Conservatório volta à Catedral de Santo Antônio para os últimos dois dias de FIG, a sexta-feira (27) e o sábado (28).    Orquestra de Câmara   Sob regência do maestro José Renato Accioly, a Orquestra de Câmara de Pernambuco fará três importantes apresentações ao longo do festival. A primeira delas acontece na sexta-feira (20), com participação inédita da pianista Maria Clara Fernandes, ex-aluna do Conservatório.  A escolha de Maria Clara para os solos, explica o maestro, se deu pela vontade de valorizar o artista pernambucano. “Ela mora em Viena (Áustria) há muitos anos, mas sempre que pode vem ao Recife para visitar a família e também se apresentar no Conservatório. É um dos frutos especiais vindos das nossas salas de aula”.  A segunda inserção de José Renato e companhia será no domingo (22), com mais uma edição do show Musicais, sucesso de público no FIG 2017. Nele, a Orquestra executará trechos de musicais famosos, a exemplo de A Bela Adormecida, O Mágico de OZ e O Rei Leão. “Todo o repertório será novo, abrangendo vários musicais. Vamos repetir apenas trechos de O Fantasma da Ópera, que fizemos no ano passado, em função do sucesso”, destrincha o maestro.  A terceira e última participação será no sábado (28), com a luxuosa parceria dos cariocas Francis e Olívia Hime, interpretando composições de Francis. “Para nós será uma enorme oportunidade poder estar ao lado deste ícone da música popular brasileira. Estamos todos ansiosos para que chegue logo o dia”, comenta José Renato Accioly. “É de suma importância o esforço do Conservatório Pernambucano de Música na valorização do músico e da música em Pernambuco. Já o FIG oportuniza o intercâmbio entre cantores, instrumentistas e solistas locais e nacionais. Será um grande encontro musical”.  O Festival de Inverno de Garanhuns é uma realização do Governo de Pernambuco (Secult e Fundarpe), em parceria com o Conservatório Pernambucano de Música, a Prefeitura de Garanhuns, o Sesc Pernambuco, Sebrae, Virtuosi e a Cepe Editora.    PROGRAMAÇÃO CPM NO FIG 2018:    19/7 (Quinta-feira)  21h – Wagner Tiso Trio    20/7 (Sexta-feira)  16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco  Solista: Maria Clara Fernandes  Regência: José Renato Accioly  21h – SaGRAMA e Hamilton de Holanda    21/7 (Sábado)  16h – Show 10 Anos Sem Caymmi  Danilo Caymmi (Voz e flauta)  Flávio Mendes (Violão)  Itamar Assiere (Piano)  Paulo Vicente (Bateria)  José Luiz Maia (Baixo)  Nilson Raman (Mestre de cerimônias)  Participação especial: Carmen Monarcha   21h – Ná Ozzeti, Dante Ozzeti e Patrícia Bastos    22/7 (Domingo)  16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco, Coro de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música e Grupo Vocal Liberi apresentam o show Musicais  Solistas: Gleyce Melo, Monica Muniz, Madson de Paula, Ciel Santos, Marcio Mênner, Catarina Rosa, Bianca Vieira e David Mitchel  Regência: José Renato Accioly  21h – Carmen Monarcha (Soprano)  Daniel Gonçalves (Piano)    23/7 – Segunda-feira  16h – Badi Assad, Lívia Matos e Claudinho Araújo com o show Volta ao Mundo em 80 Artistas  21h – Mônica Salmaso (voz) e Marco Pereira violão)  27/7 (Sexta-feira)  21h – Pianorquestra com o show Linha do Tempo    28/7 (Sábado) 16h – Francis Hime, Olívia Hime e Orquestra de Câmara de Pernambuco  Regência: José Renato Accioly  21h – Lívia Nestrovski (voz) e Fred Ferreira (guitarra)    SERVIÇO:  Conservatório Pernambucano de Música no Festival de Inverno de Garanhuns 2018 – Dias 19, 20, 21, 22, 23, 27 e 28 de julho, na Catedral de Santo Antônio (Garanhuns). Gratuito. Informações: (81) 3183-3411 e www.conservatorio.pe.gov.br. 

