Arquivos Economia - Página 376 de 382 - Revista Algomais - a revista de Pernambuco

Economia

Últimos dias para inscrição do concurso mais esperado de Pernambuco

O concurso do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) termina as inscrições na próxima quinta-feira. Estão em disputa 109 vagas para os cargos de Técnico Judiciário, Oficial de Justiça e Analista Judiciário. Os salários variam entre R$ 4.222,45 (médio/técnico) e R$ 5.502,12 (superior). Para se inscrever, o candidato deve preencher a ficha de inscrição no site www.ibfc.org.br, imprimir o boleto bancário e pagá-lo na rede bancária, pois a inscrição só se efetiva com o pagamento da taxa de inscrição. Para se candidatar aos cargos de nível superior, a taxa é R$ 63,00 e, para o nível médio, R$ 55,00. As provas para o concurso do TJ acontecerão no dia 15 de outubro. São duas etapas na seleção: a prova objetiva e a prova discursiva, que serão organizadas em horários distintos, mas no mesmo dia.

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Desemprego cai em todas as regiões, mostra IBGE

O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados ontem (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação. Houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) relativa a abril, maio e junho, comparativamente ao trimestre imediatamente anterior. A pesquisa apresenta como destaques as regiões Norte, onde a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%. Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%. Em Pernambuco, a taxa passou de 17,1% para 18,8% e em Alagoas subiu de 17,5% para 17,8%. Já as menores taxas ocorreram em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Para o total do país, o desemprego caiu de 13,7% para 13%. Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, “nos estados onde houve aumento da desocupação não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego”. População ocupada Os dados indicam que a população ocupada no segundo trimestre deste ano, de 90,2 milhões de pessoas, era integrada por 68% de empregados (incluindo empregados domésticos), 4,6% de empregadores, 24,9% de pessoas que trabalham por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares. Nas regiões Norte (31,8%) e Nordeste (29,8%), o percentual de trabalhadores por conta própria era superior ao verificado nas demais regiões. No segundo trimestre de 2017, 75,8% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. As regiões Nordeste (60,8%) e Norte (59%) apresentaram as menores estimativas desse indicador. Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 30,6% deles tinham carteira de trabalho assinada. Já a taxa de rendimento médio real de todos os trabalhos fechou o segundo trimestre em R$ 2.104, enquanto a massa de rendimento médio real ficou estável em R$ 185,1 bilhões. (Agência Brasil)

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Caixa destina R$ 1 bilhão para impulsionar varejo no pais

A Caixa Econômica Federal e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) assinam ontem (17) acordo de cooperação para impulsionar o segmento varejista do país. O banco vai destinar R$ 1 bilhão em recursos para o setor, além de disponibilizar condições diferenciadas para os associados do sistema CNDL. Denominado de Avança Varejo, o programa terá linhas de capital de giro, crédito rotativo, de investimento e financiamento. O acordo vai atender a cerca de 450 mil lojistas associados à CNDL, com mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais de pequeno, médio e grande porte em todo o Brasil. Por meio do convênio firmado, o empreendedor vai dispor de linhas diversificadas para o financiamento de ônibus, caminhões, máquinas e equipamentos novos, aquisição de softwares e serviços correlatos no mercado interno, além de investimento em inovações. (Agência Brasil)

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Reformas no turismo são discutidas no Fornatur

