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MEC seleciona três municípios de Pernambuco para implantação de curso de graduação em medicina por instituição de educação superior

O Ministério da Educação selecionou nesta quarta-feira, 21, 28 municípios do país para implantação de curso de graduação em medicina. No estado de Pernambuco, foram selecionados os municípios de Arcoverde, Goiana e Araripina. Prefeitos e representantes das secretarias de saúde dessas cidades estiveram em Brasília e assinaram o termo de compromisso para a implantação dos cursos. “O primeiro propósito com a implantação desses novos cursos é preservar a qualidade da formação médica no Brasil”, explicou o ministro Mendonça Filho. “Em segundo lugar, vamos gerar mais oportunidade na formação médica em municípios distantes, onde a população muitas vezes não tem acesso a médicos e profissionais ligados à saúde. Expandir e interiorizar a formação médica é fundamental para que a gente possa ter uma boa formação de um lado e mais oportunidades para quem precisa de acesso a saúde de boa qualidade”. Segundo o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do MEC, Henrique Sartori, para autorizar a abertura de vagas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, foi feito um levantamento a fim de identificar quais municípios estavam em condições de receber os novos cursos de medicina. A medida reforça a política do MEC de interiorização da educação superior. Seleção – “Os municípios selecionados passaram por uma seleção criteriosa em relação à sua capacidade de saúde”, disse Sartori. “[Foram avaliados] os equipamentos de saúde que existem no município, tudo aquilo que indica a Lei nº 12.871, que é a Lei dos Mais Médicos, em relação ao quantitativo de leitos no município, ao hospital com potencial para se tornar um hospital de ensino, equipe de atenção básica e um campo de prática que garanta aos alunos uma boa educação e uma educação de qualidade”. A previsão é que a entrega dos cursos seja feita em dezembro deste ano. “O próximo passo agora é abrir o edital de seleção de mantenedoras, no qual as faculdades serão selecionadas nesses municípios que hoje assinaram o termo de compromisso”, garante Sartori, reforçando que o processo deve durar oito meses. Também presente ao evento, o secretário de Educação Superior (Sesu) do MEC, Paulo Barone, destacou que a parceria entre o governo federal e as prefeituras é fundamental para o sucesso do empreendimento. “O papel do MEC é garantir cursos de boa qualidade em todo o país”, afirmou.

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Espinheiro: Paisagem verde sob ameaça

Deter a derrubada da arborização é uma preocupação cada vez mais comum dos recifenses. Os moradores de um dos bairros mais conhecidos pela grande concentração de árvores, realizaram o abaixo-assinado #EspinheiroSombreado que foi entregue ao secretário de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente da Prefeitura do Recife Bruno Schwambach para que sejam tomadas providências na preservação e restauro do seu ativo ambiental. A entrega aconteceu logo após uma Audiência Pública na Câmara dos Vereadores do Recife sobre a arborização da cidade, que foi convocada pelo vereador Jayme Asfora. O documento, com mais de 100 assinaturas de moradores e profissionais que atuam no bairro, solicita que o poder público municipal realize um diagnóstico da arborização atual do bairro e que apresente um plano de manejo e rearborização para restaurar o sombreamento do Espinheiro. O consultor Francisco Cunha, que trabalha no bairro, é um dos militantes dessa causa. “O sombreamento do bairro está em amplo processo de degradação”, denuncia. Ele ressalta que o Espinheiro é historicamente um dos bairros mais arborizados do Recife, fruto do plantio de oitizeiros na primeira metade do Século 20, que promoveu um efeito de “túnel verde” em diversas ruas. “Hoje em apenas poucos trechos é perceptível esse efeito, porque há um processo contínuo de poda extensiva e erradicação de árvores sem replantio. Isso tem provocado a abertura de ‘clareiras’ e o aumento da insolação no bairro”, afirma o consultor. A doutora em geografia e professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) Mariana Zerbone afirma que a arborização da cidade é fundamental para o conforto e o embelezamento urbano. “Quando a copa das árvores é frondosa há uma grande capacidade de absorção dos raios solares. Isso cria um ambiente mais refrescante. Atua no microclima do local, reduzindo a temperatura”. Ela destaca que as árvores estão no centro de uma concorrência intensa pelo espaço na cidade.“Há uma grande disputa pela calçada, pois há um conflito entre todos que a utilizam: o transeunte, os moradores, as lojas que colocam mesas, os camelôs. A árvore é mais um elemento a disputar esse espaço”, afirma Zerbone. A professora, que já realizou uma pesquisa sobre arborização na rua Amélia, há mais de uma década, destaca que além dessa tensão pelo espaço da calçada, as árvores disputam ainda o espaço do subsolo (com as encanações) e o aéreo (com os postes e a fiação elétrica e telefônica, por exemplo). A especialista afirma que a derrubada das árvores no espaço urbano é um problema de longa data, mas que visivelmente se acentuou nos últimos anos. “Muitas vezes a própria poda errada da árvore acaba matando-a. Mas temos observado que há muitas sendo cortadas sem justificativa”, avalia. O vereador Jayme Asfora pretende apresentar, em breve, um projeto de lei defendendo algumas medidas sugeridas pelo movimento pelo #EspinheiroSombreado. O parlamentar ressaltou na audiência a relevância das árvores urbanas para tornar a cidade mais agradável e saudável ambientalmente. “Quanto mais verde nossa cidade for, mais ela vai estimular as pessoas a andarem pelas ruas e ocuparem os espaços públicos, contribuindo, inclusive, para a questão da segurança”, afirmou Asfora. A retirada da vegetação urbana da cidade, inclusive, entra em choque com um dos objetivos do projeto Parque Capibaribe, que é de elevar a taxa de área verde pública da cidade do Recife. De acordo com informações do projeto, atualmente o Recife tem 1,2 m² de área verde pública por habitante. A meta do parque é de que em 2037, quando a capital pernambucana completar 500 anos, essa média salte para 20 m² por habitante. *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com)

