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Café e ovos lideram alta de preços e pressionam orçamento das famílias no Nordeste

Estudo da Neogrid revela que alimentos básicos tiveram fortes reajustes em março, com destaque para a elevação de 12,1% no preço dos ovos na região Nordeste O bolso do consumidor nordestino sentiu em março o impacto da alta nos preços de produtos básicos. Segundo o levantamento “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, da Neogrid, os ovos registraram aumento de 12,1% no Nordeste, liderando a lista regional de altas. O café em pó e em grãos, outro item essencial, teve reajuste de 6,4% no mesmo período. No cenário nacional, o café subiu 7,3%, atingindo o preço médio de R$ 67,39 por quilo, enquanto os ovos acumularam uma valorização de 32,4% desde dezembro de 2024. De acordo com Anna Carolina Fercher, líder de dados estratégicos da Neogrid, os aumentos são reflexo de pressões logísticas e efeitos climáticos adversos, como estiagens e ondas de calor em áreas produtoras. “O aumento reflete uma combinação de fatores na cadeia de abastecimento, como custos logísticos elevados e flutuações de oferta, que acabam pressionando o consumidor final”, explica. Outros produtos também apresentaram elevações na região Nordeste: leite UHT (2,9%), refrigerantes (1,8%) e biscoitos (1,6%). Já entre as quedas mais significativas de preços no Nordeste estão itens de ampla circulação, como sal (-7,6%), arroz (-7,0%), xampu (-4,4%), óleo (-4,4%) e feijão (-3,5%). Em âmbito nacional, os recuos mais expressivos ocorreram no arroz (-5,1%) e na carne bovina (-3,0%). O estudo mostra que, enquanto itens como café e ovos continuam a subir, pressionando o custo de vida, algumas categorias fundamentais no prato do brasileiro registram recuos que ajudam a equilibrar o cenário. Ainda assim, a alta acumulada de alimentos essenciais sinaliza alerta para o poder de compra das famílias, especialmente nas regiões mais vulneráveis.

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Inflação desacelera, mas alimentos pressionam famílias de baixa renda

Queda nos preços da energia e do transporte urbano alivia orçamento das camadas mais pobres, mas itens da cesta básica ainda pesam A inflação desacelerou para todas as faixas de renda em março, de acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O maior alívio foi registrado entre as famílias de renda muito baixa, cuja taxa caiu de 1,59% para 0,56% no mês. Para os mais ricos, a inflação também recuou, de 0,9% para 0,6%. O principal fator para a melhora nos indicadores foi a estabilidade das tarifas de energia elétrica e a redução nos preços das passagens de ônibus (-1,1%) e metrô (-1,7%). Apesar do alívio geral, o encarecimento dos alimentos continua sendo um desafio especialmente para as famílias de menor renda. Em março, subiram os preços dos ovos (13,1%), café (8,1%), leite (3,3%) e tomate (22,6%), pressionando o custo da alimentação no domicílio. Por outro lado, houve queda em produtos como arroz (-1,8%), feijão-preto (-3,9%), carnes (-1,6%) e óleo de soja (-2,0%). Já no caso das famílias de renda alta, o que mais pesou foram os gastos com transporte e lazer, como as passagens aéreas (+6,9%) e os serviços recreativos (+1,2%). A desaceleração da inflação nesse grupo foi puxada, principalmente, pelo arrefecimento dos reajustes em mensalidades escolares, que haviam ocorrido com mais força em fevereiro. No acumulado de 12 meses, a inflação segue mais intensa para as faixas de renda alta (5,61%), enquanto a renda muito baixa acumula alta de 5,24%. Os grupos que mais pressionaram a inflação nesse período foram alimentos e bebidas, transportes e saúde e cuidados pessoais, com destaque para os aumentos de café (77,8%), óleo de soja (24,4%) e planos de saúde (7,3%). Com a inflação cedendo no curto prazo, o cenário favorece uma retomada mais equilibrada do poder de compra — principalmente se a tendência de queda nos preços dos alimentos essenciais se mantiver nos próximos meses.

