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Pernambuco em Perspectiva debate propostas de economia regenerativa

Transição energética e combate às desigualdades marcam os debates sobre o futuro do Estado A discussão do novo ciclo de desenvolvimento de Pernambuco chegou à pauta da sustentabilidade ambiental. Embora o tema já tenha sido abordado em discussões anteriores, o evento Pernambuco em Perspectiva, realizado ontem, trouxe à tona um debate mais aprofundado sobre a necessidade de haver uma transição para a economia regenerativa. O encontro contou com a participação de Ana Luíza Ferreira, Secretária de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, e de Sérgio Xavier, ex-secretário de Meio Ambiente e atual coordenador do Fórum Nacional de Mudança do Clima. Além dos dois painéis temáticos, Francisco Cunha apresentou um diagnóstico histórico do Estado, reforçando a urgência de repensar o futuro de Pernambuco e a necessidade de incorporar práticas sustentáveis como eixo central de desenvolvimento. Ana Luíza Ferreira discutiu as oportunidades trazidas pela nova economia regenerativa, destacando a necessidade de uma transição para um modelo de baixo carbono que também combata as profundas desigualdades sociais que afetam o Estado. "Estamos falando de uma nova lente de desenvolvimento. O trabalho é mudar o vetor de desenvolvimento de Pernambuco. A gente, enquanto Estado, precisa entender de onde estamos partindo. Partimos de um estado que 50% da população está abaixo da linha e pobreza e 20% abaixo da linha de miséria. O novo modelo de desenvolvimento é uma oportunidade real de transformação para o nosso Estado." A Secretária de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha apresentou as diretrizes do PerMeie - Plano Pernambucano de Mudança Econômico-Ecológica, criado pela atual gestão do Governo do Estado, bem como apresentou algumas das iniciativas em andamento pela pasta. Ela destacou que os eixos do PerMeie são 1) Fomento a investimentos sustentáveis regenerativos, 2) Mobilização Cultural e Educativa para o Desenvolvimento Sustentável, 3) Inovação em Serviços e Tecnologias Disruptivas para a Economia Regenerativa, 4) Planejamento Urbano e Territorial Sustentável e 5) Promoção da bioeconomia nas biorregiões do estado. "Uma das nossas prioridades tem sido no bioma da Caatinga. Precisamos conhecer nosso Estado e nossas potencialidades. A caatinga, enquanto bioma único exclusivamente brasileiro, tem um potencial genético de ensinar para o mundo sobre adaptação a condições climáticas extremas, isso precisa ser estudado, tem diversas outras potencialidades por essa característica de resiliência e precisa mais conhecido", conta Ana Luíza Ferreira. Na sua fala, além do desafio de ser neutro em carbono, a secretária ressaltou a necessidade de ter uma visão de "ser positivo em restauração de natureza" e de redução das desigualdades extremas. Para que as iniciativas em andamento não sejam apenas de uma gestão, ela explicou que está em desenvolvimento um programa de Estado, não apenas de governo, que atravesse o período da gestão Raquel Lyra. O programa pode ser acessado no site da Semas. FOCO EM MUDAR A ECONOMIA Sérgio Xavier falou sobre como os planos de sustentabilidade influenciam no desenho do novo modelo de desenvolvimento de Pernambuco. Em sua palestra, ele destacou especialmente os desafios no campo econômico. "A economia é o eixo fundamental para fazer grandes transformações", afirmou. A grande questão provocadora levantada foi: Como sair do modelo degradador para um modelo regenerativo? "A economia modela a sociedade. Temos que reduzir o PIB poluidor, elevar o PIB verde e regenerativo, migrar empregos para processos saudáveis e sustentáveis, capacitar as pessoas para crescimento e inovação. E temos atividades que passaram dos limites (sustentáveis do planeta) e que precisam decrescer." No diagnóstico dos grandes desafios relacionados aos eventos extremos estão a recessão econômica provocada pelas mudanças climáticas, a polarização social, a desinformação, entre outros. Sérgio apresentou um panorama preocupante do planeta - mesmo para quem já acompanha a pauta ambiental - em direção ao caos. Mesmo diante dos desafios vistos a cada dia no País, como as graves queimadas e da recente inundação do Rio Grande do Sul, um estudo do Governo Federal indicou que 3,679 municípios tem capacidade adaptativa muito baixa ou inexistente diante das mudanças climáticas. "A linha de degradação ambiental passou dos limites e a linha de exclusão social está abaixo do aceitável, precisamos trazer essas linhas para o equilíbrio, Reduzir a exclusão e incluir as pessoas. Só é possível fazer isso com uma nova economia e o modelo de regeneração entrar nos modelos de negócios. Para ter sustentabilidade tem que ter resiliência ambiental, social e políticas públicas que empurrem a linha social para cima. É preciso trazer as pessoas de baixo da linha de pobreza para o mínimo de condições de vida. E trazer a linha de degradação para uma posição sustentável. Precisamos fazer a economia regenerativa mudar esse processo atual. Isso é sair de uma visão fragmentada para uma visão sistêmica. Sair de uma visão ultracompetitiva para uma visão colaborativa. Os sistemas regenerativos são todos circulares e a nossa economia ainda é toda linear. Temos que descarbonizar, recompor os ciclos e fazer isso recompondo as oportunidades econômicas". A economia regenerativa é um sistema econômico voltado para suprir as necessidades humanas sem comprometer os recursos naturais. Ela segue uma abordagem circular, priorizando a reutilização, o reaproveitamento, a reciclagem e o descarte adequado dos produtos. Sérgio destacou a urgência de fazer essa virada de chave no modelo de desenvolvimento em virtude da aceleração das mudanças climáticas. Ele exemplificou isso com a antecipação de várias previsões de catástrofes ambientais para 2035 ou 2050 que já são possíveis ver em pleno 2024. Prognósticos que pareciam alarmistas no passado, mas que hoje entraram na agenda do dia. Os depoimentos mais incisivos do ex-secretário foram acerca da Escola de Sargentos, do Arco Metropolitano e da Bacia do Rio São Francisco. "A Escola de Sargentos é uma oportunidade de se encaixar nos espaços já desmatados. É um absurdo desmatar mais 90 hectares. Se fosse 1 hectare eu já acharia ruim, mas 90 hectares..." Além de se posicionar de forma veemente contrária ao desmatamento da mata atlântica para a Escola de Sargentos e para o Arco Metropolitano, o ambientalista alertou para o avançado estado de degradação da Bacia do Rio São Francisco, que segue sem um combate

