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Atividade econômica cresce 1,1% no segundo trimestre no Brasil

IBC-Br do Banco Central registra alta anual de 2,8%, refletindo a recuperação econômica no País A atividade econômica brasileira apresentou crescimento de 1,1% no segundo trimestre de 2024, em comparação ao trimestre anterior, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Na comparação anual, o indicador registrou uma alta de 2,8%, mostrando um avanço significativo em relação ao mesmo período do ano anterior. É importante ressaltar que em 2023 as taxas de crescimento superaram muito as expectativas do mercado. No mês de junho, o IBC-Br registrou um aumento de 1,4% em relação a maio, alcançando 152,09 pontos. Em termos anuais, a alta foi de 3,2%, refletindo um cenário de recuperação contínua. No acumulado do ano, o crescimento foi de 2,1%, com um aumento de 1,6% nos últimos 12 meses, reforçando a tendência de crescimento sustentável. O IBC-Br, que é utilizado pelo Banco Central para orientar suas decisões sobre a taxa Selic, incorpora dados de vários setores da economia, incluindo indústria, comércio, serviços e agropecuária. Apesar de não ser uma prévia exata do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador é um termômetro da atividade econômica do país. O PIB oficial do segundo trimestre de 2024 será divulgado pelo IBGE no dia 3 de setembro. Fecomércio-PE Promove Fóruns de Debates sobre Inteligência Artificial no Sertão Pernambucano A Fecomércio-PE, através do Instituto Fecomércio-PE, promoverá dois Fóruns de Debates no Sertão pernambucano, com foco em como a Inteligência Artificial pode beneficiar empreendedores. Os eventos, que acontecerão em Petrolina no dia 23 de agosto e em Araripina no dia 26 de agosto, terão inscrições gratuitas e vagas limitadas. O consultor de Marketing e Inovação para o Varejo, Alexandre Guimarães, conduzirá as palestras "IA em Ação: Soluções Práticas para o Seu Negócio" em Petrolina e "IA em Prática: Inovações para o Seu Empreendimento" em Araripina, oferecendo aos participantes conhecimentos práticos sobre a aplicação da IA em seus negócios. Zahil realiza evento no Recife com mais de 25 produtores internacionais de vinhos No próximo dia 28 de agosto, às 18h, acontece a “Mostra Zahil – Edição Recife”. Evento exclusivo ocorrerá no Beach Class Convention que contará com a presença de mais de 25 vinícolas de sete países e mais de 100 rótulos serão degustados. E paralelamente ao salão principal de degustação, ocorrerá no mesmo dia (em sala separada), uma masterclass exclusiva da vinícola espanhola La Rioja Alta ministrada pelo Diretor Técnica da Zahil Bernardo Pinto, DipWSET, formador Oficial da Região de Rioja. “A Masterclass vai ser uma bela degustação, um belo painel sobre como é a região, sobre como é a história do produtor”, adianta Bernardo. A empresa, com mais de 38 anos de história, importa e distribui com exclusividade vinhos de mais de 70 produtores de 15 países e está presente em 4.000 pontos de venda e nas cartas de mais de 2.000 dos melhores restaurantes nacionais.

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Mercado Público de Canhotinho receberá investimento de R$ 2 milhões

Em agenda no Agreste de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra anunciou a reforma do Mercado Público Municipal de Canhotinho, com um investimento de cerca de R$ 2 milhões. A reforma, que deve durar 10 meses, incluirá a substituição da cobertura, adequação dos boxes, novos banheiros, reforma do piso, revestimento das paredes, pintura e melhorias nas instalações elétricas e hidrossanitárias. Durante o anúncio, feito na fábrica da Masterboi, Lyra destacou a importância dos mercados públicos como polos culturais e econômicos nas cidades. A visita à fábrica da Masterboi, que completa dois anos de operação em Canhotinho, também foi marcada pela assinatura da ordem de serviço para a reforma do mercado. O empreendimento, que recebe incentivos fiscais do Programa de Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe), anunciou novos investimentos de R$ 20 milhões para 2024 e R$ 30 milhões para 2025. Esses investimentos serão direcionados à ampliação dos currais, aumento do número de abates, novas câmaras frigoríficas e a criação de novos postos de trabalho. Além da reforma em Canhotinho, a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) está conduzindo uma série de investimentos em mercados públicos em várias cidades, incluindo Arcoverde, Catende, Bezerros e Cortês, com o objetivo de impulsionar a economia local. Outros mercados já foram entregues, como o Mercado da Carne de São Bento do Una e a Feira de Gado de Tabira. Novos anúncios de melhorias em outras cidades serão feitos em breve.

