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Investimentos em moradia social avançam no Brasil com projetos no Recife e no Rio Grande do Sul

Iniciativas somam recursos milionários e preveem a construção e reforma de 84 casas, beneficiando comunidades vulneráveis em áreas urbanas e afetadas por desastres climáticos Duas iniciativas recentes reforçam o papel de parcerias entre organizações sociais e empresas na ampliação do acesso à moradia digna no Brasil. No Recife, a Habitat para a Humanidade Brasil, em conjunto com a Fundação Salvador Arena, vai restaurar 42 casas na comunidade Vila Sul, em Afogados, zona oeste da cidade. Já no Rio Grande do Sul, a TETO Brasil firmou parceria com a Azul para investir cerca de R$ 2 milhões na construção de outras 42 moradias destinadas a famílias atingidas por enchentes. No caso pernambucano, as obras começam em abril e seguem até outubro de 2026, com investimento médio de R$ 40 mil por residência. O diagnóstico da comunidade identificou problemas estruturais graves, como ausência de banheiros, falta de ventilação e infiltrações, que comprometem diretamente a saúde dos moradores. A intervenção ocorre em uma Zona Especial de Interesse Social (ZEIS), território marcado por mobilização comunitária e desafios históricos relacionados à urbanização e ao acesso a serviços básicos. “Intervenções como essa reforçam o papel das ZEIS como instrumentos de garantia do direito à moradia e de ordenamento do território. Estamos falando de um nível de investimento por moradia que permite enfrentar, de forma estruturada, inadequações construtivas, sanitárias e precariedade de iluminação e ventilação naturais que comprometem as condições de habitabilidade. No curto prazo, isso se traduz em casas mais seguras e salubres, com melhor acesso à água, ambientes mais ventilados, sem infiltrações e mais adequados à limpeza, reduzindo riscos no ambiente doméstico, especialmente para crianças e idosos. No médio e longo prazo, contribui para a consolidação urbana da área e a permanência digna das famílias. Em parceria com a Fundação Salvador Arena, a Habitat Brasil avança com soluções técnicas que demonstram que a melhoria habitacional é necessária e financeiramente viável, e que deve integrar o conjunto de soluções de acesso à moradia no país. Quando realizada com qualidade, produz efeitos imediatos, concretos e duradouros na vida das pessoas, “ conta Mohema Rolim, gerente de Programas da Habitat para a Humanidade Brasil. No Sul do país, o projeto liderado pela TETO Brasil com apoio da Azul prevê a construção de moradias resilientes, desenvolvidas para enfrentar eventos climáticos extremos. Com investimento de aproximadamente R$ 1,987 milhão, a iniciativa deve beneficiar cerca de 720 pessoas em 2026, oferecendo casas equipadas com banheiros e projetadas para garantir maior segurança em cenários de crise climática. “A parceria entre a TETO e a Azul representa mais que a construção de moradias, é um compromisso concreto com a dignidade, a segurança e o futuro de famílias que tiveram suas vidas afetadas pelas enchentes. Ao investir em soluções de moradia resiliente, estamos não só respondendo a uma emergência, mas também contribuindo para enfrentar os efeitos da crise climática nos territórios mais vulneráveis do nosso país. Esse trabalho só é possível por meio de parcerias como essa, que fortalecem nosso impacto e ampliam nossa capacidade de transformar cada vez mais realidades” afirma Layanne Paixão, Diretora Geral da TETO Brasil.

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Alto do Cruzeiro de Gravatá é requalificado e ganha nova estrutura para turismo e lazer

