Arquivos Economia - Página 12 De 390 - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco

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47% dos pernambucanos estão inadimplentes: saiba como organizar suas finanças para 2025

Especialista do Sicredi oferece dicas para sair das dívidas e conquistar estabilidade financeira Quase metade da população adulta de Pernambuco enfrenta inadimplência, com 46,97% das pessoas com dívidas em atraso, segundo dados do Serasa referentes a outubro de 2024. Esse índice é o maior do Nordeste e está acima da média nacional. O valor médio das dívidas chega a R$ 1.457,48, concentrando-se principalmente em bancos, cartões de crédito e contas de serviços essenciais, como água, energia e gás. Para reverter esse quadro em 2025, o consultor de negócios da Central Sicredi Nordeste, Erli Bandeira, destaca a importância de um planejamento financeiro sólido. "Entender como o dinheiro está sendo gasto é essencial para priorizar o que realmente importa e tomar decisões conscientes sobre as finanças", afirma. Confira cinco passos essenciais para organizar suas finanças em 2025:

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A retomada dos shoppings: setor vive momento de forte investimento

Bom desempenho deve-se à adaptação dos malls às novas tendências de consumo, à diversificação de serviços, especialmente na área de entretenimento, e à melhoria na economia. *Por Rafael Dantas O mercado dos shopping centers tem demonstrado resiliência e inovação para se adaptar às rápidas mudanças no padrão de consumo das famílias. Em Pernambuco, vários deles estão investindo em expansões e requalificações. Além disso, as programações culturais estão mais sofisticadas, mantendo a atratividade dos corredores dos malls, que registraram crescimento em 2024. A forte concorrência com o e-commerce e mesmo o desejo da população por voltar a espaços ao ar livre, após a pandemia, são algumas tendências que levaram os shoppings a se reinventarem. Eduardo Lemos Filho, consultor da LMS, avalia que o setor vive um momento de investir nos equipamentos já instalados. Até mesmo os mais tradicionais estão com projetos ousados. “Os shoppings estão apostando em retrofits, melhoramentos nos serviços, investindo na agradabilidade dos seus espaços. Isso melhora muito a experiência da visitação. Percebo muitos investimentos nesse sentido”. Ele destacou ainda que há grandes mudanças de fachadas, nos layouts internos, além de mais tecnologia para facilitar a vida do cliente. Para enfrentar a dura concorrência com o e-commerce, os lojistas estão tornando seus espaços “figitais”, uma mescla de experiência física com digital. “A mudança dos hábitos impostas pelo comércio eletrônico exigiu que a experiência física seja atualizada, com mais conveniência, tecnologia e integração com o digital”, afirmou Eduardo Lemos Filho. Há caminhos multidirecionais na experiência do consumidor. Há tanto o cliente que experimenta o produto no shopping e finaliza a compra online quanto aquele que faz a aquisição do produto de casa e vai buscar no mall. Essa integração está cada vez mais ajustada para permitir uma compra mais segura e qualificada. A projeção da Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers) é que o setor tenha alcançado o faturamento de R$ 201,7 bilhões em 2024 no País. O desempenho representa um avanço de 3,6% em relação ao montante de negócios gerados em 2023. Diante da confiança da retomada econômica, o Censo da Abrasce apontou que 25% das empresas planejam expansão em 2025. INVESTIMENTOS EM PERNAMBUCO Vários dos tradicionais shoppings do Estado estão fazendo apostas altas. É o caso do Shopping Recife, que apresentou ao mercado um masterplan com investimento inicial de mais de R$ 250 milhões. “Nesta primeira fase, estamos falando da construção do Parque Gourmet e do Recife MedCenter, que serão as primeiras novidades do projeto e que já geram