Palestra de Francisco Cunha integrou programação pelos 21 anos do Movimento Pró-Museu e reforçou a importância de pensar o futuro da cidade, que completa 100 anos em 2035.
O planejamento urbano de longo prazo foi o tema central de um encontro promovido pela plataforma Paulista Centenária, na tarde desta quinta-feira (30), no auditório da Uninassau Paulista. A palestra foi ministrada pelo arquiteto e urbanista Francisco Cunha como parte das comemorações pelos 21 anos do Movimento Pró-Museu, entidade dedicada à preservação do patrimônio histórico do município.
A abertura do evento contou com mediação do consultor Fernando Cunha e reuniu representantes de instituições culturais, históricas e do poder público, entre eles Ricardo Andrade, coordenador do Paulista Centenária e presidente do Instituto Histórico do Paulista (IHGAAP); José Ricardo, coordenador do Movimento Pró-Museu; o padre Renato Maia; e o secretário de Desenvolvimento Econômico de Paulista, Raimundo Lopes. Também participaram representantes da Prefeitura, do Conselho Municipal de Cultura, da Academia de Letras e Artes do Paulista e de entidades ligadas à preservação da história regional.

Durante a palestra, Francisco Cunha destacou a importância do planejamento nas políticas públicas e apresentou experiências como o projeto Recife 500 Anos, a iniciativa Recife Cidade Parque e ações voltadas à proteção dos baobás. O encontro faz parte de uma série de debates promovidos pelo Paulista Centenária para estimular reflexões sobre o desenvolvimento da cidade em médio e longo prazo, em preparação para o centenário de Paulista, que será celebrado em 2035.
“O Paulista Centenária ouviu as sugestões de Francisco Cunha, que elogiou nossa articulação enquanto sociedade civil e disse que devemos nos espelhar na experiência do Recife, 500 anos, onde ele preside o Conselho, unindo a academia e o poder local, somando forças. Eu havia dito na abertura, que no início bebemos da fonte do Recife, 500 anos e fomos lá pessoalmente por diversas vezes, em conversas com a Presidente e alguns diretores”, afirmou o historiador Ricardo Andrade.


