Colunistas

Startup Liv Up chega ao Recife

A Liv Up, startup de alimentação saudável, expandiu sua atuação e acabou de chegar à capital pernambucana. “Estamos expandindo nossas operações inicialmente para as capitais, onde o dia a dia é corrido e comer bem se torna um grande desafio. Queremos levar às pessoas a qualidade de vida que elas desejam e que a falta de tempo, muitas vezes, não permite que elas alcancem”, afirma Victor Santos, um dos fundadores da Liv Up. Receitas criadas por chefs e nutricionistas compõem o menu da marca, que disponibiliza porções de carnes, frangos, peixes, sopas, massas e molhos, com opções vegetarianas. A startup também oferece lanches, snacks e doces, inclusive sem açúcar. As matérias primas  dos pratos e produtos são adquiridas, em sua maioria, de pequenos produtores rurais. Além disso, usa a técnica de ultracongelamento, na qual os alimentos ficam a – 40º C, permite que a textura, sabor e as propriedades nutricionais sejam mantidos sem a utilização de corantes, conservantes ou aditivos. Para adquirir os produtos da marca, basta fazer um pedido através do site ou app – disponível para Android e iOS – e escolher o melhor dia e horário para que a entrega seja feita. Mais informações sobre a marca no site: https://www.livup.com.br/

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Greenmix anuncia abertura de uma nova unidade no Recife

O empreendimento pernambucano Greenmix, liderado pelos sócios Mariana e Rafaela Dias, Ricardo Canella e Luciano Pontes, está prestes a completar 5 anos de funcionamento e prepara o lançamento da sua 3ª unidade para ainda este ano, no shopping RioMar. A nova loja é superlativa em todos os aspectos: em tamanho, será o maior do Brasil, com 1.200m²; em mix de produtos, com mais de sete mil itens nas prateleiras; e em capacidade de operação – o espaço contará com 250 lugares e diversas operações gastronômicas próprias, com menus desenvolvidos pela natural chef Mari Dias e fabricação Greenmix. . . O projeto promete gerar mais de 40 empregos e recebeu investimento de R$ 4 milhões, que contempla a abertura da nova loja e expansão da fábrica, com aquisição de novas máquinas, que dará suporte às novas unidades e novos produtos de marca própria e ampliação da estrutura para atender a produção que abastecerá as 3 lojas. “A abertura desta terceira loja é o resultado do sucesso do nosso modelo de negócio que foi e continua sendo inédito no Brasil. Não há hoje nenhuma operação que reúna mercado, padaria e restaurante com produção 100% própria, com foco na vida saudável, com nossa gama de opções, nosso mix de produtos e nossa gastronomia autoral. Temos muito orgulho de colocar Pernambuco no mapa nacional da inovação no setor. Apostamos na nossa capital como berço para o Greenmix e hoje somos referência para todo o Brasil” – afirma Ricardo Canella, CEO da operação.

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Recife Assombrado: diretor conta detalhes do primeiro longa pernambucano de terror

