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Quatro em cada 10 consumidores fecharam 2017 no vermelho

De acordo com os dados do Indicador de Propensão ao Consumo calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), quatro em cada dez consumidores (38%) afirmaram estar no vermelho ao final de 2017, ou seja, sem conseguir pagar todas as contas; e 45% dizem estar no limite do orçamento. Apenas 13% estão com sobra de recursos, o que mostra uma imensa maioria ainda em situação de aperto. Com as contas no limite, quase a metade dos consumidores (48%) pretendem diminuir o nivel de gastos no próximo mês. Entre esses, a principal razão é o nível elevado dos preços, citada por 24%, além do desemprego (18%), a busca constante por economizar (18%); e o endividamento e a situação financeira difícil (16%). Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a renda extra de final de ano pode ajudar a aliviar esse quadro, mas não se deve contar apenas com isso. “O pagamento do 13º salário pode aliviar a situação do consumidor, mas vale lembrar que se trata de um aumento de renda temporário. Uma vez restaurado o equilíbrio do orçamento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necessário. É uma tarefa constante, que exige disciplina, mas que faz diferença no bem-estar financeiro do consumidor”, afirma. Excluindo os itens de supermercado, os produtos que os consumidores planejam adquirir ao longo de janeiro são em sua maioria roupas, calçados e acessórios (27%), remédios (17%), recarga para celular (13%), perfumes e cosméticos (10%), móveis (8%), entre outros. Cartão de crédito: 47% admitem aumento do valor da fatura. Média dos gastos foi de R$ 1.035 Em novembro, o Indicador de Uso do Crédito, que mensura a utilização das principais modalidades e mapeia os gastos e itens mais comprados via crédito pelo consumidor brasileiro, marcou 23,7 pontos. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior o número de usuários e de frequência do uso das modalidades. De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores brasileiros não utilizaram nenhuma modalidade de crédito em novembro, como empréstimos, linhas de financiamento, crediários e cartões de crédito. O restante (37%), porém, mencionou ao menos uma modalidade a qual tenham recorrido no período. Os cartões de crédito (31%), crediário (10%) e o cheque especial (5%) foram as modalidades mais usadas. Há ainda, 3% de consumidores que recorreram à empréstimos e 3% a financiamentos. Quase metade dos (47%) usuários de cartão de crédito aumentaram o valor da fatura no último mês de novembro. Para 30%, o valor se manteve estável frente aos meses anteriores, enquanto somente 19% notaram uma diminuição no total a ser pago na fatura. Considerando os entrevistados que se lembram do valor do último mês, a média dos gastos foi de R$ 1.034,75. Os itens de primeira necessidade como alimentos em supermercados (66%) e remédios (51%) foram os mais adquiridos por meio do cartão de crédito. Gastos com combustível (36%), bares e restaurantes (33%), roupas e calçados (31%) e recarga para celular (15%) ocupam as demais posições do ranking. 22% dos que tomaram empréstimos ou financiamentos possuem parcelas em atraso De acordo com o levantamento, quase a metade (47%) dos brasileiros consultados considera que atualmente está difícil conseguir empréstimo ou financiamento no mercado. Apenas 11% consideram a contratação fácil. Ao tentar fazer uma compra parcelada em estabelecimentos comerciais, 27% dos consumidores tiveram o crédito negado em novembro, sendo que 10% estavam com o CPF negativado e 8% a falta de comprovação de renda ou não tinham renda suficiente para adquirir o bem pretendido. A sondagem mostra ainda que, considerando os consumidores que possuem empréstimos e financiamentos atualmente, 27% admitem ter havido atrasos ao longo do contrato e 22% disseram estar, no momento, com parcelas pendentes de pagamento, o que totaliza aproximadamente 49% de consumidores com dificuldades para honrar esses tipos de compromissos. “Ao tomar um empréstimo, o consumidor não deve aceitar a proposta de olhos fechados. É preciso analisar o quanto pagará de juros e ver se o valor das parcelas não comprometerá a renda e o pagamento de outros compromissos. Caso contrário, o consumidor só estará adiando um problema”, analisa a economista. Metodologia O indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. Os dados foram coletados entre 1 de dezembro e 15 de dezembro de 2017.

