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6 concursos com salários de até R$ 5,5 mil em Pernambuco

Novos concursos foram abertos nesta semana em Pernambuco. As novidades da nossa lista são a Secretaria Estadual de Saúde e as prefeituras de Ipojuca e João Alfredo. Seguem abertas as inscrições do TJPE, da Câmara de Itaíba e do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia. As seleções oferecem vagas para profissionais de nível básico, médio, técnico e superior. Confira abaixo o quadro de vagas e as informações referentes às inscrições e salários de cada seleção. Tribunal de Justiça de Pernambuco Vagas: 109 Oportunidades: Para o preenchimento de cargos de cargos de técnico judiciário, analista judiciário e oficial de Justiça. Inscrições: Começam no dia 24 de julho e seguem até o dia 24 de agosto no site da organizadora (www.ibfc.org.br) Salários: Os vencimentos variam entre R$ 4.222,45 (médio/técnico) a R$ 5.502,12 (superior). Baixe o edital: TJPE Câmara de Itaíba Vagas: 7 Oportunidades: Vagas de auxiliar de serviços gerais, assistente administrativo, auxiliar de controle interno, técnico em Contabilidade e coordenador de Controle Interno. Inscrições: Devem ser realizadas até o dia 14 de agosto de 2017, pela web: www.contemaxconsultoria.com.br. Salários: Entre R$ 937 e R$ 2,5 mil Baixe o edital: PoderExecutivo(20170622) Conselho Nacional de Técnico em Radiologia (Recife) Vagas: 3 (no Recife, em outros Estados há outras oportunidades) Oportunidades: Para agente fiscal, auxiliar administrativo e técnico em contabilidade Inscrições: Até o dia 14 de agosto no site www.quadrix.org.br Salários: Entre R$ 1.069 e R$ 2.057 Baixe o edital: Edital do Concurso do Conter Prefeitura de João Alfredo Vagas: 17 Oportunidades: Cargos de Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate às Endemias. Inscrições: Até o dia 21 de agosto de 2017, pela web: www.consorcioconiape.pe.gov.br Salários: R$ 1.014 Baixe o edital: Edital da PJA Secretaria Estadual de Saúde Vagas: 30 Oportunidades: Engenheiro civil, engenheiro elétrico, engenheiro mecânico, arquiteto, técnico em eletrotécnica, técnico em refrigeração e técnico em edificações Inscrições: Até 11 de agosto, na Secretaria Estadual de Saúde, situada à Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 Bongi – Recife ou via SEDEX (com aviso de recebimento (AR), encaminhadas à Diretoria Geral de Gestão do Trabalho, situada na Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519, Bongi – Recife/PE CEP: 50.751-530 Salários: Até 4.590 Baixe o edital: Edital na página 60 Prefeitura de Ipojuca Vagas: 72 Oportunidades: contratação de profissionais para atuar no Serviço de Salvamento Marítimo (Salvamar) e no Serviço de Vigilância Patrimonial Rural. Inscrições: Até 11 de agosto no site: www.ipojuca.pe.gov.br Salários: R$ 1.381,50 Baixe o edital: Edital da PMI

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IAV-IDV projeta continuidade da recuperação das vendas no varejo

