Economia

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Primeira etapa de condomínio logístico da Feijão Turquesa será inaugurado ainda em 2023

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Agropecuária e Pesca do Paulista, Raimundo Lopes, e o o superintendente de licenciamento da SEMA, Silvio Batista, se reuníram com a diretora de Marketing Imobiliário da Turquesa, Lays Benjamim para discutir detalhes do licenciamento. Foto: Armando Fuentes A implantação do condomínio logístico da Feijão Turquesa avança em Paulista. Nesta segunda-feira (17.07), representantes da empresa se reuniram com representantes da gestão municipal na sede da Secretaria Executiva de Meio Ambiente (SEMA), localizada no Centro Administrativo da Prefeitura, em Maranguape I, para discutir os detalhes do licenciamento. O empreendimento está previsto para ser realizado em quatro etapas e ocupará uma área de 70 mil metros quadrados. Com galpões logísticos destinados a empresas que se instalarão na cidade, o condomínio oferecerá estacionamento para carretas e espaços administrativos. Estima-se que a construção do empreendimento gere cerca de 2 mil novas vagas de empregos diretos. Durante a reunião, a diretora de Marketing Imobiliário da Turquesa, Lays Benjamim, informou que a primeira fase será concluída ainda em 2023, enquanto as demais serão executadas ao longo de 2024. O novo condomínio logístico ocupará uma área de aproximadamente oito hectares.

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Como a melhora nos indicadores econômicos do Brasil impacta Pernambuco?