Espaço recebe anfiteatro, iluminação em LED, playground e academia ao ar livre para atrair visitantes e beneficiar moradores O Alto do Cruzeiro, um dos principais cartões-postais de Gravatá, foi reinaugurado após passar por uma ampla requalificação promovida pela prefeitura. As intervenções incluíram a construção de um anfiteatro, instalação de bancos e corrimãos, criação de playground e academia ao ar livre, além da revitalização da cruz de alvenaria, nova iluminação em LED e implantação de estacionamentos. A proposta é oferecer mais conforto, acessibilidade e segurança ao público. Conhecido pela vista panorâmica e pelo pôr do sol, o espaço é um dos principais polos turísticos da cidade, especialmente durante períodos como Semana Santa e São João, quando recebe grande fluxo de visitantes. O local também concentra restaurantes regionais e integra o calendário cultural do município, sendo palco de eventos e apresentações. A obra, orçada em cerca de R$ 1 milhão, foi executada pela Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos, com recursos oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Waldemar Oliveira, destinados à Secretaria Municipal de Turismo, Cultura, Esportes e Lazer. As melhorias se somam a intervenções anteriores, como a construção do mirante do Cristo e a instalação do letreiro da cidade. Para quem vive e trabalha na região, a requalificação representa uma oportunidade de aquecer a economia local. “Essa requalificação representa um grande avanço para todos nós que trabalhamos aqui. O espaço ficou mais bonito, organizado e acolhedor, o que vai ajudar a atrair mais visitantes e a movimentar a economia. É uma conquista muito importante para Gravatá”, afirmou o empresário Edvaldo Salgado. O secretário de Turismo, Marllon Lima, também destacou o impacto da obra. “Entregamos um espaço completamente renovado, pensado para acolher bem a população e os visitantes. É mais um investimento que reforça nosso compromisso em fortalecer o turismo e em promover o desenvolvimento local. Gravatá é um grande polo do turismo no Estado, oferece experiências únicas, e queremos que o visitante tenha ainda mais motivos para voltar”, concluiu.

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Casa Navio de Petrolina será transformada em espaço cultural e criativo no sertão

Imóvel histórico dará lugar à Casa Sertão 2026, iniciativa que conecta patrimônio arquitetônico, cultura e economia criativa no Vale do São Francisco Um dos imóveis mais conhecidos de Petrolina inicia uma nova etapa de sua história. A chamada Casa Navio, famosa pela arquitetura singular, será transformada na Casa Sertão 2026, projeto que propõe unir cultura, memória e valorização da identidade sertaneja em um espaço dedicado a experiências criativas. Localizada na área central da cidade, a construção tornou-se ao longo dos anos um marco urbano e um dos pontos mais curiosos da paisagem arquitetônica local. O apelido “Casa Navio” surgiu justamente pelo formato da residência, inspirado em uma embarcação. A estética diferenciada fez com que o imóvel se tornasse um dos mais fotografados da cidade e despertasse a curiosidade de moradores e visitantes. Com a nova proposta, o espaço passa a assumir também um papel cultural, ampliando sua presença na vida urbana de Petrolina. O projeto original da casa foi desenvolvido pelo arquiteto Cosme Cavalcante, profissional reconhecido pela contribuição à arquitetura da cidade e por obras que ajudaram a compor a identidade visual do município. A construção se destaca pelo traço autoral e pela criatividade do projeto, características que consolidaram o imóvel como uma referência arquitetônica na região. Além do valor arquitetônico, o imóvel também possui significado histórico e afetivo para a cidade. A casa pertence à família de José Mochotó Filho, nome tradicional ligado à história social e cultural de Petrolina. Ao longo das décadas, a residência passou a fazer parte da memória urbana local, sendo lembrada como um dos exemplos mais peculiares da arquitetura petrolinense. Com a adaptação do espaço, a Casa Sertão 2026 pretende reunir iniciativas ligadas à arte, design, gastronomia e economia criativa do sertão. A edição deste ano terá como conceito “Porto Sertanejo”, proposta que dialoga com a própria arquitetura do imóvel e sugere um ambiente de encontros e conexões entre tradição e novas expressões culturais do sertão nordestino. ServiçoCasa Sertão 2026Tema: Porto SertanejoLocal: Casa Navio – Rua da Simpatia, Centro, Petrolina (PE)

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Governo avalia viabilidade da Tarifa Zero no transporte público brasileiro

