Economia

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Pernambuco teve alta de 1% na produção industrial em junho, segundo o IBGE

(Do IBGE) Pernambuco teve o terceiro melhor resultado entre os 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-Regional) de junho, divulgada pelo IBGE. Enquanto o Brasil apresentou queda de 0,4% na produção industrial em comparação ao mês anterior, o estado teve aumento de 1%, índice superado apenas pelo Pará (9,8%) e pela Bahia (2,4%). Em maio, Pernambuco havia registrado queda de 2,3% na indústria. Já na comparação entre junho de 2022 e o mesmo período do ano passado, Pernambuco está em posição intermediária, em sétimo lugar, com aumento de 1,7%; no Brasil, houve uma retração de 0,5%. Por outro lado, a variação acumulada de janeiro a junho em relação ao mesmo período de 2021 teve uma retração de 4,3%, acompanhando o resultado nacional (-2,2%). A variação acumulada em 12 meses (de julho de 2021 a junho de 2022) também teve variação negativa (-6,2%), assim como ocorreu com o Brasil (-2,8%). Fabricação de produtos alimentícios lidera aumento de atividades industriais no estado em junho de 2022 na comparação com o mesmo mês de 2021 Em junho de 2022, sete das 12 atividades industriais pesquisadas tiveram resultados positivos em comparação ao mesmo mês de 2021. Desta vez, a Fabricação de produtos alimentícios tomou a dianteira, com aumento de 34,9%, seguido por Fabricação de produtos de borracha e de material plástico (11,8%) e Fabricação de produtos químicos (8,2%) em terceiro lugar. Já os piores resultados do período ficaram com Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-37,6%), Metalurgia (-35,4%) e Fabricação de minerais não-metálicos (-25,5%). A variação percentual acumulada de janeiro a junho de 2022 frente ao mesmo período de 2021 teve cinco setores em alta. Os três com melhores resultados foram Fabricação de outros equipamentos de transporte (26,4%), seguido por Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de perfumaria e higiene pessoal (5,6%) e Fabricação de produtos alimentícios (4,5%). Já as atividades industriais com maior retração foram Fabricação de produtos têxteis (-29,2%) Fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-20%) e Fabricação de celulose, papel e produtos de papel (-18,5%). No acumulado dos últimos 12 meses, em comparação com o mesmo período do ano anterior, apenas dois setores tiveram alta: Fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (31%) e Fabricação de produtos alimentícios (0,6%). Entre os demais que tiveram queda, os piores resultados foram, novamente, na Fabricação de produtos têxteis (-28,5%). Metalurgia (-17,4%) vem em seguida, e logo após está Fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15%).

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Entrevista com Sandro Prado: “Caso venha a ocorrer, o Brasil será atingido em cheio pela recessão mundial”