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Especialistas indicam exercício físico para as férias

As férias de verão são um ótimo momento para desestressar, no entanto, muitos acabam relaxando demais e esquecendo de praticar exercícios físicos, essenciais para manter o corpo saudável. O preparador físico Leonardo Gomes e a nutricionista Melissa Santos, que atuam na academia Companhia Athletica Curitiba, indicam possibilidades para você não perder o ritmo e ainda dão dicas de cuidados com a saúde e a alimentação para esse período. EXERCÍCIOS FÍSICOS Estar longe da academia não significa que você não possa manter seus exercícios em dia, pelo contrário: o clima de verão abre novas possibilidades de práticas esportivas divertidas e que proporcionam contato com a natureza. Quem planeja visitar o litoral pode usar o mar como rota de natação, surfe ou stand up paddle, sempre com a cautela de utilizar equipamentos adequados e seguir as dicas de segurança dos salva-vidas, fugindo dos locais de risco. Quando o sol está se pondo, as praias esvaziam e prevalece apenas o som do mar e do vento, o que cria um ambiente ideal para a prática de ioga e pilates de solo. Nesse momento, em que os raios solares já não oferecem risco à saúde, também é uma ótima oportunidade para fazer uma corrida ou uma caminhada, porém, alguns cuidados são necessários. O preparador físico Leonardo Gomes aconselha a observação do terreno antes do início do exercício. “Às vezes a maré deixa a areia inclinada e, sendo assim, há sobrecarga em um dos pés, podendo gerar dor ou desconforto na articulação do tornozelo”, alerta. Leonardo lembra também que os clássicos esportes de praia – como vôlei, futebol, bets e frescobol – continuam sendo excelentes opções para gastar calorias nas férias. “Por serem realizadas sobre a areia, essas atividades aeróbicas também trazem grande benefício para o fortalecimento dos membros inferiores”, afirma o personal trainer. NUTRIÇÃO A hidratação é indispensável em qualquer época do ano, contudo, quando o clima está mais quente, ela se torna ainda mais necessária. Para quem diz não conseguir tomar a água pura, a nutricionista Melissa Santos recomenda: “hidrate-se com águas saborizadas com frutas frescas, gengibre, hortelã, canela ou outros ingredientes de sua preferência, mas evite sucos e chás industrializados e refrigerantes”. Na alimentação, Melissa orienta a escolha de pratos leves e com alto teor de nutrientes. “Os alimentos mais recomendados para essa época são frutas, legumes, folhas, proteínas magras – como peixe, frango orgânico, pernil magro de porco e ovos – grão de bico, quinoa, lentilha, cogumelos, coco fresco, abacate e oleaginosas”, afirma.

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Temer sanciona orçamento com R$ 1,7 bi para fundo eleitoral

O presidente Michel Temer sancionou com um veto a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2018, que prevê as receitas e despesas da União para o exercício financeiro deste ano. Temer vetou a estimativa de recurso extra de R$ 1,5 bilhão para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O projeto de lei orçamentária foi aprovado em dezembro passado pelo Congresso Nacional, após passar por várias discussões na Comissão Mista de Orçamento. Uma das principais novidades deste ano é a destinação de R$ 1,716 bilhão para um fundo eleitoral, chamado de Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que vai custear com recursos públicos as eleições de 2018. Este será também o primeiro Orçamento aprovado após a vigência da Emenda Constitucional do Teto de Gastos, que limita as despesas públicas à inflação do ano anterior pelos próximos 20 anos. De acordo com o Palácio do Planalto, apesar do veto aos recursos extras, o Fundeb já possui provisão de cerca de R$ 14 bilhões para este ano. O texto da LOA será publicado nesta quarta-feira (3) no Diário Oficial da União. O Orçamento prevê um déficit primário de R$ 157 bilhões para 2018, diferentemente da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada anteriormente, que previa uma meta fiscal deficitária de R$ 159 bilhões. A proposta prevê crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para os próximos 12 meses. No texto aprovado pelo Congresso, a previsão para o salário mínimo de 2018 era de R$ 965. No entanto, o cálculo para o reajuste foi atualizado, levando em conta o PIB e a inflação, e o governo confirmou na última semana o novo mínimo de R$ 954, em vigor desde ontem (1°). Despesas A lei orçamentária prevê despesas da ordem de R$ 3,5 trilhões em 2018, sendo que R$ 1,16 trilhão se destinam ao refinanciamento da dívida pública. Tirando os recursos para refinanciamento, sobram à União cerca de R$ 2,42 trilhões. Desses, apenas R$ 112,9 bilhões são destinados a investimentos públicos. Os gastos com Previdência Social somam R$ 585 bilhões e o pagamento de juros da dívida pública deverá custar R$ 316 bilhões. O gasto com funcionalismo público foi estimado em R$ 322,8 bilhões para 2018. Esse montante contempla o adiamento de reajustes salariais e o aumento da contribuição previdenciária dos servidores (de 11% para 14%), conforme determinado pela Medida Provisória 805/17. Eleições A lei prevê a alocação de R$ 1,716 bilhão para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, criado na minirreforma eleitoral aprovada no ano passado pelo Congresso. Esses recursos se destinam ao custeio de parte das campanhas para as eleições gerais de outubro. As regras do novo fundo estabelecem também o repasse de 30% dos recursos destinados às emendas de bancada de execução obrigatória no Orçamento e do dinheiro proveniente da compensação fiscal das emissoras de radiodifusão com o fim de parte da propaganda partidária eleitoral. A estimativa é de que esses recursos cheguem a R$ 400 milhões e se somem aos valores previstos no Orçamento. Da Agência Brasil

