Colunistas

Hospital Esperança Olinda inaugura consultórios no Shopping Patteo

A cidade de Olinda ganhou mais um centro de referência em atendimento de saúde com mais comodidade. O Hospital Esperança Olinda inaugurou um centro médico no piso L4 do Shopping Patteo com 15 consultórios e sala para a realização de pequenos procedimentos, tudo em um ambiente com mais 500m². São mais de 20 especialidades médicas à disposição, atendendo por uma ampla carta de planos de saúde. Entre as especialidades estão angiologia, clínica médica, cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, hematologia, mastologia, neurologia, neurovascular, ortopedia, oncologia clínica e cirúrgica, otorrinolaringologia, pneumologia e proctologia, além de cirurgias geral, bucomaxilofacial, cabeça e pescoço, torácica e neurocirurgia. O Esperança Consultórios também nasce como referência no atendimento pediátrico. Além da pediatria geral, o espaço terá atendimento nas especialidades cirurgia pediátrica, endocrinopediatra, neuropediatria, neurocirurgia pediátrica, pneumopediatria e gastropediatria. Estes clientes possuem um espaço reservado somente para eles, promovendo mais conforto para as crianças e seus responsáveis. Outra facilidade para os pacientes será o serviço de concierge, que vai ajudar a agilizar as autorizações e os agendamentos de todos os procedimentos e exames solicitados pelo médico. Ele também poderá auxiliar o paciente na organização da sua agenda médica e hospitalar, para que tenha seu diagnóstico e tratamento no menor tempo possível, contando sempre com o apoio do Hospital Esperança Olinda, localizado a duas quadras do Shopping Patteo. Os agendamentos para consultas médicas são realizados por uma central de atendimento, nos telefones 3222.3969 / 3048.5659 / 3032.0349. O Esperança Consultórios funcionará em horário estendido, das 7h às 22h, de segunda a sexta-feira.

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Batman: a jornada de 80 anos do cavaleiro de Gotham

