Crítica Literária: “A morte do comendador”

*Paulo Caldas
Assinado por Aderson Simões Belo, o livro traz de maneira surpreendente o passado do imigrante alemão Gustavo Bauer, descoberto e revelado pelo neto Daniel, um jovem de 17 anos. As cenas transcorrem entre o funeral e a missa de trigésimo dia do honorável comendador e o enredo envolve conflitos familiares e uma investigação internacional sobre fugitivos nazistas.
A narrativa, predominante na primeira pessoa, maneja uma ficção quase histórica na sequência em que relata fatos de antanho e se dirige ao leitor numa abordagem ambientada nos dias do agora. Assim, acontecimentos passados e a criatividade tornam-se um só corpo.
Segundo a professora Valdenides Cabral de Araújo Dias, no trânsito pelas ranhuras históricas que perpassam o enredo, a novela apresenta detalhes que a enquadrariam no gênero policialesco, uma vez que gira em torno de uma morte, da presença de um detetive israelita que investiga o mistério e do temor do narrador-personagem(Daniel) de ser descoberto.
“Versado em Física, ciência dos bens e fenômenos materiais, numa singular simbiose físico-literária, Simões Belo obtém instigantes momentos em sua estreia no mundo da ficção”, comenta o escritor Márcio de Mello em uma das orelhas.
“A morte do comendador” tem um primoroso projeto visual concebido por Bel Caldas, a gestão gráfica e impressão da Livro Rápido. Os exemplares podem ser adquiridos na Livraria da Praça (Casa Forte) e com o autor pelo WattsApp 8804.6383.

*Paulo Caldas é escritor

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