Economia

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ACLF participa do Fest Imóveis 2023 e marca entrada no mercado do Recife

A construtora ACLF, do empresário Avelar Loureiro Filho, participa do Fest Imóveis, no Shopping Tacaruna, de 23 a 26 de março. Trata-se de um feirão de imóveis que reúne as principais construtoras de Pernambuco – caso da ACLF que foi ranqueada pela Intec entre as 3 maiores construtoras do estado e entre as 100 maiores do país. A participação da ACLF no Fest Imóveis também está alinhada à chegada da incorporadora ao mercado do Recife ainda em 2023. No evento, a ACLF traz uma promoção exclusiva para os futuros clientes: na compra de um apartamento no stand, o dono do imóvel ganha uma fechadura eletrônica.

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Intenção de Consumo das Famílias cresce 0,8% no Brasil

(Da Agência Brasil) O indicador Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 0,8% em março e atingiu 96,7 pontos, o maior nível desde março de 2020, ficando acima também do resultado de fevereiro quando alcançou 95,7 pontos. Com isso, a intenção de consumo permanece abaixo da zona de avaliação positiva de 100 pontos desde 2015. O resultado foi divulgado ontem (21), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que apura o índice mensalmente desde 2011. Izis Ferreira, economista da CNC, disse que, apesar de ter mantido a tendência de alta, a elevação foi menos expressiva. Acrescentou que isso ocorre muito em razão da perda de fôlego no otimismo das famílias de menor renda. Desde o último trimestre do ano passado o consumidor de renda média e baixa ainda estava mais esperançoso que o mais rico, mas o panorama mudou agora em março, explicou. “A gente tem o consumidor de renda média e baixa se mostrando menos otimista. O otimismo cresceu mais para quem tem alta renda. Isso em um contexto de juros altos quem tem uma poupança financeira e quem consegue ter um equilíbrio financeiro do orçamento ou fazendo investimento qualquer que seja, [eles] estão vendo a sua renda ser multiplicada, mas essa não é a realidade do consumidor de renda média e baixa no Brasil”, frisou em entrevista à Agência Brasil. Impacto da inflação Izis acrescentou que o consumidor de renda média e baixa sofreu muito com a inflação alta de 2022 e, quando ela desacelerou este ano, aliviou um pouco a renda dessas famílias, mas ainda há necessidades além da questão do impacto da inflação. “Ele [o consumidor] agora aponta o crédito caro e seleto como um problema para as compras a prazo. A gente sabe que o brasileiro tem o hábito do crédito e do parcelamento e aparentemente essa dificuldade de acesso ao crédito tem limitado a intenção de consumo. Esse é um problema que está mais latente para quem tem renda média e baixa porque o risco de inadimplência é maior. O banco não está mais emprestando para ele, e, quando empresta, é com a taxa de juros muito maior. De forma geral, está mais caro e mais difícil fazer compras a prazo e o consumidor tem apontado isso como entrave ao consumo à frente”, afirmou. De acordo com a pesquisa, 37% das famílias relataram que o acesso ao crédito está mais difícil. O índice que mede a facilidade das compras a prazo caiu 0,8% e continuou no quadrante negativo (90,5 pontos). O estudo mostrou, também, que três em cada quatro consumidores consideram que o momento não é favorável para a compra de bens duráveis. Ricos A economista revelou que, em março, a intenção de consumo das pessoas com renda acima de 10 salários mínimos, consideradas na faixa dos mais ricos, superou a das com renda média e baixa. O aumento na intenção de consumo dos mais ricos avançou 2,2% em março. Mulheres Em relação ao gênero, o estudo apontou um crescimento no otimismo feminino ao longo dos últimos meses, superior ao dos homens. Embora a intenção de compras das mulheres ainda esteja em nível mais baixo, em março subiu 1,5%, enquanto entre os homens cresceu 0,6%. O estudo indicou que as mulheres também estão mais satisfeitas com o acesso ao crédito e compras a prazo. Em consequência, estão proporcionalmente mais endividadas do que os homens, conforme os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), também elaborada pela CNC. “A gente tem visto mais mulheres entrarem no mercado de trabalho formal, emprego com carteira assinada. A gente tem visto número maior de mulheres beneficiadas por políticas públicas pelo principal programa de transferência de renda. Elas estão mais endividadas, mas aparentemente estão conseguindo acessar mais crédito. Então, a gente tem fatores que têm levado essas mulheres a aumentarem mais o seu otimismo”, assinalou. A economista estimou que, em breve, o indicador das mulheres neste item possa superar o dos homens. “Como o indicador vem crescendo de forma mais expressiva nos últimos meses, para as mulheres é bem possível que ultrapasse o índice dos homens em breve, porque tem-se hoje um olhar para políticas públicas para mulheres mais abrangente, a gente tem tido a questão de gênero bem tratada pela sociedade. De certa forma, isso tem impacto na intenção de consumir”, concluiu. Emprego atual Já o indicador relacionado à satisfação com o emprego atual teve melhor desempenho entre os consumidores de rendas média e baixa no primeiro trimestre, ao mesmo tempo em que recuou no mesmo período entre os de renda mais alta. “A satisfação com o seu nível de emprego está maior para o consumidor de baixa renda porque o mercado de trabalho – ao longo dos últimos meses – veio absorvendo pessoas com menor grau de instrução, menos escolaridade e pagando menores salários. Então, a gente tem um número maior de consumidores de famílias com média e baixa renda mais satisfeitos com o emprego atual do que os de alta renda, que estão demonstrando um certo desconforto com o seu emprego atual. Tem-se visto muitas empresas de grande porte, empresas intensivas em tecnologia, demitirem muita gente. O perfil principal desse trabalhador que vem sendo dispensado é o mais escolarizado, com salário maior, que está no grupo de consumo mais alto”, analisou. Projeção Para os próximos três meses, o consumidor de todas as faixas de renda está projetando uma melhora do seu nível de compras. Conforme a economista, ele está achando que lá na frente as condições estarão melhores do que as atuais. A pesquisa indicou, também, que a perspectiva de consumo – pelo terceiro mês consecutivo – se destacou com o maior crescimento mensal. Desta vez, 3,2%, alcançando 103,6 pontos. Desde outubro do ano passado que o indicador tem evoluído mais que o nível de consumo atual. A conclusão é que as famílias pretendem ter condições de consumo melhores no futuro. Neste item, segundo a economista, embora tenha crescido nos dois grupos, o consumidor de

