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Pernambuco vai contar com R$ 5,7 bilhões do Fundo de Financiamento do Nordeste

O anúncio foi feito pela Sudene e pelo Banco do Nordeste A Sudene e Banco do Nordeste anunciaram que Pernambuco contará com R$ 5,7 bilhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para o próximo ano. O superintendente do Banco do Nordeste em Pernambuco, Hugo Luís de Queiroz, afirmou que o objetivo do fundo é proporcionar desenvolvimento econômico e social para a região Nordeste e “para que a gente consiga ser efetivo com relação a esse objetivo, escutar os atores envolvidos no processo é fundamental, para entender quais são as expectativas, as atividades que hoje fazem sentido a gente redirecionar ou direcionar o FNE”. Os R$ 5,7 bilhões do FNE destinados para Pernambuco serão divididos entre os setores de Comércio e Serviços (R$ 1,4 bilhão), Infraestrutura (R$ 1,3 bilhão), Pecuária (R$ 1,2 bilhão), Indústria (R$ 753,1 milhões), Agricultura (R$ 711,2 milhões), Turismo (R$ 156,5 milhões), Agroindústria (R$ 84,6 milhões), FNE Verde Sol Pessoa Física (R$ 30,3 milhões) e FNE P-Fies (R$ 500 mil).O orçamento total do fundo pra 2025, contemplando os 11 estados da área de atuação da Sudene, está estimado em R$ 47,2 bilhões, 18,6% superior à estimativa inicial do FNE para este ano. Hugo Luís de Queiroz apresentou em reunião realizada ontem (17) um histórico de aplicações do FNE em Pernambuco entre 2020 e agosto de 2024, período que somou R$ 16,6 bilhões repassados pelo Fundo, que representaram 436,4 mil operações. O destaque foi o ano passado, que registrou financiamentos de R$ 4,64 bilhões. “Em 2024, devemos caminhar para uma aplicação maior que a de 2023”, enfatizou. No período avaliado, foram repassados R$ 10,77 bilhões para o semiárido, o que representa 64,94% do total. Entre os setores, o maior volume de recursos foi para Comércio e Serviços (R$ 5,9 bilhões), enquanto a divisão por tipologia contemplou os municípios considerados prioritários (de baixa e média rendas) com R$ 13 bilhões. Sebrae investe na suinocultura no Agreste Criadores de suínos do Agreste estão recebendo apoio do Sebrae/PE e da Prefeitura de Canhotinho para beneficiar a criação e ampliar os lucros. Nove criadores da região estão sendo beneficiados com consultorias de boas práticas na suinocultura, além da capacitação em diversos aspectos da criação, somando 90 horas de orientação técnica. “Com o aumento das atividades produtivas de suínos na região do Agreste Meridional, o Sebrae tem dado uma maior atenção para a profissionalização da atividade, em busca de garantir maior produtividade para os criadores”, explica Lucas Araújo, analista do Sebrae/PE. Ele conta que os trabalhos de articulação com o setor tiveram início em janeiro deste ano, quando aconteceu a palestra “A importância do diagnóstico na suinocultura”, realizada em parceria com a Secretaria de Agricultura e a Sala do Empreendedor. O objetivo foi despertar nos produtores locais a conscientização do potencial de produção da atividade na região. Já as atividades da consultoria Sebraetec começaram em agosto e seguem até dezembro. Nesse período, os suinocultores vão receber orientações técnicas sobre: adequação da infraestrutura de produção; manejo alimentar e nutricional dos animais em cada fase de desenvolvimento na granja; práticas que compõem o manejo reprodutivo nas granjas; correta detecção do cio; acompanhamento no período de gestação; cuidados com os leitões; manejo sanitário dos animais; e controle econômico e zootécnico. Sorvetes Frosty anuncia novo diretor de marketing A Sorvetes Frosty, empresa cearense de gelados comestíveis, está em franca expansão pelo nordeste e em Pernambuco, anunciou Christian Borges, como novo diretor de marketing. Durante sua trajetória, Christian atuou em empresas regionais e nacionais, passando por 14 estados brasileiros e Distrito Federal, onde liderou reestruturações estratégicas, campanhas integradas, projetos de inovação e equipes multidisciplinares. “Estou muito empolgado com esse novo momento na Frosty, que também passa por um plano de expansão ambicioso, o que só aumenta a minha responsabilidade e a honra por confiar em meu trabalho. Quanto a minha atuação, trago como compromisso a conexão de pessoas a marcas de forma autêntica, criando experiências de valor duradouro e construindo marcas que geram impacto real. Busco transformar marcas em agentes de transformação social, equilibrando criatividade, experiências e resultados". Recentemente, a corporação inaugurou a 16ª unidade em Pernambuco, que hoje é a segunda maior praça da marca no nordeste.