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Ainda tem muito forró na Mansão neste fim de semana

Santo Antônio recebeu homenagens no dia 12; São João, no dia 24, e São Pedro, no dia 29. Mas quem pensa que o fim das comemorações dos santos de junho coloca um ponto final no forró está enganado em se tratando de Caruaru. A Capital do Forró prolonga os festejos até o último fim de semana do mês e a Mansão Forró, espaço privado mais animado do Agreste, segue nesse ritmo. Neste sábado, a partir das 15h, a casa recebe um trio que promete não deixar ninguém parado: a banda Magníficos, o cantor Geraldinho Lins e Rafa Mesquita. Os três garantem o esquente para o público até as 22h, antes da festa no Pátio de Eventos Magnífico leva para a Mansão todos os sucessos de forrós das antigas, de “Apaixonada” a “Carta Branca”, que ficaram marcadas na interpretação da banda. Atualmente, dois vocalistas estão à frente da Magnícos: Samya e Fernando Frajola. A outra atração da noite, Geraldinho Lins, aposta no forró romântico e mais tradicional. O músico, que é queridinho pelos caruaruenses e foi o homenageado do São João 2018 no Recife, promete relembrar o primeiro sucesso, ‘Amor do Sertão’, ao lado da nova aposta, a música ‘Reapaixonar’. Os fãs do sertanejo vão adorar o show de Rafa Mesquita. O recifense apresenta um mix de forró e sertanejo indo de Safadão a Marília Mendonça. A CASA A Mansão Forró é produzida em parceria pela TFM Promoções, leia-se, Tonynho Rodrigues, Fred Gomes e Magno Cumaru, e a TV Asa Branca. A casa é uma verdadeira mansão, no bairro Maurício de Nassau, área nobre da Capitla do Agreste, comportando dois espaços: a área cultural (com cidade cenográfica) e o palco principal, dedicado a receber o público para as apresentações pagas. Há ainda uma praça de alimentação, com diversas opções gastronômicas. A Mansão do Forró tem capacidade para 700 pessoas por noite. SERVIÇO MANSÃO FORRÓ – Sábado, 30 de junho, a partir das 15h. Shows de Magníficos, Geraldinho Lins e Rafa Mesquita. Ingressos 1º lote: R$ 60 (homem) e R$ 40 (mulher). Rua Saldanha Marinho, 911, Maurício de Nassau, Caruaru. Mais informações: (81) 3719-6819.

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Conservatório Pernambucano de Música abre as portas para 8º Festival de Música Instrumental