Analistas do mundo todo falam sobre a chegada de uma recessão global em um horizonte muito próximo. Na edição da Algomais desta semana tratamos dos impactos no Brasil e em Pernambuco e hoje publicamos na Gente & Negócios na íntegra a entrevista com o economista do Conselho Regional de Pernambuco e professor da Universidade de Pernambuco (UPE) Sandro Prado sobre esse cenário que assombra a economia internacional. O que caracteriza uma recessão global e por que tanta gente está com a perspectiva que a enfrentaremos em breve? A recessão global é quando há uma forte redução nas atividades econômicas nos principais mercados mundiais como na Zona do Euro, nos Estados Unidos e na China. Este fenômeno se alastra rapidamente por todos os países devido à grande interdependência gerada pela globalização econômica, o que é a marca do capitalismo contemporâneo.  Em termos técnicos e de forma sintética a recessão é quando há uma diminuição no Produto Interno Bruto (PIB), por dois trimestres consecutivos. Podemos perceber este movimento recessivo na economia real através de alguns índices econômicos como a queda no PIB, o aumento nos níveis de desemprego, a redução da renda das famílias e dos investimentos. O mundo enfrenta um cenário de crise econômica que pode ser exemplificado com a decisão do FED de aumentar a taxa de juros nos EUA o que norteia o Banco Central Europeu (BCE) a também elevar a taxa de juros na Zona do Euro. Os aumentos devem durar por quase todo o ano de 2022 e este aperto monetário mais longo deve disseminar a crise por todo o globo já que os EUA ainda se sustenta como a grande potência econômica mundial. O aumento da Taxa de Juros reduz o consumo que por sua vez tem reflexo direto na diminuição da produção e nos investimentos ocasionando a queda no PIB e a recessão.  Esse cenário é inevitável? Alguma ação poderia ser tomada pelas maiores economias globais e órgãos reguladores para evitá-la? O cenário é de muita, muita incerteza. A pandemia de Covid-19 e o conflito bélico entre a Rússia e Ucrânia vieram acelerar ainda mais o temor de uma recessão global. Os assuntos que tem dominado o debate econômico mundial são recessão, taxa de juros, desabastecimento e inflação. As medidas de política monetária clássica não são suficientes para evitar a crise do capitalismo de mercado. A intervenção do estado na economia é fundamental neste momento de incertezas e insegurança. Somente desta forma conseguiremos evitar uma grande crise que traria consequências desastrosas para economias como a do Brasil.  Por enquanto é a China a grande âncora que ainda tem conseguido segurar um pouco a chegada da crise global. A crise é evitável, mas para isto, será necessário a orquestração de políticas macroeconômicas globais. Como o Brasil e Pernambuco devem ser afetados por esse fenômeno global? A economia brasileira já anda bastante combalida com uma acentuada perda do poder de compra da população, altas taxas de desemprego, de taxa de juros, de endividamento das famílias e de inflação.  A desindustrialização é extremamente preocupante e as respostas do Ministério da Economia a estes graves problemas não tem sido a contento.  Caso venha a ocorrer, o Brasil será atingido em cheio pela recessão mundial. O modelo equivocado de transformar o Brasil em um mero fornecedor de produtos primários para o mundo remonta políticas de um século atrás e os erros sucessivos na insistência desta estratégia tem trazido grande prejuízo para a economia e para a imagem do Brasil no exterior.  O modelo é altamente degradador do meio ambiente e destruidor dos povos originários pois é baseado na destruição de florestas para aumentar a fronteira agrícola e criatória e a exploração de minérios. Tornar o Brasil novamente dependente da exportação de comodities agrícolas e minerais e um mero importador de produtos industriais é um erro e, nos próximos anos, pagaremos um preço muito caro por esta escolha.  Essas recessões afetam mais alguns setores do que outros? Olhando para a economia pernambucana, quais seriam os mais prejudicados? Apesar de Pernambuco ter o 10º maior PIB entre os estados brasileiros os indicadores econômicos e sociais apresentam índices extremamente preocupantes e decepcionantes. A queda na renda e no poder de compra das famílias vem prejudicando sensivelmente a economia, o desemprego é bem acima da média nacional bem como os índices de pobreza e miséria. Pernambuco se tornou dependente e refém das políticas de transferência de renda do governo estadual e federal. Desta forma a indústria e o comércio varejista de bens e serviços devem ser duramente atingidos com o aprofundamento da crise, de forma similar como aconteceu durante a pandemia. Se a recessão mundial ocorrer, a contração das exportações de bens industriais e de comodities deve acentuar a queda do setor industrial pernambucano e desorganizar a cadeia produtiva agrícola.  A restrição do consumo das famílias afetará milhares de pequenos negócios em todo o estado tendo como consequência principal o empobrecimento cada vez mais acentuado da população. Diante desse risco global, que temas da agenda econômica deveriam estar sendo discutidos neste ano nas eleições nacionais e em Pernambuco? Não tenho dúvida que a agenda econômica de qualquer sociedade deve estar alinhada com as necessidades das pessoas. Erradicar a fome, a miséria e a pobreza deve ser o foco central de qualquer partido que lance candidato(a) a presidência da República e ao governo do estado de Pernambuco. Em tempos de crise, a agenda deve ser pautada na condução de políticas econômicas robustas onde o estado brasileiro intervenha nas atividades econômicas com políticas anticíclicas e com investimento estatal em setores estratégicos para a retomada do desenvolvimento. A criação de empregos e a garantia da renda mínima, o aumento real do salário mínimo, da renda das famílias e a redistribuição da renda deve ser enfrentados de frente pelo novo governo. Não há como desenvolver sem distribuir, a grande concentração de renda no Brasil tem que ser combatida de imediato, só nos resta saber se elegeremos deputados e senadores, em número suficiente, que tenham competência e vontade de realmente