Com objetivo de movimentar o turismo, e consequentemente, a economia, o Secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras, que também é presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo, reuniu secretários de turismo de todo o Brasil para discutir reformas para o setor. Durante a reunião ‎estava presente o Presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz. Na ocasião, os secretários defenderam a resolução do Senado nº 55/2015, que cita sobre a redução de ICMS sobre querosene de aviação. Segundo o grupo, a unificação da alíquota do ICMS vai baratear custos das empresas aéreas, que poderão aumentar a oferta de voos e diminuir o preço das passagens aéreas. A redução deve beneficiar principalmente estados das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Agora o projeto está nas mãos da Comissão de Serviços de Infraestrutura (Secretaria de Apoio à Comissão de Serviços de Infraestrutura) e dentro de alguns dias segue para votação no Plenário. Segundo o relato, a ideia é reduzir o imposto de 25% para 12%. Outro avanço importante para o turismo foi sobre a discussão em transformar a Embratur numa agência. Junto ao presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, o Secretário Felipe Carreras, defendeu a ideia e acreditam ser um bom caminho para aumentar o fluxo de visitantes nacionais e internacionais no país, e consequentemente, desenvolver a economia. Para eles, o país poderá aumentar sua receita consideravelmente a partir da aprovação do Projeto de Lei 7425/2017, enviado à Câmara dos Deputados pelo governo. A medida institui a Agência Brasileira de Promoção do Turismo, que tem como objetivo formular, implementar e executar ações de promoção comercial de produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros no exterior. “O projeto de lei que está hoje na Câmara transforma a Embratur em uma agência moderna, com capacidade de competir com os países do continente e do mundo inteiro, com recursos e independência financeira”, ressaltou Vinícius Lummertz. Segundo a Embratur, o turismo é responsável atualmente por empregar 10% dos trabalhadores de todo mundo nas 52 áreas que compõem o setor. No Brasil, 8,5 milhões de brasileiros atuam no turismo. Para Lummertz, o Brasil tem o maior potencial de turismo entre todos os países do mundo e pode quase triplicar a atual receita anual do setor, estimada nos últimos 12 meses em aproximadamente U$ 7 bilhões. A expectativa é caminhar para perto de U$ 20 bilhões de receita. “Precisamos investir na promoção turística e promover mais o Brasil no exterior. Para se ter ideia, nossos vizinhos investem pesado na área. Somente em 2016, o México destina U$ 450 milhões no promoção, a Argentina gasta U$ 70 milhões, enquanto a Colômbia utiliza U$ 48 milhões. Já o Brasil só utilizou U$ 17 milhões em promoção turística em 2016”, explica o Secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras. E não é só a questão financeira: a agência lidera os movimentos para a liberação de vistos para turistas americanos, canadenses, japoneses e australianos, a ampliação da atração de turistas chineses - que são os que mais viajam pelo planeta - e também a permissão para que empresas aéreas com 100% de capital estrangeiro atuem no Brasil Durante a 92ª Reunião do Fornatur, o grupo defendeu também a abertura de grandes cassinos no Brasil. Os secretários e dirigentes discutiram sobre o projeto nº 186/ 2014, que dispõe sobre a exploração de cassinos, como são explorados, suas autorizações, destinação dos recursos arrecadados, entre outros. “Com a volta dos cassinos, a ideia é movimentar a economia, trazer empregos e turistas para a região. Para isso, eles deverão funcionar junto a complexos integrados de lazer construídos especificamente para esse fim, com hotel, bar e restaurante”, acrescenta Carreras. Em breve, o presidente do Fornatur, Carreras realizará grande reunião na Câmara dos Deputados para discutir esses e outros grandes temas.

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Faculdade Guararapes recebe certificado B Corp

A Faculdade dos Guararapes participou do processo de certificação B Corp e, junto com a Laureate International Universities, da qual é integrante, e tornou-se uma Empresa B, ou seja, benéficas. O selo é concedido pelo B Lab, representado no Brasil pelo Sistema B, que avaliou 180 fatores, como tratamento dado aos funcionários e transparência apresentada no relatório corporativo, dentre outros. A certificação é também um instrumento capaz de comprovar que a empresa une a gestão do negócio aos desenvolvimentos humano e do planeta. Atualmente, as Empresas B formam um movimento global com mais de 2.075 corporações, em mais de 25 países. No Brasil, são aproximadamente 70 companhias. O mundo corporativo tem poder de transformar mercados e setores, não há dúvidas. Por que não usar esse poder de seus negócios para resolver problemas sociais e ambientais? Essa é a proposta das chamadas B Corps; elas são um novo tipo de empresas que usam o poder dos seus negócios para resolver problemas sociais e ambientais. Para classificar e certificar as B Corps, Jay Coen Gilbert criou, em 2007, o B Lab, uma organização sem fins lucrativos que administra um sistema de classificação engenhoso que inclui 180 fatores que vão desde o quão “verde” são os prédios corporativos até a forma como os funcionários são tratados, e também a transparência apresentada no relatório corporativo. A B Corporation é uma certificação que ajuda os consumidores a identificar exatamente essas empresas que unem seu desenvolvimento de negócios ao desenvolvimento humano e do planeta. Os certificados B Corp são emitidos para empresas que voluntariamente cumprem normas mais elevadas de transparência, responsabilidade e desempenho. Essas empresas estão se destacando no mercado, oferecendo uma visão positiva de uma maneira melhor para fazer negócios. Desafios sistêmicos exigem soluções sistêmicas e o movimento B Corp oferece uma solução concreta, escalável e baseada no mercado.

