Economia

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Pernambuco lidera índice de receita das atividades turísticas do Nordeste

Estudo leva em conta o período de janeiro a setembro deste ano, no qual o Estado segue à frente da Bahia e do Ceará, com média de 113,1 (Da Secretaria de Turismo de PE) Em mais um levantamento divulgado pelo IBGE, Pernambuco continua a se destacar entre as regiões do Nordeste no índice de receita das atividades turísticas de janeiro a setembro deste ano. De acordo com o estudo, Pernambuco registrou média de 113,1 pontos, ficando à frente da Bahia (103,9), na vice-liderança, e do Ceará (99,8). O Estado também fica bem acima da média nacional, cuja pontuação é de 93,3. No recorte geral, Pernambuco ocupa a terceira posição, ficando atrás apenas de Goiás (121,2) e Minas Gerais (116,2). A secretária de Turismo e Lazer de Pernambuco, Milu Megale, recebe com entusiasmo o destaque de Pernambuco na fase de retomada total das atividades econômicas no país. “Esses resultados nos enchem de alegria e servem de força motriz para que possamos fazer cada vez mais para a recuperação total da atividade turística, apostando na promoção dos nossos destinos, investindo na interiorização do turismo e na capacitação profissional para bem receber visitantes de toda a parte do mundo”, comenta. O segmento do turismo segue se desenvolvendo com fôlego, gerando oportunidades de emprego e aquecendo a economia de todo o Estado, que se reflete em um PIB de 3.9%

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Desafios do Desenvolvimento do agreste passam pela questão hídrica e por preservação ambiental

*Por Rafael Dantas A feira de Caruaru, as máquinas de costura do Polo de Confecções e os rebanhos da bacia leiteira são alguns dos ícones da economia do Agreste. No entanto, a região abriga muitas outras atividades, como as empresas automotivas de Belo Jardim e de Bonito, as universidades, as indústrias de alimentos e um setor de serviços bem robusto. A força e o empreendedorismo local caminham lado a lado com problemas históricos, como a escassez hídrica, a infraestrutura viária insatisfatória, a informalidade, além de relevantes ameaças ambientais. Na análise dos especialistas, a inovação e a maior atenção à sustentabilidade ambiental, incluindo o cuidado urbano das cidades, pavimentam o caminho de desenvolvimento que o Agreste precisa percorrer. Mesmo sem disponibilidade de água de forma adequada, cresceram no solo do Agreste tanto indústrias, como atividades agropecuárias que demandam recursos hídricos. Os próximos passos dessas cadeias produtivas, no entanto, requerem uma resolução desse problema crônico, que afeta a economia e o próprio abastecimento humano. Leia a reportagem completa na edição 200.2 da Revista Algomais: assine.algomais.com

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Comércio do Centro Recife abrirá todos os dias até final do ano

Lojas também funcionarão nos feriados. A campanha da CDL Recife inicia terça-feira (15/11) e vai até dia 24 de dezembro na capital pernambucana e em shoppings da Região Metropolitana A partir da próxima terça-feira (15/11), o comércio do Centro do Recife passará a funcionar todos os dias, de domingo a domingo, inclusive em feriados. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife), a intenção é incentivar as vendas de final de ano e atender empresas, empreendedores e público em geral que se preparam para o período. “O Centro do Recife é um pólo fornecedor de produtos e também de matéria-prima para quem quer ganhar no período e economizar”, adiantou o presidente da CDL Recife, Fred Leal. Entre eles, artigos para decoração, embalagens, festas, calçados, vestuário, cosméticos, joalheria e eletroeletrônicos. Além dos itens sazonais da época, a previsão da CDL Recife é que a Copa do Mundo e a campanha da Black Friday movimentem as lojas no final de ano. Com isso, a expectativa é que as vendas do setor, na capital pernambucana, cresçam entre 10% e 15% nos dois últimos meses deste ano, na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. “Estamos otimistas que será um bom final de ano para os lojistas e, por isso, estamos incentivando o comércio do Centro e de bairros a funcionar também aos domingos e feriados”, pontuou Fred Leal.  Feriados O presidente da CDL Recife informou ainda que o varejo também abrirá nos dias de feriado como o da próxima terça-feira (15/11), quando é comemorada a Proclamação da República e dia 8 de dezembro, Dia de Nossa Senhora da Conceição. Lojas e shoppings funcionarão em horário especial. Haverá lojas de rua que poderão chegar a ampliar o horário de abertura.

