Economia

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Fecomércio-PE: 81,5% das famílias do Estado se dizem endividadas

(Da Fecomércio-PE) Segundo recorte local feito pela Fecomércio-PE, no mês de agosto o percentual de famílias que se declaram endividadas no estado de Pernambuco voltou a apresentar tendência de elevação. Após estabilizar em 78,7% no mês de julho, o percentual avançou para 81,5%. O tempo médio de duração das dívidas não sofreu mudança com relação a julho, permanecendo em 7 meses e meio, assim como a parcela média da renda comprometida com as dívidas, que persistiu em 30% no mês de agosto. O percentual de famílias com contas em atraso, por sua vez, ficou estagnado em agosto, permanecendo no patamar de 27,1%, após quatro meses consecutivos em queda. Já o percentual de famílias que se declaram sem condições de quitar as contas em atraso recuou 0,5 ponto percentual em relação ao mês de julho, totalizando cinco meses de retração nesse indicador. Pernambuco: Percentual de famílias, segundo as situações de endividamento (valores em % do total de famílias) – agosto/2021 a agosto/2022 Fonte: CNC. O percentual de famílias que citam o cartão de crédito na composição das dívidas, seguiu apresentando tendência de elevação. No mês anterior, o percentual já havia passado de 91% para 94%, revertendo a trajetória de redução que se observou de janeiro até junho. Agora, em agosto, o patamar chegou a aproximadamente 95%, denotando que a situação financeira das famílias tende a exigir maior uso do crédito para consumo imediato, visando sustentar a capacidade de consumo no segundo semestre. Pernambuco: Proporção de famílias envidadas segundo o tipo de dívidas (% em relação ao total de famílias endividadas) – julho/2022 e agosto/2022 Fonte: CNC. Configurando o quadro de endividamento em agosto, observa-se aumento em todos os níveis de percepção, tanto de famílias que se declaram “muito endividadas” (de 16,9% para 18%) quanto no percentual de famílias que se declaram “pouco endividadas” (de 25,9% para 27,4%), bem como das que se declaram “mais ou menos endividadas” (de 35,9% para 36,1%). Pernambuco: Proporção de famílias segundo a dimensão do endividamento (% em relação ao total de famílias) – agosto/2021, julho/2022 e agosto/2022 Fonte: CNC.

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Temas desconsiderados pelos presidenciáveis podem comprometer futuro do Brasil