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Concerto da Orquestra Sinfônica do Recife adiado para o próximo sábado (24)

O concerto inaugural da Orquestra Sinfônica do Recife, que seria realizado na noite de ontem, foi adiado para o próximo sábado (24), em função da falta de energia que atingiu várias cidades do Norte e Nordeste brasileiro ontem. A apresentação será às 20h, no Teatro de Santa Isabel. Para assistir, basta chegar com uma hora de antecedência e garantir o ingresso gratuito na bilheteria do teatro. O programa criado pelo maestro Marlos Nobre contará com duas peças: a Sinfonia nº 8, do compositor checo da Era Romântica Antonín Dvorák, e Mourão, do compositor, arranjador e estudioso da música brasileira Cesar Guerra-Peixe, que devotou boa parte de sua produção, estudos e esforços à música popular nordestina, sobretudo ao Maracatu e ao Frevo. Serviço Primeiro Concerto Oficial da Orquestra Sinfônica do Recife em 2018 Data: Sábado, 24 de março Horário: 20h Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, Bairro de Santo Antônio) Entrada franca Informações: 3355-3322

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Ipea projeta 3% de crescimento do PIB para este ano

Os economistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) projetam crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2018, mesmo percentual de crescimento deverá se repetir em 2019. A estimativa consta da Carta de Conjuntura divulgada ontem (22) pelo Instituto. Na avaliação do Grupo de Conjuntura do Ipea, a inflação mesmo com o esperado aumento de preços dos alimentos, deverá fechar este ano em 3,6%, com cenário positivo para a recuperação do nível de atividade econômica do país. A avaliação dos economistas, o principal resultado positivo do primeiro bimestre do ano veio da taxa de inflação. “Apesar da importante contribuição dos alimentos, mesmo com a exclusão desses preços do cálculo do IPCA [Índice Nacional de preços ao Consumidor Amplo, do IBGE), o índice acumulado em 12 meses recuou de 10% para 4,2% entre janeiro de 2016 e fevereiro de 2018”, diz o estudo. “A projeção da taxa de variação do subíndice do IPCA para alimentos em 2018 é 3,63%, enquanto a de bens livres, exceto alimentos, é 2,36%. A estimativa do subíndice desagregado para educação é 6,27%, e de 5,94% para saúde”, de acordo com o Ipea. Na avaliação do Ipea, a inflação em patamar baixo mostra que há espaço para que a política monetária possa estimular o crescimento sem grandes riscos de escalada de preços. O entendimento é que o resultado em 2018 será explicado principalmente pela expansão do consumo das famílias (estimado em 3,4%) e do investimento (4,5%). O consumo do governo deve registrar crescimento nulo, enquanto as exportações líquidas de bens e serviços devem contribuir negativamente para o resultado do PIB, com avanço das importações (7,5%) superior as exportações (6,5%). O crescimento da indústria (3,6%) e dos serviços (2,9%) deve compensar a queda do PIB agropecuário, projetado para 2,2%). PIB do 1º Trimestre do ano Os economistas do Ipea preveem um crescimento de 1,9% para o PIB do 1º trimestre do ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, puxado pelo aumento de 3,4% do consumo das famílias, de 4,3% do investimento agregado, e pelos avanços da indústria, que deverá crescer 2,6% e dos serviços (2,4%). Para os trimestres seguintes, a expectativa é um novo impulso ao investimento e de aumento do consumo privado, fazendo com que essas variáveis fechem 2018 com taxas de crescimento acumulado de 4,5% e 3,4%, respectivamente. Segundo a Carta Conjuntura Ipea, o consumo deve permanecer para o crescimento econômico em 2018, apesar da forte desaceleração no último trimestre de 2017. “A inflação controlada, os juros em queda ao longo de todo ano passado e em níveis inéditos de baixa, a redução do endividamento das famílias como proporção da sua renda, e o comportamento favorável do mercado de trabalho – com o aumento da ocupação e elevação do rendimento médio do trabalho – são fatores que apontam para uma aceleração do crescimento do consumo”, conforme análise do Grupo de Conjuntura. O Indicador Ipea de Vendas do Comércio (varejo ampliado) – prévia do resultado da Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE – apontou um avanço de 5,7% na comparação com fevereiro do ano passado.

