Cultura e história

Espetáculo Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá se apresenta em julho em Camaragibe

O espetáculo Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá comemora 06 anos de uma bela história, se apresentado nos dias 06 e 07 de julho,sexta-feira e sábado, ás 19h., no Casarão de Maria Amazonas, Camaragibe-PE. Nessas apresentações será feita também uma bela homenagem ao artista José Manoel da Silva Sobrinho (José Manoel). A peça participou de vários projetos e mostras onde recebeu prêmios, indicações e homenagens pela sua longa e belíssima trajetória. Podermos citar alguns como: VIII Festival Internacional de Teatro do Chile, 20º Janeiro de Grandes Espetáculos, Festival Cultural Hermilo Borba Filho/Palmares-PE, IV Festival de Teatro de Igarassu, Cultura Nossa, Pernambuco Fala Olinda, Mostra Curumim de Teatro no SESC Ler/ São Lourenço da Mata, Mostra Yapoatan de Teatro do SESC Piedade, apresentação para o SESC Nacional/DN no projeto Treinamento de Roteiros Inovadores do Turismo Social, Projeto Temporada SESC Goiana, XVI Todos Verão Teatro, Mostra de Teatro Sertão do Pajeú, II Festival de Cultural Risadinha, Outubro ou Nada/2ª Mostra de Teatro Alternativo do Recife e o Projeto A Porta Aberta na Escola de Arte João Pernambuco. O Espetáculo cumpriu temporadas no Casarão de Maria Amazonas, Teatro Marco Camarotti, Espaço Fiandeiros e Teatro Hermilo Borba Filho. Participou do projeto de Circulação de Teatro pelo FUNCULTURA no Rio de Janeiro, Caicó-RN, Brejo da Madre de Deus, Serra Talhada, Camaragibe e Recife. O Texto é baseado na história real, quase lendária, da portuguesa Branca Dias e de sua luta para se manter fiel a sua fé judaica. Enfrentando tanto Santa Inquisição em Portugal, o que lhe rendeu uma passagem pelo cárcere; quanto o preconceito e a intolerância no Brasil, na aurora da colonização (primeira metade do século XVI). Branca Dias é uma mulher forte e destemida, porém cheia de conflitos. Suas emoções intensas contra o seu senso de justiça, sua fé inabalável na Torá contra a culpa de ter que apresentar um credo religioso diferente. A Produção do espetáculo nessa comemoração de seis anos homenageia José Manoel da Silva Sobrinho, o nosso querido José Manoel, um dos artistas mais importante da história do teatro brasileiro como diretor, professor, ator, autor e produtor. Podermos citar alguns peças dirigidas por José Manoel: SISTEMA 25, Como a Lua, Ritos da Perversão, Com Panos e Lendas, Antígona, A Linda Rosa, Anjos de Guarda. Quero dar um destaque ao espetáculo SISTEMA 25 um dos mais belos e importantes da história do teatro brasileiro.

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Moçambicanos lutam pela sobrevivência em plena guerra civil no filme “Comboio de sal e açúcar”

*Houldine Nascimento A história de Moçambique é marcada por diversos conflitos. O país, localizado no sudeste africano, só se tornou independente de Portugal em 1975. Dois anos depois, os moçambicanos tiveram de conviver com uma duradoura guerra civil, que se estendeu até 1992. É nesse contexto que está “Comboio de sal e açúcar”, em cartaz nos cinemas brasileiros. A trama se passa em 1988. Um letreiro inicial ressalta que a população arrisca as vidas em trens carregados de sal que atravessam o território . O produto serve como moeda de troca com o país vizinho Malawi, rico em açúcar. Nessas viagens, o risco é enorme e os comboios são constantemente atacados por forças opositoras ao regime socialista. O diretor Licínio Azevedo — brasileiro radicado em Moçambique há mais de 30 anos — parte de uma história antes narrada por ele em livro. O foco é justamente uma dessas viagens. Um grupo de pessoas sai de Nampula (província no Norte do país) até Malawi. A infraestrutura é precária e, muitas vezes, os que são contrários ao regime destroem os trilhos. Neste cenário, Azevedo desenvolve diversos personagens. Alguns com o arco dramático mais complexo, como a enfermeira Rosa (Melanie de Vales Rafael), que está indo a um hospital para trabalhar. Nesse trajeto, ela faz amizade com algumas mulheres, a exemplo de Mariamu (Sabina Fonseca), que, assim como muitos, pega carona para trocar sal por açúcar e lutar pela subsistência. Na escolta, há militares. O tenente Taiar (Matamba Joaquim) é o mais sensível aos civis. Já o segundo-tenente Salomão (Thiago Justino), claramente um tipo, age com brutalidade. Num dos casos, toma a mulher de um dos passageiros e a violenta, além de agredir o homem. Para sair do papel, “Comboio de sal e açúcar” contou com verba de cinco países: Portugal, Moçambique, França, Brasil e África do Sul. É um produto tecnicamente bem realizado. As cenas dos ataques, no entanto, poderiam ser mais duradouras e terem uma melhor construção. De qualquer forma, filmes moçambicanos (feitos com raridade) são sempre bem-vindos. *Houldine Nascimento é jornalista

