Arquivos Economia - Página 10 De 390 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

Economia

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Copom eleva juros básicos para 13,25% ao ano

Aumento da Selic reflete inflação alta e instabilidade econômica A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação já havia sido sinalizada pelo Banco Central na reunião de dezembro. Em comunicado, o Copom afirmou que as incertezas externas, principalmente nos Estados Unidos, geram dúvidas sobre a postura do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). No Brasil, a economia aquecida e os núcleos de inflação acima da meta também pressionaram a decisão. O Banco Central destacou que as incertezas fiscais continuam impactando a percepção dos investidores e os preços dos ativos. A Selic, principal ferramenta para controlar a inflação, está no maior nível desde setembro de 2023. O Banco Central já anunciou que elevará os juros novamente na reunião de março, mas não detalhou os próximos passos. A expectativa do mercado, segundo o boletim Focus, é de que a inflação encerre 2025 em 5,5%, acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.

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Brasil institui mercado regulado de carbono e avança na agenda climática

Com a sanção da Lei Federal nº 15.042, o Brasil oficializa a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases do Efeito Estufa (SBCE), um passo estratégico para a transição para uma economia de baixo carbono. O novo mercado regulado estabelece limites para emissões poluentes e possibilita a comercialização de Cotas Brasileiras de Emissão (CBE), cada uma equivalente a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente (tCO2e). A iniciativa visa impulsionar práticas empresariais sustentáveis e atrair investimentos para setores ambientalmente responsáveis. O SBCE impõe regras específicas para empresas de grande porte: aquelas que emitem mais de 10 mil tCO2e anuais deverão monitorar suas emissões, enquanto companhias que ultrapassarem 25 mil tCO2e terão metas obrigatórias de redução. O modelo permite que empresas que diminuírem sua pegada de carbono vendam cotas excedentes, estimulando um mercado competitivo e dinâmico. “A regulação também estabelece oportunidades para projetos de REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), possibilitando a geração de créditos de carbono por comunidades tradicionais e proprietários de terras, promovendo a conservação ambiental”, explica a advogada Daniella Magno, do escritório Pires Advogados. Apesar do avanço, a implementação do SBCE será gradual, ocorrendo em cinco fases ao longo dos próximos dois anos, com regulamentações ainda pendentes. “Essa transição permitirá às empresas se adaptarem às novas exigências, garantindo previsibilidade e segurança jurídica. O mercado voluntário de carbono continuará coexistindo com o sistema regulado, permitindo maior flexibilidade para empresas interessadas em reduzir sua pegada ambiental”, complementa Daniella. Com essa medida, o Brasil se alinha a países que já adotaram sistemas similares, consolidando sua posição na agenda climática global. Além de contribuir para os compromissos assumidos no Acordo de Paris, o novo mercado regulado de carbono fomenta investimentos em inovações sustentáveis, abrindo caminho para novas oportunidades econômicas em setores emergentes.

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Dólar cai para R$ 5,86 e fecha no menor nível em dois meses

Bolsa cai 0,65%, puxada por ações de mineradoras (Da Agência Brasil) Em mais um dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu para abaixo de R$ 5,90 e fechou no menor nível em dois meses. A bolsa de valores chegou a abrir estável, mas caiu puxada por mineradoras e por investidores que venderam papéis para embolsar lucros recentes. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (28) vendido a R$ 5,869, com queda de R$ 0,043 (-0,73%). A cotação iniciou o dia em torno de R$ 5,91, mas caiu após a abertura dos mercados norte-americanos. Na mínima do dia, por volta das 14h15, chegou a R$ 5,85. A cotação está no menor valor desde 26 de novembro. Em 2025, a divisa acumula queda de 5,02%. O mercado de ações teve um dia mais tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.055, com queda de 0,65%. O indicador caiu por dois motivos. O primeiro é o baixo preço do minério de ferro, que fez cair ações de mineradoras. O segundo foi a realização de lucros, com investidores vendendo papéis que se valorizaram ontem (27), quando a bolsa tinha fechado no maior nível em 45 dias. Em relação ao câmbio, tanto fatores internos como externos contribuíram para a queda do dólar. No cenário externo, o atraso na adoção de medidas de elevação de tarifas comerciais pelo governo do novo presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a contribuir para o sétimo dia seguido de recuo do dólar. No cenário interno, a divulgação de que a arrecadação federal em 2024 bateu recorde ajudou a aliviar os investidores. No ano passado, o governo federal arrecadou R$ 2,65 trilhões, com alta de 9,6% acima da inflação em relação a 2023.

