Arquivos Economia - Página 36 De 390 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

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60% dos empresários pernambucanos esperam mais vendas no São João

Fecomércio-PE afirma que 59,2% dos empresários acreditam em um crescimento no faturamento de 2023 nos festejos do Dia dos Namorados e no período junino Uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), através do Instituto Fecomércio-PE, revelou que os empresários estão otimistas com a chegada das datas comemorativas. Cerca de 59,2% dos entrevistados acreditam que o desempenho das vendas será superior em comparação a 2023, 32,4% esperam que o desempenho seja igual, e apenas 8,5% preveem um desempenho menor. Os empresários justificaram seu otimismo com base em várias razões. Entre as principais estão a implementação de estratégias de vendas inovadoras, a valorização das datas comemorativas como um período sazonalmente forte e os investimentos significativos em melhorias nas estruturas físicas para proporcionar um atendimento de qualidade superior. Os entrevistados prometem utilizar, principalmente, a internet e redes sociais para concretizar as vendas. Cerca de 71% dos empresários ouvidos destacaram o uso da internet para atrair os consumidores, seguidos por promoções e descontos (19,7%), publicidade de rua (6,1%) e sorteios e brindes (3%). Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac PE “As festividades do Dia dos Namorados e São João é uma oportunidade para os empresários alavancarem seus negócios. E para conseguirem aproveitar ao máximo essas datas é importante criar um planejamento e a adotar práticas de marketing para aumentar ainda mais as vendas. Investir em campanhas publicitárias para apresentar seus produtos e serviços e utilizar as redes sociais para criar conteúdos atrativos são algumas dicas importantes. Fazer um planejamento do estoque, oferecer opções variadas de pagamento e investir em promoções e descontos são outras ferramentas relevantes. O otimismo, também refletido pelos dados da CNC, sugere que essa tendência pode se estender além das datas comemorativas”. Período Junino aquece movimento na Pães e Delícias A Pães e Delícias está em plena preparação para o período junino, uma época de grande importância para o comércio local, especialmente em Caruaru. A cidade, conhecida por suas tradicionais festas de São João, vê um aumento significativo no fluxo de pessoas nas ruas, o que se reflete positivamente nas vendas do comércio em geral, incluindo padarias e restaurantes. Jonathas Laureano, sócio da Pães e Delícias, destaca que "o período junino é um momento muito bom, que se assemelha ao fim de ano para o setor em Pernambuco." Ele ressalta que a demanda por produtos típicos, como bolos regionais, pé de moleque, Souza Leão, macaxeira, milho e milho cremoso, cresce consideravelmente. Para atender a essa procura, a produção da padaria chega a dobrar, triplicando na semana de São João. Além dos bolos, outros produtos tradicionais como pamonha, canjica, mungunzá, arroz doce e bolachas também têm sua produção aumentada. Uma novidade para este ano é a introdução de bolos em tamanhos família, que podem chegar a um ou dois quilos, atendendo ao desejo dos clientes por produtos maiores e mais robustos. "A venda desse produto acontece bastante. O pé de moleque que pesa em média 300 gramas. Mas nesse período fazemos um bolo que pesa um quilo ou até mais". Outra inovação da casa em 2024 é a linha de chocolate quente feita com barra de chocolate belga. Durante o período junino, a Pães e Delícias terá um horário de funcionamento especial no dia 23 de junho, um domingo, quando abrirá excepcionalmente para atender a demanda elevada. Home Center Ferreira Costa prevê crescimento de 70% da procura de produtos sazonais Com o final de maio e o início de junho, o comércio se mantém otimista e em ritmo acelerado devido às datas festivas do período, como as festas juninas e o Dia dos Namorados. Este período é um dos que mais eleva as expectativas do comércio para o aumento das vendas, especialmente a partir da segunda quinzena de maio, quando a procura por produtos personalizados começa a crescer. As pessoas buscam desfrutar desses momentos com estilo, especialmente durante as comemorações de São João, que são realizadas entre amigos, familiares, vizinhos, e em espaços de trabalho e escolas. Com essa movimentação no setor, a Ferreira Costa prevê um crescimento de até 70% nas vendas de itens sazonais e de até 30% nos itens agregados. Entre os produtos em destaque na loja para o período estão peças decorativas como balões, plaquinhas, e tecidos coloridos, além de itens para a preparação de mesas para reuniões com amigos e familiares.