O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo) de junho fechou com crescimento real (já descontada a inflação) de 2,4%, em comparação com o mesmo período de 2016. Os varejistas estimam a continuidade do crescimento para os próximos meses, com alta nas vendas de 6,4% em julho, 6,8% em agosto e 6,4% em setembro, na comparação anual. Vale ressaltar a importância do IAV-IDV, que consegue antecipar de 30 a 40 dias a tendência de resultados da Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE. O segmento de bens não duráveis, que responde em sua maior parte pelas vendas de super e hipermercados, foodservice, drogarias e perfumarias, apresentou estabilidade real de 0,01% nas vendas realizadas em junho, na comparação anual. Já as projeções para os próximos meses sinalizam crescimento real de 4,7% em julho, 5,5% em agosto e 4,7% em setembro. O setor de semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, apresentou, em junho, crescimento real de 0,9% na comparação anual. A expectativa para os próximos meses é positiva, com projeções de crescimento de 4,4% em julho, 5,0% em agosto e 5,8% em setembro, sempre em relação aos mesmos períodos do ano anterior. O setor de bens duráveis teve, em junho, aumento real de 11,8%, em relação ao mesmo mês do ano anterior. A projeção dos associados para os próximos meses é de continuidade de crescimento, sendo 14,1% em julho, 12,2% em agosto e 12,8% em setembro. A inflação acumulada dos segmentos em 12 meses, em junho de 2017, segundo o IBGE, foi de 0,47% para a categoria de bens não duráveis e de 2,42% para a de semiduráveis. Já para os duráveis houve deflação de 1,20%. Sobre o IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas) Criado em outubro de 2007, o IAV-IDV é um índice que consolida a evolução das vendas efetivamente realizadas pelos associados do IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo), com o intuito de projetar expectativas para os próximos meses e, assim, servir de base de informação para a tomada de decisão dos executivos do varejo. Para se chegar aos números apresentados pelo IAV-IDV, as empresas associadas reportam seus próprios resultados e suas expectativas sobre vendas no futuro. Em seguida, estas respostas são ponderadas de acordo com o respectivo porte de cada empresa, para que se alcance indicadores como o volume de vendas e o faturamento nominal. Os dados extraídos pelo indicador têm permitido uma visualização mais ampla do comportamento do mercado para um período futuro de até três meses. Sobre o IDV O IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) representa 72 empresas varejistas de diferentes setores, como alimentos, eletrodomésticos, móveis, utilidades domésticas, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, material de construção, medicamentos, vestuário e calçados. Atuante em todo o território nacional, o IDV tem como principal objetivo contribuir para o crescimento sustentável da economia brasileira, além do desenvolvimento do varejo ético e formal.  

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Paulo Câmara destaca papel da Sudene para a retomada de crescimento do País

O governador Paulo Câmara participou, na última quinta-feira, da 21ª Reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), realizada no Instituto Ricardo Brennand, no Recife. Durante o encontro, o chefe do Executivo estadual destacou o papel da instituição para a superação da atual crise e para a retomada do crescimento econômico do Brasil. Na ocasião, foram aprovadas a utilização dos Fundos Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) para a atração de empresas ligadas ao setor de defesa e uma nova delimitação da região do Semiárido brasileiro, com a inclusão de 54 novos municípios em decorrência da seca. “Enfrentamos tempos difíceis há alguns anos, e a Sudene tem um papel que pode ajudar o Brasil a voltar a crescer, voltar a gerar emprego e renda a partir de seus fundos constitucionais, sua integração e a possibilidade do crédito para empresas, como muitas conseguiram e tiveram acesso no último semestre. Nós vemos claramente discussões importantes para o futuro do Brasil que envolvem ações com energia renováveis e na área da defesa”, pontuou o governador. Além de Paulo Câmara, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, o ministro Raul Jungmann (Defesa) e representantes dos outros oito Estados do Nordeste estiveram presentes na reunião, coordenada pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. Atualmente, O FNE conta com R$ 14,7 bilhões para o Nordeste. Do montante total, cerca de R$ 2,1 bilhões são destinados para empresas interessadas em atuar em Pernambuco. Projetos de infraestrutura na região ainda podem requerir mais R$ 11,4 bilhões. O FDNE dispõe de R$ 1 bilhão a ser utilizado e o limite a ser pedido pelas empresas depende da complexidade cada projeto. Também foi deliberado na reunião do Conselho que produtores com empréstimos para atividades rurais contratados entre o dia 1º de janeiro de 2012 e 31 de dezembro de 2016 podem, agora, renegociar seus débitos. A medida inclui agricultores na área de atuação da Sudene e tem por objetivo minimizar os impactos na produção e renda de agricultores em regiões atingidas por seca ou estiagem. O superintendente da Sudene, Marcelo José Almeida das Neves, destacou o investimento da instituição nas áreas do Semiárido e na atração de novas tecnologias que possibilitem o desenvolvimento da região Nordeste. “A Sudene tem incentivado todos os projetos que dizem respeito à captação de investimento para a nossa região, e com uma preocupação muito grande em relação ao Semiárido. São cerca de 25 milhões de pessoas que moram em uma região que tem passado por um problema muito sério de seca e que tem se agravado nos últimos anos”, apontou. CONDEL – O Conselho tem como um dos principais objetivos acompanhar e avaliar a execução do plano e dos programas regionais do Nordeste, além de determinar as medidas de ajustes necessárias ao cumprimento dos objetivos, diretrizes e metas do Plano Regional de Desenvolvimento da região. Neste ano, a reunião foi pautada com o tema principal de estruturar projetos voltados para o e desenvolvimento da região do Semiárido, além de votar projetos que contribuam com a necessidade de atrair investimentos das mais variadas áreas para o Nordeste, incluindo também ações para estruturar programas de reaproveitamento de resíduos sólidos (inclusive para produção de energia). (Governo do Estado de Pernambuco)