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Economia pernambucana cresceu 3,7% até maio e operações de crédito saltaram 10,6%

A economia de Pernambuco apresentou um robusto crescimento de 3,7% no período de janeiro a maio de 2024, em comparação ao mesmo intervalo de 2023, conforme indicado pelo índice de atividade econômica do Banco Central. Este avanço foi impulsionado principalmente pelo comércio varejista, que registrou um aumento significativo de 8,4%. Além disso, as exportações do agronegócio pernambucano tiveram uma impressionante alta de 65,3%, totalizando US$ 386,4 milhões, refletindo um crescimento expressivo no setor. Aumento das Operações de Crédito no Nordeste Em maio de 2024, o Sistema Financeiro Nordestino alcançou um saldo de operações de crédito de R$ 821,1 bilhões, marcando um crescimento de 10,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Esse aumento no crédito superou o crescimento nacional, que foi de 9,2% no mesmo período. Esse crescimento reflete uma tendência regional positiva, acompanhando o aumento geral no consumo das famílias e na oferta de empregos. Desempenho do Sicredi e Crescimento no Crédito para Pessoa Jurídica O Sicredi, instituição financeira cooperativa, destacou-se ao oferecer R$ 1,9 bilhão em crédito para pessoa jurídica em maio de 2024, representando um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Os segmentos de Comércio e Serviços foram os principais responsáveis por essa demanda, abrangendo 89% da carteira de crédito. Esse crescimento evidencia a confiança no cooperativismo de crédito e a expansão do setor na região. Desempenho do Sicredi e Crescimento no Crédito para Pessoa Jurídica O Sicredi Recife, destacando-se no cenário financeiro regional, experimentou um crescimento positivo acima da média regional em suas operações de crédito durante o primeiro semestre de 2024. O avanço da instituição está alinhado com a expansão do cooperativismo de crédito no Brasil. “Em 2023, o número de cooperativas financeiras no país continuou a crescer, refletindo uma tendência nacional de busca por modelos econômicos mais sustentáveis e comunitários, fortalecendo os laços com a comunidade local”, avalia Floriano Quintas, presidente da Sicredi Recife. Investimentos e Necessidades no Comércio e Serviços O crescimento econômico no Nordeste também se reflete no aumento das ofertas de crédito para o comércio, incluindo supermercados, lojas de móveis e materiais de construção. Os recursos estão sendo aplicados em diversas áreas, como a criação de novas lojas, renovação de espaço físico, tecnologia, e-commerce e marketing. No setor de serviços, as principais demandas incluem investimentos em tecnologia, treinamento e capital de giro, evidenciando a importância do crédito para a sustentabilidade e desenvolvimento das empresas na região.

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Governo e indústria da saúde anunciam R$ 57,4 bilhões em investimentos

(Da Agência Brasil) No contexto da nova política industrial do país, em vigor desde janeiro, o governo federal e empresas do complexo econômico-industrial da saúde anunciaram investimentos conjuntos que somam R$ 57,4 bilhões. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta quarta-feira (14). “O governo cuida da indústria, do povo, do país, da soberania desse país. Esse país tem tudo para ser grande. Estejam certos que o SUS vai continuar se aperfeiçoando e a gente vai poder ter orgulho de dizer que somos brasileiros e não desistimos nunca”, declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a cerimônia. Além disso, foram definidas novas metas para o setor, aprovadas durante reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), reativado no mês passado pelo presidente Lula. A principal delas é o aumento da produção nacional na área de medicamentos e produtos de saúde visando reduzir a dependência de importações. O objetivo é chegar a suprir, com a indústria nacional, 70% da necessidade do país em nove anos, segundo o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. "Hoje, foi apresentada a Missão 2 da Nova Indústria Brasil, que [envolve] o complexo industrial da saúde. Na reunião do CNDI, mais cedo, foram aprovadas as metas. Então, nós partimos de um número básico [atual] de 45% de produção no país, dos produtos do complexo da saúde. A meta, até 2026, é chegarmos a 50%. E, depois, em 2033, a 70% [de produção nacional]", detalhou Alckmin. Titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos destacou a importância de ampliar a produção nacional na área de saúde como estratégia de soberania nacional. "Sentimos na pele o quanto significou a dependência [internacional], principalmente na [pandemia de] covid. Mesmo com nossa força na produção de vacinas, nós tivemos que importar bastante por causa da escala para atender o povo", exemplificou. Investimentos Já em relação aos investimentos, a indústria da saúde conta com financiamento público de R$ 16,4 bilhões, segundo o governo. São R$ 8,9 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde, R$ 4 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 3,5 bilhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência federal vinculada ao MCTI. Esses valores já incluem os contratos assinados durante a reunião. A esse volume somam-se R$ 39,5 bilhões em investimentos privados das empresas do setor, que incluem empresas da indústria médica e farmacêutica. Desse total, R$ 33,5 bilhões são aportes do Grupo FarmaBrasil, Interfarma e Sindusfarma, previstos entre 2024 e 2026, que vão financiar novas plantas industriais e ampliação da fabricação nacional de insumos. Outros R$ 6 bilhões irão para o Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS/Santa Cruz e Fiocruz) para ampliar a oferta de vacinas e biofármacos. A produção estimada é de 120 milhões de frascos por ano - para atender prioritariamente demandas da população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O setor de saúde representa cerca de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, que reflete o tamanho da economia brasileira, destacou o presidente do BNDES, Aloízio Mercadante. "É um setor fundamental e que gera muita inovação tecnológica, além de ter um papel decisivo na sobrevida, na qualidade de vida da população", afirmou. Mercadante defendeu uma ampliação do setor de saúde, que atualmente corresponde a 2% da indústria de transformação. "É pouco, tem que ser mais. Temos um déficit comercial de US$ 14,6 bilhões. Nós importamos US$ 17,1 bilhões e só exportamos US$ 2,5 bilhões. Ou seja, se a gente fortalece esse setor, a gente economiza divisas, gera emprego, gera mais competitividade e começa a exportar", observou.     Um dos impulsos para novos investimentos deve ser a reforma tributária, disse a ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante a reunião.   "Uma outra dimensão muito importante da reforma tributária, que ainda vai para o Senado, como sabemos, é estabelecer 100% de desoneração nas compras públicas, na área da saúde, e redução de 60% da alíquota básica na área de medicamentos", afirmou. Avanço da indústria Presidente-executivo do Grupo FarmaBrasil, que representa o setor de medicamentos, Reginaldo Arcuri afirmou que as políticas industriais dos governos anteriores de Lula fizeram com que das 10 maiores empresas farmacêuticas do país seis passassem a ser nacionais ao longo dos últimos 20 anos. "Em todas essas políticas, o setor saúde e especificamente a produção de medicamentos tiveram destaque como setores estratégicos e importadores de futuro", afirmou. Ele ressaltou que o Grupo FarmaBrasil vai investir cerca de R$ 20 bilhões em novas fábricas, ampliações, equipamentos e pesquisa e desenvolvimento nos próximos anos.   Arcuri ainda defendeu segurança jurídica e previsibilidade nas políticas públicas, já que o setor de medicamentos depende de longos processos de desenvolvimento. "Para isso, precisamos atualizar as normas na Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cemed). Outro fator, já mencionado, é solucionarmos, com urgência, os problemas enfrentados pela Anvisa para o desempenho de suas ações. É imprescindível manter o alto nível de qualidade da agência na análise de segurança e eficácia dos medicamentos", observou.

