Cultura e história

Museu Murillo La Greca recebe grafite na fachada

Até o dia 29 de janeiro, mural Recife Sobre Rodas, do Coletivo Gueto Crew, toma conta da fachada do museu, convidando os recifenses a refletirem sobre a urgência do convívio pacífico entre cidadãos em trânsito e sobre o uso da bicicleta como alternativa à poluição, sedentarismo e violência. Ação faz parte do Projeto Fachada, que, periodicamente, deixa o museu de cara nova Para encerrar o ano de 2017 convidando os recifenses a pensar em questões que se revelam cada dia mais urgentes para a cidade, como a democratização das vias públicas e o uso de modais alternativos ao carro, o Museu Murillo La Greca, equipamento cultural da Prefeitura do Recife, localizado no Bairro do Parnamirim, vestiu a camisa da mobilidade urbana com civilidade e respeito ao próximo. Está de fachada nova para defender a causa do convívio pacífico entre cidadãos em trânsito, até o próximo dia 29 de janeiro. A face da galeria que protagoniza o prédio, voltada para o rio e para a Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, ganhou um mural de grafite do Coletivo Gueto Crew. Intitulado Recife Sobre Rodas, o trabalho sugere o protagonismo das bicicletas no trânsito como uma alternativa à poluição, à violência e ao sedentarismo. A obra pode ser vista de perto de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, exceto nos feriados. A pintura é a última ação do ano do Projeto Fachada, contemplado no Edital de Artes Visuais realizado pela Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife em 2015, e deve ser substituída por outra intervenção, no próximo mês de janeiro. Criado em 2011, o Projeto Fachada já estampou o Murillo La Greca com mais de 20 temas diferentes desde então, a partir de várias técnicas e por vários artistas, como a dupla paulista Mulheres Barbadas e Tatiana Moes. O projeto é uma colorida estratégia de reforço do diálogo entre a instituição, artistas e curadores com a sociedade em geral, criando uma nova possibilidade expositiva a céu aberto para chamar atenção do público e estreitar relações entre a arte e seus espaços institucionais, as ruas e os espaços públicos. SOBRE O GUETO CREW – O Coletivo Gueto Crew foi formado em 2014, após um curso de grafite promovido pela Prefeitura do Recife e Fundarpe. O grupo, idealizado por Carlos Antônio (Inot) e Diego de Melo (Tarta), se dedica à arte urbana, expressando ideias e cores em superfícies as mais diversas. Serviço Projeto Fachada recebe o Coletivo Gueto Crew Visitação: Até o dia 29 de janeiro de 2018, das 9h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta-feira Local: Museu Murillo La Greca, na Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim Acesso livre Informações: 3355-3126

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Memorial Luiz Gonzaga abre inscrições para oficina gratuita

Se estivesse vivo, o Rei do Baião completaria 105 anos na próxima quarta-feira (13). Para celebrar a data e perpetuar seu legado, o Memorial Luiz Gonzaga, equipamento cultural da Prefeitura do Recife, preparou uma oficina gratuita de acordeom para crianças, jovens e adultos, a partir de 12 anos. Os encontros acontecem nos próximos dias 14 e 15 de dezembro (primeira turma) e 18 e 19 (segunda turma), das 14h às 16h. A oficina de apreciação musical O Fole Roncou será ministrada pelo acordeonista e pesquisador do memorial Diviol Lira. Os alunos receberão noções básicas de acordeom, a sanfona de 120 baixos, numa estratégia do memorial para aproximar admiradores e curiosos do instrumento que marca a identidade nordestina. As oficinas são gratuitas. Para participar, os interessados devem se inscrever pelo e-mail: educativo.mlg@gmail.com ou presencialmente, das 10h às 16h, no próprio Memorial Luiz Gonzaga, situado no Pátio de São Pedro. Serviço Oficina O Fole Roncou Datas: 14 e 15 (primeira turma) 18 e 19 (segunda turma) Horário: 14h às 16h Local: Memorial Luiz Gonzaga, Pátio de São Pedro, nº 35. Centro do Recife Inscrições pelo e-mail: educativo.mlg@gmail.com ou presencialmente, das 10h às 16h

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3º ANIMACINE inaugura Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA), em Gravatá