*Por Rafael Dantas A estimativa do Boletim Focus do Banco Central para o avanço do PIB do País em 2023 estava entre 0,7% e 0,8% no final do ano passado. Seis meses depois, a projeção alcançou o patamar de 2,19%. Mais otimista, o Ministério da Fazenda tem a perspectiva de crescimento entre 2,5% e 3% no ano. Esses não são os únicos números animadores registrados no início do terceiro mandato do Governo Lula. Avanço da Reforma Tributária e do Arcabouço Fiscal no Congresso, o controle da inflação e a baixa do dólar integram a paisagem mais esperançosa para o País. Como o PIB pernambucano tem forte relação com o desempenho nacional, as expectativas também são de melhorias na economia local em 2023. “O desempenho da economia tem surpreendido. Não só nacionalmente, como internacionalmente, o cenário era de negatividade muito grande. Mas o crescimento do primeiro semestre está nos fazendo revisar todas as expectativas”, avalia o economista e coordenador do curso de administração da Unit-PE, Edgard Leonardo. “A economia tem se mostrado mais resiliente do que pensávamos. A China começou a ter resultados positivos também, o que é muito bom para aumentar a venda de commodities brasileiras. Contamos ainda com uma supersafra e um aumento importante também da produção de petróleo”. Além das boas notícias vindas do agronegócio e do aquecimento chinês, a valorização da moeda e o controle da inflação estão no equilíbrio de indicadores positivos de 2023. O dólar, que fechou o ano de 2022 cotado em R$ 5,28, chega na segunda semana de julho em R$ 4,82. Mais surpreendente que a baixa do dólar tem sido a taxa de inflação. O País registrou em junho deflação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 0,08%. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação brasileira é de 3,16%. A projeção do Boletim Focus para o índice inflacionário do ano é de 4,95%, que ainda está acima do teto da meta, que é de 4,75% (o centro da meta é 3,25%). A projeção da instituição, no entanto, é menor que os 5,26% previstos no final do ano passado para 2023. No Painel Mensal da Agenda TGI, promovido em parceria com a Revista Algomais, o consultor Francisco Cunha ressaltou o desempenho da balança comercial e também a melhora da avaliação do País nas agências internacionais de risco. “O cenário internacional está mais favorável. Enquanto no ano passado inteiro tivemos um saldo de US$ 61 bilhões, com a contribuição do agronegócio, com praticamente metade das exportações, neste ano a balança comercial já teve um saldo de US$ 45 bilhões. O valor já é 33% superior ao de 2022. A economia vai bem do ponto de vista do comércio exterior”. O conjunto da melhoria econômica já começa a ser percebido pelas agências de classificação de risco. A S&P Global Ratings alterou a perspectiva da nota de crédito do Brasil de estável para positiva. A classificação positiva não acontecia desde 2019. Mesmo com a melhoria, o Brasil ainda segue na categoria de “especulação” na classificação das três principais agências de rating, ou seja, ainda fora do grau de investimento que obteve durante o segundo mandato de Lula, em 2008, e onde o País permaneceu até 2015, um ano antes do impeachment de Dilma Rousseff. Após a melhora no cenário econômico, Edgard Leonardo destaca que para conseguir bons resultados no curto prazo, o Governo Federal tem o desafio de estimular o consumo interno. Apesar de ser uma receita semelhante à usada em outros momentos do País, inclusive nas primeiras gestões do Governo Lula, o cenário é um pouco mais desafiador em 2023 por fatores como o endividamento das famílias e a taxa de juros. “As famílias brasileiras estão endividadas e com linhas de crédito muito altas. O setor varejista está muito sofrido. A dificuldade de financiamento do capital de giro das empresas é um dos pontos cruciais nesse momento. Estamos acostumados a resolver alguns problemas econômicos via estímulo ao consumo interno, mas temos a questão da taxa de juros que é alta”, afirma Edgard Leonardo. O economista afirma que não está no grupo dos que crucificam o Banco Central pela taxa de juros atual, pois avalia que há pontos de preocupação que a justificaram. Mas ressalva que ela deverá começar a cair nos próximos meses. Dados da última pesquisa Genial/ Quaest apontaram que 100% do mercado financeiro prevê uma redução da Selic neste ano. Para 92% dos entrevistados (gestores, economistas, analistas e tomadores de decisão das maiores casas de investimento) a redução já será anunciada na reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) do mês de agosto. “A redução da Selic ajudará a melhorar o desempenho dos setores, isso porque um patamar elevado de taxa de juros real restringe o consumo, principalmente de bens duráveis, contrai os investimentos das firmas e inibe o empreendedor. A redução da Selic permitirá que investimentos voltem a ser viáveis, que os financiamentos fiquem mais baratos e que o incremento de mão de obra seja possível. Incentivará todos os setores da economia”, destacou o presidente da Fecomércio-PE, Bernardo Peixoto. A reação da economia, após uma prova de fogo dos primeiros meses de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, acontece ainda antes do anúncio do novo Programa de Aceleração do Crescimento, que deve ser feito nas próximas semanas. Com foco em infraestrutura nas suas primeiras versões, o programa tem capacidade de dinamizar o setor da construção civil que tem ainda alto potencial de empregabilidade. “Agora é a hora da microeconomia, aonde o PAC tem um desempenho importantíssimo, porque vai dinamizar a economia pela realização de obras, já que muitas estão paralisadas. Vai começar a girar a roda do emprego. Até então, muita gente deixou de procurar trabalho por desalento. Estamos lutando para que a Transnordestina no seu trecho pernambucano entre no PAC. O que tira a economia do fundo do poço e promove a volta do dinamismo econômico é obra”, afirmou Francisco Cunha. No arremate do semestre, a aprovação da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados,

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Transnordestina: grupos empresariais e classe política defendem ramal em Pernambuco