Quem diria que um personagem dos quadrinhos que não é um Deus, um alienígena, sem poderes sobrenaturais ou radioativos estaria completando 80 anos de existência, de sucesso e tão presente em nossa cultura nerd, pop e geek? Só mesmo o Cavaleiro das Trevas para conseguir esta façanha. . Mesmo não havendo uma explicação sobre a data do Dia do Batman, neste ano a DC instituiu 21 de setembro de 2019 para celebrar o aniversário do herói. Só neste mês já tivemos uma série de atividades em todo o mundo, com direito a exposições, corrida na rua, lançamento de produtos e até a projeção do Bat-Sinal na Av. Paulista em São Paulo! Bem que podia ter acontecido no Recife também, não era meu vei!! O Batman que conhecemos apareceu pela primeira vez na edição de número 27 da HQ “Detective Comics”, em maio de 1939, após o sucesso do Pipoco de Zion da HQ de Superman. Na época o editor Vin Sullivan, da DC Comics, estava em busca de um novo herói que pudesse ter o mesmo nível de empatia com o público e, lógico, vender mais. O personagem que já teve um hífen em seu nome, é inspirado no universo vampiresco, o filme “The Bat”, de 1926, no equipamento voador de Leonardo da Vinci chamado de Ali Volanti ou Ornitóptero, no herói da década de 1920, o Zorro, e na personalidade de Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle, e do famoso mosqueteiro D’Artagnan. Tudo isso era reflexo dos gostos de seu criador, o ilustrador americano Bob Kane, que também teve ajuda do roteirista e cocriador  Bill Finger. Só poderia dar em um herói extrapower! Mas há controvérsias sobre o surgimento do Batman, pois em 1932, um estudante de arte em Boston Frank D. Foster II tinha entrado no ramo de quadrinhos e criou um personagem mascarado, que combatia o crime, não tinha superpoderes e se chamava Batman, pense!! Foster chegou a mostrar seu personagem na DC Comics, mas os editores disseram que não gostaram e não poderiam usar. Tempo depois Foster II viu seu personagem nas bancas, mas sem recursos financeiros para contratar um advogado, nem provas de sua autoria para entrar com um processo na justiça, nada foi feito, e até hoje ele não é reconhecido.  Sua família criou o site OriginalBatman.com, que apresenta essa história e algumas imagens, inclusive um detalhe mais sinistro: anotações em um dos desenhos em que Foster II tinha em mente outros nomes para o cavaleiro das trevas: “Night-Wing” ou “Nightwing”, o Asa Noturna, versão adulta do personagem Dick Grayson, o Robin original. Santo apocalipse!!! Mas voltando ao nosso herói extrapower, Batman fez grande estrondo nos quadrinhos, na época usava armas de fogo e não tinha o Batmóvel. Só em 1940, ele surgirá com o seu companheiro Robin, na edição de número 38 da Detective Comics. Não demorou muito para alçar novas mídias, sendo elas a TV, o cinema e os games.  O morcegão apareceu na TV, ainda em preto e branco nos anos de 1943 em “The Batman” estrelado por Lewis Wilson, e depois  apareceu em 1949, na série “Batman & Robin”, com os atores Robert Lowery e Johnny Duncan. Na década de 1960 temos a icônica série cômica de  que trazia Adam West no papel de Batman, junto com Burt Ward, como Robin. Após as tragédia dos filmes no cinema na década de 1990 (já já lembro você), guardião de Gotham City  ressurgiu na série de 2002, Birds of Prey, com o ator Bruce Thomas.  Ainda na TV, o herói apareceu também em forma de desenho animado. Durante os anos 1980 e 1990, tivemos Batman e Robin na série “Super Amigos”, você lembra?? Era muito bom as aventuras da dupla dinâmica e os membros da Liga da Justiça combatendo Lex Lutor e a Legião do Mal. Em 1995, foi apresentado “Batman: The Animated Series”, que teve 85 episódios. A abertura desta série é muito show. E lógico, os embates do herói com seu arqui-inimigo Coringa. Em sequência, quase uma continuação, teve “Batman: Gotham Knights”, que mudava um pouco o traço artístico e com temática mais infantil. Uma versão extrapower, foi “Batman Beyond” (2001), focada no futuro e o morcegam estava com outro uniforme e encarnado pelo jovem Terry McGinnis, sob as orientações do seu mentor, o velho Bruce Wayne. Pense numa série da Gota!!  Outras animações irão continuar a saga do cavaleiro das trevas, totalizando mais de dez animações, apresentando as mais diversão versões do Batman. Aliás, essa característica do herói é fascinante, pois ele já apareceu com uniforme clássico com a capa azul, todo preto e dark, e foi mais além com versões que vão de ninja, vampiro, cavaleiro medieval, no velho oeste, e como um morcego (literalmente). É um herói mutante, ou melhor, versátil!!! Ao todo, Batman apareceu 11 vezes no cinema, incluindo a atuação de Michael Keaton, em “Batman” (1989 e 1992), os dantescos “Batman Forever” (1995) e “Batman & Robin” (1997), pense numa bagaceira, na trilogia extrapower de Batman de Nolan (2005,2008 e 2012), além de “Batman x Superman” (2016) e a “Liga da Justiça” (2017). Tem que lembrar que ele aparece também no filme do “Esquadrão Suicida” (2016) e tem sua versão da Lego (2017).  Falando dos Games, o herói aparecia nesta mídia como reflexo de sua estreia nas telonas. O primeiro game foi “Batman: The Movie” (1989), da Sunsoft, baseado no filme de Tim Burton de 1989. Esta versão de ação-aventura 2D possuia cinco fases. Na sequência, tivemos  jogo de plataforma side-scrolling, “Batman: Return Of The Joker” (1991), da mesma empresa, mas com a possibilidade pilotar o Batmóvel e o Batwing (nave). Em 1993, foi lançado Batman Returns, mas apenas a versão para o Super Nintendo fez “sucesso” segundo a crítica e os jogadores. Lógico que se o filme é ruim, o game (na época) poderia ficar pior, é o caso de “Batman Forever” (1995), um Beat’em up, criado pela Acclaim Studio, e que possuía um “tom” de “Mortal Kombat”. Em 2001, baseado na

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Direct Imóveis cresce com a oferta de novos serviços

