Economia

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Pernambuco precisa qualificar 250 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025

(Do Sistema Fiepe) Até 2025, o estado do Pernambuco precisará qualificar 250 mil pessoas em ocupações industriais, sendo 54 mil em formação inicial – para repor inativos e preencher novas vagas – e 196 mil em formação continuada, para trabalhadores que devem se atualizar. Isso significa que, da necessidade de formação nos próximos quatro anos, 78% serão em aperfeiçoamento. As ocupações industriais são aquelas que requerem conhecimentos tipicamente relacionados à produção industrial, mas estão presentes também em outros setores da economia. O mercado de trabalho passa por uma transformação, ocasionada principalmente pelo uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva; e, cada vez mais, o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação para que os profissionais estejam atualizados. Em todo o país, a demanda é de 9,6 milhões de trabalhadores qualificados. Os dados e a avaliação são do Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, estudo realizado pelo Observatório Nacional da Indústria para identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país. A demanda por formação no estado por nível de qualificação será de: Nível de qualificação Demanda Qualificação (menos de 200 horas) 128.478 Qualificação (mais de 200 horas) 56.653 Técnico 45.251 Superior 20.107 TOTAL 250.489 Em volume, ainda prevalecem as ocupações de nível de qualificação, que respondem por 74% do emprego industrial no Brasil hoje. Contudo, chama atenção o crescimento das ocupações de nível técnico e superior, que deve seguir como uma tendência. Isso ocorre por conta das mudanças organizacionais e tecnológicas, que fazem com que as empresas busquem profissionais de maior nível de formação, que saibam executar tarefas e resolver problemas mais complexos. As áreas com maior demanda por formação são: Transversais, Construção, Metalmecânica, Logística e Transporte, e Têxtil e Vestuário. As ocupações transversais são aquelas que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em Segurança do Trabalho, técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento e profissionais da Metrologia, por exemplo. Estudo avalia estimativas e cenário político, econômico, tecnológico e de emprego O SENAI é a principal instituição formadora em ocupações industriais no país. Para subsidiar a oferta de cursos, em sintonia com as demandas por mão de obra do setor produtivo, o Observatório Nacional da Indústria desenvolveu a metodologia do Mapa do Trabalho Industrial, referência no Brasil. O estudo é uma projeção do emprego setorial que considera o contexto econômico, político e tecnológico. Um dos diferenciais é a projeção da demanda por formação a partir do emprego estimado para os próximos anos. Para esse cálculo, são levadas em conta as estimativas das taxas de difusão das novas tecnologias nas empresas e das mudanças organizacionais nas cadeias produtivas, que orientam o cálculo da demanda por aperfeiçoamento, e uma análise da trajetória ocupacional dos trabalhadores no mercado de trabalho formal, que subsidiam o cálculo da formação inicial. Um trabalho de inteligência de dados e prospectiva que deve subsidiar ações e políticas de emprego e educação profissional. O estudo agrupa as ocupações industriais em 25 áreas. Abaixo, as que mais precisarão formar até 2025: Áreas com maior demanda por formação (inicial + continuada) Área Demanda Transversais 48.470 Construção 40.236 Metalmecânica 32.139 Logística e Transporte 31.089 Têxtil e Vestuário 21.335 Alimentos e Bebidas 17.700 Tecnologia da Informação 10.198 Automotiva 8.768 Eletroeletrônica 6.724 Gestão 6.149

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CRIPTOMOEDAS

Criptomoedas: entenda o que são e porque estão desvalorizando

O bitcoin, moeda digital mais conhecida, atingiu seu menor valor em 16 meses O digital vem ganhando cada vez mais espaço e com a pandemia, passou a ser usado de forma rotineira para atividades diárias, como fazer compras, pagar contas, trabalhar e assistir aulas. Para investimentos não é diferente. A criptomoeda refere-se a qualquer forma de moeda que existe digital ou virtualmente e usa criptografia para garantir a realização de transações. As criptomoedas não têm uma autoridade central de emissão ou regulação. Em vez disso, usam um sistema descentralizado para registrar transações e emitir novas unidades. Quem acompanha o mercado, mesmo que de longe, certamente já se deparou com os altos e baixos de moedas digitais no noticiário. O bitcoin, moeda digital mais conhecida, atingiu seu menor valor em 16 meses, chegando a atingir o nível dos US$ 27.700. As cotações das moedas digitais têm por natureza uma variação muito intensa das cotações. E outras criptomoedas, como Ethereum, Benence e Solana, também perderam valor nas últimas semanas. Entre as 10 criptos com maior valor de mercado, todas registram perdas expressivas, que chegam a casa de 30%. A cotação das criptomoedas tem acompanhado a queda de ativos de maior risco, como ações e papéis de empresas de tecnologia. Os investimentos de maior risco e de renda variável estão sendo afetados pela perspectiva de inflação persistente nos Estados Unidos, o que pressiona o Federal Reserve a aumentar juros de forma mais agressiva. “Quando não tem a tangibilidade, a confiança daquele ativo, ele se torna muito mais exposto quando o mercado internacional não está ideal para o “apetite pelo risco”. Nesse caso os investidores estão evitando o alto risco e preferindo investimentos mais conservadores, explica o economista e diretor do Cedepe Business School, Tiago Monteiro. Além disso, o especialista aponta outro fator. “Devido ao conflito entre Ucrânia e Rússia, que desestabilizou a economia mundial, temos um mercado extremamente reticente no que diz respeito a investimento de alto risco”, completa. Com a volatilidade dos criptoativos é difícil projetar qual será a evolução do bitcoin.

