Economia

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Grupo Referencial abre 200 vagas de empregos na RMR

O Grupo Referencial, através da Referencial Desenvolvimento Energético (RDE) anunciou a abertura de 200 vagas de emprego no Recife. As oportunidades são para eletricistas, engenheiros, técnicos e pessoal de back office (administrativo e financeiro). Os currículos devem ser enviados para trabalhecom@gruporeferencial.com. Outras oportunidades Com projeto de expandir sua atuação para além da energia, a empresa planeja ainda dobrar o número de funcionários em 18 meses. Atualmente o grupo conta com 500 profissionais. Com essa ampliação, profissionais de outras áreas podem enviar o currículo para o Banco de Talentos do Grupo Referencial. Entre os novos “braços” do Grupo Referencial, nascido em Serra Talhada, em Pernambuco, está a Referencial Desenvolvimento Imobiliário (RDI) – que entrega, no próximo mês, o seu primeiro empreendimento, o En Avance Espinheiro. Os horizontes imobiliários do grupo também incluem investimentos de construção em áreas do seu banco de terrenos (Landbank) e em galpões voltados para o e-commerce, como o que vem sendo construído às margens da BR-232, visando a última etapa de entrega dos grandes players do mercado de varejo. ” O Grupo Referencial está investindo R$ 35 milhões na construção de um CD às margens da BR-232 para atender a demanda dos grandes players do varejo brasileiro em Pernambuco”, afirma Eugênio Marinho, fundador do Grupo Referencial.

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Por que Pernambuco não pode perder a ferrovia de Suape ao Sertão?