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Vestuários e calçados devem gerar R$ 81 milhões em Pernambuco no Dia dos Pais

De acordo com projeções da Fecomércio-PE, o setor de vestuários e calçados será o mais destacado no Dia dos Pais, com uma movimentação estimada em R$81,76 milhões. Esse valor representa a maior parte dos R$ 187 milhões esperados para o comércio pernambucano durante a data festiva. Além de vestuários e calçados, outros setores também terão desempenhos significativos. Farmácias e perfumarias devem gerar cerca de R$ 37,58 milhões em vendas, enquanto utilidades domésticas e eletroeletrônicos estão projetados para movimentar aproximadamente R$ 29,68 milhões. Hipermercados e supermercados completarão a lista com uma expectativa de R$ 19,26 milhões em vendas. Rafael Lima, economista da Fecomércio Pernambuco, destaca que a baixa inflação dos últimos 12 meses para esses itens pode incentivar os consumidores a aproveitar a estabilidade dos preços para adquirir presentes. "Essas projeções refletem um cenário positivo para o varejo em Pernambuco, com expectativas de boas vendas durante o Dia dos Pais". 70% dos brasileiros pretendem gastar até R$ 250 no presente de Dia dos Pais O Dia dos Pais deste ano será marcado por presentes mais econômicos, conforme levantamento da fintech Koin, especializada em soluções de "Buy Now, Pay Later". A pesquisa revelou que quase 70% dos consumidores planejam gastar entre R$ 51 e R$ 250 em presentes. Especificamente, 39,8% dos entrevistados devem desembolsar entre R$ 51 e R$ 150, enquanto 30,1% pretendem gastar de R$ 151 a R$ 250. Outras faixas de gastos incluem 7,3% que planejam investir de R$ 251 a R$ 350, e 5,7% de R$ 351 a R$ 500. Apenas 8,1% estão dispostos a gastar entre R$ 501 e R$ 1000, e 8,9% podem investir mais de R$ 1 mil. Ferreira Costa tem expectativa de aumento de até 20% de vendas de presentes no Dia dos Pais Percebendo o mercado promissor para o Dia do Pais, a Ferreira Costa vem prevendo um aumento acima de 20% na procura de presentes e kits para o período, em comparação com o ano de 2023. O Home Center destaca nas suas prateleiras itens como churrasqueiras, kits de churrasco, barbeadores e mesmo itens de jardinagem. Entre os presentes procurados estão desde kits de ferramentas (incluindo furadeiras, parafusadeira e marteletes) até poltronas. Shopping Guararapes projeta crescimento de 12% nas vendas com nova campanha para o Dia dos Pais Com a aproximação do Dia dos Pais, o Shopping Guararapes está se preparando para um aumento de 12% nas vendas, impulsionado pela nova campanha Comprou-Ganhou, que segue até o dia 11 de agosto. A campanha oferece aos clientes a oportunidade de trocar notas fiscais de compras acima de R$350 por um par de sandálias Havaianas, modelo Track Waves. A promoção é limitada a um par por CPF e visa atrair mais visitantes para o shopping, que está com novas lojas inauguradas e em fase de inauguração. O Shopping conta com lojas recém inauguradas, como a Nel Blu, a Avenida, a Petit e a Jolie e Diva. Serão inauguradas lojas da Crosby, Mr. KITSCH e Iang Chao.

