Economia

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Lula visita pólo automotivo de Goiana e tem agendas no Recife e Paulista

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou ao Pólo Automotivo Stellantis, em Goiana, ontem (6). Ao lado da governadora Raquel Lyra e dos gestores da Stellantis, ele percorreu áreas da indústria e conheceu o quinto modelo a ser fabricado pela companhia em Pernambuco, a Ram Rampage. Durante uma cerimônia, o presidente da Stellantis para a América do Sul, Antonio Filosa, prestou homenagem ao petista e destacou a parceria para a vinda da fábrica da empresa ao estado. Filosa entregou uma placa de reconhecimento e enfatizou a transformação logística e industrial que ocorreu em Pernambuco com a contribuição do presidente, juntamente com o saudoso governador Eduardo Campos, o vice-governador João Lyra. Em seu discurso, Lula prometeu que a economia nacional irá crescer nos próximos anos. “Este país vai voltar a crescer, este país vai voltar a ter crédito barato e este país vai trabalhar para que o Nordeste seja tratado de forma equânime com os estados do Sul”.  Raquel Lyra ressaltou o simbolismo de unidade desse momento para o Estado. “Em uma demonstração de união e força, estamos todos juntos para o desenvolvimento da Mata Norte e de todo o Estado. Por isso, iremos ultrapassar todos os desafios para permitir que nosso estado volte a crescer. Agradeço ao presidente Lula pelo compromisso com o Nordeste brasileiro e, sobretudo, com o estado de Pernambuco. O nosso governo está trabalhando incansavelmente para garantir o desenvolvimento de todo o Estado”, destacou a governadora Raquel Lyra. Participaram do evento os ministros Luciana Santos, responsável pela pasta da Ciência, Tecnologia e Inovação, e André de Paula, que lidera o Ministério da Pesca e Aquicultura. Também estavam presentes o chefe da Casa Civil, Rui Costa, os senadores Teresa Leitão e Humberto Costa, além dos prefeitos João Campos (Recife) e Eduardo Honório Carneiro (Goiana). Os secretários estaduais Guilherme Cavalcanti (Desenvolvimento Econômico) e Fernando Holanda (Assessoria Especial), bem como deputados federais e estaduais, também marcaram presença no evento. Hoje o presidente faz no Recife o lançamento do Novo Programa Farmácia Popular Local, no Compaz Escritor Ariano Suassuna, e inaugura em Paulista o Campus do Instituto Federal de Pernambuco (Foto: Janaína Pepeu/Secom)

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São João e Dia dos Namorados movimentam comércio no Recife

O comércio do Recife se prepara para o período junino, que promete aquecer as vendas com uma variedade de produtos prontos e insumos para confecção própria. Considerada a segunda data mais importante para o setor, perdendo apenas para o Natal, a expectativa da CDL Recife é um aumento de até 10% nas vendas do São João deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Além de roupas, calçados e cosméticos, há uma demanda por tecidos e acessórios para a criação de trajes juninos, bem como itens para decoração de ambientes, como chapéus de palha e balões, além de elementos decorativos para pratos e cenários gastronômicos. Junho também é impulsionado pelo Dia dos Namorados. “São duas datas fortes no mesmo mês para o comércio e que fazem apelo ao consumidor para presentear, decorar os ambientes, renovar itens do vestuário, calçados, cosméticos ou ainda entrar no clima e curtir o período, sair para jantar e provar comidas típicas”, afirmou o presidente da CDL Recife e também do Sindilojas, Fred Leal. Para animar o varejista do Centro do Recife e incentivar o consumidor, a CDL Recife lança, nesta quarta (07/06), a campanha institucional “Vem pro Centro no Dia dos Namorados e São João!”. A iniciativa contará com faixas instaladas em ruas do Centro.