Neste sábado, dia 09 de dezembro, às 14h, na programação do III ANIMACINE – Festival de Animação do Agreste, Pernambuco vai ganhar mais um equipamento cultural. A 84 quilômetros do Recife, no município de Gravatá, Lula Gonzaga inaugura um improvável museu de cinema de animação. O Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA) será um espaço dedicado à formação técnica e preservação de obras, como também para propagar a magia das imagens em movimento anteriores ao cinema. O espaço, de 90 metros quadrados, dedicado à animação pernambucana, abrigará mostras permanentes, oficinas, acervos e exibições de filmes do Nordeste e de outros estados e países. O local inicialmente seria a sede do Ponto de Cultura Cinema de Animação, projeto que forma jovens e crianças e já realizou mais de 200 oficinas em escolas, universidades, centros culturais, comunitários, acampamentos, igrejas, terreiros e festivais. “Mas quando descobrimos a quantidade de filmes em película, equipamentos de cinema, desenhos e cartazes que Lula foi guardando durante os últimos 40 anos, percebemos que o cinema de animação em Pernambuco precisava de um espaço de memória e preservação”, fala Tiago Delácio, filho de Lula e representante da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) no estado. ]Lula Gonzaga recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco; além dele apenas Fernando Spencer ligado ao audiovisual receberam esse título. “Meu sonho é mostrar que existe uma animação pernambucana, nordestina. Grande parte das pessoas só tiveram acesso ao padrão americano ou japonês, por isso o brasileiro não é representado e isso é perigoso. O desenho animado direcionado as crianças é o primeiro formador de opinião e de uma identidade coletiva”, diz Lula Gonzaga. O museu começou a sair do papel quando o animador e artista plástico Bruno Cabús entrou no projeto e apresentou um conceito de interatividade ao espaço que permite compreender melhor como funciona a ilusão do movimento. “A expografia foi toda pensada para um passeio na história dos objetos óticos do período pré-cinema, passando pelas técnicas de animação”, cometa Bruno. “A ideia é que as pessoas possam tocar, ver, girar os objetos. Tem também um momento para animar o próprio desenho, além de um espaço para exposição de artistas e filmes. O museu está sempre em construção”, conclui. Cabús ao lado do artesão Edilson Oliveira esculpiram na madeira desenhos de Lula nos aparatos mágicos. Assim, o visitante irá conhecer um Taumátropo, equipamento cilíndrico com uma figura de um lado e outra imagem do outro lado que girando dará um efeito; Fenaquistoscópio, que consiste num disco preso pelo centro com um arame ou uma agulha grossa de forma a poder-se fazê-lo girar rapidamente; e o Zoótropo ou Daedalum, um cilindro oco tendo rasgadas nas bordas superiores um certo número de fendas espaçadas regularmente uma das outras. O público também conhecerá o processo quase artesanal de produção do filmes. Antes de existir a computação gráfica e software como o After Effects, o Motion, ou Toon Boom, a captação de imagens era usada com a Truca de Animação (Animation Stand) que é composto de uma mesa de luz com uma câmera de animação (para registros de um quadro por vez) na vertical, apontando para a superfície horizontal da mesa. Nessa superfície, são colocados acetatos contendo as ilustrações que, depois de registradas quadro a quadro, permitem criar a animação. Outra relíquia preservada é o curta-metragem “Vendo/Ouvindo” (Super8, 1972), a mais antiga animação existente da filmografia pernambucana. O primeiro trabalho artístico de Lula Gonzaga (em parceria com Fernando Spencer e Firmo Neto) e um dos primeiros filmes do ciclo do Super-8 em Pernambuco agora conta com uma versão digital restaurada em DCP 2K. O processo de digitalização de “Vendo/Ouvindo” incluiu eliminação de riscos, restauração de som e correção de cor no sistema Da Vinci só foi possível a partir de recursos próprios e produção de André Dib (pesquisador e crítico) e Tiago Delácio. O MUCA foi concluído em parte via crowdfunding (financiamento coletivo), em que 55 parceiros apoiaram financeiramente o espaço, o que ajudou a agregar mais parceiros. “Como uma grande família, cineastas de todo o país escrevem para ajudar de alguma forma, alguns doam filmes, outros desenhos, outros maquetes e bonecos de filmes com a técnica de stop motion”, diz Rafael Buda, produtor do espaço. E conclui “o apoio foi fundamental para incluir a rampa de acesso e banheiro para pessoas com deficiência, adaptação da armação técnica para iluminação e instalação das peças da exposição”, completa Buda. Programação – O 3ª ANIMACINE – Festival de Animação do Agreste, que começa esta quarta (06), exibirá 110 filmes de 21 países em mostras competitivas e paralelas. Ganhando notoriedade por ser o único do gênero a focar atenção na regionalização, evento idealizado pelo Patrimônio Vivo de Pernambuco e pioneiro da animação Lula Gonzaga leva ainda masterclass, debates e oficinas para as cidades de Gravatá, Bezerros e Caruaru. Todas as atividades acontecem entre os dias 6 e 12 de dezembro e são gratuitas. A programação completa está no site www.animacine.com.br. SERVIÇO: Inauguração do Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA) durante o 3º Animacine Quando: Este sábado (09), às 14h Onde: Rua Taciano Gomes de Melo, 03 Quadra G – Porta Florada – Gravatá (PE) Como chegar: Pela Perimetral Centro, sentido BR 232, após o Restaurante Regional Grill, terceira rua à direita.