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Centro Cultural Judaico de Pernambuco promove lançamento do livro Viduy

O Centro Cultural Judaico de Pernambuco realiza o lançamento do livro Viduy, do poeta e dramaturgo Odmar Braga. Será nesta quarta feira, 27 de junho, na Sinagoga Kahal Zur Israel. Viduy são poemas-confissões sobre emoções e sentimentos do que é vivido. No prefácio, já se tem uma indicação do que se trata: “são de poemas de memória e testemunho”, diz a professora Matilda Koén-Sarano, pesquisadora da Universidade Ben Gurion e autoridade máxima na língua Ladino em Israel. O livro é escrito em Ladino que é a língua dos judeus da Península Ibérica, denominada também de Sefarad e, hoje, falada nos vários continentes. Com o lançamento desse livro, o Centro Cultural Judaico de Pernambuco inicia uma série de atividades ligadas ao Recife Sefarad. Um projeto cultural que desvela a importante relação de Recife com a memória Sefarad e a herança cultural da “Iberiacidade” no exílio. Durante o lançamento haverá apresentações dos professores convidados Jacques Ribemboim (UFRPE) e Renato Athias (UFPE) sobre a importância desse trabalho para a documentação e história do Recife. Serviço: Local: Sinagoga Kahal Zur Israel Rua do Bom Jesus, 197 – Recife Antigo Hora: Das 18h, com vendas e autógrafos | 19:30h Apresenções Mais Informações: Centro Cultural Judaico de Pernambuco: 3224-8351 Viduy, de Odmar Braga, preço de lançamento: R$ 20:00

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Mais uma semana de festa para celebrar os santos juninos no Recife

