Economia

polo jeep montagem 3 easy resize com

Gi Group e Stellantis abrem 370 vagas para Jovem Aprendiz em Pernambuco

A Gi Group Holding, multinacional italiana, em parceria com a Stellantis, o quarto maior grupo automotivo global formado pelas marcas Fiat, Jeep, Ram, Peugeot e Citroen, anunciou a abertura 1.200 vagas para o Programa Estela Jovem Aprendiz nas áreas de produção e administração. Em Pernambuco, são 370 vagas divididas entre Jaboatão dos Guararapes e Goiana. Os interessados devem residir próximo a localidade da candidatura. A empresa oferece aos colaboradores benefícios como vale transporte e/ou fretado, seguro de vida, alimentação e Gympass (benefício corporativo completo que disponibiliza aos colaboradores das empresas parceiras diferentes opções de bem-estar físico e mental). As vagas serão geridas pela divisão de Temporários & Efetivos da Gi Group Holding, que estará à frente da seleção e contratação de profissionais para reforçar a operação na área de produção. Os interessados devem acessar e concorrer às vagas disponíveis no site http://www.programaestelar.com.br Startupbootcamp chega ao Brasil com a meta de investir em 20 mil startups A Startupbootcamp, terceira maior aceleradora de startups do mundo, chega ao Brasil com o intuito de investir no desenvolvimento de negócios comprometidos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A aceleradora criada em 2010, conta com 1500 startups e scale-ups em seu portfólio, sendo 10 unicórnios. Para sua chegada ao Brasil, a Startupbootcamp – que desenvolve programas nos principais centros de startups do mundo, incluindo Londres, Nova York, Singapura, Berlim e Amsterdã – escolheu a capital pernambucana. O lançamento nacional acontece na próxima sexta-feira (5), às 16h30, no Senac Porto Digital, localizado na rua do Apolo, 235, no Bairro do Recife. Para a ocasião, presença confirmada do Gestor Global da Startupbootcamp, Kauan Von Novack, e de Edgar Andrade, Head da Startupbootcamp no Brasil, que falarão sobre as atividades da aceleradora no País para um público de autoridades locais, nacionais, empresários, investidores e empreendedores. Mais informações sobre o evento em https://www.startupbootcamp.com.br/. Diversidade e inclusão estarão presentes no Festival do Jeans de Toritama O maior evento de moda do Norte/Nordeste está chegando em sua primeira edição presencial pós-pandemia. Nos dias 4, 5 e 6 de maio, Toritama, no Agreste do estado, torna-se vitrine da moda produzida no polo de confecções da região, o segundo maior do país. O Festival do Jeans de Toritama (FJT) 2023 conta com a maior estrutura de suas 21 edições, com a participação de quase 70 marcas, 116 estandes, 36 desfiles e uma área de 4500 m². O FJT também tem espaço para inclusão. Com o apoio da Prefeitura de Toritama, por meio da Secretaria de Assistência Social, foi elaborado um casting de modelos composto por pessoas que são acompanhadas pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), usuários dos serviços e programas sociais do município, além de mulheres atendidas pelo Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM), fazendo do festival um espaço, também, de diversidade. No evento, a Diretoria da Mulher de Toritama vai aproveitar para lançar a campanha “Assédio não é Moda”, que tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre as várias formas de violência contra a mulher e como combatê-las. Este ano, os desfiles também serão transmitidos, pelo YouTube, através da conta FJT Digital.. VIVIX e LM Arquitetura assinam projeto instagramável na mostra RioMar Casa 2023 Com o tema “Viva a Experiência”, a 10ª edição da mostra RioMar Casa acontece até o dia 28 de maio, no Piso L3 do shopping, ocupando no total uma área de 2.600 metros quadrados em exposição de projetos, produtos e serviços do setor de arquitetura e design de interiores. A Vivix Vidros Planos convidou as arquitetas Luciana Dias e Mariana Carvalho, do escritório LM Arquitetura, para assinar ambiente instagramável no evento, o “Versões em Verso Vivix”, com um conceito que une arte à autoreflexão. Para compor o conceito do ambiente, o poeta, repentista e compositor, Toinho Mendes, natural de Limoeiro, município do Sertão de Pernambuco, foi convidado para escrever e gravar um poema que a todo momento está sendo recitado através do som ambiente do lounge. A frase “Espelhe sua melhor versão”, estampada em letreiro de LED no ambiente, é um convite da Vivix Vidros Planos aos visitantes para que possam desacelerar, se olhar no espelho por variados ângulos e acessar as suas versões.

