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Autonomia de Suape será devolvida no próximo dia 19

Depois de sobrevoar o Complexo Industrial Portuário de Suape, ao lado do vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, garantiu que o Governo Federal está empenhado em assinar a portaria que devolverá a autonomia do Porto de Suape. Segundo ele, a proposta é que o presidente venha ao Estado para o ato de devolução no próximo dia 19. O ministro também esteve com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, no Palácio do Campo das Princesas, onde discutiu novas parcerias entre o Governo do Estado e o Governo Federal para projetos na área de infraestrutura. Após a visita, em encontro com a imprensa, Raul Henry disse que a autonomia do Porto de Suape vem sendo tratada como prioridade desde que a pasta foi assumida por ele, no início deste ano. “Suape é consequência da continuidade administrativa de vários governos interessados em investir em sua infraestrutura. Nunca teve cor partidária, é um patrimônio dos pernambucanos e que foi usurpado de Pernambuco pela Lei dos Portos de 2013. Era um exemplo de boa gestão pública e não havia nenhum motivo para que sua gestão fosse retirada do Governo do Estado”, apontou. O ministro Moreira Franco destacou a importância econômica do Porto de Suape para todo o Brasil. “O presidente Michel Temer está empenhado no atendimento desta reivindicação. A minha vinda ao Estado foi uma sugestão dele para que não restasse nenhuma dúvida da vontade em atender a esse pleito. É necessário criar as condições para que o processo de fortalecimento de Suape aconteça. O Governo de Pernambuco, ao longo de várias gestões, demonstrou capacidade de fazer a gestão do porto”, afirmou. Moreira Franco adiantou que Governo Federal pretende apoiar financeiramente o Estado na construção do Arco Metropolitano, alça viária que visa desafogar os trechos urbanos da BR-101 até Suape. Com a publicação da portaria da autonomia, o Porto de Suape irá readquirir a competência para a condução dos estudos, a elaboração de editais, a realização dos procedimentos licitatórios e a celebração dos contratos relativos aos arrendamentos portuários. O complexo também passará a ser responsável pela aprovação das expansões e adensamento de áreas, além de prorrogações antecipadas de contratos em vigência. (Da SDEC do Governo de Pernambuco)

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ANP vai buscar investidores estrangeiros para leilões de petróleo

A inflação deve fechar o ano em cerca de 4%, segundo o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. A queda do índice deve ser acompanhada do declínio continuado da taxa básica de juros da economia, a Selic. Goldfajn disse apostar na aprovação das reformas propostas pelo governo como fator de indução da recuperação econômica. O presidente do BC participou do 19º Seminário de Metas para a Inflação, na sede regional do banco no Rio de Janeiro. “A reconquista do controle das expectativas de inflação se tornou prioridade, particularmente após anos de inflação alta. A ancoragem das expectativas é pré-condição para alcançarmos uma inflação baixa e estável. Ela precede qualquer processo de estabilização monetária”, disse Goldfajn. Para o presidente do BC, o ajuste econômico feito pelo governo e as reformas propostas, como a da Previdência e a trabalhista, já se refletem na melhora da percepção do país pelos agentes econômicos e investidores. “Todo o esforço de política econômica deste governo, que implementou várias reformas neste curto espaço de tempo, já mostram resultados positivos. Diversas reformas e ajustes na economia brasileira aumentaram a confiança e reduziram a percepção de risco. Isso evidencia maior confiança dos investidores na capacidade e solvência do país, fruto das reformas e do foco no combate à inflação”, analisou. Goldfajn também destacou que a melhora na economia permite a redução da taxa básica de juros, o que, segundo ele, leva à expansão do crédito e ao consequente aquecimento das vendas e da produção, com reflexo no nível de emprego. “A taxa básica de juros, a Selic, está em um processo de queda. Na última reunião do Copom [Comitê de Política Monetária], foi reduzida a 11,25% ao ano, queda de um ponto percentual. As taxas de juros reais também estão declinando no Brasil. Após atingir o auge, em setembro de 2015, com 9%, declinou para 4,5% nos últimos dias”, comparou. (Agência Brasil)