Os candidatos à Presidência nas eleições em 2022 têm priorizado os temas urgentes do presente — inflação, fome, desemprego — e deixado de lado temas do futuro. Contudo, se não tratados agora, pautas como transição demográfica e transformação do mercado de trabalho, por exemplo, podem se transformar em problemas de mesma dimensão e importância. A transição demográfica acelerada é a mais impactante das pautas do futuro não tratadas pelos presidenciáveis. Estimativas do IBGE demonstram que, na década de 2030, o Brasil terá mais idosos do que jovens e que a população começará a diminuir de tamanho (veja a figura). A causa é a ocorrência simultânea de dois fatores, que também se potencializam: aumento da expectativa de vida e diminuição da taxa de natalidade da população. A expectativa de vida do brasileiro tem aumentado gradativamente. Na década de 1940, era em média 45,5 anos, passando para 76 anos em 2018. A partir de 2042, a projeção do IBGE aponta que a expectativa média de vida no Brasil deve ultrapassar o patamar dos 80 anos, podendo chegar a 82,47 na região Sul e 84,49 em Santa Catarina, em 2060. Isso é fruto, de uma forma geral, do aumento da qualidade e do alcance dos tratamentos de saúde. O segundo fator é a queda contínua da taxa de natalidade no Brasil. Entre 1940 e 1960, a média era de 6,2 filhos por mulher, hoje essa taxa tem registrado 1,7, abaixo do que seria necessário para a reposição da população, que é de 2,1. Em alguns estados, como o Piauí, a redução seria realidade já em 2032. Em Pernambuco deve acontecer apenas em 2044. Na média nacional, a reversão deve ser conferida a partir de 2048. A grande consequência da acelerada transição demográfica da população brasileira é que vamos envelhecer e diminuir o crescimento populacional antes de chegar a um padrão de bem-estar social elevado. Isto é, teremos expectativa de vida de países mais ricos, porém proteção social insuficiente para o novo perfil de cidadão: um em cada quatro brasileiros terá 60 anos ou mais em 2040. Haverá aumento do gasto público com assistência à saúde devido à elevação da quantidade de procedimentos complexos, como o tratamento do câncer. Por consequência, deve ocorrer também o crescimento da frequência de atendimentos e maior tempo de internação. Uma nova reforma da previdência pública também será exigida, pois a conta não fecha quando há mais pessoas para se beneficiar e menos pessoas para contribuir. Sobre a transformação do mercado de trabalho, o rápido avanço da automação nas empresas, caracterizada pelo combo “IA-robotização-conectividade”, substituirá humanos na maioria das atividades pesadas e repetitivas. O Laboratório do Futuro, da COPPE-RJ (Pós- -Graduação e Pesquisa de Engenharia), avaliou que 60% dos empregos no Brasil devem ser impactados pela inteligência artificial nas próximas décadas. Os trabalhadores mais vulneráveis e de baixa qualificação serão os mais afetados. Isso indica um cenário de desemprego estrutural em que haverá sobra de vagas para trabalho qualificado e falta de trabalhadores aptos para preenchê-las. Esse será um dos principais desafios dos governantes nos próximos anos, pois o sistema educacional brasileiro, de uma forma geral, não prepara atualmente os jovens para o trabalho do futuro. E uma mudança como essa consome muito tempo e já deveria ter começado para produzir frutos daqui a 10 anos, por exemplo. Com desemprego estrutural, uma consequência direta é a diminuição da renda média do trabalhador, que gera queda no consumo das famílias, afetando o crescimento econômico. Haverá também a necessidade de aumento do gasto público com programas sociais de renda mínima. E, por outro lado, a diminuição da arrecadação com encargos trabalhistas, afetando mais uma vez a previdência pública. Como vimos, a falta de debate e de propostas para enfrentar a transição demográfica acelerada e a transformação do trabalho pode levar o País a apagões na saúde, na educação e na economia. O presente que queremos no futuro é aquele que construímos no passado. E não estamos construindo neste momento. Nesse sentido, o círculo vicioso da visão de curto prazo dos presidenciáveis é a principal ameaça ao futuro do Brasil.

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Painel Mensal da Agenda discutiu as expectativas sobre as Eleições 2022