O Conservatório Pernambucano de Música realiza, neste fim de semana, a 8ª edição do Festival de Música Instrumental. Com intuito de divulgar a música instrumental de caráter popular, o evento leva ao espaço nomes de destaque no cenário nacional, bem como artistas pernambucanos consagrados, em apresentações gratuitas. “É uma grande satisfação conseguirmos manter o festival em nosso calendário. Promover a música instrumental de caráter popular é uma forma de mostrar a pluralidade do Conservatório. Somos uma escola de música erudita, mas também popular. O foco é a excelência nos diversos gêneros musicais”, destaca a gerente geral da instituição, Roseane Hazin. Nesta sexta-feira (29), a partir das 18h30, se apresentam o pianista Amaro Freitas (PE) e o gaitista Gabriel Grossi (DF). Este último será acompanhado pelo pianista Eduardo Farias (RJ). Já no sábado (30), será a vez do Granduo Brasil (PE) e do Ítalo Sales Quarteto (PE), a partir das 17h. Graduado em Produção Fonográfica, o recifense Amaro Freitas trilha carreira também como pianista, tecladista, compositor e arranjador. Atualmente, se prepara para lançar o segundo álbum da carreira, sucessor do aclamado Sangue Negro (2016). Diferente do que costuma apresentar com o Amaro Freitas Trio, no qual é acompanhado por contrabaixo e bateria, ele vai explorar repertório para piano solo, composto majoritariamente por músicas autorais. Mas haverá espaço para uma releitura de Lamento Sertanejo, do saudoso Dominguinhos. “Nessa música eu vou usar a estrutura toda do piano, ou seja, tentar tirar som das cordas, criar efeitos dentro da caixa acústica do instrumento. Tento trazer essa imagem desse ‘lamento’ através das sonoridades que eu posso tirar do piano”, explica o músico. “Vou tocar a música Norte, do Sangue Negro, mas com leitura diferente da que é feita no disco, e também outras três canções inéditas. Estas trabalham muito arquitetura, improvisação instantânea e a matemática da independência das mãos”. Dessas três inéditas, Amaro conta que duas farão parte do novo trabalho em estúdio, gravado com o trio. O lançamento está marcado para o fim do segundo semestre, primeiro fora e depois dentro do Brasil. O público que comparecer ao festival, portanto, pode esperar um show marcado pelas caraterísticas das melodias, do lírico, mas também um piano “frenético, percussivo e instigante”, navegando entre mistério e intensidade. Também atração da sexta-feira, o renomado gaitista brasiliense Gabriel Grossi traz para Recife bagagem recheada por 11 discos lançados, além de gravações e participações em shows de grandes nomes da música nacional e internacional, dentre os quais Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda e Dave Matthews. Para a apresentação aqui, o músico contará com a companhia especial do pianista carioca Eduardo Farias, em formato de duo. Eduardo é um dos mais requisitados pianistas da nova safra nacional e já foi parceiro de João Donato e Yamandu Costa, dentre outros. No sábado, o Granduo Brasil, do clarinetista Ângelo Lima e do violonista Rafael Meira, transitará por elementos que remetem à identidade da música brasileira, desde a valsa até o samba. O projeto foi formado em 2014, como resultado dos encontros que intermediavam as aulas da graduação de ambos na Licenciatura em Música da Universidade Federal de Pernambuco e tem como foco a valorização da música brasileira através da “reinvenção do novo”. Encerra o festival o Ítalo Sales Quarteto, executando as canções de Dorsal, disco autoral de estreia em que o frontman e guitarrista se debruça por diversas influências vindas música popular do Recife, de Pernambuco, do Brasil e do mundo. SERVIÇO: 8ª Festival de Música Instrumental do Conservatório Pernambucano de Música – Sexta (18h30) e sábado (17h), no Auditório Cussy de Almeida (Av. João de Barros, 594, Santo Amaro). Gratuito. Informações: 3183-3411 e www.conservatorio.pe.gov.br.

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Orquestra Criança Cidadã estreia grupos de câmara no projeto Música na Igreja neste domingo (1º)