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“Ter a Transnordestina concluída é o desafio que nós todos do Nordeste precisamos enfrentar”

O deputado federal Pedro Campos diz ser preciso “muita luta, muita força política” para que a obra da ferrovia seja finalizada. Ressalta que mesmo o Ceará, que continua na concessão do projeto, está apreensivo quanto à sua conclusão e propõe um diálogo amplo para buscar a melhor alternativa para concluir o empreendimento. (Foto: Lula Carneiro) P ara que o transporte de carga pelos vagões da Transnordestina torne-se finalmente uma realidade, o deputado Pedro Campos (PSB-PE) entende ser preciso ainda “muita luta, muita força política”. Ele analisa que a apreensão sobre a conclusão do projeto – que deveria ter acontecido em 2010 – é um sentimento compartilhado tanto pelo Ceará quanto por Pernambuco. Após o ministro dos Transportes Renan Filho ter assegurado a construção da linha para Suape, o parlamentar acredita que o momento agora é de diálogo com todas as partes interessadas no empreendimento e de vislumbrar as soluções para que seja construído da maneira mais breve possível. Por isso, organiza uma audiência pública para tratar do tema na Câmara Federal. Nesta entrevista a Cláudia Santos, Pedro Campos ressalta que a Transnordestina deve ser vista como um projeto de integração e desenvolvimento do Nordeste, que vai beneficiar vários Estados nordestinos. O parlamentar também fala de outras obras estruturadoras da região e ressalta a importância de implantar uma política de incentivos para a industrialização e a geração de emprego e renda. O que o senhor achou do pronunciamento do ministro Renan Filho assegurando que a conexão da Transnordestina até o Porto de Suape está mantida, podendo ser construída com recursos públicos ou privados? Esse pronunciamento, na verdade, já é uma constatação feita desde a eleição do presidente Lula e do compromisso que ele tem com o projeto da Transnordestina por inteiro. Está claro que essa missão foi passada para o ministro dos Transportes para poder viabilizar a obra por inteiro. Estamos ainda na mesma situação de avaliar os cenários. O ministério está avaliando a possibilidade de fazer a autorização ferroviária para o Grupo Bemisa realizar essa construção, ou o plano B, que seria colocar o recurso público diretamente por meio de uma obra pública que poderia ser executada pela Infra S.A. ou algum outro órgão do Governo Federal. Acredito que o ponto que se avança em relação ao cenário anterior é a constatação de que o retorno à concessão não é uma das possibilidades colocadas. E como foram as articulações na Câmara em prol da conexão da ferrovia com Suape e quais os próximos passos da Frente em Defesa do Nordeste? Tivemos o lançamento da frente firmando o compromisso de lutar por obras estruturadoras no Nordeste. Estamos falando da Transnordestina e algumas outras obras como a ferrovia Oeste-Leste da Bahia, ou a duplicação de algumas BRs importantes. Depois, na reunião da bancada, tivemos a oportunidade, junto com a ministra Simone Tebet, de poder discutir as questões mais voltadas ao planejamento e à política de incentivos ao desenvolvimento da região. No mesmo dia da reunião da Comissão de Integração