Economia

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Cana-de-açúcar domina produção agrícola de Pernambuco, aponta IBGE

Levantamento Sistemático da Produção Agrícola mostra liderança isolada da cultura no estado, seguida por uva, banana e mandioca A cana-de-açúcar segue como a principal cultura agrícola de Pernambuco. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), a produção estimada da cultura alcança 13.763.474 toneladas em fevereiro de 2026, consolidando sua liderança absoluta no campo pernambucano. Em seguida aparecem lavouras permanentes de forte presença regional, como a uva, com 870.213 toneladas, e a banana, com 657.316 toneladas. Entre as culturas temporárias voltadas à alimentação, a mandioca mantém peso relevante na produção estadual, com 480.573 toneladas. O tomate também registra volume expressivo, chegando a 126.945 toneladas. Já no grupo dos grãos, o feijão de segunda safra soma 30.450 toneladas e o milho de segunda safra alcança 29.768 toneladas. Em menor escala aparecem o feijão de primeira safra (8.047 toneladas) e o milho de primeira safra (3.451 toneladas). As projeções do levantamento indicam ainda culturas com produção mais modesta em Pernambuco na safra de 2026, como o café arábica (399 toneladas), a mamona (44 toneladas), o sorgo (13 toneladas) e o algodão herbáceo (10 toneladas). No total, a área plantada estimada no estado chega a 704.062 hectares, dos quais 334.110 hectares são destinados ao conjunto de cereais, leguminosas e oleaginosas. A cana-de-açúcar ocupa a maior área cultivada, com 239.418 hectares. Entre as culturas permanentes, a banana soma 50.289 hectares e a uva, 17.876 hectares. Considerando apenas a área efetivamente colhida, Pernambuco registra 515.079 hectares, sendo 239.317 hectares de cana, 49.984 hectares de banana, 44.385 hectares de mandioca e 17.876 hectares de uva. No rendimento médio das lavouras, o destaque fica com o tomate, que alcança 57.545 quilos por hectare, seguido de perto pela cana-de-açúcar, com 57.511 quilos por hectare. A uva registra produtividade de 48.681 quilos por hectare, enquanto a banana chega a 13.151 quilos por hectare e a mandioca a 10.827 quilos por hectare. O menor rendimento médio aparece no feijão de primeira safra, com 52 quilos por hectare.

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Mulheres passam a liderar acesso ao microcrédito rural no Agroamigo