Neste domingo (1º), às 17h, a Orquestra Criança Cidadã estreia dois grupos de câmara na Igreja da Madre de Deus, dentro do projeto Música na Igreja, promovido pela Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Turismo e Lazer da Prefeitura do Recife. O Trio Optus e o Quarteto Vivace apresentam duas peças de alta magnitude do período clássico – época que abrange composições escritas entre 1750 e 1810, aproximadamente. Ambas as partituras foram indicada aos alunos pelo maestro Nilson Galvão Jr., diretor musical da OCC. A entrada é gratuita. O Quarteto Vivace – formado por André Luiz Serapião (violino I), Luhan Lucena (violino II), Cícero Bezerra (viola) e Miquéias Santana (violoncelo) — interpreta o Quarteto em sol maior, op. 76 n° 1, do austríaco Franz Joseph Haydn (1732-1809). Escrito em 1797, esse quarteto abre uma série de seis obras de Haydn para a mesma formação instrumental dedicadas ao conde húngaro Joseph Georg von Erdődy (1754–1824). “Esse quarteto o maestro nos deu com a intenção de fortalecer o aprendizado na música de câmera e está sendo muito produtivo estudá-lo. Como é o nosso primeiro recital, estamos buscando entrosamento, mas também expondo as qualidades individuais do grupo, e ficamos muito felizes por tocar Haydn”, conta o spalla André Luiz. O quarteto está ensaiando a partitura durante dois dias da semana: às segundas, com supervisão do professor de violino Thiago Formiga, e às quintas, com o maestro Nilson Galvão. Já o conjunto integrado por Micaele Cristina (violino), Letícia Ferreira (viola) e Davyd França (violoncelo), o Trio Optus, tem como missão tocar o Trio de cordas em ré maior, op. 09, n° 2, de Ludwig van Beethoven (1770-1827). Concebidos em 1796, os três trios do do célebre compositor alemão catalogados sob o número 9 foram concluídos dois anos mais tarde. O primeiro trio de Beethoven, no entanto, nasceu como op. 3. Para Micaele Cristina, a indicação da peça feita pelo maestro, foi uma surpresa muito bem-vinda. “Está sendo um desafio fazer esse trio, que é bastante difícil. A gente combinou com o prof. Formiga de passarmos a partitura com ele toda sexta”, comenta a violinista. Ela, Letícia e Davyd ensaiam juntos também às quartas, em casa, no bairro do Coque. “Estamos concentrados só nessa peça. Já tocamos juntos, outras vezes — arranjos de músicas populares que a gente sempre toca. Agora é a primeira vez com música de câmara mesmo”, completa Micaele. “Buscando oferecer oportunidades diversificadas e gratuitas de lazer e cultura para o recifense e os turistas que visitam nossa cidade, o Música na Igreja acontece no primeiro domingo de cada mês e a cada edição apresenta uma atração diferente de orquestra ou grupo instrumental.”, explica Ana Paula Vilaça, Secretária de Turismo, Esportes e Lazer da Prefeitura do Recife. MÚSICA DE CÂMARA – Na tradição da música clássica, chama-se de música de câmara aquela executada por pequenos grupos instrumentais, de dois a nove integrantes: duos, trios, quartetos até nonetos. Conjuntos de dez a vinte instrumentistas já configuram orquestras de câmara. De todo modo, o nome “câmara” vem das câmaras (recintos) palacianas, onde esse repertório era costumeiramente tocada. Trata-se de uma tradição musical que requer plenos entrosamento e atenção entre os músicos, além de maior proximidade e concentração da plateia — um universo essencialmente intimista, se comparado à ópera e à música sinfônica.

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Rock Na Calçada celebra a nova música independente no Recife

