Festa nas arquibancadas, vergonha em campo – Revista Algomais – a revista de Pernambuco

Festa nas arquibancadas, vergonha em campo

O clássico que definiu a classificação do Sport para a final da Copa do Nordeste foi marcada por muita violência e confusão em campo. Fora das quatro linhas, foi uma festa da torcida, que compareceu ao Arruda em peso (21,7 mil torcedores, com renda de R$ 490 mil). Em campo, o jogo foi duro, com vários jogadores expulsos (3 do Santa Cruz e 2 do Sport) e muitos momentos de briga em jogo. A disputa com uma temperatura acima do profissionalismo retirou um pouco o brilho da partida.

Em tempos de muita violência urbana, o mau exemplo dos atletas acirra os ânimos e pode ser o combustível para mais violência nas ruas. O início das provocações começou ainda no primeiro jogo, quando Halef Pitbull comemorou em cima do escudo do Sport, na Ilha do Retiro. Ontem, o protagonista foi o volante rubronegro Rithely. O atleta mesmo expulso ainda voltou a campo após o segundo gol dos leões.

O treinador do Sport, Ney Franco, considerou o jogo “perfeito”. Se a aplicação e motivação dos rubronegros podem ser exaltadas, o comportamento pouco profissional não é digno de elogio. A mesma crítica pode ser levada aos corais, que entraram nas provocações e atuaram com violência nos minutos finais da partida.

Terminado o segundo round, o Santa encerra sua participação na Copa do Nordeste e o Sport fará a final diante do Bahia.

 

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