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TIM investe em 5G no Recife e passa a cobrir todos os bairros da cidade

O Recife é a primeira cidade do Nordeste e a quarta do Brasil a ter o sinal 5G da TIM em todos os bairros. Já foram instaladas 110 antenas na cidade, número que também coloca a companhia como primeira operadora a oferecer o sinal de quinta geração em todos 94 bairros recifenses. Até o final do ano, a emprea anunciou que chegará ao patamar de 165 antenas 5G instaladas no município. A infraestrutura de 5G na cidade é número oito vezes maior do que o mínimo obrigatório estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Essa aceleração aconteceu também em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Curitiba, locais que a empresa escolheu como estratégicos para avançar na nova tecnologia. Atualmente das 6 mil antenas do País, metade são da Tim. O anúncio foi realizado em cerimônia com a presença de Alberto Griselli, CEO da TIM Brasil, na capital pernambucana. “O Recife é muito relevante para a TIM, tanto no contexto regional, quanto nacional. Temos aqui a sede da companhia no Nordeste, parte relevante da nossa base de clientes e parceiros muito importantes para a nossa operação. Diante disso, nos dedicamos para que o sinal do 5G puro estivesse disponível o mais rápido possível para todas as regiões da cidade. O 5G será um propulsor fundamental para uma grande transformação tecnológica e social, impulsionando negócios e realidades. Queremos colaborar para que essa evolução tecnológica contribua com a vida das pessoas e com a sociedade em diferentes sentidos”. Em Pernambuco, um dos principais exemplos é a parceria com a Stellantis, em Goiana. O projeto, implementado no Polo Automotivo de Goiana (PE), em parceria com a Accenture, é o primeiro piloto 5G standalone da indústria automobilística na América Latina. Implementado em outubro de 2021, o projeto inclui o monitoramento da linha de produção de veículos Stellantis e a sistematização da inspeção de qualidade. O projeto 5G permite a transmissão de dados em tempo real para a operação em nuvem, aproveitando-se da baixa latência e da alta capacidade de transmissão de dados. Desta forma, é possível acelerar o processo de inspeção, mantendo os mais altos níveis de eficiência. No estado, a empresa possui uma presença forte, com mais de 2,7 milhões de clientes, 86 lojas e com a tecnologia 4G atendendo os 185 municípios.

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Espaço Yolo oferece programação no Rec’n’Play

A startup Yolo Coliving, embarcada no Porto Digital, oferecerá uma programação especial durante os quatros dias do festival Rec’n’Play, que vai movimentar o Bairro do Recife na semana que vem. Ao todo, serão mais de 35 convidados conduzindo palestras e rodas de conversa sobre temas ligados às novas tendências em moradia, inovação, sustentabilidade, novos negócios, anywhere office, cultura do compartilhamento, smart cities, entre outros. Um dos debates que vão movimentar o espaço é o “nomadismo life style”, que contará com a participação do executivo português Gonçalo Hall, CEO da NomadX. A empresa é um marketplace europeu criado em 2017 para ajudar nômades digitais a encontrarem acomodações econômicas ao redor do mundo. Os debates e palestras acontecerão entre os dias 16 e 19 de novembro, das 9h às 18h, no terceiro andar do Museu Cais do Sertão, no Espaço Yolo. Inscrições no site https://recnplay.pe/ .

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Grupo Olho D’Água investe R$ 74 milhões em projeto de irrigação, na Zona da Mata

O Grupo Olho D’Água inaugurou no município de Aliança, a 86 km do Recife, a barragem Dr. Murilo Tavares de Melo, que tem capacidade para 17,8 milhões de metros cúbicos de água. A obra é a primeira etapa de um amplo projeto de irrigação de 4 mil hectares, dos quais 1,2 mil hectares serão irrigados por gotejo, e outros 2,8 mil hectares irrigados por aspersão. No total, o grupo prevê investir R$ 74 milhões. A nova barragem faz parte da estratégia do grupo em manter a regularidade das safras otimizando a oferta de água. Com a Barragem Dr. Murilo Tavares de Melo, o grupo assegura a alta produtividade de suas usinas. A empresa já possui a maior barragem privada do Estado, que foi inaugurada em 2003, com capacidade para armazenar 21 milhões de metros cúbicos. O Grupo Olho D’Água possui 50 mil hectares de área agricultável, dos quais 70% já são beneficiados com irrigação. Suas três usinas – Central Olho D’Água (PE), Giasa (PB) e Comvap (PI) – respondem por uma capacidade industrial de moagem 4,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano. Como resultado, produzem 300 mil toneladas de açúcar refinado, cristal e demerara; 170 milhões de litros de etanol, álcool e aguardente; e geram 80 mil MWh de energia ao ano.

