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Pernambucano Thiago Rebello é o novo CEO do Grupo Ri Happy

O Grupo Ri Happy, maior varejista brasileiro de brinquedos, anuncia o pernambucano Thiago Rebello como novo CEO. O executivo ingressou na empresa em novembro de 2022 para conduzir a transição junto ao então CEO Ronaldo Pereira Júnior, agora nomeado membro do conselho. O executivo possui uma extensa trajetória no varejo. Antes de ingressar na companhia, ocupou o cargo de Vice-Presidente de Varejo no Grupo SBF e passou por empresas como Casa do Pão de Queijo, Walmart e Bompreço. O novo CEO tem MBA em negócios pela FGV, especialização na Universidade de Ohio, e é formado em Administração de Empresas pela Faculdade Integrada do Recife. Sob a nova gestão, o grupo já indicou os planos de expansão. A marca, que conta hoje com aproximadamente 300 lojas, tem a expectativa de crescer com a ampliação do número de franquias e a abertura de novas lojas em cidades a partir de 70 mil habitantes. Thiago Rebello “Queremos transformar nossas lojas em espaços de encontro e diversão para toda a família, com várias atividades, oficinas criativas e experimentação de brinquedos, oferecendo uma experiência que vai além da compra. Queremos tornar cada contato com nossas marcas um momento mágico que mereça ficar guardado na memória das crianças e suas famílias” R$ 26 milhões para a Compesa, no Sertão do Pajeú A governadora Raquel Lyra inaugurou, nesta terça-feira (6), em Flores, no Sertão do Pajeú, a primeira etapa de uma usina de autoprodução de energia elétrica que vai abastecer unidades da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Com o parque solar, 86 das unidades consumidoras da empresa passarão a operar na distribuição de água e no tratamento de esgoto com energia limpa. O projeto recebeu investimentos da ordem de R$ 26 milhões e vai representar uma economia na fatura de energia da estatal de aproximadamente R$ 2 milhões por ano. O parque solar foi adquirido por meio de arrendamento através de uma Parceria Público Privada (PPP) entre a Compesa e o Consórcio Pernambuco Energia, um movimento inédito no Brasil para a autoprodução de energia. Vivo renova patrocínio com Galo da Madrugada Pelo segundo ano consecutivo, a Vivo será uma das patrocinadoras oficiais do Galo da Madrugada, o maior bloco de carnaval do mundo e que, em 2023, reuniu mais de 2,5 milhões de pessoas nas ruas do Recife. A marca terá um trio exclusivo no evento e fará ativações especiais no camarote do evento, além de reforçar sua presença com ações de marketing nas suas lojas de Recife. Karina Tenório, diretora da Regional da Vivo no Nordeste “O Galo da Madrugada é a cara do carnaval pernambucano e um símbolo da festa brasileira. Estamos muito felizes em fazer parte da história do maior bloco de carnaval do mundo pela segunda vez consecutiva”.

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Pernambucanos já investiram mais de R$ 4 bilhões em geração de energia solar própria