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Aumento das taxas de emprego é mais um estímulo à economia

A queda na taxa de desemprego traz a perspectiva de recuperação econômica e, para alguns analistas, também influencia na redução da vulnerabilidade social e estabilidade política *Por Rafael Dantas A taxa de desemprego do País chegou a 6,6%. É a menor taxa registrada pela Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de toda a série histórica, que começou em 2012. Em Pernambuco, os números ainda são bem maiores, mas estão em queda. O Estado registrou 11,5% de desemprego, que é 2,6% menor do que no ano anterior. Essa mudança vem acompanhada com um aumento da renda dos trabalhadores. Transições que têm efeitos importantes na economia local e nacional. Luiz da Silva Neto, 48 anos, representa essa mudança no cenário do trabalho formal. Após dois anos de desemprego, o trabalhador, que já atuou como auxiliar de serviços gerais, cortador de cana e lavador de veículos, encontrou esperança em um novo emprego como ajudante de pedreiro em um empreendimento da Construtora Carrilho, no Recife. Com dois filhos, de 13 anos e 1 ano e meio, e sendo o único gerador de renda da casa, a carteira assinada dá uma tranquilidade que ele não tinha há mui- to tempo. “Eu deixava currículo em toda parte e sempre esperava uma chance. O que aparecia, eu tentava. Agora, espero com essa carteira assinada crescer na empresa e dar um futuro melhor para meus filhos”, planeja Luiz, que é morador de São Lourenço da Mata. “Estamos sempre na luta. A gente, pai de família, é quem mais sofre quando as coisas não vão bem. O trabalho é tudo, e quanto mais eu puder aprender, melhor”, diz ele, esperançoso. Sua história se entrelaça com o crescimento do emprego em Pernambuco. No setor da construção civil, o Estado registrou um aumento de 250,8% na geração de vagas na comparação entre os meses de janeiro e julho de 2024 com o mesmo período do ano passado. O total de geração de postos superou a casa de 6 mil contratações. A empresa em que Luiz trabalha, a Construtora Carrilho, está construindo oito novos empreendimentos. Para essas obras, ampliou o quadro em mais 150 profissionais. O avanço da geração de postos de trabalho e a redução do desemprego é fruto do crescimento econômico sustentado nos últimos anos e em 2024, segundo o economista e professor da UPE (Universidade de Pernambuco) Sandro Prado. “Nos últimos três anos (2022-2024), o Brasil viu um crescimento econômico significativo, com taxas que se aproximam dos 3%. Essa recuperação tem sido um fator crucial na luta contra o desemprego pois significa mais investimentos e, consequentemente, mais contratações. Esse cenário não só gera novas oportunidades, mas também atua como um motor para a formalização do trabalho, refletindo um ambiente econômico mais saudável.” Pernambuco recebeu em 2023 e neste ano grandes anúncios de empreendimentos, como da Stellantis, em Goiana, e da Refinaria Abreu e Lima, em Suape. O economista ressalta que Pernambuco lidera o percentual da geração de empregos no País, mas ressalva que o Estado ainda apresenta um dos patamares mais elevados de desemprego. Pernambuco e o Recife chegaram a superar as marcas de 14% e 16%, respectivamente, de desocupação, cravando por anos, com Bahia e Salvador, os postos de liderança do desemprego. Se o agronegócio foi o grande protagonista dos desempenhos econômicos do País na última década, a recente onda de avanço do emprego tem sido puxada principalmente pela indústria e pelos serviços. Apenas em agosto, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foram 6.498 novas vagas na indústria e 5.815 nos serviços. No ano, o saldo de empregos no Estado, em todos os setores, é de 43.492 novos trabalhos formais. No ano, o comércio gerou 5.594 vagas, enquanto os serviços foram responsáveis por contratar 33.274 profissionais. O presidente da Fecomércio-PE, Bernardo Peixoto, destaca o ciclo positivo da economia do País e os impactos positivos nos setores representados pela federação. “O comércio varejista, o comércio por atacado e o comércio e reparação de veículos automotores são os segmentos que mais empregam no Brasil e os mais sensíveis à empregabilidade. Com mais pessoas empregadas, há um aumento no consumo local. Isso gera um ciclo positivo em que o comércio e os serviços prosperam, contribuindo para a recuperação da economia. O aumento da empregabilidade melhora a condição econômica das famílias, contribui para uma melhor qualidade de vida, reduzindo a vulnerabilidade social”. Além desse olhar por setores, Sandro Prado destaca que houve uma retomada dos empregos públicos a partir de 2023. A retomada dos concursos públicos e o aumento das contratações também das prefeituras, em áreas como ensino fundamental e na administração pública, também contribuíram. “Nós tivemos crescimento de empregos na iniciativa privada, mas tivemos de igual modo o aumento do número de empregos no setor público. Isso acontece após praticamente seis anos sem concursos públicos, sem que novos servidores estivessem sendo contratados.” EFEITOS ECONÔMICOS DA ATIVAÇÃO DO EMPREGO O efeito renda criado pelo avanço do emprego e também pelo aumento da remuneração se espalha por toda a economia. “A redução do desemprego resulta em um aumento da renda disponível das famílias, o que pode impulsionar o consumo. Com mais pessoas empregadas e recebendo salários, a demanda por bens e serviços tende a crescer, estimulando o setor privado e promovendo o crescimento econômico”, avalia Bernardo Peixoto. O presidente da Fecomércio-PE aponta ainda que enquanto uma região com alto índice de desemprego tende a refletir um quadro de insegurança financeira, altos índices de violência e baixo resultado dos setores produtivos, a virada que está sendo vista no País tende a gerar benefícios sociais relevantes. “A diminuição das taxas de desemprego pode contribuir para uma maior estabilidade social e política. Com menos pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, há uma tendência de redução da criminalidade e dos conflitos sociais, criando um ambiente mais otimista para investimentos”. A diminuição da vulnerabilidade econômica das famílias pode gerar, segundo Sandro Prado, uma menor pressão no Governo Federal e no Governo do Estado em relação aos programas de distribuição direta de renda,