Em meio ao cenário de estagnação do País e de crise acentuada que enfrentou o setor imobiliário, a Direct Imóveis conseguiu crescer 20% em 2018 e tem a perspectiva de aumentar o faturamento em 40% neste ano. O desempenho é bem superior às expectativas nacionais do setor, que são de crescer entre 10% e 15%, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para conseguir remar com bons resultados em meio ao mar de dificuldades, da desconfiança dos consumidores e de redução das oportunidades de financiamento, a empresa se reinventou. Desembarcou em novos mercados, como o português, e somou expertises, com a chegada de novos sócios, para se preparar para um voo maior. “Estamos vivendo um momento de investimento na perspectiva de retomada do mercado e estamos com o pé no canto do acelerador. A expectativa é que 2020 seja o ano para a gente bombar”, confia o sócio fundador Gustavo Morais. A Direct Imóveis atua há 20 anos no setor imobiliário. A grande onda que a empresa surfou foi o lançamento da Reserva do Paiva. A imobiliária foi responsável pela venda de cerca de 70% das unidades do empreendimento de alto padrão, que giram em torno R$ 1 milhão. Nessa época, no início dos anos 2000, para vender o conceito daquele projeto que ainda iria sair do papel, a imobiliária investiu em inteligência. Fechar negócios com uma nova área de moradia da Região Metropolitana do Recife, quando sequer a ponte que a ligava à Zona Sul da capital estava construída, foi um trunfo ancorado numa estratégia certeira de vendas. “Fizemos um trabalho com novas pessoas e muita capacitação e treinamento, tendo na equipe apenas 10% ou 20% de profissionais que já atuavam como corretores. Queríamos sair da linha mais convencional do trabalho dos corretores e preparamos um time capacitado para vender o destino Reserva do Paiva e depois o produto”, conta Gustavo. O auge da atividade imobiliária no Recife, porém, entrou em choque com a crise. Sem lançamentos, principal motor para o faturamento do setor, a empresa passou a investir num novo conceito. “A prática do mercado imobiliário da forma convencional, como é feita hoje, entendemos que está falida. O modelo se esgotou. Decidimos nos reinventar, com inteligência imobiliária e agregando serviços à nossa atividade”, diz Gustavo. E para auxiliar nessa reinvenção, dois antigos profissionais da empresa retornaram agora como sócios, Ateniense Júnior e Ildemário Faria, com foco na oferta de novos serviços. “Não vendemos imóveis, mas soluções”, redefine Ateniense Júnior. “Cerca de 90% da nossa receita era focada na Reserva do Paiva. Hoje atuamos de forma mais ampla”. O apoio aos compradores para superarem barreiras burocráticas e jurídicas, o auxílio na tomada de financiamentos e o gerenciamento de ativos imobiliários de terceiros são alguns dos serviços que passaram a ser oferecidos pela empresa. Para agregar expertise no financiamento imobiliário, outro reforço no time da empresa foi a entrada recente de Roberto Maia na sociedade. O empresário, que foi diretor do Banco Safra e chegou a ser vice-presidente do Banco Rural, entra na imobiliária com a missão de atuar numa unidade exclusiva de negócios para tratar de soluções financeiras. Além de diversificar a atuação, a empresa também abriu novos mercados. A princípio em Angola, onde chegou a ter um escritório, e nos últimos anos entrou mais forte no mercado português. Os primeiros contatos com o setor imobiliário lusitano aconteceram ainda nos primeiros anos na empresa. Havia um interesse dos portugueses de aproveitar boas oportunidades imobiliárias no Nordeste para vir para o Brasil viver sua aposentadoria. Era um negócio conectado à terceira moradia. Mais recentemente o fluxo de negócios se inverteu, com a procura de grandes players brasileiros fazendo investimentos em Portugal e, com menor intensidade, também a comercialização residencial. Os últimos negócios fechados em Portugal foram de até €$ 10 milhões. “Se um cliente quer ir hoje para Portugal, a Direct disponibiliza uma pessoa para buscá-lo no aeroporto. Se precisar retirar um documento português para fechar uma compra, nós o orientamos para ir a uma cidade próxima a Lisboa, onde não há filas. Temos parceiros em escritórios de advocacia para ajudar a montar uma empresa por lá, a comprar um imóvel, ter o suporte que o cliente precisar, independentemente da demanda que tiver. Agregamos serviços na nossa atividade principal e temos conquistado clientes, além de fechar bons negócios”, conta Morais. Com os anos de estrada no solo europeu, a empresa adquiriu uma expertise que é oferecida para sua clientela de alto padrão para entender as oportunidades e riscos de Portugal e fazer uma compra mais acertada. E também mais rápida. A palavra de ordem em 2019 é investimento. As expectativas são grandes para a retomada do setor em 2020. “A empresa está investindo em consultoria, sede, inteligência imobiliária e modernização da marca. Estamos saindo na frente, colocando dinheiro no negócio”, afirma o sócio Ildemário Faria.

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Novo Atacadão abre primeira loja em Carpina e gera 300 empregos diretos