Nacional, na Câmara, tive a oportunidade de apresentar um requerimento, que foi aprovado, para a realização de uma audiência pública sobre a Transnordestina. Esse será o próximo passo a ser dado até para contribuir neste estágio atual de análises dos cenários. Estamos chamando a TLSA, a Bemisa, o Ministério dos Transportes e organizações dos governos locais para que seja feito um debate sobre esses cenários e que fique mais fácil a construção do melhor caminho para que possamos ver a Transnordestina ser construída como um todo. É importante ressaltar que, antes disso, foi feita uma reunião com os deputados federais de Pernambuco, convocada pela governadora Raquel Lyra, em relação a essa questão. A Bancada Pernambucana, desde o governo anterior, vem apoiando e se mobilizando. O coordenador da bancada, Augusto Coutinho, continua muito ativo em relação a essa participação. A bancada de deputados estaduais também tem se movimentado. Participei de uma audiência pública realizada por essa bancada, pela Frente de Defesa da Transnordestina, liderada pelo deputado João Paulo. Vemos uma sinergia muito forte dos atores políticos de Pernambuco para lutar por essa ferrovia por inteiro, especificamente do trecho de Salgueiro até Suape. A audiência pública já tem data prevista? Ainda não foi marcada a data. Há uma dificuldade regional em razão do período dos festejos juninos, que a gente sabe que acaba demandando muito dos parlamentares e dos governadores. Mas a expectativa é que logo após o período junino e antes do recesso parlamentar, marcaremos essa audiência pública. Qual a importância da Transnordestina para Nordeste? A Transnordestina foi pensada como um projeto de integração e desenvolvimento do Nordeste, para ligar Piauí, Pernambuco e Ceará e, obviamente, impactar os estados vizinhos. Sabemos que, por exemplo, a região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), vai poder escoar os grãos pela ferrovia. Sabemos que existe a possibilidade de integração com a Norte-Sul, uma importante ferrovia que cruzará o Maranhão. E sabemos também que Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas poderão se beneficiar com a Transnordestina. A ferrovia foi pensada como um projeto estruturador de integração e desenvolvimento do Nordeste, que pode fortalecer a industrialização e a logística da região que permite que os negócios possam ter maior viabilidade econômica e financeira em serem implantados. Acredito que é essa mesma visão que faz com o que o presidente, hoje, diga ao seu ministro que ele quer ver a Transnordestina realizada por inteiro para que se mantenha essa visão de integração e fortalecimento do Nordeste, que não seja pensada com uma visão estreita de simplesmente escoar um produto específico do Piauí através do Porto do Ceará. Qual das alternativas o senhor acha mais promissora: a autorização ou a execução pública? Acredito que ainda devam ser aprofundadas as questões em torno de cada uma dessas soluções. A autorização ferroviária já daria solução para a implantação e operação da ferrovia, tendo em vista que a empresa autorizada, além de construir, teria também autorização para operar a Transnordestina. A execução da obra pública é uma solução emergencial muito mais