Começa hoje (26), a terceira semana de atividades promovidas pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife, para celebrar o Ciclo Junino 2018. Nos próximos cinco dias, vai ter programação toda noite, em diferentes locais da cidade, para promover e festejar as mais autênticas tradições culturais da cultura nordestina, em suas mais diversas matrizes. O balancê começa no Compaz Governador Eduardo Campos, no Alto de Santa Terezinha, com a programação do 16º Concurso de Quadrilhas Juninas Infantis. Ao todo, 10 grupos se apresentarão hoje e na quarta-feira (27), a partir das 18h45, na fase de eliminatórias do concurso. Irão se apresentar também: a Junina Brincant’s Show, às 18h45; a Junina Fusão, às 19h15; a Junina Pisa na Fulô, às 19h45; a Junina Matutinho Dançante, às 20h15; e a Junina Trapiá, às 21h. Na quarta-feira, será a vez de outros seis grupos desfilarem seus temas: Junina Sapeca, às 18h45; Junina Raízes do Rosário, às 19h15; Balão de Prata, às 19h45; Xilindró de Ritmos, às 20h15; e Junina Menezes, às 21h. A grande final será já no dia 28, no Sítio Trindade, a partir das 18h45. As seis finalistas receberão o prêmio de R$ 3 mil, por sua participação. E os três primeiros lugares receberão ainda premiações no valor de R$ 5 mil, R$ 4 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Nos dias 29 e 30, são as 12 finalistas do 34º Concurso de Quadrilhas Juninas Adultas que se apresenta no Palhoção das Quadrilhas do Sítio Trindade. As doze finalistas receberão prêmios de classificação no valor de R$ 3 mil, cada. E as cinco grandes vencedoras recebem, respectivamente: R$ 13 mil; R$ 9 mil; R$ 7 mil; R$ 6 mil; e R$ 5 mil. Além das quadrilhas, o Sítio Trindade volta a celebrar o Ciclo Junino com mais 26 shows e apresentações de palco nos dias 28, 29 e 30. No dia 28, a Sala de Reboco recebe, das 18h à meia-noite, seis atrações, como Zequinha dos 8 Baixos e o Trio Mexe Mexe. No dia 29, outras seis atrações se apresentam na Sala de Reboco. No palco principal, quem comandará a festa é a Banda Fulô de Mandacaru, seguida de Grupo Em Canto e Poesia, Novinho da Paraíba e Salatiel Camarão. Dia 30, a festa continua com Irah Caldeira, Fabiana Pimentinha, Adiel Luna e Daniel Bento no palco principal, além de Joquinha Gonzaga e Nilton do Baião, entre outros, na Sala de Reboco. Pátio de São Pedro – Na semana em que os festejos juninos celebram o padroeiro dos pescadores, o Pátio de São Pedro terá três dias de festa dedicados a seu patrono. No dia 27, o Pátio recebe uma grande e tradicional celebração para Xangô, que corresponde a São João no sincretismo religioso do Nordeste. A Festa do Fogo, que começa às 19h, reverencia com cânticos e uma grande fogueira o orixá do Trovão e da Justiça. A programação é realizada pela Caminhada dos Terreiros de Pernambuco, com o apoio da Prefeitura do Recife. Nos dias 28 e 29, outras 13 atrações sobem ao palco do Pátio. Na quinta, a partir das 17h, irão se apresentar o Cavalo Marinho Boi Pintado e o Festejo Junino, a Quadrilha Junina Mirim Fusão, o Coco de Roda Popular da Fortaleza no São João, a banda Fim de Feira, além de Novinho da Paraíba, Dino G. Braia, Santanna O Cantador e Rogério Rangel. Encerrando os festejos juninos naquele entorno histórico, irão se apresentar, a partir das 19h da sexta-feira, Antúlio Madureira, Geraldinho Lins, Banda Bellas Marias, Almir Rouche e Lucinha Guerra. Pescadores – Ainda para celebrar São Pedro, o dia 29 será todo de festa no bairro de Brasília Teimosa, com a tradicional procissão realizada há 60 anos, pela Colônia de Pescadores Z1, além de shows. No arraial montado pela Prefeitura do Recife, irão se apresentar, entre 13h e uma da manhã, o Grupo de Bacamarteiros Rei do Cangaço, as Sereias Teimosas, a Bandinha Junina Som Brasil, o Coco de Mainha, Tony Martins, Baladeiros, Balé Deveras, Michelle Monteiro, Maestro Forró & Fole Assoprado, além de Geraldinho Lins. Eu Amo Minha Rua – No dia 30, o concurso de decoração junina Eu Amo Minha Rua, realizado pela Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, promoverá outras três grandes festas para os vencedores da edição 2018. Na primeira colocada do concurso,a Rua Jornalista José Campelo Junior, no Fundão, que recebeu 4.987 votos, o arraial será animado por Geraldinho Lins, homenageado do São João, e Josildo Sá, com quatro horas de festa garantindas. Na segunda e terceira colocadas, a Rua Vertentes dos Lírios, na Várzea, que somou 4.387 votos, e a Rua Tupiniquins, em Santo Amaro, com 2.989 votos, a festa também vai ser animada, com trios pé de serra e outras atrações, como Patrícia Cruz, Rodrigo Raposo, Menina de Mel e Muniz do Arrasta Pé. Mesmo sendo noite de domingo, os fãs do forró aproveitaram a pouca chuva e lotaram mais uma vez o Sítio Trindade neste 24 de junho. Ninguém quis ficar parado diante da programação pernambucana autêntica: foram 10 shows só nos dois palcos do maior arraial da cidade. Logo cedo, às 19h, Luizinho de Serra levantou o público com a sua sanfona, no palco principal. Na sequência, grandes nomes do forró tradicional brilharam: Alcymar Monteiro, Maciel Melo e Nando Cordel. No palco Sala de Reboco, o arrasta-pé teve início às 18h com Trio de Forró Corisco do Sertão seguido pelo talento de Antônio Paulino, Ronaldo do Acordeon, Seu Januário Vou Voltar e Toinho do Baião e Mevinha Queiroga. A fotógrafa Ravena Remigio, 43 anos, moradora de Roma, na Itália, esteve no Sítio Trindade pela primeira vez na vida, ontem, apesar de ter nascido no Recife. “Os shows foram maravilhosos. Vimos o verdadeiro forró pé-de-serra, de acordo com a nossa tradição e com a nossa cultura. É assim que tem que ser”, comentou Ravena, elogiando o São João do Recife. A mãe dela, a funcionária pública aposentada Filomena Remigio, 66 anos, também esteve no Sítio