Número de contratos femininos no programa quase dobrou em dez anos e participação supera a dos homens nas operações e no volume financiado O acesso ao crédito rural pelas mulheres tem ganhado cada vez mais espaço no Nordeste. Dados do programa Agroamigo, do Banco do Nordeste, mostram que o público feminino ampliou significativamente sua presença nas operações de microcrédito rural ao longo da última década. Em 2015, as mulheres contrataram cerca de 221 mil operações. Em 2025, o número chegou a aproximadamente 403 mil contratos, um crescimento de 82% no período. Participação feminina cresce no crédito rural Com esse avanço, as mulheres passaram a representar 54% do total de operações do programa, superando a participação masculina, que era majoritária anos atrás. Em 2015, o público feminino respondia por 49% das contratações. A mudança indica uma transformação no perfil do financiamento rural e reforça o protagonismo feminino nas atividades produtivas no campo. Além do aumento no número de contratos, o volume financeiro das operações também cresceu. As contratações realizadas por mulheres passaram de R$ 878 milhões em 2015 para R$ 5,2 bilhões em 2025. Com isso, a participação feminina no valor total contratado subiu de 47,7% para 54,6% ao longo da década. Novas atividades impulsionam o empreendedorismo feminino Para o superintendente de Agronegócio e Microfinança Rural do Banco do Nordeste, Luiz Sérgio Farias Machado, o avanço está relacionado à diversificação das atividades no meio rural. “A ampliação do crédito para mulheres está diretamente relacionada ao fortalecimento de iniciativas não agropecuárias, como artesanato, turismo rural e pequenos empreendimentos conduzidos por mulheres, que diversificam a renda e impulsionam o empreendedorismo feminino no campo”, afirma. Agroamigo Mulher fortalece acesso ao financiamento Entre as iniciativas voltadas ao público feminino está o Agroamigo Mulher, linha de financiamento criada para ampliar a equidade de gênero no acesso ao crédito rural. A modalidade apoia projetos de interesse direto da agricultora integrante da unidade familiar, incluindo implantação, ampliação e modernização de atividades agropecuárias e não agropecuárias. Em 2025, o Agroamigo Mulher registrou mais de 400 mil operações, que somaram R$ 5,2 bilhões. Em Pernambuco, foram realizados 47 mil contratos, totalizando R$ 575 milhões em financiamentos. Quintais produtivos ampliam renda e segurança alimentar Entre as operações da linha voltada às mulheres, destaca-se o financiamento aos Quintais Produtivos, iniciativa do Governo Federal voltada à diversificação da produção e da renda familiar. No ano passado, a linha registrou cerca de 22 mil contratos, somando R$ 429 milhões na área de atuação do Banco do Nordeste. Em Pernambuco, foram aproximadamente 1,2 mil operações, totalizando R$ 23 milhões. “Nessa modalidade, o Banco financia atividades como horticultura, fruticultura, criação de animais de pequeno porte, sistemas agroecológicos e beneficiamento artesanal de alimentos, incentivando a diversificação da renda e a segurança alimentar das famílias rurais”, ressalta o diretor de Negócios do BNB, Vandir Farias. Serviço As operações do Agroamigo Mulher oferecem limite de financiamento de até R$ 20 mil por operação, taxa efetiva de 0,5% ao ano, bônus de adimplência e dispensa de garantias reais. Os prazos podem chegar a 36 meses para investimento, com até 12 meses de carência, e até 24 meses para custeio.

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Satisfação com bancos digitais e fintechs chega a 76% no Nordeste, aponta pesquisa

Levantamento do Instituto Locomotiva encomendado pela 99Pay mostra alto nível de aprovação entre brasileiros que utilizam instituições financeiras digitais como conta principal A satisfação dos consumidores com bancos digitais e fintechs no Nordeste alcança níveis elevados. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, a pedido da 99Pay, 76% dos brasileiros bancarizados na região que têm conta principal em instituições digitais atribuem notas entre 7 e 10 para esses serviços, indicando uma avaliação positiva do modelo de atendimento e das soluções financeiras oferecidas. O levantamento também aponta que 59% dos entrevistados do Nordeste afirmam estar muito satisfeitos com suas instituições financeiras digitais. O resultado reforça o avanço das fintechs e bancos digitais no país, especialmente entre usuários que adotaram essas plataformas como principal meio de relacionamento com serviços bancários. A pesquisa ouviu 1.800 brasileiros bancarizados, com idades entre 18 e 65 anos, distribuídos por todas as regiões do país. As entrevistas foram realizadas entre 31 de outubro e 14 de novembro de 2025, com o objetivo de medir a percepção dos usuários sobre o desempenho e a qualidade dos serviços oferecidos por instituições financeiras digitais.

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Empreendedorismo feminino ganha força e reúne quase 300 mil mulheres à frente de negócios em Pernambuco