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que Pernambuco já recebeu mais de R$ 4 bilhões em investimentos acumulados para a geração própria de energia solar em telhados, fachadas e pequenos terrenos. O estado ultrapassou a marca 800 megawatts (MW) em potência instalada da energia solar nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos, com mais de 73,2 mil conexões solares em residências e empresas, que abastecem mais de 128 mil unidades consumidoras. O mapeamento revelou que o segmento gerou de mais de 24 mil empregos e uma arrecadação de mais de R$ 1 bilhão aos cofres públicos.    Luzer Oliveira, coordenador estadual da ABSOLAR em Pernambuco   “Com a implementação de boas políticas públicas e incentivos, o estado pode, em pouco tempo, assumir posição cada vez maior de liderança no País, com mais geração de emprego e renda, atração de investimentos privados e colaboração no combate às mudanças climáticas” MRV bate recorde no Nordeste com Minha Casa, Minha Vida A MRV, empresa do Grupo MRV&CO, foi recordista em vendas e faturamento do programa Minha Casa, Minha Vida no ano passado, na região Nordeste. Em 2023, a empresa lançou 22 empreendimentos, chegando próximo a 10 mil unidades e VGV de 2,4 bilhões. Em Pernambuco, 70% das unidades comercializadas foram do programa nacional de habitação. Para 2024, a empresa prevê o lançamento de mais 780 unidades no estado, com Valor Geral de Vendas em R$ 200 milhões. A empresa tem atualmente quatro canteiros de obras ativos no estado, que geram 800 postos de trabalhos diretos e indiretos. Alessandro Almeida, diretor Comercial da MRV no Nordeste “Estamos em um cenário positivo e que deve seguir promissor. O setor da construção civil é um dos principais pilares econômicos e responsáveis por uma geração de renda e mão de obra antes, durante e após a construção”. UFPE e Sebrae firmam parceria para fomentar empreendedorismo A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Pernambuco (Sebrae-PE) estabeleceram um acordo de cooperação técnica, científica e cultural. O objetivo principal da parceria é impulsionar o empreendedorismo universitário, promover o desenvolvimento de empreendimentos inovadores e apoiar a administração dos mecanismos relacionados à geração de empreendimentos vinculados ao Ambiente Promotor de Inovação da UFPE. A solenidade organizada para a assinatura do documento pelo reitor Alfredo Gomes e pela diretora técnica do Sebrae-PE, Josiana Rocha, reuniu representantes das duas partes do acordo. Alfredo Gomes, reitor da UFPE “Estamos muito felizes com esta oportunidade de fortalecer laços com o Sebrae-PE e a possibilidade de construir novas iniciativas. Precisaremos de apoios para o projeto amplo de ocupação do Edifício Celso Furtado”  

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Produção média de petróleo e gás bate recorde em 2023, informa ANP

(Da Agência Brasil) A produção média anual de petróleo e gás natural do Brasil atingiu recorde de 4,344 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), no ano passado, 11,69% acima do recorde anterior, alcançado em 2022. Foi a primeira vez que a produção média anual nacional atingiu uma marca acima dos 4 milhões de boe/d, informou o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural de dezembro de 2023, divulgado nesta sexta-feira (2) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).  Foram registrados recordes também nas produções separadas de petróleo, com 3,402 milhões de barris por dia (bbl/d), 12,57% acima do valor de 2022 (3,022 milhões de bbl/d); e de gás natural, com 150 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), cerca de 8,7% maior do que a observada no ano anterior (138 milhões de m³/d). Na região do pré-sal, também o volume médio produzido em 2023 foi o maior já registrado, com 3,304 milhões de boe/d, correspondendo a 75,18% da produção nacional. Dezembro No mês de dezembro do ano passado, foram produzidos 4,570 milhões de boe/d de petróleo e gás natural. De forma isolada, a produção de petróleo somou 3,585 milhões de bbl/d, com diminuição de 2,5% com relação a novembro de 2023 e aumento de 16,6% em comparação a dezembro do ano anterior; e a de gás natural atingiu 156,618 milhões de m³/d, redução de 3,4% comparando com o mês anterior e mostrando expansão de 11,8% em relação ao mesmo mês de 2022. A produção do pré-sal, oriunda de 150 poços, foi de 2,742 milhões de bbl/d de petróleo e 118,34 milhões de m³/d de gás natural, totalizando 3,487 milhões de boe/d. De acordo com a ANP, ocorreu redução de 2,7% em relação ao mês anterior e aumento de 16,8% comparativamente a igual mês de 2022. Em dezembro, a produção do pré-sal correspondeu a 76,3% do total produzido no Brasil. No último mês do ano passado, o aproveitamento de gás natural foi de 97,8%, disponibilizando ao mercado 51,77 milhões de m³/d de gás. Já a queima envolveu 3,39 milhões de m³/d, com queda na comparação com o mês anterior (7,4%) e com o mesmo mês de 2022 (8,5%). Os campos marítimos produziram 97,7% do petróleo e do gás natural do país. A produção ocorreu em 6.546 poços, sendo 539 marítimos e 6.007 terrestres. Os campos operados pela Petrobras, em consórcio ou não, produziram 88% do petróleo e gás natural. Já os campos operados pela empresa estatal com participação exclusiva (100%) produziram 24,7% de ambos os hidrocarbonetos. Destaques Em dezembro de 2023, o campo que mais produziu petróleo e gás natural foi Tupi, na Bacia de Santos, com média de produção de 804,44 mil bbl/d de petróleo e de 40,01 milhões de m³/d de gás natural. Já o campo com maior número de poços produtores foi Estreito, na Bacia Potiguar, com 865 poços. O campo marítimo com mais poços produtores foi Tupi, com 60 poços. A ANP destaca ainda que a instalação com maior produção de petróleo e de gás natural no mês de dezembro foi o FPSO Guanabara, no Campo de Mero, que produziu 179.380 de bbl/d de petróleo e 11,63 milhões de m³/d de gás.

