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Expo Elba Ramalho é atração do mês da Mulher do Shopping Carpina

Eventos são gratuitos e acontecerão no centro de compras, em Carpina, na Mata Norte (Foto: Danilo Cariolano) A ‘Expo Elba’ vai mostrar a trajetória dos 41 anos de carreira da cantora nordestina Elba Ramalho no Shopping Carpina. A exposição que retrata a vida da cantora Elba Ramalho começa no sábado (4) e segue até o dia 17 de março, no espaço de eventos ao lado da Americanas. Com entrada gratuita, a mostra estará aberta ao público das 10h às 22h e aos domingos, das 12h às 21h. A exposição permite que o público mergulhe na história da artista nascida no alto sertão da Paraíba. O visitante vai acessar figurinos, fotos, medalhas, ingressos, discografia, produção, discos, diplomas e certificados. Entre os itens da exposição, o público vai ver premiações da cantora que acumula 16 prêmios da música brasileira. Elba recebeu sua sexta indicação ao Grammy Latino, conquistou por duas vezes o Grammy, considerado o principal prêmio da música. Recordista em trilhas de trama, Elba tem 39 interpretações em novelas e séries. A cantora já gravou mais de 30 composições de Dominguinhos. Em celebração ao mês da Mulher, o Shopping Carpina, na Mata Norte, vai realizar também em março o show da cantora Dayse Rosa, um dos nomes destaques em programas da televisão brasileira, como o The Voice Brasil, da TV Globo e Programa Raul Gil, do SBT. A apresentação será no dia 8, às 19h.

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teatro barreto junior

Teatro Barreto Júnior recebe o espetáculo "Ariel a Pequena Sereia" neste fim de semana

A Humantoche Produções apresentará a clássica história da literatura mundial no próximo domingo, 5/3, a partir das 16h 30, com ingressos a R$ 70 inteira e R$ 35 meia. Efeitos especiais em 4D prometem surpreender a plateia Domingo é dia de levar a criançada ao teatro para assistir ao espetáculo "Ariel: a Pequena Sereia" em cartaz no Barreto Júnior, zona sul da cidade, a partir das 16h 30. A história da jovem princesa do mar que sonha em se tornar humana encanta gerações há anos e desta vez contará com a tecnologia para integrar ainda mais as cenas com a plateia: efeitos especiais em 4D como iluminação e bolhas de sabão prometem surpreender os espectadores. "Estamos sempre buscando inovação para tornar o espetáculo cada vez mais lúdico e encantador para os pequenos", explica Ricardo Silva, diretor da Humantoche. O espetáculo tem 50 minutos de duração e é livre para todos os públicos.  INGRESSOS Os ingressos custam R$ 70 inteira ou R$ 35 meia (além de estudantes, professores, PNE e idosos, crianças de até 12 anos pagam meia). Compre pelo Sympla, através do link https://www.encurtador.com.br/agrLR . Os assentos são de livre escolha, de acordo com a ordem de entrada no teatro, que tem sua portaria aberta meia hora antes da apresentação (16h). SERVIÇO: Ariel, a Pequena Sereia Teatro Barreto Júnior (Rua Estudante Jeremias Bastos – Pina, Recife – PE)05 de março às 16h30Ingressos: inteira R$ 70 e meia entrada R$ 35;  crianças de até 12 anos pagam meia-entrada.Livre para todas as idades; os assentos são de livre escolha, de acordo com a ordem de entrada no teatro e a portaria será aberta meia hora antes da apresentação (16h).

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patriarcal gilberto freyre

Uma Tese sobre o Nordeste Patriarcal para celebrar os 123 anos de Gilberto Freyre