Gi Group e Stellantis abrem 370 vagas para Jovem Aprendiz em Pernambuco Read More »

raquel conorcio ne

Governadora defende consenso sobre reforma tributária no Consórcio Nordeste

A governadora Raquel Lyra se reúniu com outros oito governadores do Nordeste em assembleia do Consórcio Nordeste, quando foram tratados temas como energias renováveis e reforma tributária. Ministros do governo federal também ouviram demandas dos gestores estaduais durante encontro realizado na Paraíba. A governadora defendeu a reforma tributária como instrumento para diminuir as desigualdades no país, em especial na região Nordeste. “Através desta reunião do Consórcio nós estamos buscando trabalhar com o alinhamento de propostas pelo Nordeste brasileiro, visando, sobretudo, permitir a diminuição de desigualdade social e regional. E a reforma tributária é um consenso entre nós que precisa existir”, afirmou Raquel Lyra. “É preciso que os fundos de desenvolvimento regional estejam prontos, fortes e separados de qualquer instabilidade e insegurança jurídica para permitir que a gente possa alavancar investimentos e diminuir as desigualdades que a gente tem em todo o Brasil”. Os governadores discutiram ainda o Plano Plurianual do Governo Federal (PPA), a criação do Fundo Nordeste de Investimentos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e parcerias com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para a construção de cisternas na região.

Governadora defende consenso sobre reforma tributária no Consórcio Nordeste Read More »

Bruno Schwambach

“A McKinsey não disse que era para levar a Transnordestina para o Ceará”