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Fazenda Polilac é pioneira na produção de queijo A2A2

Após se tornar o primeiro laticínio do Norte e Nordeste a obter a certificação de produtor de derivados lácteos das vacas A2A2, a Fazenda Polilac, sediada em Garanhuns, agora produz também queijo coalho com o leite tipo A2A2. É um tipo de leite que tem mais digestibilidade e não provoca inflamações e outros desconfortos. Isso só é possível graças ao rebanho de vacas geneticamente selecionadas. A Polilac tem um rebanho guzolando próprio, uma raça que nasceu do cruzamento entre as raças guzerá (zebuíno) e holandês (taurino), uma mistura que reuniu as melhores características de ambas. Atualmente, o laticínio produz 2,8 mil litros de leite diariamente. Desse quantitativo, 1,5 mil litros são do tipo A2.

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Brasil teve 1,3 milhão de empresas abertas no 1º quadrimestre de 2023

(Do Ministério do Desenvlvimento, Indústria, Comércio e Serviços) Mapa de Empresa do MDIC mostra ainda que tempo para abertura caiu 10 horas em relação a igual período de 2022, mas cresceu seis sobre o quadrimestre  De janeiro a abril deste ano foram abertas 1.331.940 empresas no Brasil, totalizando mais de 21 milhões de CNPJs ativos em todo o território nacional. Destes, 93,7% são de microempresas ou empresas de pequeno porte. Em média, o tempo gasto para abertura de empresas, no primeiro quadrimestre, foi de 1 dia e seis horas. Em Pernambuco, o saldo de novas empresas no período foi de 14.924 novas empresas.  Os dados constam do Mapa de Empresas, elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). O Mapa traz o perfil das empresas por porte, setor e ramo de atividade, e os recortes por estados e municípios. O Boletim do Mapa de Empresas, com o compilado e análise dos dados dos primeiros quatro meses deste ano, foi divulgado nesta segunda-feira (29).  Em números absolutos, São Paulo foi o estado com mais empresas abertas no quadrimestre, seguido de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Goiás. Juntos, estes estados concentram 75% das empresas brasileiras.  Em termos de crescimento percentual, porém, os estados que mais avançaram sobre o quadrimestre anterior, último de 2022, foram Tocantins (34,8%), Mato Grosso (32,9%), Rondônia (29,9%), Paraná (28,2%) e Roraima (27,1%).  Os dados são compilados e estruturados pelo Departamento de Registro Empresarial e Integração (DREI), subordinado à Secretaria da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte e do Empreendedorismo (Sempe) do MDIC.  Para a Diretora do DREI, Amanda Souto, a consolidação do tempo médio por volta de 1 dia mostra a assertividade das medidas de simplificação para abertura de novas empresas implementadas pelo governo federal e pelos estados.  “Com o avanço da padronização de procedimentos e fluxo nas 27 unidades federativas, esse indicador tende a cair ainda mais, além de refletir o avanço da digitalização e automatização dos procedimentos necessários para formalizar novos negócios”, completa.  Abertura e fechamento Em contraponto à abertura de 1,3 milhão de empresas, foram encerrados no primeiro quadrimestre deste ano 736.977 CNPJs, saldo positivo de 594.963. O total de aberturas foi 21,8% maior do que no quadrimestre anterior e 1,6% menor em relação ao mesmo período de 2022. Já os fechamentos representaram aumento de 34,3% e 34,7%, respectivamente, nas mesmas bases.  Os estados com mais empresas abertas (SP, MG, RJ, PR, RS, SC, BA e GO) foram os que também tiveram mais empresas fechadas no período, em números absolutos – mais uma vez, 75% do total.  Em termos percentuais, relativamente ao quadrimestre anterior, o aumento de empresas fechadas foi maior no Acre (53,8%), em Roraima (49,0%), na Paraíba (45,8%), no Amazonas (44,3%) e no Mato Grosso (43,2%).  Tempo de abertura O tempo médio gasto para abertura de empresas no primeiro quadrimestre – 1 dia e seis horas – representa aumento de seis horas em relação ao quadrimestre anterior, mas redução de 10 horas sobre igual período do ano passado. Esse tempo, de maneira geral, depende da capacidade de atendimento das Juntas Comerciais nos estados, incluindo sistemas de informática e números de funcionários, entre outros fatores. Sergipe foi o estado mais rápido para registrar novas empresas ao final do primeiro quadrimestre de 2023: apenas 7 horas, em média. Já o maior tempo de abertura foi registrado em São Paulo: 2 dias e duas horas. Em relação às capitais, Curitiba (PR) e Aracaju (SE) registraram menor tempo de abertura, com média de apenas duas horas. Já Belém do Pará foi a que demandou mais tempo (2 dias e 22 horas), seguido pela cidade de São Paulo (1 dia e seis horas). Setores, porte e perfil Em linha com o cenário predominante da economia brasileira nas últimas décadas, 83,8% das empresas abertas no primeiro quadrimestre vêm dos setores de comércio e serviços – sendo que este último responde por 59,5%.  Os campeões de CNPJ abertos são para as atividades de promoção de vendas; comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios; preparação de documentos e serviços de apoio administrativo; cabeleireiros, manicure e pedicure; e obras de alvenaria.  A liderança de tais atividades se relaciona ao fato de 80,4% dos registros serem de MEIs. No primeiro quadrimestre, foram abertas 1.070.506 empresas nesse espectro, aumento de 25,4% em relação ao quadrimestre anterior e queda de 3,1% sobre igual período de 2022.

