Economia

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Carroças elétricas: extensão da UPE propõe equipamento para catadores

*Por Rafael Dantas Projeto de Extensão cria solução para melhorar qualidade de vida dos catadores e aumentar capacidade de coleta dos resíduos sólidos. Na foto, a equipe da associação discute o projeto original com a equipe da UPE (Divulgação) Dentro da atuação de extensão da Universidade de Pernambuco, na Escola Politécnica (Poli), os estudantes desenvolveram um modelo de carroça elétrica com capacidade de transportar até uma tonelada de resíduos sólidos para beneficiar os catadores. A partir de uma pesquisa de campo multidisciplinar, a equipe identificou um problema tanto na saúde, como na produtividade dos profissionais que atuam na reciclagem urbana, que poderia ser solucionado com um veículo movido à energia elétrica. “Dentro da atividade de extensão, estudantes e docentes foram até uma associaçao de catadores de resíduos sólidos de Abreu e Lima e ouviram a demanda desses trabalhadores. Levamos um grupo de saúde, que avaliou como os idosos iam ficando escanteados, por doenças vindas do contato com o lixo e mesmo com problemas de coluna. Levamos também uma equipe de engenheiros. E identificamos que eles gostariam que a universidade pensasse em uma carroça elétrica”, afirmou o professor Luiz Rodrigues, pró-reitor de extensão e cultura da UPE. O professor afirma que ao atender praticamente metade da cidade de Abreu e Lima, a associação recolhe em média 7 toneladas diária de todo tipo de resíduos. Tudo empurrado por pessoas. “As vezes essas pessoas andam quilometros para pegar 100 kg e voltar para a sede da associação. Com a carroça que tem o potencial de transportar até 1 tonelada, eles aumentam produção, além de melhorar a qualidade de vida no trabalho”. O equipamento tem autonomia de andar até 10h na cidade. Após desenvolvido, o próximo passo para aplicação da solução é captação de recursos para financiar os protótipos. Cada unidade custa R$ 20 mil. A proposta da UPE é de entregar entre 4 a 5 carroças elétricas para serem usadas pelas associações de catadores e analisadas possíveis melhorias do projeto. “O projeto está tecnicamente elaborado, foi apresentado à associação dos catadores. Eles acharam maravilhoso. Hoje estamos na fase de buscar parcerias para financiar os primeiros exemplares desse protótipo. Precisamos acompanhar os seus usos para aperfeiçoar. É um processo de aprendizagem”, afirmou o professor Luiz Rodrigues. O projeto “Projeto de Veículo Elétrico para Armazenamento e Transporte de RSU Recicláveis” foi conduzido pela equipe composta por Fernanda Milanez, George Azevedo, Larissa Pestana, Leandro Pontes, Mateus Ferreira, Rodrigo Augusto, e Thiago Luiz. Além dele, a UPE tem mais de 800 projetos de extensão, que atendem à comunidade pernambucana e contribuem para a formação dos estudantes. “Para os estudantes é um aprendizado gigantesco. Começam a reconhecer que sua profissão pode dar soluções interessantes a partir de uma relação de diálogo. De fazer com as pessoas, ouví-los. dialogar, construir juntos. Estudar com olho direto na realidade, que não seja unicamente de mercado, mas a vida real do povo é uma mudança radical. A extensão está muito próxima da sociedade, inovando muito junto às populações esquecidas”, afirmou Luiz Rodrigues. *Rafael Dantas é repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com)

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Banco Central anuncia moeda digital brasileira “Drex”