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Cardiologista do Hospital Sírio Libanês fala sobre colesterol “bom” e “ruim”

Doenças do coração podem afetar pessoas nas mais diferentes condições. Muitas vezes, os problemas aparecerm de forma sútil, sem afetar muito o cotidiano como um leve aumento na pressão, dores pontuais ou famoso colesterol. Segundo o cardiologista Augusto Scalabrini Neto, há várias formas de diminuir os riscos dessas doenças. Reduçao de estresse, evitar a obesidade, cafeína, álcool e cigarros são alguns deles. Mas as principais medidas se enquadram em uma dieta saudável e exercícios físicos, porque além de reduzir riscos cardiovasculares, também aumentam a disposição e retardam o envelhecimento daqueles que as praticam. “Estudos recentes demonstram claramente que as pessoas que mantêm um bom condicionamento cardiovascular envelhecem melhor, com mais saúde e menos eventos negativos”, explica o especialista. Outro fator determinante para se manter saudável é manter o nível de colesterol LDL (o colesterol ruim) baixo . Logo, uma dieta com pouca gordura saturada, baixa em carboidratos e rica em fibras pode ser o que vai manter essas enfermidades longe. “Essa fração LDL aumenta a quantidade de gorduras no sangue, e facilita o depósito dessas gorduras nas artérias, provocando o aparecimento das chamadas placas gordurosas e consequentemente a obstrução das artérias, como se fosse ferrugem em um cano”, aponta Augusto. Por apresentar um grande percentual de gordura saturada, a carne de porco se enquadra neste caso e por isso, deve ser evitada. Mas nem todas as gorduras são prejudiciais. Embora as saturadas aumentem o colesterol podendo induzir obstruções arteriais, as mono e polinsaturadas aumentam a fração HDL do colesterol (o colesterol bom) e podem ter um efeito benéfico para o coração. O colesterol “bom” remove gorduras do sangue e evita o depósito dessas substâncias nos vasos. Portanto quanto mais alto o nível da fração HDL, menor o risco cardiovascular. Para ajudar a manter os níveis de colesterol equilibrados, a alimentação é uma grande aliada. Enquanto alguns alimentos podem deteriorar as artérias, outros podem amparar, não somente o coração, mas a saúde do corpo de maneira integral. O azeite extra virgem, por exemplo, é rico em gorduras monoinsaturada, que ajudam a aumentar os níveis de colesterol “bom”. O médico recomenda que o azeite seja sempre puro e de excelente qualidade. “O benefício é atingido quando se ingere azeite de oliva puro, sem misturas, e preferencialmente sem aquecer, já que o aquecimento pode promover a saturação das gorduras monoinsaturada com consequente perda de suas propriedades benéficas”, destaca o cardiologista. Alguns alimentos são constantemente associados com benefícios para o coração, mas não foram estudados o suficiente e nem comprovaram a sua eficácia real. É o caso das frutas ricas em vitamina C, como laranja, morango e acerola, chocolates puros (+70%), que contêm grandes quantidades de antioxidantes, e portanto, fazem bem à saúde, mas não necessariamente para o coração. O alho também tem sido citado como benéfico. “Existem alguns estudos demonstrando efeitos benéficos do alho na redução das gorduras do sangue e, portanto, do colesterol, na redução da agregabilidade das plaquetas, reduzindo assim o risco de coágulos que poderiam causar infarto e aumento no relaxamento das artérias, reduzindo assim a pressão arterial”, Dr. Augusto informa. Outros alimentos surpreendem ao ser associados com a saúde do sistema cardiovascular, como o vinho e suco de uva, pois possuem resveratrol. “Estudos mostram que o resveratrol é capaz de aumentar os níveis da fração HDL do colesterol, reduzir os radicais livres e diminuir a coagulação de forma adequada, assim evitando eventos como o infarto do miocárdio”, conclui e também recomenda moderação, especialmente se tratando de álcool. Augusto Scalabrini Neto cardiologista, é graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É Professor Adjunto e Coordenador de Ensino do Departamento de Emergências Clínicas na mesma Universidade, Coordenador Geral e Didático do Laboratório de Habilidades e Simulação da Faculdade de Ciências Médicas Minas Gerais e Docente Invitado da Universidad Finis Terrae em Santiago, Chile. Coordena vários projetos de investigação nacionais e internacionais em Educação Médica e Simulação. Augusto Scalabrini Neto é fundador e Ex Presidente Reeleito da ABRASSIM (Associação Brasileira de Simulação em Saúde), e fundador e Presidente Passado da FLASIC (Federación Latino Americana de Simulación Clínica). Foi o primeiro latino-americano a ser indicado Presidente do International Meeting for Simulation in Healthcare. É membro efetivo do Comitee for Simulation da AMEE (Association for Medical Education in Europe) e membro da comissão julgadora do Prêmio Aspire, modalidade Simulação, da AMEE. É médico do Corpo Clínico e Vice-Presidente da COREME (Comissão de Residência Médica) do Hospital Sírio Libanês e supervisor do Programa de Residência Médica em Cardiologia do Hospital Sírio Libanês. O cardiologista pode falar sobre os seguintes assuntos: Arritmias cardíacas em atletas Morte súbita Uso de aspirina para prevenção de eventos cardíacos Exercícios para o cardiopata Uso de anabolizantes e o coração Energéticos e coração Stress e coração/ síndrome do broken heart