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Petrobras reduz preço do gás natural em 2%

(Da Agência Brasil) A Petrobras reduziu, nesta quinta-feira (1º), o preço do gás natural vendido pela estatal às distribuidoras em 2%, em média. Segundo a empresa, os contratos com as distribuidoras preveem atualizações trimestrais dos preços do produto. Para o trimestre que começa nesta quinta-feira, de acordo com a Petrobras, as referências foram uma queda de 3,6% do petróleo e uma depreciação de 1,5% do real frente ao dólar. Ainda segundo a Petrobras, as distribuidoras com contratos vigentes em 2023 perceberam uma redução de 22,2% ao longo do ano. “A Petrobras ressalta que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da molécula pela companhia, mas também pelo custo do transporte até a distribuidora, pelo portfólio de suprimento de cada distribuidora, assim como por suas margens (e, no caso do GNV – Gás Natural Veicular, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais”, informa nota divulgada pela empresa. A redução, que vigora a partir de hoje, não se refere ao preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), ou seja o gás de cozinha, que é envasado em botijões.

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PwC: 61% dos CEOs do setor de energia no Brasil preveem crescimento da economia

Os CEOs do setor de Energia, Serviços de Utilidade Pública e Recursos Naturais (EU&R) no Brasil estão mais confiantes nas perspectivas de crescimento nacional do que na expansão da economia global. De acordo com a 27ª edição da Global CEO Survey da PwC, 61% desses líderes preveem um crescimento da economia interna nos próximos 12 meses. Esse índice supera a média global de otimismo dos CEOs, que é de 44%, e também fica acima da média registrada entre os líderes brasileiros, que é de 55%. Esses resultados sugerem que o setor EU&R no Brasil antecipa um crescimento interno acima da média global. Tendências e desafios A rápida ascensão da disrupção tecnológica, as mudanças climáticas e outras megatendências globais têm representado uma ameaça significativa aos negócios tradicionais, forçando os CEOs a ajustarem suas estratégias diante de um cenário cada vez mais imprevisível. Essa dinâmica tem gerado apreensão entre os líderes empresariais sobre a sustentabilidade de seus empreendimentos: 41% dos CEOs brasileiros (45% globalmente) expressam dúvidas quanto à viabilidade contínua de suas empresas nos próximos dez anos. Embora os CEOs no setor de Energia, Serviços de Utilidade Pública e Recursos Naturais (EU&R) também manifestem preocupações sobre a sustentabilidade de seus negócios na próxima década, o índice é menor, atingindo 29%, em comparação com a média brasileira. Inteligência Artificial O impacto da disrupção provocada pela inteligência artificial (IA) é outra megatendência mapeada na pesquisa. O uso destas novíssimas tecnologias ainda está distante da maioria das empresas. Entre os CEOs de EU&R em território nacional, apenas 35% afirmaram que suas empresas mudaram a estratégia de tecnologia por causa da IA generativa nos últimos 12 meses. No Brasil, a média de todas as indústrias foi de 34% e, no mundo, de 31%. Apesar disso, 81% dos respondentes do setor declararam que a IA generativa vai mudar significativamente a maneira como as empresas criam, entregam e capturam valor. Adriano Correia, sócio da PwC Brasil “Estamos em um momento único de transformação no setor, que demandará cada vez mais tecnologia em tudo que as empresas fazem, e os dados da nossa pesquisa indicam isso, ainda que o estágio de implantação da inteligência artificial não seja uma realidade para a maioria dos nossos entrevistados. Percebemos o poder de influência dessa inovação quando observamos que 71% dos líderes do setor declararam que a adoção desta tecnologia vai melhorar a qualidade dos produtos ou serviços das empresas”.