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Doceria Paris inicia processo de expansão pelo Shopping Boa Vista

Com sede na cidade de Carpina, na Zona da Mata Norte, a Doceria Paris anunciou seu primeiro passo no processo de expansão da marca. A nova unidade de sua primeira franquia será no Shopping Boa Vista. A loja, especializada em doces e salgados, fica localizada próximo às salas de cinema do centro de compras, sendo responsável pela geração de 5 empregos diretos. A Doceria Paris foi criada em 2021, em Carpina, a partir da combinação de um cardápio focado em doces e salgados com um ambiente aconchegante para os clientes. O sucesso do empreendimento estimulou a realização de um rebranding da marca e o início do processo de expansão por meio de franquias. A expectativa é que a marca abra novas unidades em shopping centers de todo o Brasil.

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Banco Central projeta inflação de 5,95% para 2023

(Da Agência Brasil) A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, teve uma variação negativa de 5,96% para 5,95% este ano. A estimativa consta no Boletim Focus de ontem (20), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2024, a projeção da inflação ficou em 4,11%. Para 2025 e 2026, as previsões são de inflação em 3,9% e 4%, respectivamente. A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%. Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Em fevereiro, puxado pelo grupo Educação, com os reajustes aplicados pelos estabelecimentos de ensino na virada do ano, o IPCA ficou em 0,84%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumulou alta de 1,37% no ano e de 5,6% nos últimos 12 meses, percentual mais baixo do que os 5,77% verificados no período imediatamente anterior. Juros Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado, e é o maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar. Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre o ano em 12,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano, nos dois anos. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano também variou para baixo de 0,89% para 0,88%. Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) é de crescimento de 1,47%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 1,8%, respectivamente. A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o fim deste ano. Para o final de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,30.

