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Oito em cada dez brasileiros estouram seus pacotes de dados

Oito em cada dez brasileiros que possuem smartphone acabam estourando seus pacotes de dados antes do final do período programado para utilização. Essa é uma das conclusões da pesquisa Global Mobile Consumer Survey 2017, realizada pela Deloitte com 2.000 entrevistados no Brasil. O estudo destaca as características de uso intenso dos celulares, assim como a costumeira falta de planejamento de gastos dos consumidores. De acordo com o levantamento, mais da metade (51%) das pessoas consultadas que contratam serviço de dados para acessar a internet possuem pacotes limitados, menores que 3GB de capacidade, enquanto 20% dos participantes não sabem sequer qual é o tamanho do plano contratado com sua operadora. Diante do uso intenso, três de cada cinco brasileiros que responderam à pesquisa disseram que tentam reduzir ou limitar o uso de seus smartphones. Vinte e nove por cento afirmaram que desligam a conectividade de dados de seus aparelhos para economizar. Outros 28% desativam as notificações de áudio, enquanto que um percentual idêntico simplesmente desliga os aparelhos durante a noite. “O fenômeno da afinidade e do apego do brasileiro em relação às tecnologias móveis realmente merece estudo. Com os resultados da Global Mobile Consumer Survey 2017, constatamos que nossa sociedade vive mudanças de hábitos e costumes que têm transformado a maneira como as pessoas se comportam, como trabalham, estudam, se divertem e se relacionam. Para além das curiosas conclusões de nosso estudo, traçamos um importante retrato dos tempos atuais, das potencialidades e perspectivas que se abrem para o futuro”, afirma Marcia Ogawa, sócia-líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação da Deloitte no Brasil. A atual edição do estudo foi feita concomitantemente pela Deloitte em 22 países, incluindo o Brasil. A consulta foi feita por meio de questionários eletrônicos com mais de 40.000 pessoas, das quais 2.000 brasileiras, sobre seus hábitos de consumo de tecnologias móveis. Smartphone segue como “sonho de consumo” Apesar de 87% dos participantes da pesquisa terem revelado já possuir ou ter acesso a um smartphone – parcela sete pontos percentuais maior do que a registrada na edição do ano passado (80%) e dez pontos acima da apurada em 2015 (77%) –, esse tipo de aparelho continua sendo o principal “sonho de consumo” entre os brasileiros, como indicam os resultados do levantamento. Sessenta e dois por cento dos participantes afirmaram que o smartphone é o equipamento móvel mais citado entre aqueles que as pessoas pretendem adquirir no próximo ano (alta de três pontos percentuais ante os 59% de 2016). O segundo aparelho mais desejado é o notebook (com 31% de citações em 2017, pequeno recuo ante os 32% no ano passado), seguido pelo tablet (cujo interesse foi o que mais se retraiu em 12 meses, chegando a 28%, ante 32% do ano anterior). Brasileiros conectados em todos os momentos Mais uma vez, os brasileiros que foram consultados pela Global Mobile Consumer Survey 2017 deram mostras de seus hábitos excessivos na utilização dos smartphones. Quase metade (45%) dos jovens entre 18 e 24 anos disse que checa notificações de mídias sociais no meio da noite. Na média geral, entre os participantes de todas as idades, esse hábito noturno afeta 33% dos participantes. Fazendo a comparação com outros países, 22% dos jovens britânicos até 24 anos têm o costume de checar suas notificações de mídias sociais no meio da noite. Já na média geral de todos consultados na pesquisa do Reino Unido, esse percentual fica abaixo de um terço (10%) do demonstrado pelos brasileiros. Os jovens canadenses (24%) e os australianos (31%) também ficam atrás dos usuários do Brasil quando o assunto é mexer nos smartphones em plena madrugada. O uso excessivo dos smartphones é notadamente um fator de atrito entre muitos casais. De acordo com a pesquisa da Deloitte, 56% das pessoas que têm um relacionamento estável consideram que seu parceiro ou parceira utiliza demasiadamente seu celular. A opinião sobre excessos é ainda mais marcante entre os pais, já que 63% deles avaliam que seus filhos usam muito os smartphones. Porém, quando a questão é autocrítica, um percentual menor reconhece seus próprios excessos: exatamente metade (50%) dos participantes do estudo reconhecem hábitos exagerados no uso de seus aparelhos. Smartphone no trabalho Quase dois terços (64%) dos brasileiros participantes reconhecem utilizar com frequência seus aparelhos para uso pessoal em pleno horário de serviço. Apenas 4% afirmam nunca fazer esse uso e 31% o fazem eventualmente. No Reino Unido, metade (50%) dos britânicos consultados pelo estudo reconhece utilizar com frequência seus aparelhos para uso pessoal em pleno horário de serviço, enquanto que 10% afirmam nunca fazer esse uso e 40% o fazem eventualmente. Já no Canadá, o percentual daqueles que usam seus smartphones no serviço com finalidades pessoas é ainda mais baixo (46%). Somente 10% dizem nunca fazer esse uso e 44% usam esporadicamente. Também os australianos demonstram respeitar mais o ambiente de trabalho que os brasileiros, já que pouco menos da metade (48%) dos participantes tem esse hábito, 44% fazem uso eventual do celular no trabalho e 8% nunca recorrem a seu aparelho nesse ambiente. Na ponta oposta dessa equação, 48% dos brasileiros consultados afirmaram utilizar por razões profissionais seus smartphones com alguma frequência fora do horário de trabalho. Trinta e nove por cento agem assim eventualmente e 13% não utilizam essa ferramenta para fins de trabalho durante seus períodos de folga. Os britânicos evitam “levar trabalho para casa”. Apenas 19% deles disseram que consultam seus smartphones por razões profissionais com frequência fora do horário de trabalho, 34% agem assim eventualmente, enquanto que 47% nunca usam essa ferramenta em suas folgas. Canadenses (22%) e australianos (26%) também são mais reticentes a tratar sistematicamente de questões profissionais fora do ambiente de serviço. Quarenta por cento dos consultados no Canadá e 42% na Austrália levam eventualmente trabalho para casa com seus smartphones, enquanto que 37% e 32%, respectivamente, nunca fazem isso. Mensagens instantâneas no topo Os aplicativos (APPs) de troca de mensagens instantâneas são os mais utilizados pelos participantes da pesquisa da Deloitte, e quase totalidade deles (94%) confirmou usar esse tipo de