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Lucro líquido do BNDES cai 76,6% no primeiro trimestre, para R$ 373 milhões

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 373 milhões no primeiro trimestre de 2017, resultado 76,6% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado (R$ 1,6 bilhão). Segundo o diretor de Controladoria do BNDES, Ricardo Baldin, entre os fatores que levaram a este resultado está o desaquecimento da economia, que “ainda não deu reação suficiente para recuperação”. A retração também se deve ao maior volume de provisionamento, segundo Baldin. Por causa do cenário de crise, algumas empresas ou grupos econômicos estão com seu patrimônio deteriorando a cada dia, perdendo rating (nota de avaliação de risco) pela capacidade de pagamento, que é avaliada internamente no banco. Isso elevou a provisão do BNDES para risco de crédito de R$ 871 milhões nos três primeiros meses de 2016 para R$ 3,3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, sendo R$ 1,8 bilhão de provisão adicional, feita por “conservadorismo”, de acordo com o diretor. A superintendente de Controladoria do banco, Vania Borgerth, explicou que a diferença observada é “efetivamente contábil”. A provisão, segundo ela, é uma despesa que não envolve saída de caixa. “É uma questão do banco ser conservador, caso esses créditos que tiveram seu rating piorado, ou mesmo aqueles que estão inadimplentes venham a se recuperar, o banco ainda pode fazer revisão dessas provisões.” Segundo Baldin, o BNDES não deve fazer mais incrementos relevantes ao longo deste ano, porque a provisão hoje está bastante confortável para o índice de inadimplência e para a carteira que o banco tem. O índice de inadimplência acima de 30 dias nas operações do BNDES caiu de 2,81% da carteira em 31 de dezembro do ano passado para 2,13% em 31 de março deste ano. Para mais de 90 dias, o índice de inadimplência recuou de 2,43% para 2,09%. O diretor de Controladoria do banco também chamou a atenção para o fato de o resultado do primeiro trimestre de 2016 ter sido influenciado por transações feitas em dezembro de 2015, que elevaram em R$ 844 milhões o lucro líquido no período. Mercado Já o resultado das participações societárias, que apresentaram ganho líquido de R$ 1,1 bilhão, contra perda líquida de R$ 22 milhões no mesmo período de 2016, influenciaram positivamente o lucro do BNDES no primeiro trimestre de 2017. Segundo o diretor de Controladoria, o resultado é fruto de algumas vendas feitas pelo banco no mercado, com lucro, e também da valorização “bastante significativa” de uma parcela das ações. Os resultados positivos com vendas de ações da Petrobras e da Rumo Logística Operadora Multimodal responderam por 95,2% do resultado com alienações no período de janeiro a março de 2017. De acordo com Vania Borgerth, o resultado mostra a tendência efetiva de recuperação do mercado de ações no país. “Não só podemos fazer alienações em condições melhores do que as feitas no ano passado, mas nós não precisamos fazer tanta provisão para perda”. A superintendente destacou que que parte do resultado foi decorrente de equivalência patrimonial. O patrimônio líquido do Sistema BNDES encerrou março de 2017 em R$ 55,6 bilhões, mostrando estabilidade em relação a dezembro de 2016. O patrimônio de referência (que determina a capacidade de financiamento) também ficou praticamente estável, em R$ 135,9 bilhões. A subsidiária BNDES Participações (BNDESPar) registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2017, contra prejuízo de R$ 1,8 bilhão registrado no mesmo trimestre de 2016. (Agência Brasil)

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Aumento do movimento de cargas sinaliza retomada do crescimento do setor transportes