O Banco Central deu um passo em direção à implementação da versão virtual da moeda real, revelando o nome da moeda digital brasileira: Drex. A plataforma, que está em fase de testes desde março e com operações simuladas planejadas para setembro, visa a ampliar as oportunidades de negócios e promover a inclusão financeira de maneira segura e com baixo risco de fraude. O Drex, conhecido também como o real digital, funcionará como uma versão eletrônica do papel-moeda, baseado na tecnologia blockchain, similar às criptomoedas. Categorizado como Central Bank Digital Currency (CBDC, Moeda Digital de Banco Central), o Drex terá seu valor assegurado pela autoridade monetária, com 1 Drex equivalendo a 1 real. Enquanto as criptomoedas convencionais sofrem flutuações diárias de valor conforme as leis de oferta e demanda, o Drex estará atrelado às moedas oficiais, oscilando de acordo com as taxas cambiais diárias. Além disso, o Drex se diferencia por sua produção, sendo emitido pelo Banco Central com paridade em relação ao real. Apesar de compartilhar semelhanças com o Pix, que permite pagamentos instantâneos entre instituições financeiras, o Drex apresenta abordagem distinta. No Pix, as transferências ocorrem em reais com limites de segurança, enquanto no Drex, a tecnologia blockchain permite transações com valores maiores e uso de contratos inteligentes, agilizando processos e reduzindo custos burocráticos. O Drex, que chegará ao público entre o final de 2024 e o início de 2025, será uma moeda de atacado, utilizada entre instituições financeiras, com operações conduzidas por meio de carteiras virtuais. Essas carteiras serão supervisionadas pelo Banco Central e operadas por bancos, fintechs, cooperativas e corretoras, permitindo a transferência da moeda digital através da tecnologia blockchain. Os testes do Drex iniciaram em março, usando a plataforma Hyperledger Besu, e continuarão com o projeto piloto envolvendo 16 consórcios a partir de setembro. Essa etapa testará a segurança e eficácia das operações simuladas do Drex, abrindo caminho para um futuro financeiro mais ágil, seguro e inclusivo.

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Inteligência artificial no trabalho: ameaça ou facilidade?