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Bernardo Peixoto Fecomercio Foto Agencia Maker Midia Divulgacao

Bernardo Peixoto é eleito presidente da Fecomércio PE para o quadriênio 2022/2026

(Da Fecomércio-PE) O empresário Bernardo Peixoto foi eleito presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac PE para o quadriênio 2022/2026, no dia 16 de maio (segunda-feira), durante votação na sede da Federação. Peixoto, que é engenheiro civil, com especialização em Saneamento Básico, ocupou os cargos de engenheiro da Compesa, secretário de Obras de Jaboatão dos Guararapes, além de juiz classista. Ele é empresário do comércio e do agronegócio e assumiu a presidência da Fecomércio PE, em 2019, após ter sido eleito por unanimidade para o mandato complementar (2019/2022) do então presidente Josias Albuquerque, que faleceu. O resultado foi anunciado pela mesa eleitoral, formada pelos representantes do Ministério Público do Estado de Pernambuco, Aguinaldo Fenelon de Barros, da Superintendência Regional do Trabalho em Pernambuco, Napoleão Gomes da Fonseca Filho, e da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco -, Ivo Tinô do Amaral Júnior. O presidente eleito e a nova diretoria tomarão posse no dia 18 de junho. “Fiquei muito feliz com o resultado e só tenho a agradecer à toda equipe que trabalhou para que este momento fosse concretizado, especialmente à minha diretoria, que esteve sempre ao meu lado, me incentivando e apoiando”, afirmou Peixoto. FUTURO – Quanto aos planos para esta nova etapa, Peixoto afirma que as perspectivas são as melhores: “Através do Instituto Fecomércio PE e em parceria com o Sebrae/PE, vamos dar início a um grande programa de transformação digital das empresas do comércio de bens, serviços e turismo. Com ele, vamos contribuir para a melhoria da competitividade dos negócios, apoiar a implantação de tecnologias digitais, gestão por processos e acesso a plataformas de vendas online e aproximação de demanda e oferta de serviços tecnológicos. ”, adianta. Ainda segundo Peixoto, outro projeto é a criação do Espaço do Empresário, um ambiente que vai integrar todos os produtos e serviços das entidades para o empresário do comércio de bens, serviços e turismo. “Para o Sesc PE, temos a previsão de investir R$130 milhões até 2025. A transformação da Unidade de Santo Amaro em um Centro Cultural, trabalhando a arte/educação e a economia criativa e ainda a reforma das unidades de Casa Amarela e Piedade, estão entre as propostas”, acrescenta o presidente. NOVAS ESTRUTURAS – “Já para o Senac PE, estão previstos, aproximadamente, R$ 124 milhões em investimentos nos próximos anos, incluindo a implantação da nova unidade no Centro do Recife, no Edifício San Diego, que vai contar com investimentos de mais de R$40 milhões. O prédio terá 50 salas de aula (sendo duas multifuncionais), oito laboratórios de Informática, call center e recepção de Saúde, biblioteca, supermercado modelo e loja modelo, além de auditório com 198 lugares”, revela. Ainda sobre o Senac PE, o presidente informa que o Complexo da Av. Visconde de Suassuna, no Recife, será ampliado e requalificado, recebendo investimentos de R$20 milhões para criação de 11 salas de aula, 10 laboratórios de Artes/Ilustrador, Design de Interiores, Rádio e TV, dois multifuncionais de Fotografia e de Saúde, e seis de TI. Ao final da reforma, a estrutura poderá receber dois mil alunos. Entre os próximos passos do Sistema Fecomércio PE sob o comando de Bernardo Peixoto também está prevista a nova unidade Senac em Jaboatão dos Guararapes, com 3,4 mil m² de área construída com 12 salas de aula, 12 laboratórios, biblioteca, sala de convivência, áreas administrativas, cozinha completa para cursos de Gastronomia, além de sala e bar. O investimento será de quase R$20 milhões e a unidade poderá atender 2 mil alunos por mês. Já na cidade do Paulista, o Auditório do Senac passará por reforma orçada em R$2 milhões, incluindo a modernização dos equipamentos e poltronas. “Temos muito trabalho previsto pela frente e entendemos que podemos fazer ainda mais. Para realizar tudo isso, conto com a engajada equipe da Fecomércio PE e também com o apoio de todos os sindicatos e da diretoria, sempre levando em consideração que todos nós queremos o que é melhor e mais moderno para os empresários do comércio de bens, serviços e turismo”, finaliza o presidente Bernardo Peixoto.