Bruno Schwambach, Ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado teve acesso a trechos do estudo sobre a ferrovia. Ele defende a manutenção dos ramais dos portos pernambucano e do Ceará, mesmo sem viabilidade econômica, porque o projeto é uma política pública de desenvolvimento. Durante o período em que o empresário Bruno Schwambach foi secretário de Desenvolvimento Econômico, no Governo Paulo Câmara, uma de suas maiores batalhas foi resolver os entraves para a conclusão do trajeto da Transnordestina até o Porto de Suape. Embora não tenha resolvido a contenda, ele contribuiu muito para encontrar uma alternativa. Ciente de que a TLSA não mostrava interesse pelo porto pernambucano, Schwambach esteve à frente das articulações para a entrada de outra empresa privada para concluir a obra, no caso a mineradora Bemisa. Nesta entrevista a Cláudia Santos, o ex-secretário conta como se deu esse processo e esclarece algumas questões. Assegura, por exemplo, que o estudo da McKinsey de viabilidade econômica do projeto, solicitado pelo Governo Federal, não orientou a construção apenas do ramal para o porto de Pecém (CE) em detrimento de Suape. A decisão, na verdade, foi tomada pela própria TLSA e aceita pelo governo. “Não pode a concessionária, que é um ente privado, decidir para onde ela quer levar o projeto. Se é uma política pública de integração e desenvolvimento regional, quem tem que fazer essa análise é o Ministério dos Transportes, é a ANTT, é o Tribunal de Contas”, indigna-se Schwambach. Ele salienta também que a construção dos dois ramais nunca se mostrou lucrativa. Mas adverte que, desde a sua concepção, a ferrovia não tinha como objetivo a viabilidade econômica, mas sim uma política pública de desenvolvimento regional. “O que entendo como absurdo é a análise da consultoria ter como objetivo encontrar a melhor viabilidade econômico-financeira para segurar o contrato de concessão que a TLSA tinha. Mas isso não é a premissa inicial do contrato, que nunca foi a viabilidade econômica”. Confira a seguir a entrevista. Quando o senhor assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, como estava a situação do ramal de Suape da Transnordestina? Fui convidado para fazer parte da Secretaria de Desenvolvimento Econômico que tem atribuições específicas, e muitos dos projetos que geram emprego, renda e desenvolvimento, terminam sendo um pouco da atribuição da Sdec. Criamos um comitê com as demais secretarias dos projetos estratégicos para Pernambuco, para juntar as informações, montar um planejamento, identificar as necessidades e o que tínhamos que perseguir como meta e objetivo para podermos, dentro do período que estivermos trabalhando, entregar os projetos e também para dar continuidade a eles. Isso porque projetos desse porte, normalmente, não são concluídos em quatro anos, mas perpassam alguns governos. Levantamos os projetos importantes de infraestrutura, de desenvolvimento econômico, e a vocação e os potenciais de cada região que precisavam ser articulados para acontecerem, seja por meio de investimento público, privado ou PPP (parceria público privada). Elencamos vários desses projetos, entre eles o Arco Metropolitano, a Transnordestina, os estaleiros de Suape, a refinaria, a transposição do Rio São Francisco, a questão das adutoras e do território irrigado do Sertão. Começamos a trabalhar para entender como estava a situação de cada um deles e como poderíamos viabilizá-los. Na questão da Transnordestina, primeiro fomos conversar com a concessionária, a TLSA. Desde o começo percebemos uma negatividade deles em relação à implantação dos trechos faltantes em Pernambuco. O que aconteceu é que houve o pedido de caducidade da concessão da Transnordestina pela ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) para o Governo Federal e o Tribunal de Contas. Com isso, ficou proibido colocar recursos públicos no projeto porque a empresa descumpriu todos os prazos estipulados e ela praticamente parou as obras aqui. Pretendíamos nos colocar à disposição deles e fazer toda a nossa parte (desapropriações, licenças etc), deixar tudo preparado para viabilizar o projeto, independentemente do cenário que acontecesse, que poderia ser a caducidade da concessão, poderia ser de cisão ou de continuidade. Mas, desde o começo, sentimos muita má vontade por parte da TLSA. Nós nos perguntávamos por que eles escolheram Pecém se o nosso trecho era menor? Na verdade, porque eles fizeram uma escolha, há muito tempo, por Pecém, ao montar a sede da empresa no Ceará, ao comprar áreas no entorno de onde chegará a ferrovia, por terem conseguido um terminal portuário lá e querem que toda carga seja direcionada para o Ceará. Inclusive em 2015, um dos presidentes da TLSA foi Ciro Gomes. O que a gente considera é que eles fizeram uma escolha no passado – e aí não sei avaliar o porquê – de que eles iriam viabilizar o máximo possível esse projeto para o Ceará em detrimento do ramal daqui. Ao estudarmos a Transnordestina, identificamos que ela não é um projeto de viabilidade econômico-financeira sustentável para os dois ramais. É um projeto de desenvolvimento econômico para uma região que necessita de infraestrutura, então é um projeto de desenvolvimento regional. Qual é a carga que dá sustentabilidade e viabilidade econômica para operar nessas duas frentes? Não existe viabilidade econômica de mercadorias no setor privado que justifique ele fazer, manter e pagar essa conta toda. Ou seja: é uma política pública de desenvolvimento? Sim. Desde o início da concessão da Transnordestina pelo Governo Federal, o objetivo era desenvolver uma ferrovia ligada ao porto de Suape e a Pecém, porque era preciso levar infraestrutura para essa região carente de recursos naturais, porém, muito populosa. Do mesmo jeito que é a transposição do Rio São Francisco: um projeto que não tem viabilidade econômica, é um projeto de infraestrutura, de desenvolvimento do governo que ele vai entrar com o dinheiro para fazer. Se existe água e ferrovia numa região que já tem uma população que reside nela é ótimo, inclusive para manter esse pessoal fora das grandes cidades. Do ponto de vista de política pública é excelente! Como você analisa essa opção de manter uma empresa para executar esse projeto que não cumpriu os prazos do contrato? Houve uma opção, no início do contrato, de que ia ser

“A McKinsey não disse que era para levar a Transnordestina para o Ceará” Read More »