Gilberto Freyre forma um novo olhar e um sentimento de nacionalidade a partir das relações sociais nos ambientes da multiculturalidade brasileira, com ênfase no Nordeste. E assim. Gilberto assume um caminho auto etnográfico e se torna também protagonista dos seus relatos sobre a intimidade das casas patriarcais. É um auto olhar que recupera a sua ancestralidade patriarcal nos depoimentos de familiares e de um contexto profundamente novo e transgressor que marcam os anos 1920.A busca por um entendimento de Nação nos cenários mundiais de também buscas pelas matrizes da pluralidade etnocultural com os movimentos artísticos do surrealismo, do dadaísmo, do fauvismo e as novas estéticas, os novos contextos e alargamentos das paredes reais de pedra e cal e das paredes simbólicas e dos limites e das possibilidades de tocar no outro, no diferente. As descobertas de Gilberto na sua história de vida e nas suas relações na casas, trazem descritivos que cruamente revelam os hábitos higiênicos, a sexualidade, o gênero e as classes sociais ,quase “castas”.Em destaque as relações sociais em bases econômicas para a afirmação de identidades e de papéis sociais na casa patriarcal e nos contextos ampliados na região. E assim fala Gilberto : “Alfredo de Carvalho, por exemplo _ para poderem comer , na velhice de fidalgos arruinados , o queijo-do-Reino e a passa a que se haviam habituados nos dias de esplendor , terem precisado de vender móveis e livros raros , pratas e joias de família “. Essa intimidade que Gilberto revela dá um retrato cru e direto dos muitos significados de viver na casa e interagindo com as suas diversas ritualidades cotidianas e na ruptura também ritual e afirmativa das festas e do sagrado . Também as funções de gênero nas casas , ou lugares hierarquizados de homens e de mulheres, e a temporalidade nos papeis sociais que determinam as funcionalidades de crianças e de velhos nas casas de pedra, de madeira ,de ferro, e de cal e nas casas simbólicas . As revelações da intimidade, os verdadeiros sentidos de viver em família , as ritualidades da casa, além do teatro social da igreja, da festa, das visitas de viver à mesa E diz Gilberto :” (…) o quase secreto de viver nas alcovas ,das relações entre iáiás e as mucambas ,entre pais e filhos “.das cozinhas “. A moral , o céu sempre numa Igreja dominadora, com os santos , com os ancestrais representados nos seus retratos e morando nos oratórios , lugares de trazer culto ancestral s e as histórias familiares . A tese que celebra 100 anos está no processo de análise da “new history”, uma história social , cultural além dos fatos épicos, dos heróis , onde a pessoa é o cento da história nas suas múltiplas relações humanas e sociais Neste contexto é importante citar um artigo de Gilberto, no Diário de Pernambuco , publica seu artigo “Pirão Glória do Brasil” que afirma como é necessário um monumento ao pirão .E assim mostra um forte sentimento telúrico e moderno, profundamente moderno. As experiências internacionais de Gilberto ampliam o seu olhar brasileiro para o Brasil e em especial para o Nordeste. É preciso estar no Brasil e fora do Brasil para entender o Brasil. A história e a antropologia de Gilberto mostram novas formas de ver os rituais secretos das casas e assim organizar um modelo de nacional. E isso afirma o que diz Braudel” (…) o estudo do passado humano fazia-se necessário aplicar critérios diferentes dos convencionais”. Nesta construção de métodos e de conceitos da cultura que atesta singularidades, temas da vida cotidiana, é destaque no artigo de Gilberto ‘Vida Social no Nordeste Brasileiro (1825-1925) “publicado em 1925 por ocasião da celebração do 1º centenário do jornal Diário de Pernambuco. As pesquisas etnográficas e auto etnográficas em Gilberto Freyre reúnem amplos acervos sociais e culturais que são organizados nas suas obras fundamentais como Casa-Grande& Senzala, Sobrados e Mucambos e Ordem e Progresso. Na tese , Gilberto traz a imagem como forma sensível e linguagem para interpretar e mostrar os temas da cultura material. “(…) para interprestar todo o inventário litográfico que lhe tem sido possível reunir sobre pessoas , sobre casas, sobre móveis, sobre paisagens(…)” O entendimento de paisagem está nos entornos ecologicamente representados e nas paisagens sociais, nas relações urbanas, nas cidades e suas interações com as casas, com as pessoas. Nasce assim um processo generoso para entender o outro, para transitar na diversidade, naquilo que é diferente numa verdadeira busca pela alteridade. Os desafios estão ainda no olhar vitoriano vigente e orientador para representar as relações sociais e familiares e é preciso transgredir estes limites .Gilberto é um inovador , um revelador na busca pelo outro e mostrar pelo olhar antropológico um modelo de formação regional untada de açúcar e de vícios na sexualidade, no catolicismo íntimo com os santos da casa, quase promiscua. Todos estes temas fundamentais para o conhecimento da família patriarcal são ampliados em Casa -Grande & Senzala, num roteiro brasileiro para o que se começou a entender por brasileiro. Ainda as questões referentes a mundialização pelas relações comerciais e com as maneiras de importar hábitos nas casas, nas roupas, nas comidas, nos comportamentos sociais e na dinâmica das relações entre os gêneros para atualizar e viver o moderno nas famílias patriarcais. ‘( … ) na formação de hábitos à época a importação da Inglaterra, da França. de Hamburgo de artigos elegantes de uso pessoal ,de móveis e espelhos para as salas aristocráticas ou burguesas , de alimentos, , vinhos e cervejas e licores considerados finos e capazes de dar prestígio às mesas de casas de família(…) “ Assim ampliadas as relações pelo consumo de bens para a casa e os costumes pessoais vive-se confrontos com as bases etnoculturais formadoras do brasileiro . “(…) homem situado, que podendo ser o situado no trópico, como é o brasileiro e de povos afins do brasileiro pode ser caracterizadas ou condicionadas por outras ecologias . a do homem de origem hispânica ou ibérica a quem juntariam

