Economia

IBGE: 22 estados tiveram crescimento do PIB em 2019

DO IBGE Em 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 1,2%, com crescimento em 22 das 27 unidades da federação e queda em quatro delas: Espírito Santo (-3,8%), Pará (-2,3%), Piauí (-0,6%) e Mato Grosso do Sul (-0,5%). Em Minas Gerais, o PIB ficou estável. O desempenho de Pernambuco foi de crescimento de 1,1% no ano, sendo o 14º maior do País, com uma participação de apenas 2,7% do PIB nacional. Tocantins teve o maior crescimento (5,2%), seguido por Mato Grosso (4,1%), Roraima (3,8%), Santa Catarina (3,8%) e Sergipe (3,6%). Treze unidades da federação tiveram taxas de crescimento acima da média do país (1,2%). A região Norte foi a que menos cresceu (0,5%), mas dois dos seus cinco estados tiveram as maiores taxas de crescimento do PIB. O Centro-Oeste (2,1%) apresentou a maior variação. Entre seus quatro estados, só o PIB do Mato Grosso do Sul (-0,5%) teve variação abaixo da média nacional. A participação de São Paulo no PIB do país teve ligeira alta, depois de dois anos em queda, saindo de 31,6%, em 2018, para 31,8%, em 2019. O PIB per capita do Brasil em 2019 foi de R$ 35.161,70. O Distrito Federal segue com o maior PIB per capita (R$ 90.742,75), cerca de 2,6 vezes maior que o do país. Apenas estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste apareceram entre os 10 maiores PIB per capita do país. São informações das Contas Regionais 2019, elaboradas pelo IBGE em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA). Em treze unidades da federação o volume cresceu acima da média nacional (1,2%): Tocantins (5,2%), Mato Grosso (4,1%), Roraima (3,8%), Santa Catarina (3,8%), Sergipe (3,6%), Amapá (2,3%), Amazonas (2,3%), Goiás (2,2%), Ceará (2,1%), Distrito Federal (2,1%), Alagoas (1,9%), São Paulo (1,7%) e Rio Grande do Norte (1,4%). No Tocantins, houve alta de 278,2% na Produção florestal, pesca e aquicultura, mas o Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas também cresceu. No Mato Grosso, a Agricultura, inclusive apoio à agricultura e a pós-colheita cresceu 12% tornando-se a atividade de maior participação na economia do estado em 2019, com desempenho amparado nos cultivos de algodão herbáceo e de soja. Em Roraima a alta do PIB foi puxada por Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social e Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas. Em Santa Catarina, os destaques foram Comércio e reparação de veículos e Atividades profissionais, científicas e técnicas, administrativas (crescimento de 7,5%, cada uma). Em Sergipe o PIB cresceu 3,6% em 2019, após recuar 1,8% em 2018. Impulsionaram essa alta a Agricultura, inclusive apoio à agricultura e a pós-colheita, e Eletricidade e gás, água e esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação. Quatorze unidades da federação têm crescimento do PIB abaixo da média nacional O crescimento em volume do PIB ficou abaixo da média nacional (1,2%) em 14 unidades da federação. As menores variações em volume foram do Espírito Santo (-3,8%), Pará (-2,3%), Piauí (-0,6%), Mato Grosso do Sul (-0,5%) e Minas Gerais (0,0%). No Espírito Santo e Pará, a retração em volume esteve diretamente vinculada às Indústrias extrativas, já que ambas tiveram redução na extração de minério de ferro. O Estado do Piauí apresentou queda sobretudo em Agricultura, inclusive apoio à agricultura e a pós-colheita e em Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas. A retração de Mato Grosso do Sul vinculou-se ao decréscimo na cadeia de produção da celulose, segmento de destaque na economia do estado, somado aos impactos negativos do cultivo de soja e criação de bovinos e suínos. Em Minas Gerais, a estabilidade também refletiu o cenário de retração da extração de minério de ferro, além do impacto da Agropecuária, devido à bienalidade negativa do café. Norte e Sul elevam participação no PIB, enquanto Nordeste e Sudeste caem Entre 2018 e 2019, as regiões Norte (0,2 p.p.) e Sul (0,1 p.p.) elevaram suas participações na economia brasileira, enquanto Nordeste (-0,1 p.p.) e Sudeste (-0,1 p.p.) tiveram redução. O Centro-Oeste manteve sua participação. O Norte passou de 5,5% para 5,7%, ganho relativo influenciado pelos Estados do Pará e do Amazonas, em que o primeiro teve aumento nominal do Valor adicionado bruto em Indústrias extrativas, apesar da redução em volume, devido ao aumento de preços do minério de ferro e à redução de custos na mesma atividade e o segundo teve expansão nas Indústrias de Transformação e na arrecadação de impostos, líquidos de subsídios, sobre produtos. O Sul subiu de 17,1% para 17,2%, com a expansão de Santa Catarina, que conforme verificado em seu desempenho em volume, destacou-se no Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e nas Indústrias de transformação. A participação do Sudeste no PIB nacional continua a maior, mas recuou de 53,1% para 53,0%, influenciada por Rio de Janeiro e Espírito Santo. A economia fluminense perdeu participação devido às atividades de Construção, Indústrias de transformação, além dos serviços de Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e Informação e comunicação. No Espírito Santo, houve retração da extração de minério de ferro nas Indústrias extrativas e reduções do valor adicionado nas Indústrias de transformação, principalmente na fabricação de celulose e metalurgia. Além disso, a bienalidade negativa do café afetou a agricultura do estado. São Paulo volta a ganhar participação no PIB após dois anos de queda Depois de apresentar a maior perda de participação entre as unidades da federação por dois anos consecutivos, São Paulo registrou aumento de participação, saindo de 31,6% em relação ao total do PIB, em 2018, para 31,8%, em 2019. Os maiores acréscimos de valor adicionado bruto da economia paulista foram no grupo de atividades de serviços, entre elas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados; Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e Atividades profissionais, científicas e técnicas, administrativas e serviços complementares. No ranking de participação no PIB, trocaram de posição apenas os estados do Amazonas e do Mato Grosso do Sul, que em 2019 ocuparam a 15ª e 16ª