Capa home site 1

Negócios além das fronteiras: Pernambucanos empreendem em Portugal

A fronteira de negócios entre Portugal e Pernambuco está diminuindo. O interesse dos pernambucanos pelo país dos antigos colonizadores vem de muito tempo e, agora, tem levado empresas e empresários do Estado para a terra de Camões. Além de ser a porta de entrada ao poderoso mercado europeu, o interesse pela migração se dá também pela qualidade de vida do outro lado do oceano. Há menos de um ano os lusitanos viram a inauguração do Instituto Pernambuco-Porto em suas terras. Há pouco mais de 70 quilômetros dali, o Porto Digital abriu recentemente um escritório em Aveiro, fortalecendo a internacionalização do principal cluster tecnológico do Estado. Um dos gigantes do polo, o CESAR, já iniciou as operações na mesma cidade. Além desses destaques há inúmeros profissionais e empresários atuando na capital Lisboa. De acordo com Daniela Freire, superintendente da Câmara de Comércio, Indústria e Turismo Brasil-Portugal, há muita procura por informações sobre a migração dos negócios por parte dos pernambucanos e de brasileiros de outros Estados. Embora haja empresas de maior porte, que estão internacionalizando suas operações, ela destaca que a maioria que busca informações é constituída principalmente por empresas de médio e pequeno porte ou mesmo profissionais que atuam remotamente, mas que desejam viver no continente europeu. Sem a barreira do idioma, Portugal é o destino principal. “Há muito interesse por parte das pessoas que trabalham remotamente pois existe um visto de nômade digital que facilita a entrada desses profissionais na União Europeia. Portugal tem um setor de inovação muito pujante, oferece ao mesmo tempo oportunidades e qualidade de vida, com um custo de vida mais barato que os demais países do continente”, explica Daniela Freire. PONTE ENTRE RECIFE E LISBOA Há cinco anos os advogados Gustavo Escobar e Renata Escobar atravessaram a fronteira. O interesse do casal era fazer algumas especializações na área jurídica e também acompanhar o estudo do filho mais velho, que é aluno de direito em uma universidade portuguesa. Eles prepararam a empresa para fazer atendimentos remotos e a gestão da equipe que atua no Recife. Além disso, mantêm um calendário de viagens entre Lisboa e a capital pernambucana ao longo do ano. Quando já estavam adaptados à rotina internacional, surgiu a pandemia e então o mundo todo passou a experimentar os serviços remotos que a Escobar Advocacia já vivenciava desde 2018. O fechamento das fronteiras criou uma dificuldade aos pernambucanos e portugueses que atuavam no Brasil e em Portugal. Foi quando aumentou o número de clientes. “Começamos a atender muitos brasileiros interessados em investir de maneira ampla em Portugal como, por exemplo, empresários que têm imóveis. E atendemos, ao mesmo tempo, os portugueses que têm negócios no Brasil”, afirma Gustavo Escobar. “Hoje somos uma ponte de mão dupla para relações de brasileiros em Portugal e de portugueses que precisam de serviços jurídicos no Brasil. Entendemos Portugal como porta de entrada das empresas brasileiras para a Europa”. O advogado afirma que ainda há um longo horizonte na prestação de serviço em Portugal para o escritório. A maioria dos clientes nesses primeiros anos são da área imobiliária, seja de empresas ou pessoas físicas. As demandas da área tributária são bem altas, tanto de brasileiros, como de portugueses. Como poucos advogados portugueses conhecem bem os sistemas tributários dos dois países, esse é um diferencial do escritório em Lisboa. “Nosso plano futuro é nos consolidarmos nessa ponte de confiança entre o investidor brasileiro e o mercado português. Já temos conseguido ser esse ponto de confiança, em que o cliente pode contar com nossa estrutura e suporte”. Gustavo projeta mais dois anos para consolidar a atuação no segmento, ao mesmo tempo em que mantém em crescimento o escritório no Brasil. CENTRO DE CONVERGÊNCIAS NA MESA Quem também promove a conexão entre os brasileiros e portugueses, mas sem sair da terra de Fernando Pessoa, é o empresário Paulo Dalla Nora Macedo. Há um ano e meio, ele migrou para Portugal desmotivado com o cenário político do Brasil, com o avanço da extrema- -direita no País. Com a experiência na promoção do debate público, por meio de organizações como o Política Viva e o Poder do Voto, o empresário viu a oportunidade de construir um espaço que pudesse ser ao mesmo tempo um negócio e um local de encontro dos interesses dos dois países. Nasceu o Cícero Bistrot, restaurante inspirado no pintor Cícero Dias e outros artistas plásticos pernambucanos. Paulo Dalla Nora (E) abriu em Lisboa o restaurante Cícero, que também é um espaço de discussões políticas, além de ponto de encontro de personalidades. Uma das visitas ilustres foi o presidente Lula. “A ideia é ser um lugar de convergências dessa relação entre Portugal, Brasil e Europa”, afirma. “A ideia do Cícero é ser mais do que um restaurante, é ser um centro de debates, um lugar de convergências dessa relação entre Portugal, Brasil e Europa”, afirma Dalla Nora. O espaço possui três salas exclusivas para debates, palestras e reuniões, mantém um podcast regular e promove eventos de conteúdo ao menos duas vezes por mês. Fora as atividades programadas, como se trata de um restaurante frequentado por políticos, empresários e artistas, não é incomum acontecerem encontros espontâneos entre autoridades e personalidades dos dois países. Um encontro casual que aconteceu entre o cantor Alceu Valença e o primeiro-ministro António Costa, é um exemplo. Recentemente, também sem agendamento, o local reuniu os ministros José Múcio e Gilmar Mendes e o ator Chico Diaz. Uma das visitas ilustres do local foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em novembro do ano passado, poucos dias após o segundo turno das eleições. “A ideia desse empreendimento surgiu quando cheguei aqui, comecei a conversar com pessoas e claramente tinha esse espaço a ser ocupado, no sentido de ter um ponto para acolher o grande fluxo de brasileiros que querem investir em Portugal, empreender, como a porta de entrada ao mercado europeu”, disse o empresário. Ele lembra que anteriormente o perfil mais típico era de brasileiros em busca de trabalho, enquanto agora se percebe um público com