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Capa Casa Caiada

Editora Usina de Arte lança livro sobre a história da Tapeçaria Casa Caiada

Com lançamento no próximo dia 8/3, no Museu do Estado, "Casa Caiada - Uma História Entre Linhas" é lançamento inaugural da editora Usina de Arte Em meados dos anos 1960, na Zona da Mata e Agreste pernambucano, sob a sombra da ditadura militar, uma tia e uma sobrinha decidem compartilhar seus saberes lúdicos-criativos adquiridos no fazer cotidiano de tapetes com outras mulheres. Pelas mãos de Maria Digna e Edith Pessôa de Queiroz, as habilidades manuais empregadas exclusivamente no ambiente doméstico passa a significar autoestima e independência feminina para mulheres dessas regiões, ao tempo que inaugura um novo estilo de tapeçaria, com a elaboração do Ponto Casa Caiada, aplicado no resgate de identidades étnicas e artísticas que tramam o Brasil ao longo dos séculos. Os quase 60 anos dessa história ganham registro no livro "Casa Caiada – Uma História Entre Linhas", organizado por Maria Eduarda Marques, com lançamento no Dia da Mulher, 8/3, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), a partir das 19h. Com 225 páginas, a obra é a capa inaugural da Editora Usina de Arte, braço literário do projeto artístico, botânico e cultural Usina de Arte, que prevê o lançamento posterior de biografias e narrativas sobre empreendedores da região Nordeste que marcaram a historiografia local, mas ainda não tiveram a devida reverência por suas contribuições. No texto de abertura, o artista Paulo Bruscky evidencia o lugar histórico da Tapeçaria Casa Caiada na fotografia da arte pernambucana não só por verter Brennand, Pedro Federico, elementos figurativos e abstracionistas em tapetes, “mas por agrupar as rendeiras em associações que permanecem e resistem até hoje”. Essa relevância histórica e cultural conduz a Casa Caiada a promover novas leituras e a implantar valores simbólicos ao trabalho manual feito por mulheres. Da demanda espontânea de conhecidos e familiares ao mercado internacional, as manualidades incorporaram alguns dos principais estilos artísticos de períodos anteriores e contemporâneos a sua trajetória, como Arts and Crafts, Modernismo Brasileiro e Art Déco. Casa Caiada também esteve em simbiose com a literatura e a cultura pernambucana, contribuindo para a constituição da identidade estética do Movimento Armorial e inspirando-se no resgate regionalista, proposto por intelectuais como Manuel Bandeira e Gilberto Freyre, com a adoção de ruas e bairros do Recife para nomear várias de suas peças em um ato de valorização da história da cidade. A Tapeçaria, então, inovou-se em si mesma e revigorou o tradicional ponto cruz com a introdução do Ponto Casa Caiada. Entre os temas de inspiração para tantos bordados, estão a azulejaria portuguesa, formas geométricas, pinturas étnicas, animal print e a fauna e flora brasileira. Se em décadas anteriores o trançar de linhas era uma limitação imposta às jovens, tornou-se, então, escolha vertida em geração de renda, em um ofício realizado de forma coletiva, acolhedora e colaborativa. Uma vez associadas à Tapeçaria, as mulheres de Lagoa do Carro conquistam sua independência financeira e, muitas delas, libertam-se de estruturas que as aprisionavam, como relações abusivas e carência de acessos diversos. Presidente da Usina de Arte, que editora o livro, Bruna Pessoa de Queiroz pontua o simbolismo de lançar “Casa Caiada - Uma História Entre Linhas” em um 8 de março, Dia Internacional da Mulher. "Ao conhecer a história que conduz a Casa Caiada até aqui, salta aos olhos o compromisso da marca com a capacitação e a valorização dos saberes e capacidades manuais das mulheres, que com o ofício foram bordando também os seus propósitos de existência com autoestima, liberdade e autonomia. Para quem é mulher, tecer um tapete também é metáfora do dar as mãos para somar, realizar e sair mais forte, individual e coletivamente. Há muitas belezas na expressão da tapeçaria, e a Casa Caiada tem contribuído para que elas sejam vistas." Cores, prismas e texturas Com colorido e vivacidade à altura da história que conta, "Casa Caiada - Uma História Entre Linhas" permite que o leitor desbrave a tessitura histórica desse ícone da tapeçaria pernambucana atravessado pelo primor visual do trabalho manual que alcança os olhos em fotografias realistas de texturas e manualidades. Entre linhas, lãs e letras, um mergulho nas vidas de mulheres que encontraram na produção de tapetes qualidade de vida e resiliência. Em especial, os caminhos de suas fundadoras, Maria Digna e Edith, cujas histórias possuem vasos comunicantes com os avanços e transformações do Recife nas décadas passadas, sendo, portanto, também parte da história de Pernambuco. Com versão em português e inglês, a obra propõe ainda uma viagem aos primórdios da arte tecelã, com convite à uma reflexão em torno do desenvolvimento dessa prática no Estado como um marco identitário e patrimonial. Serviço:Lançamento: Casa Caiada - Uma História Entre Linhas (Editora Usina de Arte, 225 págs.)Quando: 8/3, às 19hOnde: Museu do Estado de Pernambuco (Mepe)Avenida Rui Barbosa, 860, GraçasValor da livro: R$ 300