Se você é de Recife e região, certamente já ouviu histórias sobre seres assustadores como a Perna Cabeluda e a Galega de Santo Amaro. Conhece lugares na capital pernambucana considerados, por muitos, assombrados como a Cruz do Patrão no Bairro do Recife. Na década de 50, muitas dessas histórias foram relatadas no livro Assombrações do Recife velho, do sociólogo Gilberto Freyre. Obra que serviu de inspiração para o filme de estreia do jornalista e produtor cultural Adriano Portela, o longa Recife Assombrado, primeiro longa de terror feito em Pernambuco. Em entrevista, Adriano conta detalhes do projeto, que chega aos cinemas em 21 de novembro.     Como surgiu a ideia para o projeto do Recife Assombrado? A ideia do filme surgiu em 2015, quando participei de uma oficina sobre monstros na literatura com o professor André de Sena, lá em Garanhuns. Eu já havia observado que existia muita coisa em formato pequeno, muitos curtas, mas não existia um longa catalogando todas essas assombrações, como Gilberto Freyre fez na década de 20 com o livro “Assombrações do Recife Velho”, na época que era editor do jornal “A Província”. O jornalista Oscar Mello fez uma série de reportagens sobre assombração e o tema depois virou pauta do livro de Gilberto Freyre. Dos filmes produzidos em Pernambuco, poucos são de terror. Por que a opção pelo gênero? A opção pelo gênero, primeiro é que sou apaixonado pelo tema assombração, desta história da oralidade que Freyre, Carneiro Vilela, Jaime Gris e outros autores vêm pesquisando há muito tempo. Fizemos também uma pesquisa sobre o que o público queria ver em Pernambuco. Observamos que os gêneros terror e suspense, mais especificamente, são muito solicitados por aqui.     Considerando a crise atual no audiovisual brasileiro, quais foram os principais desafios enfrentados do início à conclusão das gravações? O desafio maior sempre é conseguir um incentivo. O boom do cinema pernambucano facilitou a aprovação do projeto na Ancine em 2016. Do Nordeste, foram três projetos aprovados, Recife Assombrado, Organismo de Jeorge Pereira, que inclusive é diretor assistente do meu filme, e um projeto do Ceará. O dinheiro do incentivo só caiu na conta em 2017 e o restante para a finalização agora em 2019. Ao longo dos anos, desde a retomada da produção audiovisual em Pernambuco, marcada pela estreia do longa “Baile Perfumado”, os filmes produzidos por aqui têm chamado a atenção não só no Brasil, mas também lá fora. Como explicar essa vocação do estado para a sétima arte? Essa vocação está ligada à vontade de fazer, ver a coisa acontecer. Certa vez eu estava na Academia de Cinema em São Paulo e perguntaram como a gente fazia os filmes por aqui, pois, até então, só tinha curso de cinema na UFPE e Aeso. Respondi que a gente aprendia com a cabeça no sol mesmo. Pernambuco é um celeiro multicultural e é essa vontade de realizar, fazer arte e acontecer.  

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Pernambuco recebe 4º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída