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Venda de veículos sobe 24,5% em setembro

A venda de veículos novos aumentou 24,5% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado, indicam dados divulgados nesta terça-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No mês passado, foram vendidas 199.227 unidades, contra 159.953 de um ano antes. No acumulado do ano, o total é de 1,62 milhão de unidades vendidas, ou 7,356% a mais do que de janeiro a setembro de 2016. O resultado global de setembro foi 7,36% inferior ao de agosto, quando foram comercializados 217 mil veículos. Considerando que setembro teve três dias úteis a menos, a média diária do mês passado foi maior. Por isso, a análise dos números do ano revela um cenário de recuperação consistente do setor este ano. Com 193,5 mil emplacamentos, automóveis, furgões e picapes foram os maiores responsáveis pela alta no setor, com crescimento de 24,9% na comparação anual e de 7,86% no acumulado do ano diante de igual período de 2016. O aumento na comercialização de ônibus foi ainda maior. No mês passado, foram vendidas 1.105 unidades, o que representa 33% a mais do que em setembro de 2016. A venda de caminhões também cresceu, mas ainda em ritmo menor. A venda de 5.647 unidades representou alta de 9,3%. A expansão na comercialização dos pesados, no entanto, ainda não é suficiente para compensar os números ruins do início do ano. No período de janeiro a setembro deste ano, ainda há uma redução de 7% sobre 2016. O mercado de motocicletas foi o único que apresentou resultado negativo em setembro, na comparação com um ano antes. Foram vendidas no mês passado 66.237 motocicletas, 4,9% a menos que em setembro de 2016. (Da Agência Brasil)