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Crescimento do PIB de Pernambuco supera a média nacional

Estado registra alta de 4,1%, impulsionado por setores da Agropecuária e Indústria, acima da média brasileira de 3,3% O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco registrou um crescimento de 4,1% no segundo trimestre de 2024, comparado ao mesmo período do ano passado, superando a média nacional de 3,3%. O desempenho positivo do estado foi impulsionado principalmente pelos setores da Agropecuária e da Indústria. A Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional de Pernambuco (Seplag-PE) e a Agência Condepe/Fidem divulgaram os dados durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (12). A Agropecuária apresentou um crescimento expressivo de 22,3%, com destaque para a pecuária, especialmente a produção de aves e ovos. A Indústria pernambucana também teve avanço, registrando alta de 4,4%, impulsionada por atividades como eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos. “Esse crescimento expressivo do PIB no segundo trimestre, com um crescimento de 4,1%, só vem confirmar o que já estamos presenciando desde o início do ano”, afirmou o secretário da Seplag, Fabrício Marques. No acumulado do semestre, a economia de Pernambuco cresceu 3,4%, superando mais uma vez a média nacional, que ficou em 2,9%. Os dados mostram uma recuperação consistente da atividade produtiva, com destaque contínuo para a Agropecuária, que apresentou crescimento de 19,2% no período. O setor de Serviços, por sua vez, registrou uma expansão de 2,6%, sendo o comércio a área de maior destaque, com uma variação de 6,1%. “O trabalho para reerguer a economia de Pernambuco está dando certo e as provas disso são o aquecimento do mercado de trabalho e a dinamização da economia”, ressaltou Jaime Prado, presidente da Agência Condepe/Fidem. Segundo ele, o bom desempenho econômico reflete os investimentos do Governo do Estado em setores estratégicos, fortalecendo ainda mais o ambiente econômico local.