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Expectativa da indústria de aumento do emprego é positiva pelo terceiro mês consecutivo

Os empresários da indústria seguem otimistas em relação ao aumento do número de trabalhadores nos próximos seis meses, de acordo com a Sondagem Industrial, divulgada nesta quinta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice de expectativa do número de empregados atingiu 51,4 pontos em março, praticamente estável em relação a fevereiro, quando alcançou 51,2 pontos. Pelo terceiro mês consecutivo, o índice esteve acima da linha divisória de 50 pontos, o que indica perspectiva de expansão do emprego industrial. O emprego efetivo na indústria também permaneceu estável em fevereiro. O índice de evolução do número de empregados registrou 49,6 pontos em fevereiro, ficando praticamente sobre a linha divisória de 50 pontos. Mesmo assim, é um dado positivo, pois é a segunda vez, desde outubro de 2013, que o indicador revela estabilidade em postos de trabalho. “A manutenção do emprego, após um longo período de recuo, já é um indício importante que a retomada da indústria está em curso”, afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo. A indústria também está otimista com relação à demanda, às exportações e às compras de matérias-primas. Em março, o índice de expectativa de demanda atingiu 59 pontos, uma evolução em relação a fevereiro (58,3 pontos). O indicador de quantidade exportada ficou estável em 55,3 pontos (eram 55,4 pontos no mês passado), semelhante ao índice de compras de matérias-primas, que alcançou 56,7 pontos. “Todos os índices de expectativas mostram crescimento moderado do otimismo para os próximos seis meses”, mostra o documento. Além disso, a intenção de investimento encontra-se acima da média da série histórica, apontando que os empresários estão propensos a investir. Esse indicador passou de 53,6 pontos em fevereiro para 53,3 em março. Apesar da leve queda, a pesquisa destaca que o índice encontra-se 5,4 pontos acima da média da série histórica (47,9 pontos) e 6,7 pontos acima do registrado em março de 2017. DESEMPENHO EM FEVEREIRO – O desempenho efetivo da indústria em fevereiro, no entanto, continuou em declínio. O índice de evolução da produção intensificou a queda registrada em janeiro e manteve-se abaixo dos 50 pontos. Passou de 48,4 para 46,5 pontos. Apesar da queda, o indicador é 2,1 pontos superior ao registrado em fevereiro de 2017 e é o maior para o mês desde 2014, quando registrou 48,3 pontos. Além disso, a ociosidade segue elevada e os estoques, como planejado. A utilização da capacidade instalada alcançou 64% em fevereiro, ligeiramente maior do que o observado no mesmo mês de 2017 (63%) e 2016 (62%). Tanto o índice de evolução do nível de estoques quanto o índice de nível de estoques efetivo-planejado registraram 49,7 pontos, próximos à linha divisória de 50 pontos.