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Pernambuco teve queda discreta nas vendas do varejo em setembro

Do IBGE Pernambuco teve queda de 0,3% nas vendas do varejo em setembro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo IBGE. O resultado é menos desfavorável em comparação ao mês de agosto, quando a retração foi de 2,8%. Mesmo com percentual negativo, o desempenho do estado foi o quarto melhor do país, superado apenas por Acre (0,4%), Mato Grosso (0,2%) e Distrito Federal (-0,1%). No Brasil, o recuo foi ainda maior, de 1,3%, já que apenas dois estados conseguiram índices positivos para o mês. Já na comparação entre setembro de 2021 e o mesmo período de 2020, houve queda de 3,8% no volume do varejo em Pernambuco, inferior à média nacional (-5,5%). Por outro lado, a variação acumulada no ano foi positiva, de 6,2%, maior do que o percentual alcançado pelo Brasil (3,8%). A variação acumulada de 12 meses teve resultado semelhante, com avanço de 6,5% no estado contra um aumento de 3,9% no país. Comércio varejista ampliado em Pernambuco tem desempenho superior ao nacional em todos os índices No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, os índices foram ainda mais favoráveis para o estado. Pernambuco teve um aumento de 2,9% nas vendas em setembro em comparação a agosto. O Brasil, no entanto, continuou com índices negativos (-1,1%). A mesma tendência foi observada no período entre setembro de 2021 e o mesmo mês de 2020, quando o país teve queda de 3,9%, enquanto Pernambuco viu o volume de vendas aumentar 13,9%. Na variação acumulada do ano, o avanço em PE foi ainda maior: 22%, contra 8% na média brasileira. Resultado similar ocorreu na variação acumulada dos últimos 12 meses, com avanço de 18,2% no estado frente a 7% de alta no país. Das 13 atividades varejistas e suas subdivisões investigadas pela Pesquisa Mensal do Comércio, quatro tiveram alta em setembro de 2021 na comparação com o mesmo mês do ano passado. Veículos, motocicletas, partes e peças tiveram o maior crescimento, de 63,8%, e ajudaram a melhorar o índice geral do comércio varejista ampliado. Os outros segmentos com variação positiva foram Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (21%), Tecidos, vestuário e calçados (4,6%) e Combustíveis e lubrificantes (3,7%). Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação tiveram a maior queda, de 31,1%. No acumulado de janeiro a setembro de 2021 em contraste com o mesmo período de 2020, sete categorias tiveram alta. Os maiores índices ficaram novamente com Veículos, motocicletas, partes e peças (73,2%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (37,1%). As categorias Tecido, vestuário e calçados (29%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (24,8%) também registraram avanço. Desta vez, no entanto, o maior percentual de redução foi dos eletrodomésticos (-21,8%). Na variação acumulada dos últimos 12 meses, seis categorias apresentaram alta e, mais uma vez, a dianteira ficou por conta dos veículos, motocicletas, partes e peças (56,1%). No entanto, foram os livros, jornais, revistas e papelaria que tiveram a maior variação negativa (-15,6%), seguidos pelos eletrodomésticos (-12,7%).