A tradicional Agenda TGI, maior evento empresarial de final de ano de Pernambuco, promove agora paineis mensais em formato digital. Na segunda edição do Painel Mensal da Agenda TGI, Francisco Cunha tratou sobre “O que esperar das eleições?”. Antes de tratar do pleito eleitoral, o consultor trouxe a preocupação da insustentabilidade do modo atual de produção e consumo planeta. Ele alerta como as mudanças climáticas ameaçam o mundo, caso mantenha a mesma direção de uso excessivo dos recursos naturais. Após navegar por dificuldades críticas globais, com a manutenção da guerra da Rússia e Ucrânia e com o avanço da inflação mundial, Francisco Cunha destacou que no Brasil há um cenário econômico positivo em 2022. O crescimento do PIB, puxado pelo comércio e serviços represados na pandemia, e a melhora da balança comercial são as principais notícias do semestre. “O número de desempregados caiu abaixo de 10 milhões desde 2016. Essas foram as boas notícias”. Apesar de alguns bons indicadores econômicos em 2022, Francisco Cunha tratou de uma pergunta: “Porque o PIB cresce e há uma sensação de mal estar persistente no Brasil?” A criação de empregos mais precários e a fraqueza da renda são alguns dos motivos que explicam esse sentimento da população. Há indicadores elevados ainda de miséria no País e de fome na base da pirâmide social. O QUE ESPERAR DAS ELEIÇÕES? “Mais uma vez estamos fazendo uma campanha presidencial sem que se discutam questões essenciais. Os debates foram levados a questões de costumes, religião e acusações. Temas que não não essenciais, mas superficiais. Temos hoje mais de 60% da população em insegurança alimentar leve. Com isso não podemos dizer que a economia está indo bem. São 33 milhões de insegurança grave”, afirmou o consultor. Ele destacou vários indicadores que expõem as dificuldades sociais e econômicas, com níveis enormes de misérie e pobreza, principalmente na metrópole. “Nada disso está sendo discutido nos debates eleitorais. Nesse momento, a batalha contra a fome e a pobreza é mais importante que a bataha contra a desigualdade social. Regredimos quase três décadas”. “Pernambuco representou o maior aumento da pobreza, entre 2019 e 2021 no Brasil. Foi o Estado onde a pobreza mais cresceu, segundo o estudo da FGV Social. Pernambuco é também o quarto lugar no Brasil em população de pobres em 2021, com 50,32% dos pernambucanos considerados pobres”, afirmou Francisco Cunha. Para o Estado, o consultor destacou uma declaração de Visão para 2037, que foi enviada pela TGI e Algomais para os candidados ao Governo de Pernambuco neste ano, bem como o desafio da próxima gestão estadual. No agregador das pesquisas apresentadas na última semana, Francisco Cunha destacou a 12% de diferença entre Lula e Bolsonaro, mas também o crescimento das demais candidaturas. Apesar da vantagem, ele aponta a perspectiva do segundo turno, ancorada pelas medidas de incentivo econômico que foram aprovadas pelo congresso. “Conclusões parciais: O problema do acrescimento global é sério, como se mostram os eventos do clima mais próximos uns dos outros. A economia do mundo tende diminuir acentuadamente em 2023. Nas eleições presidenciais, o cenário de hoje sinaliza um segundo turno onde deve se dar “guerra do fim do mundo” no País. Em Pernambuco, tudo indica haver segundo turno entre a primeira colocada e quem conseguir se firmar na segunda posição. Tudo indica hoje que o segundo será Marília Arraes e um dos quatro demais candidatos”. Para participar da próxima edição do Painel Mensal da Agenda TGI, assine a Algomais: assine.algomais.com

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Tiago Farias

Empresa recifense promove hackathon em parceria com a Siemens

A TrueChange vai promover no dia 16 de setembro um hackathon virtual em parceria com a Siemens. A 2ª edição do Low Hack será intitulada Low-code para o Bem, tendo o objetivo de fomentar o crescimento da comunidade Mendix no Brasil (plataforma low-code nº 1 no mundo), além de movimentar estudantes e profissionais de tecnologia engajados no universo da plataforma. Para participar, os interessados podem se inscrever até o dia 06/09, no site: www.truechange.com.br/low-hack. O Low Hack desafia os participantes a construírem soluções que gerem impacto positivo ao mundo. Eles deverão desenvolver um app em torno de um dos temas dos ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) do Pacto Global da ONU, utilizando a plataforma Mendix. Aquele que criar o melhor aplicativo ganhará uma vaga efetiva para trabalhar na TrueChange, um Oculus Quest 2 de realidade virtual com 128 gigabytes e 6 gb de memória RAM, uma Low Hack gift box e um certificado de participação equivalente a 55 horas complementares. “O Low Hack desafia a comunidade a construir soluções que proporcionem diferentes impactos positivos ao mundo. Essa é uma oportunidade para quem gosta de pensar à frente do tempo e quer desenvolver apps com a tecnologia do futuro: o low-code. Nosso propósito é estimular boas ideias e descobrir novos talentos, conectando pessoas, soluções e o porvir. Se você está se perguntando o que é low-code, destaco nesta frase: trata-se do futuro do desenvolvimento de software’’, afirma Tiago Farias, CO-CEO da TrueChange.