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Leila Pinheiro em voz e piano na CAIXA Cultural Recife

A CAIXA Cultural Recife apresenta o espetáculo O Canto de Leila Pinheiro, de 14 a 16 de dezembro de 2017. Poucas vozes marcantes da nossa música popular se equilibram tão bem entre o canto e a execução de um instrumento quanto a cantora, que reúne muitos de suas compositoras e compositores favoritos nos roteiros dos shows solo que realiza pelo Brasil. As apresentações acontecem as 20h e os ingressos, a R$ 10 e R$ 5 (meia entrada), serão vendidos a partir das 10h do dia 13 de dezembro, exclusivamente na bilheteria do espaço. Sozinha ao piano, Leila canta e toca músicas escolhidas a dedo em sua discografia – que inclui 19 álbuns de carreira, três DVDs e incontáveis participações em coletâneas e discos de outros artistas. Entre as suas escolhas frequentes estão as grandes canções da bossa nova, Ivan Lins, Tom Jobim, Flávio Venturini, Guilherme Arantes, Gonzaguinha, Zélia Duncan, Chico Buarque, Guinga, Renato Russo (Leila gravou em 2010 o CD Meu segredo mais sincero, todo com músicas de Renato e da Legião Urbana). LEILA PINHEIRO Estrela do primeiro time da música popular brasileira, a cantora e pianista paraense Leila Pinheiro vem interpretando o nosso cancioneiro, através da obra de seus mais representativos compositores, há 36 anos. O seu primeiro feito musical foi a conquista, em 1985, do terceiro lugar do Festival dos Festivais com a canção “Verde”, de Eduardo Gudin e José Carlos Costa Netto. Eleita a cantora revelação do mesmo festival, Leila fez valer os seus prêmios, gravando ao longo dos anos discos importantíssimos – como “Benção, bossa nova” (1989), que celebrou as três décadas do gênero carioca ao lado de um de seus criadores, o violonista e compositor Roberto Menescal, “Coisas do Brasil” (1993), produzido pelo pianista Cesar Camargo Mariano, e “Catavento e Girassol” (1996), dedicado às parcerias de Guinga e Aldir Blanc. Músicos da grandeza do maestro Tom Jobim, do cantor e compositor Chico Buarque, do violonista Toninho Horta, do guitarrista americano Pat Metheny e dos também pianistas e compositores Francis Hime, Ivan Lins e João Donato participaram de seus trabalhos – já são 19 CDs e três DVDs, além de uma miríade de participações especiais. SERVIÇO O Canto de Leila Pinheiro Local: CAIXA Cultural Recife – Av. Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife Informações: (81) 3425.1915 Data: 14 a 16 de dezembro de 2017 Horário: 20h Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$5,00 (meia para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos) – vendas a partir das 10h do dia 13 de dezembro, exclusivamente na bilheteria do espaço. Classificação indicativa: 12 anos Duração: 75 minutos

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Projeto Quartas da Dança apresenta último espetáculo da temporada

Nesta quarta-feira 6 e na próxima 13, sobe ao palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna o último espetáculo da temporada 2017 do projeto Quartas da Dança, articulação da Prefeitura do Recife e do Governo de Pernambuco, para assegurar palcos em condições facilitadas para a dança na cidade. Nas duas ocasiões, o Balé Afro Raízes apresentará seu Dançando para Yansã, às 20h, uma celebração ao orixá regente do grupo, Yansã, deusa dos raios, tempestades e ventos. O Afro Raízes surgiu há 10 anos, sendo o primeiro balé afro formado apenas por homens, com o objetivo de amparar homens bailarinos, em especial, os que vivem em periferias. Os ingressos custarão R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). E serão vendidos na bilheteria do teatro. Quartas da Dança – Parceria entre a Prefeitura do Recife e o Governo de Pernambuco, o projeto Quartas da Dança disponibiliza a pauta dos teatros Barreto Júnior e Arraial Ariano Suassuna para movimentar equipamentos culturais da cidade e fomentar o trabalho de artistas locais, recolhendo apenas 10% da arrecadação das bilheterias. O projeto tem duas temporadas ao ano, uma no primeiro e outra no segundo semestre. Serviço Encerramento Quartas da Dança 2017 – Dançando para Yansã (Balé Afro Raízes): 6 e 13 de dezembro, às 20h

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Natal da CAIXA Cultural Recife recebe Lenine