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Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,178 bilhões em setembro

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 5,178 bilhões em setembro. Trata-se do melhor resultado para o mês desde o início da série histórica do governo, em 1989. Os dados foram divulgados ontem (2) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. De janeiro a setembro deste ano, a balança acumula superávit de US$ 53,283 bilhões. O valor também é o maior da história. O governo estima que a balança comercial terminará 2017 superavitária em mais de US$ 60 bilhões. Caso se confirme, será o maior resultado anual da série histórica, superando o saldo positivo recorde de US$ 47,5 bilhões verificado em 2016. O principal motivo para o bom desempenho da balança neste ano é o crescimento dos preços das commodities (produtos básicos com cotação internacional). Também aumentaram as quantidades exportadas de alguns produtos. A balança comercial tem superávit quando as exportações (vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior) superam as importações (aquisições de produtos e serviços no exterior). No mês de setembro, as exportações brasileiras ficaram em US$ 18,666 bilhões, superando os US$ 13,488 bilhões em importações. As exportações cresceram 24% em relação a setembro de 2016, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Ante agosto deste ano, houve queda de 10,2% sob o mesmo critério. As importações, por sua vez, aumentaram 18,1% na comparação com setembro do ano passado e subiram 11,8% em relação a agosto deste ano, também segundo o critério da média diária. Destaques Em setembro cresceram as exportações de itens básicos (36,7%), manufaturados (18%) e semimanufaturados (11,1%). Entre os básicos, foram destaque as vendas de soja em grão (alta de 178,8% na comparação com setembro de 2016) e milho em grão (95,7%). Nos manufaturados, produtos como torneiras e válvulas (437,1%), máquinas para terraplanagem (86,1%) e tratores (72,2%) encabeçaram a alta das exportações. Entre os semimanufaturados, cresceu a exportação de itens como catodos de cobre (779,3%). Nas importações, cresceu a compra de bens de capital (34,5%), combustíveis e lubrificantes (26,4%), bens de consumo (15,9%) e bens intermediários (15,1%). (Agência Brasil)

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6 mercados públicos do Recife de antigamente

Os mercados públicos contam bastante da história e da cultura gastronômica das cidades. Não por acaso são alvo de visitação de muitos turistas pelo País e pelo mundo (embora no Recife muitos estejam em estado degradado de conservação). Nosso olhar da memória da cidade de hoje traz uma seleta coleção de seis mercados do Recife. Passamos desde o histórico Mercado de São José – inaugurado em 7 de setembro de 1875 e ainda em funcionamento no centro do Recife – até o extinto Mercado do Derby (inaugurado em 1899 por Delmiro Gouveia e incendiado em 1900, “destruído por um incêndio, causado por uma ação da polícia”, segundo artigo de Lúcia Gaspar, da Fundaj). De acordo com a historiadora Isabel Cristina Martins Guillen: “No início do século XX o Mercado de São José enfrentou uma dura concorrência, a imposta por Delmiro Gouveia quando criou seu mercado no Derby. Além de se apresentar como um centro de divertimento, o Derby foi organizado como um grande centro de venda de artigos diversos, vendendo principalmente gêneros alimentícios a preços menores do que os praticados em São José. Mas o incêndio do Derby eliminou o poderoso concorrente”. Na seleção, que faz parte do Acervo da Fundaj, estão os mercado de Afogados, Encruzilhada, Madalena e Santo Amaro. 1. Mercado de São José 2. Mercado do Derby (Mercado Coelho Cintra) 3. Mercado da Encruzilhada (1941) 4. Mercado da Madalena 5. Mercado de Santo Amaro (a descrição da imagem indica que é na Av. Cruz Cabugá) 6. Mercado de Afogados (1940) VEJA TAMBÉM: 9 pontes do Recife no século passado 7 imagens para voltar ao tempo dos bondes no Recife