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Socios Guilherme Blanke e Marcelo Uchoa

Noronha Pescados investe R$ 25 milhões em fábrica de empanados no Recife

Com abertura da unidade industrial serão criados 200 postos de trabalho. Na foto os sócios Guilherme Blanke e Marcelo Uchôa. Empresa pernambucana com atuação no segmento de processamento e distribuição de peixes frescos e congelados, a Noronha Pescados inaugura na próxima sexta-feira (24), na Imbiribeira, a primeira fábrica de empanamentos do Norte/Nordeste. A unidade terá capacidade de ofertar 250 toneladas mensal de empanados com previsão de aumento para 500 toneladas em dois anos. Com investimentos ordem de R$ 25 milhões, a fábrica tem a perspectiva de gerar 200 empregos. A inauguração da nova fábrica é mais um passo na consolidação da Noronha no promissor mercado de pescados do Brasil. “Buscamos sempre a inovação nas soluções para os segmentos de food service e de varejo, oferecendo produtos cada vez mais fáceis de preparar. As pessoas buscam cada vez mais produtos saborosos, saudáveis e de fácil preparo”, destaca Guilherme Blanke, diretor da Noronha Pescados. A linha de empanados vai atender segmentos como restaurantes, hotéis, indústrias, além de chegar ao consumidor final, através das principais redes de supermercados do país. O empresário informa ainda que a empresa planeja inserir outras opções de empanados, como a inclusão de uma linha de frango que irá contar com steak, nuggets e filé de peito.

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“Não se pode, em hipótese alguma, excluir o trecho até Suape da Transnordestina”

Adriano Lucena, presidente do Crea-PE, fala das articulações para mobilizar setores de Pernambuco em defesa da manutenção do ramal que conecta Suape à Transnordestina. Ele explica os motivos que embasam a manutenção do trecho que liga o porto à ferrovia e afirma estar esperançoso de que o problema será solucionado. D esde que assumiu a gestão do Crea-PE (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco), a nova direção da entidade decidiu voltar-se para os problemas que afligem a sociedade, destacando o papel social dos engenheiros. Questões como moradia, mobilidade, prejuízos provocados pelas enchentes têm sido alvo de ações da entidade. E foi dentro dessa linha de atuação que o Crea-PE se engajou na defesa da manutenção do ramal do Porto de Suape da Transnordestina. O trecho de Salgueiro até o porto pernambucano foi excluído num aditivo de contrato assinado entre a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e a empresa TLSA (para compreender detalhes desse tema confira a matéria de capa da edição anterior da Algomais). Nesta entrevista de Cláudia Santos com o presidente do conselho Adriano Lucena, ele fala sobre as conversas que tem mantido com outras entidades como o Sistema S, sindicatos, políticos e universidades, para construir uma mobilização em prol do porto pernambucano. Também tem mantido conversas com as secretarias estaduais, mas ressalva que precisam “avançar mais com a participação efetiva do gabinete da governadora”. O presidente do Crea-PE ressalta as razões técnicas que conferem a Suape ter a conexão com a ferrovia e se diz esperançoso com o surgimento de uma solução por parte da gestão do presidente Lula. “Nós estamos falando do aditivo assinado no governo passado. Nós mudamos essa página. Hoje, quem está no governo é quem idealizou a ferrovia em 2006”, analisa Lucena. Confira a seguir a entrevista: Qual é a posição do Crea-PE sobre o aditivo que foi assinado entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres e a empresa TLSA que exclui o ramal da Transnordestina para Suape? Foi um equívoco a assinatura desse aditivo. Não se pode, em hipótese alguma, excluir o trecho de Salgueiro a Suape. Esse trecho, como bem colocado na reportagem da Algomais, tem uma extensão menor em comparação à Pecém, e abrange o maior porto do Nordeste que é o Porto de Suape. Então, não tem o menor sentido esse aditivo. Precisamos da mobilização da sociedade organizada em Pernambuco. Não só do Crea, mas do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), dos diversos conselhos, do Sistema S, dos políticos, para que possamos mostrar à sociedade brasileira uma forma eficiente de utilizar esses recursos que são dos brasileiros. E uma forma eficiente de realizar essa entrega é fazer o percurso até Suape. Que tipo de mobilização o Crea-PE tem feito nesse sentido? O Crea tem buscado debater esse assunto com o Sistema S, com Bernardo [Peixoto, presidente] da Fecomércio, com o Sinduscon-PE (Sindicato da Indústria da Construção Civil de Pernambuco), com o Sinaenco (Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva). Temos buscado conversar com o mundo empresarial e também com universidades. Inclusive, sexta-feira passada (dia 10), estivemos em Petrolina conversando com o reitor da Univasf para que pudéssemos ter uma ação de forma organizada e programada, com uma cronologia para que possamos ter ações imediatas. Estava conosco em Petrolina o deputado Lucas Ramos. Essa ação tem que envolver todos os pernambucanos, em todas as frentes para que Pernambuco não seja prejudicado e não é só Pernambuco não, para que o Nordeste não seja prejudicado, porque a construção do ramal para Suape será muito boa não só para Pernambuco, mas para toda a região. Como vão as articulações do Crea com o governo estadual para uma mobilização em favor da construção do ramal da ferrovia para Suape? Conversamos com as secretarias afins ao tema, como Desenvolvimento Econômico, Mobilidade e Infraestrutura. Entendemos que precisamos avançar mais com a participação efetiva do gabinete da governadora. E quais são os próximos passos? Vamos fazer seminários, promover debates, para mostrar que do ponto de vista técnico e econômico temos o melhor traçado, e o melhor porto para que a ferrovia possa chegar. Também não pode ser um debate ou ações de palavras jogadas ao vento, precisamos ter ações concretas para mostrar a importância de concluir o traçado até Suape, mostrarmos por que temos o melhor traçado, porque ele é mais eficiente do ponto de vista econômico, ambiental e social. Essas ações têm que estar juntas, ligadas, como uma corrente, com cada peça conectada para que a gente possa tornar isso cada vez mais forte. O senhor conhece o embasamento técnico que levou a esse aditivo? Do ponto de vista técnico, o que a gente tem conhecimento, até o momento, é que o traçado até Suape, é mais vantajoso por oferecer um percurso mais curto em 100 km. Numa viagem de ida e volta, a redução é de 200 km. Além disso, Suape hoje é o melhor porto do Nordeste. Então nós não conseguimos identificar o porquê de não utilizar o traçado de Suape do ponto de vista técnico, econômico e social. A TLSA e a ANTT anunciaram que embasaram o aditivo num estudo da consultoria Mckinsey… Até o momento eu não conheço alguém que tenha conhecimento desse estudo e em todas as abordagens levamos em consideração os elementos postos no mundo técnico que mostram que o traçado até Suape é muito mais eficiente do que qualquer outro porto. A TLSA construiu a ferrovia de Eliseu Martins, no Piauí, até Salgueiro e pretende construir o restante do trajeto até Pecém. A Bemisa mostrou interesse em completar o percurso de até Suape. Qual a melhor solução para realizar o transporte de carga das duas empresas? Se a Bemisa ficar responsável para concluir o traçado até Suape, o ideal seria que ela utilize o percurso da TLSA até Salgueiro. Eu vejo como uma coisa muito ignorante do ponto de vista da modernidade fazer uma ferrovia duplicada, paralela a uma já existente. Então, a Bemisa utilizando