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Divulgacao Sistema FIEPE

Dia sem Imposto chama atenção para a alta carga tributária do País

(Da Fiepe) Na data em que se celebra o Dia da Indústria, a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) realiza a 5ª edição do Dia sem Imposto, em 25 de maio deste ano, a partir das 15h, na Casa da Indústria. O evento será dedicado à reflexão da alta carga tributária no País, com ações que visam sensibilizar a sociedade sobre o impacto dos tributos, por meio de exposição de produtos sem impostos, palestras gratuitas sobre gestão financeira e tributária, foodpark com produtos com desconto, carro içado e sorteios. Será gratuito, aberto ao público e as inscrições podem ser feitas no fiepe.org.br. Para quem estiver no interior do Estado e fizer a inscrição pelo site, as palestras poderão ser conferidas de forma on-line. Para os que participarem das palestras, terão a oportunidade de participarem de sorteios de um (1) IPad e três (3) Iphones 13, sendo um para compra com desconto equivalente à carga tributária do produto. O coordenador do FIEPE Jovem – organizador do evento, Rodrigo Veloso, disse entender a importância dos impostos para a manutenção do estado, “mas o problema é que o modelo existente deixa a indústria em desvantagem perante a seus concorrentes”. Em levantamento feito nos últimos anos, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a maioria dos empresários brasileiros reprova o atual sistema tributário, sendo o número de tributos um dos maiores gargalos. Para eles, o ICMS é o tributo que causa maior impacto negativo sobre a competitividade, seguido do PIS/COFINS e das tributações previdenciárias (INSS), que figuraram empatados no segundo lugar. “O que produzimos aqui fica mais caro, logo para implantar um negócio aqui também se torna mais dispendioso”, frisou Veloso, destacando que montar uma indústria no Brasil sai mais caro que em outros países, e parte disso se deve à complexidade do sistema e ao número de tributos. De acordo com uma pesquisa recente da Associação Comercial de São Paulo, para os brasileiros, o maior problema em destinar quase 50% dos rendimentos colhidos no ano para o pagamento de tributos não é apenas o alto valor dos impostos, mas no fato de os investimentos não reverterem positivamente nos serviços de saúde, segurança, infraestrutura e educação. Na Dinamarca, por exemplo, também é registrada uma das maiores cargas tributárias do planeta. Por lá, a população gasta quase metade do ano apenas para pagar impostos e, em contrapartida, o país apresenta melhores níveis em indicadores como desigualdade social e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do que o Brasil. Um passo importante para minimizar esses efeitos seria aprovar a reforma tributária. Juntamente com a FIEPE, a CNI está atenta e defende que essa pauta avance para dar mais competitividade às empresas nacionais e incentivar o crescimento da economia de forma mais sustentável. “A nossa defesa é que tenhamos um sistema tributário que preserve o equilíbrio na concorrência e estimule as vocações do nosso País”, acredita o coordenador. Na edição deste ano do Dia sem Imposto, o coordenador do FIEPE Jovem, Rodrigo Veloso, pede celeridade na aprovação da reforma, num trabalho conjunto entre a sociedade, o poder legislativo e o executivo, entendendo que, sem essa união, não será possível fortalecer o nosso mercado e estimular o crescimento no longo prazo. Realizado pela FIEPE, pelo FIEPE Jovem e pelo SEBRAE, o evento conta com patrocínio da XP Empresas, do Sindusgraf, do escritório Tibúrcio e Cavalcanti Advogados Associados e com apoio de diversas Indústrias parceiras, dos Sindicatos, CNI e do IEL-PE. Programação:   15h – Abertura do Mercadinho para visitação  16h às 17h – Credenciamento e Networking  17h às 17h10 – Abertura do evento no auditório  17h10 às 17h30 – Palestra com Tessia Araújo, Head comercial do Coorporate Unique junto a XP Empresas: Soluções financeiras e investimentos  17h30 às 17h50 – Palestra com Davi Cavalcanti: Gestão tributária e competitividade para as indústrias  17h50 às 18h50 – Palestra com Arthur Lemos: Planejamentos Financeiros Inteligentes  18h50 às 19h – Moderação   19h às 21h – Food Park + sorteios (área externa) 