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Agreste Central recebe R$ 502 milhões, maior investimento do Pernambuco em Ação

CARUARU – O Pernambuco em Ação chega ao Agreste Central e realiza o maior investimento de todas as rodadas do seminário. O governador Paulo Câmara liberou o montante de R$ 502 milhões para a região, com atenção especial à sustentabilidade hídrica – R$ 488 milhões. Somente a ordem de serviço de implantação do Sistema Adutor do Agreste (Lote 5) recebeu R$ 226 milhões, beneficiando dois milhões de habitantes. Para o auditório do Senac lotado de pessoas, o governador anunciou ainda medidas voltadas para os setores de infraestrutura, educação, transportes, agricultura familiar, turismo e cidades. “Vou continuar a trabalhar por um Pernambuco melhor, pelo nosso povo. Meu compromisso não pode ser outro a não ser continuar a fazer parcerias, rodar o Estado e priorizar aquilo que a gente sabe que é importante. Nunca tive tão animado e determinado a trabalhar por esse Estado. Hoje, fizemos anúncios que dialogam com a realidade e necessidade de cada município”, afirmou o governador Paulo Câmara. O gestor estadual destacou que os investimentos em recursos hídricos não vão parar. “Vamos continuar a fazer esforços, pois recursos hídricos são prioridade para o Governo do Estado. Para que a gente tenha condições de levar água para todas as regiões, vamos continuar a, entre outras ações, realizar perfuração de poços e implantação de sistemas de esgotamento sanitário”, assegurou Paulo. A prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, destacou a importância do seminário Pernambuco em Ação, principalmente, em um momento de dificuldade em todo o País. “O momento que vivemos exige de nós mais compromisso com as pessoas, mas a gente não consegue fazer nada sozinho. Precisamos do apoio e da parceria efetiva do Governo do Estado. Por isso, é tão importante o Pernambuco em Ação no Agreste Central, para ouvir as demandas e tirá-las do papel”, frisou a gestora municipal. Para atenuar os efeitos da seca que castiga a região há sete anos, o governador assinou a ordem de serviço para implantar Sistema Adutor do Agreste – Lote 5. A obra consiste na implantação de adutoras para abastecer os municípios de Bezerros, Gravatá, São Bento do Una, Lajedo, Cachoeirinha e Brejo da Madre de Deus, com extensão total de 152km. O prazo para execução da obra é de 720 dias após a emissão da ordem de início dos serviços. O governador também autorizou a licitação para o início das obras da Adutora de Serro Azul, estimadas em R$ 200 milhões, e anunciou que realizará uma audiência pública no começo de agosto. Também na área hídrica, foi inaugurada a primeira etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário de Tacaimbó. Com um investimento de R$ 17 milhões – recursos do Governo do Estado, via Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) – o equipamento contemplará 10 mil pessoas. A também ordem de serviço para o Sistema de Esgotamento Sanitário do município de Sanharó esteve entre os anúncios. Com um valor estimado em R$ 26 milhões, a ação atenderá 25 mil habitantes e tem um prazo de 15 meses para conclusão. As obras não se limitaram aí. Foram dadas ordem de serviço para ampliação e modernização do SES de Caruaru e a requalificação do interceptor, que beneficiará 10 mil habitantes, e para as estações elevatórias de esgotos sanitários Rendeiras II e III, José Liberato I e Boa Ventura. O governador assinou, também a ordem de serviço para adequação das estações elevatórias do Sistema Adutor do Prata. A ação, estimada em R$ 2,6 milhões, atenderá uma população de 500 mil habitantes. Durante o seminário, foi autorizado o convênio da implantação do sistema de abastecimento de água do Distrito de Cabanas – Cachoeirinha. A obra, estimada em R$ 2,3 milhões, composto por 9 km de sistema adutor e rede de distribuição, contemplará os 2,5 mil habitantes da localidade. Para a construção de uma estação de tratamento de água com capacidade para 20 litros por segundo (l/s), foi dada ordem de serviço do projeto de abastecimento de água de Sapucarana e Encruzilhada de São João. Para esta ação, orçada em R$ 2,5 milhões, o prazo de conclusão é de 12 meses. Quando pronta, o equipamento beneficiará 3 mil habitantes. FEM – Por meio do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal, o governador Paulo Câmara liberou R$ 3.024.183,47 para 15 municípios do Agreste Central: Bonito, Agrestina, Altinho, Bezerros, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Camocim de São Félix, Jataúba, Panelas, Pesqueira, São Bento do Una, São Caetano, São Joaquim do Monte, Sairé e Tacaimbó. Entre as ações que serão executadas, estão pavimentação asfáltica em diversas ruas, serviços de urbanização e iluminação, reforço e ampliação de espaços públicos e fortalecimento de políticas públicas de promoção do direito das mulheres. Além do secretariado, estavam presentes o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry; o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa; os deputados federais Fernando Monteiro, André de Paula, João Fernando Coutinho; os deputados estaduais Laura Gomes, Clodoaldo Magalhães, Isaltino Nascimento, Tony Gel, Waldemar Borges, Aluísio Lessa, João Eudes; Eriberto Medeiros; e prefeitos da região.