Negócios além das fronteiras: Pernambucanos empreendem em Portugal Read More »

industria testes

Indústria pernambucana liderou crescimento, com alta de 8,8% em fevereiro

A produção industrial pernambucana teve um aumento de 8,8% em fevereiro em relação ao mês anterior, sendo o melhor resultado entre as 15 localidades que contam com o indicador da Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-Regional). Enquanto isso, o Brasil registrou uma queda próxima à estabilidade, com -0,2%. Conforme explicado pela gerente de planejamento e gestão do IBGE em Pernambuco, Fernanda Estelita, o aumento de 8,8% na produção industrial em fevereiro de 2023 em relação ao mês anterior foi influenciado pela queda nos índices da indústria nos últimos três meses de 2022, o que gerou uma base de comparação baixa. Entretanto, em comparação com o mesmo período do ano passado, houve uma queda de 4,8% em volume de produção na indústria pernambucana, percentual superior à média nacional (-2,4%). O mesmo cenário se repetiu na variação acumulada de janeiro e fevereiro, com uma queda de 3,7% em Pernambuco, em contraste com a retração de 1,1% registrada no Brasil. E no acumulado dos últimos 12 meses, de março de 2022 a fevereiro de 2023, Pernambuco apresentou uma queda de 2% na produção industrial, enquanto o país registrou uma queda de 0,2%. No mês de fevereiro de 2023, quatro das 12 atividades industriais analisadas tiveram desempenho positivo em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM). Os setores que apresentaram os melhores resultados foram: fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (156,5%), fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (26,4%), fabricação de bebidas (18,4%) e metalurgia (6,8%). Por outro lado, a fabricação de produtos minerais não-metálicos foi o setor com o pior desempenho, apresentando queda de 54,4%.

