Quase Ficção (por Paulo Caldas)

“Em nome de Rosa, uma quase ficção” foi concebido pela narrativa delicada de Bernadete Bruto, que desvenda a vida da personagem Rosalina, mulher mulher, nome de flor, entre reflexos temporais e o comportamento feminino de outras eras.

O texto é marcado por frases fortes, mas gentis, metafóricas com jeito de manifesto: “doutrina é gaiola que prende a vida “, ou pungentes: “uma dor sem nome”.

Numa quase ficção, como confessa a autora, os personagens vestem nomes fictícios, embora a escrita confira verdades à protagonista, uma dessas mães-guerreiras, que, sozinha, emerge para os seus cotidianos e submerge a tese da fragilidade feminina.

Em nome de Rosa tece, em harmonia, uma teia familiar “cingindo laços afetivos” que envolvem a própria Bernadete Bruto, registrados com fotos, numa espécie de acervo de saudades.

O primoroso projeto visual, no modelo pocket book, traz as assinaturas de André Bruto (capa), Joselma Firmino (conteúdo) e a impressão da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O prefácio é da professora Moema Vilela e o posfácio, da escritora Patrícia Tenório.

O livro “Em nome de Rosa, uma quase ficção” pode ser adquirido com a autora pelo fone: (81) 99743.0777


*Paulo Caldas é escritor

Deixe seu comentário

Assine nossa Newsletter

No ononno ono ononononono ononono onononononononononnon