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“A baixa renda per capita é o primeiro desafio da região sertaneja”

O empresário Rafael Coelho, vice-presidente da Fiepe, foi um dos entrevistados da semana da Algomais sobre os desafios do desenvolvimento do Sertão. Com negócios na cidade de Petrolina, ele afirma que o grande problema social da região é a baixa renda per cepita da população. Ele avalia que um dos caminhos de desenvolvimento de novos segmentos produtivos locais deve ser observando os potenciais da caatinga, em especial na indústria alimentícia e farmacêutica. Além disso, ele defende o avanço da industrialização de produtos já conhecidos da região, como do pólo gesseiro e da caprinovinocultura. O que o Sr apontaria como os principais desafios para crescimento da indústria nas diferentes microrregiões sertanejas? Nossa região tem diversos desafios. O primeiro é a baixa renda per capita, com uma população esparsa, fazendo os níveis de consumo serem limitados! Algumas áreas ainda sofrem limitações de oferta de água. Esse conjunto de coisas por si só já faz ser difícil desenvolver a indústria, seja pelo isolamento de outras indústrias que se suportam, pela dificuldade na contratação de mão de obra especializada ou para conseguir serviços de suporte à implantação das atividades econômicas. Regiões como a nossa precisam receber apoio de incentivos para que o processo de desenvolvimento seja acelerado e beneficie a todos. Existem novos segmentos industriais despontando ou segmentos tradicionais se reinventando na região? O Sr poderia destacar alguns? Temos que inicialmente pensar no potencial dos produtos nativos da caatinga que podem ser utilizados para diversos fins, seja na indústria alimentícia ou mesmo na indústria farmacêutica. Essa é uma porta que se abre com a pesquisa que devemos explorar – tanto a universidade, quanto os órgãos de pesquisa e mesmo as empresas, devem se interessar por essa nova fronteira. Outra fronteira são os nossos já conhecidos produtos regionais que podem ser industrializados aqui mesmo, gerando riqueza na sua origem. De certa forma as peles caprinas e ovinas seguem esse perfil, bem como a indústria gesseira, que podem se especializar em produtos diferenciados. Há um grande potencial que começa a ser explorado de energias alternativas, que já trazem um impulso econômico, principalmente através das contribuições fiscais ou da renda pelo uso do solo. Essa revolução energética é a grande oportunidade de desenvolvimento atual para o semiárido. Devemos também ter coragem para debater a possibilidade da instalação de centrais nucleares, esse é um ponto sensível, mas que está sendo revisto na Europa e aqui também precisamos analisar com muito acuracidade e sem paixões. É preciso ter o pensamento também para atender as demandas das áreas irrigadas que serão cada vez maiores e mais complexas, no sentido tanto de dar suporte como de processar e industrializar o que for produzido. O volume produzido e a diversidade dos produtos será uma realidade que demandará a parceria da indústria para escoar das mais diversas formas essa produção. Quais as principais demandas de infraestrutura da região atualmente? A construção de uma ferrovia seria relevante para aumentar a competitividade da região? Temos muitas demandas de infraestrutura. No caso do semiárido a execução dos diversos canais levando água do São Francisco para todo o interior do estado de Pernambuco seria uma obra basilar para garantir a prosperidade dessas regiões. Tudo isso sempre agregado ao ensino técnico de bom nível que capacite técnicos para o desenvolvimento dessas regiões. A perspectiva da ferrovia e da hidrovia do São Francisco, fazendo a ligação com o porto e a ligação com as grandes áreas produtoras de grãos do oeste baiano, seriam dois importantes vetores de desenvolvimento para essa região. A possibilidade de transporte confiável a um custo inferior viabilizaria ou tornaria mais competitiva tanto a produção de gesso do Araripe, responsável por quase 95% da produção nacional, quanto por exemplo a produção de proteína animal. No mundo visualizamos um crescimento do conceito ESG. Essa tendência já é uma realidade nas empresas do sertão pernambucano? No aspecto social, o Sr destacaria algum desafio regional a ser combatido ou que está sendo enfrentado? Todas as empresas brasileiras que se propuserem a exportar estarão sujeitas a regras de ESG. Isso já é uma realidade no Vale do São Francisco nas fazendas que exportam frutas, principalmente para o mercado europeu. Algumas redes inclusive possuem suas próprias certificações que precisam ser cumpridas à risca. Na empresa em que trabalho também estamos atrelados a uma certificadora LWG, que incorporam todos esses conceitos. Ou seja no semiárido também estamos submetidos a essa nova ordem. O grande desafio social da nossa região é efetivamente a renda per capita. Somos infelizmente uma das regiões mais pobres do Brasil. O combate à pobreza e à baixa taxa de escolaridade deve ser um desafio para todos nós. Todos precisam ter oportunidade de frequentar boas escolas, estudar e prosperar. Somente com o desenvolvimento econômico conseguiremos trazer o bem estar para todos.

