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Innovation Meeting discutirá inovação e tecnologia no Recife

Nos dias 18, 19 e 20 de agosto, Pernambuco será palco do Innovation Meeting BRASIL 2022. O encontro promete reunir 150 executivos de empresas de todo Brasil. Realizado pela Optimize Group, o encontro irá reunir, no Atlante Plaza, no Recife, com a proposta de proporcionar aos participantes troca de experiências e geração de ideias sobre os desafios atuais e principalmente de como potencializar o lado humano na era da aceleração digital. Temas como nuvem, Internet das Coisas (IoT), BigData, IA, Proteção de dados, Segurança digital, Outsourcing e RPA estão entre os destaques da programação do Innovation Meeting BR. “O Innovation Meeting BR 2022 é um grande encontro entre um público altamente seleto e qualificado com um grupo igualmente exclusivo de fornecedores de soluções de gestão, tecnologia da informação e telecomunicações”, afirma André Navarrete, presidente do Optimize Group. Navarrete diz que, em tempos de crise e de uma intensa transformação causada pela digitalização de processos e práticas, um dos principais objetivos do Innovation Meeting BR é gerar insights relevantes para os executivos através do acesso a informações de alto nível, troca de conhecimentos e experiências, além da oportunidade de fortalecer o networking. “Com um cenário econômico mais claro e favorável, as companhias vão acelerar os investimentos para voltar a crescer com a maior velocidade possível, pois, precisarão atender a uma demanda que hoje está reprimida devido à situação da economia. E falar em crescimento, com sustentabilidade, é falar em tecnologia e em inovação. Estar preparado para oportunidades e mover-se com agilidade é essencial. Fornecedores e consumidores de Soluções de Gestão e Tecnologia precisam estar prontos para agir, aproveitando o melhor momento para investir”, diz o realizador do encontro, defensor da utilização das tecnologias sem esquecer o lado humano das relações.

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A Inteligência Artificial mudou a Política?

*Por Rafael Toscano Em um passado não tão distante, os candidatos tinham ferramentas limitadas para avaliar os sentimentos e opiniões do seu eleitorado, sobretudo em tempo real. Na maioria das vezes, tinham que confiar na experiência e instinto, o famoso faro/tato político. Com o advento do big data e sua aplicação em campanhas eleitorais, tudo mudou. Um caso emblemático foi a eleição presidencial de 2008 nos Estados Unidos, que primeiro contou com a análise em larga escala de dados de mídia social, que foi usada para melhorar os esforços de arrecadação de fundos e coordenar ações de voluntários. No presente, o próximo nível dessa transformação digital envolve a integração de sistemas de inteligência artificial (IA) em campanhas eleitorais, juntamente com quase todos os outros aspectos da vida política. Assim, as soluções de inteligência das máquinas estão sendo cuidadosamente implantadas em campanhas eleitorais para envolver os eleitores e ajudá-los a se informarem melhor sobre as principais questões políticas. Entretanto, à medida em que nos aproximamos de um clima eleitoral em que tudo, desde as opiniões, segmentação do eleitor e o engajamento de conversas, pode ser automatizado, precisamos nos perguntar: estamos colocando nossa democracia em risco ao confiar demais nos sistemas de IA? Até onde devemos ir na integração das máquinas ao lado humano da democracia? Essas questões éticas são especialmente pertinentes, dada a recente exposição do lado sombrio das tecnologias de campanha no referendo do Brexit e nas eleições presidenciais de 2016 nos EUA. Em particular, há evidências que sugerem que as tecnologias alimentadas por IA têm sido sistematicamente e intencionalmente mal utilizadas para manipular os cidadãos. Esta é uma tendência inquietante e assustadora. A guerra informacional obviamente não é um fenômeno novo. Mas, a natureza e a escala da propaganda computacional são simplesmente sem precedentes. De fato, a aplicação nefasta da IA ​​no campo eleitoral levanta questões muito maiores sobre a instabilidade do sistema político em que vivemos. Uma democracia representativa depende de eleições livres e justas nas quais os cidadãos possam votar com consciência, livres de intimidação ou manipulação. De outro lado, há de se convir que a tecnologia em si não é a raiz do mal, não sendo inerentemente prejudicial em si mesma. As mesmas ferramentas algorítmicas usadas para enganar, desinformar e confundir podem ser aproveitadas para apoiar a democracia e aumentar o engajamento cívico. Afinal, a IA centrada no ser humano na política precisa trabalhar para as pessoas com soluções que sirvam ao bem coletivo. Um cenário alternativo para restringir a propaganda computacional é por meio de maior regulamentação. Regras mais rígidas sobre proteção de dados e responsabilidade algorítmica também podem reduzir a extensão em que o aprendizado de máquina pode ser abusado/subvertido em contextos políticos. Entretanto, a regulação sempre se move mais devagar que a tecnologia. Quando os reguladores finalmente começarem a discutir as bases legais para a IA na política, vamos esperar (esperançosamente) que ainda restem alguns líderes democraticamente eleitos. Rafael Toscano é gestor financeiro, Engenheiro da Computação e Especialista em Direito Tributário, Gestão de Negócios. Gestor de Projetos Certificado, é Mestre em Engenharia da Computação e Doutorando em Engenharia com foco em Inteligência Artificial aplicada.