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Henrique Lisboa. Credito do fotografo Philip Falzer

"Percebemos que o vidro plano é um produto em expansão de uso"

Henrique Lisboa, presidente da Vivix, conta a trajetória da empresa que está completando 10 anos e que é a única brasileira a atuar no mercado de vidros planos ao lado de gigantes multinacionais. Também aborda como o surgimento do home office e o aumento da temperatura influenciam na criação de novos produtos. A conjuntura econômica, social e ambiental dos últimos anos acabou por impactar a arquitetura de residências e de imóveis comerciais. Seja em razão do aumento da temperatura, provocado pelas mudanças climáticas, do surgimento do home office, popularizado na pandemia, ou da poluição sonora das grandes cidades, construtoras e moradores viram-se diante de novas necessidades ao compor seus ambientes. A fabricante pernambucana de vidros planos Vivix tem transformado essas demandas em oportunidades para expandir os negócios, a partir de inovações como a fabricação de produtos com controle térmico e acústico. Entretanto, há uma década, a empresa foi fundada pelo centenário Grupo Cornelio Brennand já na perspectiva de que o setor vidreiro usufruía da vantagem de ter um mercado em expansão. Um investimento que o tempo comprovou ter sido uma decisão acertada. Com 340 funcionários diretos e uma produção diária de 900 toneladas de vidros planos, a Vivix está completando 10 anos com participação próxima a 15% do mercado. O que não é pouca coisa, afinal é a única empresa brasileira competindo com gigantes internacionais no setor. Para conhecer a trajetória, as inovações e os projetos da Vivix, Cláudia Santos conversou com o presidente da empresa Henrique Lisboa. Ele também abordou como os percalços da conjuntura econômica, a exemplo dos juros altos, têm influenciado os negócios. A Vivix pertence ao grupo centenário Cornélio Brennand. Qual foi a oportunidade de mercado que levou à criação da empresa? Desde 2008, o Grupo Cornélio Brennand, presente há 106 anos na indústria de cimento, cerâmica e vidro para embalagem, vinha avaliando entrar nesse negócio. Olhávamos esse mercado ao mesmo tempo em que possuímos jazidas de minérios, que são ativos presentes na matéria-prima do vidro. Percebemos que o vidro plano, na construção civil, é um produto em expansão de uso. Do ponto de vista arquitetônico, pode ser usado tanto internamente quanto externamente. Ele dá nobreza e, na forma de espelho, que é um subproduto do vidro, amplia os ambientes. Como esses ambientes das cidades grandes estão ficando cada vez menores, há essa necessidade de dar a sensação de amplitude. Além disso, está acontecendo uma evolução na parte de fachadas dos edifícios, no Brasil e no mundo, para economizar mais energia e proporcionar mais interação com o meio ambiente, e o vidro traz essa possibilidade, de você poder enxergar o lado de fora. Assim, naquele momento em que estávamos analisando as oportunidades de mercado, especialmente entre os anos de 2010 e 2014, existia uma carência de oferta desse produto no Brasil. Inclusive, comparado a outros países, o uso do vidro plano aqui está bem abaixo. O grupo, que ao longo do tempo, investiu bastante em empresas como as que têm tecnologia ou que sejam intensivas em capital, como a indústria de vidro, viu que era um bom investimento. Havia uma oportunidade no mercado de produzir e vender um produto que estava, e ainda está, em expansão de uso. Quando se olha desse ponto de vista, por essas características que mencionamos, percebe- -se que esse produto, a longo prazo, vai expandir seu uso no mundo. Obviamente, existem as variações da economia. Os anos de 2014 e 2015, de PIB negativo, foram muito ruins, e esses momentos vão afetando todas as indústrias, inclusive a de construção civil e a indústria de vidros planos também. Atualmente, somos o único fabricante nacional nesse mercado. A Vivix é uma empresa pernambucana competindo com grandes multinacionais. Temos relevância no setor, estamos perto de 15% no mercado. Somos respeitados pelos clientes, pelo mercado, pela concorrência, isso é algo que conquistamos ao longo desses 10 anos de trajetória. Nessa trajetória quais tipos de vidro que a empresa passou a produzir? Como foi a evolução da produção e do atendimento às demandas do mercado? Como a característica dessa indústria é um alto forno que fica produzindo 365 dias por ano, não poderíamos começar a operar a fábrica sem ter mercado. Então, um ano e meio antes da operação iniciar, começamos revendendo produtos importados e, dessa forma, quando a fábrica fosse ligada, já teríamos clientes para escoar a produção. E assim foi feito. Quando iniciamos a operação, já havia aproximadamente 70% da produção encaminhada. Então, substituímos a importação pela produção, começando a fabricar o vidro incolor, normal. Uma curiosidade: no início, não é recomendável produzir vidro colorido num forno muito novo. Por isso, depois de um ano, produzimos o verde, o cinza, fomos fabricando as cores que são mais vendidas no mercado nacional e dando sequência ao aumento de portfólio. Passamos, então, a produzir o espelho, que é uma transformação do vidro por meio do banho de prata, e o vidro laminado, que se vê muito em edifícios comerciais do chão ao teto, conhecido também como vidro de segurança, porque, se sofrer uma batida, ele fica marcado, mas não é traspassado, pois tem uma proteção. Então, entramos nessas linhas de produtos um pouco mais avançados e, em 2018, começamos a produzir os vidros de controle solar, que são esses meio espelhados, também comuns em prédios comerciais, com um acabamento que impede ou dificulta a entrada de calor proporcionando melhor sensação térmica e economia de energia. Um ano depois, começamos a produzir vidros pintados, usados como revestimentos especialmente em cozinhas. Então, todos esses tipos de vidro mencionados correspondem a mais ou menos 95% do que é vendido de portfólio no mercado. A empresa está lançando o vidro acústico. Quais as características dessa tendência? A gente vem observando o mercado como um todo, trabalhando muito próximo dos arquitetos e das construtoras e percebemos que é crescente essa questão de melhorar as barreiras acústicas, principalmente pensando em pessoas que moram muito próximas a avenidas, casas de show, aeroportos, por exemplo. Segundo o gerente de mercado da Vivix, Luiz