O primeiro trimestre de 2017 fechou com aumento das movimentações de carga nos setores portuário e ferroviário. De acordo com os dados reunidos pela Secretaria de Política e Integração (SPI) do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, os portos brasileiros tiveram 4% a mais de circulação de produtos, comparado ao mesmo período de 2016, saltando de 233 milhões de toneladas para 242,5 milhões. Nas estradas de ferro, também com base no primeiro trimestre de 2016, o volume de cargas em toneladas foi de 116,6 milhões para 123,5 milhões, conferindo o crescimento de 5,9%. O período de apuração dos dados marca um momento histórico para a indústria agropecuária brasileira. Entre janeiro e março, foram produzidas cifras recordes da safra de grãos, com aproximadamente 220 milhões de toneladas. Mas, para evitar o que ocorreu em 2013, quando as estradas até o Porto de Santos ficaram totalmente congestionadas devido ao excesso de caminhões, o Governo Federal tem tomado medidas para assegurar que sejam promovidos investimentos em infraestrutura, como a priorização da ampliação do terminal Santista, que já tem 97% da obra concluída. Em apenas um dos terminais de cargas estão sendo investidos R$ 2,7 bilhões. “Estes números reforçam a necessidade de políticas que privilegiem os investimentos em infraestrutura. Um novo ânimo tanto para o setor produtivo, quanto para o de infraestrutura”, disse o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella. Apesar da situação orçamentária difícil, ele diz que as diretrizes governamentais para o setor priorizaram investimentos em projetos estratégicos e em estágio avançado, para garantir a circulação dos produtos direcionados aos mercados interno e externo. PERSPECTIVAS – Com a expectativa de exportar 72,9 milhões de toneladas de soja e 24 milhões de toneladas de milho da safra 2016/17, via Arco Norte, o Departamento Nacional de Infraestrutrua de Transportes (DNIT), vinculado ao MT, investirá mais de R$ 2,2 bilhões em obras relativas a este corredor. Serão obras para recuperação e manutenção de rodovias, consideradas vitais para a exportação da safra agrícola, com destaque aos trechos das BRs 158, 163 e 364. Os recursos serão empregados em 20 projetos que, ao final de todos os processos licitatórios, totalizarão 3.409 quilômetros de rodovias em condições ideais de trafegabilidade. A decisão de priorizar o sistema Arco Norte está vinculada aos incentivos aos produtores que, com a melhoria das vias, será oportunizada a prática do menor custo de frete, promovendo o crescimento do setor produtivo que obterá maior rentabilidade e consequente geração de empregos. RODOVIAS E AEROVIAS – Embora nos modos rodoviário e aeroviário a comparação trimestral entre os anos 2016 e 2017 aponte decréscimo – 1% relativo ao consumo de óleo diesel nas rodovias e de 1,8% em relação ao transporte de cargas pelas vias aéreas, foi registrada uma tendência de melhoria. Na análise comparativa do mês de março dos dois anos consecutivos, o resultado demonstra a evolução no segmento aeroportuário, referente às cargas e passageiros, com índices de 1,4% e 3,6%, respectivamente. No transporte rodoviário, a ampliação do uso de óleo diesel foi de 2,1%. Nos aeroportos, também foi constatada a diminuição de passageiros em 2,5%.

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Temer sanciona projeto que prevê implantação de documento único

