Carpina sedia residência artística Casa Viva, com exposição de Juliana Lapa

A cidade é inspiração para exposição individual. Na imagem acima, a fachada da CASA VIVA. (Fotos: Danilo Galvão)

Carpina é o cenário da Residência Artística CASA VIVA, um projeto que transformou um dos casarões mais antigos da cidade em um vibrante centro cultural. O espaço, que antes permanecia fechado e misterioso, agora abre suas portas para a exposição individual de Juliana Lapa, proporcionando uma experiência que vai além de uma galeria de arte. Com o objetivo de promover o diálogo sobre arte, preservação do patrimônio histórico e políticas culturais, a CASA VIVA oferece uma programação multidisciplinar, incluindo formações, vivências e exposições. A iniciativa também visa preencher a lacuna da falta de espaços públicos dedicados às artes visuais em Carpina. A programação inclui diversas atividades educativas, culminando com o encerramento da exposição e o lançamento do fascículo II do catálogo no dia 30 de setembro.

O acesso ao casarão já está aberto desde o início de agosto, quando começou a revitalização e a produção das obras que integram a exposição, mas a CASA VIVA, com as características que foi pensada, fez a sua estreia de maneira festiva no primeiro sábado de setembro (2). Agora, as atividades seguem até 30 de setembro, com visitação de terça a domingo, das 10h às 19h. A programação foi pensada para promover a imersão multidisciplinar na Arte, com vivências e formações que aprofundam questões sobre patrimônio, desenho, acessibilidade para as artes, arqueologia, associativismo e cultura popular em conexão com a Educação e a produção do Pensamento.

Natural de Carpina, Juliana Lapa foi movida pelos afetos com a cidade e o desejo de compartilhar as memórias que estão impressas na sua obra artística e, ao mesmo tempo, abrir um diálogo na cidade sobre arte, preservação do patrimônio histórico, políticas públicas na área cultural, formação de público, além de chamar a atenção dos poderes e dos artistas da cidade para a importância da interiorização dos investimentos na produção cultural. “Partimos do desejo de ver acontecer arte em Carpina. A cidade não tem galeria, nem museu”, lamenta a artista, que tem ao seu lado, na equipe principal do projeto, Mery Lemos, também natural de Carpina, que assina a coordenação de produção, e Bruna Rafaella Ferrer, natural de Vitória de Santo Antão, à frente da Curadoria e do Educativo.

Ainda que de maneira temporária, a CASA VIVA preenche a lacuna da falta de um espaço público dedicado às artes visuais em Carpina. “Nesse sentido, o propósito da curadoria da mostra se estabelece com base num programa de arte cujo objetivo não é mais apenas produzir obras para serem vistas, mas sim, criar um espaço dialógico formado pela participação das visitantes e de interfaces autorais entre a produção artística, educativa, curatorial e expográfica”, comenta a curadora e educadora da exposição. 

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