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AP Bebidas expande atuação em Pernambuco

Teve início ontem (11), a primeira operação física da segunda maior distribuidora de bebidas de Pernambuco, a AP Bebidas. Com atuação no Agreste de Pernambuco desde a década de 1980, na cidade de Caruaru, a distribuidora é dona de uma carteira com mais de 2,5 mil clientes e chega na cena recifense, mais precisamente no Pina, com uma proposta de atuar dentro do segmento de atacarejo de bebidas, com um mix de mais dois mil rótulos de bebidas, e de ser um novo centro de distribuição para todo o estado de Pernambuco. O empreendimento contempla ainda um espaço para eventos de pequeno porte. “Da nossa operação em Caruaru, já distribuímos para todo o Estado, contudo, essa nova operação na capital pernambucana vai facilitar ainda mais a nossa entrega para o segmento atacadista em que atuamos dentro de Pernambuco, que responde por cerca de 90% do nosso faturamento”, revela Anísio Henrique Pintor, que junto com o pai e a esposa, Anísio Pintor e Amanda Pintor, respectivamente, administra o negócio essencialmente familiar. A operação de Boa Viagem vai atuar também no segmento de varejo, com entrega em domicílio para toda a Região Metropolitana do Recife e drive thru. Para atender a demanda dos negócios na nova operação será necessário ampliar o número de funcionários da unidade, que inicia com 22 empregos diretos gerados. “Vai ser necessário contratar para área de vendas e entrega, em especial, para atender a demanda de fim de ano”, comenta Pintor. Para os interessados, os currículos podem ser enviados para o e-mail de Amanda Pintor amanda@apdistribuidora.com.

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Pernambucanos estão dispostos a gastar na Black Friday