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Não adianta apenas preservar o meio ambiente, é preciso regenerar a economia

Debate ambiental do Pernambuco em Perspectiva destacou a urgência da agenda da sustentabilidade no Estado. *Por Rafael Dantas Quais as atividades econômicas que irão mover Pernambuco nas próximas décadas? Com 90% do território situado no semiárido nordestino e com sua capital como a 16° mais vulnerável do mundo à elevação do nível do mar, a grande expectativa – e desafio – do Estado é construir um tecido produtivo sustentável. A economia regenerativa – que não apenas preserva o meio ambiente, mas que atua para reverter o processo histórico de destruição – foi o tema principal do projeto Pernambuco em Perspectiva – Estratégia de Longo Prazo, realizado em setembro pela Algomais e pela Rede Gestão, com patrocínio da Copergás. Ana Luíza Ferreira, Secretária de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha do Governo do Estado, e Sérgio Xavier, coordenador do Fórum de Mudança do Clima, foram enfáticos na defesa da mudança do modelo de desenvolvimento econômico para um padrão ancorado nas tendências de descarbonização das atividades produtivas, interrupção dos processos de degradação ambiental e de fomento às atividades sustentáveis e de adaptação às mudanças climáticas. “A economia é o eixo fundamental para fazer as grandes transformações. Ela influencia a política, garante a vida das pessoas. É nela que temos que trabalhar, saindo do modelo degradador para um modelo regenerativo. É preciso mudar os modelos de governança para uma visão mais sistêmica, mais integrada e em tempo real com redes digitais”, defendeu Sérgio Xavier. Muitas das previsões que pareciam catastróficas e até alarmistas, há algumas décadas, já se tornaram realidade. Não esperaram 2050 ou o final do século para acontecer. Os alagamentos no Recife em dias sem chuvas, o drama das enchentes do Rio Grande do Sul e o processo de desertificação no semiárido nordestino são fotografias de um filme assustador que atravessa o planeta. Esse roteiro, previsto há décadas pelos ambientalistas, mas só agora, de fato, sentido pela população, tem movido o mundo com investimentos robustos. A transição das matrizes energéticas e os investimentos urbanos de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas são duas respostas às ameaças globais. Em paralelo a isso, no entanto, seguem em curso tentativas de avançar em atividades com graves riscos ambientais em Pernambuco, no País e no mundo. A exploração de petróleo na bacia da Foz do Amazonas é um dilema nacional, como no passado foi a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Em Pernambuco, pautas que estão no horizonte de curto prazo são a construção do Arco Metropolitano e da Escola de Sargentos. O primeiro corta a Área de Proteção Ambiental Aldeia Beberibe, enquanto o segundo prevê o desmatamento de 90 hectares de Mata Atlântica, em Paudalho. Permanece, portanto, o confronto entre os “empreendimentos verdes” e o avanço de investimentos com forte impacto ambiental. CENÁRIO NACIONAL E LOCAL DRAMÁTICOS Sérgio Xavier apontou uma série de aspectos destacados pelo Fórum Econômico Mundial que expõe a complexidade da pauta das questões climáticas, que exige pensamento sistêmico, planejamento Integrado, diplomacia colaborativa e