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Senado aprova taxação de compras internacionais de até US$ 50

(Da Agência Brasil) O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (4) o projeto de lei 914/24, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover). O texto traz incentivos financeiros e redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para estimular a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de veículos com menor emissão de gases do efeito estufa. O projeto foi aprovado com uma emenda que prevê taxação de produtos importados até US$ 50, que foi incluída na Câmara dos Deputados, para onde o texto voltará para ser analisado novamente, após mudanças no conteúdo.  A mudança abrange grandes empresas varejistas internacionais que vendem pela internet, como Shopee, AliExpress e Shein. A emenda que prevê a taxa sobre as importações havia sido retirada do projeto pelo  relator da proposta no Senado, Rodrigo Cunha (Podemos-AL), argumentando tratar-se de tema "estranho" ao conteúdo principal do projeto de lei. No entanto, os senadores votaram pela manutenção da taxação no projeto de lei.  Foram excluídos do texto outros conteúdos estranhos ao tema inicial que haviam sido incluídos pela Câmara. Um deles é o que incluía na lei a exigência de uso de conteúdo local na exploração e escoamento de petróleo e gás. Outro trecho excluído pelo relator tratava de incentivos para a produção nacional de bicicletas. Taxação Pela legislação atual, produtos importados abaixo de US$ 50 (cerca de R$ 255) são isentos de imposto de importação. O relator do projeto na Câmara, deputado Átila Lira (PP-PI), incluiu a taxação de 20% de imposto sobre essas compras internacionais. Compras dentro desse limite são muito comuns em sites de varejistas estrangeiros, notadamente do sudeste Asiático, como Shopee, AliExpress e Shein. Os varejistas brasileiros pedem a taxação dessas compras, afirmando que, sem o tributo, a concorrência fica desleal. Programa Mover O programa incentiva a descarbonização da indústria de veículos, inclui limites mínimos de reciclagem na fabricação e cobra menos imposto de quem polui menos, criando o IPI Verde.  Para que tenham acesso aos incentivos, as empresas devem ter projetos aprovados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e aplicar percentuais mínimos da receita bruta com bens e serviços automotivos na pesquisa e no desenvolvimento de soluções alinhadas à descarbonização e à incorporação de tecnologias assistivas nos veículos (que tenham como objetivo facilitar o uso para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida). A redução do IPI e habilitação dos projetos das indústrias e montadoras do setor para acessar os incentivos financeiros já foram regulamentados em um decreto presidencial e em uma portaria do MDIC. Os incentivos, segundo o governo, estão orçados em R$ 3,5 bilhões para 2024 e somam R$ 19,3 bilhões em cinco anos. A expectativa é de que o Brasil possa passar a produzir, por exemplo, os componentes de veículos elétricos, que atualmente são importados.

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Economia do país cresce 2,5% em 12 meses, aponta IBGE