Da Fecomércio-PE De acordo com a ‘Sondagem de Opinião do Black Friday 2021’ da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE), a maioria dos pernambucanos está disposta a comprar na Black Friday. O ticket médio será de R$ 1.377. O levantamento foi realizado entre os dias 06 e 15 de outubro, envolvendo 788 consumidores e 721 estabelecimentos do varejo e dos serviços de alimentação, nos principais pontos de fluxo do comércio da RMR, Agreste e Sertão. “O objetivo da pesquisa é prover informações relevantes às empresas do comércio varejista e dos serviços de alimentação em Pernambuco a respeito do perfil de consumo e das expectativas referentes a este período de aquecimento das vendas”, explica o assessor econômico da Fecomércio-PE, Ademilson Saraiva. A intenção de realizar compras na Black Friday 2021, por outro lado, se mostra mais promissora que a atitude tomada em 2020: 63,6% não participaram do período de promoções no ano passado e 58,2% pretendem aproveitá-lo no ano corrente. O gasto médio com as compras durante a Black Friday, por consumidor, foi estimado em R$ 1.377. A lista de itens a serem procurados na Black Friday é bastante diversificada. Destacam-se na opinião dos consumidores os produtos de uso pessoal – como as roupas e acessórios (38,1%), calçados (17,6%), smartphones e tablets (16,6%) e perfumes e cosméticos (13,7%) – e os de uso familiar – como os eletrodomésticos (23,5%), equipamentos de áudio e vídeo (10,9%) e móveis (10,0%). A principal motivação apontada, entre os que pretendem participar, é a aquisição de algum produto ou serviço que almejam há muito tempo (53,8%) e irão aproveitar o período de descontos e preços mais baixos para satisfazer esse desejo. A antecipação de compras para o Natal e Réveillon é outro objetivo relevante para que os consumidores saiam às compras. CANAIS DE COMPRAS Em 2021, a sondagem revelou uma busca expressiva pelas lojas virtuais: sejam as compras realizadas estritamente pelo comércio eletrônico (30,1%) ou considerando os diversos locais possíveis (comércio eletrônico e lojas físicas). As compras pela internet serão opção para um conjunto de 59,5% dos consumidores e o comércio tradicional deve atrair 44,9% dos pernambucanos. “A tendência da busca pelo comércio eletrônico explica, em parte, o alto percentual de consumidores que pretendem utilizar o cartão de crédito como forma de pagamento nesse ano, uma vez que o cartão de crédito é o meio de pagamento mais comum nas compras on-line”, diz o assessor econômico da Fecomércio-PE. FAIXA ETÁRIA Os mais jovens são mais propensos a aproveitar o período de promoções, uma vez que 82,6% das pessoas com 18 a 29 anos já realizaram compras a partir das ofertas de Black Friday. Por outro lado, a faixa de 60 anos ou mais é a mais resistente à participação no período de Black Friday: 39,3% das pessoas com esse perfil nunca fizeram compras no período. INDISPONIBILIDADE FINANCEIRA Entre os consumidores que não pretendem participar das compras em 2021, 45,0% declaram estar ‘sem dinheiro ou com pouco dinheiro’ disponível para aproveitar os descontos no comércio. Além desses fatores, os consumidores também relatam outras questões relacionadas à conjuntura socioeconômica como relevantes para a decisão de não participar: 12,2% declaram estar inseguros quanto às perspectivas sobre a economia brasileira; 11,9% se justificam por estarem endividados; e 8,5% relatam o fato de estarem desempregados. DESCONFIANÇA NOS CONSUMIDORES Entre os consumidores que nunca realizaram compras no período de Black Friday, o principal motivo é a desconfiança com a veracidade dos descontos e dos preços de oferta (34,7%), seguido da desconfiança com relação à qualidade dos produtos que são colocados à disposição para descontos e promoções (25,9%). Para uma parcela significativa dos consumidores que nunca realizaram compras na Black Friday, as dificuldades com o acesso às promoções, seja em loja física ou em loja virtual, também são motivos para não realizar compras no período. “Apesar do período já ser considerado tradicional e relevante para o movimento do comércio, alguns consumidores ainda são cautelosos com relação às divulgações das lojas e empresas, acreditando que os preços oferecidos são ilusórios ou que os produtos disponibilizados podem ser defeituosos ou de má qualidade”, comenta Saraiva. Em função da pandemia de Covid-19, uma parcela significativa de consumidores não fará compras para evitar possíveis aglomerações (14,3%), bem como para evitar a superlotação nas lojas (9,1%), visto que muitos consumidores, em anos recentes, chegaram a disputar produtos no interior dos estabelecimentos. EXPECTATIVA DE VENDAS A expectativa de vendas maiores é de 72,9% dos estabelecimentos do comércio tradicional. Nos shopping centers, a expectativa de crescimento é compartilhada por 86,8% dos estabelecimentos. A estimativa de variação das vendas para a Black Friday de 2021 é de 14,7% entre os estabelecimentos do comércio tradicional e 15,7% entre os estabelecimentos dos shoppings centers. Entre os estabelecimentos que se encontram otimistas sobre as vendas este ano, destaca-se como motivação a melhoria no movimento do comércio em função da vacinação (83,6%), bem como na confiança dos consumidores (49,8%) e a recuperação gradual do mercado de trabalho (32,8%). Por outro lado, entre os estabelecimentos que apontaram expectativas pessimistas, ressaltam a persistência de baixo movimento no comércio (51,2%) e o endividamento dos consumidores (40,3%). CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA A pesquisa ainda revela que 17,5% das empresas do varejo pretendem contratar colaboradores temporários para dar suporte às vendas da Black Friday de 2021. Nos serviços de alimentação, esse percentual cai para 15%. Nos shoppings, a intenção de contratar temporários ocorre entre 22,1% dos lojistas do varejo e entre 18,4% dos estabelecimentos de alimentação.