Crescimento na abertura de empresas e presença em setores como saúde, moda e alimentação reforçam protagonismo feminino na economia do estado O empreendedorismo feminino tem ampliado sua presença na economia de Pernambuco e consolidado o protagonismo das mulheres no ambiente de negócios. Representando quase 52% da população do estado, o equivalente a 4,97 milhões de pessoas, elas também avançam no comando de empresas. Dados da Receita Federal indicam que cerca de 294 mil mulheres estão à frente de negócios em Pernambuco, sendo 96% delas inseridas no universo das micro e pequenas empresas. Presença feminina se destaca em diferentes setores Ao todo, são quase 290 mil pequenos negócios geridos por mulheres em todo o estado, dos quais 54% estão formalizados como microempreendedoras individuais (MEI). A participação feminina aparece de forma relativamente equilibrada entre os principais setores econômicos: Comércio (45,5%), Serviços (45,1%) e Indústria (44,9%). Em algumas atividades, no entanto, essa presença se torna ainda mais evidente, especialmente nas áreas de Saúde e Bem-estar (19,2%), Moda e Confecção (14,2%) e Serviços de Alimentação (9,1%). Abertura de novos negócios acelera O avanço feminino também se reflete na criação de empresas. Nos últimos dois anos, o número de novos negócios liderados por mulheres cresceu de forma consistente. Em 2024, foram registrados 34,9 mil empreendimentos, enquanto em 2025 o volume avançou para 47,9 mil novos registros. Para a Líder de Inteligência de Mercado do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Pernambuco, Sylvia Siqueira, o movimento revela mudanças importantes no papel do empreendedorismo na vida das mulheres. “O crescimento do empreendedorismo feminino em Pernambuco demonstra a capacidade das mulheres transformarem desafios em oportunidades. Quando uma mulher empreende, ela gera impacto não apenas para si, mas também para sua família, sua comunidade e toda a economia local”, destaca. Interior também registra avanço do empreendedorismo feminino A presença feminina nos negócios também se expande fora dos grandes centros urbanos. O arquipélago de Fernando de Noronha lidera em representatividade, com 55,7% dos empreendedores sendo mulheres. Em seguida aparecem municípios do Sertão, como Dormentes (49,9%), Granito (49,1%), Itacuruba (48,6%) e Carnaubeira da Penha (47,6%), todos com participação feminina próxima à metade do total de empreendedores. Empreendedorismo cresce também na maturidade O perfil das empreendedoras pernambucanas mostra maior concentração entre mulheres de 30 a 49 anos, faixa que reúne 146,5 mil empresárias no estado. Também chama atenção a presença de 29,7 mil empreendedoras entre 60 e 80 anos, indicando que abrir ou manter um negócio próprio tem se tornado uma alternativa de geração de renda em diferentes fases da vida. Formalização ainda é desafio Apesar do crescimento do empreendedorismo, a informalidade continua sendo um desafio. Muitas mulheres ainda atuam sem registro formal ou sem CNPJ, o que limita o acesso a crédito, proteção social e oportunidades de expansão. “A formalização é um passo fundamental para que essas mulheres tenham acesso a proteção social, crédito e novas oportunidades de crescimento no mercado, além de garantir mais segurança para o negócio”, reflete Sylvia. Mulheres ainda são minoria na tecnologia, mas ganham espaço em empresas do Porto Digital Apesar do crescimento recente, a participação feminina na área de Tecnologia da Informação ainda é reduzida no Brasil. De acordo com o relatório W-Tech 2025, do Observatório Softex, as mulheres representam 19,2% dos especialistas em TI no país — cerca de 89,7 mil profissionais em um universo de quase 470 mil. A desigualdade começa na formação: apenas 17,8% dos concluintes de cursos de tecnologia são mulheres. Mesmo com maior escolaridade média, elas ainda recebem cerca de R$ 1.618 a menos por mês do que os homens no setor. No Recife, empresas instaladas no Porto Digital têm ampliado a presença feminina em funções técnicas. A deep tech Di2win, por exemplo, registra 25% de mulheres em cargos de liderança estratégica e prepara a política interna Di2Women para elevar a representatividade para 30% até 2026. A iniciativa também prevê diretrizes para garantir que candidatas qualificadas participem das etapas finais dos processos seletivos, ampliando a entrada de talentos femininos em diferentes níveis da área de tecnologia. Mulheres avançam em cargos de liderança na indústria brasileira A presença feminina em posições estratégicas nas empresas brasileiras tem crescido nos últimos anos, embora ainda enfrente desafios de representatividade. Levantamento da consultoria Bain & Company aponta que, entre 2019 e 2024, a participação de mulheres como CEOs nas 250 maiores empresas do país dobrou, passando de 3% para 6%. No mesmo período, a presença feminina em cargos de gestão subiu de 23% para 34%, enquanto nos conselhos de administração avançou de 5% para 10%. Em Pernambuco, a Tambaú Alimentos aparece como exemplo de ampliação desse espaço. Entre mais de 800 colaboradores, 22% são mulheres, muitas delas em posições estratégicas, como diretoria industrial e gerências de pesquisa e desenvolvimento, marketing, recursos humanos e contabilidade. À frente da diretoria industrial está Francisca Melo, engenheira química formada pela Universidade Católica de Pernambuco, que iniciou a carreira na empresa em 1989 e destaca a importância da presença feminina no setor: “Podemos ser sim, mulheres que transformam na indústria, o sucesso não tem gênero, precisa ter coragem para enfrentar desafios, ter conhecimento, inteligência e visão estratégica. Conduzir a produção com mãos firmes e ao mesmo tempo ter a sensibilidade de desenvolver talentos”. CESAR School recebe Game Jam das Minas e incentiva participação feminina na indústria de games A CESAR School, no Recife, sediará neste mês de março a Game Jam das Minas, maratona criativa dedicada a estimular a presença feminina no desenvolvimento de jogos digitais. A iniciativa reúne estudantes, profissionais e entusiastas da área para uma jornada de criação colaborativa que inclui workshops preparatórios e uma imersão de 48 horas para concepção de jogos. Criado em 2018 pela produtora e mestre em Game Design Catarina Macena, o evento tornou-se uma das ações mais relevantes de incentivo à diversidade na indústria de games no Brasil. A programação começa no dia 14 de março com oficinas abertas ao público sobre Pixel Art e desenvolvimento de jogos com a ferramenta no-code Bitsy. Já a maratona principal acontece