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Copom reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano

(Da Agência Brasil) O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quinta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros . Em nota, o Copom informou que pretende continuar a reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Na entrevista coletiva do Relatório de Inflação de dezembro, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou que o Copom sempre se refere aos próximos dois encontros ao mencionar a expressão “próximas reuniões”, o que indica que os cortes continuarão até maio pelo menos. “Em se confirmando o cenário esperado, os membros do comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, destacou o comunicado. Em relação à quando os cortes serão interrompidos, o órgão informou que isso dependerá do cenário econômico “de maior prazo”. A taxa está no menor nível desde março de 2022, quando estava em 10,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas. Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

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Fiepe: Indústria pernambucana começa 2024 com menos confiança

Os empresários industriais de Pernambuco iniciaram o ano de 2024 com uma diminuição na confiança, conforme indicado pelo Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do estado. Houve uma queda de 2,1 pontos na transição de dezembro de 2023 para janeiro deste ano, levando o índice de 57,8 pontos para 55,7 pontos. Apesar da redução, o resultado permanece positivo, mantendo-se acima da marca de 50 pontos, que é considerada a linha divisória. A queda no índice foi influenciada pelas condições atuais, conforme explicado pela pesquisa. O indicador de Condições Atuais reflete a percepção dos empresários da indústria em relação à situação atual dos negócios, registrando uma diminuição de 4,4 pontos percentuais e atingindo 51,7 pontos, aproximando-se assim da marca de 50 pontos. Análise do economista Cézar Andrade “Muitos fatores justificam esse cenário, digamos, mais complicado dentro das empresas. O excesso de burocracia, a dificuldade de acesso a crédito e a alta carga tributária são fatores que pesam, sobretudo para as pequenas e médias empresas. Sem falar na alta cambial, que impactaram os negócios que dependem da matéria-prima vinda de fora”. Índice de expectativas No entanto, o desempenho do ICEI local não foi totalmente desfavorável, graças ao índice de Expectativas. Para os próximos seis meses, os empresários demonstram otimismo em relação a um cenário mais positivo. Embora tenha sofrido uma queda de 2,1 pontos percentuais de um mês para o outro, o índice ainda se mantém em território positivo, ao permanecer acima da linha divisória, registrando 57,7 pontos, como explicado por Cézar.

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1º Painel Mensal da Agenda TGI do ano abordou as preocupações para 2024