Série Era uma vez uma ferrovia explica porque a construção do Ramal Suape – Salgueiro é fundamental para o desenvolvimento do Estado. *Por Rafael Dantas A ferrovia até Suape é apontada como um dos empreendimentos estratégicos para o desenvolvimento do Estado no documento Pernambuco Além da Crise, que foi elaborado pela TGI e pelo INTG e apresentado aos candidatos ao Governo nas Eleições de 2022. Além do investimento direto nas obras, que ativa a indústria da construção, a conexão do principal porto pernambucano até o Sertão teria um impacto em série nos diversos polos econômicos distribuídos pelo interior, como o gesseiro, o avícola e o frutivinicultor. Apesar dos benefícios transversais na competitividade das empresas locais, o projeto está sob ameaça, desde que a TLSA (Transnordestina S.A.) assinou um aditivo ao contrato de concessão do empreendimento que excluiu o ramal pernambucano, no apagar das luzes de 2022. A operação do modal ferroviário tem como principal efeito a redução do custo do frete. O deslocamento das cargas de insumos até as indústrias ou às atividades agrárias fica mais barato, como também o transporte via trens dos produtos até os portos ou mercados consumidores. Os combustíveis também poderiam ainda ser transportados por trens, beneficiando empresas e os consumidores finais. A logística mais eficiente aumenta a competitividade dos polos produtivos, incentivando a chegada de novos players. Um ciclo benéfico para dinamizar a economia que vem de uma estagnação após as seguidas crises dos últimos anos. O sepultamento do trecho pernambucano da Transnordestina, no entanto, representa um duro golpe na competitividade do Estado, além de um prejuízo ao próprio empreendimento, que perderia parte dessas cargas dos municípios com grandes empresas ou clusters no Agreste e Zona da Mata. “Pernambuco terá impactos significativos com uma ferrovia, ampliados em suas diversas cadeias produtivas. Há algumas décadas o Estado dependia basicamente da cana-de-açúcar. Hoje, o processo de industrialização avançou em direção ao interior, com indústrias na Zona da Mata e Agreste. Há toda essa atividade econômica, quer seja primária ou secundária, que poderá se beneficiar de um modal ferroviário, cujos custos de transporte são significativamente menores do que o rodoviário”, afirmou Francisco Martins, ex-presidente de Suape. O engenheiro lembrou ainda que a disponibilidade de uma ferrovia reduz a necessidade de circulação de caminhões. Isso acarretaria uma menor pressão sobre as rodovias e reduziria a necessidade de investimentos em conservação de estradas, que custam milhões por ano aos cofres do Governo do Estado. A operação da ferrovia terá um impacto transversal nas diversas atividades produtivas pernambucanas, na avaliação do economista da Fiepe Cézar Andrade. “Todos os setores produtivos que necessitam escoar seus produtos para o grande centro até Suape serão beneficiados, a exemplo dos polos têxtil do Agreste, de fruticultura e vitivinicultura do Sertão do São Francisco e do gesseiro, no Araripe”. Além da redução de custo para as empresas, Cézar destaca que há outros benefícios do uso do transporte ferroviário em relação ao rodoviário. “O tempo e as perdas que acontecem no trajeto serão minimizados e, naturalmente, isso será um ponto positivo para o setor industrial”, avalia. VAGÃO DO POLO SUCROENERGÉTICO No passado muitas cargas do setor sucroenergético eram transportadas pela antiga ferrovia que entrou em falência. Com a perspectiva de retomada do modal ferroviário, o tradicional polo, que se concentra na Zona da Mata, poderia transportar açúcar e etanol até o porto ou para o interior, bem como receber fertilizantes, como o gesso agrícola, usados nas suas lavouras. As movimentações dessas commodities não são pequenas. “O modal ferroviário é estratégico e a indústria da cana-de-açúcar contaria com alternativas de transporte que fomentariam mais racionalidade de custos do transporte inter-regional de gesso agrícola, comércio de açúcar, etanol carburante e outras mercadorias que poderiam ter produção mais dinamizadas para serem mais consumidas no Litoral e Sertão”, afirma Renato Cunha, presidente do Sindaçúcar. O presidente do Sindaçúcar conta que o setor sucroenergético movimenta e produz mais de 900 mil toneladas de açúcar por ano. Destas, pelo menos 400 mil toneladas circulam no ambiente dos portos do Recife e de Suape. “Esses produtos vêm das duas Zonas da Mata onde há produção. Existe essa parte portuária e as 500 mil toneladas do mercado interno, que atinge Estados como Ceará e Maranhão, que compram o açúcar de Pernambuco. O mercado do etanol envolve 350 milhões de litros, boa parte se destina a outros Estados do Nordeste, principalmente o Ceará”. Se o ramal ferroviário parar em Salgueiro, há algumas centenas de quilômetros da Zona da Mata, toda essa produção açucareira e de etanol permanecerá sendo feita por via rodoviária, tanto em direção aos portos, como ao interior. VAGÃO DO POLO AVÍCOLA Com sua base instalada em municípios como Carpina e Paudalho (na Zona da Mata), São Bento do Una, Belo Jardim e Garanhuns (no Agreste) e mesmo em algumas cidades do Sertão da Pajeú, a exemplo de Tabira, São José do Egito e Tuparetama, o polo avícola seria um dos beneficiados pela ferrovia. A expectativa do setor concentra-se principalmente na diminuição do preço dos grãos que chegam às suas empresas. “Os custos do frete rodoviário, com longas distâncias, pesam bastante nos preços de milho e soja. O frete ferroviário custa em média um terço do rodoviário. Essa redução vai melhorar a nossa competitividade, beneficiando o consumidor brasileiro e tornando nosso custo competitivo em relação a outras regiões e outros países. Isso favorece inclusive a possibilidade de exportação”, afirma o vice-presidente da Avipe e presidente do Instituto Ovos Brasil, Edival Veras. A redução de custos para o setor, na avaliação do economista e professor do Unit-PE (Centro Universitário Tiradentes) Werson Kaval é até mais expressiva, na ordem de seis vezes menos. Veras explica que o polo tem um consumo mensal com avicultura na ordem de 150 mil toneladas de milho e 70 mil toneladas de soja, além de demandar produtos também para outras atividades como bovinocultura de leite e corte e a suinocultura. Apesar da força do setor avícola (que produz 14 milhões de frangos por mês e 14 milhões de ovos por