(Da Agência Brasil) A economia brasileira cresceu 2,5% no primeiro trimestre do ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação ao último trimestre de 2023, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) apresentou alta de 0,8%. No acumulado de 12 meses, o crescimento da economia do país soma 2,5%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB chega a R$ 2,7 trilhões de reais. Em um recorte setorial, a indústria e os serviços cresceram 2,8% e 3% respectivamente, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já a agropecuária foi o único setor que registrou queda, de 3%. "Pelas questões climáticas, especialmente o El Niño [aquecimento das águas do oceano Pacífico], já se sabia que não seria um ano bom para a agropecuária", explica a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis. Ela ressalta que a pecuária está crescendo este ano, mas o comportamento da agricultura pesa mais no PIB. O crescimento da indústria foi influenciado pelas indústrias extrativas (5,9%), que registraram o melhor resultado influenciadas pela alta tanto da extração de petróleo e gás como de minério de ferro. Houve destaque também na atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (4,6%), especialmente para o consumo residencial. A queda da agropecuária se explica por alguns produtos agrícolas que têm safras significativas no primeiro trimestre, mas apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade, como soja (- 2,4%), milho (- 11,7%), fumo (- 9,6%), e mandioca (- 2,2%). O consumo das famílias (4,4%) e as despesa do governo (2,6%) tiveram alta na comparação com o primeiro trimestre de 2023. A Formação Bruta de Capital Fixo, indicador que mostra o nível de investimento da economia, avançou 2,7%. As exportações cresceram 6,5%; enquanto as importações, 10,2%. “Em 2022 e 2023, o setor externo havia contribuído positivamente, com as exportações crescendo mais do que as importações. Nesse primeiro trimestre essa contribuição virou negativa. Estamos importando muitas máquinas e equipamentos e bens intermediários e o Real se valorizou”, contextualiza Rebeca Palis. No primeiro trimestre de 2024, a taxa de investimento foi de 16,9% do PIB, abaixo dos 17,1% registrados no primeiro trimestre de 2023. Comparação trimestral Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, ou seja, os três últimos meses de 2023, a alta de 0,8% representa uma retomada, após o recuo de 0,1% no fim do ano passado. Esse resultado de 0,8% é o maior desde o segundo trimestre de 2023, quando a economia cresceu 0,9%. O setor de serviços puxou a variação positiva, com alta de 1,4% e destaque para “o comércio varejista e os serviços pessoais, ligados ao crescimento do consumo das famílias, a atividade de internet e desenvolvimento de sistemas, devido ao aumento dos investimentos e os serviços profissionais, que transpassam à economia como um todo”, explica a coordenadora do IBGE. “Nesse trimestre tivemos um crescimento da economia totalmente baseado na demanda interna”, completa. Ela aponta que o crescimento do consumo das famílias foi motivado pela melhoria do mercado de trabalho e pelas taxas de juros e de inflação mais baixas, além da continuidade dos programas governamentais de auxílio às famílias. Com mais consumo das famílias, a taxa de poupança foi de 16,2%, ante 17,5% no mesmo trimestre de 2023. Acumulado O PIB acumulado nos quatro trimestres encerrados em março de 2024, comparado ao mesmo período de 2023, cresceu 2,5%. Nessa comparação, houve altas na agropecuária (6,4%), na indústria (1,9%) e nos serviços (2,3%). Rio Grande do Sul Os dados divulgados nesta terça-feira ainda não têm influência do efeito da tragédia climática causada pelas chuvas de abril e maio no Rio Grande do Sul. “Isso só vai aparecer quando tivermos as próprias pesquisas mensais referentes a esse período”, diz Rebeca. Segundo ela, o estado gaúcho representa cerca de 6,5% do PIB nacional, e os municípios afetados respondem por aproximadamente metade desse valor. “A gente vai ter que analisar melhor quando tivermos os dados, mas sabemos que a pecuária foi afetada, estradas, comércio...”.

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Expansão da renda ajudou resultado do PIB, aponta Fiesp

(Da Agência Brasil) A expansão da renda dos brasileiros teve papel relevante para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) apurado no primeiro trimestre deste ano. O crescimento foi de 0,8% na comparação com o desempenho da economia no último trimestre do ano passado, após dois trimestres consecutivos de estabilidade. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o período de janeiro a março foi marcado pela resiliência do consumo e também dos serviços, que impactaram a renda. Além disso, o pagamento, pelo governo federal, de precatórios, contribuiu para ter mais dinheiro circulando na economia. Esses pagamentos de precatórios corresponderam à injeção na economia de R$ 131 bilhões, cerca de 1,1% do PIB, relativos aos meses de dezembro de 2023 a fevereiro de 2024. O Departamento Econômico da Fiesp apontou que o dinamismo da economia no primeiro trimestre refletiu a continuidade do mercado de trabalho aquecido. Dados do Caged mostram que foram criadas mais de 730 mil novas vagas de emprego formal no primeiro trimestre, bem acima, portanto, das 520,3 mil vagas criadas em igual período de 2023.  A Fiesp destacou que o aumento real do salário mínimo e o seu impacto direto nos benefícios sociais, inclusive os previdenciários, contribuíram para  a massa salarial crescer 10,4% em termos reais no primeiro trimestre deste ano, quando comparada ao mesmo período do ano passado.   A retomada da produção de bens de capital na chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que antecipa e confirma a projeção de crescimento da economia retratada pelo PIB, avançou 4,1% dos investimentos realizados no período. Além desse indicador positivo, segundo a Fiesp, a indústria de transformação voltou a crescer no primeiro trimestre em 0,7%. No entanto, a entidade observou que a retomada da indústria não foi melhor por causa da menor intensidade da redução dos juros pelo Banco Central.  "O impacto negativo dos juros em níveis restritivos não ocorre de forma uniforme entre os setores da indústria. Juros estacionados em níveis restritivos podem dificultar a trajetória da recuperação dos setores mais sensíveis aos juros, os quais foram os mais afetados pelo último ciclo de aperto monetário", analisa a Fiesp.