A CAIXA Cultural Recife será palco da quarta edição do emocionante espetáculo Caixa de Natal, que este tem como convidado especial o cantor e compositor Lenine. No dia 10 de dezembro de 2017, um total de 40 crianças e jovens do Coral do Movimento Pró-Criança protagonizam a cantata natalina, ao lado do instrumentista Paulo Rafael e de Lenine. O evento, realizado nas janelas e varandas do prédio da CAIXA Cultural Recife, abre o ciclo natalino na cidade e começa pontualmente às 18h. Milhares de pessoas são esperadas para assistir gratuitamente à apresentação. É importante chegar ao local antes das 18h para facilitar a acomodação na praça do Marco Zero. A cantata tem o patrocínio da CAIXA, do Governo Federal. Com aproximadamente 1h50 de duração, o espetáculo apresenta uma dinâmica de troca de figurinos, assinados novamente por Francisco Câmara. As roupas acompanham o roteiro musical do show, passeiam pelas cores do Natal, trazem símbolos da cultura nordestina e também fazem referência ao tema deste ano, a paz. Neste momento intimista, o espetáculo trará como novidade um número solo da jovem Rhebeca Lourenço, talento descoberto por Otávio Góes e Arthur Tenório (preparação vocal e regência), nos ensaios do Coral e nas aulas da Escolinha de Música do Movimento Pró-Criança, desdobramento social do projeto que se renova após a realização de cada edição do Caixa de Natal com o patrocínio da Toyolex, CAIXA e Governo Federal. No repertório geral, o público pode esperar uma apresentação com clássicos natalinos, hits inesquecíveis, canções folclóricas, além de sucessos consagrados na voz de Lenine, que, a convite de Paulo Rafael, aceitou prontamente compor a programação do espetáculo deste ano. Coordenado pelos idealizadores Luiz Carlos Filho (Lulinha) e Diogo Leite, o Caixa de Natal envolve uma equipe conduzida por Tovinho (direção musical), Rodrigo Leite (Direção Artística), Rogerio Andrade (Som), Roberto Riegert (Iluminação) e Paula Azevedo (Coreografia). Ao todo, são mais de 80 pessoas que se dedicam em uma jornada intensa de oito meses de trabalho, na pesquisa de repertório, composição dos arranjos, ensaios musicais e de coreografias, desenvolvimento de figurino, divulgação, e apresentação do evento. Desde a primeira edição, o espetáculo já recebeu nomes como Ivan Lins, Guilherme Arantes e Geraldo Azevedo. Acessibilidade – O projeto Caixa de Natal segue prezando pelo atendimento ao público com ações que envolvem um Espaço Acessibilidade, dedicado às pessoas cadeirantes e à disponibilização de 600 cadeiras, reservadas às pessoas idosas, gestantes, crianças de colo e pessoas com mobilidade reduzida. Tudo isso conduzido por promotoras em ação educativa, orientando e reforçando a importância dos espaços. É importante que as pessoas cheguem cedo para garantir seus lugares. Também será possível levar a própria cadeira ou banco de casa, para maior conforto. SERVIÇO: CAIXA de Natal Local: CAIXA Cultural Recife Endereço: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife, Recife/PE Fone: (81) 3425-1915 Data: 10 de dezembro de 2017 Hora: 18h – recomenda-se ao público chegar meia hora antes. Entrada: gratuita – evento que pode ser visto gratuitamente da Praça do Marco Zero.

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Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá na XXIII Edição A Porta Aberta

XXIII Mostra de Artes Cênicas A Porta Aberta surgiu há 18 anos numa iniciativa dos professores e estudantes dos cursos de teatro e dança. O projeto sempre contou com grupos de teatro da UFPE, grupos profissionais, estudantis e amadores de Pernambuco e também com oficinas e palestras. Nessa mais recente edição, 2017.2, o espetáculo Senhora de Engenho – Entre a Cruz e a Torá foi convidado para se apresentar na abertura do projeto no dia 11/12 as 19.30h na Escola de Arte João Pernambuco no bairro da Várzea. O nome dessa bela iniciativa “A Porta Aberta” foi inspirado por professores da Escola de Arte João Pernambuco e também por Peter Brook, diretor e dramaturgo inglês que escreveu o livro “A Porta Aberta – reflexões sobre a interpretação e o teatro”. O texto é baseado na história real, quase lendária, da portuguesa Branca Dias, e da sua luta para se manter fiel a sua fé judaica, enfrentando tanto a santa inquisição em Portugal, o que lhe rendeu uma passagem pelo cárcere, quanto o preconceito e a intolerância. Fugida de Portugal encontra abrigo em Pernambuco, no Brasil colônia, em 1550. Em meio a conflitos familiares, Branca Dias torna-se a primeira mulher a dar aulas, assume o comando do Engenho Camaragibe. A encenação contará com a presença  de Leonardo Ramos/intérprete de Libras, e palestra/debate com Suzana Veiga historiadora e doutoranda em judaísmo e Branca Dias. Senhora de Engenho, participou de vários projetos e já viajou pro Chile, Rio de Janeiro, Caicó/Rio Grande do Norte e Interiores de Pernambuco. Participou do VIII Festival Internacional de Teatro do Chile, Janeiro de Grandes Espetáculos/Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco, I Festival de Teatro Hermilo Borba Filho/ Palmares-PE, Todos Verão Teatro, Festival de Teatro de Igarassu, Festival de Teatro de Olinda e o Festival de Teatro do Sertão do Pajeú, entre outros. FICHA TÉCNICA: Realização/Produção: Patrícia Assunção Produtor Executivo: Juvino Agner Produção Cultural: Companhia Popular de Teatro de Camaragibe Texto: Miriam Halfim Encenação, Programação Visual e Seleção Musical: Emanuel David D’Lucard Assistente de Encenação e Operadora de som: Fabiana de Souza Palestrante e Debatedora: Dra. Suzana Veiga Direção de Arte: Lupércio Kallabar e Bernardo Junior Partitura Corporal: Anderson Henry Divulgação: Pedro Dias Interprete de Libras: Leonardo Ramos Contra-Regras: Edson Rodrigues e Naldinho Alves Assessoria e Consultoria Histórica e Religiosa: Tânia Kauffmann Figurino, Pesquisa e Execução: Francis de Souza Designer de Luz: João Paulo e Geraldo Cosmo Confecção do Cenário e adereços: Bernardo Junior Operador de Luz: João Paulo Fotografia: Pedro Portugal, Francis Silva, Carlos Kamara Filmagem/Edição: Sérgio Gusmão, Carlos Kamara/ Ambar Produtora Plano de Maquiagem: Cláudia Alves Execução do Projeto: Lúcio Fábio No Elenco: Barbara Warner, Claudia Alves, Dul Santos, Eduarda Salustiano, Euclides Farias, Francis de Souza, Geraldo Cosmo, Lom Paz, Patrícia Assunção, Pedro Dias, Wanderson Oliveira e William Gomes, Yah Vasconcellos. SERVIÇO I: Peça: Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá Local: Escola de Arte João Pernambuco, Avenida Barão de Muribeca, n 116, Várzea, Recife Data: 11 de dezembro de 2017 – Segunda-feira. Horário: 19:30h Duração: 80 min Censura: 12 anos Entrada: Acesso Gratuito Informações: 81: 99536.4746 / 3355-4093 / 3355-4094