Indústria pernambucana liderou crescimento, com alta de 8,8% em fevereiro Read More »

image001 1

Pesquisa aponta queda na confiança dos empresários do varejo em Pernambuco

A confiança dos empresários pernambucanos do varejo alcançou seu patamar mais baixo desde maio do ano passado, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário do Comércio, elaborado pela CNC e pela Fecomércio-PE. O índice 100 divide a satisfação e insatisfação, sendo abaixo de 100 pontos indicativo de pessimismo e acima de 100 pontos indicativo de otimismo. Em abril de 2023, o índice alcançou 113,3 pontos. A queda na confiança do empresariado pernambucano vem ocorrendo desde novembro de 2022. A queda no otimismo está relacionadoa às expectativas na economia, que está apresentando alto endividamento e a inadimplência das famílias, fatores que tem impactado o fluxo de caixa das empresas e aumentado o risco de crédito para os credores. Startup pernambucana ioTree é selecionada para um dos maiores eventos de inovação do mundo A startup ioTree, com sede no Porto Digital do Recife-PE, foi selecionada para participar do programa de startups ALPHA do Web Summit Rio, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo. O evento, que ocorre pela primeira vez no Brasil, reunirá os principais profissionais e empresas do setor nos dias 1º e 4 de maio no Rio de Janeiro-RJ. A ioTree, fundada em 2019, oferece uma plataforma de serviços para smart cities, que funciona totalmente com energia solar e contribui para atingir cinco Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU por meio de recursos sustentáveis e funções de impacto social. Com investimento de R$ 5 milhões, KarneKeijo lança plataforma de vendas online especializada em foodservice Na foto, Inácio Miranda, presidente da KarneKeijo. A empresa KarneKeijo e outros grandes atacadistas distribuidores do Brasil acabam de lançar a Onfood, uma plataforma digital especializada em food service que oferece entrega ágil em até 4 horas após a compra para itens de até 40 kg. A plataforma, fruto do investimento de R$ 5 milhões, é focada em atender empresas do setor alimentício, como restaurantes, padarias, mercadinhos, bares e lanchonetes, seguindo o modelo B2B. O site da plataforma é onfood.com.br.

Pesquisa aponta queda na confiança dos empresários do varejo em Pernambuco Read More »

eduardo lemos lms

LMS assina parceria com o Carrefour Property

Dirigida por Eduardo Lemos Filho, a LMS Gestão de Empreendimentos assinou uma parceria para comercializar todas as galerias da rede Carrefour no Nordeste. O grupo é dono das marcas TodoDia, Atacadão, SuperBompreço, Maxxy, Sam’s Club, além do Carrefour. “O nosso escopo é a gestão comercial das galerias do grupo Carrefour no Nordeste, que aumentou muito depois que eles compraram o Big Bompreço. São cerca de 100 galerias, que abrigam em torno de 1,5 mil lojas na região. É como um mega shopping, só que mais complexo, porque está distribuído nos 9 estados”, afirma Eduardo Lemos Filho. Inicialmente a LMS está comercializando os espaços vagos nessas galerias, bem como está fazendo uma avaliação das operações existentes. Atualmente são clientes ativos da LMS empreendimentos como o Paulista North Way, o Recife Outlet, o Shopping Difusora, em Caruaru, e o Grupo Cornélio Brennand.

LMS assina parceria com o Carrefour Property Read More »

ype

Ypê inaugura fábrica em Itapissuma, com investimento de R$ 420 milhões

Os canaviais de Itapissuma abriram espaço para o nascimento de uma nova indústria no município. Construída em plena pandemia, a nova fábrica da Ypê foi inaugurada na cidade, fruto de um investimento de R$ 420 milhões. Inicialmente já estão trabalhando 250 profissionais na empresa. Até o final do ano o quadro será de 350 pessoas. A depender da demanda da região, a unidade pode empregar até 800 trabalhadores. A nova fábrica da Ypê produzirá lava-louças, amaciantes, lava-roupas, água sanitária e a esponja de aço Assolan. A unidade, a segunda do grupo no Nordeste, atenderá os mercados de Pernambuco, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. Com a consolidação do negócio podem surgir novas linhas de produção. “Essa inauguração faz parte da nossa estratégia de crescimento e é um importante marco na história da companhia, que neste ano completa 73 anos, repleta de conquistas, de muitas responsabilidades e desafios”, conta Waldir Beira Junior, presidente executivo da Ypê. Ele destacou que a escolha por Pernambuco acontece pelo fato do Nordeste é a região com maior potencial de crescimento de consumo no setor e também pela capacidade de distribuição logística a partir do Estado. “O mercado do Nordeste é aquele que apresenta maior potencial de crescimento em relação às demais regiões do Brasil. Hoje, a participação dessa região para nós é por volta de 25% a 30% do mercado de limpeza” Além de vários integrantes da família que dirige a Ypê, o evento contou com a presença de autoridades pernambucanas, como a governadora Raquel Lyra, o prefeito de Itapissuma, Zé de Irmã Teca, além de secretários estaduais e municipais, deputados e vereadores. “O Nordeste brasileiro é sempre visto como um problema para o País, mas na realidade somos parte da solução. Temos vocação logística, gente trabalhadora, capacidade empreendedora e, além disso, um grande mercado consumidor em que as indústrias querem se instalar. O que podemos fazer é transformar o ambiente de negócios mais favorável”.