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Montadora de tratores anuncia investimento de R$ 2,6 bilhões em Pernambuco

Mais uma montadora gigante está prestes a se instalar em Pernambuco. Desta vez é no setor de tratores. A maior fabricante de máquinas agrícolas da China, a AGF/YTO Group, assinou com a Prefeitura de Caruaru, Adepe e Governo do Estado, o termo para construção de um parque industrial na capital do Agreste. Embora o investimento inicial anunciado pelo Governo do Estado tenha sido de 150 milhões de dólares, esse valor se refere apenas aos dois primeiros anos de construção. Ao todo, a companhia fará o aporte de 500 milhões de dólares em 5 anos. Traduzindo para os valores em reais de hoje, seria em torno de R$ 2,6 bilhões. O empreendimento promete criar 3 mil empregos diretos, com expectativa de chegar até 10 mil. Quando estiver em operação, a empresa deverá produzir 1.000 tratores por mês. Atualmente, a corporação já produz 100 mil tratores por ano, dedicando 10% da sua produção para exportações para a Ásia, América Latina e Ásia. Com o investimento no Estado, a meta da YOT é de conquistar 20% do mercado brasileiro em uma década. Alfredo Gonçalo, presidente do Conselho Administrativo da AGF “A escolha por Caruaru, em Pernambuco, aconteceu pela recepção que nós tivemos para implantar a montadora. O município mostrou a logística que precisávamos. E vamos levar esses automóveis tratores para toda a América Latina, a partir daqui”.

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Mercado financeiro projeta inflação de 3,88% em 2024

(Da Agência Brasil) O mercado financeiro elevou pela quarta vez seguida a previsão da inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará 2024 em 3,88%.  Na semana passada, a projeção era 3,86%. E, há quatro semanas, 3,72%. A estimativa para 2024 está dentro do intervalo de meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. O Focus traz as previsões de economistas e analistas de mercado financeiro consultados pelo BC. Para 2025, eles também elevaram a projeção de inflação que passou de 3,75% para 3,77%. Para 2026, os analistas projetaram inflação de 3,6% e, em 2027, feche em 3,5%. Taxa Selic O boletim registra ainda elevação na previsão da taxa básica de juros, a Selic, para este ano. Segundo o Focus, a taxa deve fechar 2024 em 10,25%. Atualmente a Selic está em 10,5%.  Na projeção da semana passada, a projeção dos analistas indicava a Selic em 10% para este ano. Diferentemente da previsão de quatro semanas atrás, quando apontavam para uma taxa de 9,63%.   PIB e Câmbio A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), em relação ao anunciado na semana passada, foi mantida pelos técnicos ouvidos pelo BC, quando estimaram 2,05%. A projeção para os próximos três anos (2025, 2026 e 2027) é 2%. Em relação ao câmbio, o Focus também manteve a projeção da semana passada, o dólar fechando 2024 em R$ 5,05. Há quatro semanas, a previsão dos analistas para a moeda norte-americana era R$ 5,00. Para 2025, a expectativa é que o dólar fique em R$ 5,05. Para 2026 e 2027, a previsão é R$ 5,10.