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Transformação digital, com investimentos federais, promete impulsionar a indústria no Nordeste

Sudene destaca papel da revolução digital industrial para a competitividade da região, com aporte de R$ 186 bilhões A transformação digital da indústria no Nordeste ganhou um reforço significativo com o anúncio de R$ 186 bilhões de investimentos pelo Governo Federal. A iniciativa faz parte da Missão 4 da Nova Indústria Brasil, detalhada em uma cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O objetivo é aumentar a competitividade do setor industrial brasileiro, com foco na inovação e modernização tecnológica. Segundo Danilo Cabral, superintendente da Sudene, a instituição será fundamental para aplicar os investimentos na região. “Nós identificamos nas seis missões da nova política industrial como elas se encaixam no nosso território, buscando oportunidades para adensar as cadeias produtivas vinculadas a essas iniciativas”, afirmou. Cabral destacou o exemplo do Porto Digital, em Recife, como um polo de sucesso na transformação digital, sendo uma referência para a expansão desse movimento. O plano prevê que até 2026, 25% das empresas industriais brasileiras estarão digitalizadas, com um avanço até 50% até 2033. Entre os setores que receberão foco estão os de semicondutores, robótica industrial e infraestrutura avançada, como a fabricação de chips e a instalação de data centers. Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, celebrou o papel da parceria com a iniciativa privada, que será responsável por aportar R$ 85,7 bilhões dos investimentos. Além dos recursos, a Sudene destacou a reativação do Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais (Coriff), que busca integrar instrumentos de financiamento, como os fundos regionais (FDNE e FNE), com as demandas da Nova Indústria Brasil. “Essa integração entre financiamento, pesquisa e inovação permitirá agregar valor à transformação digital das indústrias do nosso território”, acrescentou Danilo Cabral. A Sudene também lidera os programas NE 4.0 e PE 4.0, que já qualificaram 126 profissionais em sete estados do Nordeste, impulsionando o setor industrial na região.

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39% dos nordestinos acreditam ter alcançado independência financeira, revela pesquisa

Estudo da Serasa indica que maioria ainda se sente "distante" dessa autonomia, com 77% dos entrevistados afirmando que falta para atingir o objetivo Um estudo da Serasa, realizado pelo Instituto Opinion Box, revela que apenas 39% dos nordestinos acreditam ter alcançado a independência financeira, um número ligeiramente acima da média nacional de 35%. A pesquisa aponta que o pagamento das contas em dia, o planejamento dos gastos e a quitação de dívidas são considerados passos essenciais para atingir essa autonomia. Apesar disso, 77% dos nordestinos ainda se dizem "distantes" da independência financeira. Dentre os que se consideram independentes, 67% afirmam ter atingido essa conquista entre os 18 e 30 anos. O estudo também destaca que a maioria associa essa liberdade financeira a uma "sensação de segurança", e aqueles que ainda não alcançaram esse objetivo priorizam quitar dívidas e conseguir emprego. Para os que dependem financeiramente de alguém, a pesquisa revelou que 51% dos nordestinos sentem culpa pela situação. Além disso, 43% temem nunca alcançar a independência financeira, destacando a importância do planejamento e controle do orçamento desde cedo. Thiago Ramos, especialista da Serasa, ressalta a necessidade de cautela e organização ao lidar com as finanças. “A independência financeira precisa de planejamento financeiro, controle do orçamento e informações suficientes para tomar decisões assertivas”, comenta Ramos, enfatizando o uso de ferramentas como a funcionalidade "Minhas Contas", da Serasa, para ajudar os consumidores a gerenciar suas finanças e evitar inadimplência.

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Renda média dos trabalhadores brasileiros cresce 5,8%, aponta Ipea

Estudo revela aumento dos rendimentos, mas sinaliza queda recente após pico em abril O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou na última sexta-feira (6) que a renda habitual média dos trabalhadores brasileiros registrou um crescimento interanual de 5,8% no segundo trimestre de 2024. Apesar do aumento, o rendimento médio real, que atingiu o pico de R$ 3.255 em abril, caiu para R$ 3.187 em julho, marcando uma redução de 2,1%. O estudo, baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE, destaca que os trabalhadores por conta própria, sem carteira e do setor público apresentaram crescimento expressivo na renda, com aumentos acima de 7% no trimestre. No entanto, os trabalhadores com carteira assinada registraram um crescimento menor, de 4,4%. Os maiores ganhos de renda foram observados na Região Nordeste (8,5%) e entre trabalhadores mais velhos (8,8%). No entanto, jovens, trabalhadores com ensino fundamental incompleto e moradores do Centro-Oeste tiveram aumentos mais modestos. Em termos setoriais, os setores de construção e agricultura mostraram desempenho negativo, enquanto a indústria e a administração pública tiveram ganhos superiores a 8%.