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Pernambuco e o Recife comemoram avanço na geração de empregos

Em junho, Pernambuco demonstrou mais uma vez um sinal do reaquecimento econômico ao gerar 8 mil novos empregos formais, posicionando-se como o segundo maior empregador do Nordeste, conforme os dados do Novo Caged. No acumulado de 2024, o estado já soma 17.508 postos de trabalho criados, um aumento significativo em comparação ao primeiro semestre do ano anterior. A governadora Raquel Lyra comemorou que nesses 18 meses de gestão, o estado registrou a criação de 68,9 mil novas vagas. A capital pernambucana registrou no mês 1,4 mil postos de trabalho. Por setorEm termos setoriais, o saldo positivo em junho foi impulsionado principalmente pelos setores de Serviços, Comércio e Indústria, com destaque para o crescimento expressivo na Indústria, que dobrou sua contribuição em relação ao mês anterior. O setor Agropecuário também reverteu um saldo negativo, impulsionado pelo cultivo de uvas e mangas. O setor de Serviços liderou, especialmente nas áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, evidenciando um dinamismo econômico que se traduz em oportunidades para trabalhadores em todo o estado. Raquel Lyra "Estamos empenhados em devolver a Pernambuco sua liderança no Nordeste. Estamos investindo pesado na infraestrutura do Estado para que ele se torne um ambiente favorável para a instalação de indústrias e negócios, gerando mais oportunidades de emprego e renda", destacou a governadora Raquel Lyra. Recife também celebra desempenho dos empregos Segundo dados do Caged, o Recife registrou um crescimento acentuado na criação de empregos formais, com 1.397 novas vagas em junho. No acumulado de janeiro a junho de 2024, o saldo positivo alcançou 12.457 postos de trabalho, um aumento de 88% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram gerados 6.631 empregos. Esse desempenho levou a cidade a superar a marca histórica de 90 mil empregos formais desde janeiro de 2021, com um total de 552.492 empregos ativos. Joana Portela Florêncio, secretária de Desenvolvimento Econômico do Recife "O fechamento do semestre nos oferece um panorama claro para avaliar o impacto das políticas públicas de desenvolvimento econômico e geração de empregos. Esse crescimento contínuo nos orienta a intensificar projetos que impulsionem os serviços na cidade e atraiam o setor privado para participar ativamente da economia local." Usina Capacita: evento promove aperfeiçoamento profissional para Corretores de Seguros Na manhã de 06 de agosto, o Restaurante Dona Sandra, na Boa Vista, será palco da 6ª edição do Usina Capacita, um evento mensal promovido pela Usina do Seguro, liderada por seu CEO, Ricardo Rodrigues. Voltado exclusivamente para corretores e escritórios de seguros, o encontro busca aprimorar as habilidades de venda dos profissionais do setor, oferecendo treinamento teórico e prático com foco na capacitação contínua. Com vagas limitadas a 40 participantes, o evento promete um ambiente intimista e produtivo, garantindo uma experiência de aprendizado mais próxima e efetiva. A Usina do Seguro, com 45 anos de experiência no mercado de seguros e planos de saúde, continua a investir no desenvolvimento de seus colaboradores e a ampliar suas operações com o lançamento de um sistema de franquias que já se destaca no mercado. "Nosso compromisso é fornecer conhecimento especializado e atualizado para que os corretores possam melhorar suas técnicas de venda e, assim, alcançar resultados mais expressivos," afirma Ricardo Rodrigues, CEO da Usina do Seguro. Otimista com Negócios, Mioche Lança Campanha "O Legado que Veste Histórias" para o Dia dos Pais A Mioche, rede de lojas de moda masculina, está otimista com as vendas para o Dia dos Pais, a quarta data mais importante para o varejo brasileiro, e lançou uma campanha especial focada na importância do legado de pai para filho. A campanha, intitulada "O Legado que Veste Histórias," contará com o ator Dudu Azevedo como estrela principal e buscará destacar os valores e ensinamentos passados de geração em geração. Com início marcado para 01 de agosto e duração até o dia 11, a ação ocorrerá nas 19 lojas próprias da marca no Nordeste, além de mais de mil pontos de venda em lojas multimarcas espalhadas pelo Brasil. A expectativa do setor, conforme estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é de um incremento de R$7,7 bilhões nas vendas em todo o país, representando um crescimento de 4,7% em relação ao ano passado. Rennan Penaforte, diretor financeiro da Mioche, destacou que a data vai além do apelo comercial, remetendo ao afeto e à admiração por essa figura essencial na vida dos filhos. O diretor comercial, Rhuan Penaforte, explicou que a escolha de Dudu Azevedo como protagonista da campanha se alinha perfeitamente aos valores da marca, que busca promover uma influência positiva dos pais sobre as futuras gerações. Promoção de Dia dos Pais O Dia dos Pais está chegando e o Shopping Guararapes oferece promoção para a compra do presente especial. Entre os dias 2 e 11 de agosto, o Shopping lança a campanha compre-ganhe. A partir de R$350 reais em compras, o cliente poderá receber um par de sandálias Havaianas Track Waves. O brinde é limitado a 1 por CPF e a promoção é válida enquanto durarem os estoques. Além disso, escolas localizadas no entorno do Shopping farão suas apresentações em homenagem aos pais, de 5 a 9 de agosto, em palco montado na Praça de Alimentação.