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Francisco Cunha Agenda TGI 1

Agenda TGI analisa os prováveis cenários político e econômico para 2023

Evento com palestra do consultor Francisco Cunha volta a acontecer presencialmente, no Teatro Riomar O que esperar para o mundo, o Brasil, Pernambuco e o Recife após dois anos de pandemia é o eixo que guiará as análises do consultor e sócio fundador da TGI Consultoria, Francisco Cunha, durante sua palestra na Agenda TGI – Painel 2023. O evento retorna ao formato presencial, no próximo dia 22 de novembro, a partir das 19h, no Teatro Riomar. “Estaremos em um ano de transição de governos, na Presidência da República e para o Estado, mudanças que trarão grandes desafios aos novos gestores, política e economicamente. O panorama mundial também passa por perspectivas que exigem cuidado, pedindo atenção ainda minuciosa de todos nós”, antecipa o consultor Francisco Cunha. As inscrições são gratuitas. Os interessados em participar devem realizá-las através do link agenda.tgi.com.br. APRESENTAÇÃO CULTURAL – Nesta edição da Agenda TGI, haverá pela primeira vez uma apresentação cultural, parte do espetáculo Capiba – Pelas Ruas Eu Vou, musical dirigido por Cecília Brennand em homenagem ao compositor pernambucano, nome maior do Frevo no Brasil. A montagem homenageia, ainda, os 30 anos do projeto Aria Social, idealizador do espetáculo. A Agenda 2023 é realizada pela TGI Consultoria em parceria com a Revista Algomais. Serviço: Agenda TGI – Painel 2023Quando: Dia 22 de novembro de 2022Horário: 19hOnde: Teatro RioMar – Av. República do Líbano, 251, PinaInscrição: agenda.tgi.com.brGratuito

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Rodrigo Assuncao presidente da Atiaia Renovaveis ao lado de Henrique Lisboa presidente da Vivix Vidros Planos

Vivix e Atiaia anunciam investimento de R$ 200 milhões para construir parque solar em Goiana