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7º Congresso de Literatura Fantástica de Pernambuco começa hoje (05)

De hoje (5) até quinta-feira (7), o Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) realiza o 7º Congresso de Literatura Fantástica de Pernambuco (7º Clif-PE), com o tema “Casas mal-assombradas: elas são as personagens”, que contará com mais de 50 palestras de estudiosos da literatura fantástica de todo o país. O congresso, organizado pelo grupo de estudos Belvidera – Núcleo de Estudos Oitocentistas, é gratuito, aberto ao público e será realizado no Auditório Evaldo Coutinho, que fica localizado no 2º andar do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da UFPE, nos turnos da manhã, tarde e noite. A programação pode ser conferida na página do evento no Facebook. Segundo o coordenador do evento, professor André de Sena, muitas palestras serão realizadas levando-se em conta a presença das casas mal-assombradas na literatura, desde a Antiguidade até o presente, a partir das mais diversas abordagens críticas e teóricas. Estudiosos da UFPE e de outras universidades e centros de estudo estarão presentes, debatendo a respeito da literatura fantástica, dos contos de horror, ficção científica, novelas góticas etc. “São gêneros literários de grande repercussão – especialmente na Europa e nos EUA – desde os séculos 18 e 19 e que atualmente estão encontrando cada vez mais um número maior de fãs no Brasil graças a novas traduções de livros, abertura para pesquisas acadêmicas e, especialmente, os seriados de TV que trabalham com as mesmas temáticas, a exemplo de Stranger Things, Penny Dreadful, The Walking Dead, entre outros”, afirma. Na abertura do evento, haverá um recital de música erudita com Luiz Kleber Queiroz (barítono) e Rachel Casado (piano), do Núcleo de Estudos sobre a Canção Brasileira de Câmara (Departamento de Música da UFPE), que montaram um repertório exclusivo para o 7º Clif-PE intitulado “O sobrenatural na canção de câmara”, composto por temáticas que exploram o universo mítico e fantasmagórico oriundo dos povos que deram origem ao Brasil (negros, índios e europeus). Após o recital, haverá a conferência da professora Renata Philippov, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), intitulada “Espaços mal-assombrados e o terror da alma: algumas considerações sobre contos de Edgar Allan Poe e Machado de Assis”. Renata Philippov é considerada uma das maiores especialistas na obra do escritor norte-americano do século19 Edgar Allan Poe, um mestre da literatura insólita, famoso por contos como “A queda da casa de Usher”, “O gato preto”, “A máscara da morte rubra” e muitos outros. Outra palestra bastante esperada será “Isto não é ficção: os verdadeiros caça-fantasmas e suas experiências em lugares assombrados do Recife”, ministrada por Józymo Elói e Tomás Almeida, do Núcleo de Investigações Paranormais do Instituto de Pesquisas Psicobiofísicas de Pernambuco (IPPP/NIP). Essa será a única palestra que não tem ligação direta com a literatura e outras artes, já que se trata de pesquisadores que buscam efetivamente realizar algum registro fílmico de fantasmas em lugares públicos e privados considerados pela tradição cultural pernambucana como “assombrados”. E, segundo eles, já há possíveis provas de tais manifestações, que serão reveladas durante o congresso a partir de suas filmagens. Na ocasião também haverá lançamentos de livros, como “Bile Negra” (Ed. Empíreo – SP, 2017), romance inédito do escritor paulistano Oscar Nestarez; “Literatura fantástica e grotesco” (Edufpe, 2017), com 17 artigos científicos organizados por André de Sena, escritos por estudiosos de todo o país que buscam compreender as relações entre a estética grotesca e a literatura fantástica; e os “Contos reunidos de H. P. Lovecraft” (Ed. Ex Machina – SP, 2017), festejada edição que reúne todos os contos do mestre do horror H. P. Lovecraft, considerado uma das maiores referências do gênero no século XX. Além desses lançamentos, outras obras teóricas dos palestrantes do 7º Clif-PE estarão à venda na mesa de livros que ficará exposta no hall do CAC nos três dias de evento.