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Investimentos impulsionam economia de Pernambuco com quase R$ 18 bilhões em 2024

Estado atrai novos empreendimentos e fortalece infraestrutura para o desenvolvimento econômico Atração de investimentos foi um dos destaque de Pernambuco do balanço anunciado pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco em 2024. A Adepe captou R$ 17,8 bilhões em novos negócios, fortalecendo setores como indústria, agroindústria, serviços e economia criativa. No total, 82 empresas anunciaram implantação no estado, enquanto 109 ampliaram suas operações. A Adepe também prospectou 335 empresas, participando de mais de 20 feiras nacionais. Entre os maiores investimentos, destaca-se a Stellantis, que anunciou R$ 13 bilhões para expansão do Polo Automotivo em Goiana. Incentivos fiscais e impacto no emprego Os programas de incentivo fiscal Prodepe e Proind estimularam investimentos de R$ 1 bilhão, com a geração prevista de 3.517 empregos. Em cinco reuniões do Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic), novos projetos foram aprovados, contribuindo para um saldo positivo de 123.793 postos de trabalho nos últimos dois anos, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Infraestrutura para o crescimento Com investimento de R$ 26 milhões, a Adepe impulsionou a infraestrutura de polos empresariais e beneficiou mais de 20 municípios com obras estruturais. Projetos incluem a ampliação da Feira do Gado em Tabira, a requalificação do Empório e centro multicultural de Pesqueira e a pavimentação do Distrito Industrial de Caruaru. Mercados públicos, matadouros e feiras também foram revitalizados em diversas regiões. Fortalecimento de arranjos produtivos O programa PE Produz, com um aporte de R$ 27 milhões em dois editais, beneficiou 10 mil produtores e impactou 100 mil pessoas. Além disso, 44 feiras e eventos foram apoiados para fomentar negócios, incluindo o Rec'n'Play, Casa Cor Pernambuco e Cine PE. A Adepe também promoveu 22 reuniões das Câmaras Setoriais Produtivas, abrangendo segmentos como apicultura, avicultura e energia. Fomento à economia criativa A economia criativa ganhou impulso com iniciativas como a inauguração da Loja de Artesanato do Shopping Recife e a 24ª Fenearte, que movimentou R$ 108 milhões. O lançamento do Programa Pernambuco Artesão e a participação em eventos internacionais ampliaram o mercado para artesãos locais. Ao todo, 1.311 novas carteiras foram emitidas, totalizando 15.523 artesãos cadastrados no estado. A gestão da Adepe inclui importantes espaços culturais e de negócios, como o Mercado Eufrásio Barbosa e a Loja Moda Autoral (Mape).