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Preparando chocolate

Final de semana que antecede Páscoa promete aquecer vendas no comércio

Neste final de semana, muita gente vai bater pé no comércio do Centro do Recife para comprar os itens já prontos – como ovos de chocolate e caixas de bombom – ou preparar iguarias para o período mais doce do ano: a Páscoa. A uma semana da data, a expectativa é favorável para os lojistas. “O comércio reforçou estoque e espera vender entre 10% e 15% a mais nas vendas deste ano, em relação ao mesmo período de 2022”, adiantou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife) e também do Sindilojas, Fred Leal. Segundo ele, muita gente está indo ao Centro buscar também matéria-prima para o preparo de chocolates artesanais. Seja para consumo próprio, presentar alguém ou gerar renda com iguarias. A lista de compras envolve itens como ingredientes, formas, embalagens, coelhinhos, cestas, fitas e outros artigos. Ainda de acordo com o presidente da CDL Recife, além de reforçar estoque, a estratégia dos lojistas também envolve promoções, entrega e outras iniciativas para atrair a clientela. Atacado A rede pernambucana Novo Atacarejo comprou 30% a mais de itens de Páscoa, este ano, para suas 20 lojas no Estado, entre Região Metropolitana do Recife e interior. O reforço no estoque é para abastecer pequenos estabelecimentos e também os empreendedores e profissionais da área da gastronomia, que produzem pratos para gerar renda no período. O mix envolve principalmente bacalhau, pescados, azeite, vinhos, temperos e, claro, ovos de chocolate, além de matérias-primas como barras, recheios, artigos de bazar e demais itens para a produção de ovos artesanais. Só com bacalhau importado, a rede comprou sete contêineres, o que equivale a praticamente o dobro do que foi comprado para o mesmo período do ano passado. Outra novidade é a instalação de uma barraca, na entrada das lojas, para quem quiser cortar o peixe congelado, na saída.

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Pesquisa aponta que 46% da população sonha em abrir o próprio negócio

Em parceria com instituições de ensino superior, SEBRAE promove oficinas gratuitas para deseja empreender Em um momento econômico instável, muitos brasileiros veem no empreendedorismo a saída para “fugir” dos empecilhos financeiros e ver o sonho de ser seu próprio chefe se tornando realidade. Relatório do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) – maior pesquisa de empreendedorismo no mundo – que aponta que o percentual de 46% da população que sonha em abrir o próprio negócio. O levantamento ainda sinaliza que o desejo de empreender supera o de fazer carreira em uma empresa, o que abrange 32% dos entrevistados. E as principais motivações são fazer a diferença no mundo (76%) e ganhar a vida (77%). Como forma de incentivo aos futuros e novos empreendedores, o SEBRAE, em parceria com as unidades de ensino superior da Estácio e a Wyden, realizará de forma online e gratuita o evento “Meu primeiro negócio”. Para participar das oficinas basta realizar a inscrição pelo link https://www.carreirasedu.com.br/empreendedorismo. A iniciativa, que ocorre nos dias 04, 06, 11 e 13 de abril, sempre a partir das 17h. Para as oficinas, o SEBRAE apresenta um time de empreendedores que trará dicas essenciais para quem quer ter seu primeiro negócio. “Quanto mais conhecimento o empreendedor tiver, mais predisposto ele estará para buscar oportunidades de negócio e a desenvolver um planejamento , o que acaba aumentando as chances do projeto ser bem-sucedido. O avanço na escolaridade é fundamental para a melhoria do empreendedorismo brasileiro”, destaca o representante do SEBRAE, Arthur Hinrichsen . Samara Felipe, docente do curso de Negócios da Wyden, explica que a Wyden atua com uma série de projetos, por meio dos Laboratórios de Prática e Gestão (LPG) e que é uma honra apoiar o SEBRAE na realização das oficinas. A especialista afirma que o contexto social do país também trouxe a necessidade de adaptação da população em busca de novas formas de manter o sustento. “O empreendedorismo acaba sendo uma alternativa para muitas famílias e ajudá-las a pensar nas melhores alternativas e analisarem riscos, vantagens e tecnologias é fundamental e são esses pontos que o SEBRAE trará nas oficinas”. Serviço: Ciclo de 4 oficinas totalmente online, gratuito e com muitos aprendizados para quem quer empreender: https://www.carreirasedu.com.br/empreendedorismo 03 de abril – Oficina 1: O que é preciso para empreender? 06 de abril – Oficina 2: Como começar a empreender? 11 de abril – Oficina 3: Para onde ir? 13 de abril – Oficina 4: Quem seguir?

