Sudene Concede Incentivos De R$ 1,61 Bilhão A 101 Empresas Em Pernambuco - Revista Algomais - A Revista De Pernambuco
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Rafael Dantas

Sudene concede incentivos de R$ 1,61 bilhão a 101 empresas em Pernambuco

A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) concedeu, em 2025, incentivos fiscais a 101 empresas instaladas em Pernambuco, fortalecendo a base produtiva do estado. Os empreendimentos beneficiados mantêm 28.389 postos de trabalho e estão associados a investimentos privados que somam R$ 1,61 bilhão, realizados antes do acesso aos incentivos. O resultado integra um movimento mais amplo na área de atuação da autarquia, que enquadrou 671 empresas em toda a região, superando os números registrados em 2024.

Como funcionam os incentivos da Sudene

Na prática, os incentivos permitem que parte do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) devido seja direcionada para investimentos na própria empresa. Esse mecanismo cria novas condições financeiras para a modernização de unidades produtivas, expansão das atividades e atualização de equipamentos, aumentando a competitividade dos empreendimentos instalados no território pernambucano.

Tipos de benefícios concedidos em Pernambuco

Do total de incentivos concedidos no estado em 2025, 87 correspondem à redução de 75% do IRPJ, enquanto 14 empresas optaram pelo reinvestimento de 30% do imposto. Os recursos viabilizam a implantação de 53 empreendimentos e a modernização de 29 empresas. Outras 14 organizações destinam os valores à complementação de equipamentos, duas aplicam os recursos na diversificação de linhas de produção e três solicitaram retificação dos projetos apresentados.

Impacto em diferentes cadeias produtivas

Os incentivos fiscais da Sudene alcançam uma ampla diversidade de setores estratégicos para o desenvolvimento regional. Em Pernambuco, os benefícios estão presentes em cadeias produtivas da agricultura, eletroeletrônica, tecnologia da informação, infraestrutura e turismo, além de indústrias de alimentos, vestuário, papel e celulose, materiais plásticos, metalurgia, minerais não metálicos, móveis, químicos e têxtil, ampliando o impacto econômico e social das políticas de fomento.

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