A primeira loja da rede de atacarejo Novo Atacadão, que em abril anunciou um investimento de R$ 500 milhões para os próximos quatro anos em Pernambuco, será aberta ao público nesta quinta-feira (26), no município de Carpina (distante 54 km do Recife). O empreendimento da Mata Norte é o primeiro de uma lista de até 20 lojas que serão inauguradas pelo grupo de origem mineira, com foco em cidades de médio porte no interior pernambucano, após trabalho de captação realizado pela equipe de atração de investimentos da Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico e da AD Diper (Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco). As primeiras quatro lojas do grupo (Carpina, Vitória de Santo Antão, Arcoverde e Santa Cruz do Capibaribe), que estão no planejamento de 2019-2020, deverão gerar 1,5 mil empregos diretos e até 3 mil indiretos. O investimento, nesta primeira etapa, está avaliado em R$ 120 milhões – cada uma das lojas custará R$ 30 milhões. O cronograma de inaugurações será o seguinte: Vitória de Santo Antão (dezembro de 2019), Arcoverde (fevereiro de 2020) e Santa Cruz do Capibaribe (abril de 2020). Para a primeira loja, foram contratados 300 funcionários diretos. A seleção para as vagas das próximas unidades – entre elas, de estoquista, operador de caixa, operador de empilhadeira, repositor de estoque, açougueiro, gerente e subgerente de loja – será realizada pelo RH da empresa, via site, a partir do mês de outubro. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, e o presidente da AD Diper, Roberto Abreu e Lima, representarão o Governo do Estado na inauguração. Antes da abertura da nova loja ao público, a partir das 8h, será realizado um café da manhã, com executivos do grupo, autoridades do Estado e do município, além de uma bênção religiosa. “A posição estratégica de Pernambuco fez com que a empresa escolhesse o estado para expandir sua atuação no Nordeste. E o fato deles terem escolhido cidades de médio porte para sediarem suas primeiras unidades na região coincide com uma das grandes prioridades do Governo de Pernambuco, que é descentralizar o investimento privado e fazer com que o trabalhador permaneça no seu município, empregado e gerando renda. O impacto de um empreendimento de R$ 30 milhões numa cidade com a população do tamanho de Carpina é significativo”, considera Schwambach. O mix da rede Novo Atacadão contará inicialmente com 8 mil itens, entre alimentos perecíveis, não perecíveis, artigos de higiene, limpeza, automotivo, bomboniere e bebidas, dentre outros produtos. Cada uma das lojas ocupará 12 mil metros quadrados de área construída e terá 500 vagas de estacionamento. A fim de aquecer o consumo local, os empreendedores também lançarão um cartão de crédito de bandeira própria. Quem são os empreendedores │Grupo SFA e Super Cidades Com sede em Belo Horizonte (MG), o Grupo SFA é uma empresa com expertise nas áreas de Construção Civil, Gestão de Shopping Centers, Hotéis e Loteamentos. Hoje, atua em seis tipos de negócio: fazendas, hotéis, malls, imobiliárias, urbanismo e obras. Foi constituído oficialmente em 2010, após a venda da rede de supermercado Bretas, também mineira, para o Cencosud, consórcio empresarial multinacional chileno. Entre os negócios do grupo estão sete shoppings, totalizando 254.593 metros quadrados de área construída e 565 lojas sob o selo “SFA Malls”. A empresa administra, ainda, sete hotéis com as bandeiras IBIS e San Diego, além de ter experiência na construção de grandes centros varejistas, como Havan e Mix Mateus (atacarejo de autosserviço do tipo cash and carry). Quando vendida, a Rede Bretas acumulava 70 unidades e respondia por 12 mil postos de trabalho diretos, ocupando a posição de quarta maior rede nacional de supermercados. Fundada em 1954, abriu sua primeira loja no município de Santa Maria de Itabira, distante 130 km de Belo Horizonte. A segunda investidora do Novo – Atacado e Varejo é a rede Super Cidades, criada em 2010, que responde por cerca de 500 funcionários e registra faturamento anual de R$ 80 milhões. Possui três supermercados em Minas Gerais, sob a marca “Mais Você”, nos municípios de Conceição do Mato Dentro, Serro e Capelinha. (Da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco)

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Cesar poderá ter base em Portugal em 2020