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Pernambuco DivulgacaoSEI

Pernambuco recebe investimentos de R$ 455 milhões em parques eólicos

Ventos do Piauí II e Ventos do Piauí III já estão em obras e deverão entrar em operação em novembro deste ano (Do Governo de Pernambuco) O governador Paulo Câmara anunciou, nesta quinta-feira (19.05), a construção de mais dois complexos eólicos da Auren Energia no Estado: Ventos do Piauí II e Ventos do Piauí III. A empresa, uma das maiores plataformas de geração e comercialização de energia renovável do Brasil, aplicará um total de R$ 455 milhões nessa implantação, abrangendo os municípios de Araripina, Ouricuri e Santa Filomena, no Sertão do Araripe. Já está em funcionamento em Pernambuco o parque eólico Ventos de Araripe III, em Araripina. Os dois parques, que estão nos limites do Piauí e de Pernambuco, têm previsão de iniciar as operações em novembro deste ano. O empreendimento já está em obras e, no pico da construção, vai gerar cerca de 590 postos de trabalho. A capacidade instalada será de 94,5 MW, dentro de uma área de 105 hectares. Esta é mais uma intervenção privada que se soma aos R$ 5 bilhões de investimentos públicos do Plano Retomada. “Seguimos buscando a atração de empresas que priorizam a sustentabilidade. Pernambuco apresenta condições climáticas favoráveis para geração de energia limpa. São iniciativas como essa que nos ajudam a desenvolver as cidades e também a gerar emprego e renda”, disse Paulo Câmara, que recebeu o presidente da Auren Energia, Fábio Zanfelice, juntamente com o diretor da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Roberto Abreu e Lima, na unidade da Adepe na capital paulista. A Auren, que nasceu da reorganização societária dos ativos da Votorantim S.A e do CPP Investments, opera atualmente 21 parques eólicos entre o Piauí e Pernambuco, e avança no desenvolvimento de um potencial de 474 MWac de capacidade instalada em projetos solares fotovoltaicos na região do Araripe. ENERGIA LIMPA – A Auren Energia chega para incrementar os investimentos em energia limpa do Estado. Cinco empreendimentos já estão em fase de operação ou implantação. Juntos, totalizam um aporte da ordem de R$ 5,3 bilhões, com a expectativa de geração de mais 3,2 mil empregos diretos. Estão entre eles, a Kroma Energia (obras a iniciar), a Eólica Tecnologia (unidade a ser inaugurada no segundo semestre deste ano), a Solatio (em operação e outros projetos em negociação), Enel Green Power (em operação) e Canadian Solar (em operação e outras unidades em implantação). A Auren Energia é uma das maiores plataformas de geração e comercialização de energia renovável do Brasil. A companhia opera com uma matriz limpa e diversificada em ativos localizados em diferentes regiões e uma capacidade instalada de 3,3GW.