cerca de 200 empregos diretos e 300 indiretos. Após a conclusão dos projetos, a expectativa é de que sejam gerados cerca de 1,7 mil empregos diretos, contribuindo para a economia, geração de renda e desenvolvimento econômico local”, anunciou Renata Cavalcanti, superintendente do Shopping Recife. Além disso, novas fases do masterplan devem ser anunciadas ainda em 2024. Quem vem também investindo forte é o Shopping Tacaruna. Em 2024 foi o ano do retrofit da fachada e da reforma de várias áreas, como a praça de alimentação. Ao todo, o aporte já realizado foi de R$ 18 milhões, que será somado com mais R$ 12 milhões em 2025. Neste ano, será a vez de o mall receber um novo design de forro, um projeto de iluminação mais moderno e intervenções nas escadas rolantes. A exemplo das mudanças já implantadas, a proposta é desenvolver um estilo que une a beleza natural da paisagem associada à sofisticação do ambiente urbano. “Nosso objetivo é manter o Tacaruna moderno, pujante, arrojado e competitivo, oferecendo cada vez mais conforto e agradabilidade aos clientes. Este retrofit vem trazendo muito verde, madeira e luzes com cor mais quente para os ambientes internos do shopping, conceito alinhado com as melhores tendências em todo o mundo”, afirmou a superintendente do Shopping Tacaruna, Sandra Arruda. Outro empreendimento que está fazendo um investimento milionário é o Shopping Guararapes. A modernização do mall, com a troca de piso na Praça de Eventos, novo paisagismo interno e externo, além da ampliação do mix com 42 novas operações, mobilizaram um aporte de R$ 25 milhões. Para 2025, está no planejamento investir mais R$ 25 milhões em tecnologia para ampliar a capacidade da rede wi-fi, melhorias na infraestrutura e a continuação da troca do piso. O superintendente do Shopping Guararapes, Phyllype Pires, considera que os investimentos correspondem às novas necessidades do consumidor. “O setor de shopping está passando por mudanças focadas na modernização e diversificação para melhorar a experiência dos visitantes. O Shopping Guararapes exemplifica essas tendências com investimentos em tecnologia, infraestrutura, paisagismo, iluminação, mix de lojas, e ações voltadas para a sustentabilidade. Essas iniciativas buscam oferecer uma experiência mais rica, confortável e sustentável aos clientes”, afirmou. Após investir R$ 9 milhões em 2024, o River Shopping, de Petrolina, anunciou mais R$ 50 milhões na construção da sua quinta expansão para 2025. O mall irá ganhar mais 6.500 metros quadrados de área bruta locável, que irá comportar mais uma âncora renomada, restaurantes e 35 lojas satélites. Após a modernização de 2024 e o crescimento de vendas de 11%, comparado ao ano anterior, o superintendente Welton Carvalho considera que o empreendimento segue apostando nas tendências do setor. "O River Shopping tem o desafio de dar continuidade na qualificação do mix, expandir a oferta de entretenimento, lazer e serviços, a fim de atender o público de modo geral, trazendo experiências além do varejo tradicional. Um outro ponto é a integração do comércio digital e físico". ATRAÇÕES CULTURAIS E INVESTIMENTO EM LAZER Há muito tempo os shoppings deixaram de ser um lugar apenas de compras. Porém, além do lazer dos cinemas e espaços fixos para diversão, esses empreendimentos passaram a investir em eventos cada vez mais sofisticados e, por vezes, exclusivos. O RioMar Recife, por exemplo, recebe atualmente uma grande exposição imersiva, O Auto de Ariano, o Realista Esperançoso. No conjunto recente de atrações do RioMar estiveram as exposições de Michelangelo e de Corbiniano Lins. Nos eventos culturais fixos do calendário, por exemplo, estão o RioMar Jazz Fest (que recebeu Karl Dixon) e o Festival RioMar de Literatura

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"Pernambuco tem condições de ser um pilar na transição energética, mas são necessários incentivos e investimentos".