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R$ 110 milhões: Novo pátio de veículos da SADA será instalado em Goiana

A mineira SADA, que atua no setor de transportes e armazenagem, está construindo ao lado da fábrica FCA Jeep, em Goiana, um novo pátio de veículos. O empreendimento receberá investimentos na ordem de R$ 110 milhões. Em operação, a nova infraestrutura auxiliará na redução do custo do frete e da produção. A expectativa é de que sejam gerados cerca de 300 empregos. O novo pátio ocupará uma área de 32 hectares e incluirá a operação do transporte especializado de veículos; transporte rodoviário de carga geral e fracionada; cabotagem e transporte rodo marítimo de veículos zero km; armazéns gerais e centro de distribuição; transporte, unitização e desconsolidação de container; desembaraço aduaneiro; serviço de estiva; operador portuário; contratação de frete marítimo e administração de pátios. O grupo empresarial atende a grandes nomes do mercado automobilístico, como Jeep FCA, Volkswagen, General Motors, Ford, Renault e Mitsubishi. O governador Paulo Câmara visitou as obras de construção nesta semana, acompanhado do presidente da empresa, Vittorio Medioli, e do presidente da Adepe, Roberto Abreu e Lima. “A SADA traz o diferencial de priorizar a diminuição dos impactos no meio ambiente e o aumento do consumo de energia limpa”, destacou Paulo Câmara. (Fotos: Aluísio Moreira/SEI)

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Oficina apresenta diagnóstico para revisão do Plano Diretor Suape 2030