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porto recife 2022

Porto do Recife começa a receber navios com novo calado

À pedido, a Capitania dos Portos libera embarcações mais profundas para atracar no ancoradouro enquanto aguarda a homologação da dragagem pela Marinha (Do Porto do Recife) A Capitania dos Portos de Pernambuco enviou ao Porto do Recife duas resoluções liberando a atracação de navios de maiores calados nos berços 00, 03, 04 e 05 por 45 dias. As portarias entraram em vigor neste mês de maio e foram uma demanda dos importadores e exportadores do ancoradouro recifense. “O Sindaçúcar foi uma das empresas que solicitou a liberação o quanto antes. O sindicato é responsável pelo Terminal Açucareiro (TA) do Porto do Recife, que corresponde ao berço 00. Antes da dragagem, o calado operacional do berço do terminal era 7 metros e os navios não conseguiam abastecer toda a carga de açúcar, tendo que completar em outros portos do Nordeste”, explica José Divard de Oliveira, diretor Comercial e de Operações do ancoradouro. Pensando em realizar toda a operação de embarque de açúcar no ancoradouro recifense, o Sindaçúcar realizou a solicitação para operar com um calado maior, de 9,20 metros de profundidade para o berço do TA. Os navios de açúcar são os responsáveis por grandes movimentações no Porto do Recife. No dia 24 de abril, o navio panamenho Toros M embarcou mais de 30.900 toneladas do adoçante pernambucano. As empresas que atuam no Porto movimentando fertilizantes e trigo foram as solicitantes da liberação para os berços 03,04,05, que serão destinados à operações de granéis. “Com o cenário mundial que encontramos hoje e os valores de fretamento, importadores de fertilizantes e trigo estão preferindo trazer maiores quantidades de produto em uma única viagem, por isso a demanda para operar com um calado mais profundo. Os berços 03, 04 e 05 variavam de 8,8 metros à 9,70, com a autorização da Capitania, estamos operando com um calado de 10,5 metros. Já temos previsão de chegada de navio para o dia 20 de maio, que irá descarregar 20 mil toneladas de trigo. Os fertilizantes tem previsão para o próximo mês, com uma operação que irá movimentar 5 mil toneladas. Inclusive, a orientação do Governo Federal é dar prioridade às embarcações carregadas de adubos, devido ao cenário mundial”, completa José Lindoso, presidente do Porto do Recife. No dia 22 de janeiro teve início a obra de desassoreamento que dragou 1.050.221,5 metros cúbicos de sedimentos do cais acostável, canal interno e bacia de evolução. A draga Lelystad deixou o ancoradouro recifense no dia 1 de março, quando finalizou a operação de dragagem. Em seguida dois rebocadores equipados com arado iniciaram o nivelamento do fundo da bacia do Porto, para planar e corrigir possíveis falhas no caminho. “No dia 4 de abril, o arado foi concluído, finalizando todas as etapas do trabalho de campo da dragagem. O Porto do Recife inicia uma nova era, com mais competitividade, abrindo portas para novos negócios. A expectativa é de um incremento de 30% na receita com as movimentações de carga”, celebra Lindoso. O relatório da batimetria após a obra indicou que as cotas de dragagem atingidas foram: do berço 00 ao 01, chegou aos 10 metros; do berço 02 ao 06, atingiu os 11 metros; e do trecho do berço 07 ao 09 chegou aos 8 metros. Os trechos mencionados poderão chegar às profundidades máximas, na maré alta, de 12,60m, 13,60m e 10,6m respectivamente. O ancoradouro agora aguarda a homologação do calado pela Marinha. O relatório foi enviado ao CHM (Centro de Hidrografia da Marinha), órgão responsável pela homologação do novo calado do Porto do Recife, na última segunda-feira (09/05). Serão de 30 a 90 dias para a confirmação das novas profundidades do ancoradouro. Novo calado significa mais movimentação para o Porto, que projeta um incremento de 25% nas movimentações de carga. “O malte de cevada e a barrilha são cargas que podem ter um crescimento acima dos 25%. Isso porque novos players já demonstraram interesse em investir no Porto do Recife para incrementar a movimentação dessas cargas. A cevada, por exemplo, tem um player que irá montar uma bateria de silos para movimentar mais carga através do Recife. Já foi realizado um estudo de viabilidade e dentro de oito meses esse projeto estará concretizado”, afirma Divard. Os fertilizantes também tem previsão de incremento. “Devem ter um incremento nesse período de guerra, devido ao aumento no valor do fretamento e da necessidade compra pela oportunidade, adquirindo logo o que pode para depois não faltar. Podemos esperar um crescimento desta carga acima do normal, mas depende também de como o cenário mundial vai se comportar”, completa José Divard. RESGATE DE INFORMAÇÕES – Em junho de 2021 foi publicado no Diário Oficial do Estado o aviso de licitação para contratação de empresa que executaria a obra de dragagem do ancoradouro recifense. A Royal Van Oord, empresa holandesa, foi a vencedora do certame. O recurso federal destinado para todas as etapas da obra ficou na ordem dos R$ 28.387.413,54 (vinte e oito milhões, trezentos e oitenta e sete mil, quatrocentos e treze e cinquenta e quatro centavos). O último desassoreamento realizado no ancoradouro da capital pernambucana foi no ano de 2012.