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Confiança dos empresários industriais de PE disparou em maio, aponta FIEPE

A pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) revelou um avanço significativo no otimismo dos empresários industriais pernambucanos, conforme indicado pelo Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). O índice aumentou 6,9 pontos percentuais, atingindo 58,0 pontos no último mês de maio. Esta é uma tendência positiva, especialmente considerando que o ICEI se mantém acima dos 50 pontos desde maio de 2023, revelando uma confiança contínua por parte dos empresários. O crescimento do índice foi impulsionado principalmente pelo aumento do índice de expectativas, que teve um aumento de 7,4 pontos percentuais. Cézar Andrade, economista da Fiepe “As recentes quedas da taxa Selic, que reduzem a dificuldade de acesso a crédito, somados à divulgação do Programa Nova Indústria Brasil, contribuíram para o avanço da confiança do empresário da indústria pernambucana com relação ao futuro” Percepção das condições atuais No índice que avalia as "Condições Atuais", que tem o objetivo de identificar a percepção dos empresários da indústria sobre o momento dos negócios, o indicador também cresceu, registrando um avanço de 5,9 p.p.. O índice chegou ao patamar de 54,6 pontos, o que indica o retorno ao cenário de confiança. A avaliação dos empresários com relação às condições atuais de maneira geral foi impactada por conta do resultado das médias e grandes empresas, que avançaram 7,8 e 5,9 p.p, respectivamente.

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Suape registra recorde de movimentação de carros chineses

O Hub de Veículos do Porto de Suape recebeu nesta semana o desembarque de 5.459 automóveis de modelos variados da BYD. O navio da gigante chinesa, construído pela própria empresa, fez uma megaoperação de 48 horas. A maior do porto pernambucano em seus 45 anos de operações. "Estamos felizes pelo Explore Nº 1 BYD chegar, pela primeira vez, em solo brasileiro, representando o nosso avanço no setor do transporte e nossa expansão em mercados estrangeiros. E o Porto de Suape é um local estratégico para desembarcarmos nossos carros híbridos e elétricos que seguirão para consumidores de todo o País”, declarou Tyler Li, presidente da BYD Brasil. O Hub de Veículos do Porto de Suape se destaca como o mais movimentado do Norte/Nordeste. Em 2023, testemunhou um aumento de 42% nas operações em comparação com o ano anterior, totalizando 80.705 unidades entre exportação, importação e transbordo. As projeções para 2024 preveem que se ultrapasse a marca de 100 mil unidades. Novo Atacarejo inaugura primeira loja em Caruaru A rede Novo Atacarejo se estabelece em Caruaru, epicentro do forró, durante a temporada junina. Com a inauguração de sua primeira loja na região, a empresa impulsiona a economia local, criando 250 novos postos de trabalho. Além de atender à demanda de Caruaru, a unidade irá abastecer municípios vizinhos, como Toritama, Taquaritinga do Norte, Vertentes, Frei Miguelinho, São Caetano e Brejo da Madre de Deus, fortalecendo o mercado regional. A loja ocupa 4.620m² de área de vendas e oferece mais de 250 vagas para estacionamento. Concessões de rodovia de Pernambuco conquista Certificação de Melhores Empresas Para se Trabalhar As concessões que administram a Rota dos Coqueiros e a Rota do Atlântico, que dão acesso ao litoral Sul do estado e ao Complexo Portuário de Suape, conquistam o selo Great Place To Work, GPTW®️ 2024, entregue as melhores empresas para se trabalhar. Um dos destaques apontados pela certificação foi o índice de confiança com as lideranças, que alcançou mais de 90% das equipes. Entre as principais motivações elencadas pelos colaboradores da Rota do Atlântico e Rota dos Coqueiros: o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional; as oportunidades de desenvolvimento e crescimento profissional proporcionadas pela empresa; o reconhecimento dos valores pessoais em compatibilidade com os valores da organização. Para a Monte Rodovias, empresa que administra as concessões pernambucanas, a valorização do plano de carreira a partir de uma observação interna é prioridade. A holding adota uma postura inovadora, em formato de startup, que ousa sempre em seus processos. A Concessionária Bahia Norte, que pertence ao grupo, também foi certificada. Advogado e colunista da Algomais recebe comenda do TRT Bruno Moury Fernandes recebeu a comenda Conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira do TRT-6 esta semana. A cerimônia ocorreu no Teatro de Santa Isabel, em Santo Antônio, sob a presidência da desembargadora Nise Pedroso Lins de Sousa. A honraria, destinada ao Mérito Judiciário, reconheceu 33 personalidades e 5 instituições pelo seu compromisso e excelência no campo judiciário. Além disso, seis membros da magistratura e 36 servidores do TRT-6. Ao longo de 25 anos dedicados ao direito do trabalho e empresarial, o advogado Bruno Moury Fernandes se tornou um destacado profissional em Pernambuco, reconhecido por seu compromisso com a justiça e seus serviços à sociedade local.