*Por Rafael Dantas Quem tem medo da inteligência artificial? Os impactos estimados dos avanços dessas novas tecnologias são muito diversos. Os economistas do Goldman Sachs prevêem que 300 milhões de empregos no planeta podem ser automatizados pela nova onda de IA que estamos vivendo. A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) estima que 27% dos postos de trabalho dos países que integram o bloco podem sumir. Por outro lado, um conjunto de novas oportunidades e profissões já está surgindo, inclusive em Pernambuco, com a popularização dessas ferramentas. Com alta capacidade de imitar tarefas que, normalmente, exigiriam a inteligência humana, esses novos sistemas tendem a promover um tsunami de transformações no mercado de trabalho, que não podem ser desconsideradas pelos profissionais que estão na ativa, nem por quem está desenhando as políticas públicas para o futuro — mesmo no curtíssimo prazo. Diferente das revoluções tecnológicas anteriores, que substituíram principalmente trabalhos mais braçais, a atual avançou sobre atividades cognitivas. Tradução de textos, análise de diagnósticos para identificação de doenças e atendimento virtual ao cliente são apenas alguns exemplos. “As áreas mais impactadas nessa nova fronteira tendem a ser de manufatura, transporte, varejo, serviços financeiros, atendimento ao cliente, inclusive muitas atividades na área de saúde. A inteligência artificial chega primeiro aos trabalhos com nível de cognição mais baixo. Ela já consegue automatizar essas funções, em níveis mais altos do que a computação vinha automatizando até então”, afirmou Guilherme Jaime, gestor nacional da área de TI da Faculdade Estácio. Muitos profissionais, no entanto, consideram uma perspectiva de trabalho com suporte de inteligência artificial. Um recente estudo do Fórum Econômico Mundial indicou que 74,9% das organizações pesquisadas indicam a probabilidade de adotar inteligência artificial nos próximos cinco anos. Para compreender esse novo cenário do mercado de trabalho com uso fluido de inteligência artificial e até para entender as problematizações que surgirão dele, o consultor da TGI, Fábio Menezes, avalia que os profissionais e gestores precisam dar alguns passos iniciais para superar os níveis de medo e de curiosidade. “Temos que vencer os dois, ir além da curiosidade e vencer o medo inicial. É um negócio com potencial arrasador para o bem e para o mal”. O consultor sugere que gestores de empresas e profissionais instalem uma pauta de discussão sobre o impacto da IA nos seus setores e com atenção às especificidades não apenas da sua atividade, mas também regionais. “Temos estimulado que as pessoas pesquisem, estudem e façam exercício prospectivo. Não é adivinhar o que vai acontecer, mas imaginar sobre o que pode acontecer. Essas ferramentas ajudam muito na produtividade, eficiência e inclusive na qualidade. Trazem um ganho de tempo. Mas aspectos como a criatividade, a originalidade e o relacionamento vão ganhando força. Os algoritmos nos conhecem, mas não estabelecem uma relação”. PARA ALÉM DA CURIOSIDADE Anselmo Albuquerque, sócio-fundador da Jogga Digital, começou a mergulhar mesmo nas aplicações de inteligência artificial para seus negócios em fevereiro. Ele deu uns passos além da curiosidade para explorar diversas ferramentas para aumentar sua produtividade, criar conteúdo, editar vídeos e aplicar em seus negócios, com ênfase na curadoria e análise de dados. O publicitário ressalta que a IA é um auxílio e não deve substituir a responsabilidade humana nas decisões ou nas análises geradas pelas tecnologias. Anselmo também enfatiza a importância de experimentar a IA em coisas casuais e cotidianas para entender melhor seu funcionamento e potencial. “Essas ferramentas estão sendo aplicadas de maneira caseira, amadora e também de maneira profissional para estudos, desenvolvimento da ciência, da medicina, da engenharia. Ela não traz respostas perfeitas, mas auxilia. Não podemos transferir a responsabilidade dos conteúdos para a máquina. Vivemos um momento de experimentação. O segredo da qualidade das respostas da IA está no pedido que fazemos para ela, com contexto, clareza e objetivo”, afirma Anselmo. “Eu daria um recado para o profissional que está com medo: não é inteligência artificial que tira seu emprego, mas talvez uma pessoa que aprendeu a usar a IA. É importante estar à frente para que o seu negócio dure e permaneça”, aconselha. Na prática dentro da empresa, ele afirma que há um estímulo para que a equipe use inteligência artificial no cotidiano de trabalho em diversos níveis, como para gerar um comunicado de inadimplência a um cliente, para a organização de uma pauta de reunião e até fazer análise de dados para tomar as decisões mais acertadas nas prestações de serviço. Nessa aplicação mais complexa, ele lembra que são simulações que preservam as informações dos clientes, que é um dos pontos de atenção do mundo mergulhado em IA. CASE PERNAMBUCANO DE USO DA IA Após cinco anos de ser fundada, a pernambucana Di2Win prevê um faturamento em 2023 entre R$ 6 e R$ 8 milhões. A empresa é especializada em gêmeos digitais, que promovem a otimização dos processos com uso de inteligência artificial e robotização. De acordo com o CEO, Paulo Tadeu, o negócio conta atualmente com 17 clientes, mas está num momento de expansão, conquistando, mês a mês, dois a três novos contratos. Diante da experiência das empresas para as quais a Di2Win tem prestado serviços, ele considera que não houve uma destruição de postos de trabalho, mas uma liberação para que aquela mão de obra exercesse atividades mais criativas e menos repetitivas. “Focamos na redução de custo e na eficiência operacional. Algumas etapas não usam humanos, os clientes realocam os profissionais para outros espaços ou avançam em outros mercados. Essa mesma discussão aconteceu com a chegada dos softwares, da internet. Mas aconteceu uma migração das pessoas para áreas de maior valor agregado. São ferramentas que pegam o histórico passado, veem as formas de trabalho e as colocam de forma automática. O que é novo, inusitado e criativo fica com o humano”, considera o CEO. ESCASSEZ DE MÃO DE OBRA Para dar suporte ao crescimento da empresa, um dos braços de atenção é justamente no treinamento de profissionais para atuar com inteligência artificial. A Di2Win conta com 43 funcionários no Recife e no interior de Pernambuco e de São Paulo.

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Diego e Manu rodebens

“Somos uma família que está dentro dos negócios em tempo integral”