soluções multiconectadas. “Alguns destaques apontados pelo fórum são a desinformação, disrupções decorrentes das novas tecnologias digitais, a polarização social no mundo, a recessão econômica, inclusive provocada por questões ambientais, a migração forçada. Há um conjunto de outros pontos que englobam tudo. Um dos pontos relevantes é a falta de oportunidade econômica”. No cenário nacional, nas últimas semanas, o avanço das queimadas é um fator que assusta a população. Mas a quantidade de indicadores preocupantes de desequilíbrio ambiental no País e no mundo são muitas. “A temperatura média, máxima e mínima estão subindo em todas as regiões do Brasil. Ondas de calor, chuvas anuais, chuvas extremas, duração da seca, nível do mar, acidificação do oceano. Todos estão em alta. Estamos em uma situação muito séria e crítica. É uma crise sistêmica pois o modelo macro da nossa economia está em colapso, ele não é mais viável. O ponto de partida é o meio ambiente” alerta Sérgio Xavier. No estudo apresentado pelo Adapta Brasil, dos 5.570 municípios do País, apenas 251 têm capacidade adaptativa considerada muito alta para enfrentar os desafios desse momento de mudanças climáticas e eventos extremos do clima. O levantamento do Governo Federal mostrou que 3.679 municípios não têm capacidade adaptativa ou uma capacidade muito baixa de enfrentar essa situação. Quando esteve à frente da Secretaria de Meio Ambiente de Pernambuco, Xavier diagnosticou três pontos mais críticos por onde o Estado deveria começar a enfrentar os problemas ambientais. O primeiro era a seca e o cenário de desertificação do semiárido. O segundo era o avanço do mar e a erosão do litoral, atingindo uma região densamente povoada. E em terceiro, as chuvas e inundações da Zona da Mata Pernambucana. “Precisamos fazer um plano que mitigue, adapte as cidades, inclua as pessoas, transforme as cadeias produtivas e, ao mesmo, tempo as impulsione. Essa é a referência, criar uma nova economia resolvendo esses problemas. Temos 90% de áreas suscetíveis à desertificação, com parte já saindo do semiárido para o árido”, destacou Sérgio. Além da defesa enfática da preservação ambiental e da atuação por sua regeneração, a secretária Ana Luíza foi muito enfática ao associar o desafio social do Estado. “Partimos de um Estado em que 50% da população está abaixo da linha da pobreza e que 20% da população está abaixo da linha de miséria. Nós nos acostumamos a ser suscetíveis a qualquer desenvolvimento, qualquer emprego e qualquer PIB”, critica. Ela sugere ser preciso reduzir desigualdades extremas dentro das iniciativas de economia regenerativa. Sérgio Xavier lembrou de alguns avanços durante seu período na gestão, que ele considera que foram medidas importantes, mas paliativas. Ações que adiam o colapso, atuando à margem do modelo econômico degradador. Mas destacou que o momento exige políticas que de fato regenerem o meio ambiente. “Nossa visão é fazer a economia regenerativa puxar esse processo. E, portanto, a nossa briga é com os conservadores da desigualdade e do modelo econômico, que querem que continue do mesmo jeito. Esses conservadores não querem conservar a natureza. Precisamos que eles olhem

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Moody’s eleva nota da dívida do Brasil e País se aproxima de Grau de Investimento

