Capital gerou quase 23 mil empregos com carteira assinada e cresceu acima da média nacional, segundo Ministério do Trabalho
O Recife encerrou 2025 com saldo positivo de 22.958 empregos formais, de acordo com dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O desempenho superou o resultado de 2024, quando a cidade havia registrado 20.379 vagas, e fez com que a capital concentrasse cerca de um em cada três postos de trabalho com carteira assinada gerados em Pernambuco no ano passado. No mesmo período, o estado contabilizou saldo positivo de 72.565 empregos.
O crescimento do emprego formal no Recife também ficou acima da média nacional. Enquanto a capital pernambucana avançou 4,1% em relação a 2024, o Brasil apresentou alta de 2,7% no estoque de vagas com carteira assinada. O resultado reforça a posição do município como um dos principais polos de dinamização do mercado de trabalho no Nordeste, impulsionado pela diversificação de atividades econômicas e pelo ambiente favorável aos negócios.
Para a gestão municipal, o desempenho reflete políticas voltadas à atração de investimentos e à formalização do emprego. “Os dados do Caged refletem o trabalho incansável que a Prefeitura do Recife vem fazendo gerando oportunidades de emprego, desburocratizando a abertura de novas empresas e se consolidando como uma cidade atrativa para o ambiente de negócios”, afirmou Carlos Andrade Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico do Recife.
Entre os setores, os Serviços lideraram a geração de vagas em 2025, com saldo de 16.736 empregos, o equivalente a cerca de 73% do total do município. O grupamento encerrou o ano com 389.207 vínculos formais e crescimento de 4,49% no estoque. A Construção Civil teve saldo de 4.369 postos e apresentou a maior variação relativa, com expansão de 11,55%, alcançando 42.207 empregos formais, indicando forte ritmo de crescimento proporcional do setor.
A Indústria contribuiu com 1.178 novas vagas, fechando 2025 com 40.169 vínculos e crescimento de 3,02% no estoque. O Comércio registrou saldo positivo mais moderado, de 691 empregos, mantendo relativa estabilidade, com alta de 0,63%. Já a Agropecuária apresentou saldo residual negativo, com impacto pouco significativo no resultado geral. No conjunto, os dados do Novo Caged mostram que a expansão do emprego formal no Recife ocorreu de forma distribuída entre os principais setores da economia, com desempenho superior ao observado no ano anterior.