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Produção industrial cresce 3,9% em Pernambuco

A produção industrial de Pernambuco registrou em setembro um crescimento de 3,9% na comparação com agosto, de acordo com os dados revelados na Pesquisa Industrial Mensal Regional do IBGE. Com o desemprenho, o Estado alcançou o melhor resultado do País entre os 15 locais pesquisados. A média nacional no período foi negativa em 0,4%, com redução em 9 estados. O Ceará, com diminuição de 4,4% teve o pior resultado no estudo. Mesmo com o crescimento, a indústria de Pernambuco ainda está 4,4 pontos percentuais abaixo dos níveis pré-pandemia. No acumulado do ano (janeiro-setembro), frente a igual período de 2020, os resultados de Pernambuco foram positivos, com alta de 2%. Já na variação acumulada nos últimos 12 meses (de setembro de 2020 a agosto de 2021), Pernambuco avançou 3,9%. Análise por segmento No acumulado dos últimos 12 meses os destaques de crescimento industrial são a fabricação de outros equipamentos de transporte (alta de 64,6%), a metalurgia (aumento de 17,7%) e a fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (15,8%). Os únicos setores que registraram diminuição de desempenho nos últimos 12 meses são da fabricação de produtos alimentícios (-3,1%) e da fabricação de sabões, detergentes, produtos de perfumaria e higiene pessoal (-2,6%).

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Invest in Global Market destaca oportunidades no exterior

Acontece no dia 25 deste mês o Invest in Global Market, uma promoção do Associação de Profissionais de Relações Internacionais do Brasil e da Escola Nacional de Formação em Relações Internacionais (Enfri). O evento tem foco em revelar as oportunidades empresariais no exterior que estão no cenário do ano de 2022. Das mais de 19,9 milhões de empresas ativas no Brasil, menos de 26 mil são exportadoras e um número ainda menor tem prática de importação. O Iperid terá participação no evento com uma palestra proferida pelo vice-presidente da instituição, o cônsul Thales Castro. Ele vai falar sobre as oportunidades de negócios em Malta. A programação contempla ainda um painel com a Câmara de Comércio de Madri e com a exposição de alguns cases de sucesso de experiências no mercado internacional. O Invest in Global Market acontece das 9h às 17h, no dia 25 de novembro. O encontro será virtual e as inscrições podem ser feitas no site: https://doity.com.br/invest-in-global-market-oportunidades-de-negocios    

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As apostas de Black Friday em 2021