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Data Center

Pernambuco entra no promissor mercado dos Data Centers

Com a inauguração ainda este ano da primeira empresa do setor, a expectativa é de que novos players sejam atraídos para o Estado. Também espera-se a instalação de um cabo submarino e o impulsionamento das energias renováveis, já que essas estruturas são intensivas em consumo energético. *Por Rafael Dantas Com a explosão de informações geradas pelo avanço da inteligência artificial no mundo, um setor que tem uma grande demanda para crescer é dos data centers. Essas infraestruturas abrigam servidores, sistemas de armazenamento e equipamentos de rede usados para processar, armazenar e gerenciar dados. Pernambuco coloca um pé nesse mercado com a chegada do primeiro empreendimento que deve ser inaugurado ainda em 2025. O investimento de R$ 300 milhões foi anunciado pela empresa pernambucana Um Telecom que criou a unidade de negócios Atlantic Data Centers. O investimento é dividido em três fases, a primeira será o Recife1, que será instalado no Parqtel (Parque Tecnológico de Eletrônicos e Tecnologias Associadas de Pernambuco), no Recife, e vai requerer R$ 50 milhões, com recursos financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). No primeiro momento, o empreendimento ocupará uma área de aproximadamente 14 mil metros quadrados, com 150 racks (estruturas metálicas usadas para organizar e acomodar servidores e dispositivos de rede) e potência de 1 MW dedicada a equipamentos de TI. Nas duas fases seguintes, a expectativa é de atingir até 6 MW. “Infraestrutura digital é um conjunto composto por conectividade e data centers. O Brasil hoje tem uma taxa enorme de penetração da conectividade, mas temos uma grande carência de data centers. E isso não é um ‘privilégio’ do País”, afirma Daniel Gomes, presidente da Atlantic Data Centers. “Essa carência é forte no mundo todo, com o avanço da inteligência artificial. E a tendência é que a IA chegue em todos os aplicativos que usamos”. O data center local, que nascerá conectado com mais de 22 mil quilômetros de redes de fibra óptica, tem como potenciais clientes um amplo leque de empresas, que vai das big techs globais às operações de companhias nacionais e pernambucanas. Entre os possíveis usuários estão os players do ecossistema do Porto Digital e grandes protagonistas da economia pernambucana, como a Stellantis, em Goiana, e o Porto de Suape, no litoral sul. SEGURANÇA DA DESCENTRALIZAÇÃO Atualmente, a maioria dessas infraestruturas está instalada em São Paulo. No Nordeste, o destaque é o Ceará. A centralização delas em poucas cidades, no entanto, não é um fator recomendado, por questões de segurança. “Os data centers são considerados infraestruturas críticas porque armazenam e processam grandes volumes de dados essenciais para operações governamentais, empresariais e de serviços públicos. A descentralização desses data centers é importante por várias razões”, afirma Leandro Oliveira Moraes, que é professor da UniFBV Wyden e especializado em gerenciamento de projetos e em big data. Ele aponta que a descentralização ajuda a garantir que, se um data center falhar, outros possam assumir suas funções, minimizando interrupções nos serviços. Além disso, a distribuição dessas estruturas em diferentes locais reduz também o risco de ataques cibernéticos ou físicos afetarem todos os dados simultaneamente. Além desses aspectos, há fatores tecnológicos importantes para o mercado local. “Ter data centers mais próximos dos usuários finais melhora a velocidade de acesso aos dados e a eficiência dos serviços”, destacou Leandro Moraes. No caso do Recife, por exemplo, a latência com a disponibilidade de um data center local será de 2 milissegundos. Se o mesmo dado estivesse em São Paulo, o tempo seria de 40 milissegundos, e nos Estados Unidos seria de 120. A latência é o intervalo que um dado leva para ir de um ponto a outro em uma rede, como o atraso entre clicar em um link e o site começar a carregar. NEGÓCIOS PARA ENERGIAS RENOVÁVEIS TAMBÉM O Brasil tem potencial, inclusive, de se tornar um exportador dos serviços desses data centers. Um dos motivos é a disponibilidade de energias renováveis no País. O avanço desse setor tem promovido um crescimento exponencial do consumo de eletricidade. Para se ter ideia, em 2022, o setor no mundo utilizava o equivalente a 0,85% do consumo no Brasil em um ano. Para 2026, a estimativa é que os data centers no planeta precisem de duas vezes todo o uso de energia do País. Em 2034, daqui a menos de 10 anos, seriam necessários três vezes o nosso consumo de energia apenas para dar conta desse setor. O Eletric Power Research Institute estima que poderá alcançar nos Estados Unidos 9% da geração de eletricidade anual. Em 2023, era de 4%. Diante da urgência da agenda das mudanças climáticas e do aquecimento global, os países que têm a matriz energética mais limpa, como é o caso do Brasil, em especial do Nordeste, ganham um atrativo maior. Para se ter ideia do quão elevado é o gasto de energia pelas inteligências artificiais que representam uma parte dos clientes desse setor. Uma pesquisa no ChatGPT, por exemplo, equivale ao consumo de um banho de 4 minutos em um chuveiro elétrico. Ela gasta 10 vezes mais que uma busca no Google. “Esses investimentos foram alocados e direcionados para regiões ricas em energias renováveis. Isso ocorre porque essas áreas podem fornecer uma fonte de energia limpa e sustentável, o que é crucial para reduzir a pegada de carbono desses empreendimentos. Data centers são, de fato, grandes consumidores de energia. Eles precisam de uma quantidade significativa de eletricidade para alimentar servidores, sistemas de resfriamento e outros equipamentos essenciais para o seu funcionamento”, afirmou Leandro Moraes. Esse é o motivo que torna a proximidade com fontes de energia renovável, como solar e eólica, altamente vantajosa para esse setor, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental. “Além disso, a utilização de energias renováveis pode ajudar a mitigar os custos operacionais a longo prazo e melhorar a sustentabilidade dos data centers, tornando-os mais atraentes para investidores e clientes preocupados com a responsabilidade ambiental”, destacou o professor da UniFBV. A Um Telecom, inclusive, já possui uma usina solar, instalada na cidade de São Caetano,