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Empresariado pernambucano está mais confiante do que a média nacional

No recorte pernambucano da pesquisa do índice de confiança do empresário do comércio (ICEC), realizada neste mês pela CNC, 36% dos pernambucanos entrevistados acreditam que as condições atuais da economia brasileira melhoraram um pouco. 46,4% das empresas com mais de 50 empregados em Pernambuco entendem que as condições atuais da economia evoluíram discretamente. O indicador tem o objetivo de medir a percepção do empresário do comércio sobre o nível atual e futuro de investimento no curto e médio prazo. O índice 100 marca a fronteira entre a insatisfação e a satisfação do empresário, isto é, abaixo de 100 pontos indica pessimismo, enquanto acima de 100 pontos indica otimismo do empresário. Os recortes da pesquisa são: nível de confiança geral, condições atuais da economia e do setor, expectativas futuras, investimentos, emprego. O indicador em Pernambuco está no patamar de 117,5, ainda classificado como otimista, mas vem numa tendência decrescente desde dezembro do ano passado. A leitura da Fecomércio-PE é de que a tendência de queda no Índice de Confiança do Empresário do Comércio em Pernambuco nos últimos 4 meses acompanha a relação de freio que a taxa Selic (13,75% ao ano) tem sobre o consumo das famílias. Além da taxa Selic nas alturas, o resultado negativo das últimas Pesquisas de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC/CNC) indicam uma relação entre a queda da confiança do empresário com a capacidade de seus clientes em honrar seus compromissos financeiros. A alternância de poder e as incertezas políticas também refletem no indicador. MAIS NÚMEROS DA PESQUISA Com relação às condições atuais do setor do Comércio, 37,7% dos empresários pernambucanos acreditam que a condição atual do setor melhorou discretamente. Em relação às condições atuais da empresa, 44,5% dos empresários concordam numa leve melhoria, enquanto 19,9% acreditam que as condições do setor pioraram um pouco. Em função da expectativa para a economia brasileira, 36,8% dos empresários consideram que a economia vai melhorar levemente, alcançando um índice de 138,1 pontos, o que indica um otimismo do setor de Comércio. Ao analisar a expectativa para o comércio, 44,7% dos empresários acreditam que vai haver um forte progresso. Com relação à expectativa da empresa, 49,8% das firmas entendem que vão evoluir significativamente, o que aponta um índice de 161,8 pontos e se traduz em otimismo em relação às expectativas da empresa. Mais de 41% das empresas pernambucanas acreditam que vão contratar um pouco mais nos próximos meses. Em relação à expectativa de contratação de funcionários, 41,5% das empresas pernambucanas creem que vão aumentar levemente o quadro de colaboradores. Em relação ao nível de investimento das empresas, 36,3% das firmas pernambucanas afirmam que aumentarão modestamente seus investimentos, enquanto 30,7% afirmam que reduzirão levemente.