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Cirandeiros de Pernambuco Fotos Ashley Mello

Cirandeiros de Pernambuco participam de encontro de diplomação

Cerca de 30 cirandeiros confirmaram presença. O evento, promovido pela Associação das Cirandas de Pernambuco, acontece neste domingo, 5, na cidade de Carpina, na Zona da Mata  Neste domingo, 5, a Associação das Cirandas de Pernambuco (AsCiPE), com sede na cidade de Carpina, na Zona da Mata Norte do Estado,  promove um encontro especial para cirandeiras e cirandeiros de Pernambuco. O evento tem como proposta distribuir os diplomas que reconhece a ciranda do Nordeste, como Patrimônio Cultural do Brasil.  A cerimônia é aberta ao público e tem início às 16h.  O reconhecimento da Ciranda do Nordeste,  como Patrimônio Cultural do Brasil, aconteceu em agosto de 2021, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial da Cultura e ao Ministério do Turismo. O mapeamento analisou grupos e artistas cirandeiros da Zona da Mata e da Região Metropolitana do Recife.   Cerca de 30 cirandeiros confirmaram presença. Entre eles estão Mestre Biloco; Mestre Hamilton; Mestre Bi, de Nazaré da Mata; Ricco Serafim; Mestre Sérgio Imperial; Mestre Natal; Mestre Carlos Antônio; Mestre Edmilson; Maciel Salu; Mestre Zé Dias; Mestra Cristina Andrade; Mestre Canarinho; Mestre Anderson Miguel. Também participam do evento os cirandeiros João Limoeiro, Carlos Antônio, Pixito, Josivaldo, Noé da Ciranda e Juarez, entre outros. Destaque para participação Mestra Dulce Baracho e Mestra Severina Barachos - filhas de Antônio Baracho, falecido, da cidade de Nazaré da Mata, um dos do precursores da ciranda pernambucana. “A Ciranda é umas expressões populares mais genuínas de nossa cultura. Ela une música, poesia e dança de roda. Toda essa conexão diz muito sobre nós mesmos, principalmente no que diz respeito às nossas lutas, conquistas e, sobretudo, resistência”, conta, emocionado, Josivaldo Caboclo, cirandeiro da cidade de Lagoa de Itaenga, e presidente da associação.  Em Pernambuco, a ciranda tem um estilo e ritmo diferente em cada região. Na área do litoral, a dança e as letras são inspirados no balanço do mar. Já na Zona da Mata, o que alimenta a criatividade dos cirandeiros, é o verde e a doçura da cana-de-açúcar; e dos antigos terreiros dos engenhos.  “A Ciranda é cheia de significados para nós. Uma brincadeira, que coloca, lado a lado, crianças e adultos dançantes,  de mãos dadas, em um círculo fechado e dançando, movidos em uma única direção. Uma cultura que está presente no carnaval, na escola, nos festejos juninos, nas ruas, bares e praças”, explica. 

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Marco Nanini apresenta obra audiovisual no Teatro do Parque na próxima semana