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Teca de Petrolina registra crescimento de 16% neste primeiro semestre

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro semestre de 2017, 1.337 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 1.151,4 t. Atualmente, o Aeroporto de Petrolina conta com uma frequência semanal da empresa Cargolux, que opera com um Boeing 747-400. A empresa cargueira que normalmente não operava nos dois primeiros meses do ano, em 2017, começou sua temporada no terminal pernambucano em janeiro, fazendo com que ainda no primeiro trimestre o aumento da exportação fosse de 215% em relação ao mesmo período de 2016. Katiuscia Ribeiro, gerente de Logística de Carga do Aeroporto de Petrolina, afirma que, devido ao período de pico de safra, que acontece entre setembro e dezembro, o crescimento pode aumentar ainda mais no segundo semestre, em relação ao mesmo período de 2016. “A tendência é que estes números cresçam ainda mais nos próximos seis meses, visto que já estamos realizando as primeiras reuniões com algumas empresas quanto às demandas e possibilidades de voos extras no período”, destacou. O complexo logístico do Aeroporto de Petrolina tem mais de 3 mil m² de área edificada e conta com 6 câmaras de armazenamento, 3 antecâmaras de resfriamento e 2 túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender ao setor de exportação, que tem o escoamento de frutas do Vale do Rio São Francisco como maior expoente na região. A pista de pousos e decolagens do aeroporto é uma das maiores do país e a segunda maior do Nordeste, com 3.250 metros de comprimento, e o aeroporto conta com um pátio de aeronaves exclusivo para atender a demanda da área de logística de carga. A frequência cargueira semanal da Cargolux faz a rota Luxemburgo/Campinas/ Curitiba/Petrolina/Luxemburgo. Durante o período do pico de safra, as frequências aumentam, passando a duas operações semanais. Novo modelo comercial Neste ano, a Infraero adotou um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes. Até o momento, cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados pela empresa: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões. Também estão planejadas as concessões do Teca de Joinville, com abertura do edital prevista para o dia 14/8, além do complexo logístico de Manaus, com lançamento do edital previsto para este semestre. Com seu novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

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Agropecuária gerou mais de 36 mil novos postos de trabalho no mês de junho