Ypê inaugura fábrica em Itapissuma, com investimento de R$ 420 milhões Read More »

fratelli 2

Após um ano de volta ao mercado, marca Fratelli Vita planeja lançamentos em 2023

Há um ano a marca Fratelli Vita voltou a produzir seus refrigerantes em Pernambuco. Sendo comercializada em 50 pontos de venda, a bebida está registrando um crescimento de 10% ao mês, segundo o sócio Gustavo Alecrim. A tradicional produtora de bebidas liderou o mercado por anos, vencendo inclusive a Coca Cola no passado. O empresário, que faz a gestão da empresa ao lado do concunhado João Vita, filho do fundador, anuncia novidades para o ano de 2023. “Hoje temos refrigerante de guaraná. Estamos aguardando licenciamento do Ministério da Agricultura para lançar os  refrigerantes de maçã vermelha, uva e de açaí com guaraná”, anuncia Alecrim. A empresa está produzindo hoje em torno de 8 mil unidades por mês. A Fratelli Vita pode ser comprada em garrafas pet 275 ml e de 1 litro em lojas do Grupo Frutaria, Grupo Além do Campo, Norte Bolos, Grupo Casa dos Frios, Portus Delicatessen, em todas as Parla Deli e padarias Globo, entre outros. O produto pode ser encontrado em cerca de 50 pontos de venda. O sócio explica que o tamanho da produção de hoje é muito menor que no seu auge, mas que a marca tem se posicionado como um refrigerante feito como antigamente. Na foto acima, os sócios Gustavo Alecrim e João Vita “Meu sócio é o Jorge Vita, que é descendente direto, filho de Jayme Vita, que era o diretor industrial da fábrica. Ele tinha todas as fórmulas junto com a família. Uma parte da se juntou e decidiu montar a fábrica, há 5 anos, e começamos o trabalho de reformulação do produto. Alguns insumos não eram mais fabricados, alguns fornecedores fecharam. O refrigerante antigamente era composto de produtos mais orgânicos, hoje são mais sintéticos. Contratamos alguns laboratórios para fazer testes, começamos a anunciar a volta ao mercado e notamos a reação positiva do público. A expectativa sobretudo do consumidor com mais de 50 anos era muito positiva. Isso nos encorajou para trazer de volta a marca. Hoje as nossas instalações estão perto da Avenida Norte, uma produção bem artesanal se comparado com a fábrica de até 1972. Retornamos com a produção de menor escala, artesanal, para fazer uma experimentação de mercado. A gente costuma se classificar como um refrigerante feito como antigamente, de base 100% natural, extrato de fruta, não tem aditivos químicos para sabor, com teor de sódio baixíssimo”. Atualmente, a equipe que fez a marca reviver é de 10 pessoas, entre diretos e indiretos. O produto também já é encontrado na Bahia e também em Alagoas.

Após um ano de volta ao mercado, marca Fratelli Vita planeja lançamentos em 2023 Read More »

isabella roldao

Do Recife para o mundo (por Isabella de Roldão)