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economia

PIB do País cresce 1,4% e fica novamente acima da expectativa

IBGE revela aumento de 3,3% no PIB em relação ao mesmo período de 2023, destacando recuperação da indústria e crescimento dos serviços O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou um crescimento de 1,4% no segundo trimestre de 2024 em comparação ao trimestre anterior, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3). Em comparação ao mesmo período do ano passado, o PIB apresentou uma alta de 3,3%. O desempenho positivo foi liderado pela indústria, com uma alta de 1,8%, e pelo setor de serviços, que cresceu 1%. Esse crescimento reflete um cenário favorável para a economia, destacando a recuperação da indústria e a expansão contínua dos serviços. É um cenário diferente de anos anteriores em que a melhoria do PIB ficava dependente do agronegócio. O setor agropecuário enfrentou um recuo de 2,3% em relação ao primeiro trimestre de 2024 e de 2,9% em comparação ao segundo trimestre de 2023. O PIB totalizou R$ 2,9 trilhões neste ano, sendo R$ 2,5 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 387,6 bilhões em impostos sobre produtos. A taxa de investimento também apresentou um aumento para 16,8% do PIB, superior aos 16,4% do segundo trimestre de 2023, indicando um cenário promissor para o futuro econômico do país. O crescimento da indústria foi impulsionado por setores como eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos, com uma alta de 4,2%, e pela construção, que cresceu 3,5%. No setor de serviços, atividades como finanças, seguros e serviços relacionados cresceram 2%, enquanto o comércio e outras áreas também mostraram avanços. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) subiu 5,7%, sinalizando uma recuperação robusta e investimentos em infraestrutura e tecnologia. Economistas destacam a importância desses resultados para a economia, embora mantenham uma atenção cautelosa sobre possíveis alterações na taxa de juros. ESTIMATIVA PARA 2024 Após o anúncio do IBGE, o ministro Fernando Haddad projetou que a economia brasileira deverá crescer 2,8% neste ano. O aumento deve ter impactos na arrecadação e aumentar a possibilidade do País fazer mais investimentos em 2025. "Nós vamos, provavelmente, reestimar o PIB para o ano que, pela força com que vem se desenvolvendo, pode superar 2,7%, 2,8%, e há instituições que já estão projetando PIB superior a 3%. Isso pode ensejar uma reprojeção de receitas para o ano que vem", declarou. O indicador é muito superior ao que as instituições financeiras projetaram para o País no final de 2022. A XP Investimentos, por exemplo, estimava que em 2024 o avanço do PIB do País seria de apenas 0,8%. PERNAMBUCO Durante o Fórum Nordeste, a governadora Raquel Lyra comentou também sobre o desempenho da economia pernambucana. Ela mencionou que o Estado deverá ter um crescimento acima da média nacional e se aproximar da média do Nordeste, que tem registrado índices mais robustos que o País.

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Orçamento de 2025 prevê investimentos de R$ 73,4 bilhões e superávit de R$ 3,7 bilhões

Novo orçamento destaca investimentos em infraestrutura, saúde e educação, com previsão de pequeno superávit primário. O projeto de lei do Orçamento de 2025, enviado ao Congresso Nacional, prevê investimentos significativos de R$ 73,4 bilhões para o próximo ano. Esse montante inclui recursos destinados a obras públicas e compra de equipamentos, alinhando-se ao novo arcabouço fiscal que estabelece um piso de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB). O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será responsável por R$ 60,9 bilhões desse total, enquanto investimentos adicionais de estatais federais somarão R$ 166,6 bilhões. O orçamento também destina R$ 38,9 bilhões para emendas parlamentares impositivas, um aumento de 3,46% em relação ao valor deste ano. Em termos de políticas sociais, está previsto um total de R$ 167,2 bilhões para o Bolsa Família, abrangendo 20,9 milhões de famílias com valores adicionais para crianças, nutrizes e gestantes. As áreas de saúde e educação receberão, respectivamente, R$ 241,61 bilhões e R$ 200,49 bilhões, superando os mínimos constitucionais estabelecidos. Além dos investimentos e gastos, o projeto de orçamento antecipa um pequeno superávit primário de R$ 3,7 bilhões, correspondente a 0,03% do PIB. No entanto, desconsidera o pagamento de R$ 44,1 bilhões em precatórios, o que, se incluído, resultaria em um déficit primário de R$ 40,4 bilhões. A meta de resultado primário zero estabelecida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 será mantida com uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual. Para atingir a meta fiscal, o governo implementará medidas de revisão de benefícios fiscais e redução de gastos obrigatórios, totalizando R$ 26 bilhões no próximo ano. Medidas adicionais em tramitação ou já aprovadas pelo Congresso, como a Medida Provisória 1.227 e a Lei 14.873/2024, visam limitar benefícios fiscais e compensações tributárias, aumentando a arrecadação e contribuindo para o equilíbrio fiscal do governo.