Estudo do Ministério da Fazenda analisa custos e alternativas de financiamento para ampliar o acesso ao transporte urbano (Com informações da Agência Brasil) O ministro das Cidades, Jader Filho, confirmou nesta terça-feira (24) que o governo federal estuda a viabilidade de implementar a chamada Tarifa Zero no transporte público em todo o país. Segundo ele, a proposta surge como resposta à crise enfrentada pelos sistemas de transporte coletivo, atualmente baseados em um modelo no qual usuários e poder público dividem os custos pagos às empresas de ônibus para cobrir despesas operacionais e margem de lucro. “Já temos debatido e discutido diversas soluções para esse tema, para que a gente possa fazer uma discussão nacional e chegar a um entendimento e, com isso, melhorar o transporte público nas nossas cidades”, disse Filho. A declaração foi feita durante participação no programa Bom Dia, Ministro, exibido pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). De acordo com o ministro, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministério da Fazenda elabora um estudo de viabilidade econômica para identificar alternativas de financiamento do sistema, cuja gestão é de responsabilidade de estados e municípios. “E se vamos [avaliar a implementação] de tarifa zero, temos que saber de onde vão sair os recursos [financeiros públicos] para isso; qual o tamanho dessa despesa”, acrescentou Filho, ao afirmar que qualquer proposta precisará ser debatida com governos locais. “O certo é que o modelo que está posto, no qual o cidadão tem que pagar por toda a tarifa [nos casos em que o sistema não recebe subsídio público], está falido. Este modelo não funciona mais. E não só no Brasil, no mundo”, assegurou o ministro. Em outubro do ano passado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia informado que a equipe econômica realizava “um estudo abrangente do setor de transporte público” para avaliar a possibilidade de adoção da tarifa zero, então aplicada em 136 cidades brasileiras, sobretudo de pequeno e médio porte. No início deste mês, a Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei nº 3278/21, que cria o marco legal do transporte público coletivo urbano. A proposta prevê gestão compartilhada entre União, estados e municípios, além da possibilidade de uso de recursos orçamentários para custear gratuidades e tarifas reduzidas, com metas de universalização e transição energética. Segundo o relator, deputado José Priante (PMDB-PA), o texto separa o valor pago pelo passageiro da remuneração das empresas, que deverão cumprir metas de desempenho e qualidade.

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Prefeitura do Recife vai plantar 23 árvores na Orla para compensar supressão em obra de saneamento

Ação integra a requalificação da faixa litorânea e prepara o espaço para futura ligação com a rede de esgoto, ampliando a cobertura vegetal e a infraestrutura urbana. A Prefeitura do Recife vai realizar o plantio de 23 novas árvores na Orla da cidade como parte das obras de requalificação da área. A medida compensa a supressão pontual e autorizada de sete árvores do calçadão, necessária para viabilizar a implantação da infraestrutura que permitirá a futura conexão com a rede coletora de esgoto. O número de mudas previstas corresponde ao triplo das árvores retiradas. A supressão ocorreu no trecho entre os quiosques 5 e 13, por onde passará a estrutura da futura rede de esgotamento sanitário. Atualmente, a Orla do Recife não dispõe de rede coletora, cuja implantação é de responsabilidade da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A infraestrutura executada pela Prefeitura já deixa o local preparado para a conexão, evitando novas intervenções quando o sistema for implantado. O replantio faz parte da estratégia de recomposição e ampliação da cobertura vegetal ao longo da Orla. O projeto prevê o plantio de 730 árvores em toda a extensão, das quais 226 já foram implantadas. Somadas às 582 árvores existentes, a Orla passará a contar com 1.320 árvores, o que representa um aumento aproximado de 127% na arborização da área. Coordenada pela Secretaria de Projetos Especiais, a quarta etapa do projeto Orla Parque está implantando nova infraestrutura urbana em oito quilômetros de faixa litorânea, incluindo redes elétrica, de dados, gás, drenagem, abastecimento de água e coleta de esgoto. As obras também preveem ampliação dos passeios, requalificação da ciclovia, substituição do piso, instalação de 510 postes de iluminação em LED, melhorias de acessibilidade e requalificação das áreas Esportes e Praia Sem Barreiras. Os serviços são executados por etapas, com conclusão final prevista para o segundo semestre de 2026.

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Recife recebe hoje primeira itinerância da Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir – Cidades sem Risco