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Em cartaz o 19º FestCine

Para desenvolver, fomentar, preservar e difundir a produção de conteúdo audiovisual em Pernambuco, começou ontem (4) e vai até o próximo sábado (9) o 19º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco, no Cinema São Luiz. Realizada pelo Governo de Pernambuco, via Secretaria de Cultura e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, a programação é aberta ao público. Realizado desde 1999, o festival vai premiar este ano os melhores curtas das categorias competitivas da mostra geral (animação, documentário, experimental, ficção e videoclipe) e da mostra competitiva de formação, aberta a alunos de universidades, cursos e escolas de Pernambuco. O valor total da premiação é de R$ 58,5 mil para as duas categorias. Os três melhores filmes de cada categoria da competição geral e os melhores da mostra competitiva de formação receberão prêmios em dinheiro, em valores que variam entre R$ 2 mil e R$ 4,5 mil. Além disso, será dado o Troféu Fernando Spencer para os vencedores de dez categorias: Direção, Fotografia, Montagem, Roteiro, Produção, Direção de arte, Trilha sonora, Som, Ator e Atriz. Numa parceria com o Festival VerOuvindo, será oferecida ainda uma sessão especial de curtas com acessibilidade comunicacional, no sábado (9), a partir das 17h, assegurando a pessoas surdas e cegas um pouco mais de intimidade com a produção audiovisual pernambucana. HOMENAGEADO – Com mais de 20 anos dedicados ao mercado audiovisual em Pernambuco, o produtor de cinema e televisão João Vieira Jr. é o homenageado desta edição do evento. Confira a programação completa: 19º FESTCINE – FESTIVAL DE CURTAS DE PERNAMBUCO De 04 a 09 de dezembro Local: Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 – Boa Vista, Recife/PE) Acesso gratuito TERÇA-FEIRA, 5/12 19h – Mostra Competitiva Geral Classificação: 18 anos A Orelha encantada ou alma de gato (Animação, 9 minutos, 2017), Paulo Leonardo Caleidoscópia (Videoarte, 3 minutos, 2017), Dir. Laura Dornelles e Bruno Cabús Dança Macabra (Videoarte, 25 minutos, 2017), Dir. Filipe Marcena e Marcelo Sena O Consertador de coisas miúdas (Animação, 11 minutos, 2017), Dir. Marcos Buccini Orbitantes (Ficção, 22 minutos, 2017), Dir. Rodrigo Campos Não há foz Não há Nascente (Videoarte, 18 minutos, 2017), Valentina Homem Sob o Delírio de Agosto (Ficção, 20 minutos, 2017), Dir. Carlos Kamara e Karla Ferreira O delírio é a redenção dos aflitos (Ficção, 22 minutos, 2016), Dir. Fellipe Fernandes Terra Não dita Mar não visto (Videoarte, 9 minutos, 2017), Dir. Lia Letícia Cosmo Grão – Ao vivo no Iraq (Videoclipe, 2 minutos, 2017), Dir. Pedro Vitor Ferraz Imanência (Videoarte, 9 minutos, 2017), Dir. Breno César Casa Cheia (Ficção, 14 minutos, 2017), Dir. Carlos Nigro QUARTA-FEIRA, 6/12 18h30 – Mostra Competitiva de Formação Classificação: 16 anos Ogiva caseira (Animação, 2 minutos, 2017), Dir. Coletivo Ficcionalizar Cidade linda (Documentário, 8 minutos, 2017), Dir. Paulo Souza Dia Um (Animação, 2 Minutos, 2017), Dir. Natália Lima, Júnior Ramos e Itamar Silva – Fora Presídio (Documentário, 14 minutos, 2017), Dir. Coletivo Ficcionalizar Resistência emocional (Animação, 2 minutos, 2015), Dir. Bruno Cabús e participantes