O Congresso Brasileiro de Geração Distribuída acontece pela primeira vez em Pernambuco nos dias 13 e 14 de novembro, no Centro de Convenções, em Olinda. Além de soluções, tecnologias inovadoras, estudos técnicos/científicos e novidades industriais no campo das energias renováveis, o encontro apresentará discursões sobre o atual cenário da geração distribuída, barreiras regulatórias, impedimentos jurídicos e as perspectivas de crescimento para o setor em fontes alternativas de energias como a solar, eólica, biomassa e as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Em paralelo, haverá o Fórum Energy Storage Brasil, uma feira de armazenamento de energia e, ainda, a 4ª ExpoGD – Feira Brasileira de Geração Distribuída, com expectativa de gerar R$ 200 milhões em negócios. Estão entre os palestrantes Rodrigo Schreiner (Solaris Energia), Júnior Cosmos(Cosmos Energy), Raphael Vale(Coober) e Ananias Gomes, diretor-presidente da Insole (PE) e diretor regional da ABGD. O encontro é realizado pelo Grupo FRG, sob a presidência do empresário Tiago Fraga e organizado em parceria com a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD). Um dos assuntos que promete esquentar os debates no encontro diz respeito ao processo de revisão da Resolução Normativa 482/2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). “Na visão de especialistas e empresários do setor, a atual proposta da ANEEL pode inviabilizar o crescimento da geração distribuída no Brasil. E, enquanto este processo estiver em curso, fica complicado até mesmo para se fazer uma avaliação real das perspectivas a médio e longo prazo para o mercado solar na geração distribuída”, afirma Tiago Fraga, empresário e presidente do Grupo FRG, empresa realizadora do evento, que demonstra preocupação com as possíveis mudanças na legislação impostas pela agência reguladora. Outras fontes alternativas de energia, como a eólica, as PCHs e a biomassa, que faz uso de material orgânico de origem vegetal e mineral, também ganharão destaques no encontro. NEGÓCIOS A 4ª Feira Brasileira de Geração Distribuída (4ª ExpoGD) contará com a participação das principais empresas atuantes no setor, no Brasil e no exterior, para compartilhar e discutir soluções tecnológicas, procedimentos comerciais, estratégias de mercado e informações que impulsionem o crescimento Geração Distribuída na Matriz Elétrica Brasileira. “É a primeira feira focada exclusivamente em temas voltados ao setor, trazendo ao mercado uma vitrine, onde o público participante possui interesse direto no segmento”, explica o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída, Carlos Evangelista. Ao todo estão sendo esperadas cerca de 80 marcas, sendo 15 delas do exterior, tendo como destaques as empresas Fronius e Sonnenkraft, da Áustria; a americana Amphenol, a canadense Canadian e, em especial as chinesas Sungrow, BYD, Solis Inverters, Já Solar e Talesun, além de empresa da Suíça. A expectativa é receber um público de 5 mil visitantes nos dois dias da feira e movimentar cerca de R$ 200 milhões em negócios com a venda de produtos e serviços, novas máquinas e equipamentos e os últimos lançamentos em soluções tecnológicas para o setor em nível global. Credenciamento – As inscrições para participar do Congresso podem ser feitas através do site www.cbgd.com.br e custam R$ 890,00. Estudantes terão desconto de 40% e os apresentadores de trabalhos técnicos terão abatimento de 50%. O Congresso conta com patrocínios e apoios de diversas empresas do setor no Brasil e, no quesito institucional, de dezenas de entidades e associações ligadas ao segmento. SERVIÇO: 4º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída e 4ª ExpoGD Quando: dias 13 e 14 de novembro, das 8h30 às 18h Local: Centro de Convenções de Pernambuco (Rua Professor Andrade Bezerra, S/N – Salgadinho – Olinda/PE). Inscrições para o Congresso: pagas através do site www.cbgd.com.br Feira de Geração Distribuída: acesso gratuito Informações: |41. 3225.6693 |41.3222.6661

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Tecnologia: Bidweb e Gartner firmam parceria

Com o intuito de fortalecer o processo de tomada de decisão, tanto no uso de tecnologias quanto na adoção de boas práticas, a Bidweb Security IT se junta à Gartner Inc. para expandir os negócios e a criação de consciência a respeito da segurança da informação em Pernambuco e no mercado nacional. A parceria prevê a avaliação agnóstica, feita pela consultoria da Gartner, de tecnologias disponíveis para os níveis de proteção compatíveis com as ameaças, garantindo o uso de produtos adequados para as situações dos clientes da Bidweb. Além do seu aval técnico, a Gartner atuará na adequação de processos internos para que os clientes da empresa parceira entendam a segurança da informação como Risco de Negócio, e não apenas como um investimento em TI. O intuito da parceria é fortalecer a Bidweb para que ofereça os serviços de segurança da informação para um mercado mais consciente e aberto aos desafios tecnológicos do século 21. “A parceria é estratégica pois chega no momento de ajustes com foco na LGPD. A segurança da informação, que sempre foi necessária, se torna uma obrigação das empresas com a nova lei. Com a Gartner, vamos garantir o uso das melhores tecnologias para nossos clientes e criar práticas de segurança digital condizentes com seus desafios”, pondera Flávia Brito, CEO da Bidweb. Com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD, a partir de agosto de 2020, o mercado se aquecerá ainda mais, e a Bidweb, a partir da parceria com a Gartner, terá seu horizonte de análise ampliado, capacitando a empresa melhor para tomar as melhores decisões e criar as soluções mais efetivas em segurança digital.