Entrevista com MANUELLA MENDONÇA E DIEGO MENDONCA Empresa que começou com uma borracharia em Carpina, hoje ostenta sete operações das marcas Rode Bem, Rode Mais e Rodo Max, que abrangem distribuição no atacado e revenda de pneus e serviços de recapagem. A segunda geração de gestores do empreendimento leva adiante o empreendedorismo do fundador Manuel Mendonça. Tudo começou com uma simples borracharia em Carpina, na Zona da Mata Norte, que em 30 anos se transformou num grupo que hoje conta com 80 funcionários e ostenta sete operações ligadas ao setor de pneus: são três truck centers (que atendem ao segmento de caminhão), uma renovadora (que faz a recapagem), uma distribuidora das marcas Bridgestone e Firestone que atende todo o Estado de Pernambuco, e mais duas revendedoras multimarcas voltadas para o segmento de carros de passeio (car center). Para contar a trajetória de sucesso do grupo proprietário das marcas Rode Bem, Rode Mais e Rodo Max, Cláudia Santos conversou com a segunda geração dessa empresa familiar que começou com o empreendedorismo de Manuel Mendonça. Seus filhos, Diego Mendonça de 32 anos, e Manuella Mendonça de 27, contam como o negócio se expandiu, falam da relação com o pai e a mãe Fabiana, que também trabalha na empresa, e do setor de pneus e dos projetos da empresa. Como começou a Rode Bem? Diego – Ela começou em 1993. Está completando 30 anos. Nosso pai, Manuel, veio do segmento de recapagem de pneu de uma empresa que fechou. Então, ele abriu uma borracharia em Carpina. Na época teve início a importação de pneus usados vindos da Europa que ele comprava e revendia na cidade, tanto pneus de caminhão como de automóveis, e fazia a parte da recapagem. Na verdade, ele levava o pneu numa renovadora que recapava e entregava ao cliente. Manuella – Ele era do administrativo, vendas e compras, mas havia uma pessoa que fazia o serviço de borracharia. O negócio foi crescendo, ele começou revender pneu novo e aos pouquinhos foi evoluindo. Diego – O negócio foi ficando mais estruturado, já não era mais uma borracharia, mas uma loja de pneus e em 1996 ou 1997, ele abriu uma nova loja em Surubim, com um sócio e, como tem esse sócio, não faz parte do nosso grupo e leva outro nome, Siga Bem Pneus. Continuamos evoluindo, nos estruturando e passamos a ter um atacado de pneus em Carpina. Havia os importadores que traziam para o Brasil os pneus novos, meu pai comprava como atacadista na importadora e distribuía em todo o Estado de Pernambuco. Depois passou a fazer também Paraíba e Rio Grande do Norte. Mas, com o passar dos anos, os importadores passaram a vender direto aos clientes. A margem [de lucro] ficou muito espremida. Manuella – Mais ou menos em 2012 ele encerrou o atacado, não era viável mais, e em 2013 a Bridgestone nos procurou – em razão de a Rode Bem ser referência na região – e fechou a parceria para abrir uma loja em Carpina voltada para o público de caminhões e ônibus, a linha pesada de pneus, serviços e máquinas agrícolas. Eles fizeram questão de utilizar o nome Rode Bem Pneus por ser uma marca já conhecida na região. A primeira loja vende pneus no varejo de automóveis em todas as medidas. Depois, montamos essa nova loja com a bandeira Bridgestone/Firestone e depois de uns dois anos, montamos uma renovadora de pneus também da Bridgestone. O trabalho de uma renovadora é industrial? Diego – A renovadora é uma indústria que pega o pneu usado, no final da vida útil, e coloca uma borracha nova em cima. Faz todo um processo para ele “sair novo de novo”, como a gente costuma dizer. O pneu hoje custa em torno de R$ 3 mil dependendo do modelo e da marca e, para recapar o custo é em torno de R$ 700 ou R$ 800. Numa frota de caminhão, que é o nosso principal cliente, o maior custo é o combustível e o segundo é o pneu. Recapando, há uma redução muito maior no custo. Tem muita operação hoje que, se não existisse a recapagem, não se pagaria, inclusive, a borracha que usamos é a Bandag que oferece mais quilometragem que um pneu novo. Imagine o custo de um rodotrem graneleiro, que tem 34 pneus com o preço médio de R$ 2.800 cada. Ao recapar, ele terá um resultado muito considerável. Manuella – Esse serviço da recapagem tem a certificação do Inmetro. E vocês se adaptaram às demandas de uma região agrícola? Diego – Sim. Atendemos tanto a parte do caminhão frotista, caminhão de autônomo, como também o pessoal do agro. Bem, em 2014, começamos a operar no Recife com vendedor externo para fazer negócios, vender, fazer recapagem. Fomos ganhando, com o tempo, espaço no mercado. Até que em 2021 surgiu uma oportunidade de expansão do nosso truck center para Jaboatão dos Guararapes. Inauguramos na BR-101, uma loja grande, perto da Vitarella, que é um foco logístico do Estado. Em 2022 abrimos mais uma loja em Carpina. Tínhamos um concorrente que nos ofereceu a vaga dele, compramos a loja e ficamos com três unidades, duas voltadas para o público de passeio (car center) que é a Rode Mais, aonde a gente começou. Na verdade, Rode Bem é o nome que começou, mas quando abrimos o truck center, em 2013, a Bridgestone queria que tivesse o nome Rode Bem. Então o que era Rode Bem antigamente, transformou-se em Rode Mais. Quando abrimos a unidade em Jaboatão foi como Rode Bem, uma filial de Carpina. Quando surgiu uma oportunidade de uma nova loja em Carpina, compramos e, para não ficar os nomes iguais colocamos como Rodo Max, que é uma loja de pneus e rodas esportivas. Abrimos essa loja em 2022 e agora em 2023 inauguramos uma em Suape, dentro do complexo da E-LOG. Hoje temos três Rode Bem em Carpina, Jaboatão e Suape e uma renovadora que fica em Carpina, mas atende toda a Mata Norte, Mata Sul