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Pólo Médico na Ilha do Leite ganha novo empreendimento

Recife, conhecida por abrigar o maior pólo médico do Norte e Nordeste e o segundo maior do Brasil, atrás apenas de São Paulo, continua a expandir seu setor de saúde. Na Ilha do Leite, um dos principais complexos médicos da capital pernambucana, novos investimentos têm impulsionado a área, que registrou cerca de R$ 500 milhões em aportes em 2023. Entre os novos empreendimentos previstos, destaca-se o Concept Hospital Dia. O novo empreendimento, que contará com área construída de 2,6 mil metros quadrados, com seis andares, num terreno de 700 metros quadrados, de propriedade do Grupo Concept, receberá investimentos na ordem de R$ 38 milhões e criará 100 empregos diretos e 300 indiretos. Com inauguração prevista para o início do próximo ano, o Concept Hospital Dia será voltado especificamente para o bem-estar e as necessidades de cirurgiões plásticos e seus pacientes. A inauguração está prevista para o início do próximo ano, com a criação de 100 empregos diretos e 300 indiretos. Segundo o médico Pedro Pessanha, um dos idealizadores do projeto, o Concept Hospital Dia foi planejado para proporcionar uma experiência que alie segurança e conforto tanto para os profissionais de saúde quanto para os pacientes. "O projeto foi idealizado para ser inovador em todos os aspectos, com atenção a cada detalhe na sua concepção e estrutura". Novo Atacarejo expande negócios ao Sertão e inaugura loja nesta quinta A rede nordestina Novo Atacarejo inaugurou sua primeira loja em Salgueiro, a principal cidade da região do sertão central pernambucano. A nova unidade, localizada na Rua João Veras de Siqueira, s/n, no bairro Nossa Senhora Aparecida, abrirá as portas ao público às 8h. Com essa inauguração, a rede aumenta sua presença no Sertão pernambucano, agora com quatro lojas na região, somando um total de 29 lojas em Pernambuco e 31 no Nordeste, considerando as unidades na Paraíba. A nova loja de Salgueiro vai gerar 400 empregos diretos e indiretos na cidade e será um importante ponto de abastecimento tanto para os consumidores locais quanto para comerciantes das cidades vizinhas, como Belém de São Francisco, Verdejante, Mirandiba, Carnaubeira da Penha, Cabrobó, Cedro e Serrita. A unidade terá 3.780 m² de área de vendas, um ambiente climatizado, 300 vagas de estacionamento e 22 checkouts para pagamento. Pernambuco na lista dos melhores do país na advocacia Bruno Cavalcanti, sócio-diretor do Queiroz Cavalcanti Advocacia (QCA), está na lista dos 50 melhores dirigentes de escritórios de advocacia do país. O reconhecimento é da "Top Decisores: Managing Partners 2024", que lista os gestores jurídicos com os melhores índices, ao longo do último ano, nos levantamentos da Leaders League Brasil. Doutor em Direito, Bruno Cavalcanti tem mais de 15 anos de atuação como advogado, com experiência nos setores bancário, varejo, energia e automotivo. É Mestre em Direito Privado e especialista em Direito Empresarial e Direito Processual Civil. Tem vários reconhecimentos internacionais. Entre eles, pela Leaders League, Latin Lawyer e pela Chambers and Partners. Considerado um dos maiores escritórios do Norte e Nordeste, com atuação nacional e 26 anos de mercado, o QCA está sediado no Recife e é um dos mais premiados do país. "Shopping Norte Janga realiza Jornada de Saúde e Vida gratuita em parceria com o Instituto Vida" Em parceria com o Instituto Vida, o Shopping Norte Janga promove a primeira "Jornada de Saúde e Vida: Descubra sua Idade Biológica", em alusão ao Setembro Amarelo. O evento, gratuito e destinado a maiores de 18 anos, ocorrerá na próxima terça-feira, 3 de setembro, das 7h às 17h, no salão de eventos do shopping. A jornada contará com aferição de pressão arterial, medição de glicose, orientações nutricionais e palestras sobre saúde mental, proporcionando aos participantes a oportunidade de descobrir sua idade biológica e aprender mais sobre a importância de uma alimentação saudável e do equilíbrio entre corpo e mente. Final de semana cheio de atividades no Home Center Ferreira Costa Neste sábado (31), o Home Center Ferreira Costa na Imbiribeira, Recife, realizará o Encontro de Síndicos, evento que reúne síndicos de condomínios residenciais e comerciais para palestras, workshops e uma feira de negócios. Com início às 10h, o encontro contará com a presença do palestrante Luciano Cavalcanti Carneiro, que abordará temas de gestão condominial, além de oferecer brindes e coffee break para os participantes. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. Já na filial da Tamarineira, os visitantes poderão desfrutar de uma programação relaxante com distribuição de brownies e sessões de massagem quick e nos pés, das 10h às 13h. As atividades fazem parte das comemorações pelos 140 anos da Ferreira Costa, proporcionando momentos de aprendizado e lazer para todos.