Evento terá o objetivo de apresentar e debater a situação atual e as expectativas dos principais stakeholders para o futuro do complexo industrial portuário O Complexo Industrial Portuário de Suape realiza, nesta quarta (10) e quinta-feira (11), no auditório do centro administrativo da empresa, oficina participativa para apresentação da etapa de diagnóstico da revisão do Plano Diretor Suape 2030. O plano tem por objetivo revisitar todo o planejamento físico-territorial e estratégico da estatal frente às novas demandas de mercado e aos desafios impostos pelo atual cenário econômico. O projeto é comandado pelo consórcio formado pelas empresas TPF e Ceplan, vencedor do certame. O prazo total de execução é de 15 meses. O trabalho encontra-se, atualmente, na etapa de Diagnóstico Situacional, em que foram aprofundados os estudos por 10 eixos temáticos. Como finalização e consolidação dessa etapa, a oficina terá o objetivo de apresentar e debater a situação atual e expectativas dos principais stakeholders para o futuro do complexo. Nesta quarta (10), serão abordados os eixos temáticos relativos aos aspectos econômicos, saneamento ambiental, infraestrutura de transportes, serviços locais complementares, segurança e suprimento de utilidades. No segundo dia, quinta-feira (11), os temas abordados serão: gestão territorial, questões ambientais, patrimônio histórico e cultural, além dos aspectos sociais e habitacionais. Para o diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão, ouvir os agentes atuantes no território é imprescindível para a definição de estratégias e ações que permitam a consolidação e desenvolvimento participativo na atualização do Plano Diretor de Suape. “Esse esforço tem por finalidade dotar a empresa de um instrumento normativo de planejamento e gestão territorial atualizado, inovador e alinhado às políticas públicas de desenvolvimento do Estado, da região e do país. É essencial para promover o desenvolvimento sustentável do complexo, para compatibilizar, no seu território, o desenvolvimento econômico, à conservação integrada do patrimônio ambiental e cultural, com equidade social”, pontua. O diretor de Planejamento e Gestão de Suape, Francisco Martins, reforça que a revisão do Plano Diretor é parte de uma série de iniciativas estratégicas importantes para o desenvolvimento do porto e dos municípios localizados sob sua área de influência. “Nessas três primeiras semanas de agosto, nós realizaremos uma série de atividades importantes que fazem parte do planejamento estratégico da empresa. Além da apresentação da etapa de diagnóstico do Plano Diretor, realizamos, na última semana, oficinas de planejamento participativo para elaboração do Plano de Mobilidade de Sirinhaém e do Cabo de Santo Agostinho, que são realizados por Suape. Na semana do dia 15, receberemos uma missão do Ministério da Infraestrutura, que enviará uma equipe de Brasília para que iniciarmos a atualização do Plano Mestre”, explicou. CENÁRIOSO Plano Diretor Suape 2030 foi elaborado em 2011, após o complexo registrar o período de maior progresso de sua história. Na ocasião, o governo estadual havia anunciado aportes de recursos em investimentos da ordem de R$ 710 milhões. Esse volume era superior aos cerca de R$ 643 milhões já investidos, desde a criação de Suape. Foram elaborados três cenários de referência para orientar a visão de futuro do complexo com metas e objetivos até 2030: de curto, médio e longo prazos. Com a crise econômica instalada a partir de 2014, Pernambuco sofreu forte redução nas transferências federais, além de maior limitação de acesso ao crédito. Outras variáveis, como queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta no desemprego, mudaram alguns dos cenários previstos. Com tudo isso, muitos planos e investimentos esperados ou iniciados não chegaram a ser concluídos ou retomados. Essa nova realidade econômica, com impacto sobre os diversos sistemas produtivos, exigiu o redirecionamento do próprio modelo de desenvolvimento vigente no país e, consequentemente, no Estado. REVISÃO CRÍTICAConsiderando esse cenário e a necessidade de atendimento às demandas de mercado, Suape está promovendo a revisão crítica e atualização dos instrumentos de planejamento, tomando por base o conjunto desses desafios e das novas variáveis e perspectivas para a economia nacional, regional e local, para os próximos anos. Em particular, a revisão do zoneamento atual do complexo, incluindo a atualização do leiaute portuário de Suape frente às novas tecnologias e inovações previstas para o setor, a exemplo da produção de hidrogênio verde. O Plano Mestre é um instrumento de planejamento de Estado voltado aos complexos portuários, que abrangem os portos organizados, considerando as perspectivas do planejamento de transportes em nível estratégico, que visa a direcionar ações e investimentos nos próximos anos. MOBILIDADEEm paralelo à revisão do Plano Diretor, Suape está realizando a elaboração dos Planos de Mobilidade Urbana do Cabo de Santo Agostinho e de Sirinhaém, municípios localizados no território estratégico de Suape. O acordo de cooperação técnica tem por objetivo contribuir para apoiar o poder público municipal a nortear o planejamento de curto, médio e longo prazos no tocante à melhoria do fluxo viário, reestruturação dos modais de transporte coletivo e acessibilidade, incluindo a adequação do espaço público para pedestres e pessoas com mobilidade reduzida.

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Fundaj será polo da Semana de Inovação 2022