Capital pernambucana abre ciclo de atividades presenciais voltadas à prevenção de desastres e à justiça climática em comunidades vulneráveis A Região Metropolitana do Recife inicia hoje (9) as ações presenciais da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir – Cidades sem Risco, com programação que segue até o dia 13 de fevereiro. A capital pernambucana é a primeira cidade do país a receber a itinerância da campanha em 2026, ao lado de Olinda e Jaboatão dos Guararapes, municípios historicamente impactados por enchentes, deslizamentos e outros eventos extremos associados às mudanças climáticas. Com o tema “Cidade Sem Risco começa na minha comunidade”, a iniciativa promove encontros formativos e reuniões institucionais voltados ao fortalecimento da educação para a redução de riscos de desastres. A proposta é integrar escolas, comunidades, iniciativas populares, Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (NUPDECs), Defesas Civis e gestores públicos em torno de uma agenda permanente de prevenção e justiça climática nos territórios mais vulneráveis. Para Samia Sulaiman, coordenadora de Articulação e Parcerias da Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades, a atuação territorial é central para enfrentar os impactos das mudanças climáticas: “Os desastres não são naturais e afetam de forma desproporcional populações historicamente vulnerabilizadas. Educação, informação e organização coletiva junto às comunidades são fundamentais para avançarmos na agenda de justiça climática”, afirma. A programação reúne representantes das prefeituras de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, das Defesas Civis municipais e estadual, dos NUPDECs, além de técnicos e professores das redes municipais de ensino, supervisores escolares, gestores públicos, secretarias municipais, organizações não governamentais, iniciativas populares e universidades. Também participam a rede estadual de ensino, por meio das Gerências Regionais de Educação (GREs) e da Unidade de Educação Ambiental e Climática (UNEA), ampliando a articulação interinstitucional. A primeira itinerância marca o início das atividades presenciais da campanha em 2026 e se conecta ao conceito de “campanha de campanhas”, que incentiva escolas, coletivos e comunidades a desenvolverem ações próprias de prevenção, de acordo com os riscos de cada território. Para Rachel Trajber, do Cemaden Educação, a estratégia fortalece a mobilização local: “Cada campanha nasce onde o problema acontece e onde as soluções podem tornar o território mais seguro, sustentável e resiliente. A ação é coletiva — não há como enfrentar a crise climática sozinho”, destaca. ServiçoCampanha: 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir – Cidades sem RiscoOnde: Região Metropolitana do Recife (Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes)Quando: 9 a 13 de fevereiro de 2026Atividades:• Encontro Formativo Presencial – “Cidade Sem Risco começa na minha comunidade”• Reunião Institucional – “Cidade Sem Risco começa na minha comunidade”Realização: Secretaria Nacional de Periferias (SNP) e Programa Cemaden EducaçãoApoio: MCTI | Cemaden | MCID | MEC | SECADI | Governo FederalSite: https://educacao.cemaden.gov.br/campanhacidades/

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Parque da Jaqueira amplia estrutura esportiva e de lazer com novos investimentos

Projeto da Viva do Brasil reforça a vocação do espaço público para atividades ao ar livre, convivência e esporte urbano no Recife O Parque da Jaqueira, na zona norte do Recife, passa por uma nova etapa de requalificação com a implantação de equipamentos voltados ao esporte, lazer e convivência. As intervenções são conduzidas pela Viva do Brasil, empresa responsável pela concessão pública dos parques municipais, e fazem parte de um conjunto de investimentos que busca diversificar os usos do espaço e ampliar o atendimento a diferentes perfis de frequentadores. Entre as novidades, o projeto prevê a construção de duas quadras de basquete no formato 3×3 e de uma quadra de areia, ampliando a oferta de práticas esportivas no parque. A proposta é alcançar especialmente o público jovem, entre 13 e 21 anos, faixa etária que atualmente encontra poucas opções desse tipo no local. As obras estão em andamento em áreas tapumadas, com reforço na sinalização e medidas para reduzir impactos na circulação e na rotina dos usuários. Além das áreas esportivas, a nova fase inclui espaços de convivência e lazer, como anfiteatro, novos banheiros, áreas para piquenique com mesas e bancos, linha de slackline, jardins, percursos para caminhada, dois restaurantes e ampliação do lazer infantil. Também já estão em execução as obras do novo parque infantil, com brinquedos destinados a crianças de 4 a 13 anos, fortalecendo o caráter familiar do Parque da Jaqueira. As intervenções se somam a melhorias já entregues, como a pista de pump track, voltada para modalidades sobre rodas — incluindo bicicleta, skate, patins e patinete —, e o bicicletário. Somente no Parque da Jaqueira, os investimentos já somam cerca de R$ 5 milhões. Desde o início da concessão, em março de 2025, a Viva do Brasil também intensificou ações de zeladoria, segurança e manutenção, com videomonitoramento, reforço da vigilância, melhoria da iluminação, podas regulares, higienização dos banheiros e novos bebedouros. O conjunto de ações integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento do esporte urbano nos parques do Recife. No Parque Santana, a Viva concluiu o retrofit da pista de BMX, com melhorias estruturais e de traçado, e prepara a instalação do gate challenger, equipamento que consolida o espaço como área oficial para a modalidade. A iniciativa reforça a criação de uma rede de equipamentos esportivos públicos, ampliando o acesso ao lazer e ao esporte na cidade.