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Banda Sinfônica do Recife realiza concerto gratuito nesta quarta (27)

Durante o ciclo junino, a Prefeitura do Recife também promove programação gratuita para quem aprecia música erudita. Nesta quarta-feira (27), a Banda Sinfônica do Recife realiza o terceiro concerto oficial da temporada 2018, no Teatro de Santa Isabel. O evento começa às 20h e é aberto ao público. Para retirar o bilhete, basta chegar uma hora antes do início do espetáculo. O programa do maestro Nenéu Liberalquino começa com In Flight, de Samuel Hazo. Na sequência, será executada Summon the Heroes (for Tim Morrison) de John William, compositor com mais de seis décadas de carreira, que compôs algumas das partituras mais populares e aclamadas pela crítica na história cinematográfica, incluindo os filmes das séries Star Wars e Indiana Jones. Depois, a Banda Sinfônica do Recife mergulha na música brasileira, com Cravo e Canela, de Milton Nascimento, e segue com um medley junino em homenagem a João Silva, que inclui Pagode Russo, Danado de Bom e Nem se Despediu de Mim, dele e de Luiz Gonzaga. Criado pelo maestro Nenéu Liberalquino, o programa sai do arraial para o cinema, celebrando trilhas que fizeram sucesso, como Cinema Paradiso, de Ennio Morricone e Andrea Morricone, seguido por um medley em referência ao cinema italiano, intitulado Great Themes from Great Italian Movies. Por fim, a Banda Sinfônica do Recife vai executar El Camino Real (A Latin Fantasy) de Alfred Reed.

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Viola nordestina de Hugo Linns no circuito Aurora Instrumental

Os sons áridos e comoventes do violeiro pernambucano Hugo Linns envolverão o público do circuito Aurora Instrumental nesta quarta-feira (27). O tocador, que também é arranjador, diretor musical e produtor, vai se apresentar com os músicos Eduardo Buarque (viola de 10 cordas), Rogê Victor (baixo acústico) e Silva Barros (bateria). A viola dinâmica será o instrumento condutor do espetáculo, que inicia às 19h30, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Hugo Linns vai apresentar composições dos seus três discos – “Fita Branca” (2010), “Vermelhas Nuvens” (2013) e “A Solidão do Sol em Cinzas do Ar” (2015) – e também vai tocar arranjos para alguns frevos que estarão no seu próximo álbum, que deve ser lançado no próximo ano. Hugo Linns cresceu ouvindo as melodias características do Nordeste e teve sua formação inicial como musicista no Conservatório Pernambucano de Música. Bastante solicitado no mercado musical, o artista revela o apuro instrumental de um mestre. Linns é dono de uma vasta experiência na viola acústica nordestina, suas influências principais são os mestres cantadores, rabequeiros e cirandeiros, que somadas a elementos urbanos e a world music, resultam num trabalho inovador. O violeiro também atua profissionalmente com outros artistas como Renata Rosa, Maciel Salu, Geraldo Maia, Tonino Arcoverde, Alessandra Leão, Cláudio Rabeca, mestre Luiz Paixão, Adelmo Arcoverde, Abdias Campos, banda Caçapa, e o grupo instrumental Wassab. SERVIÇO: Aurora Instrumental apresenta Hugo Linns Dia: quarta-feira (27/06) Horário: às 19h30 Local: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista, Recife – PE) Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Vendas: Bilheteria do Teatro Arraial (abre 1 hora antes do show) e no https://www.sympla.com.br/aurorainstrumental