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Suape Foto Gilberto Sousa CNI

Acordo de R$ 21 milhões entre Brasil e Alemanha trará investimento em hidrogênio verde para PE

Uma parceria entre o Brasil e a Alemanha irá trazer para investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação de projetos relacionados ao hidrogênio verde. O acordo bilateral, assinado nesta semana pelo SENAI Nacional e pela Federação Alemã de Associações de Pesquisa Industrial (AIF), irá aportar cerca de R$ 21 milhões em até dez projetos que envolvam pequenas e médias empresas, start-ups e organizações de pesquisa e tecnologia dos dois países. A missão industrial será coordenada pelo Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs), sediado em Pernambuco, e irá propiciar a atração de novos investimentos para o TecHUB Hidrogênio Verde de Suape, que é um ambiente voltado para promover a pesquisa, o desenvolvimento e a validação de soluções inovadoras relacionadas ao hidrogênio verde (H2V). Seis projetos já foram selecionados para serem desenvolvidos neste ambiente. Com o novo acordo a expectativa é aumentar esse número. Um dos primeiros passos da parceria será o lançamento de uma chamada pública, dentro das próximas semanas, para selecionar os projetos de PD&I que serão financiados pelo acordo. Empresas brasileiras e institutos da Rede SENAI de Inovação poderão participar da disputa, com as propostas que devem ter duração de 12 a 36 meses e comecem a ser executadas em 2024. “O Brasil tem um grande potencial relacionado à produção de energias renováveis e, consequentemente, de hidrogênio verde, e isso precisa ser aproveitado. Hoje, o custo relacionado à produção e ao transporte dessa energia ainda é muito caro, e o papel de instituições de pesquisa, como os institutos da Rede SENAI de Inovação, é essencial para torná-la acessível. O Porto de Suape, com o TecHUB e suas áreas de laboratórios e plantas-piloto, pode a contribuir com essa etapa de transformação”, ressalta o diretor do ISI-TICs, Pierre Mattei.