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Livro de uma linha (por Bruno Moury Fernandes)

Pascal, Cioran, Lichtenberg, Schopenhauer, Karl Kraus, Oscar Wilde, Machado de Assis, Gómez Dávila, Kafka, Nelson Rodrigues, Millôr e, o maior de todos, claro, Nietzsche. Todos exemplos de grandes aforistas. Aforismo é um gênero textual dos mais curiosos e intrigantes. Enuncia uma regra, um pensamento, um princípio ou uma advertência. É a mistura de literatura e filosofia. Através de uma mensagem verdadeira e concisa, geralmente é a expressão sucinta de um pensamento moral. Sátira, irreverência e cinismo são bem-vindos nesse gênero. Caí na tentação de escrever aforismos. Mas rato pequeno quando pega em mel se lambuza. Neste caso, lambuzado de mediocridade. O que saiu de melhor foi: “são duas coisas que não voltam: uma é o tempo, a outra os tapaué que empresto a mãe” ou “mais vale um peito na mão do que dois no sutiã”. Essas coisas que são extraídas de uma mente madura de um aforista-tabacudo-pernambucano. Para não amolar vocês, voltemos aos grandes. Apresento, a seguir, o catálogo de aforismos para a vida. Minha seleção: “O amor é estado no qual os homens têm mais possibilidades de ver as coisas como elas não são.” (Nietzsche) “As convicções são cárceres.” (Nietzsche) “Educação é aquilo que a maior parte das pessoas recebe, muitos transmitem e poucos possuem.” (Kraus) “O fraco fica em dúvida antes de tomar uma decisão; o forte, depois.” (Kraus) “A partir de certo ponto não há mais retorno. É este o ponto que tem de ser alcançado.” (Kafka) “Com muita sabedoria, estudando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos 40 anos de vida, aprender a ficar calado.” (Millôr) “O adulto não existe. O homem é o menino perene.” (Nelson Rodrigues) “O olhar de uma mulher pode revelar tudo que ela esconde, se o interpretarmos ao contrário.” (Drummond) “Desculpe-me, não reconheci você: eu mudei muito.” (Wilde) “A tragédia da velhice não consiste em ser velho, mas em ter sido jovem.” (Wilde) “O dinheiro é uma felicidade humana abstrata, por isso aquele que já não é capaz de apreciar a verdadeira felicidade humana, dedica-se completamente a ele.” (Schopenhauer) Para quem anda descrente desse mundo, a leitura dos aforismos dos grandes pensadores traz o poder das palavras consigo e nos enche de fé. Sim, de fé! Minha crença mora mesmo na realidade brutal dos aforistas humanos de carne e osso. Ainda que as palavras por vezes nos impactem e firam mais do que se possa imaginar, o aforismo é sobretudo um choque de realidade humana, em livro de uma linha só. É o dizer nada politicamente correto. Na lata, na caixa dos peitos. É verdade e meia, Kraus.

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MaxPlural celebra entrega do Stark Home Design

Igor Dias celebrou em grande estilo mais uma entrega da construtora MaxPlural. O Stark Home Design, localizado na beira-mar de Piedade, e Jaboatão, está pronto e foi entregue  com direito a festa e coquetel na cobertura. O sócio-diretor, Igor Dias, foi um dos anfitriões da noite. Entre os presentes, Paulo Nery, Superintendente Regional da Caixa, os arquitetos Manuela Pires e Thiago Ribeiro e Felipe Cunha, sócio do escritório de advocacia Galdino e Rebelo. Uma banda de jazz animou o evento e cada um dos clientes ganhou uma mini escultura personalizada com o nome de cada um deles, cortesia da Finger Móveis Planejados. O projeto do Stark foi assinado pela Poligonus Arquitetura.

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Bruno Souto, Elomar e Torre. Confira os lançamentos.