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Oficina gratuita de contação de história aborda a tradição de mestres orais

A forma mais antiga de conhecer ofícios é através da oralidade. E é abordando a tradição de mestres locais para difundir a sua prática, que o projeto “Histórias do meu Povo” aporta pela primeira vez na cidade de São Lourenço da Mata com uma oficina de contação de histórias. Realizada pela Liga Empreendimentos Criativo em parceria com o Sesc, a iniciativa está com inscrições abertas na unidade do Serviço Social do Comércio do município. São oferecidas 20 vagas gratuitas. A oficina traz como mote Pontos de Cultura e será movimentada nos dias 11, 16 e 18 de julho, das 13h às 17h, pela contadora de histórias e educadora Roma Júlia. O objetivo é valorizar e propagar as histórias dos mestres e difundir a prática da contação de histórias como ferramenta de registro da tradição local. Uma pesquisa em São Lourenço da Mata está mapeando profissionais que desenvolvem atividades repassadas por gerações, como parteiras, boleiras, contadoras de histórias e artesãos. Podem participar da iniciativa o público com idade superior a 16 anos, preferencialmente, mulheres adultas e idosas. As inscrições podem ser realizadas na Central de Relacionamento com Clientes do Sesc Ler, que fica localizada na Avenida das Pêras, nº 56, em Tiúma. Os trabalhadores do comércio e dependentes precisam apresentar apenas o cartão do Sesc. Já o público em geral, a cópia do RG, CPF e comprovante de residência. Projeto – Em sua segunda edição, o “Histórias do meu Povo” passará este ano por quatro macrorregiões de Pernambuco. Além de São Lourenço da Mata, serão contempladas as cidades de Camaragibe (Região Metropolitana do Recife), Nazaré da Mata (Zona da Mata), Passira (Agreste) e Petrolina (Sertão). Os mestres que serão escolhidos são reconhecidos dentro da sua comunidade. Sesc – O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 19 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br. Serviço: Projeto Histórias do meu Povo Local: Sesc Ler São Lourenço da Mata – Avenida das Pêras, nº 56 Data: 11, 16 e 18 de julho | 13h às 17h Vagas: 20 Inscrições gratuitas

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Curso de Férias CFC

O Colégio Fazer Crescer (CFC), que fica no Rosarinho, zona Norte do Recife, promove o curso de férias Hora de Brincar, de 2 a 27 de julho, das 8h ao meio-dia e das 13h30 às 17h30, para crianças dos 2 aos 6 anos. Segundo a gerente de Novos Projetos e responsável pelo curso de férias do CFC, Sue Mendonça, o curso este ano vai, além de trazer entretenimento e diversão, proporcionar também aprendizagem. A intenção é que a criança aprenda brincando. De acordo com Sue Mendonça, o tema do curso de férias será a Copa do Mundo, que terá uma abordagem pedagógica, onde o aluno vai poder aprender sobre a cultura e curiosidades dos países que participam do campeonato. A gerente antecipa que várias brincadeiras lúdicas e recreativas fazem parte da programação do curso. As atividades corroboram para a prática de educação no trânsito através do estímulo do uso de bike, incentiva a arte com atividades voltadas para o teatro, música e cinema, e promove o resgate das brincadeiras de antigamente como o mela mela, jogo de botão, piquenique e banho de mangueira, entre outras brincadeiras. Este ano, o curso vai abrir vagas para crianças a partir de sete anos que vão poder participar de jogos de quadra como basquete, vôlei, futebol, handebol, queimado e barra-bandeira. Os jogos de quadra acontecem de 17 a 20 de julho, e de 24 a 27, das 14 às 17h. Uma novidade para os adolescentes é o Startup 4 Teens, do Cesar School, que estimula os jovens a identificar, potencializar e concretizar transformações por meio da simulação da criação de startups, envolvendo diferentes ferramentas técnicas. O curso acontece de 23 a 27 de julho.