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Incorporação na área jurídica em destaque

O escritório Moury Fernandes & Marsha Oliveira Advocacia incorporou o Feldman Advocacia. O anúncio foi feito nesta semana. Com a movimentação, o escritório passa agora a expandir suas atividades para o Distrito Federal. O escritório já tinha unidades em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Campinas. “Além das áreas trabalhistas e de recuperação de crédito, com a incorporação, passamos a atuar nas áreas Cível, (contencioso e estratégico), Direito da Saúde, Negócios Imobiliários e Fusões e Aquisições (M&A)”, assinaram no comunicado os sócios Ana Luiza Feldman, Bruno Moury Fernandes e Marsha Oliveira.

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Shopping Boa Vista completa 25 anos, com fluxo de 50 mil clientes por dia

Atualmente com mais de 200 operações, duas praças de alimentação, seis salas de cinema e um parque de diversões, além de um edifício-garagem com mais de mil vagas, o Shopping Boa Vista completa 25 anos. O mall tem um fluxo médio de 50 mil pessoas por dia e gera 1,5 mil empregos de forma direta. Para celebrar a data, o empreendimento promove oito shows ao longo do mês, recebendo Almir Rouche, Victor Camarote e Madeira Delay.

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Comércio online cresce no Brasil e deve movimentar mais de R$ 186 bi

(Da Agência Brasil) O consumidor brasileiro tem demonstrado interesse crescente por compras online. Seja pela praticidade, pela possibilidade de comparar preços ou ainda atraídos por descontos, 62% dos consumidores do comércio eletrônico fazem de duas a cinco compras mensais. Foi o que mostrou a pesquisa inédita E-commerce Trends 2024, realizada pela Octadesk em parceria com o Opinion Box. Considerando os últimos seis meses, 58% dos entrevistados compraram mais pela internet do que em lojas físicas. E 85% compraram online pelo menos uma vez no último mês. É o caso da aposentada Roselete Moura, moradora de Brasília. Roupas, calçados, eletrônicos, artigos de higiene e beleza e eletrodomésticos foram os produtos mais comprados. Mahara Scholz, diretora de receita da Octadesk, destaca as principais projeções do e-commerce para os próximos meses. O levantamento traz também o perfil dos consumidores online brasileiros: maioria das classes CDE, mulheres, concentradas na região Sudeste e quase metade têm entre 30 e 49 anos. Sobre os canais preferidos para compras, os destaques foram para sites e lojas virtuais, seguidos dos marketplaces, que são espaços onde várias marcas e vendedores oferecem seus produtos, e, em terceiro lugar aparecem os aplicativos das próprias lojas. As redes sociais também são aliadas do comércio eletrônico: dois em cada três consumidores têm o hábito de pesquisar produtos desejados nesses espaços virtuais. A pesquisa também traz um alerta: 92% dos consumidores já deixaram de comprar online por temer que a loja fosse uma fraude. Lojas que demonstram medidas de segurança visíveis, selos de confiança e políticas de privacidade e segurança são preferidas, segundo o estudo. A preocupação com a garantia da compra leva usuários a buscar sites de reclamação, como aponta Mahara Scholz, representante da Octadesk. A pesquisa ouviu mais de 2 mil consumidores, com mais de 16 anos, de todo Brasil, em maio deste ano.