Rudinei Miranda, presidente da Aner e APERENOVÁVEIS (Associações Nacional e Pernambucana de Energias Renováveis), defende medidas como a isenção de ICMS para a geração de energia limpa como forma de impulsionar a transição energética em Pernambuco. Afirma que Petrolina é uma referência nas políticas de incentivos e Analisa as dificuldades enfrentadas pelo setor eólico e a demora do Estado em produzir hidrogênio verde. Foto: Wandson Araújo Pernambuco produz 1.17GW de energia renovável, o que o coloca na 13ª posição entre os estados brasileiros com capacidade instalada para produção energética a partir de fontes sustentáveis ambientalmente. Nesta entrevista a Rafael Dantas, o presidente da Aner e APERENOVÁVEIS (Associações Nacional e Pernambucana de Energias Renováveis), Rudinei Miranda, ressalta que existem condições para melhorar a classificação nesse ranking. Mas, para galgar esse salto, ele afirma ser necessário que o Estado implante as políticas adotadas nas regiões que lideram a transição energética no País. É o caso, por exemplo, da isenção de ICMS para a geração de energia limpa. Rudinei Miranda também analisa como Pernambuco pode expandir a produção energética renovável, afirma que Petrolina é uma referência no tema e assegura que a microgeração e minigeração distribuída de energia solar ainda são vantajosas para o consumidor. Ele avalia, ainda, os revezes sofridos pelo setor eólico e a demora do Estado em produzir hidrogênio verde. Pernambuco tem capacidade de 1 GW de potência de energia solar instalada. Qual a importância desse marco no cenário nacional? Pernambuco entra no rol dos poucos estados que atingem um quantitativo tão significativo. Mas, no ranking total nacional, São Paulo já está caminhando para 5 GW de geração renovável, ocupando, assim, a primeira posição. Minas Gerais tem 4.755GW, Rio Grande do Sul tem 3.82GW, Paraná tem 3.41GW e o Mato Grosso, 2.143GW, este é o top 5. Pernambuco é o 13º colocado com 1.17GW. Apesar do grande potencial de crescimento do mercado, é um número muito bom comparado a outros Estados, pois estamos falando de geração proveniente de uma fonte limpa, renovável. É significativo, pois estamos construindo uma política pública para tornar Pernambuco um pilar de transição energética, destacando-se em relação a outros estados que, às vezes, têm menor território ou menos incidência de radiação solar e estão à nossa frente. Esse indicador mostra o quanto Pernambuco tem condições de ser um pilar de sustentação na transição energética, especialmente diante do protagonismo do Norte e Nordeste, mas são necessários incentivos e investimentos. Nosso mercado solar renovável ainda é inexpressível para o potencial. A Neoenergia Pernambuco bateu mais de 4 milhões de contadores e temos, no Estado, 103 mil usinas conectadas e cerca de 180 mil clientes recebendo crédito. Ou seja, temos 3,8 milhões de consumidores ainda sem receber crédito de uma fonte solar. O que estimula os outros estados a avançarem nesse sentido? Pernambuco tem políticas públicas, estaduais ou municipais, que impulsionem isso? Em Pernambuco hoje há uma problemática referente a incentivo, a políticas públicas mais arrojadas que se equiparem a estados que já possuem essas políticas desenvolvidas. Há um convênio com a Secretaria da Fazenda, por meio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), em que os estados podem dar isenção no ICMS para geração limpa até 1MW. Esses estados têm atraído mais investimentos, como os que estão no topo do ranking. Pernambuco tinha esse incentivo até o ano passado, mas o governo estadual não renovou essa adesão ao convênio. Com essa não renovação, alguns investimentos saíram daqui. Estamos trabalhando junto ao governo, via associação e outras entidades que entendem a necessidade dessa renovação. Ela é importante, são cerca de 20% de imposto sobre uma geração estimada para uma usina fotovoltaica. O empresário não vai investir aqui se consegue isenção em outro estado. Pernambuco precisa desenvolver mais políticas públicas e estar atento às que já são desenvolvidas nos outros locais, que atraem investimentos. Assim, o Estado pode ter uma redução de alíquota de imposto do ICMS, mas há a possibilidade de gerar mais empregos, mais obras, enfim, há vários benefícios que deveriam ter prioridade. Sobre os municípios, Petrolina é referência. Tem uma política de desenvolvimento e incentivo às fontes de energias renováveis, IPTU verde, zonas franqueadas para geração de energias renováveis com baixo imposto e isso faz com que o empresário, em vez de se instalar no Recife ou no Agreste, se instale no Sertão, pois, além de radiação solar, tem condição fiscal. Por isso, no ranking estadual, Petrolina tem maior desenvolvimento, mais capacidade instalada de energias renováveis. Quais os entraves para que as famílias ou pequenos negócios invistam na geração microdistribuída de energia a partir de fontes renováveis? Como está a tributação hoje? O mercado se organizou com a lei 14.300/2022, que instituiu o marco legal da microgeração e minigeração distribuída, criando um parâmetro e segurança jurídica para o investidor, seja uma pequena residência ou um investidor um pouco maior que pode gerar sua energia. Antes de 2022, a compensação era total, ou seja, se eu gerei mil kW, eu vou compensar mil. Quando a legislação foi lançada, as concessionárias de energia questionaram esse critério e conseguiram, por meio de articulação política, fazer com que o consumidor passasse a pagar parte do valor do Fio B. Assim, quando você gera energia na sua casa, e gera mais do que precisa durante o dia, a energia excedente vai para a rua, a Neoenergia, por exemplo, usa como quiser e, à noite, quando o consumidor não tem geração solar, ela lhe devolve em crédito. Ou seja, se sua casa precisa de 10 módulos fotovoltaicos para funcionar durante o dia, é feito um cálculo para saber quantos módulos vão compensar o período da noite e são intalados 14 módulos. Esses 4 geram energia para a rua, o vizinho está consumindo, o comércio está consumindo. No final do mês, se você tiver consumido menos, terá saldo, se tiver consumido mais, pagará a diferença. Entretanto, há um escalonamento: em 2023 pagava-se 15% do Fio B, em 2024 foi de 30%, este ano será de 45%, até chegar a 90% do Fio B