Perspectivas positivas impulsionam confiança econômica A agência de classificação de risco Moody’s anunciou uma elevação na nota da dívida pública brasileira, passando de Ba2 para Ba1, o que representa um avanço significativo nas perspectivas econômicas do país. A decisão reflete a melhoria no crédito, impulsionada pelo crescimento robusto do Produto Interno Bruto (PIB) e pelas recentes reformas fiscais e econômicas, incluindo a reforma tributária, que promete aprimorar o ambiente de negócios e otimizar a alocação de recursos. Com essa mudança, o Brasil se encontra a um nível do grau de investimento, que assegura a solvência do país em suas obrigações financeiras. O grau de investimento é uma classificação dada por agências de rating que indica a solidez financeira de um país ou empresa, sugerindo que há baixo risco de calote (default) em suas dívidas. Essa avaliação é crucial para investidores, pois influencia as taxas de juros que um país ou empresa terá que pagar ao emitir títulos de dívida. Quando um país possui grau de investimento, isso significa que sua economia é considerada estável e capaz de honrar suas obrigações financeiras. Em contraste, classificações abaixo desse nível são vistas como "grau especulativo", o que implica maior risco de inadimplência. O grau de investimento facilita o acesso a financiamentos com juros mais baixos, atraindo investimentos estrangeiros e promovendo a confiança dos mercados na economia do país. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou a importância dessa conquista e afirmou: “Penso que, se o governo como um todo compreender que vale a pena esse esforço, que esse esforço que está sendo feito produz os melhores resultados e continuarmos sem baixar a guarda em relação às despesas, em relação às receitas, fazendo o nosso trabalho, acredito realmente que nós temos a chance de completarmos o mandato do presidente Lula reobtendo o grau de investimento.” A mensagem de Haddad reflete a confiança em que a continuidade das reformas e do controle fiscal pode levar à recuperação da credibilidade internacional do Brasil. A Moody’s também ressaltou a necessidade de um reequilíbrio nas contas públicas para garantir uma trajetória de crescimento sustentável. Apesar da dívida elevada, o Brasil apresenta ativos líquidos consideráveis e financia sua dívida majoritariamente em moeda local. Com a expectativa de melhorias gradativas nos resultados primários nos próximos três anos, o cenário se mostra otimista. iFood é a marca mais amada pelos brasileiros pelo terceiro ano consecutivo O iFood, empresa brasileira de tecnologia referência em delivery na América Latina, foi reconhecida como a marca mais amada pelos brasileiros pelo terceiro ano consecutivo, segundo o estudo desenvolvido pela Ecglobal, que utiliza o Net Love Score. Ana Gabriela Lopes, CMO do iFood, expressou sua satisfação com o prêmio, afirmando que “ser reconhecida como a marca mais amada pelos brasileiros é muito gratificante. Somos uma empresa jovem, com apenas 13 anos no mercado, e liderar o ranking que conta com grandes marcas é um grande feito para nós.” O iFood atingiu marcos significativos, incluindo 100 milhões de pedidos, e destacou conquistas como o iFood Move, o Leão de Ouro no Festival de Cannes e a presença notável em eventos como o Rock in Rio e o BBB24. O estudo da Ecglobal avalia a conexão emocional entre pessoas e marcas, reforçando a lealdade do público à plataforma. NOHA e CIAO inauguram primeira loja colaborativa em Boa Viagem Duas marcas renomadas no mercado fashion masculino, NOHA e CIAO, uniram forças para inaugurar sua primeira loja colaborativa no coração de Boa Viagem, a partir desta quinta-feira, 3 de outubro. Com uma estrutura inovadora, a loja promete oferecer as melhores opções para o homem moderno, aliando uma experiência de compra diferenciada a ambientes destinados à confraternização e consultoria de moda. Os fundadores Simon Carrazzone e João Andrade Lima ressaltam que essa colaboração visa criar um espaço onde os clientes possam desfrutar de momentos descontraídos, além de atender todas as suas necessidades em moda masculina. A nova loja está localizada na Conselheiro Aguiar, um dos pontos mais visíveis do bairro, entre a Avenida Augusta e a Diplomata, no casarão que antes abrigava o Santander. Essa inauguração marca a primeira unidade das marcas fora do tradicional ambiente de shopping, uma decisão estratégica que visa atender a demanda dos clientes que preferem a conveniência das lojas de rua. "Estamos sempre buscando atender nosso cliente da maneira que ele preferir e sentimos que muitos deles gostam do modelo de loja de rua, por se encaixar de forma mais ágil às suas rotinas", destaca João Andrade Lima. Com essa iniciativa, NOHA e CIAO esperam proporcionar uma experiência completa e acessível aos seus clientes. Damyller expande presença em Recife com novas lojas A marca 100% brasileira de denim sustentável, Damyller, está em um momento de expansão e modernização, trazendo novidades para Recife com a reinauguração de sua unidade no Shopping Recife e a abertura de uma nova loja no Shopping Plaza Casa Forte. Ambas as lojas foram projetadas para proporcionar uma experiência de compra completa, refletindo os valores e a identidade visual da marca, com ênfase em sustentabilidade e inovação. A loja do Shopping Recife passou por uma atualização total, apresentando um conceito arquitetônico inovador. Seu interior se destaca pelos painéis estofados em white denim — um tecido exclusivo da Damyller — que cobre o pé direito duplo, integrando-se ao design do mezanino. "Essa escolha de design reforça a autenticidade da marca e conecta o consumidor diretamente com nosso principal produto, o jeans," comenta Damylla Damiani, consultora de estilo da Damyller. Já no Shopping Plaza Casa Forte, a nova loja traz uma fachada em tom ocre e manequins em bases de índigo, evidenciando o compromisso da marca com a sustentabilidade. Com essas inaugurações, a Damyller fortalece sua presença no Recife, onde já conta com outras duas lojas, no Riomar Shopping e no Shopping Center Tacaruna, mantendo seu compromisso com a autenticidade e a sustentabilidade. Wine Concept Brasil comemora 5 anos com lançamentos na Prowine SP e Supermix PE A distribuidora de vinhos portuguesa Wine Concept Brasil completa cinco anos de operação no país e, para