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Balança comercial terá superávit de US$ 50 bi em 2018

Depois de registrar o superávit recorde de US$ 67 bilhões em 2017, a balança comercial (diferença entre exportações e importações) deverá fechar 2018 com resultado positivo em torno de US$ 50 bilhões, disse hoje o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Abrão Neto. Ele ressaltou que esse saldo garantiria o segundo maior superávit da história. De acordo com Abrão Neto, tanto as exportações como as importações tendem a crescer neste ano. Ele não forneceu valores, mas disse que as vendas e as compras do exterior deverão encerrar 2018 no maior valor desde 2015. O superávit comercial, no entanto, diminuirá porque as compras do exterior tendem a crescer em ritmo maior que as vendas, por causa da recuperação do consumo das famílias e dos investimentos das empresas. Em relação às exportações, o secretário citou o crescimento previsto de 11,5% na produção nacional de petróleo e de 10,6% na fabricação de veículos como fatores que impulsionarão a balança comercial brasileira em 2018. Apesar da queda esperada de 5% na safra de grãos este ano, os embarques de produtos agrícolas para o exterior deverão manter-se porque o estoque de grãos no país está no maior nível em cinco anos, suficiente para atender à demanda. Em 2017, os preços médios das exportações subiram 10,6%; e os volumes, 7,6%. Para este ano, Abrão Neto disse que as projeções para os preços das commodities (bens agrícolas com cotação internacional) estão mistas. Em relação aos produtos minerais, ele disse que a estimativa para a cotação internacional do petróleo é de estabilidade por causa da prorrogação do acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Ele, no entanto, espera uma retração no preço do minério de ferro, cujo preço subiu 40,9% no ano passado. Sobre as commodities agrícolas, o secretário disse que o MDIC projeta manutenção do volume de grãos exportado por causa dos estoques reguladores. Em relação aos preços, ele disse que não há indicação de variações significativas nos preços internacionais este ano. Mercados Em 2017, o desempenho de diversos mercados estrangeiros contribuiu para o superávit recorde da balança comercial. As exportações aumentaram 35,3% para a China, principal parceiro comercial do Brasil; 12,3% para os Estados Unidos, segundo maior parceiro, e 32,4% para a Argentina, puxada pela venda de veículos. Para este ano, Abrão Neto disse que o desempenho da economia internacional favorece o crescimento das exportações. “O FMI [Fundo Monetário Internacional] prevê crescimento de 3,7% para a economia mundial este ano. A China crescerá 6,5%; os Estados Unidos, 2,3%; a Argentina, 2,5%; a zona do euro, 1,9%, e a América Latina e o Caribe, também 1,9%. A Organização Mundial do Comércio projeta alta de 3,2% no volume de comércio internacional.” Acordos O secretário de Comércio Exterior ressaltou que a entrada em vigor de acordos comerciais também impulsionará as vendas externas do país em 2018. Ele mencionou o acordo automotivo com a Colômbia, que permite o embarque de até 25 mil veículos brasileiros por ano sem cobrança de tarifas, e o acordo de livre comércio com o Egito. Em relação ao câmbio, ele lembrou que o boletim Focus – pesquisa do Banco Central com instituições financeiras – projeta cotação média do dólar de R$ 3,31 para este ano, próximo da estabilidade. Abrão Neto citou ainda a desburocratização como fator que facilitará o comércio do Brasil com outros países este ano. A partir de julho, todas as exportações serão feitas por meio do Portal Único de Comércio Exterior, que requer menos documentos e procedimentos formais. Ao longo de 2018, será adotado um novo sistema de importações, com menos burocracia. “Esperamos ganhos na corrente de comércio [soma das exportações e importações] com esse novo modelo”, declarou.