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Entenda o que muda se a taxação de compras até US$ 50 for aprovada

(Da Agência Brasil) A cobrança de Imposto de Importação para compras de até US$ 50 (equivalente a cerca de R$ 260) deve ser votada pelo Senado nesta semana, de acordo com o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O tributo impacta, principalmente, compras de itens de vestuário feminino por meio de varejistas internacionais. A Agência Brasil preparou uma reportagem para explicar o que mudará caso a cobrança seja aprovada e vire lei, a cronologia que envolve esse debate e o que defendem os que são contra e a favor. Projeto de lei A cobrança de imposto nas compras internacionais até US$ 50 faz parte do Projeto de Lei (PL) 914/24, que chegou ao Senado na última quarta-feira (29), um dia depois de ter sido aprovado pela Câmara dos Deputados. Originalmente, o PL trata do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), destinado ao desenvolvimento de tecnologias para produção de veículos que emitam menos gases de efeito estufa. A taxação das compras internacionais foi incluída no PL por decisão do deputado Átila Lira (PP-PI), relator da matéria. Assim que chegou ao Senado, o líder do Governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), requereu que a tramitação seja em regime de urgência, o que apressa a votação. O presidente da Casa informou que consultará as lideranças partidárias para que se defina se o projeto tramitará com ou sem urgência. O que mudaria A medida aprovada pelos deputados determina que compras internacionais de até US$ 50 passarão a ter a cobrança do Imposto de Importação (II), com alíquota de 20%. Compras dentro desse limite são muito comuns em sites de varejistas estrangeiros, notadamente do Sudeste Asiático, como Shopee, AliExpress e Shein. Essas plataformas são chamadas de market place, ou seja, uma grande vitrine de produtos de terceiros, e os preços costumam ser bem mais baratos que os de fabricantes brasileiros. A cobrança tratada pelo PL é um tributo federal. Fora isso, as compras dentro desse limite de US$ 50 recebem alíquota de 17% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), um encargo estadual. Dessa forma, o consumidor que comprar um produto de R$ 100 (já incluídos frete e seguro) teria que pagar a alíquota do Imposto de Importação mais o ICMS, o que levaria o preço final para R$ 140,40. Pelo PL, cobranças acima de US$ 50 e até US$ 3 mil terão alíquota de 60% com desconto de US$ 20 (cerca de R$ 100) do tributo a pagar. Negociação Se passar pelas duas casas legislativas, a medida precisará do aval da Presidência da República para entrar em vigor. Na sexta-feira (31), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o PL é resultado de uma negociação entre quem defendia isenção e quem desejava alíquota de 60% para qualquer valor. Segundo Alckmin, o texto que foi para votação “atende parcialmente” à indústria. O vice-presidente disse ainda que acredita que o PL terá o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O meu entendimento é que ele não vetará, porque isso foi aprovado praticamente por unanimidade. Foi um acordo de todos os partidos políticos. Acho que foi um acordo inteligente, não vai onerar tanto quem está comprando um produto de fora, mas vai fazer diferença para preservar emprego e renda aqui”, afirmou em entrevista à BandNews TV. No último dia 23, ou seja, antes da aprovação pela Câmara dos Deputados, o presidente Lula tinha dito, em conversa com jornalistas, que “a tendência é vetar, mas a tendência também pode ser negociar”. Lula acrescentou que estava disponível para discutir o tema com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Como é atualmente O debate sobre a taxação se iniciou em abril de 2023. Seria uma forma de o governo impedir que empresas burlassem a Receita Federal, isso porque remessas entre pessoas físicas até US$ 50, sem fins comerciais, não eram tributadas, e empresas estariam fazendo vendas como se fossem envios de pessoas físicas. Além disso, varejistas brasileiras pediam por alguma forma de cobrança desses produtos estrangeiros, alegando concorrência desleal. O anúncio da cobrança atraiu reações contrárias. Dessa forma, o governo criou o programa Remessa Conforme, que passou a valer em 1º de agosto de 2023. Empresas que aderiram à regulamentação ficaram isentas de cobrança de imposto em produtos até US$ 50, desde que obedecessem a uma série de normas, como dar transparência sobre a origem do produto, dados do remetente e discriminação de cobranças, como o ICMS e frete, para o consumidor saber exatamente quanto estava pagando em cada um desses itens. Um dos efeitos do programa, que teve a anuência das principais empresas de market place, é que as entregas ficaram mais rápidas, pois a fiscalização da Receita Federal ficou mais fácil com as informações fornecidas pelas empresas. De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o Remessa Conforme deu mais transparência para as compras internacionais. “O Remessa Conforme é para dar transparência para o problema. Saber quantos pacotes estão entrando, quanto custa, quem está comprando”, disse na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (22). Itens entre US$ 50 e US$ 3 mil continuaram com alíquota de 60%. Acima desse valor, a importação é proibida pelos Correios e por transportadoras privadas. Empresas brasileiras A isenção proporcionada pelo Remessa Conforme incomodou setores da indústria e do comércio no Brasil. Entidades representativas apontam que a não cobrança de impostos permite um desequilíbrio na concorrência, que favorece empresas estrangeiras. Ainda antes do início do Remessa Conforme, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) apresentam ao ministro Haddad um estudo que estimava até 2,5 milhões de demissões por causa da isenção para empresas de fora do país. Varejista chinesa Após a aprovação do PL 914/24 na Câmara dos Deputados, a empresa chinesa Shein, uma das principais beneficiadas pela isenção, chamou a aprovação de “retrocesso”. Apontando que 88% dos clientes da companhia são das classes C, D e E, a varejista afirmou ver risco para os consumidores. “Com o fim da isenção, a carga tributária que recairá sob o consumidor final passará a ser de