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Fabrica da Oggi Sorvetes em Pernambuco

Oggi Sorvetes inaugura fábrica em Pernambuco com investimento de R$ 50 milhões

Nova unidade fabril na Região Metropolitana do Recife gera 600 empregos e reforça a expansão da marca na região A Oggi Sorvetes, maior rede de franquias de sorvetes do Brasil, inaugurou oficialmente sua primeira fábrica no Nordeste, localizada em Abreu e Lima, região metropolitana do Recife. Com um investimento de R$ 50 milhões, a nova unidade vai gerar 600 empregos diretos e indiretos, consolidando a presença da marca no mercado nordestino. O espaço, anteriormente ocupado pela marca Zeca's, foi totalmente reformado e equipado com tecnologia de ponta, permitindo maior eficiência na produção. A fábrica tem capacidade para produzir cerca de 50 milhões de litros de sorvete por ano, o que dobrará a produção anual da Oggi, alcançando 100 milhões de litros. Esse aumento significativo na capacidade produtiva é parte da estratégia da empresa para expandir sua presença no Nordeste e consolidar sua posição como uma das maiores fabricantes de sorvetes do Brasil. “Acreditamos muito no potencial de nossa fábrica, pois temos o objetivo em assumir a liderança na produção nacional de sorvetes”, afirmou Rodrigo Mauad, sócio fundador da Oggi Sorvetes. Durante a cerimônia de inauguração, o diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho, ressaltou a importância do empreendimento para a economia local. "Pernambuco está sempre de braços abertos para receber empreendimentos como o da Oggi Sorvetes, que irá gerar 600 empregos", destacou, mencionando ainda os incentivos fiscais do Prodepe e o ambiente de negócios favorável oferecido pelo estado. Com a nova fábrica, a Oggi Sorvetes visa aumentar sua competitividade e atingir a meta de R$ 1 bilhão de faturamento até o final de 2024, graças a sua eficiência tecnológica, logística otimizada e preços acessíveis.

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Dia das Crianças: comércio pernambucano projeta crescimento de 13,3% nas vendas

Brinquedos não eletrônicos lideram as preferências, com destaque para o varejo tradicional O comércio de Pernambuco está otimista para o Dia das Crianças de 2024, com expectativa de um aumento de 13,3% no volume de vendas em relação ao ano anterior, segundo pesquisa da Fecomércio-PE. Entre os empresários entrevistados, 66,2% esperam um desempenho superior ao de 2023, com destaque para o varejo de shopping centers, que deve crescer de 67,2% para 79,4%. No comércio tradicional, a expectativa também é positiva, passando de 58,6% para 62,9%.  Variação média esperada no volume das vendas referentes ao Dia das Crianças de 2024 Confiança do consumidor e estratégias de vendas O crescimento nas vendas é atribuído ao aumento da confiança dos consumidores (42,2%) e a um ambiente comercial mais favorável (39,5%). Para impulsionar o movimento, 39,8% dos empresários planejam oferecer descontos e promoções. Além disso, o uso de estratégias como o fortalecimento da presença online e o incentivo à equipe de colaboradores estão entre as principais ações para melhorar o atendimento e a satisfação dos clientes. Brinquedos e vestuário entre os itens mais procurados Os brinquedos ou jogos não eletrônicos são a preferência de 63,3% dos consumidores, seguidos por roupas e acessórios de vestuário (23,9%) e calçados (10,4%). O comércio tradicional é o local mais procurado para essas compras, com 56,2% das intenções de compra, enquanto os shoppings representam 39,6%. "A expectativa de crescimento nas vendas para o Dia das Crianças deste ano é um sinal positivo para o setor varejista de Pernambuco", destacou Bernardo Peixoto, presidente da Fecomércio-PE. Formas de pagamento e comportamento de consumo O cartão de crédito será a principal forma de pagamento, utilizado em 49,8% das transações, seguido do Pix (26,8%). Com um ticket médio estimado em R$ 144, o consumo deverá ser impulsionado principalmente pelo comércio de rua e serviços de alimentação. "O otimismo dos empresários é impulsionado por uma percepção de recuperação econômica e maior confiança dos consumidores", afirmou Rafael Lima, economista da Fecomércio-PE.