da oficina Geisiely com Y (Ficção, 15 minutos, 2017), Dir. Mery Lemos P575 (Ficção, 4 minutos, 2016), Dir. Lais Rilda Eles não estão lá – O Filme (Ficção, 7 minutos, 2016), Dir. Erickson Marinho 20h – Mostra Competitiva Geral Classificação: 18 anos Cores femininas (Documentário, 20 minutos, 2017), Dir. Barbara Hostin, Gil, Júlia Karam, Juliana Trevas, Maria Cardozo, Roberta Garcia, Sylara Silvério Bala Perdida (Videoclipe, 4 minutos, 2017), Dir. Sylara Silvério Banco Brecht (Ficção, 9 minutos, 2017), Dir. Márcio Souza e Tiago Aguiar Nanã (Ficção, 25 minutos, 2017), Dir. Rafael Amorim Domination Corporation (Animação, 1 minuto, 2017), Dir. Erickson Marinho Salina (Videoclipe, 4 minutos, 2017), Dir. Álvaro Júnior Mata Norte (Documentário, 20 minutos, 2015), Dir. Tuca Siqueira Ficamos assim (Videoclipe, 4 minutos, 2017), Dir. Lorena Calábria e Mariana Zdravca Fotograma (Videoarte, 9 minutos, 2016), Dir. Luís Henrique Leal e Caio Zatti Repulsa (Ficção, 20 minutos, 2017), Dir. Eduardo Morotó QUINTA-FEIRA, 7/12 18h30 – Mostra Competitiva de Formação Classificação: 14 anos A lembrança que eu gosto de ter (Documentário, 25 minutos, 2017), Dir. Filipe Carvalho Pelos galhos da Jurema (Documentário, 11 minutos, 2016), Dir. David Henrique Sustento (Documentário, 1 minuto, 2016), Dir. Sylara Silvério Especulação S.A (Documentário, 20 minutos, 2017), Dir. Erlânia Nascimento 20h – Mostra Competitiva Geral Classificação: 14 anos Lampião e o fogo da Serra Grande (Ficção, 24 minutos, 2017), dir. Anildomá Willans de Souza Cine S. José (Documentário, 11 minutos, 2017), Dir. William Tenório L’Imperatrice (Videoarte, 6 minutos, 2017), Dir. Gil Vicente de Brito Maia Entre Andares (Documentário, 15 minutos, 2016), Dir. Aline Van der Linden e Marina Moura Maciel Equilíbrio da Matéria (Animação, 1 minuto, 2017), Dir. Lucas Alves e Kerolainy Kimberlin Edney (Ficção, 15 minutos, 2016), Dir. João Cintra Tudo que você quiser com Rozenbac (Videoclipe, 6 minutos, 2016), Dir. Marcelo Pinheiro Objeto voador não identificado (Ficção, 22 minutos, 2016), Dir. Cesar Castanha 10 Daydream (Videoarte, 10 minutos, 2016), Dir. André Hora e Daniel Edmundson 14 Diz o Leão (Videoclipe, 4 minutos, 2016), Dir. Pedro Maria de Brito Jéssika (Ficção, 19 minutos, 2017), Dir. Emerson Cursino de Moura Filho SEXTA-FEIRA, 8/12 18h30 – Mostra Competitiva de Formação Classificação: 12 anos De: CASE Pacas Para: Meninas de Santa Luzia (Documentário, 3 minutos, 2017), Dir. Alunos do projeto Cartas ao Mundão A cerca do nada (Ficção, 20 minutos, 2017), Dir. Wellington Bravo Do mar pra cá (Documentário, 26 minutos, 2017 ), Dir. Carol Oliveira Som de papel (Ficção, 15 minutos, 2017), Dir. Larissa Reis e Victor Mauricio Borba 20h – Mostra Competitiva Geral Classificação:18 anos Kibe Lanches (Documentário, 18 minutos, 2017), Dir. Alexandre Figueiroa Teta Lírica (Videoarte, 5 minutos, 2016), Dir. Marie Carangi Ultima Puella (Ficção, 8 minutos, 2017), Dir. João Bosco Irma -Era uma vez no Sertão (Ficção, 20 minutos, 2016), Dir. Camilla Lapa e Lorena Arouche Autofagia (Ficção, 11 minutos, 2016), Dir. Felipe Soares Morrer em Pernambuco (Videoclipe, 4 minutos, 2017), Dir. Mery Lemos Baunilha (Documentário, 13 minutos, 2017), Dir. Leo Tabosa O porteiro do dia (Ficção, 25