A obra audiovisual ‘As Cadeiras’ aporta no Teatro do Parque, no centro do Recife, nos dias 2 e 3 de março (quinta e sexta-feira), a partir das 19h, com classificação etária a partir dos 12 anos. Antes disso, na quinta-feira, às 17h, haverá uma noite de autógrafos do livro “O Avesso do Bordado”, da Companhia das Letras, que estará disponível para venda (R$ 119). O livro é a biografia de Nanini, escrita por Mariana Filgueiras. Na ocasião, o ator estará recebendo o público nos jardins do teatro. Na sexta-feira, no mesmo horário (17h), haverá um bate-papo com Fernando Libonati, diretor da obra; Samuel Santos, diretor do grupo Poste Soluções Luminosas; e Edjalma Freitas, ator e criador da peça ‘Poema’, que ganhou o prêmio de Melhor Ator na categoria Teatro Adulto, durante o Festival Janeiro de Grandes Espetáculos deste ano. O tema da conversa vai ser a troca de experiências sobre criações artísticas, no teatro, durante a pandemia.Vale salientar que cerca de 320 jovens de projetos sociais serão convidados para participar do evento gratuitamente. Os ingressos custam R$20 e R$10 e podem ser adquiridos através do site www.guicheweb.com.br. Para Nanini, que é recifense, é sempre uma emoção voltar a sua cidade natal. “Estou muito feliz em chegar ao Recife com essa obra, que é um trabalho que divido com minha grande amiga e também grande artista, que é Camilla Amado. Sou pernambucano e cada vez que volto ao Recife, me sinto em casa. Será uma alegria receber o público no Teatro do Parque”, revelou o ator. Clássico do dramaturgo romeno Eugène Ionesco, ‘As Cadeiras’ nasceu do desejo profundo de seguir fazendo teatro durante a pandemia, tanto de Marco Nanini, como de Fernando Libonati e Camilla Amado (in memorian), cujo trabalho acabou sendo o derradeiro ato de uma trajetória intensa dedicada aos palcos. Com a incerteza de quando seria possível reencontrar o público, Nanini, Camilla, Fernando e a equipe começaram a fazer leituras e ensaios virtuais, em 2020 e, com o prolongamento da pandemia, resolveram que apresentariam a obra em dois formatos: ao vivo e gravado. Filmaram o espetáculo no turbulento janeiro de 2021. O espelho entre a ficção e a realidade era inevitável, ao encenar esse clássico do Teatro do Absurdo que fala justamente sobre incomunicabilidade, com dois personagens isolados em uma ilha. O resultado é o projeto “Teatro na tela”, em que, através de recursos do audiovisual e um texto universal, a história é contada com o que há de mais precioso no teatro: os intérpretes. Ambientado em um farol, numa ilha qualquer do planeta, ‘As Cadeiras’ coloca em cena um casal de idosos que espera ansiosamente por seus convidados para no momento certo revelar a uma plateia imaginária sua mensagem ao mundo. É quando os dois deixam aflorar alienação, isolamento, solidão, tédio e uma busca desesperada para entender a humanidade. Uma obra cercada de amigos‘As Cadeiras’ marca a primeira direção de Fernando Libonati, cuja carreira como produtor teatral engloba uma série de grandes êxitos à frente da produtora fundada por ele e por Nanini há mais de trinta anos, a Pequena Central. Conhecido por ser um produtor extremamente ligado ao processo de criação, Fernando resolveu, pela primeira vez, assinar, efetivamente, uma função artística. Na primeira leitura do projeto, Camilla chegou a comentar: ‘Na verdade, Nando sempre nos dirigiu, mesmo como produtor, sempre esteve ali nos guiando e cuidando dos atores. Agora só está oficializando isso’.Para a empreitada, Fernando esteve cercado de uma ficha técnica que também circula com desenvoltura entre o teatro e o audiovisual, como Gringo Cardia, na concepção visual; Deborah Colker, na direção de movimento; Antonio Guedes, no figurino; e iluminação e efeitos assinados por Julio Parente. Toda a concepção do trabalho visa privilegiar a performance dos atores. Fernando filmou as sequências sem cortes, praticamente, com as cenas na íntegra, como no teatro. No estúdio, duas câmeras captavam as interpretações de Nanini e Camila, em 360 graus, registrando detalhes e também a força cênica do clássico texto. O projeto é uma iniciativa do Ministério do Turismo e Porto Seguro, com produção e execução local da Fervo Projetos Culturais e apoio da Fiat Italiana e Restaurante Leite. O ato final de uma dupla que o teatro uniu, ‘As Cadeiras’ celebra a amizade entre Nanini e Camilla, que se inicia na década de 1970 e perdura pelas cinco décadas seguintes. A primeira parceria profissional foi em ‘Encontro no Bar’ (1973), seguida pela lendária montagem de ‘As Desgraças de uma Criança’ (1974). Ao longo dos anos, a relação deles se consolidou para além dos palcos e, desde então, eles buscavam um texto para encenarem juntos.Camilla já havia protagonizado uma montagem de ‘As Cadeiras’, na juventude, e sugeriu a leitura da peça com Nanini, em 2017, na época em que o ator, ao lado de Fernando, organizou um ciclo de leituras antes de ensaiar ‘Ubu Rei’. A semente foi plantada e, em plena pandemia, houve vontade de resgatar a peça e finalmente pensar em um retorno aos palcos. Infelizmente, Camilla faleceu cinco meses após a conclusão das filmagens. Semanas antes de morrer, ela conseguiu assistir ao resultado do último registro de sua brilhante e irretocável trajetória como atriz. SERVIÇO:OBRA AUDIOVISUAL ‘AS CADEIRAS’Onde: Teatro do Parque – Rua do Hospício, 81, Boa VistaQuando: quinta e sexta-feira (2 e 3 de março de 2023)Horário: 19hIngressos: R$20 E R$10 (vendas no site www.guicheweb.com.br)Classificação: 12 anosInformações: +55 (81) 3097.5268 ou +55 (81) 99301.9483 (Fervo Projetos Culturais) NOITE DE AUTÓGRAFO DO LIVRO ‘O AVESSO DO BORDADO (PRESENÇA DE MARCO NANINI)Onde: Teatro do Parque – Rua do Hospício, 81, Boa VistaQuando: quinta-feira (2 de março de 2023)Horário: 17hAberto ao público (gratuito) BATE-PAPO SOBRE PRODUÇÃO TEATRAL NA PANDEMIA (PRESENÇAS DE FERNANDO LIBONATI, SAMUEL SANTOS E EDJALMA FREITAS)Onde: Teatro do Parque – Rua do Hospício, 81, Boa VistaQuando: sexta-feira (3 de março de 2023)Horário: 17hAberto ao público (gratuito)

