Mudança reforça atuação da instituição em reabilitação e cuidados paliativos e amplia o entendimento sobre um modelo de cuidado que faz a ponte entre o hospital e a casa
A Florence inicia uma nova fase de sua trajetória com uma mudança que vai além da identidade visual. Antes conhecida como Clínica Florence, a instituição passa a se apresentar como Florence, Hospital de Transição. O novo posicionamento busca consolidar, de forma mais clara, o conceito de Hospital de Transição e ampliar o conhecimento da sociedade sobre esse modelo de cuidado.
A expressão “Hospital de Transição” também contribui para uma nova percepção sobre o papel da instituição. Enquanto o termo “clínica” pode remeter a um espaço de atendimento pontual ou de menor complexidade, o novo posicionamento busca comunicar a estrutura, a abrangência e a complexidade dos cuidados oferecidos pela Florence.

“Mais do que uma mudança de nome, essa evolução traduz com mais fidelidade quem somos: um hospital especializado na continuidade do cuidado. A Florence não está mudando o que faz. Estamos tornando mais claro o que somos. A marca evolui para refletir a maturidade da instituição e do modelo assistencial que ajudamos a consolidar no Brasil”, afirma João Gabriel Ramos, presidente da Florence.
Afinal, o que é um Hospital de Transição?
Embora muitas pessoas associem a alta hospitalar ao fim do tratamento, para diversos pacientes ela representa apenas o início de uma nova etapa da recuperação.
Pacientes que passaram por internações prolongadas, especialmente em UTI, e situações como AVC, cirurgias de grande porte, traumas ou outras condições clínicas complexas costumam ainda precisar de acompanhamento médico e multiprofissional, monitoramento contínuo e reabilitação intensiva para recuperar funções comprometidas, ganhar autonomia e voltar para casa com mais segurança.
É nesse momento que atua o Hospital de Transição: um modelo assistencial que garante a continuidade do cuidado entre o hospital de alta complexidade e o retorno ao ambiente domiciliar.
Atuação da Florence

Com unidades em Salvador e Recife, a instituição se apresenta, desde 2017, como o primeiro Hospital de Transição do Norte-Nordeste. Ao longo de sua história, já contabiliza mais de 5 mil pacientes atendidos, mais de 900 famílias e 180 mil sessões de reabilitação realizadas, além de contar com certificação internacional de qualidade.
A instituição atende três perfis principais de pacientes
O primeiro é o de reabilitação funcional, voltado para pessoas que precisam recuperar a autonomia depois de um evento agudo, com plano interdisciplinar intensivo de até 18 horas semanais. Nesse grupo estão, principalmente, pacientes em recuperação pós-AVC, com janela de neuroplasticidade ativa; pós-fratura de quadril em idosos; pós-UTI e pós-sepse; e pós-cirurgias de grande porte.
O segundo perfil é o de reabilitação e adequação de cuidados, direcionado a idosos frágeis ou pacientes com condições crônicas que vivenciaram um novo evento e precisam reorganizar o cuidado com tempo, técnica e acompanhamento especializado. Entre os casos estão idosos frágeis com perda funcional aguda, demências em descompensação e doenças crônicas associadas a um novo evento.
O terceiro perfil é o de cuidados paliativos, destinado a pacientes que buscam controle de sintomas, conforto e dignidade diante de doenças avançadas, com apoio à família em todas as etapas. Doenças oncológicas avançadas, doenças neurológicas progressivas e insuficiências de órgãos em estágio avançado estão entre as condições que podem demandar esse tipo de cuidado.
Esse cuidado é conduzido por uma equipe multiprofissional integrada, formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, assistentes sociais e outros profissionais que trabalham de forma coordenada na construção de um plano terapêutico individualizado para cada paciente. A equipe Florence garante um cuidado contínuo e especializado, 24 horas por dia, sete dias por semana.
O modelo busca olhar para a pessoa, colocando o cuidado humanizado como prioridade. “Na Florence, por exemplo, temos instalações projetadas para criar uma atmosfera mais pessoal e acolhedora, espaço de convivência, jardim amplo e um serviço que possibilita maior interação entre o paciente e seus familiares. As visitas são permitidas 24 horas por dia e é possível programar visitas de crianças e até de animais de estimação. Na estratégia da Florence, isso significa considerar hábitos, gostos, vínculos, histórias e limites de seus pacientes. O cuidado centrado na pessoa, as decisões compartilhadas com a família, o plano interdisciplinar intensivo e o cuidado que continua após a alta está entre os pilares da Florence”, comenta Lucas Andrade, CEO e idealizador da Florence.
Campanha
Para comunicar essa nova etapa e reforçar uma trajetória de nove anos, a Florence, em parceria com a Morya Agência de Publicidade, estruturou uma campanha que apresenta os atributos e a experiência que diferenciam sua atuação. A estratégia prevê conteúdos educativos para o público geral, explicando, em linguagem simples, o que é um Hospital de Transição, além de depoimentos reais de pacientes, familiares e profissionais, e materiais direcionados também ao público médico.
A nova identidade visual também traduz o conceito de transição. O símbolo dos parênteses representa uma pausa na trajetória do paciente, um período necessário de cuidado e recuperação antes da retomada do fluxo natural da vida. A forma também remete a um espaço de proteção e acolhimento, reforçando a ideia de que o paciente e seu bem-estar estão no centro da assistência. Além disso, partindo da expressão matemática, os parênteses determinam o que deve ser resolvido em primeiro lugar. Nesse contexto, eles traduzem a premissa de que o paciente e o seu bem-estar são a prioridade absoluta de todo o time Florence. A campanha tem conteúdo multiplataforma, com VTs para TV, spot de rádio, matérias publicitárias, plotagem de carro, outdoor, led.