Nos últimos anos, o Recife se consolidou como uma cidade global. Os 44 consulados instalados por aqui tornaram a nossa cidade a Capital da Diplomacia Consular do Norte e Nordeste, atraindo investimentos e parcerias internacionais. Cidade estratégica para essa projeção mundial, sete das 10 maiores economias globais possuem Consulados Gerais instalados na cidade: Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França, Reino Unido e Itália. Sem falar que ainda sediamos o Consulado Geral da Argentina em nossa cidade. Como coordenadora de Relações Internacionais da Prefeitura do Recife, tenho consciência da importância de continuar esse trabalho de internacionalizar o nosso município e torná-lo uma ponte para o mundo. Primeiro hub consular no Nordeste e o segundo do Brasil, o Recife também é um importante polo tecnológico e logístico, o que potencializa ainda mais esse protagonismo. Não à toa, o Consulado de Carreira de Portugal está retornando para a capital pernambucana. O trabalho desenvolvido na Prefeitura também está dando resultados. Estamos consolidando e fortalecendo a cooperação técnica entre Recife e Nantes, na França, que são cidades-irmãs há 20 anos. Nosso foco é promover, cada vez mais, parcerias, investimentos e ações bilaterais, além de possibilitar uma troca de conhecimento e políticas públicas entre as duas cidades. O Recife também está com as tratativas avançadas para se tornar cidade- irmã de Luján, na Argentina, com a articulação construída diretamente com o prefeito Leonardo Boto. Com esse novo irmanamento, haverá um intercâmbio de experiências eficaz em setores como Cultura, Desenvolvimento Social e o Turismo, principalmente o Turismo Religioso, uma vez que a história da cidade de Luján se mistura com a nossa. Em 1630 a imagem de Nossa Senhora de Luján, em terracota, foi feita em Pernambuco e enviada à Argentina, com intuito de restaurar a fé católica. A capital pernambucana também se tornou estratégica para as relações diplomáticas e internacionais porque é onde as sedes do Erene (Escritório de Representação no Nordeste do Itamaraty) e do Escritório do Nordeste da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) estão localizadas. O Recife também se diferencia por ter um dos principais aeroportos do Brasil e da América do Sul, considerado o quarto melhor do continente pelo World Airport Awards 2020. A cidade também tem conexão direta com os principais portos do mundo, através do Porto do Recife. Nossa multiculturalidade, aliada com o senso de pertencimento e acolhimento típico do recifense, nos fez ter essa amplitude internacional sem perder a própria identidade. Tudo isso garantiu o Selo Migracidades 2022 para o Recife. Concedido pela OIM (Organização Internacional pela Migração), vinculada à ONU, o selo atesta a boa política para migrantes em situação de vulnerabilidade social que chegam à nossa terra. Outro ponto que faz o Recife ter essa dimensão global é o compromisso da Prefeitura com a Agenda de Desenvolvimento Sustentável e das Mudanças Climáticas. Sabendo da urgência em debater o tema, o Recife se tornou o primeiro município brasileiro a reconhecer a emergência climática e a firmar o compromisso para reverter esses impactos ambientais. Afinal, vivemos numa das cidades mais vulneráveis às mudanças climáticas no mundo, de acordo com o Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas da ONU. Inclusive, firmamos uma cooperação com a Holanda que permitirá a elaboração de estudos técnicos para mitigar efeitos de desastres naturais relacionados à elevação do nível do mar. Nosso objetivo, junto com a equipe de consultores do DRR (Dutch Risk Reduction Team), é propor estratégias e intervenções para controlar o risco de inundação e ter a gestão de bacias hidrográficas. Os desafios mundiais exigem ações locais eficazes! E são essas mudanças que estamos promovendo com o Plano Recife 500 anos, planejamento estratégico para o desenvolvimento da cidade até 2037, quando nos tornaremos a primeira capital brasileira a completar 500 anos. O objetivo geral do plano é tornar o Recife uma cidade-parque, inclusiva, conectada e sustentável, o que dialoga diretamente com o processo de internacionalização que está sendo desenvolvido até aqui. Queremos não somente transformar o Recife para as recifenses e os recifenses, o nosso povo, mas sim, tornar nossa cidade uma referência para o mundo. Como vice-prefeita, coordenadora de Relações Internacionais da Prefeitura e apaixonada pela nossa cidade, trabalho incansavelmente pelo desenvolvimento, valorização e internacionalização do Recife. Acredito muito na importância dessa transformação, afinal, vivemos numa sociedade conectada e que cada vez mais está integrada com as pautas do futuro. *Isabella de Roldão É vice-prefeita do Recife e coordenadora de Relações Internacionais da Prefeitura.

Do Recife para o mundo (por Isabella de Roldão) Read More »