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Maersk anuncia investimento de R$ 2,6 bilhões em novo terminal de contêineres de Suape

O Complexo de Suape recebeu um anuncio bilionário da dinamarquesa Maersk. Vencedora do leilão de parte da área do Estaleiro Atlântico Sul, a empresa investirá o montante de R$ 2,6 bilhões para a construção de um Terminal de Uso Privado da APM Terminals (subsidiária do grupo). O início das obras do novo terminal de contêineres acontecerá ainda neste semestre, mas a previsão de operações é apenas para o ano de 2026. Serão gerados 350 postos de empregos diretos. Quando iniciar as operações o TUP da APM Terminals terá capacidade de movimentação de 400 mil TEUS (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). Porém, a empresa pode atingir a marca de 1,3 milhão de TEUS anuais. Para ter ideia do impacto do empreendimento no completo, em 2021 Supe movimentou 518 mil TEUS. “A chegada da Maersk vai consolidar ainda mais Suape como um dos principais portos do País. Trabalhamos intensamente pela atração de novos investimentos para Pernambuco e obtivemos mais esse êxito”, afirmou o governador Paulo Câmara. O novo empreendimento ocupará uma área de 49,2 hectares e faz parte do trabalho de “revocacionamento” dos estaleiros do cluster naval, que entraram em crise nos últimos anos. O terreno utilizado pela Maersk pertencia ao Estaleiro Atlântico Sul e foi arrematado em um leilão, quando a gigante dinamarquesa superou a oferta de R$ 455 milhões. A expectativa do diretor- presidente de Suape, Roberto Gusmão, é que esse investimento amplie as conexões do porto pernambucano com os principais portos do mundo, além de incrementar a movimentação de cargas de cabotagem (entre portos nacionais), setor no qual Suape já é líder no Brasil. “Essa novidade, juntamente com diversos projetos realizados ao longo destes anos, buscam tornar o porto mais competitivo e atraente para novos negócios nacionais e internacionais”, afirmou Gusmão. O diretor de Desenvolvimento da Região das Américas APM Terminals – Grupo Maersk, Leonardo Levy, ressaltou a importância da cadeia global do Porto para as cargas de cabotagem. “Temos uma grande expectativa de que, com mais competitividade e eficiência, os exportadores e os importadores vão reagir trazendo mais linhas de navegação diretas, conectando a Ásia e a Europa diretamente ao Porto de Suape”, concluiu.

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JPT 2020 02 Thiago Cavalcanti e Go Dronne

Grupo pernambucano investe R$ 75,5 milhões em expansão do Japaratinga Lounge Resort

A Amarante está investindo R$75,5 milhões Japaratinga Lounge Resort, que passará a ter 310 apartamentos, espaço wellness, restaurantes e parque para cachorros. O novo bloco conterá 80 apartamentos e tem previsão de inauguração no segundo semestre de 2023. “O produto vai ficar ainda mais atrativo para o público, pensamos em cada detalhe, analisando todas as opiniões dos hóspedes e identificamos as oportunidades de inovação”, explica o Diretor de Engenharia e Desenvolvimento, Felipe Grisi. A construção do novo bloco no Japaratinga Lounge Resort faz parte do calendário de expansão que a Amarante prevê para o Salinas Maragogi e Japaratinga Lounge Resort. No final de 2021, o novo bloco do Salinas Maragogi, o Vitória-Régia, foi inaugurado, dando início ao projeto de expansão da Amarante. Após a chegada do novo bloco, o resort passou a ter 344 apartamentos. A Amarante investiu R$12 milhões no novo bloco do Salinas Maragogi.

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Jala University

Jala University contrata profissionais da área da tecnologia e professores de inglês

