Procura por exames de dengue, influenza e Covid 19 cresce 58% no Nordeste durante férias e volta às aulas

A combinação entre períodos de sol e chuva, as férias escolares e a preparação para a volta às aulas tem elevado a circulação de arboviroses e vírus respiratórios na Região Nordeste. Com o aumento de casos de febre, dores no corpo, tosse, coriza e mal estar, cresce também a procura por exames que auxiliam na identificação da doença e na definição do tratamento. No Laboratório Nabuco, a demanda por testes para dengue, zika, chikungunya, influenza e Covid 19 aumentou 58% nas últimas semanas.

Diagnóstico auxilia na definição do tratamento

Segundo a médica patologista clínica e fundadora do Laboratório Nabuco, Dra. Sofia Acioli, a maior procura por exames acompanha um período em que diferentes vírus circulam simultaneamente. “É comum que as pessoas associem sintomas como febre e dores no corpo a uma única doença, mas neste período diferentes vírus estão circulando simultaneamente. O diagnóstico laboratorial é fundamental porque permite identificar o agente causador da infecção e ajuda o médico a definir a conduta mais adequada para cada paciente”, afirma.

Testes identificam diferentes infecções

Entre os exames mais solicitados estão os testes para dengue, zika, chikungunya, influenza e Covid 19. O laboratório também disponibiliza painéis moleculares que permitem identificar diversos vírus respiratórios em uma única análise, recurso indicado principalmente para casos persistentes ou de maior complexidade clínica.

Grupos de risco exigem maior atenção

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos que demandam maior atenção por apresentarem risco elevado de complicações. A orientação é buscar assistência médica diante de febre persistente, sintomas respiratórios ou sinais de agravamento e realizar os exames indicados. “Entre as medidas preventivas, é importante manter boa imunidade com alimentação equilibrada e hidratação adequada, manter a vacinação contra influenza em dia, higienizar frequentemente as mãos, evitar contato próximo com pessoas sintomáticas e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya”, orienta a Dra. Sofia Acioli.

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