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Antonio Jorge Guimaraes diretor de Ativos de Terceiros. Credito da foto Fernando Cavalcante

Recife recebe seminário sobre mercado de capitais como alternativa de crédito para empresas do Nordeste

Evento promovido pelo Banco do Nordeste e Apimec Brasil discutirá financiamento à inovação, debêntures e acesso ao mercado para negócios da região O Recife será palco de um debate sobre alternativas de financiamento para empresas do Nordeste. O Banco do Nordeste (BNB) e a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Brasil (Apimec Brasil) realizam, nesta quinta-feira (12), o seminário Mercado de Capitais para o Nordeste – Desafios e Oportunidades, com foco nas possibilidades de captação de recursos fora do crédito bancário tradicional. O encontro acontece no Porto Digital e reunirá especialistas, executivos e representantes de instituições financeiras para discutir caminhos de ampliação do acesso das empresas nordestinas ao mercado de capitais. A iniciativa busca aproximar empresários e investidores das ferramentas disponíveis para financiamento e expansão de negócios. Entre os participantes confirmados estão o diretor de Ativos de Terceiros do BNB, Antônio Jorge Guimarães, o presidente executivo da Apimec Brasil, Ricardo Tadeu Martins, o superintendente estadual do BNB, Hugo Luiz de Queiroz, e o presidente do Porto Digital, Pierre Lucena. A programação inclui apresentações sobre financiamento à inovação e o Regime Fácil (Facilitação do Acesso a Capital e de Incentivos a Listagens), iniciativa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) voltada a facilitar a entrada de empresas no mercado. Também serão abordados instrumentos de dívida utilizados para captação de recursos, como debêntures e certificados de recebíveis. SERVIÇOSeminário Mercado de Capitais para o Nordeste – Desafios e Oportunidades (2ª edição)Local: Porto Digital (Cais do Apolo, 222 – 16º andar – Recife-PE)Data: 12 de março de 2026Horário: 8h às 12h30

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Semana do Consumidor: 77% dos brasileiros querem renegociar dívidas e aproveitar descontos, diz Serasa