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Quais as oportunidades para Pernambuco no cenário do Nordeste?

Em palestra do projeto Pernambuco em Perspectiva, realizada pela Algomais e pela Rede Gestão, o superintendente da Sudene, Danilo Cabral anunciou que a região vai crescer acima da média nacional, mas o Estado precisa de união e mobilização para aproveitar os investimentos *Por Rafael Dantas | Fotos: Tom Cabral O PIB do Nordeste está reagindo e promete voltar a crescer acima da média nacional. Em um contexto de aumento dos investimentos federais na região, além de grande interesse privado nos setores de energia e infraestrutura, o Estado tem oportunidades visíveis para construir um novo ciclo de desenvolvimento. No evento de agosto do projeto Pernambuco em Perspectiva – Estratégia de Longo Prazo, realizado pela Revista Algomais e pela Rede Gestão, o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, destacou alguns dos principais potenciais de crescimento mas revelou também o cenário preocupante de redução do protagonismo dos pernambucanos na economia regional. Os nove Estados da região Nordeste respondem por 13,8% do Produto Interno Bruto do Brasil (ano de 2021, último com números divulgados), embora abriguem cerca de 26,9% da população brasileira, segundo o Censo 2022. Apesar dessa disparidade, várias consultorias projetam um crescimento econômico na região superior à média nacional nos próximos anos. A Tendências, por exemplo, estima que o Nordeste terá um avanço anual de 3,4% entre 2026 e 2034, superando a expectativa média de 2,5% para o Brasil no mesmo período. Danilo Cabral ressaltou a elevação do volume de investimentos destinados à região, como o FNE (Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Nordeste) e o FDNE (Fundo do Desenvolvimento do Nordeste). Enquanto o primeiro tem R$ 39 bilhões, dividido em 20 linhas de crédito, o segundo em 2023 liberou R$ 2,46 bilhões e atualmente detém um orçamento de R$ 1,1 bilhão. Esses números e um conjunto de outros programas e parcerias da instituição revelam uma nova vitalidade da Sudene, que ainda é pouco conhecida pela sociedade. Há ainda diversos outros instrumentos de incentivo ao desenvolvimento regional em andamento dentro da superintendência. “É preciso desconcentrar o crescimento do País (entre as regiões) e dentro do Nordeste, também, porque ficou muito centralizado na beira do mar. É preciso levar para o interior e consolidar um conjunto de cidades policêntricas, com crescimento que transborda para os municípios próximos. Em Pernambuco, por exemplo, Serra Talhada é uma cidade com essa característica. Quando ela cresce, a borda do Pajeú cresce também”, afirmou Danilo Cabral. Além de uma melhor distribuição geográfica do crescimento do País, com foco na redução das desigualdades, o superintendente destacou ainda uma preocupação acerca do tipo desse desenvolvimento. O foco de atração de investimentos e de criação de novos polos deve ser conectado com as tendências globais. “Os eixos com que queremos atuar dialogam com a pauta do mundo de hoje. Queremos um desenvolvimento sustentável, que trabalhe a inovação, o meio ambiente, a infraestrutura, a educação e o desenvolvimento social e produtivo, além da capacidade de governança”, destacou Danilo Cabral. Essas diretrizes estão no Plano Regional do Desenvolvimento Nordeste que