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Caminhos para o desenvolvimento da indústria em Pernambuco

Em palestra do projeto Pernambuco em Perspectiva, Armando Monteiro Neto aponta como o Estado pode aproveitar as oportunidades da política industrial do País. *Por Rafael Dantas | Fotos: Tom Cabral | Imagem de abertura produzida pelo Bing Image Creator A indústria mundial está em um ciclo forte de transição. Investimentos em descarbonização, avanços no processo de digitalização e os esforços em desconcentrar a produção mundial na China podem abrir espaço para o setor no Brasil e no Estado. O ex-ministro e ex-senador Armando Monteiro Neto analisou esse cenário e apontou caminhos para uma retomada industrial no projeto Pernambuco em Perspectiva – Planejamento de Longo Prazo. Realizado pela Revista Algomais e pela Rede Gestão, o evento trata a cada mês questões estratégicas para a construção das diretrizes de um novo modelo de desenvolvimento para o Estado. Para um auditório repleto de empresários, acadêmicos e gestores públicos, Armando Monteiro Neto defendeu a atuação conjunta do poder público com a iniciativa privada para aumentar a competitividade da indústria. Em sua palestra, Armando ressaltou o papel do Estado na indução do setor em diferentes momentos da história da economia brasileira. “O Brasil é um país de industrialização tardia. Mas, no início do Século 20, experimentou durante quase 50 anos um processo extraordinário de crescimento. É fundamental destacar que isso se deu pelo papel do estado brasileiro, que edificou as bases de uma indústria que terminou por dar suporte a um ciclo de substituição das importações”, analisou Armando, lembrando grandes empresas, como a Companhia Siderúrgica Nacional. “O Brasil construiu a mais importante plataforma manufatureira do hemisfério sul. Infelizmente, a partir dos anos 80, a indústria brasileira foi perdendo impulso”. Ele analisou que a queda tem origens multifatoriais. No entanto, entre os motivos principais estão a instabilidade macroeconômica, a hiperinflação, a apreciação do câmbio e as taxas de juros reais, apontadas pelo ex-senador como alguns dos vilões que levaram o setor a uma inflexão dramática. O resultado disso, na opinião do ex-ministro, é que o País da industrialização tardia viveu uma “desindustrialização precoce”. “A indústria da transformação, que é a manufatura verdadeira- mente, que chegou a representar 28% do PIB brasileiro, hoje apresenta pouco mais de 11%”, comparou. Se a memória desse passado recente é um tanto traumática, o futuro pode ser bem promissor na análise de Armando Monteiro Neto. A conjuntura pós-pandêmica e a pressão internacional, inclusive dos consumidores, por um modelo econômico mais sustentável estão trazendo grandes transformações para as cadeias industriais globais. É nessa transição que estão as saídas da estagnação. “Desafio que temos é relançar a indústria brasileira num cenário que está nos oferecendo novas oportunidades. Eu diria que é o último trem que está passando para a indústria brasileira aproveitar. A crise da pandemia, o agravamento das tensões geopolíticas, o acirramento das tensões comerciais China-EUA, o desafio da descarbonização, da chamada manufatura verde: tudo isso está proporcionando um processo de reconfiguração das cadeias econômicas globais industriais”, apontou Armando. Como um Estado inserido numa região de abundante energia renovável instalada e em potencial e com players conectados à agenda da descarbonização, há oportunidades para Pernambuco neste novo ciclo nacional e global. INDÚSTRIA EM PERNAMBUCO A indústria pernambucana viveu no início do século um impulso com a consolidação do Complexo de Suape, a chegada da Refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca, e do Complexo Automotivo da Stellantis, em Goiana. Segundo Francisco Cunha – que fez uma explanação dos deba- tes do Pernambuco em Perspectiva –, com a concretização desses projetos, as projeções do Padre Lebret ainda nos anos 50 foram quase todas realizadas. Dos eixos para o desenvolvimento do Estado apresentados pelo economista, que foi um profeta em Pernambuco, faltou apenas a ferrovia até o Sertão. A ligação entre Suape e a Transnordestina segue sendo um entrave a ser resolvido. Houve, no entanto, um compromisso do Governo Federal de retomada das obras. “O modelo vigente de desenvolvimento de Pernambuco, foi gestado nos anos 50 com a contribuição notável do Padre Lebret, a maior autoridade em economia do desenvolvimento na época. Ele esboçou um modelo de desenvolvimento industrial-portuário que resultou, entre outras coisas, no Complexo Industrial-Portuário de Suape. Isso aconteceu até o final do século 20. No século 21, nos governos de Jarbas Vasconcelos e de Eduardo Campos, esse modelo praticamente se concluiu. Foi implantado quase na sua plenitude. A única coisa que ficou faltando nesse desenho foi a Transnordestina”, destacou Francisco Cunha. A conclusão da ferrovia é um dos desafios do passado que se impõem para a economia pernambucana hoje. Há, no entanto, um conjunto de desafios expressivos, deconrrentes das novas tendências do século 21 que o Estado precisa atravessar para garantir competitividade. “Neste momento, estamos com a demanda de avançar com um amplo debate na sociedade que permita ajudar a formular um outro modelo de desenvolvimento sintonizado com os novos e exigentes desafios da atualidade”, ressaltou Francisco Cunha. Entre os entraves a serem ultrapassados no horizonte, o consultor elencou o aquecimento global, a disrupção digital, a crise fiscal estrutural do estado brasileiro e uma polarização político-social sem precedentes. APROVEITAR O MOVIMENTO DA INDÚSTRIA NACIONAL Com uma reconfiguração do cenário internacional, que indica um horizonte de oportunidades para o País e para Pernambuco, a NIB (Nova Indústria Brasil) é a estratégia do Governo Federal para ocupar os espaços gerados nesse novo panorama global. O ex-ministro avalia que o programa tem missões bem definidas, alinhadas com os problemas reais do setor, mas há dúvidas sobre a eficiência dos instrumentos propostos pelo Governo Lula para aumentar a competitividade industrial. A Nova Indústria Brasil tem seis missões expressas. A primeira é promover cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais, aumentando a participação da agroindústria no PIB agropecuário e mecanizando a agricultura familiar com máquinas nacionais. A segunda é desenvolver um complexo econômico e industrial da saúde que produza 70% das necessidades nacionais. A terceira é melhorar a infraestrutura e a mobilidade urbana, aumentando a produção local de transporte público sustentável. A quarta é digitalizar 90% das indústrias e triplicar a produção nacional em novas tecnologias. A quinta