Pesquisa aponta que promoções do período são mais usadas para quitar pendências financeiras do que para realizar novas compras A Semana do Consumidor tem se consolidado como um dos principais momentos do ano para renegociação de dívidas no Brasil. De acordo com pesquisa da Serasa, 77% dos brasileiros pretendem aproveitar as promoções do período para quitar pendências financeiras. Criada inicialmente para destacar os direitos do consumidor, a data de 15 de março ganhou proporções semelhantes às de uma Black Friday fora de época, com descontos e ofertas ao longo de toda a semana. O levantamento, produzido pelo Instituto Opinion Box, mostra que 79% dos consumidores consideram as promoções da Semana do Consumidor mais adequadas para pagar dívidas do que para realizar novas compras. Entre os entrevistados, 55% afirmam já ter utilizado programas de descontos e campanhas promocionais em anos anteriores para negociar ou quitar débitos. A pesquisa também revela que os consumidores combinam planejamento e oportunidade. Metade dos entrevistados (50%) afirma que sempre pesquisa preços antes da Semana do Consumidor para aproveitar melhor as ofertas, enquanto 26% dizem planejar compras, mas acabam adquirindo itens não previstos. Descontos exclusivos aparecem como o principal fator de motivação para 51% dos participantes do estudo. Os canais digitais lideram as preferências de compra no período: 30% pretendem utilizar sites de e-commerce e outros 30% aplicativos de compras, enquanto 27% ainda priorizam lojas físicas. Entre as formas de pagamento, o Pix é o mais citado, com 35% das preferências, seguido pelo cartão de crédito (22%) e pelo cartão parcelado (20%). Ainda assim, o estudo revela pressão no orçamento de parte da população: 24% afirmam já ter deixado de pagar contas básicas para aproveitar promoções. Segundo Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira, o comportamento mostra a influência das promoções na organização das finanças pessoais. “Descontos e ofertas têm conquistado um espaço cada vez mais relevante na forma como os consumidores organizam as suas contas e isso pode ser um importante exemplo de como é possível se organizar financeiramente para alcançar certos objetivos”, comenta. Feirão Serasa Limpa Nome A 35ª edição do Feirão Serasa Limpa Nome reúne condições especiais para renegociação de débitos, com descontos que podem chegar a 99%. Mais de 2 mil empresas participam da iniciativa, oferecendo mais de 620 milhões de propostas de acordo em todo o país, sendo 100 milhões delas com descontos superiores a 90%. Em Pernambuco, são mais de 4 milhões de ofertas disponíveis. SERVIÇO Consumidores interessados podem consultar propostas de negociação pelos canais oficiais da Serasa:Site: www.serasalimpanome.com.brApp Serasa (Google Play e App Store)WhatsApp: (11) 99575-2096Agências dos Correios: cerca de 7 mil unidades em todo o país, com taxas isentas até 1º de abril.

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Sebrae promove evento no Recife para fortalecer empreendedorismo feminino

Programação gratuita reúne palestras, painéis e lançamento de comunidade voltada a empresárias da Região Metropolitana O Sebrae Pernambuco promove, nesta quarta-feira (11), uma edição especial do Quartas de Sucesso voltada ao incentivo ao empreendedorismo feminino no Recife. O evento acontece a partir das 14h, na sede da instituição, no bairro da Ilha do Retiro, e reúne palestras, painéis e rodas de conversa que abordam temas como inovação, inclusão social, políticas de proteção de gênero e oportunidades de negócios para mulheres. Segundo levantamento do DataSebrae, com base em dados da Receita Federal, cerca de 300 mil mulheres são proprietárias de pequenos negócios em Pernambuco — número que vem crescendo nos últimos anos. A programação foi estruturada para estimular a capacitação, o networking e a troca de experiências entre empreendedoras, além de ampliar o debate sobre o papel feminino no ambiente empresarial. “Estruturamos uma programação que reúne desde aprendizado, networking e troca de experiências até atualização sobre temas atuais no mercado e na sociedade”, afirma Anna Gordiano, gestora do Programa Plural do Sebrae, iniciativa voltada à promoção do empreendedorismo como ferramenta de transformação social. Entre os destaques da agenda estão o painel Mulheres da Quebrada: Empreendimentos femininos de sucesso em comunidades de baixa renda, com participação de empreendedoras convidadas e representante da Central Única das Favelas (Cufa), além de palestra da empresária Márcia Alves, sócia-diretora do plano de assistência funerária Rosa Master, que compartilhará sua trajetória empresarial no Nordeste. A programação também inclui apresentação do Protocolo Violeta, política pública da Prefeitura do Recife voltada ao combate à importunação sexual em espaços de lazer noturno. Durante o encontro também será lançado o Clube de Negócios Delas, comunidade colaborativa criada para fortalecer a rede de contatos entre empresárias da Região Metropolitana do Recife e estimular parcerias estratégicas. A proposta prevê atividades exclusivas, ambiente estruturado de networking e acesso a subsídios em consultorias e soluções de gestão para apoiar o crescimento de negócios liderados por mulheres. SERVIÇO Quartas de Sucesso – Sebrae DelasQuando: quarta-feira (11), a partir das 14hOnde: sede do Sebrae Pernambuco (Rua Tabaiares, 360, Ilha do Retiro, Recife)Inscrições gratuitas e informações: pe.loja.sebrae.com.br/delas-day-ev-84515