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marco fiscal

Novo marco fiscal limita alta do gasto a 70% da variação da receita

(Da Agência Brasil) A nova regra fiscal que substituirá o teto de gastos limitará o crescimento da despesa a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores, informou há pouco o Ministério da Fazenda. O novo arcabouço combinará um limite de despesa mais flexível que o teto de gastos com uma meta de resultado primário (resultado das contas públicas sem os juros da dívida pública). O projeto de lei complementar divulgado nesta quinta-feira (30) terá mecanismos de ajuste e alguma flexibilidade em caso de imprevistos na economia. As metas de resultado primário também obedecerão a uma banda, um intervalo. Dentro dessa trilha de 70% da variação da receita, haverá um limite superior e um piso para a oscilação da despesa. Em momentos de maior crescimento da economia, a despesa não poderá crescer mais de 2,5% ao ano acima da inflação. Em momentos de contração econômica, o gasto não poderá crescer menos que 0,6% ao ano acima da inflação. O novo arcabouço fiscal estabelece mecanismos para os próximos governos. Para impedir o descumprimento da rota de 70% de crescimento da receita, as novas regras trarão mecanismos de punição que desacelerará os gastos caso a trajetória de crescimento dos gastos não seja atendida. Se o resultado primário ficar abaixo do limite mínimo da banda, o crescimento das despesas para o ano seguinte cai de 70% para 50% do crescimento da receita. Para não punir os investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o novo arcabouço prevê um piso para esse tipo de gasto e permite que, caso o superávit primário (economia do governo sem os juros da dívida pública) fique acima do teto da banda, o excedente será usado para obras públicas. A equipe econômica esclareceu que o limite de 70% está baseado nas receitas passadas, não na estimativa de receitas futuras. Dessa forma, futuros governos ou o Congresso Nacional não poderão aumentar artificialmente as previsões de receitas para elevar as despesas. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o novo arcabouço traz regras claras, previsíveis e críveis, porque podem ser executadas. “Durante a campanha de 2022, repetimos à exaustão que a campanha pública precise ter credibilidade, previsibilidade e seriedade. Ter um horizonte para que as famílias, os investidores, os empresários e os trabalhadores organizem suas vidas a partir de regras claras. Regras exigentes, mas críveis”, declarou. Haddad disse que o novo arcabouço permite mecanismos de autocorreção, que facilitará a vida dos gestores públicos. “A própria regra precisa de espaços de autocorreção. Por mais boa vontade que os gestores públicos tenham, eles próprios vão ficar numa situação difícil para corrigir rumo se não houver, com antecedência, um mecanismo de correção”, justificou. Estimativas Segundo Haddad, o governo pretende zerar o déficit primário em 2024, atingir um superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 e de 1% do PIB em 2026. Como a equipe econômica prevê déficit primário de 1% do PIB para este ano, a proposta significaria um ajuste de 3 pontos percentuais do PIB até 2026. Como haverá uma margem de tolerância de até 0,25 ponto percentual do PIB, o resultado primário poderá variar entre déficit de 0,75% do PIB e de 0,25% do PIB neste ano, déficit de 0,25% a superávit de 0,25% em 2024, superávit de 0,25% a 0,75% do PIB em 2025 e superávit de 0,75% a 1,25% do PIB em 2026. Em relação ao endividamento do governo, o novo arcabouço fiscal prevê um pequeno crescimento da dívida pública bruta até 2025 e a estabilização em 2026, em 76,54% do PIB. Essas projeções, no entanto, ocorrem no cenário em que o resultado primário fique no centro dos limites previstos para as bandas. Caso o governo economize menos que o esperado, a dívida aumentará de 74,11% do PIB em 2023 para 77,34% em 2026. Caso o Banco Central reduza os juros, ressaltou o Ministério da Fazenda, o endividamento poderá cair. Com uma eventual queda de 1 ponto percentual na taxa Selic (juros básicos da economia), a dívida pública bruta poderá passar de 75,07% do PIB em 2023 para 75,7% em 2024 e recuar para 75,04% do PIB em 2026. Com uma redução de 2 pontos, poderá cair de 75,03% do PIB neste ano para 73,58% em 2026. Marco Fiscal O novo arcabouço fiscal substitui o teto federal de gastos, que vigora desde 2016 e limita o crescimento dos gastos ao ano anterior, corrigido pela inflação oficial (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA). No fim do ano passado, a Emenda Constitucional da Transição permitiu a exclusão de até R$ 168 bilhões do teto de gastos deste ano – R$ 145 bilhões do novo Bolsa Família e até R$ 23 bilhões em investimentos federais caso haja excesso de arrecadação. A emenda estabeleceu que o governo deveria enviar um projeto de lei complementar até agosto deste ano com o novo marco fiscal. No início do ano, porém, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, permitiu que o governo antecipasse o envio do novo marco para que o Ministério do Planejamento tivesse tempo de elaborar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 dentro das novas regras. Enviada ao Congresso até 15 de abril de cada ano, a LDO estabelece os parâmetros para o Orçamento do ano seguinte. Confira os principais pontos do novo marco fiscal: •        Limite de crescimento da despesa primária a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores•        Limite superior e inferior dentro dessa trilha de 70% do aumento de receita•        Mecanismo de ajuste para impedir o aumento dos gastos em momentos de crescimento econômico e a queda dos gastos em caso de baixo crescimento•        Aplicação de mecanismos de punição. Caso o resultado primário fique abaixo do limite mínimo da banda, o crescimento das despesas para o ano seguinte cai de 70% para 50% do crescimento da receita.•        Promessa de zerar déficit primário em 2024, com superávit de 0,5% do PIB em 2025 e 1% em 2026•        Meta de resultado primário terá banda de flutuação, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB para cada