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Empresas buscam recuperação judicial para evitar fechamento e renegociar dívidas

O número de empresas que recorrem à recuperação judicial para renegociar dívidas e evitar o fechamento tem aumentado consideravelmente. No primeiro trimestre deste ano, houve um aumento de 94,44% nos casos de insolvência de empresas brasileiras de grande porte, em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Serasa Experian. Esse aumento pode ser atribuído aos altos juros, dificuldade de acesso ao crédito e níveis elevados de inadimplência enfrentados pelas empresas. No primeiro trimestre do ano, também se destacou o crescimento de pedidos de recuperação extrajudicial – disparou em 900%. Segundo Marcelo Carvalho, essa postura demonstra o interesse das partes em renegociar as dívidas. “Essa movimentação serve de termômetro para mostrar o cenário do mercado e como empresas estão atuando para permanecerem de portas abertas e saldarem seus credores”, avaliou o sócio gestor das áreas de Recuperação de Crédito e Recuperação Judicial do escritório Queiroz Cavalcanti Advocacia, Marcelo Carvalho.  O advogado ressalta que esse passo que as empresas endividadas dão, rumo às contas, pode refletir não só no mercado, mas também na manutenção de empregos, geração de tributos aos cofres públicos e na oferta de produtos e serviços aos consumidores. Sem falar no cumprimento de algo que foi acordado com uma empresa. “Como proceder uma pessoa ou empresa que contratou um serviço e a empresa quebrou e não prestou?”, argumenta o advogado. Em abril deste ano, os pedidos de recuperação judicial no Brasil aumentaram 43,1% em comparação com o mesmo mês de 2022, totalizando 93 solicitações. As micro e pequenas empresas lideraram as requisições, com 64 pedidos, e o setor de serviços foi o mais afetado, seguido pelo comércio e indústria. Por outro lado, os pedidos de falência também apresentaram um aumento de 12%. Esses dados fazem parte do Indicador de Recuperação Judicial e Falências da Serasa Experian, que coleta informações mensais para decisões de crédito e apoio aos negócios. Além disso, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelou que, em abril, cerca de quatro em cada dez adultos brasileiros estavam inadimplentes, totalizando mais de 66 milhões de pessoas com dívidas. Os bancos concentram a maior parte das dívidas dos consumidores, representando 63,76% do total, seguidos pelo setor de comércio e pelos serviços de água e luz. A situação financeira dos consumidores reflete nos negócios das empresas, destacando a importância de ambas as partes ficarem em dia com seus débitos e, se necessário, buscar orientação para lidar com a situação, ressaltou Marcelo Carvalho.

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Pacote para carro popular mais perto de sair

(Com informações da Agência Brasil) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu o aval para o pacote de estímulo à produção de carros populares, segundo anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A versão final do programa foi apresentada ao Palácio do Planalto e está agora em análise pela Casa Civil. A data de lançamento ainda não foi divulgada, mas Haddad espera que a medida provisória seja analisada até segunda-feira (5). O programa terá duração de aproximadamente quatro meses e visa reduzir temporariamente os impostos, sem impactar os cofres públicos, graças a uma fonte de financiamento definida. O ministro Haddad afirmou que o programa é favorável tanto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) quanto à Fazenda. Ele ressaltou que o objetivo é evitar demissões no setor automobilístico e em toda a cadeia produtiva, diante da preocupação com o emprego. A renúncia fiscal terá um impacto menor do que os R$ 2 bilhões inicialmente estimados e será integralmente compensada. Haddad destacou que o programa vigorará até que as taxas de juros comecem a cair no Brasil, sendo uma medida temporária. Com a redução temporária de impostos e a garantia de fonte de financiamento, espera-se evitar demissões e estimular a produção no setor. A medida provisória está em análise pela Casa Civil e, em breve, serão divulgados mais detalhes sobre o programa. A expectativa é que sua implementação ocorra nos próximos meses.

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Confiança do empresário do comércio de Pernambuco cai pelo 6º mês