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Fibrasa anuncia R$ 70 milhões de investimentos em nova fábrica, em Abreu e Lima

O empreendimento prevê a geração de 100 empregos locais e será a segunda unidade do grupo construída no município A Fibrasa assinou hoje o protocolo de intenções para a instalar uma nova fábrica no Polo Empresarial de Abreu e Lima. O novo empreendimento será voltado para produção de baldes plásticos e receberá o aporte privado de R$ 70 milhões. Para a operação, a empresa deve gerar 100 empregos. “Estamos extremamente satisfeitos com a operação em Pernambuco e viemos comunicar o interesse em expandir, além de discutir melhorias para o entorno da fábrica”, afirmou o vice-presidente da companhia, Leo de Castro. “Fico muito satisfeito de poder anunciar mais este investimento, com boas perspectivas de geração de empregos. É o resultado do trabalho proativo do Governo de Pernambuco, que consolida o município de Abreu e Lima e o Litoral Norte como potenciais locais para atração de novos negócios”, declarou o governador Paulo Câmara durante a cerimônia de anúncio do empreendimento. O diretor-presidente da Adepe, Roberto de Abreu e Lima, informou que haverá uma contrapartida por parte do poder público estadual de melhorar da infraestrutura do acesso à fábrica, com investimento na ordem de R$ 1,5 milhão por meio da Adepe. A companhia tem mais de meio século de atuação no setor e opera atualmente já uma planta fabril em Abreu e Lima e outra no Espírito Santo, que juntas processam 25 mil toneladas de polipropileno por ano. O grupo distribui para o Brasil e para a América Latina, junto a indústrias de alimentos, bebidas, pet food, química e sabão.

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Fecomércio-PE: Intenção de Consumo das famílias pernambucanas registra estagnação

O índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), calculado pela CNC, é um indicador que acompanha as tendências no comportamento de compra pelas famílias no curto prazo, baseado em suas perspectivas sobre o mercado de trabalho, renda e acesso a crédito. (Da Fecomércio-PE) Segundo recorte local feito pela Fecomércio-PE, em julho o índice de Intenção de Consumo das Famílias pernambucanas (ICF-PE) continuou avançando na comparação anual, mas ficou estagnado na comparação com o mês imediatamente anterior. O índice permaneceu em 82,4 pontos, demonstrando que o ímpeto de consumo tende a se estagnar diante das incertezas para o segundo semestre de 2022. Nos últimos 10 meses, desde setembro de 2021, o indicador melhorou gradualmente, mas ainda se mantendo abaixo do nível considerado de confiança para o consumo. Esse aspecto vem repercutindo nos resultados do varejo do estado, segundo aponta a Pesquisa Mensal do Comércio realizada pelo IBGE, confirmando que as famílias têm segurado o ímpeto de consumo. Pernambuco: evolução do ICF (valores em pontos) – fevereiro/2020 a julho/2022 Fonte: Pesquisa direta CNC. Elaboração Fecomércio-PE. Na comparação com julho do ano anterior, quando ficou em 66,3 pontos, o ICF-PE avançou 24,3%. Nesta base de comparação, o desempenho positivo foi seguido em todos os componentes do ICF, destacando-se, assim como ocorrido em junho, a percepção sobre o “nível de consumo atual” e para a “perspectiva de consumo”, que registraram mais uma vez variação acima de 30%. Cabe ressaltar que essa percepção positiva quanto ao “nível de consumo atual” e à “perspectiva de consumo” se aplica apenas quando as famílias observam a situação de julho em relação ao mesmo período de 2021, quando a pandemia impactava mais fortemente o mercado de trabalho, pois na comparação com mês imediatamente anterior os mesmos componentes registraram as maiores quedas (-1,7% e -3,1%, respectivamente). Na comparação com o mês imediatamente anterior, ou seja, com junho do ano atual, a maioria dos componentes ficou estável ou apresentou queda. A exceção foi apenas para a avaliação do sobre o ‘emprego atual’, que registrou variação positiva de 2,7%, saindo de 96,7 para 99,3 pontos, ou seja, próximo do patamar de satisfação ou otimismo, que é de 100 pontos. Atualmente, apenas a avaliação sobre ‘compra a prazo’ se encontra no patamar de 100 pontos ou mais, indicando a propensão das famílias para realizar gastos com utilização de recursos de crédito livre, como o cartão de crédito, de modo conseguir manter o nível de consumo. Fato esse que é preocupante, diante do avanço dos juros, que podem comprometer ainda mais a renda futura quando a família não consegue cumprir com os prazos de pagamento. Essa hipótese é corroborada pela trajetória observada no componente que avalia a ‘perspectiva de consumo’, cujo índice registrou o quarto mês consecutivo em queda, de 71,6 em março pontos para 62,1 pontos em julho. Pernambuco: ICF e subíndices – julho/2021, junho/2022 e julho/2022 ICF e Componentes (sub-índices) Jul/21 Jun/22 Jul/22 Variação Mensal * Variação Anual ** ICF Geral 66,3 82,4 82,4 0,0% 24,2% Emprego atual 82,1 96,7 99,3 2,7% 20,9%       Renda atual 78,6 96,2 96,2 0,0% 22,5% Nível de consumo atual 46,3 62,3 61,2 -1,7% 32,3% Compra a prazo 91,0 102,5 103,1 0,6% 13,3% Momento para duráveis 52,4 68,9 68,2 -1,0% 30,2% Perspectiva profissional 67,3 86,1 86,4 0,3% 28,4% Perspectiva de consumo 46,5 64,0 62,1 -3,1% 33,4% Fonte: Pesquisa direta CNC. Elaboração Fecomércio-PE. Nota: * base: mês imediatamente anterior; ** base: mesmo mês no ano anterior.

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OAB-PE lança Banco de Talentos com vagas de emprego já disponíveis