Por Yuri Euzébio Eu ainda era um garoto, salvo engano na sétima série, quando eu uma visita a uma livraria me deparei com o álbum “Acima da Chuva” da Volver, uma banda que (eu só iria descobrir depois) tem o mesmo nome de um filme de Almodóvar. Confesso que comprei o CD pela capa, um registro histórico da Praça do Diário, e história sempre foi a minha matéria favorita. Bem, ainda que despretensiosamente e ao acaso, fui apresentado a uma das mais diferentes bandas surgidas no Recife pós-mangue. A Volver faz um rock simples, puro e cru dos anos 60 e até aqui já lançou três álbuns. A banda resolveu fazer uma pausa e o seu vocalista, Bruno Souto, embarcou na inevitável carreira solo. Na última quarta-feira (30/10), Souto disponibilizou nas plataformas digitais “Valsa”, álbum em comemoração aos seus 15 anos de carreira. “Já faz um tempo que eu pensava em regravar algumas músicas da época da Volver e tal. Não para superá-las ou mesmo renegar as originais. Queria lançar um novo olhar sobre algumas canções antigas, revisitá-las”, explicou. A nova produção do artista tem a bênção e a garantia de qualidade do selo Passa Disco, e surgiu da vontade do músico em celebrar seu tempo de carreira. “Batizei o disco de Valsa, pois a palavra reflete como enxergo o passar do tempo nessa minha trajetória até aqui: feito passos em uma dança de valsa. Também faço um paralelo subjetivo entre a valsa e a beleza melódica das canções, os arranjos de cordas, etc. Importante deixar claro que o disco não é um “best of” com as minhas melhores composições, nem um apanhado do que as pessoas gostam mais”, justificou. De acordo com Bruno, no início do projeto seriam apenas músicas da Volver, mas para fechar um conceito resolveu regravar músicas que percorressem toda a sua trajetória. “Todos os cinco discos que lancei nesse período (três com a banda e dois na carreira solo) teriam de ser contemplados, nem que fosse com apenas uma música de cada”, detalhou. A ideia amadureceu e ganhou também duas canções inéditas, na abertura e no fechamento do álbum. O álbum reconstrói belíssimas canções em novos arranjos mais intimistas e amplia o universo do artista. Se você , assim como eu, era fã da Volver não vai se arrepender. Se não era, não pode perder a oportunidade de ouvir esse som classe alta. Enfim, eu se fosse tu, não perdia a chance. Elomar e Titane apresentam concerto em Recife Elomar, assim como seu conterrâneo João Gilberto, não é muito afeito à entrevistas ou um marketing forte de sua imagem. Sua obra fala por si só, tal qual a do pai da bossa nova. Nesses nossos tempos de instagramização da vida, isso é encarado com muita estranheza, mas se você conhece a produção do baiano, certamente gosta dele mesmo com toda dificuldade de saber qualquer coisa do artista. Pois bem, aos 81 anos, Elomar, compositor, violonista e cantor, divide palco, mais uma vez, com a artista mineira Titane, em concerto no dia 10 de novembro, domingo, às 19h, no Teatro de Santa Isabel, no