Mais de 30 representações empresariais assinaram o documento “Pela garantia de conclusão da Transnordestina até o Porto de Suape”. O evento na Fiepe contou com a presença da governadora Raquel Lyra, da ministra Luciana Santos e dos senadores Humberto Costa e Teresa Leitão. Foto: Miva Filho A Federação das Indústrias de Pernambuco (FIEPE) recebeu hoje representantes da classe política e empresarial em Pernambuco para lançar o novo documento “Pela garantia de conclusão da Transnordestina até o Porto de Suape”. A reivindicação ao Governo Federal pela retomada e conclusão das obras da Ferrovia Transnordestina do ramal Salgueiro-Suape ganhou força. A expectativa no Estado é por um anúncio da entrada do investimento já no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC III) e no Plano Plurianual (PPA) do Governo Federal. Mais de 20 entidades de representação da indústria, comércio, agricultura, tecnologia e serviços, entregaram a governadora Raquel Lyra o documento que solicita a inclusão do trecho na ferrovia. “Pernambuco está unido em torno da Transnordestina. Precisamos da conclusão da obra da Ferrovia para garantir que o nosso Estado volte a ter capacidade de investimentos, e que possa mudar a sua matriz econômica fazendo com que o Nordeste se reposicione para o Brasil com a sua localização geográfica e o seu potencial logístico”, destacou Raquel Lyra. “A perda desse trecho significava para nós algo da mesma dimensão, uma mutilação tão grande, como foi a perda da comarca das Alagoas e a perda da Comarca do São Francisco, quando as revoluções de 1817 e 1824. Estamos hoje nesse momento especial de fazer essa mobilização para que o trecho seja recolocado no desenvolvimento de Pernambuco”, afirmou Francisco Cunha, consultor da TGI Consultoria e presidente do Business Affairs da Amcham Recife, logo antes de ler o manifesto. “A FIEPE sempre procura as pautas que provocam o desenvolvimento e o progresso de Pernambuco. É importante olhar o mapa ferroviário brasileiro, porque se não houver esse trecho de Pernambuco, será um grande vazio no Nordeste, prejudicando muito o desenvolvimento da região”, afirmou o presidente da FIEPE, Ricardo Essinger.  Estiveram no evento a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; o superintendente da Sudene, Danilo Cabral; os senadores da República Teresa Leitão e Humberto Costa; os deputados estaduais Waldemar Borges, Mário Ricardo e José Patriota; os federais Mendonça Filho, Pedro Campos, Carlos Veras e Silvio Costa Filho; o diretor-presidente de Suape, Márcio Guiot, além do presidente do Conselho Regional da Amcham Recife, Paulo Sales; o diretor-executivo do Grupo Atitude; Roberto Abreu e Lima; e demais representantes das entidades empresariais. O futuro da Transnordestina e os próximos passos da defesa do ramal pernambucano serão o tema da matéria de capa da próxima edição da Revista Algomais.

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Desenrola Brasil: renegociação de dívidas da Faixa 2 começa hoje

(Agência Brasil) O Ministério da Fazenda autorizou que as instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central (BC) para operações de crédito podem começar, a partir de hoje (17), a renegociação de dívidas da Faixa 2, pelo Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União. A Faixa 2 do programa atende à população com renda mensal de dois salários mínimos (R$2.640) a R$ 20 mil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou nas redes sociais o início do programa, que, segundo o governo, vai beneficiar 70 milhões de brasileiros que possuem dívidas.  “Ninguém gosta de ficar com o nome sujo. Vamos ajudar o povo a reconquistar dignidade.” As dívidas poderão ser quitadas nos canais indicados pelos agentes financeiros e poderão ser parceladas em, no mínimo, 12 prestações. Também é necessário ter sido incluído no cadastro de inadimplente até 31 de dezembro de 2022. Nesta etapa do programa, também serão perdoadas as dívidas bancárias de até R$ 100. Nesse caso, o nome da pessoa será retirado dos cadastros de devedores automaticamente pelas instituições financeiras. Segundo o Ministério da Fazenda, com essa medida, cerca de 1,5 milhão de pessoas deixarão de ter restrições e voltarão a poder ter acesso a crédito. Arte Agência Brasil Faixa 1 A portaria traz ainda as regras para a habilitação de agentes financeiros para a Faixa 1 do Desenrola Brasil. Nesse caso, os agentes financeiros terão que solicitar habilitação na plataforma do Fundo Garantidor de Operações Desenrola Brasil e devem cumprir os critérios negociais e tecnológicos previstos no Manual de Procedimentos Operacionais do FGO Desenrola Brasil. É necessário informar os registros ativos dos inadimplentes no perfil da Faixa 1, e fornecer dados como o número de contrato, a data da negativação e da inserção no cadastro de inadimplência, além dos três dígitos iniciais do número do CPF do devedor. As pessoas com dívidas até R$ 5 mil, e que tenham renda de até dois salários mínimos, ou estejam inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), poderão participar do Desenrola Brasil na Faixa 1, que terá início em setembro. Segundo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a próxima etapa do Desenrola Brasil será a realização dos leilões de desconto, com as informações dos agentes financeiros sobre os créditos negativados:  “Quanto maior for o desconto dado pelo credor é que o devedor, na sequência, conseguirá fazer a sua programação de parcelamento, com garantia do Tesouro Nacional.”