*Por Rafael Dantas As conclusões apresentadas pelo consultor da TGI Francisco Cunha durante o primeiro Painel Mensal da Agenda TGI em 2024 refletem um panorama global marcado por desafios multifacetados. Em primeiro lugar, a persistência dos extremos climáticos é destacada como uma ameaça contínua, com efeitos devastadores de curto, médio e longo prazos, sendo evidente a influência negativa sobre a economia mundial e nacional. A preocupação com os impactos perigosos desses eventos ressalta a urgência de ações efetivas para lidar com as mudanças climáticas. CENÁRIOS INTERNACIONAL E NACIONAL TERÃO ANO DESAFIANTE A instabilidade na geopolítica bélica internacional, especialmente no Oriente Médio, é apontada como uma fonte significativa de preocupação, com um risco considerável de escalada. Além disso, o retorno potencial de Trump nos Estados Unidos é identificado como um fator que poderia complicar ainda mais o ambiente internacional, acrescentando uma camada adicional de incerteza. No cenário econômico, embora as perspectivas para 2024 sejam otimistas em termos globais, o Brasil enfrenta um desafio persistente: a "eterna Espada de Dâmocles da desigualdade sobre a cabeça do país". Isso destaca a importância crucial de abordar questões estruturais para garantir um desenvolvimento equitativo e sustentável. A necessidade de aportes para custear os programas sociais e as frustrações na arrecadação foram alguns dos motivos que geraram um déficit nas contas públicas no ano passado, que foram ainda agravadas pelo pagamento do precatórios, deixados pelo Governo Bolsonaro. O cenário econômico no Brasil é moldado por fatores cruciais que merecem atenção, como a reforma tributária, que visa reforçar o sistema fiscal do país, a queda nas taxas de juros, a implementação do novo marco fiscal, com seu arcabouço legal, entre outros. "Para 2024, estima-se um crescimento moderado para Brasil, em torno de 1,8%. Mas, como no ano passado, o resultado pode surpreender". (Francisco Cunha) EXTREMOS TECNOLÓGICOS NO RADAR As conclusões também abordam a influência dos extremos tecnológicos, particularmente no domínio da Inteligência Artificial (IA), e seus efeitos sobre a economia e o mercado de trabalho. Localmente, destacam-se avanços significativos em Pernambuco, especialmente nas discussões sobre o futuro do Estado, com foco especial no Semiárido, e na recuperação progressiva do Centro da Cidade do Recife. Por fim, enfatiza-se a importância inquestionável de avançar tanto no ensino quanto na prática da cidadania, particularmente no Ensino Fundamental, consolidando esses pilares como fundamentais para o progresso sustentável da sociedade. "A disrupção digital tem um forte impacto sobre a economia e sobre o equilíbrio social de todo o mundo". (Francisco Cunha) PERNAMBUCO E O RECIFE Em Pernambuco, observa-se um avanço significativo nas discussões acerca do futuro do Estado, com especial atenção voltada para as questões relacionadas ao Semiárido. Esta abordagem proativa, das discussões que aconteceram na 1ª reunião da Rede Gestão em 2024, evidencia a preocupação em promover estratégias e políticas que atendam às necessidades específicas dessa região, abrindo caminho para um desenvolvimento mais equitativo e sustentável. No Recife, por sua vez, Francisco Cunha destacou o esforço gradual de recuperação recuperação do Centro da Cidade, ao destacar algumas recentes ações para revitalizar e preservar o patrimônio urbano. Ele destacou a recente sinalização da "Rota Histórico Cultural do Recife", como uma ação inovadora na gestão da capital pernambucana.

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Vendas do Tesouro Direto sobem 12,12% em dezembro