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Mercado da Encruzilhada está “bombando”

Quem tem o hábito de passar pela Encruzilhada, próximo ao histórico mercado público do bairro, pôde notar que ele está de cara nova. Além da fachada, que foi pintada, o espaço passou por uma série de mudança externas e internas com a proposta de movimentar o centro comercial e manter a tradição que vem desde 1824. O mercado é o primeiro da capital pernambucana a receber o projeto de requalificação da Prefeitura do Recife, que este ano pretende dar continuidade à ação em outros centros comerciais da região metropolitana. Já há algum tempo, o Mercado da Encruzilhada apresentava sinais de desgaste. A reforma, concluída em novembro, teve o intuito de aproveitar melhor os espaços. As 217 lojas foram reagrupadas por afinidades, dentro de uma área de 3.961 metros², como a seção de peixes e carnes, que ficaram num único corredor. Já o espaço gastronômico Coreia foi pintado e o banheiro externo restaurado. Entretanto, as grandes atrações do projeto são os quatros boxes: Meu Muquifo Pães e Pizzas, Beberibe Bar & Comedoria, Reinado Pastelaria, que fazem parte da nova área gourmet do mercado, e a Reciclo Bike, que antes servia de depósito e ganhou uma repaginada. Para a presidente da Csurb (Companhia de Serviços urbanos do Recife), Berenice Andrade Lima, é importante valorizar esses espaços públicos, inovando, mas mantendo a tradição. “Procuramos trazer produtos novos para atender um público diferente e suprir uma demanda”, justifica. No Meu Muquifo Pães e Pizzas, por exemplo, é possível encontrar no cardápio produtos com um toque mais sofisticado. No boxe, o cliente encontra opções para as três refeições, como no café da manhã (pães, croissants e sanduíches) e no almoço, (pratos de risoto, filé à parmegiana e estrogonofe). Já à noite, a casa faz jus ao nome e oferece diversas opções de pizzas. Os preços podem variar de R$ 5,50 a quase R$ 45. No Beberibe Bar & Comedoria, o espaço já chama a atenção pela ambientação. Pendurados no teto, vários copos compõem uma ambientação criativa e nas paredes uma ilustração com o linguajar tipicamente nordestino completam o visual do boxe. Mas os sotaques não estão apenas nas paredes, o cardápio também brinca com as palavras, como no caso do filé com fritas que ganha o nome de Peitica; do camarão ao molho de tomate, chamado de Vuco-Vuco; e o estrogonofe de filé, conhecido como Arengueiro. No cardápio ainda estão petiscos e almoços, como escondidinho de macaxeira com camarão, jerimum com charque e batata doce com rabada. A faixa de preço fica entre R$ 17,50 e R$ 27,90. O bar, que já possui uma câmara frigorífica, vai, futuramente, oferecer cervejas artesanais. “Fugimos das opções de pratos regionais e tradicionais, porque são oferecidos em outras praças de alimentação. Então oferecemos comidas levemente diferenciadas para que o público se interesse em conhecer”, explica Lúcia Correia, uma das sócias do bar. No caso do Reinado Pastelaria, o boxe oferece 11 opções de pastéis