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rodrigo pontes

Calendário atípico pode pressionar faturamento do varejo brasileiro em 2026

Com Copa do Mundo, eleições e vários feriados prolongados, especialistas apontam que planejamento de marketing será decisivo para manter o desempenho do comércio O ano de 2026 deve apresentar desafios incomuns para o varejo brasileiro. A combinação entre Copa do Mundo, eleições gerais e um calendário marcado por diversos feriados prolongados tende a reduzir os dias úteis e alterar o fluxo de consumidores nas lojas. Nesse contexto, empresários terão de lidar com mudanças no comportamento de compra e maior necessidade de planejamento para manter o faturamento. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o comércio varejista no país sofre forte influência de fatores sazonais, com variações mensais relacionadas a datas específicas e eventos de grande impacto. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também aponta que períodos considerados atípicos podem tanto impulsionar quanto frear as vendas, dependendo do nível de preparação das empresas para lidar com essas mudanças. Em 2026, a expectativa é de menos dias produtivos ao longo do calendário, além de ajustes nos horários comerciais em função dos jogos da Copa e maior dispersão da atenção do consumidor durante o período eleitoral. Esse cenário pode provocar tomada de decisão mais lenta, fluxo irregular nas lojas físicas e maior pressão sobre caixa, estoque e equipes, especialmente para pequenos e médios negócios. Para o especialista em marketing da Agência Pontes, Rodrigo Pontes, o principal risco para o varejo está na falta de estratégia diante desse cenário. “O problema não é um ano difícil. O problema é atravessar um ano difícil sem planejamento. Em 2026, o marketing deixa de ser visto como despesa e passa a ser ferramenta de sobrevivência e crescimento. Quem não estruturar planos alternativos desde janeiro vai sentir o impacto diretamente no faturamento”, afirma. Segundo ele, empresas podem transformar os chamados “dias perdidos” em oportunidades de negócio ao adaptar suas estratégias de venda e experiência do consumidor. “Em dias de jogos da Copa, é possível reorganizar o espaço, criar eventos temáticos, incluir música ao vivo e campanhas específicas. O consumidor não deixa de consumir; ele muda o contexto da compra. Cabe ao empresário adaptar a experiência”, explica.

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Solar Porto de Galinhas completa 40 anos e marca a evolução do turismo no litoral de Pernambuco