Há muito tempo, o Cesar atua em mercados de outras regiões do País e no exterior. Esse processo de internacionalização tem-se intensificado e a empresa do Porto Digital planeja abrir uma base na Europa no ano que vem. Uma situação na qual o CEO da instituição de inovação, Fred Arruda, está confortável. Afinal, ele já morou em várias cidades, como o Rio de Janeiro e hoje se divide entre São Paulo, sua atual moradia, e o Recife, onde passa 10 dias a cada mês. Sinal dos novos tempos, quando a tecnologia permite residir num local distante da empresa em que se trabalha. Mas ao ser perguntado onde nasceu, o recifense não titubeia: “sou torcedor doente do Santa Cruz! Tanto é que meu nome é Fred Arruda”. Foi com esse bom humor que ele conversou com Cláudia Santos e Rafael Dantas sobre o setor de TI e as perspectivas do Cesar. Ao assumir o Cesar, você disse que uma das ações será desenvolver estudos e políticas públicas. Poderia detalhar esse projeto? Fizemos uma pesquisa para saber como atuam centros de inovação de referência ao redor do mundo e percebemos que eles se envolvem em políticas públicas e na realização de estudos. O que muitos deles não fazem é desenvolver softwares. Inspirados nessa referência, incluímos isso no nosso portfólio. Não que antes não fizéssemos, mas não tínhamos metas e hoje temos indicadores que medem nosso envolvimento em políticas públicas. Este ano, por exemplo, está tendo uma mudança grande na Lei de Informática e estamos nos envolvendo mais fortemente em duas políticas, uma na mudança do que chamamos de processo produtivo básico da fabricação de celular no Brasil. Também estão em curso mudanças para atender demandas de ordem tributária. E aí todo o ecossistema de inovação envolvido nisso tem dado suas contribuições e o Cesar não é diferente. Também estamos envolvidos com a empregabilidade no setor, temos um buraco grande de mais de 100 mil vagas. Estamos construindo políticas para isso com as entidades de classe. E quanto aos estudos? Essa área de estudos está dentro da Cesar School, onde 90% dos professores são profissionais que atuam com projetos no Cesar e outros são parceiros. Os negócios são integrados, só que nosso foco é inovação em rede. Não sabemos tudo, atuamos muito com os parceiros do ecossistema de inovação nos quais estamos inseridos, o Porto Digital é o maior deles, mas também estamos dentro do polo tecnológico de Manaus, do Vale do Pinhão (que está sendo formado em Curitiba), de Sorocaba (SP). Na cidade de São Paulo não temos esse movimento formado, mas estamos dentro do Inovabra, que é um hub para esse tipo de discussão. Também atuamos no Rio de Janeiro. Como tem sido a atuação no Rio já que a cidade enfrenta problemas? Estamos lá há muito tempo com projetos educacionais, mas agora estamos com uma pessoa de negócios. De resto, a cidade é maravilhosa, tem a maior concentração de PHDs do País, foi capital federal e conserva o patrimônio histórico e cultural, há também as universidades, a área de comunicação ainda tem muita coisa lá por causa da Globo, e ainda se destaca nas áreas de seguros, de óleo e gás, educação. Além disso, meu telefone ainda é 021. Morei sete anos e meio lá e tenho um carinho e um respeito muito grande pelo Estado. Não temos uma regional constituída no Rio, mas, com clientes que virão muito em breve – vocês vão ter notícias boas! – vamos montar uma regional pra valer lá. Acho que a hora de investir numa cidade tão sofrida como o Rio é agora, na hora da baixa. Gerar emprego, ofertas de educação. O que vocês têm feito para solucionar a escassez de capital humano? O gap existe, por algumas razões. Primeiro a demanda é crescente pela tecnologia da informação, há vários setores do País em que a tecnologia tende a substituir o trabalho humano, então demanda profissionais que construam essas tecnologias. Há outra situação de muita gente saindo para o exterior. O Brasil e os EUA são os países que mais perdem profissionais de TI para a Europa e a Ásia. No nosso caso tem a ver com o que o jovem espera para seu futuro. Infelizmente temos um contexto de insegurança delicado no País. Além disso, é uma tendência do jovem sair do ensino médio, já com inglês relativamente fluente. Assim, ele está pronto para viver experiências lá fora. O que estamos fazendo é nos adaptar a essa realidade do home office. Hoje, muito pontualmente, temos profissionais que não trabalham nas bases do Cesar, que moram em Florianópolis, Petrolina, Canadá, Washington. Também existe a movimentação para fazer com que as mulheres voltem a frequentar o setor de tecnologia. Outra ação é sensibilizar alunos de ensino médio, mostrando que as profissões que mais vão demandar no futuro têm muito a ver com tecnologia. Investimos ainda em parceria, temos vários parceiros que a gente chama de butiques de desenvolvimento de software. São empresas menores, com 10 a 15 funcionários, que são pessoas muito capacitadas, que preferem uma outra dinâmica de trabalho. Se eu capto um projeto em que não há nenhuma restrição legal de contratar um parceiro, uso essa rede. É um outro caminho para minimizar a necessidade de contratar pessoas dentro da instituição. Existe uma crítica de que o salário pago no Porto Digital é baixo. O Brasil tem algumas empresas de base tecnológica na área financeira, que a gente chama de unicórnios. Elas pagam um salário desproporcional ao resultado financeiro que geram. Competir com essas empresas é muito difícil. O que tentamos fazer é dar uma perspectiva de carreira. Hoje o jovem profissional não é atraído só por salário, mas também por propósito e a gente tenta trabalhar esse propósito para que ele se sinta partícipe da construção de uma estratégia do ecossistema e se sinta mais valorizado do que se sentiria numa empresa onde ele é mais um. Você anunciou que uma das prioridades da gestão será o reposicionamento do

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Percepções da China (por João Canto)