Esta semana foi marcada por importantes datas referentes à agricultura brasileira, culminando hoje (28) , no Dia do Agricultor. O setor, que é um dos principais da economia do país, engloba desde o agronegócio a agricultura de subsistência, envolve também movimentos sociais, indígenas, quilombolas, agricultores familiares, em uma produção capaz de abastecer grande parte do mercado interno e ter desempenhos de destaque no mercado externo. A Lei que instituiu a agricultura familiar no Brasil, Lei nº 11.326/2006, completou 11 anos na segunda-feira (24). Na terça-feira, foi comemorado o Dia da Agricultura Familiar. Os dados do setor são representativos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da crise, o setor agropecuário como um todo teve um avanço de 1% do Produto Interno Bruto (PI B) no primeiro trimestre deste ano. O PIB do setor cresceu 13,4% na comparação com o último trimestre do ano passado, no melhor desempenho em termos trimestrais desde 1996. Em termos de geração de empregos, a agropecuária teve o melhor saldo (diferença entre admissões e demissões) entre os setores econômicos, com 36.827 novos postos, conforme os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Além da agricultura, apenas a administração pública teve saldo positivo, de 704 novos postos. Os demais setores tiveram mais demissões que admissões. Já a agricultura familiar faz a comida chegar até a mesa de cada brasileiro; produzindo mais 50% dos produtos da cesta básica. “O agricultor, além de fazer a diferença para a produção, é quase um geneticamente modificado, porque tem muita coragem de pegar todos os seus recursos do ano, jogar no chão como semente, esparramar bem – não tem jeito de juntar – e depois ficar ali, torcendo para chover, para não chover, para receber na hora de vender. É um cidadão muito corajoso, que faz muita diferença para a humanidade”, diz o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi. Para este ano é esperada uma safra recorde de grãos, com a produção de 237,2 milhões de toneladas, um aumento de 27,1% ou 50,6 milhões de toneladas frente às 186,6 milhões de toneladas da safra passada, de acordo com a última estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento. Agricultura Familiar Segundo dados do último Censo Agropecuário, a agricultura familiar representa 84,4% dos estabelecimentos agropecuários brasileiros e é o setor responsável pela base econômica de 90% dos municípios com até 20 mil habitantes e responde por 38% do valor bruto da produção agropecuária nacional. Esses agricultores ocupam um quarto da terra agrícola, mas produzem 87% da mandioca do país, 69% do feijão, 59% dos porcos, 58% dos lácteos, 50% dos frangos, 46% do milho, 33,8% do arroz e 30% do gado do Brasil. “O agricultor familiar tem um papel importante no desenvolvimento do nosso país, conquistou [desde o governo de Fernando Henrique Cardoso] políticas públicas e reforçou economicamente o setor. Tivemos uma melhora significativa nas condições de vida do agricultor familiar”, diz o coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil, Marcos Rochinski. Rochinski, no entanto, diz que o setor está preocupado com a perda de benefícios devido à extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, transformado no governo de Michel Temer na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário e no contingenciamento de recursos, que de acordo com a Confederação, chegou a 47% em determinadas políticas. “Nossa posição é tradicionalmente mais comemorativa, mas esse ano é mais de protesto, para trazer a tona que estamos perdendo os investimentos. Não é à toa que alguns números começam a dizer que a fome volta a assolar e ser presente no meio rural, coisa que tínhamos conseguido eliminar. Tivemos melhoras significativas, mas nesse momento, estão todas em risco”, diz. Segundo a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, foram disponibilizados R$ 30 bilhões para serem investidos na safra 2017/2018, como prevê o Plano Safra da Agricultura Familiar 2017/2020, lançado em maio deste ano. “Acreditamos que há um aumento na participação da agricultura familiar no contexto geral da agricultura brasileira. Para se ter ideia, o Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar], em 2006, disponibilizava R$ 7 bilhões, hoje, são R$ 23 bilhões. Triplicou em dez anos”, ressalta o subsecretário da Secretaria de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, Everton Augusto Paiva Ferreira. Disputas O campo também é palco de disputas. Esta semana, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) encampou a Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, que teve início no último dia 25. O movimento ocupou terras do ex-deputado e ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do empresário Eike Batista, do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ricardo Teixeira e do grupo Amaggi, da família de Blairo Maggi, entre outras. Em nota, o MST diz que ocupou terras de pessoas acusadas, no cumprimento de função pública, de atos de corrupção, como lavagem de dinheiro, favorecimento ilícito, estelionato e outros. O movimento, que tem suas origens em organizações que existem no país desde meados do século 20, reúne hoje cerca de 350 mil famílias, segundo o próprio MST. O grande assunto é a reforma agrária, com a desapropriação ou compra de latifúndios improdutivos pela União e redistribuição das terras para famílias que deverão usá-las como meio de sustento. Segundo o MST, isso permitirá a reestruturação não só da concentração da propriedade da terra no Brasil, mas do jeito de produzir. (Agência Brasil)

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Câmara Brasil Argentina é lançada no Recife com a proposta de estreitar relações entre os dois países