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Pesquisa aponta que alimentos típicos da Páscoa estão 14,8% mais caros que em 2022

(Da Apas) A cesta de produtos que compõem a cesta de páscoa está 14,8% mais cara neste ano, conforme dados acumulados em 12 meses até fevereiro. A cesta de páscoa inflacionou acima do Índice de Preços dos Supermercados (IPS), que no mesmo período aumentou 14,2%. O Bacalhau, prato tradicional e tão requisitado pelas famílias brasileiras para o feriado da Sexta-feira Santa, apresenta uma alta de 7,4% nos últimos 12 meses, sendo o grande vilão entre as proteínas que compõem a cesta de produtos típicos da época. Em contrapartida, outros peixes, como corvina e a pescada aparecem como alternativa, com variação de -7% e 2% no mesmo período, respectivamente. A boa notícia, nesta Páscoa, é que a inflação dos alimentos vem recuando em 2023, como aponta Índice de Preços dos Supermercados (IPS), medido pela APAS em parceria com a Fipe. Em fevereiro, ele foi de 0,22%, mantendo a tendência de queda já registrada em janeiro, quando ficou em 0,45%. E esse movimento traz um alívio à “Cesta de Páscoa”, composta pelos produtos mais procuradas na data. A Páscoa é a segunda data de maior venda para o setor supermercadista em todo o Brasil, perdendo apenas para o Natal. Neste ano, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) estima um crescimento de vendas na data do coelhinho de 4,5%. Segundo Carlos Correa, Diretor-Geral da entidade supermercadista, “a projeção se apoia na recente estabilidade no preço dos alimentos concomitantemente ao aumento do salário mínimo e no incremento das políticas de transferência de renda e combate à pobreza”, pondera o executivo. Vale recordar que em relação a última páscoa, 2023 teremos um incremento nominal de 50% no valor máximo do programa federal de transferência de renda, passando de R$ 400,00 para R$ 600,00, bem como os R$ 150 adicionais por cada criança de até 6 anos começará a ser pago em março de 2023. “Cada supermercado tem uma negociação diferente com a indústria. É vital que o consumidor faça a sua lista de compras e pesquise os preços no maior número de lojas possível, aproveitando ao máximo as promoções típicas da época”, revela Correa. Veja a tendência de preço dos produtos da Cesta de Páscoa: Chocolate Com alta de 0,4% em fevereiro de acordo com o IPS, o preço acumulado do chocolate em 12 meses foi de 12,1% em janeiro para 10,2% em fevereiro. O mesmo comportamento é observado em relação aos bombons: em fevereiro, o preço recuou 0,1% e em 12 meses desacelerou 3,6 p.p., passando de 14,7% em janeiro para 11,1% em fevereiro. Vários elementos entram na composição do preço dos ovos, desde insumos produtivos, como o chocolate, até a marca e os brindes presentes nas embalagens. Portanto, o consumidor deve encontrar uma grande variedade de preços dos ovos de páscoa nas prateleiras dos supermercados. Bacalhau e pescados Um dos itens mais tradicionais da páscoa, o bacalhau tem seu preço pressionado pela procura sazonal. O item apresentou alta de 1,4% em fevereiro e acumula aumento de 4,4% neste primeiro bimestre. Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, o bacalhau aumentou 7,4%. O grupo de pescados, no entanto, vem mostrando estabilidade de preços e oferece boas opções de substituição ao bacalhau. Enquanto o bacalhau aumentou mais de 7%, os pescados, no acumulado em 12 meses encerrados em fevereiro de 2023, aumentaram 3,65%. A corvina e a merluza são exemplos de substitutos ao bacalhau, uma vez que nos últimos 12 meses aferiram redução de preços na ordem de 3,5% e 1,3%, respectivamente. Acompanhamentos e azeite Os preços da cebola, da batata e do alho apresentaram quedas significativas neste primeiro bimestre: 40%, 7,25% e 4,35, respectivamente. A azeitona também baixou 0,2%. O azeite de oliva aumentou 2,1% em fevereiro, acumulando alta de 10,2% em 12 meses. No entanto, no acumulado em 12 meses, a cebola ainda acumula alta de 36,2% e a batata 11,7%. Portanto, nesta páscoa, as tradicionais receitas de Bacalhau com Natas e Bacalhau à Brás estarão significativamente mais caras do que em 2022. Vinhos A bebida apresentou aumento de 0,6% em fevereiro. Mas, no acumulado do ano, a alta de 1,2% dos vinhos ficou bem abaixo do índice da categoria de bebidas alcoólicas, que registrou 2,44%. Em comparação com a páscoa anterior, os vinhos aumentaram 7%, enquanto as cervejas 10,7%. Os vinhos aumentaram a uma taxa menor inclusive do que o pró