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Setor agropecuário bate recorde no Brasil com alta no abate de bovinos, frangos e suínos

Demanda interna e exportações impulsionam crescimento, com destaque para China e Estados Unidos A produção pecuária brasileira encerrou 2024 com números históricos, refletindo o fortalecimento do consumo interno e o aumento das exportações. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o abate de bovinos cresceu 15,2% em relação a 2023, totalizando 39,27 milhões de cabeças – o maior volume registrado desde 2013. A alta foi puxada, principalmente, pelo aumento no abate de fêmeas, que alcançou 16,9 milhões de unidades, um crescimento de 19% na comparação anual. Além do setor de bovinos, o abate de frangos atingiu 6,46 bilhões de unidades, um avanço de 2,7% em relação ao ano anterior. A produção de suínos também estabeleceu um novo recorde, com 57,86 milhões de cabeças abatidas, crescimento de 1,2%. A Região Sul lidera a produção de frangos e suínos, enquanto Mato Grosso se destacou no segmento de bovinos, com 18,1% da participação nacional. A crescente demanda internacional impulsionou as exportações brasileiras, com destaque para a China, que absorveu 52% da carne bovina enviada ao exterior, e os Estados Unidos, que praticamente dobraram suas compras, registrando alta de 93,8%. A pesquisadora do IBGE, Angela Lordão, destaca que “o Brasil ocupa as primeiras posições no ranking global de exportação de carnes devido ao seu rigoroso padrão sanitário”. Outro segmento que registrou crescimento expressivo foi a produção de ovos de galinha, que chegou a 4,67 bilhões de dúzias, um aumento de 10% em relação a 2023. Segundo o IBGE, “ao longo de 2024, o setor avícola foi impulsionado pelos aumentos nos preços relacionados a outras proteínas, com demandas internas e externas aquecidas”. Os números reforçam a importância do setor agropecuário para a economia brasileira, com impacto direto na geração de empregos e no saldo da balança comercial. Especialistas alertam, no entanto, para a necessidade de monitoramento ambiental e estratégias de sustentabilidade, garantindo a competitividade do Brasil a longo prazo.

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Camex zera imposto de importação para nove alimentos e busca conter alta de preços

Medida busca reduzir preços e inclui carnes bovinas, café, milho, azeite e outros itens essenciais O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou, nesta quinta-feira (13), a redução a zero do Imposto de Importação para nove categorias de alimentos. A medida visa mitigar o impacto da inflação nos preços de produtos essenciais e entra em vigor nesta sexta-feira (14), com a publicação no Diário Oficial da União. A decisão, no entanto, não inclui carnes de aves e suínos, beneficiando apenas cortes bovinos desossados e congelados. Outros produtos contemplados incluem café torrado e em grão, milho, massas não recheadas, bolachas e biscoitos, azeite de oliva extravirgem, óleo de girassol, açúcar de cana e sardinha em conserva. No caso da sardinha, a alíquota zero se aplica apenas a um limite de 7,5 mil toneladas. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou que a isenção terá impacto fiscal de aproximadamente US$ 110 milhões (R$ 650 milhões) por ano, mas ressaltou que a medida será temporária, o que pode reduzir esse montante. Confira os produtos com imposto zerado: O governo também ampliou a cota de importação do óleo de palma, passando de 60 mil para 150 mil toneladas, com isenção fiscal por 12 meses. Essa iniciativa faz parte de um conjunto de estratégias do governo para frear a alta dos alimentos e conter o impacto da inflação no bolso dos consumidores.

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Inflação dos alimentos perde força em fevereiro e registra menor alta em cinco meses

Cenoura e café puxam aumentos, enquanto arroz e batata ajudam a conter avanço dos preços A prévia da inflação oficial de fevereiro indica uma desaceleração nos preços dos alimentos, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice registrou alta de 0,61% no mês, a menor variação desde setembro de 2024, quando ficou em 0,05%. Apesar disso, no acumulado de 12 meses, o grupo de alimentos e bebidas ainda avança 7,12%, superando a inflação geral, que está em 4,96%. A alimentação no domicílio subiu 0,63% em fevereiro, abaixo do 1,10% registrado em janeiro. Entre os itens com maior aumento, destacam-se a cenoura (17,62%) e o café moído (11,63%). Por outro lado, produtos essenciais como batata-inglesa (-8,17%), arroz (-1,49%) e frutas (-1,18%) apresentaram redução de preços, aliviando um pouco o orçamento das famílias. Já a alimentação fora do lar também desacelerou, passando de 0,93% para 0,56% no mês, com refeição (0,43%) e lanche (0,77%) registrando variações menores que no mês anterior. O governo mantém a atenção à inflação dos alimentos, que tem sido pressionada por fatores climáticos e oscilações na oferta de produtos. O IPCA-15 serve como um termômetro antecipado da inflação oficial e mede a variação de preços com base em uma cesta de produtos e serviços consumidos por famílias com renda entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços para a edição de fevereiro foi realizada entre 15 de janeiro e 12 de fevereiro. Principais variações nos preços dos alimentos em fevereiro: 📈 Altas:☕ Café moído: +11,63%🍽️ Refeição fora de casa: +0,43% 📉 Quedas:🥔 Batata-inglesa: -8,17%🍚 Arroz: -1,49%🍌 Banana-d’água: -4,98%🛢️ Óleo de soja: -1,96%🍋 Limão: -17,35%🥛 Leite longa vida: -0,67%

