Fundamentos da governança e da estratégia empresarial em novo livro da TGI

A nova obra da TGI propõe uma abordagem articulada entre o campo da governança empresarial e o desenvolvimento das organizações. Entre os principais pontos discutidos está a distinção conceitual entre governança e gestão, além da diferenciação entre estratégia e planejamento estratégico — temas frequentemente tratados sem a clareza adequada no ambiente corporativo.

Com trinta e cinco anos de atuação contínua no mercado, a TGI tem se dedicado ao desenvolvimento da governança e da gestão estratégica em organizações de diferentes portes e setores. A experiência acumulada pela consultoria ao longo desse período foi um dos principais motivadores da obra.

“Este livro reúne nossa experiência de atuação com organizações ao longo de décadas, destacando o que aprendemos sobre o que funciona e o que não funciona na prática. Também fazemos um alerta sobre os modismos que surgem periodicamente nas áreas de gestão e governança, defendendo uma abordagem mais consistente, baseada na realidade de cada organização”, afirma Fábio Menezes, sócio da TGI e um dos autores do livro.

A obra, cujo prefácio é assinado pelo especialista em conselhos de administração e empresas familiares, Marcelo Silva, destaca a importância de desenvolver soluções específicas para cada contexto organizacional, evitando a aplicação indiscriminada de modelos ou metodologias que se apresentam como universais. O livro, dividido em cinco capítulos e um anexo, detalha como acontece o processo, desde a formulação da estratégia até o seu desdobramento, acompanhamento e a prestação periódica de contas pela gestão.

Além dos capítulos dedicados às organizações, a obra traz um anexo voltado à estratégia pessoal. Nesse trecho, os autores apresentam uma adaptação da metodologia para aplicação no desenvolvimento individual, permitindo que profissionais definam propósito, metas e visão de médio e longo prazos para suas carreiras.

A proposta, segundo os autores, é demonstrar que os princípios estratégicos podem ser aplicados não apenas a empresas, mas também a diferentes contextos — como governos, cidades, pequenas organizações ou trajetórias profissionais individuais.

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