Entre os dias 26 de junho e 11 de julho deste ano, à convite do Consulado-Geral da China em Recife, em parceria com o MOFCOM – Ministério do Comércio daquele país, uma comitiva dos estados do Nordeste, a qual integrei a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, visitou Xangai e cidades próximas. Gostaria de aproveitar o espaço para agradecer e parabenizar a Cônsul-Geral Sra. Yan Yuqing e sua equipe consular pela iniciativa de aproximar ainda mais o Estado de Pernambuco com a China, criando novas oportunidades de relacionamento sino-brasileiro. No Programa desta Missão, baseado em Xangai, continham, dentre outras agendas nas cidades de Yiwü, Jinhua e Hangzhou, visitas e palestras para entendermos os aspectos e ativos econômicos que alicerçam o robusto crescimento econômico chinês, tais como a Zona de Livre Comércio e o Porto Eletrônico, ambos em Xangai. Porém, não pretendo aqui tecer comentários técnicos ou sobre aspectos da agenda que pude participar, tampouco dos números do crescimento econômico, mas sim expor superficialmente algumas percepções que pude ter acerca da China – mas, obviamente, sem generalizações, dada a robustez e tamanho do país. Para situar o leitor, a China é composta por um pouco mais de 1.3 bilhões de habitantes em uma área de 9,5 milhões de quilômetros quadrados. Possui em seu território apenas 12% de terra agriculturável, e acesso à água potável abaixo da média recomendada por habitante. Portanto, haveria uma condição natural “limitante” para o crescimento econômico. Apesar dessa condição natural imposta à China, atualmente é a segunda maior economia mundial. Quando se tornou o Líder Supremo da China em 1978, Deng Xiaoping constatou que o PIB Per Capita chinês rodeava US$156,00, e estabeleceu uma meta bastante clara: quadruplicar esse valor até o ano 2000. Para isso, percebeu que precisava reformar e abrir o país para o mundo. Na minha perspectiva, uma das grandes colaborações de Xiaoping, em meio à grandes êxitos socioeconômicos logrados, foi a cultura experimentação. A partir de testes práticos acerca teses e teorias, verificou modelos e formatos até então nunca aplicados no país. Como clássico exemplo, a cidade de Shenzhen, no sudeste do país, foi a primeira Zona Econômica Especial e um dos principais experimentos sobre a factibilidade de aplicar o modelo de mercado no país. O resultado do experimento perdura até os dias de hoje na cidade, onde o então conjunto de vilas contendo setenta mil habitantes, cujas principais atividades econômicas à época eram agricultura e pesca, transformou-se numa grande megalópole de 12 milhões de habitantes, lastreada em diversos segmentos industriais e tecnológicos de valor agregado. A título de comparação, o PIB de Shenzhen é superior ao PIB conjunto de todos os estados do nordeste brasileiro. Após participar de algumas palestras e reuniões do Programa, percebi que a cultura da experimentação permanece até hoje. O conceito de ‘tentativa e erro’ para eles me pareceu muito natural, importante de serem verificados e experienciados, e lidam de maneira muito pragmática com a falha, sem preciosismos ou vaidades. A noção de que é necessário experimentar, testar ideias, errar para acertar, talvez tenha sido o mais importante aprendizado nesta ida à China. Quando me perguntam o que mais vi na China, respondo sem medo de errar: além de marcas e carros de luxo importados, muitas gruas nos topos de prédios em construção e maquinários pesados rasgando as ruas da cidade. Xangai, a maior cidade do país (23 milhões de habitantes), impressiona não só pelo porte, mas também pela infraestrutura, pela modernidade, pela arquitetura dos arranha-céus. Apesar de ter ficado positivamente atônito com o show de luzes dos altos edifícios no distrito de Pudong, me chamou muito a atenção em outros distritos a atividade da construção civil e o contínuo – diria incansável – avanço da infraestrutura da cidade, seja ampliando a abrangência do sistema de metrô, seja expandindo a estrutura das vias elevadas da cidade ou simplesmente melhorando a condição e qualidade do que já existe. Afinal, transportar 24 milhões de pessoas diariamente não é fácil, sendo necessária constante aumento de infraestruturas. Curiosamente, vi também muitos bairros serem construídos do zero. Onde antes havia um bairro antigo, com pouco ou nenhum desenvolvimento, ou baixa condição habitacional (para os novos padrões), serem postos ao chão para a construção de um novo bairro, com mais qualidade, estrutura, maior valor agregado, diria. Em determinado momento, passando por uma via elevada, percebi uma grande área devastada, com muitos entulhos e detritos, algumas casas inabitadas ainda para serem demolidas. Continuei olhando e, logo ao lado, uma área totalmente nova, sem nenhuma construção imobiliária ainda, porém com ruas e vias novíssimas (ainda sem as demarcações), postes e semáforos sem fiação, e parques e praças recém montadas. As árvores destas praças, apoiadas em estacas para dar suporte ao plantio recente de mudas adultas, evidenciavam a suspeição -que eram de outros participantes também: se tratava, de fato, de um bairro totalmente novo ou remodelado para atender aos novos padrões. Conforme citei em um parágrafo anterior, as marcas e automóveis de luxo importados ilustram bem os novos hábitos de consumo dos chineses. O poder de compra elevou-se exponencialmente nos últimos anos, fazendo com que os chineses busquem acessar e consumir outros produtos diferenciados – que antes seriam indisponíveis no mercado local ou restritos à uma parcela social elevada – para satisfazer os novos desejos de consumo. Veículos importados, artigos de moda internacional, produtos de tecnologia, turismo no exterior, entre outros bens e serviços de maior valor agregado estão mais acessíveis e disponíveis. Aliás, falando em consumo, me impressionou bastante a utilização massiva de meios de pagamento eletrônico através dos aplicativos Alipay ou WeChat Pay. Confesso que num primeiro momento fiquei tentando compreender o motivo de um cliente numa loja qualquer, ao passar no caixa, utilizava o leitor de QR Code para scannear um código (ou ser lido), digitava algo no celular – possivelmente para confirmar a operação –, pegava os produtos e saía da loja. Esperei a vez do cliente seguinte e prestei mais atenção no processo. Só aí percebi que se tratava