Fomentar negócios e estreitar os laços entre o Brasil e a Argentina, foram alguns dos propósitos colocados na manhã desta quinta-feira (27), no auditório do Empresarial JCPM, no Pina, durante o I Encontro da Câmara Brasil Argentina – Cenários e Ambientes para Realização de Novos Negócios. Na ocasião foi lançada a Câmara Brasil Argentina de Comércio, Indústria, Turismo, Cultura e Serviços em Pernambuco (Cambrar), que contou com a presença do seu presidente David Fernandes, do cônsul da Argentina Jaime H. Beserman e do embaixador Carlos Magariños, entre outras autoridades. “A Câmara é uma janela que se abre para a Argentina, para o Brasil e para o Nordeste, sem necessidade de intermediários. É um local de negócios entre os países, e onde não há jurisdição. A intenção é consolidar investimentos, fazendo o melhor negócio e a melhor parceria oferecendo instrumentos que possam simplificar o funcionamento dos negócios entre os países nos mais diversos segmentos”, conclui o presidente. Para o embaixador da Argentina no Brasil, Carlos Magariños, a criação da Cambrar vai intensificar as transações comerciais entre os dois países, principalmente no eixo Norte/Nordeste e com foco nas pequenas e médias empresas. “Precisávamos de um espaço desse porte por aqui no Nordeste do Brasil, para expandir as relações que, por um bom tempo, se resumiram ao Sul do país. O esforço em criar Câmaras de Comércio tem sido muito bem visto por empresários e investidores de todo o Brasil”, ressalta Magariños. Opinião corroborada pelo cônsul da Argentina Jaime H. Beserman, que ressalta o setor de turismo dos dois países que pode ganhar grande impulso com a Cambrar. “Pernambuco ganha com esse espaço a oportunidade de impulsionar os números de sua economia aproveitando-se, por exemplo, das riquezas turísticas da Região para promover este que é um dos setores mais potentes tanto do Brasil quanto da Argentina”, observa o cônsul. Embora sediada em Pernambuco, no Recife, a abrangência da Câmara não terá limites geográficos. Indicação dos melhores fornecedores, orientação de questões fiscais e tributárias, sugestão dos melhores preços e produtos e pagamento reduzido de impostos, além de financiamentos para importação e exportação, estarão acessíveis a qualquer empresa que deseje fomentar negócios e estreitar relações entre os dois países. Pequenos e médios empresários podem se associar para ter acesso aos mercados do Brasil e da Argentina, tendo na Cambrar um instrumento de intermediação dos negócios. “A Câmara foi pensada para humanizar as relações e potencializar o mercado de produtos, serviços, turismo e cultura entre os dois países, com simplicidade na logística para exploração do que de melhor cada um deles tenha a oferecer”, concluiu David Fernandes.

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Encontro do E&E discute caminhos para solução da crise