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Canavial 2017 faz homenagem ao Lampião de Serra Talhada e os Caboclos do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança

Maracatu, ciranda, frevo, samba, coco de roda, ciranda, xaxado, reggae, afoxé e forró pé de serra. Ritmos que vão dar o tom do tradicional Festival Canavial deste ano. A festividade começa sexta-feira (15) e segue até domingo (17). A 11ª do festival, vai passar pelas cidades de Aliança, na Mata Norte e Limoeiro, no Agreste pernambucano, com programação inteiramente gratuita. Entre as atrações, o evento recebe as apresentações dos grupos Trio Nordestino, Afoxé Ylê de Egbá, Boi Cara Branca de Limoeiro, Caboclinhos 7 Flechas de Goiana, Quinteto Violado e Patusco. Além disso, durante os três dias de evento, acontecem palestras, espetáculos e lançamentos. Este ano, o Festival traz como tema “Celebrando o encontro entre os cabras e caboclos”. Como em todas as edições, o Festival serve de vitrine para o lançamento de projetos dos produtores culturais formados pelo Método Canavial. Trabalhos como o espetáculo “Cabras e Caboclos” da produtora Andréa Lima; e um site especial que conta a história do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, produzido pela pesquisadora Wanessa Santos, estão entre às novidades que serão apresentadas ao público. Outra novidade é o Projeto Estética do Maracatu Rural, de autoria do produtor e consultor em políticas culturais, Afonso Oliveira. O produtor Leonardo Braz também abrilhanta a programação com seu projeto de pesquisa intitulado – Maracatu Estrela de Ouro de Aliança 50 anos de tradição – Catalogação do Acervo de Memória. O Festival Canavial conta com o patrocínio direto do Ministério da Cultura, que assina a realização junto com a Prefeitura de Limoeiro. Em Aliança, o Festival conta com o incentivo do Funcultura, através dos projetos que serão lançados, e apoio da Prefeitura de Aliança. A Associação Canavial e Maracatu Estrela de Ouro é responsável pela realização. O Maracatu Rural Estrela de Ouro de Aliança e o Grupo Cabras de Lampião, do município de Serra Talhada, no Sertão do Estado, comandam a primeira noite da festividade, que acontece na sexta-feira (15), com apresentação do espetáculo “Cabras e Caboclos”. O Projeto “Cabras e Caboclos” é uma ação de intercâmbio entre dois importantes grupos de cultura popular do Estado de Pernambuco, em que caboclos do maracatu rural vão caracterizar-se de personagens do xaxado e os representantes de Lampião se revestem com todo colorido e performance do maracatu rural. O espetáculo, inédito, concebido pelo produtor Afonso Oliveira, é dirigido por Karl Marx e Sandino Lamarca, integrante do grupo Cabras de Lampião. A mostra também conta a participação do mestre -caboclo de lança, do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, Luiz Caboclo. Para fechar a noite, os amantes da cultura popular assistem, ainda, ao show de poesia, arte e improviso, do Mestre Anderson, de Nazaré da Mata, com a Ciranda Raiz da Mata Norte. Mestre Anderson é atualmente um dos grandes personagens da nova geração musical da Zona da Mata Norte. No sábado (16), o Festival Canavial toma conta de ruas e avenidas da cidade de Limoeiro. Boi Cara Branca, de Limoeiro; Orquestra de frevo Zezé Correia, de Aliança; e o Grupo Tambor Olhos do Tempo, de João Pessoa, na Paraíba, saem em um grande cortejo da Avenida Santo Antônio, área central da cidade, em direção ao Centro Cultural Galpão das Artes. À tarde o Galpão das Artes abre as portas para receber o espetáculo “Cabras e Caboclos”. No local, o público participa de palestra com o consultor em projetos culturais, Afonso Oliveira e o produtor cultural, Anildomá Willams. À noite, os moradores de Limoeiro e região estão convidados a assistirem, no palco montado no Pátio da Feira, às apresentações culturais dos maracatus rurais: Leão Misterioso, de Nazaré da Mata e Estrela de Ouro de Aliança. O Coco Popular de Aliança e grupo de Ylê de Egbá – um dos mais importantes afoxés do estado, também animam o público. Já o enceramento da segunda noite do Festival fica por conta dos contagiantes grupos culturais de Olinda, o Coco de Umbigada – que têm à frente uma das grandes conquistas do Nordeste, Beth de Oxum, e o Samba do grupo Patusco. ​No domingo (17), último dia do evento, a programação será dedicada às crianças. O público infantil assiste, às 10h, no Centro Cultural Galpão das Artes, ao espetáculo “O Perú do Cão Coxo” de autoria do escritor Ariano Suassuna e Direção de Charlon Cabral. O clima das tradições afro-brasileiras inseridas na cultura pernambucana, toma da última noite de evento. No palco localizado no pátio da feira, os limoeirenses recebem o músico Afonjah, do Recife – que promete encantar a todos com suas músicas inspiradas nos ritmos do reggae, afrobeat, maracatu, samba, coco, entre outros. Do sertão vem o nacionalmente conhecido Assisão e o Poeta Karl Marx, que prometem fazer um show com muita poesia matuta. As emoções não param por aí. Um dos mais prestigiados grupos pernambucanos de música no exterior, o grupo Quinteto Violado, traz ao palco um show com o repertório todo especial em homenagem a Dominguinhos. Vindo diretamente do Rio de Janeiro, para encerrar o ciclo de programações de onze anos do Festival Canavial 2017, o Trio Nordestino, com repertório exclusivo. Festival Canavial – É fruto do Movimento de mesmo nome, realizado anualmente, que reúne a participação da produção cultural coletiva de pessoas, grupos e instituições da Zona da Mata e outras regiões do interior do Estado. Tendo à frente das ações o produtor cultural e Consultor em Políticas Culturais, Afonso Oliveira, a produtora cultura e membro do Conselho de Patrimônio de Pernambuco, Joana D´Arc Ribeiro e a produtora cultura e pedagoga Wanessa Santos. Exposição – O Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, Localizado na Chã de Camará, zona rural de Aliança, abre -, sexta-feira (15) – as portas da sua sede para uma exposição sobre seus 50 anos. Figurinos, documentos históricos, fotografias, publicações, acervo digital, objetos, estandartes, instrumentos e uma série de raridades que vai fazer o visitante mergulhar na história do grupo, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, e condecorado com a Ordem do Mérito Cultural e uma série de prêmios nacionais. Lançamentos: Projeto a Estética do Maracatu Rural

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