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Joao Canto

“Presença de uma comunidade consular tão diversa torna a paradiplomacia uma atividade alcançável e importante em PE”

João Canto, recém aprovado para o cargo de diretor-executivo do Iperid, fala nesta entrevista ao jornalista Rafael Dantas sobre a sua trajetória no campo das relações internacionais, sobre os planos do instituto e destaca as possibilidades da paradiplomacia em Pernambuco e nos municípios locais. Como você avalia a atuação do Iperid nesses primeiros anos de funcionamento como um think tank de relações internacionais e diplomacia? O IPERID nasceu com o propósito de ser o primeiro think tank de relações internacionais e diplomacia do Nordeste, promovendo, incentivando e articulando a temática com diversos setores da sociedade tais como a comunidade consular, academia, empresarial e política, conforme estabelece seus pilares centrais. A atuação do IPERID durantes seus primeiros anos tem sido, basicamente, de estabelecer o Instituto de forma a ser reconhecido pelos segmentos citados e disponibilizar o nosso conhecimento ao mercado, seja público ou privado, gerando massa crítica e soluções em nosso core business. Você foi apresentado recentemente como diretor executivo do Iperid. Quais as suas atribuições neste cargo e quais os seus planos nessa gestão em 2022? Fui alçado e aprovado pelos fundadores do IPERID ao cargo de diretor-executivo recentemente. O objetivo, além de apoiar a presidência nos projetos que estamos desenvolvendo, é conduzir a organização interna da pessoa jurídica do Instituito, a fim de possamos adaptar melhor a natureza juridica e tributária do think tank aos projetos que temos desenvolvido com diferentes entes e parceiros. Além disso, também tenho a função de conduzir nossos fellows a desenvolver projetos, artigos, e conhecimento acerca de de nosso core de forma acessível ao público geral. O propósito final permanece o de estabelecer o IPERID como top of mind no assunto através de sua atuação diversificada. Como começou a sua trajetória nesse campo das relações internacionais? Sou formado em relações internacionais em 2010, e atuo na área de negócios internacionais desde 2008. Sempre foi algo que busquei profissionalmente, de promover o comércio com diferentes países e culturas, aproximado Pernambuco do restante do mundo sem termos que passar pelo eixo Rio-SP, como é o habitual no Brasil. Por sorte, tive o privilégio de experimentar experiencias profissionais na iniciativa privada e pública, compreendendo diferentes formas de abordar e atuar na área das relações internacionais, desde o comércio exterior, passando por negociações internacionais, até o relacionamento com consulados focados em aproximar Pernambuco do restante do mundo. Até hoje tem sido uma experiência ímpar! Neste percurso, conheci e abracei a iniciativa do IPERID através de Rainier Michel, atual presidente e Cônsul da Eslovênia, onde venho colaborando até os dias de hoje! Na sua opinião, quais as vantagens para o Estado de Pernambuco o fato do Recife abrigar tantos consulados e como tem amadurecido a paradiplomacia? Historicamente, Pernambuco tem uma atuação internacional muito importante, desde os primórdios do Brasil. Há mais de 200 anos recebemos a nossa primeira representação consular, em 1815, dos Estados Unidos, que colaborou com a Revolução Pernambucana de 1817, marco da história do nosso povo e Estado. Ainda , devido a nossa importância histórica, econômica e a proximidade geográfica com os continentes europeu, norte americano e africano, isso colaborou, sem sombra de dúvidas, a nos tornamos o centro diplomático do Nordeste atualmente. Para Pernambuco, possuindo esta comunidade consular tão diversa, torna a Paradiplomacia uma atividade possível, alcançável e, sobretudo, importante de ser efetuada, tanto pela esfera municipal quanto pela estadual. Além disso, o nosso setor produtivo pode, de forma autônoma e independente, acessar esta comunidade consular para fins comerciais, econômicos e culturais com as representações. Inclusive, justamente pela própria natureza da paradiplomacia, o IPERID pode ser um canalizador ou promotor de ações e iniciativas para diferentes interessados, seja no fluxo de demandas locais para o estrangeiro como também demandas internacionais, para acessar soluções locais, sempre através da nossa comunidade consular local. Importante frisar que o IPERID possui e mantém excelente relação institucional com a representação dos consulados estabelecidos em Pernambuco.

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Philippe Magno 1

Entrevista com Philippe Magno: “A WEB 3 pode cercear as fake news”