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) de Pernambuco apresentou o menor valor no mês de maio, desde agosto do ano passado, com o índice de 108,2 pontos. O recorte local realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) apontou que pela primeira vez em 8 meses, o indicador estadual se situou abaixo do nacional, que marcou 108,8 pontos. Uma redução de 4,5% ante o mês anterior e queda de 2,9% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Ao comparar o acumulado em 12 meses entre Pernambuco e Brasil há uma leve vantagem de 1,9% do Estado.  Para o mês de maio, o ICEC destaca que os empresários dos grupos de semiduráveis (roupas e calçados) e duráveis (geladeira, máquina de lavar, fogão, etc) estão pessimistas em relação às condições atuais da economia brasileira. Além disso, 64% dos comerciantes de bens duráveis (geladeiras, fogões, máquinas de lavar e televisões) afirmam que as condições atuais do setor pioraram um pouco ou pioraram muito. Esse pessimismo pode ser um reflexo da influência tanto da inflação dos eletrodomésticos como da taxa básica de juros do Banco Central no consumo. Os bens duráveis, cujos preços são mais elevados, pesam mais no orçamento das famílias, requerendo, por isso, o acesso a modalidades de parcelamento das compras (sobretudo crediários e cartão de crédito).  Ocorre que, atualmente, a taxa básica de juros da economia, a Selic, está cotada em 13,75% pelo Banco Central, balizando taxas de juros aos consumidores mais elevadas. O contexto se torna ainda menos favorável pelo fato da inflação dos eletrodomésticos (7,1%), medida pelo acumulado dos últimos doze meses através do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), haver superado a média estadual (3,5%) e nacional (4,1%) do IPCA no mesmo período. Não por acaso cerca de cinco em cada dez comerciantes de bens duráveis afirmaram ter expectativa de investimentos menores nos próximos meses.  “Os dados do Boletim Focus desta semana revelaram um suspiro quando tratamos de inflação, com uma queda para o patamar de 5,8% ao final de 2023 e um avanço de 1,2% no PIB, quando comparado ao ano anterior. Logo, é provável que esse cenário de pessimismo se reverta, acaso, nos próximos meses, ocorra um recuo sustentado da inflação e a taxa de juros comece a ceder”, afirma o economista da Fecomércio-PE, Rafael Lima. 

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Vale do São Francisco exporta 50 mil toneladas de mangas para EUA

(Com informações da Valexport) Os produdores do Vale do São Francisco vendem para os Estados Unidos 50 mil toneladas anuais ou 12 milhões de caixas. A melhoria da qualidade e consistência das mangas frescas destinadas aos consumidores norte-americanos foram discutidas nesta quarta-feira (31), em Petrolina – PE, durante o XIII Workshop internacional da National Mango Board no Vale do São Francisco. Realizado pela NMB (National Mango Board), entidade de fomento ligada ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, com apoio da Associação dos Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco (Valexport), o workshop começou com uma palestra do gerente sênior de dados e pesquisa da NMB, Rolff Vladimir Mitton. O gerente mostrou números de consumo de manga, projeções de promoção na área de marketing e projetos de pesquisas desenvolvidas pela NMB nos EUA.  “A ideia é trabalhar com as associações de produtores e exportadortes para oferecer uma manga de qualidade visando os consumidores norte-americanos. A meta da NMB é aumentar o consumo per capita de 1.6 kg para 2.4kg até o ano de 2025”, ressaltou. De acordo com o diretor Institucional da Valexport, empresário, produtor e exportador, Caio Coelho, os Estados Unidos é o segundo maior comprador estrangeiro da manga do São Francisco. “O NMB tem um papel preponderante no crescimento das nossas exportações, desde a sua primeira edição, em 2007, colocando o Vale entre países como México, Peru e Equador, os maiores exportadores para o mercado norte-americano “, concluiu.

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Pesquisa: Empresários otimistas com Dia dos Namorados e São João