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Morre Armando Monteiro Filho

O empresário e ex-ministro Armando Monteiro Filho, de 92 anos, morreu na manhã desta terça-feira, em consequência de  problemas pulmonares, em sua residência na Zona Sul do Recife.O velório de Armando Monteiro Filho, que é pai do senador  Armando Monteiro Neto (PTB), começará às 16 desta terça-feira, na Capela Nossa Senhora das Graças, no Instituto Ricardo Brennand.  Amanhã, quarta-feira, dia 3, o corpo do ex-ministro estará no Cemitério Morada da Paz, onde terá uma missa e em seguida será cremado às 11h, no mesmo local. A cremação será restrita aos familiares.   O ex-ministro vinha apresentando problemas de saúde, segundo o empresário Eduardo Monteiro, um dos filhos de Armando. Chegou a melhorar no Natal, mas as dificuldades respiratórias persisitiram. Armando deixou cinco filhos, oito netos e seis bisnetos. Biografia Genro do ex-governador Agamenon Magalhães, que comandou Pernambuco nos anos 30 e 50 do século passado, Armando Monteiro Filho teve como cargo político mais importante a participação no Governo e João Goulart, como ministro da Agricultura, entre 1961 e 1962. Engenheiro, Armando Filho foi eleito deputado estadual, em 1950, pelo PSD. Não conseguiu assumir o cargo devido ao parentesco com Agamenon Magalhães. Em 1954, ganhou uma vaga na Câmara dos Deputados, como o mais votado em Pernambuco. O empresário foi candidato ao governo de Pernambuco, em 1962, sendo derrotado por Miguel Arraes. Filiado ao MDB durante a ditadura militar (1964-1985), se transferiu para o PDT. Em 1994, perdeu a eleição para o Senado Federal. Em 1998, passou para o PMDB. Repercussão Diante da morte do ex-ministro, o governador Paulo Câmara (PSB) decretou luto oficial de três dias. Ele também divulgou nota de pesar se solidarizando com familiares e amigos de Armando Filho. Segundo a nota enviada pela assessoria de Paulo Câmara, “Dr. Armando foi um honrado pernambucano, um legítimo cavalheiro que sempre lutou, ao longo de toda a sua vida, pelas maiores causas do nosso Estado e do Brasil, como empresário e político. Ele teve uma postura firme, democrática e corajosa no enfrentamento com a ditadura militar e foi uma referência para gerações.” O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), também falou sobre a morte de Armando Filho. Por meio de nota, ele ressaltou a trajetória política do empresário. Segundo o prefeito, Armando Filho foi um homem público que dedicou toda sua vida ao Brasil e a Pernambuco, nos negócios, e como deputado e ministro de Estado. “Sua trajetória se confunde com a história política do Brasil, sempre ao lado dos interesses de Pernambuco. Que Deus leve conforto a seus familiares neste momento de dor”, escreveu. O ex-ministro das Cidades Bruno Araújo declarou, por meio de nota, que Pernambuco e o Brasil perderam Armando Monteiro Filho uma importante referência de homem público e empresário que sempre se conectou às legitimas causas sociais pensando de forma coletiva. “Deixo aqui os meus sentimentos a toda a família”, escreveu o deputado federal (PSDB).

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Principal meta dos brasileiros para 2018 é juntar dinheiro