Abrindo espaço para bandas e artistas de destaque do circuito independente do Nordeste, o festival Rock Na Calçada (RNC) realiza sua 23ª edição neste próximo sábado (30/06), com um dia inteiro de shows na Torre Malakoff, a partir das 14h. O evento, palco oficial do Festival Big Dia da Música no Recife, reunirá nove artistas e grupos promissores da cena cultural de Pernambuco e Paraíba para apresentações gratuitas ao público, além de uma grande atração de fechamento. Consolidado enquanto vitrine das novidades da música independente, o festival segue firme com sua proposta de dar espaço e voz à arte produzida de forma alternativa. Serão mais de 5 horas dedicadas a revelar novas sonoridades em show-cases de nove artistas e bandas que vêm ganhando notoriedade localmente – Atroça, Carol Ribeiro, Coxas d’Amélia, Fernandes, Lucas Torres, Madalena Moog, Meiofree, Sea of Monsters e Will2Kill. A noite terminará com um grande show do cantor Romero Ferro. Com capacidade para 1,2 mil pessoas, o RNC conta com um programação eclética, que celebra a diversidade de ritmos – hip-hop, experimental, pop rock, blues, MPB, metal, entre outros – mostrando a capacidade criativa e inventiva da arte feita no Nordeste. “Apesar de trazer a palavra rock no nome do festival, o RNC é democrático e preza por abraçar toda forma de arte que traga novos ares à nossa cena musical”, afirma Du Lopes, produtor à frente do RNC. O evento contará também com loja oficial com itens personalizados do festival, comércio de artesanato, bar e restaurante, fortalecendo a economia criativa local. Nos intervalos das bandas, o som fica a cargo da DJ Cláudia Summer. Após as apresentações, a festa ganha continuidade no bar Apolo 17, em um after comandado pelos DJs Magayver Loop, Pepe Jordão e Juvenil Silva. O Rock Na Calçada acontece por realização da produtora Cubo8, com apoio e anuência da Secult e da Fundarpe. SOBRE O BIG DIA – Como palco do Big Dia da Música (BDDM), maior festival em rede do Brasil, o Rock Na Calçada entrará pela primeira vez para o circuito nacional. Isso porque os shows no Recife compõem a grade oficial do Big Dia e acontecem em simultaneidade com outras apresentações em Rio de Janeiro e Cabo Frio (RJ); São Luís (MA); Uberlândia (MG); e São Paulo (SP) – esta última sede do festival, com 23 palcos espalhados pela cidade. O festival acontece desde 2015, sendo esta a 4ª edição do Big Dia. A nível nacional, o BDDM já recebeu em seus palcos Linn da Quebrada, Ludovic, Mombojó, Negro Leo, As Bahias e a Cozinha Mineira, Mahmundi e O Terno. SOBRE O RNC – O protagonismo do Rock Na Calçada já se mostra visivelmente em seus três anos de atividades. O projeto acontece desde 2016 de forma itinerante, levando música independente a espaços públicos do Recife e Região Metropolitana, onde geralmente a arte não chega. Em 2018, a 23ª edição acontece pela primeira vez dentro da programação do Big Dia Da Música, projetando a iniciativa nacionalmente. Entre os destaques que já tocaram no RNC estão nomes relevantes no cenário musical independente, como Zeca Viana, Guido (SP), Graxa Hugo dos Santos (PI), Combo X, Lamento Negro e Juvenil Silva. O festival também foi responsável por revelar bandas a exemplo de Verdes & Valterianos, Os Aquamans e Incepsônica. SERVIÇO: 23ª Edição do Rock Na Calçada – Polo Recife no Big Dia da Música Quando: sábado, 30 de junho de 2018 Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, S/N – Bairro do Recife, Recife/PE) Horário: A partir das 14h Entrada gratuita. PROGRAMAÇÃO: Torre Malakoff (Praça Arsenal da Marinha): 14h – 14h35 Carol Ribeiro (PE) 14h50 – 15h25: Coxas D’Amélia (PE) 15h40 – 16h15: Atroça (PE) 16h30 – 17h05: Sea of Monsters (PB) 17h20 – 17h55: Meiofree (PB) 18h10 – 18h45: Fernandes (PE) 19h – 19h35: Lucas Torres (PE) 19h50 – 20h25: Will2Kill (PE) 20h40 – 21h15: Madalena Moog (PB) 21h30 – 22h10: Romero Ferro (PE) Apolo 17 (Rua do Apolo, 170, Bairro do Recife): 22h30 – 0h: Magayver Loop 0h – 01:30: Pepe Jordão 01h30 – 03h: Juvenil Silva

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Nostalgia acalantada na obra de Fátima Quintas