Primeiro hotel da antiga vila de pescadores acompanhou e impulsionou a transformação do destino em um dos mais visitados do Brasil Pioneirismo na hotelaria de Porto de Galinhas Inaugurado em fevereiro de 1986, o Solar Porto de Galinhas surgiu como o primeiro hotel da então pequena vila de pescadores localizada no município de Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco. Naquele período, a região ainda recebia principalmente visitantes que chegavam para passeios de um dia e retornavam ao Recife no fim da tarde, já que praticamente não havia estrutura organizada de hospedagem. Ao apostar na permanência dos turistas e na experiência de hospedagem à beira-mar, o empreendimento acabou desempenhando um papel decisivo na formação da atividade turística local. A iniciativa ajudou a estimular o comércio, atrair investimentos e impulsionar a cadeia produtiva do turismo em um momento em que Porto de Galinhas ainda não figurava entre os principais destinos nacionais. Crescimento do destino turístico Quatro décadas depois, o cenário mudou completamente. Porto de Galinhas se consolidou como um dos destinos turísticos mais relevantes do Brasil, reunindo cerca de 20 mil leitos em meios de hospedagem e recebendo aproximadamente 1,2 milhão de visitantes por ano. A permanência média de 5,3 dias reforça a capacidade do balneário de manter os turistas por mais tempo, movimentando a economia local e fortalecendo o setor. Nesse processo de crescimento, o Solar Porto de Galinhas é reconhecido como um dos empreendimentos pioneiros que apostaram no potencial da região quando ainda não havia demanda consolidada nem estrutura turística desenvolvida. “A decisão de investir aqui, nos anos 80, foi vista como ousada, mas o meu pai, Artur Maroja, um veranista da então desconhecida Porto de Galinhas, que nada entendia de turismo, acreditou no potencial do destino. Ao estimular a permanência dos visitantes, ajudamos a movimentar o comércio local e a fortalecer toda a cadeia do turismo”, destaca Otaviano Maroja, diretor comercial do hotel. Ampliação do público e reconhecimento internacional Nos primeiros anos de operação, o público do hotel era formado majoritariamente por moradores do Recife. Com o aumento da visibilidade do destino, o perfil dos visitantes passou a incluir turistas de outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. Posteriormente, o fluxo internacional também ganhou força, com visitantes vindos da Argentina, Portugal, Chile, Uruguai e Paraguai. A promoção turística articulada por entidades como a Associação dos Hotéis de Porto de Galinhas e o Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau contribuiu para consolidar o destino em mercados nacionais e internacionais, ampliando a presença da região no mapa do turismo global. Hotel cresce junto com o destino Ao longo de quatro décadas, o Solar Porto de Galinhas ampliou sua estrutura para acompanhar o crescimento da demanda turística. Atualmente, o hotel possui 140 acomodações distribuídas em um terreno de aproximadamente 8 mil metros quadrados e mantém o perfil de hospedagem voltado ao lazer, com localização estratégica próxima à vila e o conceito “pé na areia”. Para a direção do empreendimento, a comemoração dos 40 anos representa também um marco simbólico na história do destino. “Celebrar 40 anos é celebrar a própria evolução de Porto de Galinhas. Crescemos junto com o destino e continuamos acreditando no seu potencial para as próximas gerações”, conclui Otaviano Maroja.

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Pernambuco registra menor índice de desconforto econômico em 12 anos, aponta estudo

Indicador que combina inflação e desemprego voltou ao nível de 2013 e sinaliza melhora no poder de compra e na confiança do consumidor Pernambuco registrou, em 2025, o menor índice de desconforto econômico dos últimos 12 anos, segundo levantamento do Santander. O indicador, que combina as taxas de inflação e desemprego para medir o impacto da economia no cotidiano das famílias, voltou ao patamar de 12,4%, repetindo o melhor resultado da série histórica iniciada em 2013. De acordo com o estudo, a melhora tem sido observada desde 2022, quando o índice no estado alcançava 19,5%. Desde então, a combinação de inflação mais moderada e um mercado de trabalho mais aquecido tem contribuído para reduzir o nível de desconforto econômico e ampliar o poder de compra da população. A análise também aponta que essa tendência reflete um movimento mais amplo observado no país. Em 2025, a média nacional do índice foi de 9,3%, o menor resultado da série histórica. O cenário indica uma recuperação gradual nos últimos anos na maioria dos estados brasileiros, ainda que as diferenças regionais persistam. Segundo os economistas Rodolfo Pavan, Henrique Danyi e Ítalo Franca, responsáveis pelo estudo do Santander, o Nordeste e o Norte continuam acima dos níveis observados no Sudeste e no Sul, embora a distância esteja diminuindo. “Todos os municípios das regiões Nordeste e Norte têm Índice de Desconforto abaixo ou perto dos patamares de 2012. No entanto, todas as capitais dessas duas regiões permanecem acima da média nacional”, ponderam os economistas no estudo.

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