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Brasileiras enxergam menos oportunidades para empreender e se manter no mercado

Neste Mês da Mulher, uma pesquisa sobre Equidade de Gênero realizada pela Avon Global entre os dias 14 e 17 de fevereiro deste ano – em oito países, incluindo o Brasil – revela como as brasileiras percebem a desigualdade entre homens e mulheres, especialmente em relação ao mercado de trabalho e ao empreendedorismo. De acordo com 9 em cada 10 entrevistadas do país para o estudo, estereótipos, geralmente favoráveis aos homens, são uma barreira para a igualdade de oportunidades para a população feminina. Elas também apontam que a disparidade está presente, principalmente, na falta de flexibilidade para conciliar trabalho, maternidade e responsabilidades domésticas (63%), discrepância salarial (61%), possibilidades de emprego (39%) e habilidades para começar seu próprio negócio (34%). “Ter presença feminina no cerne do negócio faz com que a Avon promova iniciativas como esse estudo, que indica que as brasileiras percebem, em suas vidas, como desigualdade entre gêneros impacta fortemente o desenvolvimento socioeconômico do país e do mundo”, afirma Daniel Silveira, presidente da Avon no Brasil. “Estamos completando 65 anos de atuação local e o resultado dessa pesquisa vem para reforçar que seguimos no caminho certo, incentivando e proporcionando condições favoráveis para o empreendedorismo feminino, que é onde mais de 1 milhão de brasileiras têm gerado renda a partir da venda por relacionamento, e oferecendo flexibilidade para mulheres equilibrarem suas demandas pessoais e profissionais”, completa o executivo. “A desvantagem no âmbito profissional impacta diretamente no acesso a outros direitos da população feminina. Para além do sustento, a autonomia financeira oferece mais possibilidades de escolha em todas as áreas de suas vidas, podendo contribuir para reduzir, inclusive, as chances de ficarem reféns de situações que violem direitos fundamentais, como saúde e segurança – principal foco de trabalho do Instituto Avon, braço social da marca no Brasil”, afirma Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon. No ano em que a Avon comemora 65 anos, o Instituto Avon celebra 20 anos de existência e atuação em prol dos direitos das mulheres nas causas da atenção ao câncer de mama e do enfrentamento às violências contra meninas e mulheres. Desde 2003, já investiu mais de R$ 180 milhões em mais de 400 projetos, impactando positivamente mais de 5 milhões de brasileiras e engajando mais de 120 empresas nas causas que atua. Mercado de trabalho permanece mais favorável aos homens O levantamento aponta que as mulheres percebem, também, que o mercado de trabalho no Brasil ainda favorece profissionais homens, tanto no aspecto financeiro, quanto em oportunidades e reconhecimento profissional. Cerca de 65% das participantes do estudo enxergam maior representatividade masculina em posições de liderança e 46% acreditam que é mais difícil para mulheres alcançarem a independência financeira. Elas também consideram mais desafiador conseguir um emprego (45%), ter uma carreira (46%), serem promovidas (56%) e conquistarem um aumento salarial (61%). Além disso, as brasileiras observam que homens são mais beneficiados em termos de remuneração (67%) e que trabalhos domésticos recaem mais sobre as mulheres (47%). As nordestinas são as que mais observam obstáculos nessa área. Um recorte específico para esta região trazido pelo estudo mostra que a diferença mais aguda observada por elas é no alcance a cargos de líderes, quando aproximadamente 70% apontam esse fator como mais difícil para a população feminina. Acima de todos os índices nas regiões do Brasil, mais de 50% das mulheres do Nordeste também destacam conseguir um emprego, ter uma carreira e ser capaz de ser financeiramente independente como um impeditivo de gênero. Oportunidades no empreendedorismo Ter o próprio negócio pode ser uma alternativa para o público feminino que busca mais autonomia profissionalmente, principalmente diante de um cenário em que 82% gostariam de ter mais flexibilidade no ambiente de trabalho; 87% desejam aumentar seus ganhos financeiros, seja por meio de uma nova fonte de renda ou por meio do atual emprego; e 69% querem ter mais controle sobre suas finanças. No entanto, ser mulher ainda é um empecilho para empreender, de acordo com as participantes da pesquisa. Pelo menos 49% relataram perceber mais obstáculos para ter um negócio próprio em comparação aos homens. Se forem negras, esse número chega a 61%, e indígenas, a 60%. Globalmente, esse número é um pouco menor, atingindo 35% das entrevistadas. Isso ocorre, especialmente, por falta de capital inicial (60%), medo do fracasso (37%) e por não saberem como começar a empreender (35%), de acordo com as brasileiras. Já para as estrangeiras, o receio de falhar é a principal dificuldade (44%), seguida da falta de conhecimento sobre como iniciar um negócio (36%) e falta de conhecimento de mercado (34%). Neste contexto, a venda por relacionamento destaca-se como oportunidade acessível para aquelas que desejam construir uma carreira no empreendedorismo. De acordo com dados de 2021 da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), 57,8% dos empreendedores do setor são mulheres no Brasil. Além disso, a categoria de Cosméticos e Cuidados Pessoais é uma das com maior atuação e contempla 52% das vendas diretas no país. Percepções Entrevistadas Acreditam que estereótipos favoráveis aos homens são barreiras para a igualdade de oportunidades 89% Percebem desigualdade de gênero em termos de flexibilidade para conciliar trabalho, maternidade e responsabilidades domésticas 63% Percebem desigualdade de gênero em relação à salário 61% Percebem desigualdade de gênero em relação a oportunidades de emprego 39% Percebem desigualdade de gênero em relação a habilidades para começarem seu próprio negócio 34% Enxergam maior representatividade masculina em posição de liderança 65% Acham mais difícil para mulheres alcançarem a independência financeira 46% Acham mais difícil para mulheres conseguirem um emprego 45% Acham mais difícil para mulheres construírem uma carreira 46% Acham mais difícil para mulheres serem promovidas 56% Acham mais difícil para mulheres ganharem um aumento salarial 61% Acreditam que homens são mais beneficiados em relação à remuneração 67% Acreditam que trabalhos domésticos recaem mais sobre mulheres 47% Gostariam de ter mais flexibilidade no ambiente de trabalho 82% Desejam aumentar seus ganhos financeiros por meio de uma nova fonte de renda ou pelo atual emprego 87% Querem ter mais controle sobre suas finanças 69% Percebem