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Solenidade Credito Vinicius Vilela Divulgacao

Garanhuns Solar: R$ 420 milhões em energia limpa e geração de dois mil empregos

Programa busca transformar o município em referência em energia sustentável Garanhuns avança no setor de energia sustentável com o lançamento do Programa Garanhuns Solar, oficializado ontem (27) durante solenidade na Prefeitura. O projeto, que inclui a assinatura de um projeto de lei e a apresentação do Complexo Colinas, visa incentivar a geração de energia solar fotovoltaica no município. O Complexo, fruto de uma Parceria Público-Privada (PPP) entre a Compesa, Kroma Energia e Elétron Energy, terá um investimento superior a R$ 420 milhões, com operação prevista para junho de 2026. O empreendimento deverá gerar cerca de dois mil empregos, sendo 800 diretos e 1.200 indiretos, em áreas como engenharia, instalação e manutenção de sistemas solares. “O Programa Garanhuns Solar representa um marco para o desenvolvimento sustentável e econômico da cidade, atraindo grandes empresas e investimentos”, afirmou o prefeito Sivaldo Albino. Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia, reforçou: “Essa parceria entre empresas e governo alavanca projetos estruturantes com benefícios diretos para a comunidade e o meio ambiente.” Com capacidade instalada de 130 MWp, o Complexo Colinas contará com três usinas solares – Colinas I, II e III – e mais de 200 mil módulos fotovoltaicos distribuídos em uma área de 170 hectares. O projeto também inclui incentivos fiscais, como a redução de ISS, garantindo viabilidade para a instalação do empreendimento. João Henrique Lins, diretor comercial da Elétron Energy, destacou: “Essa sinergia entre governo e iniciativa privada é o que permitirá transformar Garanhuns em um polo estratégico para o setor energético.” O deputado federal Felipe Carreras celebrou o impacto econômico do programa: “O Garanhuns Solar consolida a cidade como referência em energia sustentável, impulsionando empregos e atraindo investimentos significativos. Tenho orgulho de acompanhar de perto essa transformação.” Serviço:Projeto: Programa Garanhuns SolarInício das operações do Complexo Colinas: Junho de 2026

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Perspectivas econômicas de 2025: FIEPE e Corecon-PE promovem debate gratuito em fevereiro

Especialistas discutem cenários e estratégias para fortalecer a economia brasileira e pernambucana A FIEPE e o Corecon-PE unirão forças para debater os principais desafios e oportunidades das economias brasileira e pernambucana em 2025. O evento, intitulado “Perspectivas e Desafios para as Economias Brasileira e Pernambucana em 2025”, será realizado no dia 12 de fevereiro, das 14h às 18h, com entrada gratuita. Dividido em dois painéis, o encontro reunirá especialistas para oferecer uma análise profunda sobre o futuro econômico. O economista Jorge Jatobá, sócio-diretor da Ceplan Consultoria Econômica, apresentará projeções e estratégias para o cenário nacional. No painel sobre Pernambuco, o secretário executivo de Atração de Investimentos do estado, Maurício Laranjeira, discutirá caminhos para impulsionar a economia local em meio a desafios e oportunidades. “Este evento é uma grande oportunidade para discutir os desafios e as oportunidades da economia brasileira e pernambucana", destacou Bruno Veloso, presidente da FIEPE. A presidente do Corecon-PE, Poema Isis Andrade de Souza, reforçou o objetivo do encontro: "A parceria com a FIEPE é essencial para garantir que todos os setores da sociedade possam ter acesso a análises fundamentadas para enfrentarmos os desafios de 2025 com mais confiança e conhecimento.” Serviço:Data: 12 de fevereiro de 2025Horário: 14h às 18hInscrições gratuitas: Sympla

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Bolsa sobe quase 2% e atinge maior nível em um mês e meio