Pequenas e médias devem investir em estratégia digital na Black Friday Com o marketing digital e o impulsionamento de tráfego pago sendo usados nas estratégias das empresas na Black Friday 2021, a startup pernambucana Jogga Digital criou uma série de soluções focadas nos pequenos e médios empreendedores para o período. Segundo um dos sócios e CMO da startup, Henrique Pereira, esse tipo de estratégia é fundamental para as ações de vendas no período. “A black já era muito forte e tradicional no digital, e pós-pandemia essa aceleração foi gigantesca. Então, é importante que os pequenos e médios saibam como atuar nesse mercado já estabelecido”. A primeira estratégia do portifólio é o e-book Black Friday Jogga, com dicas para os clientes de como desenvolver uma campanha condizente com a data. “Planejar o estoque, já que o volume de vendas aumenta consideravelmente, ser transparente na oferta, reservar previamente uma verba de mídia maior do que o usual, entender que apesar do foco estar no dia, a sexta, é ideal que se consiga vender antes, vender durante e vender depois. É entender que Black Friday é Black Friday, tá? Não é compre um, leve dois, não, e nem é aquele descontinho. Black Friday é o maior desconto do ano e ponto final”, explicou Henrique. Outra ação em destaque é a black friday da Jogga. Os pacotes de mídia já vendidos pela startup, nesse período, terão um incremento adicional de R$ 300 com o intuito de turbinar a campanha dessas empresas afim de se ter um maior alcance. . Ferreira Costa inicia hoje campanha da Black Friday O Home Center Ferreira Costa iniciou hoje sua campanha de promoções da Black Friday pela loja e pelo site  www.ferreiracosta.com . Para essa data, que já é a segunda mais importante do varejo nacional, o home center promete descontos de até 70%. Outra novidade da marca é no pagamento, que começa a ser efetuado também através de Pix. “O objetivo é vender igual ao ano passado. No final de 2020, a economia teve um aquecimento grande, devido ao consumo represado. Muitas pessoas em casa, investindo no lar”, afirma o gerente de compras da Ferreira Costa, Nivaldo Marques.Para as vendas online a estimativa é de um crescimento na ordem de 30% em comparação com o ano passado. . Startup JáCotei ajuda consumidores nas pesquisas para a Black Friday A startup pernambucana JáCotei realizou uma pesquisa que estabelece a performance dos preços durante 30 dias. Foram analisadas as 10 categorias mais procuradas (smartphone, geladeira, smart tv, fogão, ar condicionado, entre outros), ajudando os consumidores, visto que houve uma variação grande dos valores ao longo de 2021. Só nos ultimos 30 dias, por exemplo, houve um crescimento da média de preços de todas as categorias no período de 1,1%, enquanto que a inflação do ano é de quase 10%. O Aplicativo JáCotei ajuda a verificar os preços por busca por voz, código de barras e filtros de produtos para encontrar os menores valores. No site www.jacotei.com.br é possível incluir os produtos de interesse em uma lista que avisa a variação de preços pelo site e também por e-mail. Outro serviço é o Selo de Desconto Black Friday. O JáCotei auxilia o consumidor a encontrar os descontos verdadeiros da Black Friday informando os produtos que estarão com o menor preço nos últimos seis meses com o “Desconto Real”. O selo ajuda os consumidores a evitarem os preços que são alterados nas vésperas da Black Friday, gerando os falsos descontos.

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Negócios e novas operações

Acredite mais próxima do mercado de São Paulo O CEO da boutique de serviços financeiros Acredite (PE), Ulysses Verçosa, inicia aproximação com a cadeia da construção pesada no maior mercado do Brasil: São Paulo. O executivo apresentou o portfólio da empresa essa semana para 150 players, no sindicato do setor, o Sinicesp. A articulação integra o plano estratégico para expansão dos negócios, focado no Sudeste e Nordeste, especialmente os Estados vizinhos. O carro-chefe é o financiamento de projetos com garantia real. . Rip Curl inaugura sua primeira loja no Recife O Recife recebe a primeira loja da Rip Curl. A marca australiana de surfwear avança pelo litoral brasileiro em destinos ligados ao surf. A unidade, recém-inaugurada no Shopping Recife, é a única empresa internacional de surfwear com loja exclusiva no mall. A primeira loja da grife no Estado funciona em Porto de Galinhas. O negócio é dirigido pelas empresárias Patrícia Monteiro e Rebecca Brindeiro na nova Rip Curl. “Fomentamos a economia local com a contratação, direta e indiretamente, de 20 profissionais e já faremos novas admissões para as festas de fim de ano”, afirma Patrícia. A Rip Curl está presente com lojas exclusivas em oito estados, de Pernambuco ao Rio Grande do Sul. . CAOA Locadora disponibiliza a modalidade Rent a Car no Recife A Caoa Locadora acaba de oferecer no Recife a modalidade Rent a Car, exclusiva para clientes que deixam o carro no Pós-Venda para a realização de serviços e manutenções, mas que ainda precisam seguir realizando suas atividades. O programa está disponível na CAOA HMB Recife, na Av. Mascarenhas de Moraes, Nº 1920, e atualmente tem disponível os SUVs CAOA CHERY Tiggo 5x, Tiggo 7 e Tiggo 8, com 7 lugares.