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Missão empresarial de Pernambuco para Portugal está sendo costurada

Superintendente da Câmara de Comércio, Indústria e Turismo Brasil-Portugal, Daniela Freire articula com as entidades Invest Lisboa, Câmara Portuguesa e Confederação Empresarial de Portugal (CIP) visita de seleto grupo empresarial pernambucano a Lisboa, na primeira missão empresarial coordenada pela entidade. No mês passado, a executiva esteve cumprindo agenda na capital portuguesa, junto aos diretores Julianderson Bandeira, Wanessa Andrade e Djalma Júnior, e realizou visita a António Saraiva (centro), presidente da CIP, além de outros representantes do empresariado e poder público naquele país. A CIP representa 150 mil empresas no país europeu, empregando 1,8 milhão de trabalhadores e volume total de negócios de 71% do PIB português.

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Santander com vagas para assessores de investimento em Pernambuco

O Santander está contratando assessores de investimentos em Pernambuco para atuar no projeto AAA. O Banco vem expandindo o time atual de advisors, e há vagas para atuar tanto na capital quanto no interior nesse processo de regionalização dos escritórios de atendimento a investidores, que ofertam um portfólio de produtos competitivos para os clientes. Em todo o País, o Santander possui mais de 600 vagas abertas para essa posição. O Santander Brasil está oferecendo, gratuitamente, um curso de preparação para as certificações CEA (Certificação de Especialista de Investimentos) e CFP (Certified Financial Planner) para interessados em atuar como assessor de investimentos do Banco. Em parceria com a escola preparatória Eu me banco Educação, o curso estará disponível tanto para novos contratados quanto para quem já é assessor no Santander e deseja elevar o nível de formação. Essa ação dá sequência ao plano da Instituição em ser referência no tema Investimentos. Em 2022 foi lançado o AAA (Asset Allocation Advisor), um modelo escalável de assessoria de investimentos para os profissionais desse mercado, focado no cliente e na meritocracia. Ele prevê a contratação de 1,2 mil assessores e 100 traders que ficarão em diversos escritórios espalhados pelo País. As inscrições devem ser realizadas por meio do site https://www.santander.com.br/aaa Os profissionais são contratados pela Santander Corretora com os benefícios de um emprego formal, todas as possibilidades de encarreiramento no ecossistema Santander e um modelo de remuneração diferenciado. O Assessor recebe uma carteira com 100 clientes investidores para iniciar a sua atuação e tem uma participação superior à média de mercado sobre o incremento do resultado que gerar.

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