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pesquisaram quais são as expectativas e projetos dos brasileiros para 2018 e mostram que, mais da metade dos brasileiros (54%) estão mais otimistas com o cenário econômico de 2018 e 58% acreditam que a sua vida financeira também será melhor. A pesquisa mostra que as principais metas financeiras para este ano são juntar dinheiro (45%) e sair do vermelho (27%). Porém, em uma nota que vai de 1 a 10, onde 1 é muito ruim e 10 é muito bom, a expectativa para a economia brasileira para 2018 é de 5,7 e a da vida financeira pessoal é de 6,7. Entre os que acham que a situação da economia vai piorar (13%), as principais consequências serão ter de evitar gastos com coisas desnecessárias para guardar dinheiro (54%), comprar menos (45%) e ficará mais difícil de economizar e fazer reserva financeira (41%). Já 19% acreditam que o cenário econômico em 2018 será igual a 2017. Como medida para superar os problemas decorrentes da crise econômica em 2018, a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito (26%), organizar as contas da casa (25%) e aumentar a renda fazendo trabalhos extras (22%). De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a insegurança de parte significativa dos brasileiros é resultado de uma combinação de fatores. “De um lado, o cenário de incerteza em relação a eleição presidencial que se aproxima, com alto grau de imprevisibilidade e que também afeta a percepção do mercado; do outro, a lentidão do País para superar os obstáculos que impedem a retomada da atividade econômica, situação agravada pelos níveis de desemprego ainda elevados”, afirma Pellizzaro. “Fica a impressão de que a qualquer momento é possível ter de enfrentar uma demissão, por exemplo. Isso só vai mudar a médio prazo, à medida que as pessoas forem sentindo a melhora dos indicadores econômicos no dia a dia”. Em 2018, apesar dos problemas econômicos do País, 38% não gostariam de abrir mão de fazer uma reserva financeira, 29% não querem abrir mão dos planos de celular e internet e 23% do plano de saúde. Segundo os entrevistados, os principais fatores que podem influenciar o aumento do seu consumo no ano que se inicia são o preço dos produtos (47%), as promoções (40%) e a melhora na economia (32%). O levantamento do SPC Brasil mostra ainda que em 2018, pensando na vida financeira, 44% pretendem fazer alguma reserva, 14% querem financiar uma casa própria e 12% pretendem financiar um automóvel. Entre os principais temores para 2018 estão possíveis problemas de saúde (40%), ser vítima de violência ou assalto (32%) e não conseguir pagar as dívidas (31%). A corrupção foi lembrada, sendo para 86% dos brasileiros, o problema mais importante do País a ser resolvido em 2018, seguida pela crise econômica (61%), a violência (58%), saúde (47%), educação (41%), e o desemprego (37%).    

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Preços dos alimentos puxam inflação

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), fechou o ano de 2017 com inflação de 3,23%. A taxa é menor que a de 2016, quando fechou com inflação de 6,18%. O IPC-S é medido semanalmente pela FGV em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre. Em dezembro, o IPC-S registrou inflação de 0,21%, abaixo do 0,36% de novembro. Das oito classes de despesa que compõem o índice, a alimentação foi a que teve a maior alta da taxa, ao passar de uma deflação (queda de preços) de 0,26% em novembro para uma inflação de 0,27% no mês seguinte. Também tiveram aumento da taxa de novembro para dezembro as classes de despesa vestuário (ao passar de 0,01% para 0,11%), saúde e cuidados pessoais (de 0,39% para 0,45%) e educação, leitura e recreação (de 0,33% para 0,37%). No entanto, o custo com habitação em dezembro recuou 0,33%, depois de uma alta de preços de 0,77% em novembro. Também tiveram recuo na taxa de inflação os segmentos de transportes (de 0,80% para 0,78%), despesas diversas (de 0,08% para 0,21%) e comunicação (de 0,40% para -0,07%). Da Agência Brasil

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Valores dos editais Funcultura para 2018 somam R$ 47,7 milhões