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Grupo Cabras de Lampião se apresenta no Desfile das Campeãs em São Paulo

O Grupo de Xaxado Cabras de Lampião volta ao Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, neste sábado (dia 25), para participar do desfile das escolas campeãs. O grupo desfilou na Escola de Samba Mancha Verde, que conquistou a vice- liderança do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo deste ano. A Escola, que trouxe para a avenida o samba-enredo: " Oxente – Sou xaxado, sou Nordeste, sou Brasil", perdeu o título por apenas um décimo, para a Mocidade Alegre. Integrantes do grupo “Cabras de Lampião” vieram num carro alegórico, apresentando a história e tradição do xaxado. Ao todo, 13 pessoas desfilaram, sendo dez dançarinos no carro alegórico, e três participantes junto da diretoria da escola de samba.A presidente da Fundação Cabras de Lampião, Cleonice Maria, comemora a participação do grupo. “É um momento apoteótico para nosso trabalho, pois estamos percorrendo uma longa estrada, mantendo acesa a chama da cultura nordestina”. Grupo Cabras de Lampião - O Grupo de Xaxado Cabras de Lampião foi fundado em 1995 para manter viva a história de Lampião, tendo como ponto de partida o xaxado e tornou-se um dos maiores divulgadores desta dança criada pelos bandoleiros do sertão. É uma trupe de artistas sertanejos - exatamente da cidade onde nasceu Virgolino Ferreira da Silva - o Lampião. O Grupo de Xaxado Cabras de Lampião trouxe os cangaceiros para frente das luzes e o Cangaço se transformou num show de arte, com uma nova e revolucionária imagem do Rei do Cangaço. É um grupo que conduz o espectador a um mergulho no mundo mágico e místico do sertão. O Cabras de Lampião já se apresentou em todas as regiões do Brasil e no exterior, em festivais nacionais e internacionais. O grupo tem escola de xaxado, mantém o Museu do Cangaço e o Sítio Passagem das Pedras - onde nasceu Lampião. Também realiza espetáculos de dança e eventos de caráter artístico e cultural. Ainda desenvolve um trabalho de inclusão social, através da cultura, com aulas de dança para mais de 100 crianças e adolescentes.

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Memorial da Democracia de Pernambuco

Governo do Estado anuncia convênio para gestão do Memorial da Democracia

(Da Cepe) O Governo do Estado inicia tratativas para um convênio de gestão coletiva do  Memorial da Democracia de Pernambuco Fernando de Vasconcellos Coelho , o primeiro inaugurado em nível estadual em todo o país. Atuarão em conjunto as Secretarias de Justiça e Direitos Humanos, Secretaria de Defesa Social, Secretaria de Comunicação, Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).  Com o convênio de cogestão, a SDS ficaria responsável pela segurança do espaço, a Cepe pela manutenção documental e limpeza, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos pela coordenação e a Empetur reforçaria as atividades culturais e de divulgação do patrimônio da cultura pernambucana. “A gestão ficará a cargo da Cepe até que o convênio seja firmado. Essa ação conjunta do Executivo e do Legislativo estaduais fortalece a importância do Memorial para a formação dos cidadãos, estímulo à pesquisa, salvaguardando ainda a história da democracia e de nossas lutas libertárias”, destaca o presidente da Cepe, João Baltar Freire. Ocupando 600 metros quadrados do casarão do Sítio da Trindade, em Casa Amarela, o Memorial da Democracia de Pernambuco reúne todo o acervo documental produzido pela Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Camara - contando com mais de 70 mil documentos.  O projeto foi desenvolvido pela socióloga Isa Grinspum Ferraz, também responsável por projetos fundamentais, como a curadoria do Museu Cais do Sertão. O acervo histórico do Memorial foi distribuído em cinco salas. Está previsto ainda espaço para biblioteca e salas para palestras, debates e exibições de filmes.

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CLAMOR NEGRO ODAILTA ALVES fotos ERIKA GONCALVES