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Governo manterá isenção de IR para quem ganha até dois salários mínimos em 2025

Medida visa aliviar carga tributária de trabalhadores de baixa renda O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo pretende manter a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem recebe até dois salários mínimos em 2025. A decisão segue orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e depende da aprovação do projeto de lei que atualiza o Orçamento de 2025. O texto será enviado ao Congresso após as eleições das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado. Atualmente, a faixa de isenção está fixada em R$ 2.824 mensais, correspondente a dois salários mínimos de 2024. Com o aumento previsto para 2025, a isenção subiria para R$ 3.036, acompanhando o reajuste do salário mínimo para R$ 1.518. A medida visa beneficiar diretamente trabalhadores de baixa renda, reduzindo a carga tributária sobre esse segmento da população. Sobre a reforma do Imposto de Renda, Haddad destacou que o governo aguardará a definição das lideranças no Congresso e a aprovação do Orçamento para enviar a proposta. O ministro afirmou que a reforma será dividida em vários projetos de lei, abrangendo ajustes para corrigir distorções distributivas e garantir neutralidade fiscal. Haddad também informou que o presidente Lula deverá sancionar ainda nesta semana a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo. Segundo o ministro, os vetos serão técnicos e não comprometerão a essência do texto aprovado pelo Congresso, garantindo segurança jurídica e eficiência na aplicação da nova legislação.