Evento realizado na Escola Nacional de Administração Pública, em Brasília, terá atividades presenciais em outras cidades pela primeira vez. Em Recife, Fundação Joaquim Nabuco é co-realizadora com a Enap e sediará programação (Da Fundaj) Em sua oitava edição, a Semana de Inovação 2022, maior evento de inovação pública da América Latina, terá formato híbrido, com atividades presenciais em Brasília, Rio de Janeiro e Recife, além de conteúdo exclusivo e interativo online. Organizado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Tribunal de Contas da União (TCU), Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) e Ministério da Economia, o evento será realizado de hoje (8) ao dia 10 de agosto. No Recife, a Fundação Joaquim Nabuco, por meio da Diretoria de Formação Profissional e Inovação (Difor), é co-realizadora junto com a Enap e sediará a programação. Com o tema “Tempo de Criar”, a edição deste ano da Semana de Inovação visa fomentar a discussão de ideias, a troca de experiências e uma mentalidade mais disruptiva na administração pública. A programação, que conta com nomes como a ministra digital de Taiwan Audrey Tang e o economista Glen Weyl, dissemina a cultura da inovação entre os agentes públicos e apresenta tendências e possibilidades para a transformação do serviço público brasileiro. Interessados em participar da programação presencial realizada no Recife devem se inscrever no site do evento, no link l1nq.com/46ZpE. As atividades acontecerão no dia 10 de agosto, no Campus Derby da Fundaj e no Porto Digital. Além do acesso às atividades presenciais, a inscrição também permite que o participante possa usufruir de toda a programação da experiência virtual. Esta edição da Semana de Inovação também marca o retorno das atividades presenciais após o início do período pandêmico. “Neste ano, a Semana de Inovação retoma o caráter presencial e com algo inédito, com polos fora de Brasília. No Recife, serão realizadas diversas atividades, como oficinas interativas, mesas-redondas, estudos de casos, palestras e minicursos”, conta Wagner Maciel, Diretor da Difor. Durante a programação no Campus Derby, será anunciado um novo espaço de trabalho colaborativo, que poderá ser utilizado por servidores públicos federais. O espaço 360º, criado a partir de um projeto do Ministério da Economia, ficará na Escola de Inovação e Políticas Públicas (EIPP) da Fundaj. Programação na Fundaj Na programação presencial da Semana de Inovação 2022 no campus Derby da Fundaj estão programadas várias atividades. Logo a partir das 9h serão realizadas três oficinas distribuídas nas Salas Manoel Correia, Sebastião Vila Nova e Aloísio Magalhães, todas no campus Derby. Nelas, serão trabalhados temas como “Design Thinking: estratégia para proposição de soluções inovadoras”. Ainda no mesmo campus, haverá debates sobre “Como aplicar Inovação Aberta na prática em Órgãos Públicos, às 9h, na Sala João Cardoso Aires, e Como contratar Inovação e Govtches na administração pública”, às 10h, na Sala do Cinema da Fundação. Já na sala do Cinema do Porto/Fundação, a programação começa às 14h, com transmissão de programação que acontece em Brasília, e segue até as 21h. Após o encerramento da programação virtual, o diretor de Desenvolvimento Profissional da Enap, Paulo Marques, fará a abertura presencial, às 18h. Sua fala será seguida da palestra “ É tempo de criar o Futuro”, por Luiz Tadeu Assad, diretor Presidente no Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade. Logo após, às 19h, haverá o debate “Narrativas Criativas e Territoriais”, por Geisa Agrício, do IDG, Mayra Castro, da InvestAmazônia, Leonardo Soares, diretor-presidente da Cedae, e Wagner Maciel, diretor da Difor/Fundaj. A programação encerra com o debate cujo tema é “Tempo de Cooperar para Inovar”, com a participação de Rafael Figueiredo, da Prefeitura do Recife, de Tânia Gomes, da Ibrawork, e Alexandre Kuhl, diretor-geral de Parcerias Internacionais na Comissão Europeia. A programação realizada na sala do Cinema do Porto/Fundação será transmitida ao vivo pela Plataforma Zoom. Serviço: Semana de Inovação 2022 Data: 10 de agosto Local: Fundaj, campus Derby, Cinema do Porto/Fundação Transmissão pela Plataforma Zoom Inscreva-se Programação Campus Derby da Fundaj 9h – Atividades mão na massa Local: Cinema da Fundação Da informação à viralização do conteúdo de valor. Como utilizar a integração de redes sociais e neuromarketing para entregar valor a custo zero Local: Sala Manoel Correia Design Thinking: estratégia para proposição de soluções inovadoras Local: Sala Sebastião Vila Nova Um problema procurando solução, ou uma solução procurando um problema? Local: Sala Aloísio Magalhães 9h – Mesas Redondas Como aplicar Inovação Aberta na prática em Órgãos Públicos Local: Sala João Cardoso Aires A grande e urgente necessidade de capacitar a administração pública brasileira e a oportunidade de a EV.G ser a plataforma para mudanças estruturais de governo nas três esferas Local: Sala Teal Menor 10h – Mesa Redonda Como contratar inovação e GOVTECHS na administração pública Local: Cinema da Fundação Terá transmissão na Plataforma Zoom Cinema do Porto/Fundação 14h – Transmissão da programação realizada em outros estados pela Plataforma Zoom 18h – Abertura Paulo Marques, diretor de Desenvolvimento Profissional da Enap 18h30 – É tempo de criar o Futuro Luiz Tadeu Assad, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade 19h – Narrativas Criativas e Territoriais Geisa Agrício, IDG Mayra Castro, InvestAmazônia Leonardo Soares, diretor-presidente da Cedae Wagner Maciel, diretor da Difor/Fundaj 20h – Tempo de Cooperar para Inovar Rafael Figueiredo, Prefeitura do Recife Tânia Gomes, IIbrawork Alexandre Kuhl, diretor-geral de Parcerias Internacionais na Comissão Europeia 21h – Happy Hour