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Iperid representado em reunião do Ministério da Defesa

O presidente do Iperid, Rainier Michael, e o vice-presidente, Thales Castro, participaram do evento do Ministério da Defesa no Recife. “Nos sentimos honrados com o convite do Ministério da Defesa através do General de Divisão CANHACI, Subchefe de Política e Estratégia do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas para pensar e discutir o Projeto Cenários de Defesa 2040”, afirmou Rainier Michael.

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Pernambuco programando para o mundo

Há cinco anos o sociólogo Anthony Giddens sentenciou que tínhamos pela frente uma era de transformação nunca vista na história da humanidade. “A Revolução Industrial também foi transformadora em escala global, mas aconteceu num espaço de tempo maior, cerca de 150 anos”. Em 10% desse tempo, a internet já deixou um rastro enorme, comparou o especialista. Prova do vigor desse novo momento ancorado nas novas tecnologias é o Porto Digital. Mesmo com crise, impeachment, polarização política e toda a turbulência nacional e global em que vivemos, o polo recifense se consolidou como uma referência em inovação. Nos próximos cinco anos, o parque tecnológico deverá dobrar o faturamento, atingindo o patamar de R$ 3,5 bilhões. Para entender os próximos passos – desafios e planos – desse ecossistema empreendedor, Algomais ouviu os cinco maiores players com DNA pernambucano. Um horizonte breve de tempo, mas que promete um avanço exponencial. A pujança atual aconteceu fruto de um trabalho contínuo da formação de mão de obra pelas universidades, da articulação estratégica do Núcleo de Gestão do Porto Digital, da chegada de multinacionais, como a Accenture, além do surgimento de centenas de startups e do crescimento acelerado de algumas empresas pernambucanas. Nos últimos anos, inclusive, algumas companhias do Porto Digital passaram a aparecer nas listas de destaque do Balanço Empresarial, como a Avantia e a Neurotech. O estudo, realizado pelo consultor José Emílio Calado, da JBG & Calado, calcula indicadores como receita, ativos, lucros e rentabilidade das corporações do Estado. “Quando comecei os apontamentos sobre as maiores empresas de Pernambuco não aparecia nenhuma relacionada ao setor da tecnologia. Mas nos últimos cinco anos começaram a se destacar, principalmente na variação de faturamento e de lucro, porque o crescimento delas é muito rápido”, comenta Calado. O avanço exponencial do setor de tecnologia do Recife acontece dentro de um cenário de transição, segundo a análise do professor de economia da UFPE, José Carlos Cavalcanti. O Porto Digital está passando do status de um ecossistema empreendedor para se tornar um hub internacional de inovação de acordo com o especialista. “Esse processo ocorre quando um ecossistema de empresas, organizações, universidades, etc. produz plataformas de produtos e serviços globais, assentados em arquiteturas de negócios extremamente sofisticadas. O Vale do Silício preenche esses requisitos. Já o Porto Digital e o Brasil como um todo, são apenas ecossistemas, que ainda não produzem plataformas globais, tampouco têm arquiteturas sofisticadas de negócios”, explica. Ele exemplifica a In Loco como o principal case pernambucano que está fazendo essa transição. “É a nossa empresa referência hoje no Porto Digital, está abrindo oportunidades de negócios na fronteira da inovação em países como os Estados Unidos. É ousando, inovando e apostando que se pode vencer internacionalmente e se tornar um polo de referência internacional”. A abertura de negócios para além das fronteiras ainda não é uma realidade da maioria dos players do Porto Digital. A unidade da Tempest em Londres e a abertura de um escritório da In Loco em Nova Iorque são algumas exceções. Uma das justificativas apresentadas pelos empresários do setor é que as inovações que estão no portfólio de produtos e serviços made in Pernambuco têm ainda um vasto campo a ser desbravado no mercado do Brasil. No entanto, os executivos dessas corporações pernambucanas afirmaram que suas empresas dominam tecnologias com aplicação global. O mercado exterior não é descartado por nenhuma delas. Em alguns casos, já existe inclusive demanda de clientes multinacionais que são atendidos no Brasil pelas empresas do Porto Digital e que querem utilizar os mesmos serviços fora do País. De acordo com José Carlos Cavalcanti, o mundo desenvolvido está precisando de talento de TI, mas não está produzindo talento suficiente e, por isso, está procurando internacionalmente. “Nós produzimos talentos. Logo, vamos procurar fazer este match! Essa é a oportunidade.” Para aproveitá-la, ele defende a necessidade de expandir o Porto Digital para que nossos talentos fiquem aqui, e, ao mesmo tempo, produzam para o mundo. “É o nosso plano de futuro.” Para compreender o porte atual das gigantes pernambucanas do Porto e projetar seus próximos passos, tratamos nas próximas páginas os planos da In Loco, Tempest, Neurotech, Avantia e Serttel. As informações indicam o papel que o polo tecnológico pernambucano poderá ocupar no cenário nacional e global. . IN LOCO . Com um faturamento de R$ 50 milhões no ano passado e projeção de fechar 2019 atingindo a marca de R$ 100 milhões, a In Loco é um dos players mais promissores do polo. A empresa é conhecida pelo seu serviço de mídia geolocalizada, que influencia a geração de fluxo de consumidores em lojas físicas. Mas três novidades recentes apontam para duas novas colunas de expansão: a entrada no mercado de bancos, com a oferta de soluções de segurança, autenticação e privacidade; a oferta de soluções de engajamento para os aplicativos de e-commerce e delivery; e a estruturação de um escritório nos Estados Unidos. “Temos um desempenho muito bom neste ano e agora, bem capitalizados, vamos crescer com dois objetivos: um investimento muito grande em tecnologia, com a abertura de mais de 100 vagas para desenvolver novos softwares e para crescer nos EUA. Estamos começando nossa operação lá, enquanto que no Brasil o negócio tem avançado pela diversificação de produtos”, conta o CEO André Ferraz. A empresa, a exemplo das outras gigantes locais, tem, há alguns anos, um escritório em São Paulo com foco comercial. André estima que os novos produtos que estão sendo oferecidos no Brasil representarão 30% da receita da empresa em um ano. No exterior, a estratégia inicial é formar um time de produto nos EUA, identificar o que precisa ser adaptado das soluções desenvolvidas pela In Loco e prospectar as oportunidades de criação de novos produtos. “Só depois começaremos um processo de crescimento do time de vendas e de marketing. Nosso objetivo é fazer isso acontecer até março do ano que vem. Nos próximos cinco anos queremos ser um dos líderes do nosso segmento lá. E, além disso, em termos de tecnologia, pretendemos chegar numa posição relevante dentro