*Por Paulo Caldas Tempos Perdidos – Memórias, Edições Bagaço, 2018, são sentimentos e emoções revividas transformadas em livro pela escritora Fátima Quintas, que vão além do primoroso projeto visual. O conteúdo intimista da publicação contempla, ao mesmo tempo, o universo vivenciado pelo recifense, com especial significado para os que já venceram as 60 primaveras. Do interior dos capítulos surge um Recife nostálgico, revelador de aspectos sociológicos, econômicos, artísticos, quando se vivia numa cidade mais lenta, menos estressante, mais romântica e menos pragmática. O texto traz o foco narrativo na primeira pessoa, característica peculiar do escrever da autora e já consagrado nas crônicas semanais curtidas pelos leitores do Jornal do Commercio, todos cativos da criatividade presente nos contos, ensaios e romances, dentre as suas 50 obras publicadas. O texto é requintado; bem-apessoado, obediente aos rigores gramaticais: “Não me recordo do nome da sua esposa, uma senhora forte, igualmente elegante, ‘dir-se-ia’ um casal distinto”. A crônica Ir ao Recife reproduz com fidelidade na mente de quem lê as vozes daquela hora: “deforete”, “fidalgo”, “garbo”, “encontros fortuitos”, o real significado de momentos indeléveis que permanecem vivos, apesar deste desembestado galope do tempo. No dobrar das páginas, entramos no seu mundo guardado: a casa, objetos, família e amigos. Esta voz intimista segreda ao leitor, na crônica Sussurros, nuances do tipo: “A vida nunca me aconteceu de dia, nunca à luz do sol, só à noite é que o mundo se resolve para mim, e lentamente”. E assim, vai conversando e na mesma crônica enfatiza: “O mundo de hoje não tem lugar para suspiros secretos. Soam como perda de tempo ou algo anacrônico, em pleno desuso”. No texto de Jamais esquecer, confessa: “Em mim, há pedaços tão vivos de passados, que os tempos não se separam em caixinhas isoladas de costura, cada uma com a sua função específica”. Há uma prática interessante no decorrer da leitura: a intertextualidade, com expressões de autores consagrados: Marguerite Yourcenar, Ernesto Sábato, Miguel Torga, Gilberto Freyre e Clarice Lispector, estes dois mais próximos da gente. Com sutil habilidade, Fátima Quintas nos apresenta, além de imagens bem desenhadas, o sentir dos sabores e odores, seja no Mercado da Encruzilhada ou na Casa Matos, virtude rara na arte literária, considerando que dispomos apenas da palavra escrita como instrumento de expressão. Ao fim, sentimos o cheiro e sabor da “cartola”, iguaria nativa preferida desde quando não havia a invasão dos hambúrgueres. *Paulo Caldas é escritor

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Fatos políticos do país ocupam o palco do Teatro Arraial

Uma das principais linguagens artísticas, a dança contemporânea, levará para o palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna o debate sobre fatos políticos do país, indo desde a época da ditadura militar até os dias de hoje, com o espetáculo “Cárcere”. Concebido e coreografado por Ivana Motta e com direção de Marcela Aragão, a montagem é do Grupo Corpore de Dança, do Sesc Piedade, e será apresentada nesta sexta-feira (29/6) e no sábado (30/6), às 20h. Os ingressos custam R$ 20 e os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e estudantes pagam R$ 10. A apresentação de dança retrata a falta de liberdade, repressão e a violência, individual e coletiva, vivida no período da Ditadura Militar em 1964, estimulando o público a refletir sobre em que prisão se encontra. Com 45 minutos de duração, a montagem é formada pelas bailarinas Débora Freitas, Graci Costa, Ildete Mendonça, Luara Mendonça, Milla Flor e Vitória Mendes. A classificação etária é 12 anos. A montagem teve seu processo de criação iniciada em 2014 para lembrar os 50 anos do golpe e foi resultado de mais de um ano de dedicação, investigação e estudo do grupo Corpore sobre o tema. A classificação etária é 12 anos. Sesc – O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 19 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br. Serviço: Espetáculo Cárcere Data: 29 e 30 de junho de 2018 Local: Teatro Arraial Ariano Suassuna Horário: 20h Ingresso: R$ 20 e os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e estudantes pagam R$ 10.

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Práticas Desviantes acontece sábado (30) no Museu Murillo La Greca

Neste sábado (30), a partir das 16h, os jardins do Museu Murillo La Greca, em Parnamirim, estarão ocupados pela 2ª edição do Práticas Desviantes, uma proposta de compartilhamento de singularidades artísticas e de convite à habitação da área aberta do equipamento. O museu é gerido pela Prefeitura do Recife através da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife. A proposta do encontro, que vai receber nove artistas, é criar um espaço crítico que aborde os temas do isolamento, da morte social, do esquecimento da cidade e da invisibilidade de alguns corpos. A grande questão em causa é: como manter vivos, em tempos de crise, os vetores da ação, da organização coletiva e dos movimentos? Além dos trabalhos que foram selecionados por uma curadoria colaborativa entre a equipe do educativo do Museu Murillo La Greca e a pesquisadora independente Rita Vênus, haverá a participação da artista visual Lia Letícia. Ela apresentará uma proposta de reflexão sobre o espaço a partir de dispositivos e fala aberta às 18h. Na ocasião, também será lançado o livro de poesia “Quando as pétalas caem” de Tácio Russo, integrante do coletivo do Controverso Urbano; e as Djs da Infeccxiosas vão tocar nos intervalos das ações do evento que está previsto para terminar às 21h. Programação: Núbia La Nena Callejera – Eu Matei Gilberto Freyre (vídeo) Coletivo Encruzilhada – Alvos Móveis (vídeo) Lua Luz e David Santos – Transgressão (performance) Adelmo Vale – Macarrão ao Molho Negro (performance) Abiniel Nascimento – Aluga-se (intervenção) Gi Vatroi – Afronte (performance) Felipe Gondim – A cidade sob os pés? Os pés são a cidade! (lambe-lambe) Adélia Oliveira – A casa de número 0 (instalação) Luana Andrade – Dispositivo de Emergência (instalação) Serviço: Exposição Práticas Desviantes Visitação: Sábado (10), das 16h às 21h Local: Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim) Entrada gratuita Informações: 3355-3129