A Jala University, universidade latino-americana recém-chegada ao Brasil e com primeiras turmas previstas para janeiro de 2023, está contratando profissionais da área de TI (Tecnologia da Informação) e professores de inglês para ministrar disciplinas do curso de Engenharia de Software. Com remuneração paga em dólar, os professores contratados terão carga horária de, no máximo, 6 horas diárias. Já o ensino acontecerá de forma remota e ao vivo durante os turnos da manhã e tarde. As vagas estão abertas para brasileiros aptos a ministrar aulas de inglês, comunicação, banco de dados, cálculo, programação, lógica, matemática, sistemas operacionais e desenvolvimento de software. Preferencialmente, serão contratados profissionais com doutorado ou mestrado, mas as oportunidades também estão abertas para especialistas. Nas vagas da área de tecnologia, ter conhecimento em inglês será considerado um diferencial. No total, estão disponíveis mais de 20 vagas para contratação. Quem se interessar deverá enviar o currículo para o e-mail jobs@jala.university. Para tirar dúvidas, é possível contatar a Jala University por meio do WhatsApp no número 81 99612 5252. ESTUDOAlém das oportunidades para os profissionais, a Jala University também está com seleção aberta para a primeira turma do curso de Engenharia de Software. No total, estão disponíveis 60 vagas para alunos de todo o país. Os jovens selecionados para o curso terão contratação garantida como engenheiros de software. As vagas estão abertas para estudantes com idades entre 17 e 24 anos – ou menores de 17 anos, mas que estejam cursando o último ano do Ensino Médio. Para garantir o máximo de aproveitamento, os alunos receberão uma bolsa de estudo integral e um notebook de última geração para a realização da formação, que terá duração de quatro anos. Durante o curso, os estudantes também terão aulas de inglês, permitindo o certificado de proficiência até o nível C2 (pleno domínio da língua), e um estágio garantido na área da indústria. Para se candidatar, é necessário que o aluno realize o pré-cadastro no site da Fundación del Saber, empresa que promove a formação de profissionais qualificados, através da introdução de talentos em universidades com ensino teórico-prático utilizado na indústria de software, e responsável pela captação de fundos para a viabilização das bolsas de estudos.

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NovoAtacarejo

Novo Atacarejo abre 300 vagas de emprego no interior

Novo Atacarejo abre 300 vagas de emprego para Timbaúba A rede pernambucana Novo Atacarejo abriu o processo seletivo para a contratação de pessoal para nova loja, que será inaugurada, até o final do ano, no município de Timbaúba, na Zona da Mata Norte. Estão sendo oferecidas 300 vagas de emprego para as diversas áreas. Entre elas, açougue, mercearia, hortifruti, perecíveis, padaria, manutenção, recursos humanos, administrativo, caixa, financeiro, atendimento, informática, depósito, gerência e prevenção e perdas. Os interessados já podem se inscrever no processo seletivo, até o próximo dia 09 de setembro, pelo link: https://novoatacarejo.jobs.recrut.ai/#openings.

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Fecomércio-PE: confiança empresarial inicia positiva no segundo semestre

(Da Fecomércio-PE) A confiança dos empresários do comércio pernambucano seguiu em alta no mês de agosto. É o que aponta o recorte local, feito pela Fecomércio PE, com base no índice ICEC, calculado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Entre julho e agosto o ICEC-PE cresceu 1,2%, alcançando o patamar de 121,8 pontos. Com esse resultado, o índice está mais próximo do nível de confiança observado em março de 2020, quando ainda registrava 123,9 pontos. O resultado de agosto foi influenciado, principalmente, pela expectativa sobre o ambiente de negócios nos próximos meses (IEEC), que alcançou 150,3 pontos em agosto, embora o componente que avalia a situação atual do ambiente de negócios (ICAEC) também registre variação positiva, porém pouco expressiva, de 1,1%, chegando então a 105,8 pontos. Pernambuco: ICEC, consolidado e componentes (valores em pontos) – agosto/2020 a agosto/2022 (100 = indiferença; avaliação positiva > 100; avaliação negativa < 100) Fonte: CNC. O componente que avalia as intenções de investimento dos empresários, por outro lado, ficou estagnado em 109,4 pontos, indicando que apesar de existir uma visão positiva para o segundo semestre os empresários ainda se mostram cautelosos quando o assunto é ampliação da capacidade de atendimento. Segundo a CNC, o avanço do otimismo no setor tem como pontos de apoio as medidas de suporte a renda sendo implementadas até o final do ano, que tendem a melhorar o nível de rendimentos no segundo semestre, para o qual existe grande expectativa sobre o retorno irrestrito das festividades e atividades sociais. Outro ponto trata-se do movimento de desaceleração da inflação nos últimos dois meses. Embora itens essenciais e pouco sensíveis ao comportamento da renda, como os alimentos e materiais de higiene, continuem pesado sobre o orçamento familiar, a perspectiva é de que nos próximos meses, segundo aponta o relatório Focus (Banco Central), a inflação continue em queda, ficando em torno do patamar de 7% em dezembro, depois de atingir 12% em abril. Esses fatores têm influenciado positivamente a percepção dos empresários para o ambiente de negócios do estado do final de ano, a despeito do desempenho que vem apresentando, até o momento, o volume de venda do varejo no estado. Com efeito, os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (IBGE) registram que nos últimos 12 meses, apenas o mês de março deste ano teve crescimento quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Nos próximos meses, a expectativa do empresariado local é de que os mesmos motivos que vêm sustentando o otimismo apontado na pesquisa do ICEC se convertam em melhores números para o setor.