A OAB Pernambuco abre o mês de agosto, Mês da Advocacia, apresentando um lançamento pioneiro em todo o país, o Banco de Talentos da OAB-PE. A plataforma, desenvolvida pela própria instituição, constrói uma ponte entre as advogadas e os advogados autônomos e os escritórios. O lançamento aconteceu na tarde desta segunda (1), na sede da OAB-PE. A plataforma já pode ser acessada no oabpe.org.br.  De um lado, há um cadastro com os profissionais que almejam uma posição no mercado; do outro, uma relação de vagas ofertadas por escritórios que buscam novos profissionais para os seus quadros. Todos que queiram participar, sejam os profissionais, sejam os escritórios, o farão de forma absolutamente gratuita. “Com o Banco de Talentos, a OAB Pernambuco reafirma o seu compromisso com toda a advocacia, com a empregabilidade de cada advogada e advogado”, comemora o presidente Fernando Ribeiro Lins. “A nossa instituição está presente no dia a dia da advocacia, somos todos parceiros e vamos caminhar juntos”, afirma. A plataforma vai interagir principalmente com as advogadas e os advogados autônomos, que representam cerca de 50% da classe em Pernambuco e que enfrentam muitos desafios para gerar renda com a profissão que escolheram. Profissionais de todo o estado, do Litoral ao Sertão, já podem cadastrar os seus currículos. O projeto terá a participação estratégica da Escola Superior de Advocacia de Pernambuco (ESA-PE), que irá oferecer uma série de conteúdos de capacitação para os advogados inscritos no Banco de Talentos. CORRESPONDENTES – O Banco de Talentos também contará com uma área voltada ao relacionamento com escritórios e profissionais de todo o país, através da ferramenta Advocacia Correspondente. Essa funcionalidade possibilita que um escritório ou profissional de outro estado, que esteja com um processo em alguma comarca de Pernambuco, acesse um banco com os nomes dos advogados vinculados à Ordem que atuam no município correspondente. Esse relacionamento proporcionado pelo Banco de Talentos solucionará a necessidade de mão de obra local para a parte do outro estado e irá gerar uma nova oportunidade de rendimento financeiro para a advocacia pernambucana.

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SESI-PE oferece 300 vagas para cursos gratuitos de capacitação profissional

Serão 150 vagas para o curso “A Importância do Feedback” e outras 150 para “Relacionamento Interpessoal no Ambiente de Trabalho”  Investir em cursos de capacitação é se transformar em um profissional com maiores possibilidades dentro do mercado de trabalho. Pensando nisso, o SESI-PE está oferecendo 300 vagas gratuitas para cursos online de capacitação profissional. São 150 vagas para o curso “A Importância do Feedback” e outras 150 para “Relacionamento Interpessoal no Ambiente de Trabalho”. As inscrições devem ser feitas pelo site pe.sesi.org.br na seção “Educação a Distância” até o próximo dia 15 de agosto ou até as vagas serem preenchidas. Os estudantes precisam ter 16 anos ou mais, noções básicas de internet, acesso à internet, e-mail. Após a confirmação da matrícula, o estudante tem até 30 dias para acompanhar os conteúdos e concluir o curso desejado.  Prática comum no ambiente corporativo, o feedback contribui para o crescimento do colaborador como profissional, ajudando na identificação dos pontos fortes e fracos. No curso “A Importância do Feedback”, os estudantes irão aprender o conceito e reconhecer a importância dessa ferramenta nas relações de trabalho. Para isso, serão trabalhados conteúdos como Definição de Feedback; Segredo para uma boa liderança; Por que a maioria das pessoas tem dificuldade em receber feedback?; Por que é tão difícil dar um feedback?; Quando dar feedback?; e O que falar para o funcionário?. A carga horária é de 8 horas.  Já no curso “Relacionamento Interpessoal no Ambiente de Trabalho”, os estudantes também vão compreender e refletir sobre a importância das relações com o objetivo de ter um ambiente de trabalho saudável. Com uma carga horária de 12 horas, o curso aborda temas como O ambiente de trabalho e as relações; Inteligência interpessoal; Percepção: eu e o outro; Comunicação; Escuta; Assertividade; Empatia; Cordialidade; e Ética; Gestão de Conflitos.  Após a finalização do curso, o estudante deverá realizar uma avaliação na plataforma educacional e, ao alcançar 70 pontos ou mais no exame, receberá o Certificado de Conclusão. Para tirar dúvidas ou obter outras informações, basta entrar em contato pelo WhatsApp (81) 8151-8375 ou pelo e-mail educacao.distancia@pe.sesi.org.br. 