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Rei das Coxinhas vive momento de expansão

Na foto: Edivaldo Quirino, Gerente de merchandising do grupo, e o sócio David Santos Com uma trajetória de 36 anos de operações, o tradicional Rei das Coxinhas está investindo em um processo de requalificação de suas lojas e em uma expansão contínua. Já são mais de 40 unidades, entre Pernambuco, Paraíba e Alagoas. “Nossa família hoje tem 10 lojas, além da a fábrica que produz todos os produtos da rede. As demais são revendas autorizadas, que compram nossos produtos. Estamos reformando as lojas, melhorando as fachadas, em um padrão de castelo”, conta o sócio do Rei das Coxinhas, David Santos. Além da fachada, a rede está apostando em criar espaços de ativação de merchandising nas lojas, e já criou um lounge com uma sala de reuniões na sede em Gravatá. A empresa tem um robusto plano de inauguração de novas salas comerciais e um Parque de Esculturas, que terá um mirante e um anfiteatro, numa extensão de sua sede.

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Santander Select

Santander Select tem vagas de trabalho abertas em Pernambuco

Select, segmento alta renda do Santander Brasil, busca atingir um milhão de clientes até 2023 e está contratando 230 Especialistas em todo o país, incluindo Pernambuco. Os profissionais serão responsáveis por oferecer atendimento consultivo e personalizado aos clientes do banco. Os interessados devem possuir graduação completa, certificação CPA-20 e conhecimento em produtos de investimentos. Para se inscrever, o concorrente deve preencher o formulário no link https://santanderbrasil.gupy.io/job/eyJqb2JJZCI6NTA5NjExMiwic291cmNlIjoiZ3VweV9wdWJsaWNfcGFnZSJ9?jobBoardSource=gupy_public_page. O segmento alta renda cresceu 12% em base de clientes e 20% em clientes vinculados no primeiro trimestre deste ano. O Santander também lançou a plataforma AAA, com mais de 1 mil especialistas de investimentos, visando alcançar 2 mil até 2023.

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Número de famílias endividadas em Pernambuco volta a aumentar em junho