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Trabalhador foto Aluisio Moreira SEI

Pernambuco teve o melhor mês de julho desde 2010 na geração de empregos

O crescimento percentual no estoque de empregos do Estado supera a média nacional (Do Governo de Pernambuco) Pernambuco teve o melhor mês do ano na geração de empregos e o melhor julho desde 2010. No mês passado, 49.118 pessoas foram admitidas e 40.005 desligadas, deixando um saldo positivo de 9.113 postos de trabalho, uma variação relativa de 0,70% ante o mês passado, maior que a média do Brasil (0,52%). Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta segunda-feira (29.08). Em 2010, quando o Brasil vivia o pleno emprego, o Estado gerou 9.746 empregos, número semelhante aos dados deste ano. O crescimento acima da média nacional é resultado de uma série de investimentos e da atração de grandes empresas para Pernambuco. “A tendência é avançarmos ainda mais, pois somente neste mês de agosto já injetamos R$ 370 milhões em obras por todo o território estadual, em áreas que vão da infraestrutura à educação. Também conseguimos iniciativas de grande porte do setor privado, como o primeiro frigorífico industrial da Masterboi no Nordeste, que começou a funcionar em Canhotinho, no Agreste, e a nova fábrica de baldes plásticos da Fibrasa, em Abreu e Lima, no Grande Recife. Continuaremos investindo e captando empresas para trazer cada vez mais emprego para os pernambucanos e desenvolvimento para o Estado”, destaca o governador Paulo Câmara. No acumulado do ano, de janeiro a julho, o saldo positivo na geração de empregos no Estado atingiu 15.600 profissionais. Para se ter uma ideia, no mês de julho de 2020, durante o auge da pandemia, Pernambuco gerou 5.425 empregos. Naquela época, havia um estoque de 1.143.978 postos de trabalho. Isso significa que, de lá para cá, o estoque de empregos formais aumentou 163.365, mesmo considerando o impacto imposto pelo isolamento social. “Em julho, todos os segmentos da economia tiveram resultados positivos em Pernambuco, com os primeiros lugares para a indústria (2.764), serviços (2.590), construção (1.679), comércio (1.067) e agropecuária (1.013). No mês passado, os municípios que mais se destacaram na geração de empregos foram Recife (2.389), Petrolina (1.133) e Cabo de Santo Agostinho (1.001). Este período marca o início do ciclo de sazonalidade positiva da geração de emprego no Estado, como mostra a série histórica”, frisou o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes. O Novo Caged apresenta também números de Jovem Aprendiz. Foram 393 jovens contratados neste mês, 51 a mais do que em junho passado. BRASIL – De acordo com o Novo Caged, o emprego celetista aumentou em julho de 2022, registrando saldo de 218.902 postos de trabalho. Esse resultado decorreu de 1.886.537 admissões e de 1.667.635 desligamentos. O estoque, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, em julho de 2022 contabilizou 42.239.251 registros, o que representa uma variação positiva de 0,52% em relação ao estoque do mês anterior. No acumulado de 2022, foi registrado saldo de 1.560.896 empregos, decorrente de 13.554.553 admissões e de 11.993.657 desligamentos (com ajustes até julho de 2022).

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