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Preço da cesta básica cai 4% no Recife

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que em julho, o preço da cesta básica caiu em 13 das 17 capitais monitoradas, incluindo Recife. A capital pernambucana teve a maior redução de 4%, ao lado de Campo Grande, João Pessoa e Aracaju. Enquanto isso, Porto Alegre apresentou aumento de 0,47% no período. Salvador, Brasília e Fortaleza registraram relativa estabilidade nos preços. Segundo o levantamento, Porto Alegre foi a capital com o maior custo para a cesta básica, atingindo R$ 777,16, seguida por São Paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro. Já nas capitais das regiões Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram encontrados em Aracaju, seguida por João Pessoa, Recife e Salvador. A queda nos preços dos alimentos foi percebida pelos moradores. Milena Vieira, microempresária em João Pessoa, destacou que identificou a redução e continua procurando itens em promoção. Por outro lado, a aposentada Maria José Barbosa, também moradora de João Pessoa, não sentiu o impacto da redução de 3,9% no preço da cesta básica na capital paraibana em julho. O balanço dos sete meses deste ano mostrou que o custo da cesta básica diminuiu em nove cidades, com maiores reduções em Vitória, Goiânia, Belo Horizonte e Campo Grande. Por outro lado, as altas variaram entre 1,15% em Fortaleza e 5,02% em Aracaju. Com base na cesta básica mais cara em julho, a de Porto Alegre, o Dieese também estima o valor do salário mínimo necessário para suprir as despesas de uma família com quatro pessoas, incluindo alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Em julho, esse valor seria de R$ 6.528,00, quase cinco vezes o salário mínimo atual de R$ 1.320,00. (Com informações da Agência Brasil)

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Max Day Hospital investe R$ 35 milhões em unidade no Shopping RioMar

O Max Day Hospital abriu suas portas no Shopping RioMar. O empreendimento é o O primeiro “hospital dia multi-especialidades” de Pernambuco. Com uma área de 3 mil m² e um centro cirúrgico com nove salas, o hospital é equipado com tecnologia para realizar procedimentos de pequena e média complexidade. A capacidade é de realizar diariamente de 60 a 70 cirurgias. INVESTIMENTO E OPERAÇÃO O Max Day Hospital é uma iniciativa 100% pernambucana, com um investimento estimado em R$ 35 milhões para execução e operação. O espaço funciona das 6h às 22h, com entrada independente e convênios médicos com Camed Saúde, Geap Saúde e Unimed Saúde. Apesar de ter capacidade para funcionar 24 horas, optou-se por adotar o conceito de desospitalização, priorizando a segurança dos pacientes. LOCALIZAÇÃO A localização do Max Day Hospital, dentro do Shopping RioMar e próximo à Ilha do Leite, principal polo médico do Nordeste, oferece vantagens tanto para os profissionais de saúde quanto para os pacientes. Com acesso facilitado dentro do mall, os médicos que possuem clínicas nas torres empresariais do RioMar podem se deslocar facilmente para o hospital.

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Redução da Selic faz bancos públicos reduzirem suas taxas

(Da Agência Brasil) A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, motivou os bancos públicos a se apressarem em anunciar taxas menores no empréstimo consignado. O anúncio do Copom ocorreu no final da tarde desta quarta-feira (2). Pouco depois, Caixa Econômica e Banco do Brasil divulgaram comunicados. A Caixa divulgou a redução de 1,74% para a partir de 1,70% ao mês nas taxas de juros do Crédito Consignado para beneficiários e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Banco do Brasil, por sua vez, reduziu taxas nas linhas de crédito consignado e automático, entre outros. A exemplo da Caixa, o BB reduziu os juros do consignado do INSS. Nesse caso, taxa caiu de 1,81% ao mês para 1,77% ao mês, na faixa mínima, e de 1,95% ao mês para 1,89% ao mês no patamar máximo. “A queda da taxa de juros no país está apoiada em condições positivas, construídas ao longo de todo o primeiro semestre deste ano. Elas possibilitam crédito mais barato para as famílias e para as empresas – especialmente as MPE [micro e pequenas empresas] – o que nos permite vislumbrar perspectivas de ainda maior dinamismo da economia, com mais crescimento e geração de emprego”, disse a presidente do Banco do Brasil, Taciana Medeiros. Rita Serrano, presidente da Caixa, também manifestou otimismo com o cenário. “A medida contribui com a organização das finanças dos clientes, em conjunto com as atuais ações vigentes do banco de negociação de dívidas, e para o crescimento da economia do país”. Em sua decisão, o Copom indicou que a Selic continuará a cair, amparada pela redução da inflação. Segundo comunicado do comitê, seus membros preveem cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões. A redução anunciada hoje foi a primeira após três anos. A última vez em que o BC tinha reduzido a Selic havia sido em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano. Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

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