O presidente Michel Temer sancionou na tarde de ontem (11) a lei que institui a Identificação Civil Nacional (ICN), criada com o objetivo de unificar os cerca de 22 documentos de identificação usados no Brasil e dificultar a falsificação que, anualmente, gera prejuízos de R$ 60 bilhões. De acordo com o relator do projeto, deputado Júlio Lopes (PP-RJ), apenas passaporte e Carteira Nacional de Habilitação não serão substituídos pelo novo documento. Além de foto, esse documento terá também um cadastro biométrico que está sendo organizado pela Justiça Eleitoral por meio dos registros feitos para o título de eleitor. “Está sendo estudada também a possibilidade de instalarmos algum aparato tecnológico como chip [para dar mais segurança ao documento]”, disse o deputado. Segundo o deputado, não será necessária a troca do documento que ainda estiver válido. Entre os vetos ao projeto, está o que garantia a gratuidade da nova identificação. “Foi vetada a gratuidade deste documento, por causa das dificuldades do Brasil de hoje. Mas a lei foi construída sem a necessidade de troca do documento que ainda estiver válido”, acrescentou. Também foi vetado o artigo que dava à Casa da Moeda a exclusividade para a implantação e fornecimento do documento. “Ela, no entanto, participará do fornecimento. Apenas não será feito de forma exclusiva”, explicou Lopes. Um dos entusiastas do projeto é o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos. Ele explica que com a nova documentação será possível amenizar os prejuízos causados no país por conta de fraudes por dupla, tripla ou falsidade de identificação. “A tendência é unificar, a partir de mais um número, que englobará os demais referentes aos outros documentos. As pessoas vão entender que este número será o mais confiável para a identificação do cidadão”, disse Afif. Segundo ele, primeiramente, será feito um cadastro central e, só depois, ao longo do tempo, a unificação do número. “A previsão inicial era de que concluiremos o cadastro entre os anos de 2020 e 2021”, acrescentou o presidente do Sebrae. (Agência Brasil)

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Petrobras tem lucro de R$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre

A Petrobras registrou no primeiro trimestre deste ano lucro líquido de R$ 4,4 bilhões. Segundo a empresa, o resultado reverte o prejuízo registrado no mesmo período do ano passado, quando houve perda de R$ 1,2 bilhão. “Sem dúvida alguma, foi um bom trimestre para a nossa companhia”, disse o presidente da Petrobras, Pedro Parente, no início da entrevista à imprensa para apresentar os resultados operacionais e financeiros da empresa referentes aos três primeiros meses de 2017. De acordo com a companhia, o resultado foi influenciado por menores gastos com importações de petróleo e gás natural, pela maior participação do óleo nacional na carga processada e maior oferta de gás nacional. Além disso, houve aumento de 72% nas exportações, que atingiram 782 mil barris/dia, com preços médios de petróleo mais elevados; redução de 27% nas despesas com vendas, gerais e administrativas; queda de 11% nas despesas financeiras líquidas; e menores despesas com baixa de poços secos e/ou subcomerciais e com ociosidade de equipamentos. Pedro Parente aproveitou para agradecer o trabalho dos petroleiros que contribuíram para o lucro obtido. (Agência Brasil)

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Início da safra de cana tem queda de 40% na quantidade de moagem

O primeiro mês da safra da cana-de-açúcar na região Centro-Sul do país (que abrange os estados do Sul e Sudeste) teve queda em relação ao mesmo período do ano passado. Desde 1º de abril (início da safra), a quantidade de cana processada totalizou 41,71 milhões de toneladas, retração de 39,70% no comparativo com igual período do último ano, quando a moagem somou 69,17 milhões de toneladas. Os dados, divulgados ontem (11), são da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). Parte da queda na moagem pode ser explicada pela menor quantidade de usinas funcionando em relação ao ano passado. Até 1º de maio de 2017, 231 unidades produtoras estavam em operação, contra 239 no mesmo período do ano anterior. A queda na produção atinge a fabricação de açúcar. Foram 3,25 milhões de toneladas produzidas em abril de 2016, contra 1,83 milhão de toneladas no último mês. A fabricação de etanol também foi afetada. O volume produzido totalizou 1,62 bilhão de litros, ante 2,78 bilhões de litros no mesmo período do ano anterior. No mercado doméstico, o volume comercializado de etanol diminuiu em relação à última safra. No caso do etanol hidratado (comercializado nos postos de combustíveis), as vendas totalizaram 956,96 milhões de litros em abril de 2017 (queda de 19,65% sobre o mesmo mês do último ano). As vendas internas de etanol anidro atingiram 661,74 milhões de litros, retração de 19,34% sobre abril de 2016 e de 26,04% em comparação a março de 2017. (Agência Brasil)

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Gravidez na adolescência tem queda de 17% no Brasil