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Confiança do empresário do comércio no Recife cresce em 2024

A expectativa de contratação de funcionários subiu 3,9% em relação a dezembro de 2023, o que reforça a disposição das empresas em ampliar seus quadros de colaboradores O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) em Recife fechou 2024 com 116,3 pontos, refletindo um crescimento acumulado de 2,2% em relação a dezembro de 2023. Esse avanço destaca o otimismo dos empresários locais diante da recuperação gradual da economia e das expectativas favoráveis para o setor comercial. Entre os indicadores analisados, o Índice de Condições Atuais apresentou um crescimento expressivo de 6,1% em 12 meses, impulsionado pela melhora de 10% na percepção atual do comércio. O Índice de Expectativa do Empresário do Comércio manteve-se acima de 148 pontos, evidenciando a confiança para 2025. Já o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) cresceu 1,3%, alcançando 109,1 pontos. A intenção de contratação de funcionários também apresentou aumento de 3,9% em comparação a dezembro de 2023, atingindo 131,2 pontos. Esse dado reforça a disposição das empresas em expandir seus quadros de colaboradores, acompanhando os dados positivos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Bernardo Peixoto, presidente da Fecomércio-PE, avalia positivamente os resultados: "O otimismo dos empresários vem sendo sustentado pelas melhores condições no comércio, especialmente no setor de bens não duráveis, como alimentos e bebidas, que continuam em alta demanda. Encerrar o ano com avanços consistentes nos índices demonstra que o setor continua apostando no crescimento e na recuperação da economia. O fortalecimento do mercado de trabalho e as expectativas positivas para 2025 serão fundamentais para manter essa trajetória". Rafael Lima, economista da Fecomércio-PE, destaca as diferenças entre os segmentos: "O setor de não duráveis tem se distanciado em termos de confiança dos setores de semiduráveis e duráveis, mesmo com a alta de preços em itens como carnes e frutas. Ainda assim, os índices permanecem resilientes e acima de 100 pontos. No setor de duráveis, como varejistas de eletrodomésticos, a confiança ficou mais moderada, com um índice de 108".

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Planejamento financeiro: Como se organizar para 2025 com segurança

Especialista destaca estratégias essenciais para manter a saúde financeira no próximo ano Com o ano chegando ao fim, o planejamento financeiro se torna indispensável para evitar dificuldades no início de 2025. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mais de 70% das famílias brasileiras estão endividadas. Esse cenário reforça a importância de uma organização financeira eficiente para garantir tranquilidade e estabilidade nos próximos meses. O especialista em Finanças e professor da Wyden, Marcio Oliveira, alerta que o início do ano costuma ser desafiador devido a despesas como IPTU, IPVA, licenciamento de veículos e material escolar, além das dívidas acumuladas nas festas de fim de ano. "Os primeiros meses do ano costumam ser marcados por despesas fixas significativas. Sem um planejamento adequado, essas obrigações podem comprometer o orçamento familiar", afirma Oliveira. Para começar 2025 com equilíbrio financeiro, o especialista recomenda uma análise detalhada das finanças atuais. Isso inclui revisar receitas, despesas e dívidas. "É essencial entender exatamente onde você está financeiramente para traçar objetivos claros e alcançáveis, seja quitar dívidas, investir ou formar uma reserva de emergência", orienta. Ele também destaca a importância de estabelecer metas realistas e de curto, médio e longo prazo. Marcio Oliveira reforça ainda a criação de um fundo de emergência como medida fundamental para enfrentar imprevistos. "Ter uma reserva financeira aplicada em investimentos de baixo risco garante acesso rápido aos recursos quando necessário, evitando novos endividamentos", explica. Além disso, ele destaca a educação financeira como ferramenta essencial. "Investir em conhecimento por meio de cursos e workshops ajuda a tomar decisões mais seguras e conscientes, contribuindo para uma vida financeira mais saudável."