Diretor da FOZ, aponta as tendências trazidas por tecnologias como a blockchain, o 5G e ferramentas como o NFT, que podem tornar a internet menos centralizada em torno de bigtechs como Google e Facebook e com informações mais seguras. Ele também destaca como será a saúde e a educação no futuro. Philippe Magno possui uma trajetória profissional bem pouco usual. Começou estudando marketing e chegou a atuar na área. Mas, apaixonado por aviação, formou-se em piloto pelo Aeroclube de Pernambuco. Durante o curso conheceu duas pessoas que viraram seus sócios numa startup. “Eu nem sabia o que era. Caí de paraquedas nesse mundo”, recorda. Mas parece que o acaso estava reservando a esse pernambucano, de 32 anos, uma atuação de sucesso na área de inovação. Com os sócios, desenvolveu um equipamento, com reconhecimento internacional, que permite a deficientes físicos controlar tablets, computadores e smartphones com o movimento da cabeça. Em 2019 conquistou lugar na cobiçada lista da Forbes Under 30, que destaca jovens com futuro promissor em diversos segmentos e em 2020, ele foi eleito pelo MIT como um dos jovens empreendedores mais inovadores da América Latina. Recentemente recebeu outro prêmio, desta vez da consultoria espanhola Llorente & Cuenca. Depois de atuar como gestor de marketing e empresário, Philippe mudou mais uma vez e hoje é diretor da FOZ, o centro de inovação criado pela FPS (Faculdade Pernambucana de Saúde) e o Imip. Nesta conversa com Cláudia Santos, ele vislumbra as mudanças provocadas pela WEB 3, que podem atingir as fake news e o poder das bigtechs, num cenário em que ganham destaque a blockchain e NFTs. Se você não sabe o que são essas novidades, não se preocupe: ele explica tudo didaticamente. Phillipe também fala da disrupção nas áreas de saúde e educação e alerta para uma possível recessão mundial. Como a pandemia impactou a inovação? Quando falamos de inovação, falamos de alguns fatores. Quando analisamos as revoluções industriais, entendemos que o modelo de revolução é de uma mudança brusca de direção. O mundo, ou determinado modelo de negócio, ou de consumo, ou comportamental, cultural, ou econômico muda de direção. Isso é gerado por um motivo e acelerado por uma mola propulsora. O delta dessa equação é uma aceleração da transformação. Nas duas últimas revoluções industriais as causas que motivaram aquele movimento foram a busca por uma produção em escala, a transformação das ferramentas manuais para as máquinas, do processo artesanal para o processo industrial. A pandemia trouxe a necessidade de uma aceleração na adoção dos serviços e tecnologias digitais. As grandes empresas já estavam nesse processo de transformação digital, as médias estavam em dois estágios: observando os movimentos do mercado para onde ia para começar a agir ou já estavam agindo de acordo com o movimento do seu setor. As pequenas empresas estavam naquele processo de “isso é algo muito distante da minha realidade, quando acontecer, dou um jeito de me adaptar”. Do dia para a noite, literalmente, pequenas, micro, e até empresas individuais se viram na necessidade de girarem a chave do seu negócio. O principal aprendizado da pandemia em relação à inovação é que você não precisa ser um especialista, mas deve entender para onde o mercado está seguindo. Outro ponto é que a disrupção pode acontecer muito rápido, e o terceiro ponto é entender que essas transformações geram outros tipos de transformações. Por exemplo: a forma como o seu consumidor vai se vai se comunicar com você vai ser diferente, assim como a maneira como que ele vai consumir e se relacionar com o dinheiro e com a sua empresa. Hoje, se você oferece apenas cartão de crédito e PIX no seu negócio, você está atrasado. O cliente já possui diversas ferramentas de pagamento online como picpay, pagseguro, entre outras. Quais seriam as próximas molas propulsoras? O mundo tende a sofrer uma grande recessão e, talvez, com a WEB 3, as criptomoedas e NFTs, a forma como nos relacionamos com o dinheiro tende a sofrer uma transformação. O que é a WEB 3? Para compreendê-la, precisamos falar da WEB 1 e 2. A internet foi criada por Tim Berners-Lee, que queria que ela fosse gratuita, descentralizada, sem dono, neutra, que crescesse a partir de uma construção compartilhada. A WEB 1, que vai de 1991 a 2005 mais ou menos, era limitada, permitia a conexão apenas entre algumas instituições, alguns computadores. A partir de 2005 surgiram os hipertextos. Mas era uma internet sem muito recurso, funcionava basicamente como um repositório da informação do mundo offline para o mundo online, a informação do offline era transposta para o online e permitia apenas a sua consulta. Isso era feito por poucas pessoas, por desenvolvedores. Nesse período surgiram os grandes portais Google, Yahoo, MSN e a comunicação era direta, unidirecional, bem diferente da WEB 2, que é do período de 2005 a 2021. A principal mudança foi a possibilidade de interagirmos de forma ativa e participativa com os conteúdos: editar, comentar, compartilhar. Surgiram as redes sociais e conseguimos, como usuários, sair do papel de consumidores para sermos produtores de conteúdo. Mas, muitas empresas passaram a usar a retenção de dados de utilização de navegação, de consumo etc para fins próprios, praticamente, sem nossa autorização. Começou a ter um movimento contrário ao que Tim Berners-Lee idealizou. A internet passou a ser cada vez mais centralizada em torno de gigantes como Facebook e Google e, apesar de continuar gratuita, ela tem um preço muito caro que são nossos dados. O crescimento da WEB 2 foi impulsionado pelos smartphones, a partir de 2007, o que ampliou drasticamente o acesso à rede. Simultaneamente, aumentou também o tempo de pessoas usando a WEB. Consequentemente, também elevou a geração de dados. A tendência da WEB 3 é resgatar um pouco do que era lá no início. Ela passa a ser um pouco mais regulada nessa questão de consumo de dados, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) vem ajudando nisso, assim como as leis internacionais. A WEB 3 traz mudanças de mindset, ao