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Diversão para todas as idades na Temporada de Férias RioMar

A Temporada de Férias do RioMar Recife está cheia de grandes atrações para todas as idades. Para dar inicio as férias, no dia 1º de julho, o público terá o Encontro com Larissa Manoela. Além disso, a criançada poderá aproveitar shows oficiais da Galinha Pintadinha, Bob Zoom, Sítio do Picapau Amarelo e do mágico Raphael Santa Cruz. A atriz e cantora, famosa por dar vida a personagem Maria Joaquina, na novela Carrossel, do SBT, vem para o “Encontro com Larissa Manoela”, no dia 1º de julho, no Teatro RioMar. O evento terá duas sessões, às 16h e às 18h. Durante o encontro, com duração de trinta minutos, Larissa cantará três músicas e será entrevistada. Os ingressos custam R$ 40 e R$ 20 e já estão à venda no site e na bilheteria do Teatro RioMar (www.teatroriomarrecife.com.br). Toda a venda será revertida para o Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (Nacc). No dia 8 de julho, os pequeninos vão poder aproveitar o espetáculo oficial da Galinha Pintadinha – projeto infantil criado pelos produtores brasileiros Juliano Prado e Marcos Luporini. O evento também contará com duas sessões, às 16h e às 18h, no Teatro RioMar. Os ingressos custam R$ 60 e R$ 30. Já no dia 13, Bob Zoom volta ao palco do Teatro RioMar para única apresentação, às 17h. O show da formiguinha azul contará com clássicos de sua trajetória, como Brilha Brilha Estrelinha, Mariana conta 1, 2, 3 e Marcha Soldado. Os ingressos custam R$ 40,00 e R$ 20,00. Enquanto isso, no dia 22, será a vez da turminha do Sítio do PicaPau Amarelo interpretar os clássicos de Monteiro Lobato. O show será às 16h, também no Teatro RioMar, e os ingressos custam R$ 40 e R$ 20. Para encerrar os shows da Temporada de Férias RioMar, o mágico Rapha Santa Cruz entra em cena para levar os pequenos a um mundo novo, no dia 29 de julho. Nesse universo cheio de magia, o ilusionista também vai misturar um pouco de sua influência como palhaço. Tudo com uma linguagem típica do Nordeste brasileiro. A apresentação será gratuita, às 17h, no Piso L3. Os ingressos para as atrações estarão à venda, em breve, no site e na bilheteria do Teatro RioMar (www.teatroriomarrecife.com.br). Além disso, no Piso L3, a garotada poderá se divertir no Roller Dance e na Praça de Eventos 1, aproveitar a montagem inédita no Brasil do novo evento da Barbie e Hot Wheels. Serviço Encontro com Larissa Manoela Data: 1º de julho Local: Teatro RioMar, Piso L4 2 Sessões: Uma às 16h e outra às 18h Ingresso social em prol do Nacc: R$ 40 e R$ 20 (Já está disponível na bilheteria e no site do Teatro RioMar – www.teatroriomarrecife.com.br) Show Galinha Pintadinha Data: 8 de julho Local: Teatro RioMar, Piso L4 2 Sessões: Uma às 16h e outra às 18h Ingresso: R$ 60 e R$ 30 (Em breve na bilheteria e no site do Teatro RioMar – www.teatroriomarrecife.com.br) Show Bob Zoom Data: 13 de julho Local: Teatro RioMar, Piso L4 Horário: 17h Ingresso: R$ 40,00 e R$ 20,00 (Em breve na bilheteria e no site do Teatro RioMar – www.teatroriomarrecife.com.br) Show Sítio do PicaPau Amarelo Data: 22 de julho Local: Teatro RioMar, Piso L4 Horário: 16h Ingresso: R$ 40,00 e R$ 20,00 (Em breve na bilheteria e no site do Teatro RioMar – www.teatroriomarrecife.com.br) Show Rapha Santa Cruz Data: 29 de julho Local: Piso L3 Horário: 17h Ingresso: Entrada gratuita