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Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 5% em 2025

Inflação prevista supera meta e pressiona política monetária do Banco Central (Com informações da Agência Brasil | Foto: Marcello Casal Jr.) O mercado financeiro revisou para cima a projeção da inflação para 2025, estimando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 5%, levemente acima dos 4,99% previstos na semana anterior. A informação foi divulgada pelo Boletim Focus desta segunda-feira (13), elaborado semanalmente pelo Banco Central com base em expectativas de economistas do mercado. Para 2026, a expectativa também subiu, passando de 4,03% para 4,05%. Em 2023, o IPCA fechou em 4,83%, acima do teto da meta de inflação de 4,5%. Desde a adoção do regime de metas inflacionárias em 1999, o Brasil ultrapassou o limite da meta oito vezes, sendo a mais recente em 2023. Para 2027 e 2028, o mercado projeta inflações de 3,9% e 3,56%, respectivamente. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 foi mantida em crescimento de 2,02%, enquanto para 2026 a expectativa é de avanço de 1,8%. Para 2027 e 2028, a previsão é de crescimento de 2% ao ano. Taxa de juros e câmbio seguem em alta O Boletim Focus manteve a projeção da taxa Selic em 15% para 2025, refletindo preocupações com o controle da inflação. Para 2026, a taxa deve cair para 12%, com expectativa de novos recuos para 10,25% em 2027 e 10% em 2028. Segundo o Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic atual de 12,25% ao ano pode sofrer novos ajustes diante do cenário fiscal adverso. No mercado cambial, a projeção para o dólar em 2025 permaneceu em R$ 6,00, enquanto para 2026 subiu de R$ 5,90 para R$ 6,00. As previsões para 2027 e 2028 são de R$ 5,82 e R$ 5,88, respectivamente.

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R$ 30,8 bilhões: Indústria Naval Brasileira faz investimento recorde em 2024

Setor portuário contabilizou diversos projetos aprovados, impulsionando economia e geração de empregos A indústria naval e o setor portuário do Brasil registraram em 2024 o melhor desempenho em mais de dez anos. O segmento alcançou R$ 30,8 bilhões em investimentos aprovados para mais de 430 novos projetos. Esses investimentos abrangem construção de embarcações, reparos, docagens, modernização de unidades, ampliação de estaleiros e novas infraestruturas portuárias. Esse crescimento foi impulsionado pelos recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), que teve papel fundamental na retomada do setor. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltou a prioridade dada pelo governo federal a projetos antes negligenciados. “Não tenho dúvidas de que estamos no caminho certo para retomar o protagonismo da indústria naval e do setor portuário. E digo isso com base nos resultados que alcançamos durante o governo do presidente Lula. Nos últimos dois anos, aprovamos, por meio do Fundo da Marinha Mercante, quase R$ 45 bilhões em projetos de modernização e construção no setor naval”, afirmou. O valor aprovado no último biênio foi o dobro do registrado durante os quatro anos da gestão anterior. A expansão da indústria naval também foi impulsionada pelos R$ 5,33 bilhões destinados à realização de 548 novas obras em 2024, o maior volume desde 2012. A maior parte desses projetos foi direcionada à navegação interior (415), seguida pelo apoio marítimo (94), apoio portuário (37) e cabotagem (2). Somando os recursos aplicados em 2023, o investimento totalizou R$ 6,36 bilhões, um crescimento de 326% em relação à gestão anterior. As empresas com projetos priorizados pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) estão habilitadas a contratar financiamentos por meio de agentes financeiros como o BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia. Os recursos são liberados conforme o andamento das obras. A primeira reunião do CDFMM em 2025 está marcada para o dia 27 de março. Serviço: Empresas interessadas em financiamentos podem consultar as condições no site oficial do Fundo da Marinha Mercante ou entrar em contato com os agentes financeiros conveniados.