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Theatro Cinema Guarany é reaberto após requalificação e reforça polo cultural do Sertão

Equipamento centenário em Triunfo volta a funcionar durante o 16º Festival de Cinema após investimentos superiores a R$ 1,5 milhão do Governo de Pernambuco A abertura do 16º Festival de Cinema de Triunfo, no último domingo (14), marcou a reinauguração do Theatro Cinema Guarany, após obras de requalificação realizadas pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Com investimento superior a R$ 1,5 milhão, a intervenção incluiu a aquisição de novos equipamentos de som, iluminação e projeção, além de melhorias estruturais, ampliação da cabine de projeção e adequações para acessibilidade, segurança e prevenção a incêndios. Localizado na Praça Carolino Campos, o Theatro Cinema Guarany é um dos edifícios mais emblemáticos do Sertão pernambucano. Inaugurado em 1922 e tombado pelo Estado desde 1988, o equipamento é referência histórica para o audiovisual e as artes cênicas no interior. “Inaugurado em 1922, o Cine Theatro Guarany é um dos marcos do patrimônio cultural do Sertão de Pernambuco e símbolo da vida cultural de Triunfo. A entrega deste espaço restaurado e com acessibilidade é uma demonstração do compromisso da governadora Raquel Lyra em promover a interiorização e democratização do acesso à cultura, fomentando a cadeia do audiovisual no Sertão e a formação de público”, afirma a presidente da Fundarpe, Renata Borba. A secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula, destaca o significado simbólico e estratégico da entrega do equipamento. “A requalificação do Guarany é uma conquista histórica: um patrimônio do audiovisual brasileiro que agora está mais moderno, acessível e preparado para seguir formando públicos, inspirando novos criadores e mantendo viva a relação entre cinema, memória e território. Cuidar desse equipamento é afirmar que a cultura do Sertão e de Pernambuco merece o melhor”, ressalta. O teatro é reconhecido nacionalmente por sediar o Festival de Cinema de Triunfo e funciona como espaço permanente de exibição, formação e difusão cultural. As obras, iniciadas em 2024, contemplaram adaptações de acessibilidade, como a adequação dos banheiros e a instalação de plataforma elevatória para acesso à sala de exibição, além de melhorias hidráulicas, de revestimento e exaustão. Em 2025, foram realizadas intervenções complementares, incluindo pintura externa, aprimoramento do sistema de captação de águas pluviais e instalação de cortinas. Paralelamente, o espaço recebeu um novo sistema de cinema, com projetor 4K a laser, tela retrátil, som 5.1 e equipamentos de iluminação cênica, ampliando sua capacidade técnica para diferentes formatos de eventos culturais. A entrega do Theatro Cinema Guarany integra uma política mais ampla de preservação do patrimônio histórico em Pernambuco. Por meio da Fundarpe, o Governo do Estado executa obras de restauro, conservação e requalificação em diversos bens culturais, com investimentos que ultrapassam R$ 53 milhões. As ações alcançam igrejas, museus, cinemas, fortalezas e prédios históricos, fortalecendo a economia criativa, o turismo cultural e reafirmando o patrimônio como eixo estratégico de desenvolvimento social, cultural e econômico.

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Prefeitura do Recife lança licitação para habitacional na Imbiribeira com R$ 20,3 milhões