(Da Agência Brasil) As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somaram R$ 3,229 bilhões em dezembro, divulgou nesta segunda-feira (29) o Tesouro Nacional. O valor subiu 12,12% em relação a novembro, mas caiu 6,75% em relação a dezembro do ano passado. O recorde mensal histórico do Tesouro Direto ocorreu em março do ano passado, quando as vendas somaram R$ 6,842 bilhões. O último mês de 2023 foi marcado por fortes instabilidades no mercado financeiro global, o que reduziu o interesse de alguns investidores. Os títulos mais procurados pelos investidores em dezembro foram os corrigidos pela Selic (juros básicos da economia), cuja participação nas vendas atingiu 70,3%. Os títulos vinculados à inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) corresponderam a 17,2% do total, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, foram 9%. Destinados ao financiamento de aposentadorias, o Tesouro Renda+, lançado no início de 2023, respondeu por 2,5% das vendas. No quinto mês de comercialização, o novo título Tesouro Educa+, que pretende financiar uma poupança para o ensino superior, atraiu apenas 1% das vendas. O interesse por papéis vinculados aos juros básicos é justificado pelo alto nível da Taxa Selic. Em dezembro de 2021, o Banco Central (BC) começou a elevar a Selic. A taxa, que estava em 2% ao ano, no menor nível da história, ficou em 13,75% ao ano de dezembro de 2022 a agosto de 2023. Mesmo com as quedas recentes nos juros básicos, atualmente em 11,75% ao ano, as taxas continuam atrativas. O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 128,23 bilhões no fim de dezembro, aumento de 1,61% em relação ao mês anterior, de R$ 126,19 bilhões, e de 22% em relação a dezembro do ano passado, no valor de R$ 105,1 bilhões. Essa alta ocorreu porque as vendas superaram os resgates em R$ 848,9 milhões no mês passado. Investidores Em relação ao número de investidores, 312,4 mil novos participantes se cadastraram no programa no mês passado. O número total de investidores atingiu 26.918.583. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 19,7%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a  2.479.455, aumento de 16,5% em 12 meses. A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas de até R$ 5 mil, que correspondeu a 84,7% do total de 600.651 operações de vendas ocorridas em dezembro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 63,2%. O valor médio por operação atingiu R$ 5.376,50. Os investidores estão preferindo papéis de médio prazo. As vendas de títulos com prazo entre 1 e 5 anos representaram 33,8%; e aquelas com prazo entre 5 e 10 anos, 53,5% do total. Os papéis de mais de 10 anos de prazo representaram 12,7% das vendas. O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Transparente. Captação de recursos O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa semestral para a B3, a bolsa de valores brasileira, que tem a custódia dos títulos. Outras informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto. A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.

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"Temos que olhar o mapa do Nordeste sem as fronteiras que nos separam"