A pesquisa de Endividamento e Inadimplência (PEIC), realizada pela Fecomércio Pernambuco com base nos dados da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revela um aumento no número de famílias endividadas no estado. Atualmente, cerca de 432 mil pernambucanos possuem dívidas com cartão de crédito, financiamentos, carnês e crédito pessoal, sendo que 162 mil estão com contas atrasadas. O endividamento e a inadimplência representam um peso na renda mensal das famílias e limitam o consumo. Quanto mais cedo as dívidas forem quitadas, melhor, pois sobra mais renda disponível para aquisição de bens, serviços ou para poupança. Portanto, é importante reduzir ao máximo o tempo de atraso das dívidas e o número de inadimplentes, visando uma saúde financeira melhor para os lares. Entre as famílias pernambucanas com menor renda relativa (até 10 salários-mínimos), os tipos de dívidas mais comuns são cartão de crédito (92,6%), carnês (29%) e crédito pessoal (7,3%). Esses números refletem a facilidade de acesso a empréstimos pré-aprovados no cartão de crédito, bem como a ausência de juros adicionais em parcelamentos por meio de carnês. Já o crédito pessoal engloba empréstimos ou linhas de crédito oferecidos por instituições financeiras para diversos fins, como despesas médicas, reformas domiciliares, compra de bens duráveis ou necessidades básicas. Em média, as famílias pernambucanas ficam comprometidas com dívidas por cerca de 8 meses, enquanto o tempo médio de contas em atraso é de 60 dias em Pernambuco e 63 dias em todo o Brasil. Aqueles que estão em atraso podem enfrentar dificuldades financeiras, reduzindo sua capacidade de gastos e causando impacto negativo nas empresas devido ao endividamento e à inadimplência. Isso pode levar a uma desaceleração econômica, uma vez que o consumo e os investimentos são elementos essenciais para o crescimento econômico. O economista da Fecomércio, Rafael Lima, destaca o programa Desenrola, que em breve iniciará suas operações, como uma medida relevanta para o setor. “Há uma expectativa positiva em relação ao programa Desenrola, que recentemente teve sua portaria publicada e em breve iniciará suas operações. Essa iniciativa tem como objetivo promover a renegociação das dívidas, beneficiando especialmente o setor varejista ao trazer de volta consumidores anteriormente restritos devido à inadimplência.”

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Bares e restaurantes de Pernambuco enfrentam dificuldades financeiras

Uma nova pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) revela desafios econômicos enfrentados pelos estabelecimentos de alimentação fora do lar em Pernambuco. Embora tenha havido um aumento no número de empresas que estão obtendo lucro, os dados levantados no mês de maio ainda são preocupantes. Segundo o estudo, 44% dos estabelecimentos pesquisados estão com dívidas vencidas, seja com impostos, fornecedores ou serviços públicos. Dentre as empresas com dívidas, 83% devem impostos federais, como imposto de renda, PIS/COFINS ou parcelas do Simples. Além disso, 61% têm dívidas com impostos estaduais, 26% com encargos trabalhistas, 30% com taxas municipais, 26% com serviços de água, luz, gás e telefonia, 30% têm débitos com fornecedores de insumos e 30% estão com aluguel atrasado. Embora o índice de estabelecimentos operando com prejuízo em maio seja um pouco maior, atingindo 23%, também houve um aumento no número de empresas lucrando, passando de 38% em abril para 41% em maio. Por outro lado, o percentual de bares e restaurantes operando em equilíbrio diminuiu de 39% para 36%. “Infelizmente tivemos um aumento no número de empresas com pagamentos em atraso e isso é preocupante. O fato de 44% delas, o que representa quase metade do setor, não estarem conseguindo honrar as contas vencidas, é um sinal importante de alerta. Ainda mais preocupante é o fato de que, entre as empresas com débitos em atraso, 83% devem impostos federais. Embora seja um alento o aumento de estabelecimentos que estão conseguindo obter lucro, isso ainda não é suficiente. Os dados evidenciam os desafios enfrentados pelo setor e ressaltam a importância de medidas de apoio e incentivo para a recuperação e sustentabilidade dos bares e restaurantes”, afirma o presidente da Abrasel em Pernambuco, Tony Sousa. Apesar desse cenário, a pesquisa revelou que 46% dos bares e restaurantes em Pernambuco pretendem contratar no segundo semestre deste ano. Enquanto isso, 44% desejam manter sua equipe atual e apenas 6% indicaram intenção de demitir. Aproximadamente 4% não têm planos definidos ou não souberam responder. A pesquisa foi realizada com empresários pernambucanos do setor entre os dias 24 e 31 de junho.