Empreendimento de 80 unidades pelo ProMorar deve beneficiar cerca de 280 pessoas e integra maior política habitacional do município A Prefeitura do Recife publicou no Diário Oficial do Município o edital de licitação para a construção de um conjunto habitacional na Imbiribeira, financiado pelo programa ProMorar, com investimento estimado em R$ 20,3 milhões. O empreendimento prevê 80 apartamentos em um bloco de cinco pavimentos (térreo + 4 andares) e deve garantir moradia para cerca de 280 pessoas em situação de vulnerabilidade socioambiental. Localizado na rua Paris, próximo à comunidade Dancing Days, o habitacional ocupará um terreno de 2,1 mil m² e terá área construída de 5,4 mil m². As unidades terão tipologias variadas, com apartamentos de até 58 m², além de infraestrutura prevista para o conjunto. “A infraestrutura inclui sistema de saneamento de água e esgoto, coleta seletiva de resíduos e acessibilidade, contemplando as áreas comuns e os apartamentos acessíveis”, detalha o chefe do Gabinete do ProMorar, João Charamba. O projeto inclui áreas de convivência e lazer com mesas e bancos em concreto e madeira, estacionamento para veículos, bicicletário e paisagismo com ampla área verde e espécies ornamentais, apontadas como elementos que promovem conforto térmico e melhor qualidade ambiental. Na mesma região, o Município já executa dois conjuntos na Comunidade do Bem, com 336 apartamentos em obra. A iniciativa integra a política habitacional adotada pela gestão municipal desde 2021, que já viabilizou mais de 5 mil unidades habitacionais entre obras concluídas, em andamento e aprovadas junto ao Governo Federal, além de projetos garantidos pela PPP Morar no Centro. Foram entregues sete conjuntos, totalizando 1.736 moradias, e há obras em andamento como Vila Esperança (Monteiro), Caranguejo Tabaiares (Ilha do Retiro), Comunidade do Bem 1 e 2, São José (Rua Imperial) e Vila Aeronáutica 1 e 2 (Boa Viagem). “Com recursos próprios, federais e oriundos do BID, a atual gestão executa a maior política habitacional da história. Desde junho, começamos as obras de seis habitacionais e entregamos o conjunto Papa Francisco”, afirma o secretário de Habitação, Felipe Cury. Além da construção de moradias, a prefeitura destaca intervenções de proteção e garantia de imóveis: cerca de 16 mil famílias tiveram seus lares assegurados por obras como contenções definitivas de encostas desde 2021.

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Estudo propõe substituir vale-transporte por tarifa zero financiada por empresas

Pesquisa de universidades federais aponta que modelo pode custear gratuidade em 706 cidades sem ampliar despesas do governo federal Pesquisadores da UnB, UFMG e USP divulgaram um estudo defendendo a viabilidade da tarifa zero no transporte público brasileiro por meio de um fundo financiado por empresas privadas e públicas com mais de dez funcionários. Publicado nesta quarta-feira (26), o documento propõe substituir o atual sistema de vale-transporte por um modelo único de contribuição, capaz de sustentar a gratuidade em 706 cidades com mais de 50 mil habitantes. Financiamento da tarifa zero e impacto econômico Segundo os autores, o novo mecanismo concentraria a contribuição em apenas 18,5% dos estabelecimentos do país, mantendo isentos cerca de 81,5%. A estimativa da pesquisa é de que cada empresa pagaria aproximadamente R$ 255 por mês por funcionário, o que geraria em torno de R$ 80 bilhões anuais — valor suficiente para cobrir o custo estimado de R$ 78 bilhões necessários para a implementação nacional da tarifa zero. Atualmente, os gastos nacionais com transporte coletivo são calculados em cerca de R$ 65 bilhões por ano. O estudo também destaca que 137 cidades brasileiras já adotam a gratuidade e que a expansão do modelo poderia beneficiar cerca de 124 milhões de pessoas. Os pesquisadores ressaltam que a proposta não exigiria novos impostos nem repasses adicionais do governo federal, ao mesmo tempo em que poderia estimular o consumo ao liberar renda hoje comprometida com o pagamento de passagens. Explicações e justificativas dos pesquisadores “Um estabelecimento com 10 funcionários irá pagar a contribuição no valor de um. Com 20 funcionários pagará o valor referente a 11 e assim por diante” De acordo com o professor Thiago Trindade, da UnB, a contribuição substituiria o atual desconto de 6% no salário do trabalhador para adesão ao vale-transporte. Ele defende que, ao centralizar os pagamentos em um fundo único, o sistema se tornaria mais eficiente, sem onerar a União, e permitiria que pilotos fossem iniciados em regiões metropolitanas já a partir de 2026. Perspectivas, impactos sociais e desafios Entre os potenciais efeitos da política, o estudo aponta uma migração significativa do transporte individual para o coletivo, reduzindo acidentes de trânsito e custos hospitalares — especialmente com motociclistas, que representaram quase 40% das mortes no trânsito em 2023 e cerca de 60% das internações. Para os pesquisadores, a tarifa zero tende a gerar ganhos sociais amplos, aumentar a longevidade produtiva da população e impulsionar a arrecadação tributária. A equipe também projeta efeitos diretos na economia local. No Distrito Federal, por exemplo, o modelo poderia devolver cerca de R$ 2 bilhões por ano ao bolso dos cidadãos. Diante da complexidade da mudança, os autores defendem a necessidade de mobilização social e campanhas de sensibilização para avançar em um possível projeto de lei sobre o tema.

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