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Instituto Fecomércio PE promove palestras gratuitas para microempreendedores iniciantes

Iniciativa faz parte do programa Procompec, que atua em bairros e comunidades do Recife levando capacitações gratuitas para a população O Instituto Fecomércio PE, em parceria com o Sebrae/PE e o Tacaruna Social, realizam, por meio do programa de Capacitação, Modernização e Desenvolvimento Setorial – Procompec -, nos dias 23, 25 e 26 de maio, palestras gratuitas focados no empreendedorismo para os moradores da comunidade da Ilha de Joaneiro, Zona Norte do Recife. Essas palestras são introdutórias para cursos que serão realizados no segundo semestre e têm como público alvo jovens e adultos que pretendem começar a empreender, mas não sabem como começar. Os interessados devem se dirigir à sede da Associação da Ilha de Joaneiro, no bairro de Campo Grande, para realizar a inscrição. “Os temas abordados nas palestras vão desde como começar o seu próprio negócio do zero à formalização do MEI, passando por maneiras e estratégias de usar as redes sociais para impulsionar o seu empreendimento”, pontua Gilane Lima, diretora executiva do Instituto Fecomércio PE. Procompec – O programa, criado em 2012 pelo Instituto Fecomércio PE, promove ações de capacitação empresarial e tecnológica para os empresários do segmento do comércio de bens, serviços e turismo que atuam em territórios específicos, visando potencializar as oportunidades de negócios locais em diversos bairros e comunidades do Recife, tais como: Xié, Santa Terezinha, Associação do Campo do Oásis e da Vila dos Casados. A iniciativa conta com o apoio do Tacaruna Social. Serviço: Palestras Procompec na Ilha do Joaneiro Dias 23, 25 e 26 de maio Local: Associação Defensora da Ilha de Joaneiro Endereço: Rua Ledinha,322, Campo Grande. Recife-PE Palestras: · Começando seu negócio do zero – 3 horas – 23/05 – 18h às 21h Sobre modelagem de negócio, preenchimento do CANVAS e abordagem sobre o mercado · Planejando a estratégia digital do seu negócio – 2 horas – 25/05 – 18h às 20h Sobre redes sociais como impulsionadoras para os pequenos negócios · Formalização MEI – 2 horas – 26/05 – 18h às 20h Incentivo à formalização de microempreendedores individuais

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Desemprego fica estável no primeiro trimestre em Pernambuco, com taxa de 17%

(Do IBGE) A taxa de desocupação em Pernambuco foi de 17% no primeiro trimestre de 2022, ficando estável frente ao trimestre anterior. Com o resultado, Pernambuco foi o segundo estado com mais desemprego no Brasil no período, atrás somente da Bahia (17,6%). No entanto, em comparação ao primeiro trimestre de 2021, quando a economia estava ainda mais pressionada pelos efeitos da pandemia, a redução na taxa de desocupação foi de 4,4%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD Contínua), divulgados pelo IBGE. Quando se trata da posição na ocupação, duas categorias cresceram de forma estatisticamente relevante no início de 2022. Uma delas é a de trabalhador doméstico, de 187 mil para 214 mil pessoas, com variação de 14,6%. A outra é a de trabalhador familiar auxiliar, que trabalha sem remuneração ajudando a atividade econômica de membro do domicílio ou parente, com avanço de 68 mil para 102 mil pessoas e variação de 50,4%. A PNAD Contínua pesquisa ainda o rendimento médio habitual das pessoas ocupadas, que foi de R$ 1.740 no primeiro trimestre de 2022, também estável em relação ao 4º trimestre de 2021. Ainda assim, frente aos três primeiros meses de 2021 a perda chega a 12,3%. A taxa de informalidade ficou em 52,6% da população ocupada no primeiro trimestre deste ano, mantendo a estabilidade. O percentual equivale a um milhão e 865 mil pessoas. Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; trabalhador doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem registro no CNPJ; trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; trabalhador familiar auxiliar.

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