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Mercado eleva previsão de crescimento econômico do Brasil para 3% em 2024

Estimativas de crescimento sobem após resultado surpreendente do PIB do segundo trimestre, consolidando cenário otimista para a economia brasileira. A projeção do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira em 2024 subiu de 2,96% para 3%, de acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (23). A revisão otimista ocorreu após o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre apresentar uma alta de 1,4% em relação ao trimestre anterior, superando as expectativas dos analistas. Na comparação com o mesmo período de 2023, o crescimento foi de 3,3%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa para o PIB em 2025 permanece em 1,9%, enquanto para 2026 e 2027 o mercado financeiro projeta uma expansão de 2% ao ano. Em 2023, a economia brasileira também superou as previsões, registrando um crescimento de 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões. A alta acumulada no último ano reforça a confiança em uma recuperação econômica consistente, apesar dos desafios fiscais e políticos. Quanto à inflação, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024 foi ajustada de 4,35% para 4,37%. Para 2025, a estimativa se mantém em 3,97%, acima da meta de 3% estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. A meta de inflação contínua estabelecida pelo CMN para os anos seguintes visa manter a estabilidade econômica, garantindo previsibilidade para o mercado. Em relação à taxa de câmbio, o mercado prevê que o dólar feche 2024 em R$ 5,40, enquanto a expectativa para o fim de 2025 é de R$ 5,35. Para a taxa Selic, o principal instrumento do Banco Central para controle da inflação, a previsão é que encerre 2024 em 11,5% ao ano. A partir de 2025, o mercado espera que a taxa básica de juros caia gradualmente, atingindo 10,5% em 2025 e 9% ao ano em 2027. O cenário de crescimento e controle da inflação é positivo, mas a política monetária e a resposta do Banco Central às flutuações econômicas serão fundamentais para garantir a sustentabilidade desse ciclo de crescimento. As decisões sobre a Selic, previstas para serem debatidas na próxima reunião do Copom, em novembro, serão determinantes para a trajetória econômica do país nos próximos anos.

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Brasil precisará formar 3 mil técnicos por ano para expandir produção de hidrogênio verde

Pesquisa do Senai aponta demanda crescente por trabalhadores qualificados para garantir transição energética e expansão do hidrogênio verde. Imagem criada com IA pelo Bing Image Creator (Com informações da Agência Brasil) O Brasil precisará formar quase 3 mil técnicos e trabalhadores qualificados anualmente para garantir a expansão da produção de hidrogênio verde, um combustível limpo considerado essencial para a transição energética. A pesquisa foi realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e identificou a necessidade de profissionais em diferentes níveis de qualificação, destacando a importância de técnicos especializados para a instalação e manutenção das plantas de produção do combustível. No nível médio, que abrange técnicos e trabalhadores qualificados, o estudo aponta uma demanda de 2.863 novos profissionais por ano. Outros 2.248 trabalhadores semiqualificados serão necessários em áreas de menor complexidade. O Senai tem investido na formação de mão de obra, com a criação de um centro de excelência no Rio Grande do Norte e cinco laboratórios regionais dedicados à educação profissional e superior, além de um curso de pós-graduação. "O segundo movimento será direcionado à instalação e operação das plantas, que exigirá profissionais de nível técnico”, explica Felipe Morgado, superintendente de Educação Profissional e Superior do Senai. O hidrogênio verde é obtido por meio de processos que utilizam energia limpa, como a eletrólise da água, e pode ser usado em setores intensivos em energia, como transporte e siderurgia, contribuindo para reduzir as emissões de CO₂. A expansão desse mercado depende da formação de uma força de trabalho especializada e da implementação de políticas públicas favoráveis, como o marco legal do hidrogênio sancionado recentemente pelo presidente Lula, que estabelece incentivos para o setor. Além disso, o Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (PHBC) segue em tramitação, prevendo R$ 18,3 bilhões em créditos fiscais até 2032 para estimular setores industriais como fertilizantes, siderurgia e petroquímica. "A formação técnica especializada é fundamental para o sucesso da transição energética no Brasil", ressalta o estudo do Senai.