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Governo de Pernambuco assina empréstimo de R$1,7 bilhão da Caixa para obras

O Governo de Pernambuco garantiu nesta quarta-feira (11) um montante de R$1,7 bilhão para obras, contratado por meio do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) da Caixa Econômica Federal. O contrato foi assinado pela governadora Raquel Lyra e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília, na presença da bancada federal de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra expressou sua satisfação com a assinatura do contrato: “Assinamos hoje o contrato de financiamento com a Caixa para garantir o investimento em obras de infraestrutura e saneamento em Pernambuco. Esse empréstimo, da ordem de R$ 1,7 bilhão, mais os R$ 900 milhões que já assinamos com o Banco do Brasil, representam mais de R$ 2 bilhões garantidos. Agradeço ao presidente Lula o apoio no trabalho para alavancar novos investimentos que permitam a Pernambuco se reposicionar no cenário do Nordeste e de todo o Brasil. Por muito tempo nosso Estado investiu pouco, e para enfrentar as desigualdades, seu principal problema, precisamos gerar oportunidades e garantir novos investimentos a partir de obras que estão sendo colocadas de pé”, assegurou a governadora.” Após anos sem aportes federais robustos, em seis meses, as operações de crédito contratadas com o Banco do Brasil (R$900 milhões) e a Caixa Econômica Federal (R$1,7 bilhão) somaram R$ 2,6 bilhões, o maior volume de captação de recursos para investimentos desde 2013. No ato, o presidente Lula reforçou a disposição de diálogo e cooperação com os governos locais. “Qualquer coisa que as cidades e os estados precisarem, nós estamos a postos, porque nosso papel é esse. Ainda esse mês nós vamos fazer um grande lançamento, que os governadores do Nordeste devem estar presentes, que é um ato do Crediamigo, na cidade de Fortaleza, para que a gente mostre para a sociedade brasileira que vai ter crédito, sim”, afirmou o presidente.

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Inflação do Grande Recife foi de 0,28% em junho

(Do IBGE) Enquanto o Brasil registrou uma deflação de 0,08% em junho, o Grande Recife teve a segunda maior inflação do país, com alta de 0,28% nos preços de produtos e serviços. A capital pernambucana ficou atrás apenas de Belo Horizonte (0,31%) e foi uma das cinco localidades, entre as 16 pesquisadas pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que tiveram inflação. Os dados foram divulgados nesta terça (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do semestre, o Grande Recife teve o sexto menor percentual do país, com inflação de 2,52% entre janeiro e junho. No Brasil, o índice foi ligeiramente superior (2,87%). A variação acumulada dos últimos 12 meses (julho de 2022 a junho deste ano) foi de 2,47%, também a sexta menor do Brasil, enquanto a média nacional foi de 3,16%. “A alta na inflação de junho no Grande Recife é resultado de aumentos pontuais em produtos com peso significativo na cesta de consumo. Tivemos alta de 4,09% na gasolina e de 3,73% na energia elétrica, mais especificamente nas taxas que incidem sobre o consumo dela. A taxa de iluminação pública subiu 0,2%, o PIS da energia avançou 4,9% e o Cofins, (3,7%)”, analisa a gerente de planejamento e gestão do IBGE em Pernambuco. “Ainda assim, houve quedas importantes, como os 5,8% de redução no gás de botijão e de 3,75% nos automóveis novos com a política de incentivo às montadoras”, completa. Na RMR, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IPCA no mês passado, Comunicação (-0,24%) e Artigos de Residência (-0,47%) apresentaram deflação na comparação com o mês anterior. Por outro lado, a maior inflação ocorreu na categoria Vestuário, com alta de 0,7% entre maio e junho. Em seguida, estão Habitação (0,58%), Transportes (0,57%), Despesas pessoais (0,32%), Saúde e cuidados pessoais (0,17%), Alimentação e bebidas (0,13%) e Educação (0,05%). Em junho, os cinco produtos ou serviços com aumento mais expressivo no IPCA foram o tomate (30,26%), o alho (8,42%), a maçã (6,61%), o açúcar cristal (6,06%) e a maionese (5,87%). Já os itens com maior redução de preço em junho foram o coentro (-13,41%), o óleo diesel (-7,75%), a melancia (-7,47%), o óleo de soja (-7,15%) e o mamão (-6,08%).

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