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Gasto de turistas estrangeiros no Brasil bate recorde histórico

(Da Agência Brasil) Os visitantes internacionais movimentaram US$ 3,7 milhões, equivalente a R$ 20,9 bilhões no Brasil, de janeiro a junho deste ano. O valor é recorde para o período, pois ultrapassa o montante gasto no país no primeiro semestre de 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil. Até então, os seis primeiros meses que antecederam o Mundial de Futebol, naquele ano, detinham o melhor registro para esses meses, quando os viajantes injetaram cerca de US$ 3,5 bilhões (R$ 20,2 bilhões) na economia nacional. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central. Na comparação com o primeiro semestre de 2023, quando os estrangeiros movimentaram US$ 3,2 bilhões (R$ 18,2 bilhões) houve alta de 15,6%. Em nota, o ministro do Turismo, Celso Sabino, afirmou que o Brasil tem se firmado com um destino atrativo, competitivo e valorizado no cenário internacional. “Estamos, cada vez mais, recebendo esses visitantes internacionais com uma diversidade incrível de experiências turísticas”, destacou. Visitantes O recorde de entrada de divisas caminha ao lado do aumento de turistas estrangeiros desembarcando no Brasil. De janeiro a junho deste ano, mais de 3,59 milhões turistas internacionais entraram no país para visitar destinos brasileiros. O número é 9,7% maior que o observado no mesmo período de 2023 e 1,9% acima do registrado em 2019. É o maior índice desde 2018, quando 6,6 milhões de estrangeiros visitaram o país. A expectativa do Ministério do Turismo é que este ano termine com marca superior ao recorde de 2018. O Rio de Janeiro teve o melhor resultado em uma década, recebendo 760,2 mil turistas internacionais no primeiro semestre, motivado, sobretudo, pelo carnaval, diz a Embratur. O crescimento foi de 19,89% em relação ao mesmo período de 2023 e já é o segundo maior da história, atrás apenas do ano da Copa do Mundo. Para o presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, o turismo internacional é uma potência econômica e está contribuindo para o desenvolvimento do Brasil. “Quando falamos dessa arrecadação histórica, falamos em geração de emprego e renda em todo o país, construindo uma economia que valoriza nossa cultura e gera sustentabilidade ambiental”, destaca Freixo. “Somos um país rico e, além de sol e praia, temos natureza, ecoturismo, afroturismo, gastronomia, cultura e muito mais. As pessoas estão vindo para cá para conhecer o que temos para oferecer e contando lá fora as experiências incríveis que viveram por aqui.” Voos Os voos internacionais continuam sendo a principal porta de entrada para os viajantes vindos de outros países. Nos seis primeiros meses deste ano, foram registrados 2.234.033 desembarques no Brasil. A Embratur pretende ampliar a malha aérea internacional, com a conquista de novos voos para destinos inéditos, além de ampliar a frequência em rotas já realizadas. O Programa de Aceleração do Turismo Internacional (Pati), lançado em março desde ano em parceria com a Embratur e o Ministério de Portos e Aeroportos, prevê a parceria público-privada com as companhias aéreas e aeroportos para aumentar o número de assentos e de voos internacionais com destino ao Brasil. O governo federal calcula que o Pati permitirá o aumento de 70 mil assentos em voos estrangeiros com destino ao Brasil, entre outubro deste ano e março de 2025. Ranking de 2023 No ano passado, a Argentina foi o principal país emissor de turistas para o Brasil, com 1,9 milhões de visitantes (32% do total). Em seguida, vieram Estados Unidos, com 668,5 mil (11%); Chile, com 458,5 mil (7,7%); Paraguai, com 424,5 mil (7,1%), e Uruguai, com 334,7 mil (5,6%). Na Europa, a França é o principal país emissor de turistas para o Brasil e aparece na sexta posição, com 187,5 mil turistas (3,1%), seguida de Portugal, com 158,5 mil (3%); Alemanha, com 158,5 mil (2,6%); Reino Unido, com 130,2 mil (2,2%); e Itália, com 129,4 mil (2,2%), completam o ranking dos dez maiores emissores de turistas para o Brasil, no ano passado.