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Assaí investe em duas novas lojas no Recife

O Assaí Atacadista até o final do semestre deve inaugurar mais duas unidades na Região Metropolitana do Recife. Uma delas será na Rua Benfica e a outra em Boa Viagem, onde funcionavam antigos hipermercados. O atacarejo conta atualmente com 11 lojas em Pernambuco, mobilizando 3 mil empregos diretos. Com as duas novas unidades recifenses, mil novos empregos, entre diretos e indiretos, serão gerados. A rede vem numa expansão acelerada no Estado, tendo aberto nos últimos seis meses três unidades (em Petrolina, no Cabo de Santo Agostinho e no Recife).

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Capa da semana: Para interromper o efeito dominó da recessão global

*Por Rafael Dantas, repórter da Algomais Antes mesmo de uma recuperação plena da crise ocasionada pela Covid-19, outro fantasma assombra o mundo: uma recessão global. Como um efeito dominó das principais ações para reverter a queda das atividades produtivas, promovida pelos lockdowns, a inflação surgiu como um vírus que se alastrou rapidamente pelas principais economias do planeta. Como remédio, os bancos centrais têm elevado as taxas de juros. O resultado desse movimento é que há uma desaceleração das principais potências, em especial da China e dos EUA, peças principais do jogo econômico mundial que têm o poder de derrubar a perspectiva de crescimento da atividade dos demais países. Uma pedra caindo após a outra, agravada por uma guerra na Europa, em uma partida que revela uma conhecida doença na economia que poderá deixar seus sintomas no Brasil e em Pernambuco. De acordo com o último relatório do Banco Mundial, que apontou forte recuperação econômica em 2021, o desempenho de 2022 deve ser de crescer até 2,9% e no próximo ano a estimativa é de estagflação. Ou seja, estagnação das atividades produtivas e inflação juntas. Leia da reportagem completa na edição 197.1 da Revista Algomais: assine.algomais.com

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Pesquisa: 39% das empresas brasileiras pretendem investir em ESG nos próximos 12 meses