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Carlos Mélo é o artista convidado da segunda edição do projeto Residência Belojardim

A Comunidade Quilombola do Barro Branco é o foco e a inspiração do artista Carlos Mélo na Residência Belojardim 2018, que fica aberta até o dia 30 de junho. O projeto do Instituto Conceição Moura chega a sua segunda edição levando arte contemporânea para a cidade de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. Localizada há 10 quilômetros do centro, a comunidade quilombola foge dos esteriótipos que a população brasileira tem dos povos tradicionais. No lugar de uma reunião ao redor da fogueira, uma roda de crianças com celulares na mão conectadas com o mundo. Essa é uma das ilustrações mencionadas por Carlos do que ele encontrou nesse seu período de imersão em Belo Jardim, que irá durar ao todo aproximadamente 4 meses. A Comunidade Quilombola do Barro Branco, luta pelo reconhecimento oficial, mas também luta em um auto reconhecimento. Sem uma história escrita ou mesmo conhecida dos seus antepassados, há um processo de identidade territorial ainda em construção dessa população que é de aproximadamente 70 famílias. O artista mudou-se para Belo Jardim em março, quando começou a interagir com a comunidade. Nesse período Carlos começa a rodar também a produção do média-metragem Barro Oco, que tem como objetivo trazer esse olhar sensível sobre a comunidade como gerador de dinâmicas de resgate de sua subjetividade. Junto à comunidade ele construiu uma cerca com 4 mil ossos, que simboliza não apenas a demarcação, mas a resistência e força desse povo. A intervenção atravessa parte do terreno da comunidade quilombola e parte de uma propriedade privada da região. Além do filme e das intervenções na comunidade, a residência tem desenvolvido uma programação cultural na Fábrica Mariola, espaço cultural ligado ao Instituto, que tem funcionado como ponto irradiador de conversas e de contato com a população da cidade. Carlos Mélo/1969 É um artista plástico brasileiro conhecido pelas suas performances, fotografias, vídeos e instalações. Segundo Moacir doa Anjos, “seus estranhos auto-retratos fundem corpo e palavra, fazendo do signo da língua uma marca da individualidade, índice de um corpo genérico”. Ou ainda: “Também as imagens que cria buscam diluir o que torna o seu corpo único e mostrá-lo, ao contrário, como corpo comum e exemplar. Prosseguindo e, ao mesmo tempo, desviando esta linha de interpretação, mais do que marcar a suposta individualidade do corpo e sua unicidade, ele talvez marque a esfera representacional identitária que o fixa numa forma e, junto com ela, a forma de uma subjetividade”. A obra de Carlos busca afirmar o singular, o intensivo, o afetivo. Da acordo com Suely Rolnik, “a obra de Carlos demarca um território, ou melhor, o instaura. Como nos animais, isso se faz por meio de dispositivos sempre ritualizados, que são, mais do que tudo, ritmos. Porém, diferentemente dos animais, aqui, o ritual e seu ritmo estão constantemente mudando; eles se inventam a cada vez em função do meio onde se fazem e do campo problemático que buscam enfrentar. Para isso o artista instala-se na imanência do mundo, ao pé do real vivo, só apreensível por afeto”. Com várias formações e pesquisas no ramo das artes e filosofia, desenvolve uma atividade artística regular de âmbito nacional e internacional. Expõe regularmente em circuitos institucionais (entre eles VideoBrasil, São Paulo; MAMAM, Recife; Fundação Joaquim Nabuco, Recife; Itaú Cultural, São Paulo; Krannert Art Museum, Champaign, EUA; Plataforma Revólver, Lisboa. Trabalha com a Galeria Emmathomas (São Paulo) e Amparo 60 (Recife). Foi premiado em diversos salões de arte nacionais e em 2006 recebeu com o Prêmio CNI Marcantonio Vilaça para as artes visuais. Serviço: Residência Belojardim — Carlos Mélo (Ciclo de exposições artísticas em Belo Jardim) Até o dia 30 de junho de 2018 Espaço Oco Fábrica Mariola Praça Jorge Aleixo, s/n Centro – Belo Jardim

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