Os editais Audiovisual, Geral e Música do Funcultura 2017/2018 terão o valor de R$ 47.720.000. Os três editais juntos se configuram no maior Funcultura de todos os tempos para projetos de artistas e grupos de todas as expressões culturais e linguagens artísticas. O montante é a soma dos valores dos três editais (Geral, Audiovisual e Música) ao valor captado pela Secult com o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), da Ancine, que este ano aumentou para R$ 15 milhões. Todos os avanços conquistados contaram com a participação dos Conselhos de Políticas Culturais, de Preservação do Patrimônio Cultural e do Audiovisual, sendo homologados na Comissão Deliberativa do Funcultura – CD. O maior destaque este ano é o aumento dos recursos para o edital do Audiovisual, transformando-o no maior de todos os anos, na história do Funcultura. “Será o maior edital, em termos de valores, do audiovisual em Pernambuco e um dos maiores do Brasil. Destaque também para a segunda edição do edital da música, que flexibiliza em algumas exigências, permitindo que a criação artística tenha mais espaço na formulação da proposta, não enquadrando o edital em linhas de ação rígidas”, pontua o secretário de Cultura Marcelino Granja. O secretário destaca ainda o crescimento do segmento de Design e Moda e a criação da categoria de games no edital da Música. “Enfim, todo esse conjunto de novidades, juntamente com os expressivos recursos para o fomento da cultura pernambucana , já sob vigência da nova Lei de Incentivo à Cultura, é sem dúvidas uma mostra deste crescente comprometimento do Governo de Pernambuco com a arte e a cultura do nosso estado. “Os editais do Funcultura estão sempre se aprimorando para melhor atender às diversas realidades e demandas da produção cultural. Dentre os avanços, a consolidação do edital da Música, com a especificação das categorias. No segmento de Patrimônio, pela primeira vez teremos a concessão de uma bolsa no valor de R$ 54.5 mil, para uma residência internacional e uma nacional. Avançamos na perspectiva da preservação, que se refletirá em profissionais mais qualificados para trabalhar no setor, dentro de Pernambuco”, diz a presidente da Fundarpe, Márcia Souto. AUDIOVISUAL – Para o Audiovisual estão sendo destinados no próximo edital o valor de R$ 25.440 milhões, sendo R$ 10.440 do Funcultura e R$ 15 milhões advindos do Fundo Setorial do Audiovisual, uma captação que cresceu em R$ 5 milhões, com relação ao edital 2016/2017. Uma novidade no edital do Audiovisual este ano é a possibilidade de proponentes apresentarem projetos para a realização de Game Experimental/Autoral. Ao todo serão selecionados 03 (três) projetos, e cada proposta selecionada receberá o valor de R$ 50 cinquenta mil reais. O edital continua a resguardar a inclusão social, étnica e de gênero. As inscrições para o edital do Audiovisual deverão ser realizadas no período de 29 de janeiro a 21 de fevereiro de 2018. MÚSICA – O edital da música chega com o valor de R$ 4.680 milhões. Na sua 2ª edição, o Edital da Música 2017/2018 foi concebido com grandes novidades. Sua formatação está disposta em categorias, sendo que cada categoria contém níveis que representarão diferentes possibilidades de valores para o produto cultural do projeto a ser apresentado. “Numa mesma categoria, tem três tipos de tetos para encaixar seu projeto, e não um único valor, como antes era encaixado na linha. As vezes o projeto era mais arrojado e não podia, ficava amarrado ao valor fixado”, exemplifica o superintende do Funcultura, Gustavo Araújo. Esse formato, segundo ele, representa a materialização do debate com o segmento música, na medida em que permitirá maior liberdade na apresentação dos projetos, dando ao produtor uma condição de dimensionamento mais próxima da realidade do seu projeto cultural. GERAL – O valor destinado aos projetos que foram selecionados dentro do edital do Funcultura Geral dividirão o montante de R$ 17.640 milhões. Sendo dividido da seguinte forma: Dança (R$ 1.904 milhões), Circo (R$ 1.220 milhões), Teatro (R$ 2.130 milhões), Ópera (R$ 437 mil), Fotografia (R$ 1.330 milhões), Literatura (R$ 1.228 milhões), Artes Plásticas, artes gráficas e congêneres (R$ 1.796 milhões), Cultura Popular e tradicional (R$2.392 milhões), Artesanato (R$ 850 mil), Patrimônio (R$ 3 milhões), Artes Integradas (R$ 445 mil), Gastronomia (R$ 486 mil) e Design e Moda (R$ 420 mil). Para os editais Geral e da Música, os projetos deverão ser protocolados no período de 01 de março de 2018 a 29 de março de 2018, no horário das 08 às 12 horas, na FUNDARPE, no Setor de Atendimento ao Produtor Cultural do FUNCULTURA (Rua da Aurora, nº 463/469 – Térreo, Boa Vista), ou pelos correios, via SEDEX, desde que postado até o último dia estabelecido para as inscrições. Confira todos os editais do Funcultura, e seus respectivos anexos, no portal: www.cultura.pe.gov.br

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Governo avalia que produção agrícola teve ano excepcional