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Porto de Suape registra recorde histórico em movimentação de cargas em agosto

Porto de Suape registra recorde histórico em movimentação de cargas em agostoMovimentação de mais de 2,6 milhões de toneladas foi impulsionada por granéis líquidos, como petróleo e gasolina O porto de Suape alcançou em agosto a maior movimentação de cargas desde o início de suas operações, há 45 anos. Com um total de 2.658.036 toneladas, o resultado foi impulsionado pelos granéis líquidos, como petróleo e gasolina, setor em que Suape é líder no Brasil. O mês registrou o maior crescimento percentual do ano, com alta de 41% em comparação ao mesmo período de 2023. O recorde anterior foi em outubro de 2022, quando o porto movimentou 2.534.528 toneladas. No acumulado de 2024, a movimentação total do porto soma 17.150.473 toneladas, um aumento de 7,3% em relação ao ano passado. O petróleo e seus derivados, como GLP e óleo bruto, foram os principais responsáveis pelo desempenho de agosto, totalizando 1.716.490 toneladas, 37% a mais que em agosto de 2023. Além disso, a movimentação de contêineres, onde Suape também é destaque no Nordeste, chegou a 667.415 toneladas e 59.571 TEUs, com alta de 31%. As cargas de granéis sólidos, como trigo e coque de petróleo, tiveram o maior crescimento percentual, subindo 172% em relação a 2023, totalizando 208.549 toneladas. As exportações também cresceram significativamente, com alta de 79%, enquanto as importações somaram 765.557 toneladas, um crescimento de 94%. "Comemoramos mais um resultado positivo no qual Suape mostra a sua força e o seu potencial para crescer", destacou Rinaldo Lira, diretor de Desenvolvimento e Gestão Portuária.

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Banco Central eleva Selic para 10,75% diante da alta do dólar e da inflação

Primeiro aumento em mais de dois anos na taxa O Banco Central (BC) decidiu aumentar a taxa básica de juros, a Selic, pela primeira vez em mais de dois anos. A medida foi tomada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que, por unanimidade, elevou a taxa em 0,25 ponto percentual, levando-a para 10,75% ao ano. Essa decisão era amplamente aguardada pelo mercado financeiro, que já esperava uma resposta do BC frente às recentes pressões inflacionárias e à alta do dólar. Motivos para o aumento da Selic O comunicado do Copom destacou diversos fatores que justificam a elevação da Selic, como a resiliência da atividade econômica, a pressão no mercado de trabalho, e a desancoragem das expectativas de inflação. O comitê foi cauteloso ao mencionar o futuro, sem indicar com precisão a duração do ciclo de alta dos juros, mas reforçou que o objetivo é manter a inflação dentro da meta estipulada. Impacto na inflação e nas tarifas A Selic é o principal instrumento utilizado pelo BC para controlar a inflação, que atualmente está próxima do teto da meta. Apesar da leve deflação de 0,02% em agosto, impulsionada pela queda no preço da energia, a inflação tende a aumentar nos próximos meses devido à seca prolongada e à alta das tarifas de energia elétrica, que subirão com a aplicação da bandeira tarifária vermelha a partir de setembro. Previsões econômicas para 2024 De acordo com o boletim Focus, a inflação deve fechar o ano em 4,35%, muito próxima do teto da meta. Para 2024, o Banco Central mantém a projeção de um IPCA de 4%. No entanto, o cenário pode mudar com a persistente alta do dólar e os efeitos prolongados da seca, que impactam os preços. Crédito mais caro e impacto econômico O aumento da Selic encarece o crédito, o que ajuda a conter a inflação, mas também desestimula o consumo e a produção, podendo frear o crescimento econômico. O Banco Central revisou para 2,3% sua projeção de crescimento para a economia em 2024, mas o crescimento observado no segundo trimestre sugere que as expectativas podem ser mais otimistas. Analistas acreditam que o PIB pode crescer até 2,96% no próximo ano. Dois destaques internacionais na advocacia O escritório Queiroz Cavalcanti Advocacia recebe o segundo reconhecimento internacional só este ano. Acaba de se destacar na 26ª edição do guia Latin Lawyer 250, uma das principais publicações que analisa e reconhece o mercado jurídico da América Latina. Em julho, entrou pelo 13º ano consecutivo no ranking Chambers and Partners, considerada a principal publicação jurídica do mercado. Com isso, mantém a liderança do anuário e se posiciona no mercado da advocacia empresarial, com 26 anos de atuação nacional. O QCA está sediado no Recife (PE) e presente também em Salvador (BA), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), São Luís (MA), Manaus (AM) e Rio de Janeiro (RJ).  Ferreira Costa inaugura outlet de móveis com descontos de até 70% na Tamarineira O Home Center Ferreira Costa traz uma novidade para os compradores de móveis em Recife: o outlet localizado no estacionamento G5 da unidade da Tamarineira. Oferecendo uma ampla variedade de cadeiras, sofás, poltronas e outros móveis de grandes marcas, os descontos vão de 40% e podem chegar até 70%. Além disso, as compras podem ser parceladas em até 10 vezes, tornando a experiência mais acessível.

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