Foto: Rodrigo Assunção, presidente da Atiaia Renováveis, ao lado de Henrique Lisboa, presidente da Vivix Vidros Planos. A Vivix Vidros Planos e a Atiaia Renováveis, empresa de geração e comercialização de energia renováveis, anunciaram a construção da Unidade Geradora Fotovoltaica (UFV) Maravilhas I em Goiana. A usina solar terá 27,5 megawatts (MW) de potência instalada e atenderá 100% do consumo de energia elétrica da fábrica da Vivix. O projeto, que terá investimento na ordem de R$ 200 milhões, também contemplará a necessidade energética da segunda planta indústria (com a Maravilhas II), que tem previsão de ser inaugurada no segundo semestre de 2025. Ao todo, Complexo Maravilhas terá 227 MW de capacidade instalada e reúne as unidades UFV Maravilhas I, UFV Maravilhas II, UFV Maravilhas III e UFV Maravilhas V. A Unidade Geradora Fotovoltaica (UFV) Maravilhas I, que atenderá a Vivix, entrará em operação em janeiro de 2024, em um terreno com área útil de 85 hectares. A área, pertencente à Atiaia Renováveis, está situado a 1,6 Km da fábrica da Vivix. O local é uma das três melhores regiões de irradiação solar de Pernambuco. .“Para a Vivix é de extrema importância manter o compromisso com a proteção do meio ambiente, prezando pelo desenvolvimento sustentável e responsável em toda a nossa indústria. A energia é insumo muito importante na indústria e precisa de confiabilidade de entrega. Por isso estamos indo para esse modelo, em um contrato de longo prazo com Atiaia. O projeto traz uma atratividade econômcia para nós, ao mesmo tempo em que caminha neste sentido de incentivando outras indústrias a trilhar o caminho de serem empresas amigas do meio ambiente”, afirma Henrique Lisboa, presidente da Vivix. A empresa deve fechar 2022 com um avanço no faturamento entre 15% e 18%, segundo o empresário. “Esse tema da transição energética e migração para energia gerada através de fontes renováveis é importante para o Grupo Cornélio Brennand como todo (ambas as empresas integram o grupo). Explorar a possibilidade de gerar energia através da fonte solar faz todo sentido para a gente. Já estamos trabalhando próximo a 2 anos na maturação do desenho desse projeto, buscando além do objetivo ambiental e sustentabilidade, trazer bastante confiabilidade de geração para Vivix. Isso motivou as empresas a olharem para essa oportunidade”, afirmou Rodrigo Assunção, presidente na Atiaia Renováveis. Com sede no Recife, a empresa possui atualmente 9 pequenas centrais hidrelétricas pelo País, sendo uma em Pernambuco. Em 2022, ela prevê um crescimento de faturamento de 10% e de 12% para 2023.

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Produção industrial de Pernambuco cresce 2% em setembro

(Do IBGE) Pernambuco foi um dos poucos locais que apresentou alta na produção industrial em setembro, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM), divulgada nesta terça-feira pelo IBGE. O estado ficou na segunda posição entre as 15 localidades pesquisadas, com avanço de 2% na comparação com o mês de agosto. O resultado é explicado principalmente pelo açúcar, visto que aconteceu o retorno da safra do produto no Nordeste e a indústria pernambucana sofre grande influência desse setor em sua produção. A nível nacional, o Ceará foi o estado com a maior porcentagem (3,7%). Tais resultados puxaram para cima os números da Região Nordeste, cujo aumento no volume de produção da indústria foi de 0,6%, compensando a queda de 1,3% da Bahia. Na comparação entre setembro de 2022 e o mesmo período do ano passado, Pernambuco está em posição intermediária, em sétimo lugar, com aumento de 1,7%; no Brasil, houve um aumento menos intenso, de 0,4%. Por outro lado, a variação acumulada de janeiro a setembro em relação ao mesmo período de 2021 apresentou retração de 2,9%, acompanhando o resultado nacional (-1,1%). A variação acumulada em 12 meses (de outubro de 2021 a setembro de 2022) também teve variação negativa (-3,9%), assim como ocorreu com o Brasil (-2,3%). Metalurgia foi a atividade industrial que mais se destacou na comparação entre setembro deste ano e o mesmo período de 2021 Em setembro de 2022, sete das 12 atividades industriais pesquisadas tiveram resultados positivos em comparação ao mesmo mês de 2021. O maior destaque ficou com Metalurgia, com alta de 52,7%, seguido pela Fabricação de outros veículos de transporte, exceto veículos automotores (45,7%). Em terceiro lugar, está a Fabricação de produtos químicos (26%). Já os piores resultados do período ficaram com Fabricação de Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-65,4%), Fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15,6%) e Fabricação de celulose, papel e produtos de papel (-11,7%), empatado com Fabricação de produtos têxteis. A variação percentual acumulada de janeiro a setembro de 2022 frente ao mesmo período de 2021 deixou na liderança a Fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (43,4%). Na sequência, está a Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de perfumaria e higiene pessoal (6,7%). Os índices mais desfavoráveis ficaram com a Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-23,8%) e Fabricação de produtos têxteis (-21,3%). No acumulado dos últimos 12 meses, em comparação com o mesmo período do ano anterior, Fabricação de outros veículos de transporte, exceto veículos automotores continua na frente (39,8%). No segundo lugar, está a Fabricação de produtos alimentícios (5,5%). A Fabricação de produtos têxteis, por outro lado, apresenta a maior queda (-24,4%), junto com Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-19,3%).

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