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Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 9,33%

Da Agência Brasil A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 9,17% para 9,33% neste ano. É a 31ª elevação consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa das instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2022, a estimativa de inflação ficou em 4,63%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,27% e 3,10%, respectivamente. Em setembro, puxada pelo aumento de preços de energia elétrica e combustíveis, a inflação subiu 1,16%, a maior para o mês desde 1994, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 6,9% no ano e de 10,25% nos últimos 12 meses. Os dados de outubro serão divulgados esta semana pelo instituto, mas o IPCA-15, que é a prévia da inflação oficial, ficou em 1,20% no mês passado. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 8,30% e, em 12 meses, de 10,34%. A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022 e 2023 as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, com o mesmo intervalo de tolerância. Taxa de juros Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para a próxima reunião do órgão, o Copom já sinalizou que pretende elevar a Selic em mais 1,5 ponto percentual. As projeções do BC para a inflação também estão ligeiramente acima da meta para 2022 e ao redor da meta para 2023. Isso reforça a decisão da autarquia de manter a política mais contracionista, com elevação dos juros. Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 9,25% ao ano, mesma projeção da semana passada. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 11% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é de Selic em 7,5% ao ano e 7% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 4,94% para 4,93%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2% e 2,05%, respectivamente. A expectativa para a cotação do dólar se manteve em R$ 5,50 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana fique nesse mesmo patamar.

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COP26: Pernambuco investirá R$ 75 milhões em ações ambientais

Do Governo de Pernambuco O governador Paulo Câmara anunciou ontem (07.11), durante seu discurso na Assembleia Geral da Under 2 Coalition, na COP26, o maior pacote de ações ambientais da história de Pernambuco. Serão investidos R$ 75 milhões em reflorestamento, na preservação de mil nascentes de rios e no tratamento de resíduos sólidos de 43 municípios. Ao lado da CEO do Climate Group e coordenadora do Under 2, Ellen Clarkson, Paulo Câmara assinou ainda o compromisso pela neutralidade do Carbono, reafirmando a disposição de zerar as emissões no Estado até 2050. “Não viemos aqui apenas para reafirmar promessas, nem para apontar as contradições daqueles que não respeitam a natureza. Estamos fazendo a nossa parte e, por isso, anuncio hoje o maior aporte de recursos para a agenda da sustentabilidade em Pernambuco. Vamos investir R$ 75 milhões no reflorestamento da nossa principal área de Mata Atlântica, a APA Aldeia-Beberibe, na recuperação de mil nascentes de rios em 50 municípios e no tratamento de resíduos sólidos em 43 cidades, que não contam com aterros sanitários”, detalhou Paulo Câmara. Para o projeto de restauração de bacias hidrográficas serão investidos R$ 12,5 milhões. A implantação do corredor ecológico da Área de Preservação Ambiental Aldeia-Beberibe vai mobilizar recursos da ordem de R$ 48 milhões. Já o tratamento de resíduos sólidos consistirá na instalação de galpões para separação do material reciclável. A estimativa de custo para esse último projeto fica em torno de R$ 15 milhões. Além das ações anunciadas durante o evento, o Governo de Pernambuco está finalizando o 1º Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa e o Plano Estadual de Descarbonização. A Under 2 Coalition reúne líderes de mais de 60 países mobilizados em ações de sustentabilidade em todo o mundo.

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