O estudo semestral International Business Report (IBR), da Grant Thornton, realizado em 28 países com mais de 4,6 mil empresários, fez um recorte especial para o Brasil, com 255 empresas, sobre investimentos em aspectos ESG (ambiental, social e governança, em português) nos próximos 12 meses A grande maioria dos empresários brasileiros considera importantes a redução de emissão de gás carbônico e os esforços contra o desmatamento e/ou geração de energia limpa. Essa preocupação foi manifestada por 95% dos entrevistados recentemente pela Grant Thornton, dos quais 54% pretendem investir em novos projetos já identificados no plano estratégico da empresa; 39% em desenvolvimento de um plano estratégico com abordagem ESG, e 32% estão buscando investimentos nesses temas por meio de startups. O alto custo da energia elétrica, que é relevante para 87% das empresas, também impulsiona os planos de investir em projetos ou aquisições de energia renovável. Para 83%, a melhor alternativa de investimento é a energia solar, enquanto 23% devem investir em energia eólica, e 14% em bioeletricidade. Dentro das práticas ESG, a prioridade para os empresários brasileiros é o pilar Ambiental – preservação e recuperação do meio ambiente (47%), seguido pelo Social – planos de inclusão, diversidade, projetos envolvendo a comunidade (29%) e pelo pilar de Governança – transparência nos processos, objetividade nos fluxos de informação, desenvolvimento sustentável (16%). A pesquisa buscou saber também quais outros temas estão entre as prioridades na agenda das empresas em 2022. Para 68% dos entrevistados, a redução de custos é a maior prioridade, enquanto a inovação é a área que deve receber maior atenção de 55% das empresas. O treinamento das equipes também teve destaque, com 49% de escolha dos empresários, seguido por desenvolvimento de novos produtos (46%), ESG (27%) e financiamento (captação de crédito), que é prioridade para 25%. Daniele Barreto e Silva, líder de Sustentabilidade da Grant Thornton Brasil, avalia que há um movimento global crescente em busca de sustentabilidade e as empresas brasileiras não fogem dessa tendência, como demonstram os resultados da pesquisa. No entanto, o principal motivador da sustentabilidade na agenda de decisão executiva, na grande maioria das organizações, ainda está relacionado à redução de custos, como no caso da energia elétrica, por exemplo, e à pressão por compliance e questões ligadas aos riscos de reputação. “É preciso avançar além da agenda reativa. As empresas brasileiras ampliaram seu olhar para os aspectos ESG, mas ainda há lacunas importantes a serem preenchidas. Os aspectos sociais, assim como os ambientais, precisam amadurecer de forma mais efetiva, pois a sociedade e os investidores estão cada vez mais atentos a identificar as empresas que estão realmente comprometidas e possuem práticas concretas de sustentabilidade”, conclui.

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Aeroporto de Petrolina está entre os mais pontuais do mundo

O Aeroporto de Petrolina, administrado pela CCR Aeroportos, está entre os mais pontuais do mundo segundo o ranking da Official Aviation Guide (OAG), provedor global de dados de viagens com sede no Reino Unido. De todos os aeroportos do país, apenas quatro aparecem no levantamento, sendo que os dois melhores colocados são operados pela CCR Aeroportos. Para a definição do ranking, são considerados como pontuais os voos que partem com uma tolerância de até 15 minutos do horário previsto. A partir deste requisito, o Aeroporto de Petrolina aparece na 13ª posição mundial, com 95,5% de pontualidade no mês de julho, e em 2º lugar em nível de Brasil. O resultado endossa o compromisso da CCR Aeroportos em ofertar serviços de qualidade, prezando pela experiência e satisfação de seus passageiros.

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Recife Outlet anuncia novas operações, com investimento de R$ 6 milhões

Até o mês de novembro deste ano, o Recife Outlet irá receber três novas operações: Fila, Qmais Outlet e Sunglass Hut, com um investimento em torno de R$ 6 milhões e a geração de até 100 empregos diretos. Será a primeira loja da italiana Fila e da multimarcas Qmais Outlet, ambas especializadas no segmento de moda esportiva e casual, em Pernambuco. Segundo o superintendente do Recife Outlet, Marco Sodré, há uma demanda de consumo reprimida em relação a essas marcas, que no Nordeste estão presentes apenas em outlets da Bahia e do Ceará. Ele explica que as três lojas complementam o mix do empreendimento e se configuram como uma expansão, já que a área bruta locável – ABL vai aumentar em mais 1.500m2. Com 110 anos de atuação, a italiana Fila é uma referência mundial em moda esportiva, performance e streetwear. A inauguração da Fila está prevista para o mês de setembro, com descontos em todos os produtos. A Qmais Outlet está presente nos principais outlets nacionais e comercializa marcas como Adidas, Nike, Von Dutch, Zoomp, Acostamento, OP e Armani. No Recife Outlet, a loja irá ocupar uma área de mais de 800m2, com abertura prevista para novembro. Já a Sunglass Hut é uma das maiores redes de óticas em todo o mundo, disponibilizando marcas bastante procuradas pelos brasileiros, como Miu Miu, Armani, Prada e Ray-Ban. A loja abrirá as portas até o final do mês de agosto.

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