O projeto Empresas & Empresários promoveu um encontro hoje (27) na sede da TGI para apresentar um estudo do desempenho da economia pernambucana no ano de 2016 e no primeiro semestre de 2017. O debate acerca dos caminhos para enfrentar a crise brasileira resultou numa discussão sobre a urgência da reforma política e a necessidade de intensa participação popular nesse processo. Écio Costa sinalizou que apesar do desempenho muito negativo em 2016 da economia pernambucana, em 2017 foram dados sinais de melhora. O desempenho estadual no primeiro trimestre foi positivo, enquanto a média nacional seguiu no vermelho. Os Estados com economias mais desenvolvidas da região Nordeste (Bahia e Ceará) também seguiram com desempenhos negativos. “Apresentamos como foi o desempenho da economia pernambucana em 2016, como a crise brasileira que impactou o Estado de Pernambuco, os números mostram isso. Mas também o início de recuperação econômica que aparentemente estamos passando no Estado, com os número do primeiro trimestre de 2017”. A projeto E&E é realizado pela TGI e pelo INTG.  A formatação e execução da pesquisa nesta edição conta com a participação do Conselho Estratégico Algomais Pernambuco Desafiado, que é um fórum constituído por lideranças pernambucanas que fazem a diferença nas cadeias produtivas do Estado e em movimentos sociais. A cobertura das discussões do conselho sobre as mudanças políticas virá na edição impressa da revista no mês de Agosto. Em setembro faremos uma matéria com foco no raio X econômico realizado pela CEDES Consultoria e Planejamento. Leia abaixo alguns comentários dos conselheiros. Roberto Pandolfi – ex-secretário de finanças da PCR “Hoje sou uma pessoa em parte pessimista, se não faremos uma reforma no Estado Brasileiro vamos passar 20 anos e não chegaremos a canto nenhum”. Fernando Carrilho – diretor financeiro da Construtora Carrilho A gente conseguiu um feito de alteração do quadro político do País dois anos atrás, através essencialmente de pressão popular muito forte. Isso colaborou para que aquele modelo político fosse substituído. Mas todos constatamos que o problema é estrutural. Mas o que percebemos é que a população não está mobilizada para forçar ou ir para as ruas para cobrar essa reforma política, para trazer um Estado mais eficiente. Minha pergunta é: se não é a pressão popular, seremos nós? Apenas através da nossa atuação vamos conseguir fazer que as raposas políticas promovam uma reforma benéfica para o Estado como um todo? Sérgio Cavalcante – CEO do Cesar Pernambuco nunca foi de esperar acontecer. Aproveitando a inspiração da Revolução Pernambucana, sempre fomos de influenciar o cenário nacional. Temos no conselho um conjunto de pessoas de altíssima influência no Estado de Pernambuco, podemos fazer mais que só chegar ao Governador. Temos um fórum bastante privilegiado que dá para discutir o posicionamento da sociedade Pernambucana em relação ao País como todo. Emílio Calado – consultor Estamos passando por um modelo em que tínhamos um setor privado grande que tinha uma dependência muito forte com o Estado. O Estado era um alavancador dessas empresas. JBS e por aí vai. Esse modelo está se transformando. E isso é muito bom para quem trabalha de forma honesta e está aí lutando. Isso será muito bom para o Brasil. O segundo ponto vai da minha percepção de que as empresas realmente estão fazendo seu papel. Olhando muito para dentro, melhorando sua eficiência e competitividade para competir no mercado, que é completamente diferente de 10 anos atrás. A área de tecnologia despontando na ajuda dessas empresas a melhorarem a sua eficiência. Vejo que sairemos dessa crise muito melhores, tanto o setor privado como público. O estrangeiro ainda olha o Brasil como um País de grandes oportunidades. O dinheiro existe e vai vir. E sempre digo aos empresários que estejam preparados para esse momento. Aí você fará bons negócios. Michele Cruz – sócia da Dupla Comunicação Acredito muito em mudança. Podemos ir além, estamos pensando em planos de comunicação de como ir além. Gostaria de enfatizar a questão do engajamento, enquanto cidadão, enquanto donos de empresa e para que as pessoas que estão dentro dos nossos negócios também se engajem nisso, também sejam cidadãos políticos. Precisamos de educação e inovação dentro do nosso negócio. Esse plano maior tem que passar por isso. Começa com o grãozinho e encontraremos um jeito de levar essa nvoa postura para fora das nossas empresas com educação e engajamento cidadão. *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@revistaalgomais.com.br)

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Pesquisa diz que commodities derrubam preços da indústria no país

Pressionado pelos preços de algumas commodities (mercadorias com valores estipulados segundo as cotações do mercado internacional) no mercado externo – como minérios de ferro, óleos brutos de petróleo e farelo de soja – o Índice de Preços ao Produtor (IPP) fechou junho com deflação (inflação negativa) de 0,21%, resultado 0,31 ponto percentual inferior a 0,1% de alta de maio – série dessazonalizada. Com o resultado de junho, o IPP passou a acumular nos primeiros seis meses do ano deflação de 0,3%, menor do que -0,08% de janeiro a maio, enquanto a taxa acumulada nos últimos 12 meses (o indicador anualizado) fechou com alta de 1,52%. Apesar da alta na taxa anualizada, o resultado até junho é 0,72 pontos percentuais menor do que os 2,24% acumulados até maio. Os dados fazem parte do Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativa e de Transformação, divulgado hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e que mede a evolução dos preços dos produtos na porta da fábrica, livres, portanto, da influência de impostos e fretes. O indicador abrange informações de grandes categorias econômicas e por atividades. Entre as grandes categorias econômicas, o setor de bens de capitais teve em junho alta de 0,88% frente a maio, o único setor com preços em alta. O setor de Bens Intermediários teve deflação de 0,36% e o de bens de consumo encerrou junho com -0,24%. Já entre as 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação, 15 apresentaram variações positivas de preços, mesma quantidade do mês anterior. Por atividade Das 15 atividades que fecharam junho com alta sobre maio, o IBGE constatou que as quatro maiores variações foram anotadas entre os produtos que estão nas industriais extrativas (-6,22%), papel e celulose (3,39%), refino de petróleo e produtos de álcool (-2,14%). Já em termos de influência para a deflação dos preços ao produtor de maio para junho, os destaques ficaram com refino de petróleo e produtos de álcool, que responderam por -0,22 ponto percentual no resultado global; indústrias extrativas (-0,21 ponto percentual), papel e celulose (0,12 ponto percentual); e alimentos (-0,09 ponto percentual). Mercados internacionais O analista da Coordenação de Indústria do IBGE, Manuel Campos, disse hoje que os três principais produtos cujos preços no mercado externo influenciaram no resultado negativo da indústria em junho, frente a maio (minérios de ferro, óleos brutos de petróleo e farelo de soja) estão entre os principais produtos da indústria nacional que puxaram a redução de -0,21% do Índice de Preços ao Produtor (IPP) em junho. “Os três itens, assim como seus derivados, têm em comum a forte influência dos mercados internacionais”, afirmou. Segundo ele, os óleos brutos de petróleo e os minérios de ferro representam, juntos, mais de 90% da indústria extrativa, principal responsável pela queda no índice. O analista explicou que “o preço do barril de petróleo tem sofrido quedas no mundo, influenciado pela competição entre países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita e Irã. Já a produção de minérios de ferro sofre com a oferta internacional alta, puxada pela China”. Ele ressaltou que a indústria de alimentos também tem sido afetada pela safra recorde que o país vem colhendo este ano e pela valorização do real em comparação ao dólar. “O farelo de soja, principal produto de exportação, alcança bons preços em dólar nos mercados estrangeiros, mas o câmbio desfavorece o produtor local”, justificou. Matéria-prima barata, derivados caros O analista do IBGE ressaltou, no entanto, que na contramão da queda generalizada de preços, a indústria metalúrgica teve um aumento substancial de maio para junho, puxado pelo preço do aço e a China tem influência direta neste processo. “Além de ser uma grande produtora de minério de ferro, a China também tem uma forte indústria siderúrgica e exerce grande peso sobre os preços mundiais do aço. Nos últimos meses, observou-se uma valorização substancial do aço chinês, o que puxou o preço do aço brasileiro e também de outros metais, como o alumínio, o que explica a alta no setor”. (Agência Brasil)