orienta as políticas e projetos da instituição. INDÚSTRIA NO HORIZONTE DA REGIÃO O novo ciclo de desenvolvimento do Nordeste deve ser puxado pelo setor industrial, segundo a Consultoria Tendências. A estimativa é que o PIB Industrial cresça 4,3% entre 2026 a 2034. Muito dessa estimativa vem dos anúncios feitos pelo Governo Federal com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e o Nova Indústria Brasil. Em ambos a Região tem um papel de destaque, com boas parcelas do orçamento. No PAC, do total de R$ 1,7 trilhão previsto, a parcela de R$ 700 bilhões é para o Nordeste. Só em Pernambuco há uma previsão de aportes de R$ 91,9 bilhões. As áreas com mais investimentos esperados no Estado são Educação, Ciência e Tecnologia (R$ 21,1 bilhões), Transição e Segurança Energética (R$ 16,8 bilhões) e Cidades Sustentáveis e Resilientes (R$ 14,8 bilhões). No programa Nova Indústria Brasil, as expectativas são de mobilização de R$ 360 bilhões. A diversidade de áreas é extensa, devido à complexidade do tecido industrial pernambucano. No entanto, Danilo Cabral elencou algumas das principais. O campo fica contemplado com aportes em mecanização da agricultura familiar, na fruticultura, na produção de etanol, além de um olhar atencioso aos potenciais da Caatinga. O polo automotivo tem como destaque os incentivos às cadeias produtivas da Baterias Moura e da Stellantis. Há ainda investimentos previstos para impulsionar os serviços de transformação digital da indústria, conectadas ao Porto Digital e à Rede de ICTs (Instituições Científicas e de Inovação Tecnológica). Outros destaques são para a indústria da biotecnologia, com oportunidades para o Lafepe e para a Hemobrás, além do investimento robusto na Escola de Sargentos, que deve contribuir para pesquisas na área de defesa. Há também um movimento recente na região de investimentos bilionários em parques de energias renováveis (eólicas e solares). No radar de vários Estados estão também projetos de muitos bilhões para produção de hidrogênio verde, que é a grande aposta para a descarbonização da matriz energética global no médio prazo. Apesar dos investimentos que chegam para a região nesse setor energético, é importante ressalvar que existe uma forte crítica dos impactos desses parques industriais na Caatinga. Há embates tanto com as populações tradicionais, quanto em reação ao avanço do desmatamento da vegetação. Um cenário que contribui para ampliar o risco de desertificação nessas áreas, já afetadas pelos efeitos extremos das mudanças climáticas. DESAFIO DA TRANSNORDESTINA Em uma introdução à apresentação de Danilo Cabral, o consultor da TGI Francisco Cunha destacou a necessidade de fomentar um novo ciclo de desenvolvimento de Pernambuco. Apesar da percepção do esgotamento dos horizontes traçados nos anos 1950 para o futuro do Estado, uma peça prevista que não foi realizada é a ferrovia que conectaria o porto ao Sertão. “A única previsão do desenho original traçado pelo Padre Lebret para Pernambuco, que não se concretizou, é a Transnordestina”, sentenciou o consultor. Essa infraestrutura, fundamental para a logística da região, começou a ser construída na primeira gestão do Governo Lula, no ano de 2006, mas nunca foi concluída. Em 2022, no

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Arrecadação federal cresce 9,55% e chega a R$ 231,04 bilhões em julho