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Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 7,30% para 7,15%

(Da Agência Brasil) A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 7,30% para 7,15% neste ano. É a 5ª redução consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (1º), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2023, a estimativa de inflação ficou em 5,33%. Para 2024 e 2025, as previsões são de 3,3% e 3%, respectivamente. A previsão para 2022 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. Em junho, a inflação subiu 0,67%, após a variação de 0,47% registrada em maio. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 5,49%, no ano, e 11,89%, em 12 meses. Os dados de julho devem ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no próximo dia 9, mas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, registrou inflação de 0,13% no mês passado, menor que a de junho (0,69%). Taxa de jurosPara alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para a próxima reunião do órgão, que acontece amanhã (2) e quarta-feira (3), o Copom já sinalizou que pode elevar a Selic em mais 0,5 ponto percentual. Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic suba, neste mês, para 13,75% ao ano, em linha com a sinalização do BC, e encerre o ano nesse patamar. Para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica caia para 11% ao ano. E para 2024 e 2025, a previsão é de Selic em 8% ao ano e 7,5% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da taxa Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbioAs instituições financeiras consultadas pelo BC elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 1,93% para 1,97%. Para 2023, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 0,4%. Em 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente. A expectativa para a cotação do dólar manteve-se em R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2023, a previsão é de que a moeda americana também fique nesse mesmo patamar.

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FIG movimentou R$ 24 milhões de receita turística

Meios de hospedagem registraram uma ocupação média de 87% (Da Secretaria de Turismo de Pernambuco – Foto: Diogo Fernandes) Com uma movimentada programação cultural, o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) atraiu um dos maiores públicos em seus 30 anos de história. O evento movimentou toda a cadeia produtiva do turismo da região no Agreste pernambucano. De acordo com levantamento da Unidade de Pesquisa da Secretaria de Turismo e Lazer e a Empetur, o maior FIG de todos os tempos gerou uma receita turística total de R$ 24 milhões, sendo R$ 16 milhões proveniente de gastos dos turistas e R$ 8 milhões de gastos dos excursionistas. O fluxo total de visitantes, incluindo turistas (dormem no destino) e excursionistas (fazem o famoso bate-volta), foi de 42.190, com destaque para o percentual de turistas (87%), enquanto excursionistas (13%). Já no consolidado da hotelaria, o município registrou uma ocupação de 87% nos 4.890 leitos com uma permanência média de dois dias nos meios de hospedagem e quatro dias para aqueles que ficam em casa de parentes e amigos ou apartamentos/casas de aluguel. O gasto médio individual diário foi R$ 117,20 e 99% dos entrevistados pensam em voltar e recomendariam o FIG. A avaliação geral do FIG foi considerada ótima para 94% e a do município também foi extremamente positiva para 97% dos entrevistados.O pernambucano continua aproveitando o evento seja para passar um final de semana diferente ou curtir as férias de julho. Isso porque 78,11% dos visitantes são de Pernambuco. Fora do Estado, foram registrados grupos de Alagoas, São Paulo, Paraíba e Sergipe. O público do FIG também se renova, uma vez que aproximadamente 40% esteve pela primeira no festival. Para 58% dos visitantes, o FIG foi o principal motivo de viagem. O principal meio de hospedagem utilizado foi casa de parentes e amigos (61%), seguido de hotel (19%) e casa ou apartamento de aluguel (10%). Automóvel foi o principal meio de transporte utilizado para chegar em Garanhuns (84,77%). A Pesquisa do Perfil dos Visitantes e o Perfil Socioeconômico do FIG foi realizada nos dois primeiros finais de semana do evento, nos dias 15 a 17 e 22 a 24 de julho. Já os indicadores de desempenho da hotelaria foram contabilizados para reservas nos três finais de semana do festival.