3ª Mostra Rosa dos Ventres celebra produção artística de mulheres

Programação acontece entre os dias 1° de março a 03 de abril com performances, apresentações artísticas, oficinas, debates, lançamento de disco, entre outras atividades voltadas para o protagonismo da mulher na sociedade (Foto: Erika Gonçalves) É com a missão de ocupar cada vez mais espaços de protagonismo, equidade de gênero e independência da mulher que a “3ª Mostra Teatral Rosa dos Ventres – Autônomas e Diversas” abre as manifestações do Dia Internacional da Mulher com apresentações artísticas, debates e oficinas gratuitas que acontecem entre os dias 1° de março e 3 de abril. Nesta edição, as apresentações serão realizadas no Recife, Olinda e em outras cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR), seguindo ainda pelo Agreste e Sertão pernambucano e, de forma digital, incluindo a participação de artistas e ativistas de outros estados brasileiros e outros países. A Mostra foi idealizada pela atriz, diretora de teatro e psicóloga, Hilda Torres, que é fundadora do Grupo Cria do Palco – realizador do evento – e que tem o músico e produtor cultural, Márcio Santos, como sócio e cofundador, contando ainda com a parceria de Áurea Luna, Anny Rafaella Ferli e Tiago Melo. Em 2019, 3.737 mulheres foram assassinadas no Brasil, segundo o Atlas da Violência de 2021, o mais atualizado. Contudo, esse mesmo estudo realizado em anos anteriores expôs um dado ainda mais chocante: a cada uma hora e meia uma mulher era morta no país. Chamando a atenção para esses números alarmantes, a abertura da Mostra acontecerá no dia 1° de março, das 7h às 20h30, com as performances intituladas “A cada 1h30 uma mulher reage no mundo”. As apresentações artísticas, compostas exclusivamente por mulheres, acontecerão a cada uma hora e meia, em diversos locais de Pernambuco. Ao final das intervenções, teremos ainda a leitura do manifesto intitulado “Autônomas e Diversas”, desenvolvido pela escritora e professora, Odailta Alves, contando com o apoio de várias mulheres, dos mais variados recortes. O manifesto também será lido ao longo de toda a Mostra, por mulheres de outros estados do Brasil e em outros países, como estratégia para ampliar o alcance do debate sobre a violência contra a mulher e a importância do protagonismo feminino em todos os espaços, através da arte. “A situação é grave e esses dados são inaceitáveis, totalmente revoltantes. Contudo, nutrimos a certeza de que podemos colaborar, através da arte, com essa bandeira que já teve tantos avanços e que ainda apresenta tantos desafios. Reconhecendo, honrando e continuando a colaboração das companheiras que vieram antes da nossa geração, seguimos. Acreditamos ser fundamental garantir cada vez mais espaços de protagonismo, equidade e independência da mulher em nossa sociedade. Enfrentar e avançar contra as estruturas opressoras, construídas através dos séculos, é um grande desafio, mas precisa ser uma ação contínua e coletiva, sempre com o compromisso da reparação histórica, compreendendo os processos em tempo e espaço, mas com posicionamentos firmes", ressalta Hilda Torres, idealizadora da Mostra. Nesta 3ª edição, a programação acontecerá de forma descentralizada, com atividades na Escola Pernambucana de Circo (Macaxeira), no Centro Cultural Grupo Bongar Nação Xambá (Peixinhos), no Sesc São Lourenço da Mata, no Sesc Santa Rita, no Espaço O Poste Soluções Luminosas (área central do Recife), no Território Xukuru (Pesqueira), na Colônia Penal Feminina Bom Pastor, na Cooperativa Ecovida Palha de Arroz – Associação de Catadoras de Resíduos Sólidos, no Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, no Terra Café Bar, nas ruas e nos teatros Fernando Santa Cruz, Apolo e Hermilo Borba Filho. No total, serão apresentados ao público 25 espetáculos, dez performances artísticas, cinco oficinas, 01 lançamento de disco e 2 debates com temas específicos. Buscando incentivar um espaço de partilha através de vivências artísticas, a Mostra realizará cinco oficinas gratuitas para mulheres de todos os recortes. São elas: “Interpretação para Cinema”, com Clébia Sousa, no Sesc Santa Rita; “Iluminação Cênica para Mulheres”, com Natalie Revorêdo, no espaço cultural Daruê Malungo; “Teatro para Mulheres”, com Hilda Torres, no Sesc Santa Rita e na Cooperativa Ecovida Palha de Arroz; e “Palhaçaria para Mulheres”, com Anny Rafaella Ferli, na Colônia Penal Feminina Bom Pastor. PROGRAMAÇÃO COMPLETA: Performances “A cada 1h30 uma mulher reage no mundo”Data: 01/03/2023 (quarta-feira)Local: ruas do mundoHorários: 7h às 20hh307h – Mulheres do MST – Movimento Sem Terra Autônomas e Diversas, recitam na Normandia Caruaru – PE;8h30 – Mulheres do Sertão Autônomas e Diversas, performam em Arcoverde – PE;10h – Mulheres Palhaças Autônomas e Diversas, performam na Praça do Livramento, Recife – PE;11h30 – Mulheres gordas Autônomas e Diversas, performam na Praça do Diário, Recife – PE;13h – Mulheres trans Autônomas e Diversas, performam na Praça do Derby, Recife – PE;14h30 – Mulheres idosas Autônomas e Diversas, recitam no Mercado São José;16h – Mulheres combatentes da ditadura militar no Brasil Autônomas e Diversas, estarão presentes no Monumento Tortura Nunca Mais, Recife – PE;17h30 – Mulheres com deficiência física Autônomas e Diversas sambam nas rodas no Marco Zero;19h – Mulheres pretas Autônomas e Diversas ecoam poesias e cantos na Praça Chora Menino, Recife – PE;20h30 – Mulheres da roda de teatro Autônomas e Diversas performam no Pátio Santa Cruz;Observação: o manifesto “Autônomas e Diversas" será lido em cada intervenção citada acima, no dia 1º de março. Durante a programação, a produção da mostra receberá vídeos da leitura do manifesto de companheiras de outros Estados do Brasil e de outros países. 1º Espetáculo "Clamor Negro" (Recife-PE)Data: 02/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 19h Homenagem a Beta Galdino, Agrinez Melo, Kátia Virgínia, Sharlene Esse e TrianaData: 02/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 20h  2º Espetáculo "Ser Rizoma" (Recife-PE)Data: 03/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 19h 3º Espetáculo "Um Tango Entre Elas" (Recife-PE)Data: 04/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 16h e 18h 4º Espetáculo "BruxaRria - entre o Lírio e o Delírio" (Recife-PE)Data: 05/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 16h e 18h 1ª Oficina (Teatro para Mulheres com Hilda Torres)Data: 06/03/2023Local: Cooperativa Ecovida Palha de ArrozHorário: das 8h às 12h Lançamento do Disco "Retinta" de Riáh (Caruaru-PE)Data: 07/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 19h 5º Espetáculo "Foria" (Recife-PE)Data: 08/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 18h 6º Espetáculo "Soledad - a terra é fogo sob nossos pés" (Recife-PE)Data: 08/03/2023Local: Teatro Hermilo Borba FilhoHorário: 20h 7º Espetáculo "Cara de Pau" (Recife-PE)Data: 09/03/2023Local: Sesc São Lourenço da MataHorário: 19h 8º Espetáculo "Ombela" (Recife-PE)Data: 10/03/2023Local: O Poste Soluções LuminosasHorário: 19h 2ª