Recife. Com trajetória de 30 anos e 5 discos gravados, o mais recente trabalho da cantora, o CD “Titane canta Elomar – nas estradas das areias de ouro” (2018), marca um tempo inédito em sua carreira ao se dedicar à obra de um único compositor. Como nos concertos realizados em Belo Horizonte (MG) e Vitória da Conquista (BA), Elomar e Titane serão acompanhados por Hudson Lacerda (violões) e João Omar, instrumentista e maestro, filho de Elomar, que tocará violão e violoncelo. O repertório foi selecionado especialmente para o concerto. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e na Loja Passadisco. Informações para o público nas redes sociais da cantora Titane, da Liquidificador Produções ou pelo telefone do teatro (81) 3355 3323. SERVIÇO – Elomar e Titane em Recife (PE) 10 de novembro de 2019, domingo – 19h Teatro de Santa Isabel (Praça da República) VENDAS Ingressos a R$100 e R$50 (meia-entrada) Bilheteria do Teatro – Praça da República, 233 – Santo Antônio – (81) 3355 3323 ou Loja Passadisco – R. da Hora, 345 – Espinheiro – Galeria Hora Center – (81) 3268 0888 Classificação indicativa: livre Mais informações para o público: Facebook: https://www.facebook.com/oficialtitane/ e Instagram: @titaneoficial Liquidificador produções – https://bit.ly/2N2OBOv TORRE PINTA A INFÂNCIA EM SEU SEGUNDO SINGLE, “TINTA” Segunda música do disco Pág. 72 já está disponível nas plataformas digitais A Torre é uma banda da cena independente de Recife, que nasceu do encontro de Antônio Novaes (guitarra e synth), Danillo Sousa (baixo e backing vocals), Felipe Castro (vocal e guitarra) e Vito Sormany (bateria), no final de 2017. A banda mistura referencias do rock, pop e eletrônico. Seu disco de estreia rua foi bem aceito pela crítica e destacado como melhor disco do ano, por importantes veículos nacionais. “Pintar o mundo com tinta de infância”. Esse é o espirito de “Tinta”, mais novo single do quarteto pernambucano, lançado na última quarta-feira (30) nas plataformas digitais. Com audição marcada para próxima terça-feira (05), às 19h, no Estúdio Apollo 17, o single foi escrito a partir de fotografias antigas e nos traz o desafio de buscarmos no ontem, luz para o hoje, contradizendo as vozes adultas que nos dizem que precisamos ser adultos. Na energia e na simplicidade de suas mensagens, a Torre quer ser criança e nos chama para participar da brincadeira através das diversas formas que podemos lembrar da nossa infância. A nova canção brinca com o muno imaginário dos pega-pegas e esconde-escondes. Mundo de criança arteira que não quer saber a hora de parar. O novo trabalho, Pág.72, marcado para ser lançado em novembro, no festival No Ar Coquetel Molotov, é um experimento focado nas memórias e reflexões sobre o passado e propõe uma experimentação como condutor para novos ambientes, sendo uma experiência sensorial quase física, com texturas, lugares e cenários, criados pela mistura dos sons que brotam e tomam formas. Ouça TINTA: Serviço: TORRE PINTA