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Novo Atacarejo inaugura sua terceira loja no Recife

A nova unidade abre hoje (30), no bairro de Afogados. Vai gerar 250 novos empregos e atender famílias e empreendedores que geram renda na área da alimentação. Esta já será a 20ª loja da rede pernambucana no Estado A rede pernambucana Novo Atacarejo inaugura hoje, no bairro de Afogados, a sua 20ª loja. Esta será a terceira unidade que entra em operação só na capital pernambucana . “Pela receptividade e resultado das vendas, o Novo Atacarejo está seguro em seguir com a expansão de novas lojas pelo Estado e levar desenvolvimento às cidades onde atuamos”, adiantou o diretor de Marketing do Novo Atacarejo, Milton Amorim. TRABALHOA nova loja está gerando 250 novos empregos. LOJA O Novo Afogados tem 3.435m² de área de vendas, EXPANSÃO Essa é a segunda inauguração em 2023, a primeira foi em Carpina

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Projetos de importação também são destaques do Condic

Na reunião do Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco anunciou, além dos investimentos industriais, os incentivos para os projetos de importação e para as centrais de distribuição. Seis projetos de importação receberam parecer favorável. Destes projetos, cinco estão localizados na RMR e um no Agreste Setentrional. As importações anuais previstas chegam a R$ 161,2 milhões e as empresas com incentivos aprovados são Daxia Doce Aroma, Esab Indústria e Comércio, Farmoquímica S.A., Médica Comércio, Representação e Importação Ltda, Parts Import e Quimiweb Serviços de Tecnologia. A reunião destacou também as 14 Centrais de Distribuição incentivadas neste Condic. Elas estão espalhadas na RMR (11), no Pajeu (2) e Agreste Meridional (1). As aprovações irão gerar R$ 301,3 milhões entre compras e transferências anuais previstas. Entre elas, estão: Nord Produtos em Saúde, Sarar Distribuidora de Medicamentos, Print Mais Distribuidora de Produtos Eletrônicos, Zanlorenzi Bebidas, Lanconxe Tecnologia, Grandfood Indústria e Daxia D

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Pernambuco recebe R$ 54,6 milhões em novos investimentos privados

O Governo do Estado anunciou que estão previstos investimentos na ordem de R$ 54,6 milhões dentro do Programa de Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe). Os novos projetos e a ampliação das atividades de empresas com atuação local irão gerar 242 novos postos de trabalho. Os anúncios foram realizados na 122ª Reunião do Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic). Foram anunciados 16 projetos distribuídos em 14 municípios: Recife (2), Jaboatão dos Guararapes, Itapissuma, Cabo de Santo Agostinho, Paulista; Bezerros, Escada, Vitória de Santo Antão (2), Arcoverde, Pedra, Salgueiro, Feira Nova, Lajedo e Tabira. “Estes primeiros números de 2023 apontam para uma retomada da confiança do setor empresarial e indicam um bom início de trabalho. Mas captação de investimentos é um trabalho contínuo de médio e longo prazo e, naturalmente, nossa expectativa é que ao longo do ano os números das próximas reuniões reflitam melhor o trabalho que estamos implementando. Estamos em um governo de mudança e essa sinergia com o empresariado resultará em novos e mais investimentos que serão direcionados para o nosso Estado e para nossa população”, comenta o secretário de Desenvolvimento de Pernambuco, Guilherme Cavalcanti. DESTAQUES Ambev investirá R$ 10 milhões em Itapissuma para produção de cerveja sem álcool Indústria Brasileira de Farmoquímicos (IBF) anunciou R$ 19,8 milhões para unidade de produção de medicamentos alopáticos, em Vitória da Santo Antão Maxlim Indústria, com aporte de R$ 4,3 milhões em Lajedo, para produção de álcool em gel, cloro em gel e detergentes.

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