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Abril Pro Rock anuncia primeiras atrações de peso e lote promocional para 30ª edição

Festival com mais de 20 nomes acontece no Clube Português do Recife nos dias 13 e 14 de maio evidenciando a cena metal nacional; valor antecipado é de R$ 70 por diaO 30º Abril Pro Rock (APR) promete ser um dos mais expressivos da história. O festival, que está marcado para as noites dos dias 13 e 14 de maio (sábado e domingo), no Clube Português do Recife, evidencia a cena metal nacional, sendo aguardadas mais de 20 atrações. O evento abriu a venda de ingressos com lote promocional limitado de R$ 70 por dia até o dia 1º de março, exclusivamente via pix (compra antecipada pela chave abrilprorockpix@gmail.com). Entre as atrações já divulgadas estão três grandes nomes de peso do metal nacional  — Crypta (SP), The Troops Of Doom (BH) e Dorsal Atlântica (RJ) —, uma banda internacional, Incantation (EUA), de volta ao Recife após 20 anos, e Karnficyna (PE) representando o estado com seu deathcore, todas elas no sábado (13/05). A programação do domingo (15/05) contará com a lenda do power metal Edu Falaschi (SP), que recentemente anunciou o lançamento do seu segundo álbum, “Eldorado”, depois do grande sucesso do Vera Cruz. Terá também Wizards (SP), em sua 1ª apresentação no Recife após confirmar o retorno aos palcos no ano passado, além do Hellish War (SP), nome de destaque na cena heavy metal brasileira, e da Frygia (PE), mostrando a força do rock pernambucano. Além de outras atrações, o APR trará mais novidades da programação, entre elas os horários, em breve em seu perfil oficial nas redes sociais (@abrilprorock). O evento é realizado pela Astronave Iniciativas Culturais. Identidade visual O Abril Pro Rock insere toda a cena artística local, chamada de comunidade pelo festival. A identidade visual de 2023 foi assinada por Neilton Carvalho, que, além de ilustrador local, também é membro da Devotos, banda pernambucana. A arte do ilustrador e músico Neilton Carvalho reverencia a memória e homenageia as pessoas que fazem parte da história do Abril Pro Rock. O cachorro da ilustração eterniza Ajax, da banda de hardcore Os Cachorros (PE), de Olinda. O Circo Maluco Beleza, que ficava no bairro das Graças, recorda onde tudo começou, relembrando o nascimento do festival. A pata do caranguejo simboliza o movimento mangue e o crânio batendo cabeça representa as bandas de metal e todos os headbangers. Serviço 30º Abril Pro Rock - 2023Datas: 13 e 14 de maioLocal: Clube Português do RecifeLote promocional de ingressos: R$ 70 por dia (compra antecipada via pix pela chave abrilprorockpix@gmail.comHorários: serão divulgados em breve Programação com atrações confirmadas até então - muito mais em breve! Sábado (13/05)Incantation (EUA)Crypta (SP)The Troops Of Doom (BH)Dorsal Atlântica (RJ)Karnficyna (PE) Domingo (14/05)Edu Falaschi (SP)Wizards (SP)Hellish War (SP)Frygia (PE)

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