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Inflação oficial fecha 2019 em 4,31%

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o ano de 2019 em 4,31%. A taxa é superior aos 3,75% observados em 2018, segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE). A taxa também ficou acima do centro da meta de inflação, estipulada pelo Conselho Monetário Nacional para 2019: 4,25%. Em dezembro, o IPCA ficou em 1,15%, acima do 0,51% de novembro e do 0,15% de dezembro do ano anterior. Esse é o maior resultado para o mês desde 2002 (2,10%). Com taxa de 1,54%, os transportes também tiveram impacto importante no IPCA de dezembro, com destaque para a alta de preços de 3,36% da gasolina no período. (Da Agência Brasil)

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Instituições financeiras estimam inflação de 4,13% em 2019

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram a estimativa de inflação para 2019, pela nona vez seguida. As previsões para o crescimento da economia em 2019 e 2020 foram mantidas. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país), desta vez, subiu de 4,04% para 4,13%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará, na próxima sexta-feira (10), o IPCA de 2019 A informação consta do Boletim Focus, pesquisa semanal do BC com as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2020, a estimativa de inflação caiu de 3,61% para 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022. As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. (Da Agência Brasil)

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Mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 3,86% este ano

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram a estimativa de inflação e crescimento da economia este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) subiu de 3,84% para 3,86%. A informação consta do boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Essa foi a sexta elevação consecutiva. Para 2020, a estimativa de inflação se mantém há sete semanas em 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022. As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). De acordo com as instituições financeiras, no fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano. Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,13% ao ano. A estimativa anterior era 6,15% ao ano. Para o final de 2022, a previsão segue em 6,5% o ano. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. Atividade econômica A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 1,10% para 1,12%, neste ano. As estimativas das instituições financeiras para 2020 variaram de 2,24% para 2,25%. Para os anos seguintes, não houve alteração em relação à pesquisa anterior: 2,50% em 2021 e 2022. Dólar a R$ 4,15 A projeção para a cotação do dólar permanece em R$ 4,15 no fim de 2019, e em R$ 4,10 no encerramento de 2020. (Da Agência Brasil)

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Cesta natalina mais cara: preço do pernil subiu 73,43%

A pesquisa realizada pelo Procon-PE sobre a Ceia Natalina demonstrou que dos 34 produtos mais procurados, 30 produtos subiram de preço, em relação a pesquisa de 2018. Nenhum produto manteve o valor e quatro baixaram seus valores. O produto que mais subiu de preço foi o pernil suíno com osso, um aumento de 73,43%, o quilo passou de R$ 7,49 para R$ 12,99. A ave tipo chester, foi o segundo produto que mais aumentou de preço, 42,92%. Os fiscais do Procon-PE pesquisaram 67 produtos em ­11 estabelecimentos, de Recife e Olinda, divididos nas seguintes categorias: queijos e salames; panetones; carnes e peixes; biscoitos, bolos e chocolates; frutas em caldas e secas e vinhos e espumantes. O produto que apresentou maior diferença, entre um estabelecimento e outro foi o espumante, de uma loja pra outra há uma diferença de 400,73%, o mesmo produto pode ser encontrado por R$ 6,89 e R$ 34,50. Já o quilo do bacalhau, pode ser encontrado por R$ 26,90 e R$ 50,99, uma diferença de 89,55%. “Essa pesquisa é mais uma importante ferramenta que o Governo de Pernambuco coloca à disposição da população. A regra que segue ainda é a clássica: pesquisar muito antes de comprar”, pontua o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico. O órgão de defesa do consumidor separou os 30 mais procurados e comparou com os valores de 2018. O queijo provolone é que o que mais caiu de preço. Em 2018, o quilo do queijo saía por R$ 66,69 e atualmente por R$ 49,90 uma queda de 25,18%. O objetivo da pesquisa de preços de itens da Cesta Natalina é oferecer ao consumidor pernambucano um instrumento para auxiliar nas compras. (Do Blog do Governo de Pernambuco)

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