No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde (Da Agência Brasil) A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em comparação com julho de 2023. Também é o melhor desempenho arrecadatório para o acumulado de janeiro a julho. No período, a arrecadação alcançou o valor de R$ 1,53 trilhão, representando um acréscimo pelo IPCA de 9,15%. Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no site da Receita Federal. Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado no mês passado ficou em R$ 214,79 bilhões, representando acréscimo real de 9,85%. No acumulado do ano, arrecadação da Receita alcançou R$ 1,45 trilhão, alta real de 9,07%. Os resultados foram influenciados positivamente pelas variáveis macroeconômicas, resultado do comportamento da atividade produtiva e, de forma atípica, pela tributação dos fundos exclusivos, atualização de bens e direitos no exterior e pelo retorno da tributação do Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre combustíveis. Ainda, houve aumento da arrecadação no mês em razão da situação de calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul, pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Por outro lado, a situação levou à perda de arrecadação no acumulado do ano. O estado foi atingido por enchentes nos meses de abril e maio, o pior desastre climático da sua história, com a destruição de estruturas e impacto a famílias e empresas. Dos 497 municípios gaúchos, 478 foram afetados. “Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 6,77% na arrecadação do período acumulado e de 8,28% na arrecadação do mês de julho”, informou a Receita Federal. Receitas atípicas No acumulado do ano, a Receita Federal estima em R$ 7,3 bilhões a perda de arrecadação com o diferimento de tributos federais em razão dos decretos de calamidade pública dos municípios do Rio Grande do Sul. Considerando apenas o mês de julho, houve uma receita extra de R$ 700 milhões pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Contribuições previdenciárias com vencimentos em abril, maio e junho de 2024 foram postergadas para julho, agosto e setembro de 2024, respectivamente. Enquanto o Simples Nacional com vencimento em maio foi postergado para junho e o com vencimento em junho foi postergado para julho. Contribuindo para melhorar a arrecadação, em julho, houve recolhimento extra de R$ 270 milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) - Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu no mesmo mês de 2023. De janeiro a julho, essa arrecadação extra chegou a R$ 13 bilhões. A lei que muda o Imposto de Renda incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a renda obtida no exterior por meio de offshores foi sancionada em dezembro do ano passado. Ainda assim, no total do mês de julho, a arrecadação do IRRF-Rendimento de Capital teve redução de 1,11% em relação a julho de 2023, alcançando R$ 8,75 bilhões, resultado, principalmente, da queda de receitas de aplicações e fundos de renda fixa. Já no acumulado do ano, a arrecadação com esse item chega a R$ 81,93 bilhões, crescimento real de 17,83%, sendo R$ 13 bilhões decorrentes da tributação dos fundos exclusivos. Com base na mesma lei das offshores, as pessoas físicas que moram no Brasil e mantêm aplicações financeiras, lucros e dividendos de empresas controladas no exterior tiveram até 31 de maio para atualizar seus bens e direitos no exterior. Com isso, no acumulado do ano, o Imposto de Renda Pessoa Física apresentou uma arrecadação de R$ 45,36 bilhões, com crescimento real de 18,14%. Só com a regularização, foram arrecadados R$ 7,49 bilhões. A reoneração das alíquotas do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) sobre combustíveis contribuiu para evitar a perda de arrecadação. Em julho de 2023, a desoneração com esses tributos foi de R$ 3 bilhões. Por outro lado, em julho de 2023 houve receita de R$ 1,07 bilhão do imposto de exportação de óleo bruto, o que não houve em julho deste ano. No acumulado do ano de 2024, a perda de arrecadação com esse item chegou a R$ 3,57 bilhões do imposto de exportação sobre óleo bruto, a qual integrava essa agregação. Outros destaques Também foram destaque da arrecadação de julho o PIS/Pasep e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 45,26 bilhões no mês passado, representando crescimento real de 22,04%. No acumulado do ano, o PIS/Pasep e a Cofins arrecadaram R$ 302,46 bilhões. O desempenho é explicado, entre outros aspectos, pelo retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e pela atividade produtiva, com aumento na venda de bens e serviços. No mês passado, houve crescimento de recolhimentos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. A arrecadação somou R$ 52,15 bilhões, com crescimento real de 6,2% sobre o mesmo mês de 2023. O resultado é explicado pelo acréscimo real de 8,04% na arrecadação do balanço trimestral e de 9,67% do lucro presumido. Já a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 53,559 bilhões em julho, com crescimento real de 6,04%. Esse resultado se deve à alta real de 5,81% da massa salarial e a postergação do pagamento para municípios gaúchos, além do crescimento de 15% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a julho de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, a Receita Previdenciária teve aumento real de 5,45%, chegando a R$ 371,69 bilhões. Indicadores macroeconômicos A Receita Federal apresentou os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação no mês, todos positivos. Entre eles, estão o crescimento da venda de bens

Arrecadação federal cresce 9,55% e chega a R$ 231,04 bilhões em julho Read More »