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Inscrições abertas para o Prêmio 99 de Jornalismo

A 99, empresa brasileira de tecnologia que faz parte da companhia global Didi Chuxing, está com inscrições abertas para a segunda edição do Prêmio 99 de Jornalismo.  Este ano, a premiação vai reconhecer os melhores trabalhos publicados na imprensa sobre “O futuro do espaço urbano – os desafios e as possibilidades das cidades brasileiras”. “Discutir os desafios das grandes cidades, sob as muitas óticas que giram em torno delas, é urgente e um dever de todos nós – das iniciativas pública e privada, da imprensa e da sociedade em geral. A 99 incentiva essa conversa e quer premiar os trabalhos produzidos que estão nos ajudando a avançar nessa discussão, tornando as cidades melhores para as pessoas”, explica Pâmela Vaiano, Diretora de Relações Públicas da 99. Os interessados podem inscrever trabalhos de qualquer formato, desde que tenham sido publicados no período de 15 de setembro de 2018 a 15 de setembro de 2019. Serão três conteúdos premiados: R$ 10 mil para o primeiro lugar, R$ 7 mil para o segundo colocado e R$ 5 mil, para o terceiro.  As inscrições vão até o dia 16 de outubro de 2019, pelo site http://www.premio99dejornalismo.com.br.

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Rennan Brayner lança seu primeiro livro na Cultura do Shopping RioMar

“Eu aprendi que” é o primeiro livro de Rennan Brayner, especialista em Programação Neurolinguística, Oratória, Hipnose, Head Trainer Comportamental, palestrante e agora, escritor. O lançamento do livro acontece na Livraria Cultura, que fica no Shopping RioMar, no Pina, zona Sul do Recife. O evento é aberto ao público, a partir das 18h30, na terça-feira, dia 24 de setembro. A obra, que tem 158 páginas e capa assinada por Aline Fortunato, aborda questões relacionadas ao autoconhecimento, à cura interna e à exponencialização pessoal que a posição de aprendiz é capaz de promover. Segundo Brayner, o livro é voltado a todas as pessoas interessadas em autoconhecimento, comportamento e reflexões sobre a condição humana, com uma visão filosófica sobre esses assuntos.

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