entre doces e salgados, além de bolinho de feijoada, cone de coxinha e de batata-frita, croquetas de rabada, camarão e charque. Ainda para quem procura uma “gelada”, pode contar com opções de chopes e cervejas. A faixa de preço varia de R$ 6 a R$ 18. MÚSICA O agito do mercado fica por conta das arquitetas Patrícia Quintella e Maria Escorel, donas do Reciclo Bikes, marca de customização e confecção de bicicletas, que existe há 5 anos, inicialmente no Recife Antigo, depois no Espinheiro e atualmente no mercado. No espaço, o cliente encontra serviços de instalação de peças, lavagem, revisão, pintura, além da venda dos materiais e a possibilidade de montar sua própria bike. Mas elas não se limitam ao mundo das “magrelas”. Duas vezes por mês o espaço sedia o evento Radiola no Mercado, dentro do projeto Vintage Culture, do DJ Paulo Costa. A festa começa a partir das 14h e vai até às 20h, com músicas tocadas em vinil dos anos 60,70 e 80. Outra opção de lazer é a Feira Livre do Poço que acontece na área externa do mercado uma vez por mês. Na ocasião, cerca de 70 barracas comercializam produtos variados, como queijos, temperos e bolos. Já para quem prefere ouvir um samba de raiz e MPB, os proprietários dos novos boxes se organizaram para trazer aos domingos, a partir das 14h, o Sambão. “A proposta é trazer um grupo musical para animar o espaço, movimentarmos o mercado e trazer mais clientes para os nossos negócios”, conta Edinário Lins, à frente da Reinado Pastelaria. Os proprietários da nova área contam que com essa requalificação o público aumentou nos fins de semana.“Esperamos que esses eventos possam trazer visibilidade para esta nova área e melhorar o movimento também durante a semana”, realtou Paulo Carvalho, um dos sócios da Meu Muquifo. Os frequentadores aprovaram as mudanças. O empresário Marcos Morais, 60, conta que desde criança frequenta o mercado. “Morei pela região na minha infância e vinha com a minha mãe fazer compras”, lembra. Ele acredita que a requalificação ajudou a melhorar alguns aspectos do centro comercial. “Antes os corredores tinham um visual sujo e era bagunçado, mas com essa reorganização, percebo que pelo menos a parte que passou pela reforma está mais limpa e melhor de circular”, observa Morais. Para o aposentado Francisco Ramos, 56, o mercado o faz lembrar as suas origens do interior de Pernambuco. “Os produtos que os boxes vendem, como a carne de sol, galinha de capoeira, feijão verde me trazem essa lembrança”, conta. Frequentador assíduo, Ramos sente que a requalificação sofisticou o espaço e rejuvenesceu o mercado. “O local estava precisando dessa novidade. Só porque ele é antigo, as pessoas acham que podem deixá-lo de qualquer jeito. Mas é legal quando tem um projeto como esse e traz mais opções para o dia a dia”, destaca. Ainda esse ano o projeto de requalificação chegará aos Mercados da Madalena, com ajustes nos banheiros e reorganização da área dos passarinhos, e da Boa Vista, com reparo no telhado e pintura na parte externa. Por enquanto, a reforma nesses dois