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Comércio varejista em Pernambuco registrou crescimento de 4,7% nos últimos 12 meses

Setor varejista viveu oscilações mensais no ano, como a retração de 0,8% em novembro Apesar da retração de 0,8% nas vendas do comércio varejista em novembro de 2024, Pernambuco mantém um desempenho positivo ao longo dos últimos 12 meses, com crescimento acumulado de 4,7%. Se considerar apenas o acumulado do ano, o comércio varejista registrou alta de 5,3%. Esse avanço reflete a resiliência do setor, que apresentou alta anual em categorias como alimentos, combustíveis e materiais de construção, mesmo diante de oscilações mensais. No comércio varejista ampliado, o estado também mostrou resultados positivos, com a receita nominal de vendas acumulada crescendo 9,6%, confirmando um cenário de recuperação econômica gradual. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. O segmento atacadista especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo destacou-se com uma expansão de 5,8% na receita nominal acumulada de 12 meses, contrastando com o cenário nacional, que registrou retração de 0,2%. Esse desempenho coloca Pernambuco em posição intermediária entre as unidades da federação analisadas, reforçando o potencial do estado como um polo de recuperação econômica no Nordeste. A manutenção dessa trajetória dependerá de políticas que estimulem o consumo interno e reduzam os impactos de retrações pontuais observadas em novembro. Selfit inaugura academia no Shopping Costa Dourada A Selfit expandiu suas operações com a inauguração de sua primeira academia no Litoral Sul de Pernambuco. Localizada na Arena Costa Dourada, o novo espaço do Shopping Costa Dourada, a unidade ocupa 1,2 mil metros quadrados e oferece áreas para musculação, cross training e aulas coletivas como yoga, pilates e dança. O investimento foi de R$ 4,5 milhões. Fernando Menezes, CEO da Selfit, destacou o crescimento da rede, que já conta com mais de 140 unidades no Brasil. "É gratificante ver a Selfit alcançando mais pessoas e promovendo qualidade na prática de exercícios físicos", afirmou. Até o dia 29 de janeiro, a unidade funciona em soft open e oferece promoções especiais, como a matrícula por R$ 0,99 no primeiro mês. Marketing digital com IA para pequenos negócios A Parlacom, pioneira em soluções integradas de M2M e IoT, lançou a Parla Digital, uma plataforma que utiliza inteligência artificial e automação para simplificar e potencializar os processos de marketing digital. Voltada para empresas de pequeno porte, a solução integra funcionalidades e atua nas seguintes frentes: Inbound Marketing, Outbound Marketing, URA Telefônica e Chatbot. O objetivo é permitir que micro e pequenos empreendedores potencializem os processos de divulgação das suas marcas junto ao mesmo público que grandes empresas alcançam por possuírem mais recursos para investir em comunicação e marketing. O acesso às funcionalidades da Parla Digital é realizado por meio de planos acessíveis a partir de R$ 499,00 mensais, que permitem o uso individual ou combinado das funcionalidades oferecidas. Para se cadastrar e contratar os serviços basta acessar a digiparla.com. Pequenos negócios têm até 31 de janeiro para evitar exclusão do Simples Nacional Microempreendedores Individuais (MEIs) e Micro e Pequenas Empresas (MPEs) têm até 31 de janeiro de 2025 para regularizar dívidas com a Receita Federal e manter os benefícios do Simples Nacional. Mais de 1,8 milhão de negócios foram notificados, totalizando R$ 26,7 bilhões em pendências. A regularização, que pode ser feita online, oferece condições como parcelamento em até 133 vezes e descontos em juros e multas. Para orientações, o Sebrae/PE está disponível pelo 0800 570 0800 e em seus pontos de atendimento no estado. Faturepag e Apoena Securitizadora patrocinam missão brasileira na NRF Retail´s Big Show 2025 As pernambucanas Faturepag e Apoena Securitizadora, lideradas pelo CEO Alan Barros, serão patrocinadoras Gold do Grupo Varejo180 na NRF Retail´s Big Show 2025, em Nova York. O evento, que acontece de 11 a 17 de janeiro, reúne 200 empresários brasileiros para uma experiência imersiva em tendências globais do varejo, com palestras, visitas guiadas e eventos de networking. Após a imersão internacional, as atividades se estendem a São Paulo, com um pós-evento no Tokio Marine Hall, reforçando o compromisso das empresas com a inovação e o desenvolvimento do setor varejista. Jala University oferece 70 bolsas integrais para Engenharia de Software A Jala University abriu inscrições para 70 bolsas de estudo integrais no curso de Engenharia de Software, destinado a estudantes de todo o Brasil. As aulas, que começam em julho de 2025, serão ministradas de forma remota, com transmissão ao vivo, e incluem ensino de inglês e estágio na área. Os interessados em concorrer a uma das bolsas podem se inscrever pelo site oficial: https://jala-u.info/PR2025.