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A comida no 1º Congresso Afro-brasileiro, Recife, 1934

“(…) O afro-brasileiro que hoje se reúne, às 15 horas, com toda simplicidade, numa sala do Santa Izabel tal venha a ser o início de um movimento considerável de cultura e da acção social. A primeira tentativa seria de clarificação do ambiente brasileiro no sentido de separar o preto do escravo (como já queira Nabuco, que neste mesmo Santa Izabel fez a campanha da abolição) e de reconhecer no negro, assim rehabilitado, uma raça capaz e com contribuições já notáveis para o desenvolvimento nacional. Ao mesmo tempo que cheia de possibilidades e aptidões magnificas. Por muito tempo nos dominou, um arianismo-ridículo, ligado a preconceito de classe e de exploração econômica. (…) O afro-brasileiro representa reação necessária. O sangue negro no Brasil não deve ser vergonha para ninguém. Nem o sangue negro nem a influência africana, que alcança o todo brasileiro sincero o authentico como uma enorme ‘mancha mongólica’ que se tivesse alastrado a alma nacional”. (Jornal Diário de Pernambuco de 1934) Reunido no Teatro de Santa Izabel, de 11 a 16 de novembro de 1934, sob a organização de Gilberto Freyre, e tendo contado com a participação de notáveis da época como Cícero Dias, Di Cavalcanti, Mario de Andrade; e representantes de Maracatus, Xangôs, e outros segmentos populares e tradicionais, que buscavam diálogos e referências sobre as matrizes africanas, ocorreu o 1º Congresso Afro-brasileiro. E a perspectiva teórica que orientava este 1º Congresso encontrava-se num intervalo entre duas Grandes Guerras mundiais, e representava questões raciais, sociais, econômicas e culturais. Gilberto Freyre, já um culturalista notável, que acabara de publicar em 1933 “Casa-Grande & Senzala”, oferece um rico acervo de revelações e transgressões, à época, que privilegiava as relações multiétnicas. Gilberto também buscava uma igualdade de representações sobre as questões africanas e afrodescendentes, que já dominavam o seu interesse antropológico e humanista. Destaque para uma forte tendência de Gilberto Freyre para as questões da arte, e de uma valorização ainda em construção que se chamaria de patrimônio cultural. Estas questões uniam-se numa busca por um entendimento interrelacional para o respeito à alteridade do homem africano e do homem afro-brasileiro. Muito relevante, e conceitualmente orientador para o 1º Congresso Afro-brasileiro, foi a carta lida por Gilberto Freyre durante a abertura deste Congresso. “ O 1º Congresso Afro-brasileiro manifesta sua solidariedade a essas classes contra toda forma de opressão; louva a ação da Assistência Psicophatas em Pernambuco, reconhecendo nas seitas africanas de organização definida como cultos religiosos e resguardando-as das perseguições policiais; o 1º Congresso Afro-brasileiro protesta contra a atitude da Commissão de Censura Esthetica do Recife querendo fazer desta capital uma cidade de cores delicadas. O 1º Congresso Afro-brasileiro protesta contra toda espécie de descriminação contra negros ou mestiços, que ainda se verifique no Brasil. (…)”. Integrado a este amplo olhar de Gilberto Freyre para questões tão complexas e diversas da temática afro-brasileira, há um tema preferencial que é a comida nas suas múltiplas dimensões culinárias, técnicas e simbólicas. Assim, no dia 14 de novembro, na programação deste 1º Congresso, ocorreu um jantar afro-brasileiro que trazia o seguinte cardápio: acarajé; inhame com mel; farinha de mandioca; “beijo-de-mandioca”; e, cocada. Creio que o acarajé servido foi o frito no azeite de dendê, no formato convencional de uma colher de sopa, que é o que faz parte dos oferecimentos rituais dos Xangôs de Pernambuco. Outro ingrediente que fazia parte do jantar era o inhame, que até hoje, em muitas localidades do Recife e, em especial, nas feiras e mercados populares, é chamado de “inhame-da-costa”, uma referência que atesta a sua procedência africana. A farinha de mandioca, ingrediente tão popular na região, geralmente é servida como um acompanhamento ou no preparo de pirões ou farofas. Havia ainda dois preparos doces que era o “beijo-de-mandioca” e a cocada, como atestações da civilização do açúcar, dominante e fundamental na região.

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Preocupação socioambiental marca sétima edição do Bazar Prime

A sétima edição do Bazar Prime, evento que reunirá mais de 300 marcas de diversos segmentos, com descontos de 30% a 70% será marcada pela solidariedade e a responsabilidade ambiental. De acordo com a idealizadora e organizadora do evento, Sílvia Furtado este ano, além da doação de alimentos não perecíveis para entidades, a coleta do lixo produzido durante os três dias de evento será feita pela empresa Ecoe Sustentabilidade (única empresa credenciada ao Instituto Lixo Zero). A Ecoe Sustentabilidade atuará como parceira e ocupará um estande no evento para orientar os expositores e o público sobre ações de consumo e moda consciente, além de comercializar produtos recicláveis. Em doze horas de evento, as pessoas poderão conferir estandes com artigos de moda adulta e infantil, calçados, perfumes, acessórios, moda praia, produtos tecnológicos, bolsas, joias, semi-joias e artigos de decoração, sempre com descontos de até 70%. Entre as novidades, destaque para a comercialização de produtos voltados para os Pets, espaços kids para o pais deixarem as crianças brincando, enquanto fazem compras e uma área reservada para produtos de beleza, massagens em cadeiras especiais, cortes gratuitos para homens e uma praça de alimentação. A expectativa é que o evento receba, nos três dias um público de mais de 30 mil pessoas. Este ano, o Bazar Prime acontece nos dias 6, 7 e 8 de dezembro, no Centro de Convenções. A entrada custará 1 kg de alimento não perecível e todos os produtos arrecadados serão revertidos para o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip) e para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Serviço: Local: Pavilhão do Centro de Convenções Horário: 10h às 22h Entrada: 1kg de alimento não perecível

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