A gravidez na adolescência registrou queda de 17% no Brasil, segundo dados preliminares do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc) divulgados ontem (10) pelo Ministério da Saúde. Em números absolutos, a redução foi de 661.290 nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos em 2004 para 546.529 em 2015. Segundo o ministério, a queda no número de adolescentes grávidas está relacionada a vários fatores como expansão do programa Saúde da Família, que aproxima os adolescentes dos profissionais de saúde, mais acesso a métodos contraceptivos e ao programa Saúde na Escola que oferece informação de educação em saúde. As crianças nascidas de mães adolescentes representaram 18% dos 3 milhões de nascidos vivos no país em 2015. A região com mais filhos de mães adolescentes é a Nordeste (180.072 – 32%), seguida da Região Sudeste (179.213 – 32%). A Região Norte vem em terceiro lugar com 81.427 (14%) nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos, seguida da Região Sul (62.475 – 11%) e da Centro-Oeste (43.342 – 8%). O ministério explicou, em nota, que hoje 66% dos casos de gravidez em adolescentes são indesejados e que, para reduzir esses casos, investe em políticas de educação em saúde e em ações para o planejamento reprodutivo. Uma das iniciativas é a distribuição da Caderneta de Saúde de Adolescentes (CSA), em versões masculina e feminina e linguagem acessível, com orientações sobre o atendimento integral dos jovens. Para prevenção da gravidez, o governo distribui ainda a pílula combinada, de anticoncepção de emergência, mini-pílula, anticoncepcional injetável mensal e trimestral, e diafragma, assim como preservativo feminino e masculino. Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou a oferta de dispositivo intrauterino (DIU) de cobre em todas as maternidades brasileiras, o que inclui as adolescentes dentro do público a ser beneficiado. O método é uma alternativa a mais para a adolescente que já teve uma gravidez precoce, pois ele dura 10 anos, tem longa duração e não precisa ser administrado diariamente. Boas práticas A pesquisa Saúde Brasil mostra que o uso das boas práticas no parto foram ampliadas. O estudo aponta um aumento de 15% de parto normal entre mães adolescentes. Cerca de 70% das adolescentes, entre 10 e 19 anos de idade no ano de 2014, tiveram seus filhos por parto normal, enquanto em 2013 esse percentual foi de 55%. A pesquisa mostra ainda que enquanto em 2013, apenas 11% das mães se alimentaram durante o trabalho de parto, em 2014 esse percentual subiu para 16%. Cerca de 55% das jovens disseram ter se movimentado durante o trabalho de parto, enquanto em 2013 esse percentual era de 45%. Também aumentou o percentual de mães que foram orientadas a ter filho em outras posições além de deitada, de 10% para 15% no mesmo período. Outro percentual que melhorou foi a presença do acompanhante da escolha da mãe que passou de 37% para 47% e o do uso do chuveiro como método para alívio da dor, que aumentou de 27% para 35%. Para realização da pesquisa, foram entrevistadas adolescentes de 10 a 19 anos. Mais da metade delas são solteiras, negras, não têm planos de saúde e têm renda familiar menor que dois salários mínimos. Os dados também servem como alerta, pois mostram que durante o parto algumas práticas que devem ser evitadas ainda estão sendo utilizadas. Uma delas é a manobra de Kristeller, quando o útero da mulher é pressionado para tentar auxiliar a expulsão, que teve incidência de 28% em 2014, e a episiotomia (corte no períneo) que teve incidência de 37% no mesmo ano. Em março deste ano, o Ministério da Saúde apresentou as Diretrizes do Parto Normal, no intuito de reduzir procedimentos considerados desnecessários e melhorar a qualidade do atendimento durante o parto. (Agência Brasil)

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Meirelles diz que país voltará a gerar emprego no segundo semestre