Um conjunto de entidades empresariais ligadas à engenharia de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte se reuniu na sede do Sinduscon-PE para articular a defesa da recuperação da antiga Malha Nordeste que conectava por trilhos os quatro Estados. Sem operações há mais de 10 anos, ela pode agora ser devolvida pela concessionária FTL (Ferrovia Transnordestina Logística) que entrou com um pedido de devolução junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Guilherme Cavalcanti, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, esteve presente no evento e integra também o esforço de recuperar o modal considerado indispensável para a economia regional. Nesta entrevista a Rafael Dantas, ele faz também um balanço da sua pasta no primeiro ano de gestão do Governo Raquel Lyra e comenta sobre os planos para 2024. Ele prevê, por exemplo, que as obras para o primeiro trecho do Arco Metropolitano podem começar ainda este ano, já que o projeto executivo fica pronto em abril, o que abre caminho para realizar a licitação. O que o Estado pretende fazer diante de mais uma iniciativa prejudicial da concessionária que, depois de excluir Suape da Transnordestina, agora quer abandonar a Malha Nordeste? Esse é um movimento que deixa evidente que a atual Transnordestina incompleta deixou de ser um projeto de nação e passou a ser, exclusivamente, um projeto de quintal da empresa A ou B ou C. É lamentável que o País esteja se submetendo ao capricho individual de uma empresa. A certeza que temos é que estamos na defesa do que é correto e isso é o que alimenta a força da nossa luta. Vamos, cada vez mais, expor a realidade de que o Nordeste, principalmente o Nordeste Oriental, com os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, está sendo alijado da possibilidade de ter, de fato, uma maior competitividade. Em Pernambuco vamos seguir firmes na cobrança dos compromissos reforçados pelo Governo Federal no que diz respeito ao trecho Salgueiro-Suape. Mas, agora, integraremos também essa luta para a reativação de uma conexão das regiões econômicas mais pujantes do Nordeste Oriental. Isso significa ligar o norte do Rio Grande do Norte ao sul de Alagoas e fazer isso dentro de uma concessão que possa privilegiar a integração dessas regiões. Por fim, a gente já tem dito isso, mas gosto de ressaltar sempre: não estamos falando do trecho Salgueiro-Suape, mas do trecho Suape-Ferrovia Norte e Sul [com a conclusão da Transnordestina fica mais factível a possibilidade de conectar o porto pernambucano com essa importante ferrovia que é a Norte Sul]. Se o Brasil quiser levar a sério o desafio de ter uma integração ferroviária que entrega competitividade, precisamos conectar o Porto de Suape, que é o hub port do Nordeste, às regiões produtivas do Matopiba (sigla para Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia) e ao País como um todo através da Ferrovia Norte-Sul. Temos uma oportunidade de fazer isso. Os planos do Brasil sempre apontaram nessa direção e não faz nenhum sentido que as pessoas abandonem essa linha estratégica. Então, é isso que a gente vai cobrar permanentemente. Qual a importância dessa articulação regional das entidades empresariais para retomada da antiga Malha Nordeste? A área de influência de Suape vai de Natal à Maceió. A gente serve às principais áreas metropolitanas de todo o Nordeste Oriental, servimos às grandes cidades do interior e é isso que tem sustentado a demanda. Nesse embate em defesa da Transnordestina, o Porto de Suape, em parceria com a Federação das Indústrias e o Senai, está realizando estudos de cargas e ampliando o raio desses estudos para alcançar todas as regiões produtivas aqui no Estado e prospectando cargas muito além do limite de Pernambuco e do Nordeste Oriental. Então, é fundamental o fato de o governador da Paraíba [João Azevêdo] ser o presidente do Consórcio Nordeste, o ministro dos Transportes ser alagoano, termos no Rio Grande do Norte talvez o maior potencial das energias renováveis do Brasil e quiçá do mundo. Há uma revolução se iniciando que começa pela capacidade dos ventos e do sol, que tem brilhado um pouco mais forte no Rio Grande do Norte. Tudo isso vai se integrar numa economia pujante que está, sim, ao longo das nossas capitais. Precisamos defender que essa integração se faça de uma forma que fiquemos cada vez mais perto em vez de cada vez mais longe. Temos que começar a olhar o nosso mapa sem as fronteiras que nos separam. O Estado da Paraíba, por exemplo, de forma muito inteligente abraçou o polo automotivo da Stellantis, como sendo o polo da Paraíba também. Essas grandes obras e grandes investimentos que integram e desenvolvem o Nordeste têm impacto que repercute na região toda e tem que ser objeto de defesa radical da gente. No ano passado o Governo Federal fez um gesto de incluir no PAC o trecho pernambucano da Transnordestina até Salgueiro. O que foi feito de lá para cá? Primeiro, estava correndo o prazo do levantamento de haveres, ou seja, uma auditoria final para que possam ser recebidos os trechos que estão principalmente entre Salgueiro e Custódia. Trata-se de levantamento de ativos, a valoração disso para que possa concluir o processo que teve início no Aditivo Nº 1. Isso é o processo que andou, a companhia fez a sua parte, a ANTT fez a sua também, isso agora está em análise pelo ministério e ele tem um prazo para concluir e estamos acompanhando. Além disso, criamos um grupo de trabalho entre o Governo de Pernambuco e o Federal para desenhar uma nova modelagem de concessão. Já vimos três modelos possíveis que estão sendo explorados e serão aprofundados para que possamos propor isso mais adiante. Também foi colocada à mesa a possibilidade de invertermos parte dessa obra, tendo seu início a partir do Porto de Suape. Isso ainda está em fase de estudo, é cedo para dizer se esse será ou não o caminho a ser trilhado. Mas, o fato é que como não há devolução de ativos nesse trecho, seria uma obra nova,

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