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Brasileiros consideram o Nordeste como a região que mais aproveita o potencial turístico

O Brasil tem um enorme potencial turístico, mas em algumas regiões sua percepção é maior do que em outras. Os nordestinos são os que mais reconhecem o valor de sua região para a atividade turística, uma vez que 44,2% avaliaram como alto ou muito alto o potencial local, seguido do Sudeste (42,3%), Sul (32,6%) e Centro-Oeste e Norte (32,2). Não à toa, foram exatamente os entrevistados nas regiões Norte e Centro-Oeste que menos identificaram o valor de suas regiões para o turismo (35,2). Os dados são de uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Turismo. Ainda segundo o estudo, oito em cada dez brasileiros acreditam que o potencial turístico de nosso país é de médio para muito alto, mas 59,8% entendem que esse potencial não é aproveitado de forma adequada. Novamente, para os entrevistados, o Nordeste desponta como a região que mais aproveita seu potencial (39,6%). Em segundo lugar aparece o Norte e Centro-Oeste (32,7%), seguido do Sudeste (32,3%) e Sul (20,1%). Mesmo assim, 41,9% dos entrevistados acreditam que o turismo no Brasil aumentou nos últimos anos. “O Ministério do Turismo tem realizado uma série de ações para investir na infraestrutura dos destinos nacionais, assim como na qualificação de quem está na linha de frente do atendimento o turismo. Queremos posicionar o Brasil entre os grandes destinos mundiais”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão. CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS - Para divulgar os atrativos brasileiros, o Ministério do Turismo tem realizado uma série de campanhas publicitárias. Em dezembro de 2016, a campanha de verão foi lançada com o slogan: “O verão chegou. E espera por você no Nordeste”. Em maio foi a vez da Amazônia com a campanha “Descubra uma nova Amazônia”, com o objetivo de gerar identificação apresentando a multiplicidade da região por meio de experiências turísticas nos segmentos de natureza, ecoturismo e aventura, bem como apresentar as manifestações culturais e a rica gastronomia da região. Está prevista para este mês o lançamento da campanha da região Sul e até o final do ano as demais regiões serão contempladas com peças publicitárias segmentadas. SOBRE A PESQUISA – A pesquisa foi realizada de 17 a 23 de março de 2017 pelo Instituto FSB Pesquisa. Foram ouvidas 2002 pessoas com mais de 16 anos em todas as regiões do país para avaliar a opinião da população brasileira acerca do turismo no Brasil, assim como observar quais são as vantagens e prejuízos, além de identificar oportunidades de promoção do turismo no país.