Dólar encerra o dia em R$ 5,91, com pequena queda. Imagem: Freepik (Da Agência Brasil) O mercado financeiro brasileiro teve um dia de alívio, apesar das turbulências nos Estados Unidos. A bolsa de valores subiu quase 2% e fechou no maior nível em um mês e meio. O dólar operou perto da estabilidade durante quase toda a sessão e caiu pela sexta vez seguida. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.861 pontos, com alta de 1,97%. O indicador subiu durante praticamente toda a negociação até fechar na máxima do dia, impulsionado por petroleiras, mineradoras e ações de empresas ligadas ao consumo. O índice está no maior nível desde 12 de dezembro. Em 2025, a bolsa brasileira valoriza-se 3,8%. No mercado de câmbio, o dia também foi marcado pelo otimismo. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira vendido a R$ 5,912, com queda de apenas 0,1%. A moeda americana chegou a subir para R$ 5,95 nos primeiros minutos de negociação, mas desacelerou e ficou perto da estabilidade durante quase todo o dia. A cotação está no menor nível desde 26 de novembro. O dólar cai 4,34% em 2025. Sem notícias relevantes na economia brasileira, o dólar caiu por causa do exterior. A divulgação de que a startup chinesa DeepSeek desenvolveu um sistema de inteligência artificial em código aberto por uma fração do custo do ChatGPT provocou queda nas bolsas norte-americanas. O índice Nasdaq, das empresas de tecnologia, caiu 3,07%. Com a turbulência nos mercados de ações, os investidores aplicaram o dinheiro em títulos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do mundo. A entrada de recursos fez caírem as taxas de longo prazo dos papéis, provocando a queda do dólar em todo o planeta.

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Mostarda Premium com Mel f

Tambaú Alimentos cresce 12,4% em 2024 e mira expansão no Nordeste

A Tambaú Alimentos, sediada em Custódia e presidida por Hugo Gonçalves, registrou um aumento de 12,4% em receita e 3,5% em toneladas no comparativo com 2023. Líder de vendas pelo 9º ano consecutivo no Nordeste, a marca realizou cinco lançamentos e um relançamento, com destaque para produtos da linha premium como o Catchup Premium com Goiabada e Mostarda Premium com Mel. Segundo Cristiano Ribeiro, coordenador de Planejamento e Controle Comercial, “os lançamentos contribuíram, principalmente, para fortalecer a linha premium da Tambaú, focando em aumentar a oferta de produtos com valor agregado”. Com planos de expansão para a Bahia e Sergipe, a empresa ainda investirá em inovação e presença publicitária. “Sobre as ações e campanhas, vamos repetir em 2025 o que foi sucesso em 2024 com algumas novidades. Também iremos trabalhar fortemente os novos mascotes da marca, os Tomatinhos Tómas e Tinho”, acrescenta Ribeiro. O foco em novas categorias de produtos e na consolidação de mercado reforça a competitividade da marca no Nordeste. Workshop sobre Gestão do Tempo para Líderes promove mais produtividade e qualidade de vida O workshop Transforme Sua Liderança com o Poder da Gestão do Tempo será realizado com o objetivo de ajudar líderes a aprimorarem sua produtividade, mantendo um equilíbrio saudável entre a vida profissional e pessoal. O evento, ministrado por Tiago Siqueira, especialista em gestão do tempo e coautor do livro Quem Tem Prazo Não Tem Pressa, e Andréa Carvalho, psicóloga e consultora em gestão de recursos humanos, oferece um plano de implementação estruturado, além de bônus exclusivos para os participantes. A iniciativa é voltada para aqueles que buscam melhorar sua capacidade de priorizar tarefas estratégicas, delegar responsabilidades e manter o foco nos objetivos de longo prazo. A gestão eficiente do tempo contribui para o controle do estresse e a redução da sobrecarga de atividades, resultando em uma liderança mais eficaz e sustentável. O workshop será presencial, na TGI Consultoria, e acontecerá no dia 11 de fevereiro. As inscrições custam R$ 800 e podem ser feitas no site: https://atqv.com.br/ Procura por ventiladores e ar-condicionados cresce 30% com a chegada do verão Com o aumento das temperaturas típicas do verão no Nordeste, a busca por aparelhos que promovem o conforto térmico disparou, resultando em um aumento de 30% nas vendas de ventiladores e ar-condicionados na Ferreira Costa, em comparação com o mesmo período do ano passado. A procura por modelos como o Split Inverter, que oferece economia de até 60% de energia e menor emissão de ruído, é um reflexo do desejo dos consumidores por soluções mais eficientes e silenciosas. Além do ar-condicionado, os ventiladores de coluna, teto e mesa também têm alta demanda, especialmente os ultras silenciosos que proporcionam maior alcance de vento sem o incômodo do barulho. Selfit amplia presença em Pernambuco com novas unidades e eventos gratuitos A Selfit Academias segue investindo em Pernambuco e anuncia a inauguração de novas unidades estratégicas no Estado. As próximas aberturas incluem o Janga, em 29 de janeiro, e o Shopping Costa Dourada, em 31 de janeiro. Ainda no primeiro semestre, a expansão continuará em bairros do Recife como Paissandu, Encruzilhada e Caxangá, além de cidades como Gravatá, Santa Cruz do Capibaribe e Vitória de Santo Antão. Com essas inaugurações, a Selfit totaliza 42 unidades em operação no Estado. Cada abertura contará com eventos de catraca aberta, oferecendo ao público acesso gratuito a espaços equipados para cross training, aulas coletivas e atividades cardiorrespiratórias. Gravatá convida turistas e moradores com a campanha "Seu verão também é aqui" A cidade de Gravatá, no Agreste pernambucano, lançou a campanha "Gravatá, seu Verão Também é Aqui", promovida pela prefeitura em parceria com empresas locais. Com atividades programadas até março, o objetivo é atrair turistas e oferecer opções culturais, esportivas e de lazer que valorizem as belezas naturais e culturais do município. Entre as atrações estão aulas de dança, esportes como vôlei de areia e beach tennis, além de atividades como balonismo e trilhas ecológicas, reforçando o ecoturismo e o turismo de aventura. As ações acontecem em locais como o Parque da Cidade e o Parque Janelas para o Rio. Mais informações estão disponíveis nas redes sociais da Prefeitura. Projeto social de Suape capacita mais de 14 mil pessoas em três anos O projeto social Estação Compartilhar Massangana, gerido pelo Porto de Suape, em três anos de atividades no Cabo de Santo Agostinho, contabilizou 14.629 atendimentos. Oferecendo cursos gratuitos como crochê, gastronomia, informática e empreendedorismo, o programa tem fortalecido a geração de renda local. Além disso, promove oficinas, rodas de conversa e reforço escolar, ampliando as oportunidades de capacitação profissional e social na comunidade. Com uma biblioteca de mais de mil livros, computadores com internet gratuita, sala multimídia e cozinha-escola, a Estação funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