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Desempenho da pequena indústria melhora, mas matéria-prima preocupa

Panorama da Pequena Indústria foi divulgado hoje pela CNI (Da Agência Brasil) As micro e pequenas empresas brasileiras apresentaram bom desempenho no segundo trimestre de 2022, mas estão preocupadas com a falta ou com o alto custo dos insumos usados como matéria-prima, segundo levantamento divulgado hoje (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o Panorama da Pequena Indústria, há nas empresas de menor porte uma percepção de melhora da situação financeira, na comparação com o mesmo trimestre de anos anteriores. “Os empresários seguem otimistas e as perspectivas para a pequena indústria seguem em patamar positivo”, indica o documento da CNI ao informar que o “desempenho médio do trimestre” em 2022, para a pequena indústria, ficou em 47,4 pontos. O resultado do segundo trimestre está acima do anotado no primeiro trimestre de 2022 (45,5 pontos), bem como da média do segundo trimestre de 2021 (46,5 pontos). Em junho, o índice de desempenho registrou 47,5 pontos, uma alta de 4,8 pontos na comparação com a média dos meses de junho para anos anteriores. O Panorama da Pequena Indústria é um levantamento trimestral que elenca quatro indicadores: desempenho, situação financeira, perspectivas e índice de confiança. Todos os índices variam de zero a 100 pontos. Quanto maior for, melhor é a performance do setor. Matérias-primasA indicação de otimismo, no entanto, vem acompanhada de “preocupação com a falta ou o alto custo das matérias-primas que continua em alta para a pequena indústria”, que aponta esse problema como “desafio para as micro e pequenas indústrias brasileiras”. No segundo trimestre deste ano, a falta ou o alto custo da matéria-prima foi o “problema mais assinalado” com 51,8% das citações no ranking que abrange pequenas empresas dos setores extrativo, de transformação e de construção, seguido de elevada carga tributária (35,8%). Em terceiro lugar, entre os principais problemas enfrentados pela pequena indústria, está a preocupação com “demanda interna insuficiente”. “O problema [de falta ou alto custo da matéria-prima] continua em primeiro lugar para todos os segmentos industriais e, apesar de ter sofrido redução nas assinalações para a transformação (-6,9 pontos percentuais) e para a extrativa e (-6,8 pontos percentuais), o percentual aumentou para a indústria da construção (+5,4 pontos percentuais) no segundo trimestre de 2022”, informa a pesquisa. Finanças e perspectivasPara a CNI, o Índice de Situação Financeira das pequenas indústrias teve “ligeira melhora”, marcando 41,2 pontos no segundo trimestre de 2022, índice que apresenta acréscimo de 0,2 ponto na comparação com o primeiro trimestre. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) para a pequena indústria mostrou “confiança relativamente elevada e disseminada”, uma vez que, desde o início do ano, a confiança “segue oscilando acima da média histórica de 52,8 pontos em torno dos 57,0 pontos”, informou a CNI. Já o Índice de Perspectivas da pequena indústria apontou queda de 0,9 ponto em julho de 2022, passando para 51,3 pontos. Este índice avalia as percepções dos empresários para os próximos meses. O levantamento da CNI é trimestral e tem como base a análise dos dados da pequena indústria levantados na Sondagem Industrial, na Sondagem Indústria da Construção e no Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei). As pesquisas ouvem, todos os meses, cerca de 900 empresários de empresas de pequeno porte.

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Ticiano Gadelha advogado

Direito das Startups será debatido em evento da Amcham Recife

O Comitê Estratégico da Amcham Recife realiza amanhã (02) um evento presencial sobre O Direito das Startups: uma visão prospectiva. Foram convidados para palestrar o advogado especialista em Propriedade Intelectual e criador da Comissão do Direito das Startups da OAB-PE, Ticiano Gadêlha; o advogado Carlos Eduardo Bacelar e João Paulo Rodrigues, diretor de relações institucionais e governamentais da Neoenergia. “Este é um tema muito importante dentro da Propriedade Intelectual e que deve ser levado aos fundadores dessas empresas. As Startups devem buscar a proteção jurídica dos produtos ou serviços que desenvolvem com o registro de suas marcas e patentes. Isso faz com que o negócio tenha um diferencial ativo, oferecendo uma vantagem competitiva no mercado”, explicou Ticiano, que também faz parte da Comissão de Direito da Propriedade Intelectual na OAB Nacional. A palestra será realizada no Business Center da Amcham Recife, no bairro do Pina, a partir das 17h.

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