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Confiança do consumidor volta a crescer e atinge 41,4 pontos em julho, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Mesmo com incertezas no cenário político e econômico, a confiança do consumidor voltou a crescer e atingiu 41,4 pontos em julho, ante os 39,4 pontos do mês anterior. Os dados do Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que o consumidor brasileiro segue cauteloso ao avaliar o desempenho da economia e da própria vida financeira. “Ainda que o cenário traçado em julho tenha sido ligeiramente melhor do que o traçado em junho, quando o país esteve sob o impacto de novas turbulências no campo político, o número segue abaixo do que se considera satisfatório e, devido às incertezas ainda presentes, não se pode descartar novos retrocessos no humor do consumidor”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. O Indicador de Confiança é composto pelo Subindicador de Expectativas, que passou de 51,1 para 52,7 pontos e pelo Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,2 pontos em julho ante 27,8 pontos em junho. A escala dos indicadores varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais confiantes estão os consumidores. Desemprego e preços elevados: os principais sintomas da economia ruim De acordo com o levantamento, 81% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 15%, o desempenho é regular e para apenas 2% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, os principais sintomas são o desemprego elevado (51%), o aumento dos preços (24%), apesar da desaceleração da inflação, e as altas taxas de juros (10%). Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do Brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. De acordo com a sondagem, 41% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima. Outros 42% consideram regular e um percentual menor, de 14%, consideram que vai bem. O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 37% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (35%), a queda da renda familiar (15%), imprevistos (5%), e a perda de controle financeiro (4%). “O momento atual é ruim para a economia e isso claramente afeta a vida financeira dos consumidores”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Porém, a percepção de deterioração da economia é mais acentuada do que na vida pessoal.” 40% dos consumidores estão pessimistas com o futuro da economia A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e descobriu que 40% estão declaradamente pessimistas. Quando essa avaliação se restringe a vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 11%. Os otimistas com a economia são apenas 15% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 56% dos entrevistados. Para justificar a percepção predominantemente pessimista com os próximos seis meses da economia, mais uma vez a questão da desconfiança com a representação política aparece: 32% desses entrevistados citam a corrupção e 23% o desemprego alto. Já entre a parcela majoritária que manifesta otimismo com a própria vida financeira, a maior parte (31%) não sabe explicar as razões: apenas diz esperar que coisas boas devem acontecer. Além desses, 16% acreditam que irão conseguir um emprego e 13% têm a perspectiva de conseguir um emprego melhor ou uma promoção. 72% notaram aumento de preços nas compras de supermercado Para quase metade dos consumidores (48%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida. Para a economista-chefe, a questão dos preços reflete a corrosão da renda das famílias, que mesmo com a queda da inflação, ainda não foi recuperada. Também pesa sobre o orçamento das famílias o desemprego, citado por 22%, e o endividamento, mencionado por 14%. Além desses, 8% citam a queda dos rendimentos mensais e 4% dizem que nada está pesando sobre a vida financeira familiar. Se o custo de vida incomoda, é nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 72% notaram que os preços aumentaram nesses locais. Para 62%, também aumentou o preço da energia elétrica. Também houve a percepção de aumento dos preços de roupas e calçados (50%), bares e restaurantes (46%), telefone fixo (44%) e nas tarifas de combustíveis (41%). Metodologia Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança. Baixe a análise do Indicador de Confiança do Consumidor no link: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

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Abertas inscrições para programa Mind The Bizz

Se você quer empreender e tem vontade de abrir uma startup mas sente que, por mais que já tenha pesquisado o mercado, precisa de uma ajuda para atravessar o caminho das pedras, ou mesmo precisa de ajuda para validar sua ideia de negócio, participe da quarta edição do Mind the Bizz. O programa de orientação e prática empreendedora, parceria do CESAR, Porto Digital e Sebrae Pernambuco está com inscrições abertas até 1° de setembro. Durante dez semanas, os empreendimentos selecionados irão participar de atividades práticas, mentorias com profissionais da área, além de contato com potenciais empresários para que adquiram uma formação voltada para o seu negócio. Nesta edição, assim como nas anteriores, o direcionamento é para empreendedores que atuam na área de Tecnologia da Informação e Comunicação e Economia Criativa. “Das 37 startups que já participaram das edições anteriores do Mind The Bizz, oito já estão em fase de aceleração e incubação. A ideia do programa é qualificar potenciais empresários de Pernambuco e também e regiões próximas. Desta forma, eles terão mais chances de transformarem seus negócios e alcançarem o sucesso mais facilmente e de forma rentável”, comentou o Executivo Chefe de Empreendedorismo do CESAR, Filipe Pessoa. Para participar não precisa ser do Recife. O programa foi formatado para acontecer aos sábados, possibilitando a presença de pessoas de outras cidades, além de colaboradores que trabalhem em outras empresas e que queiram testar suas ideias empreendedoras. “Vamos atender empreendedores de diferentes níveis e maturidades. Nosso objetivo durante estas semanas é de estimular estes projetos para que possam se tornar criação de serviços avançados ”, explicou o especialista do CESAR. As inscrições podem ser realizadas até o dia 01 de setembro, via formulário eletrônico, disponível no link http://seliga.ai/2uxuNaB

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Suape publica edital de chamada pública para implantação de truck center