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Programação de Arcoverde segue até o dia 30

Depois de registrar, por dia de evento, 60 mil pessoas, Arcoverde dá continuidade às festividades juninas, que este ano homenageia a Banda de Pífanos Santa Luzia. O Polo Multicultural, na Praça da Bandeira, vai reunir diversos nomes da cena musical em shows gratuitos. Nesta sexta-feira (29), também no mesmo horário, sobem ao palco a dupla Icaro & Vitório, Paulinha &Silvânia e Farra dos 600. A última noite (sábado, 30) de festa no principal polo da cidade terá shows de Marzinho de Arcoverde, Carlos & Fábio e Márcia Fellipe. Além dos shows do palco principal, o público que estiver na cidade também terá acesso a outras manifestações culturais. No Polo das Artes, no Largo do Cecora, todos os dias, das 16h às 19h, há jogos e brincadeiras juninas. Após esse horário, há programação todos os dias até o fim da festividade. Amanhã (quinta-feira, 28), vão se apresentar o afoxé Ya Omi Ogunté e Sertão Maracatu. Na sexta (29), é a vez do Boi Diamante, Palhaçaria, Coco Trupé e Romero Ferro. No dia seguinte (30), o público poderá assistir Cavalhada Tamboril, Cabaré – Variedades Circenses, Seu Luiz Paixão e Em Canto e Poesia. O Polo da Poesia, no na Budega da Poesia, no Bairro de São Cristóvão, terá atividades a partir das 15h. Nesta sexta (29), vão se apresentar Diamante do Forró, Art Nordestina com Pé de Gréia e George Silva e os Pariceiros. No sábado (30), Contadores de Histórias, Coco Pisada Segura e Trio Chão Caboclo encerram a programação do palco. Na sexta (29), com início previsto para 22h, Giovane do Acordeon e Alberone e Balão Popular fazem show no espaço. Sábado (30) se apresentam, também a partir das 22h, Cintura de Pilão e Zé Corro e Forró Água de Coco. No Alto do Cruzeiro, o Polo Raízes do Coco tem programação no início da noite. Na sexta (29), se apresenta o Quebra Coco Aliança, Dirimbó e Sevy nascimento. Por fim, no sábado (30), a partir das 17h, o Samba de Coco das Irmãs Lopes abrem as atividades, seguidas de Fim de Feira e Claudio Rabeca. Exposições e oficinas também integra a programação junina deste ano. No Polo Estação da Cultura, na Estação da Cultura, duas exposições estão abertas para visitação: Infinito Olorum e Memória, Imagem e Ação, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Na sexta (29) e sábado (30), também haverá oficinas de Mobilidade em Perna de Pau, Percussão, Customização Junina e Grafitagem. Para quem gosta de rock e músicas alternativas, o Polo Rubens Pastor, ao lado da Escola de Referência em Ensino Médio Carlos Rios, nas imediações da Praça Winston Siqueira, terá programação com O Mago, Cordel Vagabundo e Zé Brown, a partir das 20h30 desta sexta-feira (29). No dia seguinte (30), às 21h40 sobe ao palco BCR, seguida de Joanatan Richard e Sistema de Protesto.

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