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Receita esclarece que não cobrará imposto por Pix

Operações acima de R$ 5 mil devem ser informadas a partir deste mês. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil (Da Agência Brasil) O reforço na fiscalização de transferências via Pix e cartão de crédito não significa criação de impostos, esclareceu a Receita Federal. Em comunicado, o Fisco desmentiu informações falsas que circularam nas redes sociais nos últimos dias sobre cobrança de imposto para transferências digitais. Em 1º de janeiro, entraram em vigor as novas regras da Receita Federal para a fiscalização de transferências financeiras. A principal mudança foi a extensão do monitoramento de transações financeiras às transferências Pix que somam pelo menos R$ 5 mil por mês para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. Além das transações Pix, esses limites também valem para as operadoras de cartão de crédito e as instituições de pagamento, como bancos digitais e operadoras de carteiras virtuais. Elas deverão notificar à Receita operações cuja soma mensal ultrapassa esse teto. Os bancos tradicionais, as cooperativas de crédito e instituições que operam outras modalidades de transação já tinham de informar à Receita sobre esses valores. Gerenciamento de risco Segundo a Receita, a instrução normativa que reforçou a fiscalização permite “oferecer melhores serviços à sociedade”. Como exemplo, o comunicado cita que os valores fiscalizados entrarão da declaração pré-preenchida do Imposto de Renda de 2026 (ano-base 2025), reduzindo divergências e erros que levam o contribuinte à malha fina. O comunicado esclareceu que a Receita modernizou a fiscalização para incluir novos tipos de instituições do sistema financeiro, como fintechs e carteiras virtuais. No caso do cartão de crédito, o Fisco extinguiu a Declaração de Operações com Cartões de Crédito (Decred), criada em 2003, e a substituiu por um módulo para cartões de crédito dentro da e-Financeira, plataforma que reúne arquivos digitais de cadastro, abertura e fechamento de contas e operações. A e-Financeira opera dentro do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), criado em 2007 e que processa, por exemplo, as notas fiscais eletrônicas. Sigilo bancário e fiscal No comunicado, a Receita também explicou que o reforço na fiscalização não desrespeitará as leis que regulam os sigilos bancário e fiscal, sem identificar a natureza ou a origem das transações. “A medida visa a um melhor gerenciamento de riscos pela administração tributária, a partir da qual será possível oferecer melhores serviços à sociedade, em absoluto respeito às normas legais dos sigilos bancário e fiscal.” A Receita reiterou que a e-Financeira não identifica o destinatário das transferências de uma pessoa ou empresa para terceiros, via Pix ou Transferência Eletrônica Disponível (TED). O sistema, explicou o Fisco, soma todos os valores que saíram da conta, inclusive saques. Se ultrapassado o limite de R$ 5 mil para pessoa física ou de R$15 mil para pessoa jurídica, a instituição financeira informará a Receita Federal. Em relação aos valores que ingressam em uma conta, a e-Financeira apenas contabiliza as entradas, sem individualizar sequer a modalidade de transferência, se por Pix ou outra. Todos os valores, informou a Receita, são consolidados, devendo ser informados os totais movimentados a débito e a crédito em determinada conta, sem especificar os detalhes das transações. As instituições financeiras enviarão os relatórios à Receita Federal a cada seis meses. As informações referentes ao primeiro semestre deverão ser prestadas até o último dia útil de agosto. Os dados do segundo semestre serão apresentados até o último dia útil de fevereiro, prazo que permitirá a inclusão na declaração pré-preenchida do Imposto de Renda, na metade de março.

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