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K-POP: a febre sul-coreana chega ao Recife

De imediato, o visual e a música podem parecer estranhos ou no mínimo peculiares. Cabelos coloridos, roupas personalizadas, coreografias com uma pegada pop e um idioma pouco escutado por esse lado do continente – quer dizer, até certo tempo. Isso porque, pelo menos nos últimos cinco anos a música pop coreana, conhecida como K-POP, vem contagiando uma legião de fãs no mundo inteiro com as girls e boys groups. No Brasil não foi diferente. O negócio é tão sério que feiras, campeonatos e grupos covers vem sendo criados para legitimar esse sucesso que aos poucos está se consolidando no País. Desde o fenômeno do filme High School Musical, em 2006, não houve outra manifestação artística forte que chamasse a atenção pela dança, música e performance. Até mesmo o conceito americano de boyband e group mudou com o passar do tempo e o que se viu foi um investimento maior na qualidade sonora, e, consequentemente, com performances que não exigiam tantos passos. Nesse momento, o que antes girava em torno dos Backstreet Boys, das britânicas Spice Girls ou até mesmo de musicais jovens, ganhou uma conotação asiática. O K-pop conseguiu romper a fronteira ocidental e driblar a indústria fonográfica americana, como o grupo Bangtan Boys, popularmente conhecido como BTS, um dos nomes de maior sucesso do gênero. Além da técnica da dança, os grupos sul-coreanos destacam-se pela coreografia bastante elaborada e de um figurino padronizado entre os integrantes da equipe. Nos seus clipes é possível ver que existem referências americanas, assim como nas canções que misturam letras em coreano e inglês, como forma de aproximar outras culturas ao estilo musical, mas sem perder traços da cultura hallyu (nome dado a cultura pop sul coreana). No Brasil, foram formados grupos covers de diversas bandas, que se vestem semelhante aos ídolos e fazem coreografias inspiradas nas boys e girls bands coreanas. O desenvolvedor de sistemas Wellton Ferreira, 27, conta que uma das coisas que o fez acompanhar o gênero foi a misancene dos grupos. “Geralmente eles apresentam uma performance muito bem amarrada que chama atenção de quem curte a combinação de dança e música, além da diversidade musical, porque no mesmo gênero é possível escutar uma canção agitada para balada e ouvir outra mais calma”, explica. Em 2011, após assistir o primeiro concurso de dança de k-pop no Recife, no evento de cultura geek chamado Omakê, o desenvolvedor de sistema se interessou pelas apresentações e resolveu procurar por alguns grupos no Youtube. “Até então, eu gostava da cultura japonesa, por causa dos animes, mas não conhecia músicas coreanas. Foi quando passei a acompanhar um grupo chamado Infinite”, relata Ferreira. De lá para cá, ele foi mergulhando na cultura asiática e a partir do momento que começou a febre dos concursos covers de k-pop em Pernambuco resolveu encarar o palco e se apresentar na categoria solo no evento de cultura pop Super-Con. Após ter ficado em segundo lugar, ele foi convidado para entrar no K-Hyung Max, primeiro grupo pernambucano formado por cinco meninos, no qual se apresenta até hoje em vários concursos no Estado – que, geralmente, acontecem no Centro de Convenções da UFPE e no Classic Hall –, e por várias capitais brasileiras, como Natal, Maceió, São Paulo e Brasília. “Normalmente, os ensaios acontecem em uma academia que alugamos, uma vez por semana”, conta Ferreira. Quando precisam realizar ensaios extras para as apresentações, eles recorrem a espaços públicos, como nos parques da Jaqueira e Dona Lindú. Outro que compartilha dessa paixão pelo k-pop é o estudante de medicina, Esdras Andrade, 26, conhecido pelos amigos como Frajola. Atualmente no grupo cover do BTS e do Infinite, chamado Faster- Z, ele teve o primeiro contato com o mundo pop sul-coreano em 2011 por meio dos amigos que fazem cosplayers. “Eu me vestia de personagens de anime, então eles me apresentaram o k-pop e gostei”, narra. Assim como Welton Ferreira, ele participou do primeiro campeonato de dança coreana no Estado com o grupo K-Hyung. Segundo Frajola, o motivo que o atraiu para o universo sul-coreano foi a liberdade de poder ser quem quiser. “Bem menos preconceituoso em relação a sexualidade, porte físico, cor do cabelo e roupas”, justifica. Atualmente existem cerca de 40 grupos de dança no Estado disputando premiações que chegam a valer R$ 4 mil para o primeiro colocado, dependendo do formato do evento. Entre os principais encontros de k-pop em Pernambuco estão o Anima Recife, Super-Con e o Festival da Coreia. A universitária Carolina Alencar vem pesquisando a cultura sul-coreana em Pernambuco para o projeto de conclusão de curso O fenômeno hallyu e o impacto na vida dos jovens e observa que o crescimento desse gênero foi gradativo. “Prova disso é que alguns festivais como o da Coreia, que surgiu em 2014, tinham um público pequeno de frequentadores que não passava de mil. No ano passado chegou a quase 10 mil pessoas”. Ela acompanha o estilo musical asiático desde 2011, quando foi apresentada por meio de uma amiga que gostava de animes, e conta que o escolheu como tema do seu projeto de conclusão de curso por sua afinidade com o assunto. “Já visitei a Coreia, fui colaboradora de site e rádios nacionalmente, participo de grupos da cultura coreana. É algo que eu amo e não me importo em passar mais seis meses estudando e me aprofundando sobre o k-pop”, justifica. Ela acredita que um dos fatores fundamentais para a divulgação desse fenômeno asiático no Estado foram os concursos de danças dos festivais de cultura japonesa. “O gênero virou uma atração desses eventos, alguns deles, inclusive, oferecem um espaço chamado de k-pop stage, como se fosse uma arena voltada para os apreciadores da cultura hallyu”, relata Carolina. Já o integrante do grupo vencedor do Anima Recife 2018, Ace Dance Group, Tulio Feitosa, 21, aponta a internet como uma das grandes responsáveis pelo crescimento dessa febre coreana. “O Youtube é o maior captador de audiência, os clipes possuem milhões de visualizações, e as redes sociais ajudam na divulgação dos trabalhos dos artistas”, ressalta.