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UFRPE lança exposição sobre Sertão Contemporâneo do Pajeú

A Exposição Multimídia Sertão Contemporâneo do Pajeú é fruto de um trabalho realizado por pesquisadores (entre professores e alunos) da UFRPE, que realizaram uma viagem às cidades de Afogados da Ingazeira, Serra Talhada e Triunfo. A iniciativa da universidade, através do Mestrado em Extensão Rural e Desenvolvimento Local (Posmex), do Departamento de Educação e do Programa de Pós-graduação em Consumo, Cotidiano e Desenvolvimento Social, contou ainda com o apoio do Departamento de Comunicação Social da Unicap. A proposta da exposição é apresentar o sertão pela ótica do desenvolvimento, ressaltando as mudanças positivas que aconteceram na região e a força e criatividade do povo sertanejo. Essa narrativa é contada a partir de uma curadoria de 43 fotos e uma sala especialmente preparada com paisagens sonoras encontradas na Caatinga. A coordenação do trabalho foi da professora Salett Tauk Santos. Ela propôs o tema a partir do incômodo com a representação do Sertão na imprensa e sobre a imagem construída no imaginário popular sobre a região. “Os jornais de grande circulação nacional em geral quando falam do Sertão do Nordeste sempre trazem informações estereotipadas, de solo rachado, de gado morto, de caveiras, de gibão de couro. Essa inquietação norteou a nossa abordagem e visão. Buscamos olhar o Sertão com os olhos da hibridização cultural e das novas ruralidades. Observar de como ele hibridiza as culturas locais com a transnacional, com as tecnologias da informação e comunicação, com os novos modos de fazer e de estar no mundo”. A exposição está instalada até o dia 4 de agosto no Departamento de Educação da UFRPE, Rua Manoel de Medeiros, S/N, Dois Irmãos. Os realizadores da mostra estarão se revezando para fazer o acompanhamento dos visitantes nos turnos da manhã (9h às 12h) e da tarde (14h às 16h). A mostra será também itinerante, já tendo confirmada a passagem pela Unicap (Recife) e na UFRPE-Uast (Serra Talhada). Em breve você poderá conferir parte dos registros fotográficos dessa mostra nas redes sociais da Revista Algomais nos finais de semana.     Serviço: Exposição Multimídia Sertão Contemporâneo do Pajeú Data e horários: Até o dia 4 de agosto, com monitores das 9h às 12h e das 14h às 16h Local: Departamento de Educação da UFRPE, Rua Manoel de Medeiros, S/N, Dois Irmãos       *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@revistaalgomais.com.br)

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