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Aeroporto do Recife bate recorde em 2024 e anuncia grandes projetos para 2025

Com 9,5 milhões de passageiros em 2024, terminal supera expectativas e amplia sua conectividade internacional. O Aeroporto Internacional do Recife encerrou 2024 com um marco histórico: 9,5 milhões de passageiros movimentados em mais de 91 mil operações de pousos e decolagens. O recorde foi impulsionado pelo aumento das rotas internacionais, agora totalizando oito destinos, com a inclusão da cidade do Porto (POR). No âmbito doméstico, o terminal registrou picos como os 33.092 passageiros em 9 de janeiro, dia com 262 voos. Segundo a Aena, maior operadora aeroportuária do Brasil e do mundo, o resultado reflete os investimentos realizados na modernização e ampliação do terminal. Com a expansão de 40% na área do terminal, que agora soma 70 mil m², os espaços comerciais chegaram a 7.626 m², abrigando 70 pontos de negócios e marcas renomadas. As novas instalações incluem duas salas VIP inauguradas pelo W Premium Group e uma área de alimentação com design regionalizado, destacando elementos culturais como o frevo e a gastronomia pernambucana. "Oferecer uma experiência diferenciada aos passageiros é o que move nossa gestão", destacou um representante da Aena. Um dos principais anúncios para 2025 é o projeto de desenvolvimento imobiliário do entorno do aeroporto, que transformará 550 mil m² de áreas subutilizadas em espaços dinâmicos. Estão previstos centros comerciais, hotéis, empreendimentos esportivos, áreas de lazer e logística, além de infraestrutura moderna com melhorias na acessibilidade, como ciclofaixas e drenagem para evitar alagamentos. O projeto integrará o Terminal Intermodal, em construção no antigo terminal de passageiros, e a revitalização da Praça Salgado Filho, que será um novo ponto de convivência para a população. A decoração regionalizada também é destaque no terminal, com painéis que remetem ao Carnaval e ao casario de Olinda, além de mobiliário inspirado na culinária local. Essas iniciativas reforçam a identidade cultural do Recife, aproximando os turistas da essência pernambucana logo na chegada. A previsão é que as obras em andamento sejam concluídas até o final de 2025, consolidando o aeroporto como um hub de conectividade, inovação e experiências culturais.

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