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Montadora de tratores anuncia investimento de US$ 150 milhões em Pernambuco

Em evento realizado neste final de semana em Caruaru, a governadora Raquel Lyra anunciou que a montadora de tratores chinesa YTO Group fará um investimento de US$ 150 milhões na cidade. Com o empreendimento, a empresa irá gerar 600 empregos diretos. Para receber a empresa, o Governo do Estado garantiu um aporte de R$ 8 milhões em infraestrutura nas vias do Distrito Industrial de Caruaru, que receberá a nova indústria. De acordo com o protocolo de intenções assinado com o Governo do Estado, a empresa de capital chinês YTO Group, um dos principais fabricantes de máquinas agrícolas da China, iniciará as obras para implantação ainda em 2024 e deve iniciar a operação na capital do Agreste no final de 2026. Está prevista a produção de 120 máquinas de tratores por mês. O empreendimento será implantado em uma área no Polo Industrial do município e contará com incentivos fiscais ofertados pelo Estado. Investimentos da Copergás  Em Caruaru, Raquel Lyra entregou da requalificação da Base Operacional da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) na cidade, que contou com investimentos na ordem de R$ 6,2 milhões. “Nós inauguramos a primeira sede da Copergás no interior com a expansão administrativa da companhia, que vai atender Caruaru e toda a região. São R$ 6 milhões nessa obra, mas o que a gente vai investir na região são mais de R$ 60 milhões até 2029. E um anúncio muito importante também é o da montadora de tratores chinesa, o YTO, que está trazendo para cá esse empreendimento a partir da parceria que nós estamos firmando com eles. E para completar, o Governo do Estado vai investir R$ 8 milhões para poder fazer o calçamento e a infraestrutura do Distrito Industrial, ao lado da Prefeitura de Caruaru. É assim que vamos levar a expansão, modernização e desenvolvimento para o nosso Interior”, destacou a governadora Raquel Lyra.

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