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Franquia abre 500 vagas na área de educação para a Região Nordeste

A rede de franquia Tutores, especializada em educação multidisciplinar, recebe currículos para aproximadamente 100 vagas de emprego, visando atender a demanda de funcionários motivada pela expansão de seus serviços. As vagas estão direcionadas para várias cidades como: Salvador, Fortaleza, Recife, Maceió, Natal, São Luís, Teresina, João Pessoa, Jaboatão dos Guararapes, Feira de Santana, Olinda, Campina Grande, entre outras. Segundo o diretor da rede, Artur Hipólito, as oportunidades de trabalho são para profissionais da educação, com atuação na área de reforço escolar, aula particular e tutoria. Os candidatos devem ter idade acima de 21 anos e formação em psicopedagogia, psicologia, pedagogia ou áreas afins. Além disso, a empresa também solicita que os interessados tenham experiência comprovada na área. Há cargos disponíveis para tutores desde o fundamental l até o ensino médio. Os salários oferecidos variam entre R$ 1.000,00 e R$ 3.000,00 conforme o desenvolvimento e disponibilidade para as tutorias. Disponibilidade para início imediato é fundamental, já que a rede vai recrutar os trabalhadores de acordo com sua necessidade. As aulas são realizadas na residência dos próprios alunos ou no ponto comercial dos franqueados. A empresa busca colaboradores disciplinados, responsáveis, com facilidade de comunicação e que gostem de lecionar. O processo seletivo consiste em análise e triagem de currículos, em que profissionais com perfil desejado serão convocados a próxima etapa, que pode variar entre dinâmica de grupo, testes específicos e/ou entrevistas junto a gestores de recursos humanos ou diretores responsáveis pelo setor da vaga ofertada. Os aprovados poderão escolher entre o período da manhã ou da tarde, sendo o formato de trabalho no sistema hora aula. Os interessados em concorrer em a uma vaga devem se inscrever no site www.tutores.com.br no link trabalhe conosco.  

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Peça a Peça do IRB vai retratar a chegada de D. Pedro II ao Recife

Aporta no Instituto Ricardo Brennand neste sábado (24), o 113º Peça a Peça. Nesta edição, que será em comemoração aos 200 anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, as atividades, que começam a partir das 14h30, vão reportará a visita de S.A.I. D. Pedro II à Pernambuco percorrendo os caminhos que o imperador fez pela capital recifense. Será feito um resgate à memória imperial do Recife Oitecentista por meio de um debate sobre telas que retratam caminhos que o imperador passou como o Teatro Santa Izabel, a Praça de Pedro II e a Ponte da Boa Vista. Ainda durante o evento, haverá uma apresentação do Duo Aracê, com repertório ambientado no Pernambuco do século XIX, com composições musicais de Cantuária e Fachinetti. Além disso, a pesquisadora e mestranda em História, da Unicap, Ana Cristina Costa ministrará palestra sobre “Viagem de D. Pedro II à Província de Pernambuco – 1859”. A mediação ficará a cargo da educadora Anny Laura. O Peça a Peça é um programa mensal que acontece, sempre, na tarde do último sábado de cada mês e busca debater obras do acervo do Instituto Ricardo Brennand. Devido ao feriado de Páscoa, a data de sua realização foi adiantada uma semana. Esta atividade está inclusa no valor do ingresso que custa R$ 30 inteira e R$ 15 meia entrada, mas as inscrições devem ser feitas previamente pelo formação.oficinas@institutoricardobrennand.org.br. Serviço: Peça a Peça – 113ª Edição Quando: 24 de Março (sábado) Local – Instituto Ricardo Brennand – Alameda Antônio Brennand – Várzea. Horário: a partir das 14h30h Inscrições: formação.oficinas@institutoricardobrennand.org.br. Entrada: R$ 30,00 (Inteiro). R$ 15,00 (Meia) (Pessoas com deficiência, estudantes, professores e idosos acima de 60 anos mediante documentação comprobatória). Informações: (81) 2121.0352/ 0365

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