O ano de 2017 está sendo considerado excepcional para a agricultura brasileira. A surpressafra de 238 milhões de toneladas de grãos produzida em 2017 é um marco histórico, segundo Neri Geller, Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Ele atribuiu o resultado a uma conjunção de fatores positivos que ajudou a consolidar o Brasil como um dos mais importantes players do agronegócio no mercado global. Geller lembra ainda que o Plano Agrícola e Pecuário “propiciou os instrumentos necessários para o produtor trabalhar com tranquilidade e segurança”. Ao fazer o balanço da Politica Agrícola em 2017, o secretário destacou que a mobilização de recursos alcançou o total de R$188,3 bilhões para o crédito rural em operações de plantio, comercialização e custeio para a safra 2017/18. Para o Seguro Rural foram destinados R$ 550 milhões e R$ 1,4 bilhão no apoio à comercialização da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). Também estão garantidos recursos de investimentos em armazenagem de R$ 1,6 bilhão. Além disso, o Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) disponibilizou um total de R$ 21,7 bilhões, sendo R$ 18 bilhões para custeio, e R$ 3,7 bilhões para investimentos”. disse o secretário. Modernização Modernizar a produção agrícola foi, segundo o secretário, parte integrante da Politica Agrícola em 2017. Ele lembrou que o programa de Inovação Tecnológica (Inovagro) disponibilizou linha de crédito para conectividade no campo, o que contribuiu para melhorar ainda mais a gestão das propriedades rurais, por meio da informatização e acesso à internet. O programa, que financia equipamentos de agricultura de precisão, conta com R$ 1,26 bilhão, com limite de R$ 1,1 milhão por produtor. Outro programa importante na avaliação de Geller foi o de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) que foi ampliado em em 82% passando a contar com R$ 9,2 bilhões. O programa permite o financiamento de máquinas e implementos agrícolas em até 90% com prazo de pagamento de sete anos. O limite de financiamento de custeio é de R$ 3 milhões por produtor, por ano-agrícola. Para o médio produtor o limite é de R$ 1,5 milhão. O prazo de pagamento é de 14 meses para produtores de grãos. Infraestrutura e logística Um dos gargalos da produção agrícola, o escoamento de toda a produção agrícola, principalmente a da Região Centro-Oeste, recebeu uma atenção especial em 2017. O secretário explicou que empreendimentos privados, implantados com o apoio do governo federal, permitiram a inversão do rumo logístico de boa parte da exportação brasileira de soja e milho, e a expansão da capacidade dos corredores de exportação do Arco Norte – formado pelos portos das regiões Norte e Nordeste. A exportação por esses portos deverá totalizar 26 milhões de toneladas embarcadas para o exterior, representando 24% da exportação nacional. O Arco Norte já tem capacidade de embarque de 40 milhões de toneladas/ano de granéis agrícolas, número que deverá ser ampliado, de acordo com as demandas do setor produtivo. “Por esse vetor logístico’, observou Neri Geller, “os custos de movimentação se situam bem abaixo daqueles registrados pelos portos do Sul/Sudeste, considerando-se o município mato-grossense de Sorriso como ponto de referência. Isso confere ao produtor rural a oportunidade de ampliar sua receita, pela economia obtida na cadeia logística, com reflexos positivos no desenvolvimento regional, na ampliação das áreas produtivas e na geração de emprego e renda”. O custo médio da logística de movimentação para os portos do Pará e Amapá poderá ter redução de US$ 50 por tonelada no transporte da fazenda ao porto, o que resulta em maior apropriação de receita pelos produtores e, consequentemente, maior desenvolvimento regional e geração de emprego e renda. “A melhoria das condições de logística e infraestrutura – após a conclusão das obras da BR 163 – é condição imprescindível para o escoamento da produção, o que contribuirá para a ampliação das exportações”, concluiu o Secretário de Política Agrícola. “Já foram atingidos recordes, uma vez que de janeiro a novembro houve aumento em 13% das vendas ao exterior, quando comparado a 2016. Exportamos 65,8 milhões de toneladas de soja e 25,2 milhões de toneladas de milho”. afirmou o secretário. (Da Agência Brasil)

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Retrospectiva Algomais em 2017