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Recife recebe R$ 537 milhões em infraestrutura e para construção de um Convive

O governo federal anunciou na última sexta-feira (26) um investimento de R$ 537 milhões no Recife, como parte do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Seleções. Esses recursos visam impulsionar o desenvolvimento urbano, social e econômico da cidade. Entre os projetos contemplados estão três iniciativas de drenagem urbana sustentável, um projeto de esgotamento sanitário e a construção de uma unidade do Centro Comunitário pela Vida (Convive), inspirado na Rede Compaz. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, fizeram o anúncio no Palácio do Planalto. Os investimentos incluem quase R$ 94 milhões para obras de macrodrenagem dos canais Sambra, Guarulhos e Mauricéia, visando prevenir enchentes e mitigar os impactos das chuvas intensas. Além disso, R$ 15 milhões serão destinados à construção do Convive, com o objetivo de prevenir a violência e promover a inclusão social. Na Campina do Barreto, R$ 13 milhões serão investidos em esgotamento sanitário, enquanto R$ 397 milhões serão alocados para obras de infraestrutura de mobilidade urbana. Governadora Raquel Lyra assina hoje empréstimo para a Compesa Nesta segunda-feira (29), a governadora Raquel Lyra oficializará um empréstimo de R$ 1,1 bilhão, contraído pela Compesa junto a uma instituição financeira internacional. É a primeira vez na história que a Compesa assume um empréstimo dessa natureza. A operação de crédito será firmada com o Banco Multilateral de Desenvolvimento (NDB – New Development Bank), conhecido como Banco do Brics. Na mesma ocasião, haverá a formatura de 12 mulheres que concluíram o Curso de Encanadora promovido pela Compesa. Sebrae participa da Expoleite nesta semana, no Sertão Os empreendedores do Sertão do São Francisco estão com grandes expectativas para a 6ª Expoleite, a principal feira do setor leiteiro da região, que ocorrerá de 31 de julho a 4 de agosto em Afrânio. O Sebrae Pernambuco participará do evento, destacando produtos por segmento e apresentando atrações como o Show de Lácteos e estandes de artesanato em couro. Concursos para premiar os melhores queijo e doce de leite também prometem atrair a atenção dos expositores. No Show de Lácteos, o público encontrará uma variedade de produtos derivados de leite, como doces, manteiga e queijos regionais. Nos estandes de artesanato, serão oferecidas peças em couro e outras matérias-primas. O Sebrae também promoverá a palestra “A Arte de Empreender” com Flávio Leandro, músico e produtor de leite. Heloísa Nóbrega, analista do Sebrae/PE, destaca a importância do evento para os empreendedores locais, ressaltando a oportunidade de lucro e networking. Em 2023, a feira movimentou R$ 500 mil em vendas. Trade pernambucano celebrou os 45 anos e as novas salas do Centro de Convenções Cláudio Vasconcelos, Camila Linhares e Rodrigo Sobral, do Pernambuco Centro de Convenções no evento de comemoração e de entrega das novas salas multifuncionais do Pernambuco Centro de Convenções. Em negociação Shopping Norte Janga e XP Investimentos iniciam tratativas para parcerias em projetos de infraestrutura. Cléia Alves, CEO do shopping, e Rodrigo Caldas, Banker de Alta Renda da XP, discutiram soluções financeiras durante evento no Recife.

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