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (11) que o país vai voltar a gerar emprego, a partir do segundo semestre deste ano. Meirelles participa nesta manhã do programa Agora Brasil, na NBR, canal de TV da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Meirelles fala sobre a economia e as propostas de reforma previdenciária e trabalhista em tramitação no Congresso Nacional. O ministro afirmou que nos últimos anos o governo gastou excessivamente e a dívida pública subiu “de forma descontrolada”. “É preciso esclarecer o fato de que nós herdamos a maior recessão da história do Brasil”, declarou. O ministro disse que o país ainda está “pagando o preço” dessa recessão econômica. “Os investimentos caíram e as empresas começaram a demitir e as pessoas pararam de consumir com medo de serem demitidas”, disse. Mas, para o ministro, agora país já saiu do “fundo do poço”. “Já estamos crescendo porque o governo cortou as despesas, estamos fazendo as reformas necessárias”, acrescentou. O ministro disse ainda que a confiança de empresários e consumidores melhorou, levando a maior produção e consumo. Com isso, Meirelles afirma que o emprego vai reagir no segundo semestre. Sobre a Previdência, o ministro respondeu a questionamento sobre as dívidas previdenciárias de empresas. Ele disse que a maior parte da dívida é de empresas insolventes ou falidas, o que torna difícil a recuperação. Ele acrescentou que o valor que pode efetivamente ser recuperado chega a R$ 150 bilhões. “Não cobre nem um ano de déficit da Previdência”, disse. (Agência Brasil)

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39% da população adulta está inadimplente

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estimam um total de 59,0 milhões de pessoas físicas negativadas no país, ao final de abril. O número representa 39,19% da população com idade entre 18 e 95 anos. Na variação anual do número de pessoas físicas inadimplentes, o indicador mostrou queda de -1,60% em abril, em comparação com abril de 2016. Após crescer a taxas próximas a 5,0% entre o final de 2015 e início de 2016, o indicador teve sucessivos recuos ao longo do ano passado, sendo a segunda vez, desde o início da série histórica em 2010, que há uma queda anual. Na passagem de março para abril, a inadimplência no país mostrou queda de -0,35%. “Essa desaceleração do crescimento da inadimplência ocorre desde o segundo trimestre de 2016 e reflete tanto a recessão econômica, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, quanto a redução da tomada de crédito por parte dos consumidores e sua propensão a consumir”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “O consumidor tem tido maior cautela com o consumo, além de maior dificuldade para conseguir crédito. Assim, ele se endivida menos e, com isso, torna-se mais difícil ficar inadimplente”, analisa. A estimativa por faixa etária indica que é entre 30 e 39 anos a maior frequência de negativados, uma vez que em abril metade dessa população (49,83%) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito – um total de 17,0 milhões de pessoas. Vale destacar ainda que uma quantidade significativa das pessoas entre 40 e 49 anos está inadimplente (47,06%), bem como entre os consumidores de 25 a 39 anos (46,34%). 24,90 milhões de inadimplentes na região Sudeste De acordo com a estimativa, a região Sudeste é a região que concentra, em termos absolutos, o maior número de negativados, somando 24,90 milhões de consumidores, o que representa 38,17% da população adulta da região. Em seguida aparecem o Nordeste, que conta com 15,60 milhões de negativados, ou 39,19% da população; o Sul, com 8,29 milhões de inadimplentes (37,16%); o Norte, que, com 5,35 milhões de devedores (45,77% – o maior percentual entre as regiões); e o Centro-Oeste, com um total de 4,84 milhões de inadimplentes (42,18% da população). Bancos concentram a maior parte das dívidas no Brasil O indicador do SPC Brasil e da CNDL também apresentou em abril uma variação negativa de -7,13% no volume de dívidas em nome de pessoas físicas na comparação com o mesmo mês de 2016. Esta foi a menor variação de toda a série histórica. Os dados por setores revelam que o segmento de água e luz foi o único a apresentar crescimento anual do número de pendências em abril, com alta de 3,19%. Já o setor de comunicação teve a maior queda, de -17,35%. Em seguida aparecem os bancos (-5,02%) e o comércio (-7,10%). O levantamento aponta ainda que os bancos concentram a maior parte das dívidas no país (48,36% do total), com o comércio (20,26%) e o setor de comunicação em seguida (13,51%).

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