A participação da sociedade civil na luta por mudanças no Recife e em Pernambuco, as estratégias de superação da crise econômica adotadas pelas empresas locais e a força da economia criativa no Estado – com muita inovação digital e produções culturais – foram alguns dos principais temas abordados pela Algomais em 2017. Um ano de muitas mudanças no conteúdo digital e impresso da revista, ampliação do conselho editorial e de reconhecimento das nossas publicações em cinco premiações. Desde março a Algomais está com um novo visual. Mais leve e moderno, o novo projeto gráfico da revista foi assinado pela designer Neide Câmara, que também foi a responsável pela nova logomarca. A primeira edição com a nova face da revista tratou sobre os 200 anos da Revolução Pernambucana de 1817 (foto acima).   A tecnologia e economia criativa, uma marca do Recife, foi destaque da edição ao longo do ano, como nas reportagens de capa que trataram sobre economia compartilhada (A Revolução das Conexões); a matéria sobre o uso das tecnologias para as transformações urbanas (A Ilha do Futuro); e a capa sobre os novos nomes da música pernambucana que estão crescendo nacionalmente (O novo som da terra). Acompanhando as mudanças tecnológicas no mundo e o seu impacto na vida das pessoas, a Algomais lançou neste ano a coluna Vida Digital, assinada por Bruno Queiroz, presidente da Associação Brasileira de Agentes Digitais em Pernambuco (Abradi-PE). Uma das bandeiras da revista tem sido a relevância da participação cidadã na tomada de decisão dos rumos da cidade e na construção do futuro. Várias reportagens ao longo do ano trataram de como moradores de diferentes bairros estão se mobilizando para garantir avanços na segurança, como no exemplo do bairro de Casa Forte, publicado na reportagem Como ter um amanhã seguro?. Outro case foi publicado na edição especial de meio ambiente, com a matéria de capa “Os donos da rua”, em que contamos um pouco da história da associação de Casa Amarela, que construiu uma horta comunitária no bairro. A reportagem Os Donos da Rua, inclusive, foi uma das três finalistas do Prêmio Feac de Jornalismo, na categoria impresso nacional. No ano de 2017 a Algomais foi finalista ainda do Prêmio Estácio de Jornalismo, com a reportagem “A Aula Faliu – Viva a Aprendizagem”, publicada em outubro de 2016; e finalista do Prêmio Bradesco de Longevidade, com uma reportagem da Algomais Saúde “Sexo não é só para jovens”, assinada pela editora Cláudia Santos. Duas premiações pernambucanas reconheceram os trabalhos da revista: o prêmio Urbana de Jornalismo, em que a Algomais venceu a categoria reportagem impressa, com a matéria “Novos caminhos no Trânsito” e recebeu a menção honrosa no Prêmio Fecomércio-PE, com o especial online “Desafios do Varejo para vencer a crise”. A Algomais Saúde tratou de temas como câncer de próstata, insônia e parto normal. Além da pegada de bem estar da revista, publicamos também conteúdos relacionados aos avanços tecnológicos da medicina em benefício da saúde. O suplemento de saúde da Algomais também ganhou uma nova logomarca e um novo pacote gráfico em 2017.    Uma das novidades do ano foi a mudança do conteúdo digital da Algomais. Além de ofertar aos leitores no online conteúdos extras das edições impressas, 2017 foi o ano da chegada de novos colunistas, como Beatriz Braga, com a coluna quinzenal Maria pensa assim…; Wanderley Andrade, com a coluna Cinema e Conversa; e Houldine Nascimento, com a coluna Pernambuco FC. O jornalista Rafael Dantas também passou a assinar a coluna Cidades Algomais, que aborda temas relacionados à urbanismo, mobilidade e história da cidade. Desde novembro o site ganhou um novo endereço (www.algomais.com) e um novo layout. Em 2017, a Algomais promoveu os primeiros eventos do projeto CAM – Cidades Algomais, que teve a sua estreia na cidade de Caruaru. Realizado em parceria com a MOVA, o CAM tem a proposta de discutir a qualidade de vida das cidades pernambucanas, que é uma das pautas mais frequentes da Algomais. A iniciativa consiste numa série de eventos que tem a proposta de debater questões da vida urbana sob a ótica de práticas bem-sucedidas.    Outro evento promovido pela revista foi o Workshop Algomais Educação, que resultou numa edição especial que tratou sobre a formação dos cidadão para o século 21. Na ocasião participaram alunos e professores de diversas escolas públicas e particulares do Recife e de Caruaru, com uma palestra do CEO do Cesar Sérgio Cavalcante, que também foi um dos entrevistados do mês em 2017. A Algomais também apoiou o evento de lançamento do Iperid e o Seminário de Comércio Exterior, dando uma atenção especial ao tema da diplomacia econômica, que foi inclusive uma das capas da revista neste ano. 2017 também foi o ano de ampliação do conselho editorial da Revista Algomais e de ampla cobertura das reuniões do Conselho Estratégico Algomais Pernambuco Desafiado, que está apoiando a realização da Pesquisa Empresas & Empresários, que é uma realização da TGI e INTG, com patrocínio do Governo de Pernambuco. Outras novidades no ano foram a campanha de assinaturas da Algomais, que passou a ser ofertada para todo o País (assine.algomais.com) e a criação do Branded Content Algomais, que é um setor voltado para publicação de conteúdos editoriais apresentados em parceria com as marcas patrocinadoras.

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