O pátio de triagem e estacionamento para caminhões (truck center) no Complexo Industrial Portuário de Suape está perto de ser implantado. A administração da estatal publicou no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (15) o Edital de Chamamento Público para credenciar as empresas interessadas em explorar o novo espaço. Os caminhoneiros vão contar com um local com 500 vagas estáticas e infraestrutura necessária para esperar o tempo de iniciar o descarregamento e embarque das cargas provenientes dos terminais localizados no porto. As empresas interessadas deverão enviar requerimento para o endereço da sede de Suape, localizada na Rodovia PE-60, Km 10, Engenho Massangana, Ipojuca, CEP 55.590-000 – Empresarial Porto de Suape – Governador Eduardo Campos. A chamada pública se encerra no dia 29 de setembro. O edital, regulamento e todos os documentos relacionados à implantação do pátio estão disponíveis no site de Suape (www.suape.pe.gov.br). O contrato de adesão terá validade de 15 anos, podendo ser renovado por sucessivos períodos, já que não se trata de modelo de concessão. A contratada terá o prazo de 12 meses para implantar o truck center. As empresas credenciadas deverão oferecer os seguintes serviços de apoio ao motorista: sanitários e vestuários de uso gratuito; restaurante e lanchonete; atendimento médico de emergência; área de descanso e vivência; serviços de oficina, reparo e borracharia de caminhões. A instalação do truck center vai disciplinar e regulamentar os veículos de transporte de cargas que acessam a área portuária. Diariamente, o porto recebe cerca de 2 mil caminhões, chegando a aproximadamente 2,5 mil em dias de pico. “Com a conclusão desse projeto, vamos evitar o estacionamento irregular nas vias de acesso aos terminais, além de minimizar os períodos ociosos de carga e descarga, gerando benefícios de logística”, pontuou Marcos Baptista, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape. As 500 vagas estáticas podem ser divididas em duas áreas, próximas ou não, desde que localizadas dentro de uma área de até dois quilômetros do limite do Complexo de Suape. Após a instalação do Pátio de Triagem e do Estacionamento, todos os caminhões que acessarem ao Porto deverão estar previamente agendados e triados. A triagem vai compreender os serviços de recepção, leitura de placas, interligação online com os sistemas logísticos de Suape e dos terminais, orientação do local de estacionamento e posterior despacho do caminhão conforme liberação do terminal de destino. (Por Blog do Governo do Estado de Pernambuco)

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Empresa familiar: Compartilhando o plano de sucessão

A maioria das empresas familiares, em algum momento de suas existências, terá que passar por um processo de sucessão. Ter um plano sucessório definido dá a elas vantagens competitivas que podem, simplesmente, fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso da transição de liderança entre gerações. Entretanto, é comum encontrarmos empresas que fazem o dever de casa – organizam e planejam a sucessão – mas que erram ao não compartilhar nem engajar seus executivos estratégicos neste processo. Apesar de ser uma questão de cunho familiar, a sucessão é um assunto de grande interesse para aqueles que, não sendo da família, serão afetados diretamente por ela. É preciso lembrar que, assim com o futuro da organização, a carreira deles também está em jogo. Por isso, é muito importante que a lógica do processo de sucessão, de um modo geral, seja compartilhada com os principais executivos. Do contrário, pode ser criado um ambiente de incertezas que nada trará de bom para os negócios. A insegurança sobre o rumo que a organização tomará, o receio por não saber como o processo será conduzido, a dúvida sobre se a família está tratando o assunto com a importância adequada ou, ainda, o medo de que os familiares entrarão para “tomar o lugar” de quem já está lá, podem gerar conflitos internos e desmotivação na equipe. Isso também poderá afetar, no futuro, a confiança dos executivos no sucessor escolhido para assumir a direção da empresa. Claro que não é preciso expor o plano sucessório em seus mínimos detalhes nem muito menos questões íntimas da família, mas os executivos precisam entender como se dará o processo e quais serão seus papéis nessa transição. Eles podem, inclusive, contribuir com a experiência e com uma visão mais ampla e imparcial do negócio, já que não fazem parte da família, tornando o plano de sucessão até mais efetivo. Quando o processo sucessório é feito de maneira transparente e compartilhado com aqueles que fazem a empresa em seu dia a dia, todos ganham: as famílias empresárias, por se mostrarem dispostas ao diálogo sobre o tema, eliminando especulações e mal-entendidos, promovendo a integração da nova geração com a equipe que comanda os negócios; e os executivos, que terão mais visibilidade sobre o futuro da empresa e, desta forma, não se sentirão ameaçados pelas mudanças que sempre são trazidas por um processo sucessório, por mais bem conduzido que seja. *Artigo da coluna Gestão Mais, publicado no mês de Agosto na Revista Algomais

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