De acordo com uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), foi constatado que 53,9% dos consumidores têm a intenção de celebrar a sexta data comemorativa mais importante do ano para o comércio. Dentre esses consumidores, aproximadamente 40,6% têm a intenção de presentear, enquanto 13,7% planejam desfrutar de um momento em um bar ou restaurante. Além disso, 12% pretendem preparar um jantar romântico em casa, 3% planejam realizar uma viagem e 1,6% pretendem aproveitar um show ou uma casa noturna. No que diz respeito ao momento de compra dos presentes, a pesquisa revelou que a maioria dos consumidores (56,3%) pretende adquiri-los na mesma semana do Dia dos Namorados. Apenas 21,5% dos entrevistados planejam realizar suas compras com até duas semanas de antecedência. O valor médio dos presentes foi estimado em R$190 por consumidor, sendo que 35,8% deles indicaram que pretendem gastar entre R$101 e R$200. Cerca de 27% dos entrevistados planejam realizar despesas de até R$100, enquanto 20,8% têm a intenção de gastar mais de R$300. Quanto aos gastos médios em restaurantes e lanchonetes, estima-se que sejam em torno de R$179. Em relação aos locais escolhidos para a compra dos presentes, a pesquisa revelou que 43% dos consumidores pretendem adquiri-los no comércio tradicional, enquanto 39,4% optarão por realizar suas compras em shoppings centers. Apenas 15,8% dos entrevistados indicaram que utilizarão o comércio eletrônico como canal de compra. No que diz respeito às formas de pagamento, o cartão de crédito desponta como a preferida entre os consumidores, sendo escolhida por 49,4% dos entrevistados. Em relação às empresas, a pesquisa da Fecomércio-PE revelou uma baixa intenção de contratar trabalhadores adicionais para apoiar as vendas do Dia dos Namorados, especialmente quando comparada à pesquisa do Dia das Mães. A proximidade entre as datas pode ser uma das razões para esse resultado, uma vez que os empresários tendem a aproveitar os trabalhadores temporários já contratados para o período do Dia das Mães. As principais estratégias adotadas pelos empresários e gestores para impulsionar as vendas incluem o uso da internet e das redes sociais. Além disso, destacam-se as ações de incentivo aos trabalhadores, com o objetivo de premiar o bom desempenho nas conversões de vendas. “A expectativa para o desempenho das vendas para o Dia dos Namorados é extremamente otimista entre os empresários do varejo tradicional, com 90% acreditando que superarão o volume de vendas do ano passado. Já o empresariado do varejo em shopping indica menor otimismo (75,9% creem em maiores vendas este ano, relativamente ao mesmo período do ano passado). Entre os segmentos do varejo, tem-se que 64,8% dos comerciantes de alimentos no varejo tradicional revelam a expectativa de vendas maiores, quando comparado ao Dia dos Namorados de 2022, enquanto 72,2% dos comerciantes com estabelecimentos nos shoppings centers seguem a mesma perspectiva.” – comenta Rafael Lima, economista da Fecomércio Pernambuco.  Os empresários do varejo estimam crescimento nas vendas de 14,2% no comércio tradicional e 18,2% no shopping center. Entre o segmento alimentício, a estimativa é avanço de 15,2% no comércio tradicional e 22,2% no shopping.  SÃO JOÃO Segundo a pesquisa da Fecomércio-PE, 28,3% dos consumidores têm intenção de viajar para outra cidade durante o São João, com destaque para a Região Metropolitana do Recife (29,4%). A maioria dos consumidores (50,2%) planeja comemorar a festividade em casa, enquanto 43,6% pretendem participar de eventos públicos. Quanto às compras de produtos pessoais, 44,3% dos consumidores planejam adquiri-los, sendo roupas (36,6%), calçados (15,2%) e adereços juninos (10,8%) os itens mais procurados. O ticket médio estimado para essas compras é de R$192, com a preferência pela forma de pagamento à vista (51%) em relação ao cartão de crédito (27,1%). Em relação às empresas, o setor de varejo tradicional demonstra maior intenção de contratar colaboradores temporários (44,1%) em comparação aos shoppings (6%). As estratégias para impulsionar as vendas incluem o uso da internet e redes sociais, além de incentivos à equipe de colaboradores e publicidade de rua. Quanto às expectativas de vendas, os empresários do varejo tradicional mostram otimismo, com 92,8% esperando aumento nas vendas em relação ao ano anterior. Já os varejistas de shoppings têm um otimismo mais cauteloso, com 74% prevendo vendas maiores em relação a 2022. No segmento de alimentação, 42,9% acreditam que o desempenho será igual ao ano passado, enquanto 66,6% dos estabelecimentos em shoppings esperam um aumento nas vendas.

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