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Conta de luz fica mais cara em outubro

Com o início do mês de outubro, a conta de luz ficará mais cara. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou a bandeira tarifária das contas de luz, que passou a ser a vermelha patamar 2. A tarifa é a mais cara do modelo e representa a cobrança de taxa extra de R$ 3,50 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos. Em setembro, a bandeira tarifária das contas de luz foi a amarela, com taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos. A tarifa extra mais alta a partir deste mês se deve à necessidade de operar mais usinas térmicas, cujo custo de produção da energia é mais alto que a da produzida nas hidrelétricas. A mudança foi anunciada pela Aneel na última sexta-feira, 29. É a primeira vez que o patamar 2 é acionado, desde que a bandeira vermelha passou a contar com duas graduações, em janeiro de 2016. A decisão foi tomada devido à baixa vazão das hidrelétricas, porque as chuvas em setembro ficaram abaixo da média. Segundo o relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), a situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas alcançou níveis preocupantes. A agência reguladora aponta que ainda não há risco de desabastecimento de energia, mas alerta para a importância de os consumidores intensificarem o uso consciente e combater o desperdício de energia elétrica. O que fazer para economizar Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos; não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar-condicionado; evitar deixar a porta da geladeira aberta sem necessidade ou colocar alimentos quentes nela; retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências e utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo são ações que podem contribuir para evitar o desperdício e também o peso das mudanças no bolso. (Agência Brasil)

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Taxa de desemprego fica em 12,6% no trimestre encerrado em agosto

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em agosto deste ano. No trimestre encerrado em maio, a taxa havia ficado em 13,3%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto de 2016, a taxa havia sido de 11,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada sexta pelo IBGE. A população desocupada caiu 4,8% em relação ao trimestre encerrado em maio e chegou a 13,1 milhões de pessoas. Na comparação com o trimestre encerrado em agosto de 2016, no entanto, houve alta de 9,1%, já que na época havia apenas 12 milhões de desempregados. A população ocupada chegou a 91,1 milhões de pessoas no país, um crescimento de 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com maio e de 1% na comparação com agosto do ano passado. O aumento da população ocupada foi influenciado pelo crescimento do mercado de trabalho informal, já que mais da metade do 1,4 milhão de empregos criados foi sem carteira assinada ou por conta própria. Foram criados 286 mil postos de trabalho sem carteira assinada de maio a agosto, totalizando 10,8 milhões de pessoas. O aumento chegou a 2,7% em relação a maio e 5,4% na comparação com agosto do ano passado. O gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, explica que é comum após crises econômicas o primeiro passo da recuperação se dar por meio da informalidade. Outros 472 mil postos foram criados na categoria de trabalho por conta própria de maio a agosto. O número de trabalhadores nessa categoria chegou a 22,8 milhões em agosto, 2,1% a mais do que maio e 2,8% a mais do que em agosto. O número de empregados com carteira de trabalho assinada, de 33,4 milhões, ficou estável ante maio e caiu 2,2% ante agosto de 2016, já que foram encerrados 765 mil postos nesse período. (Agência Brasil)

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15 concursos e seleções públicas com salários de até R$ 21,6 mil

Três novos concursos foram anunciados nesta semana: Defensoria Pública de Pernambuco, Hemope e Prefeitura de Ipojuca. Entre os editais lançados recentemente é o da Defensoria Pública que atrai maior atenção entre os concurseiros, visto que a remuneração é de R$ 21,6 mil reais. No entanto, só advogados com experiência de pelo menos três anos de atividade profissional poderão concorrer. Várias seleções terão suas inscrições enceradas nesta semana, como o da Adagro e da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho. Confira abaixo a lista:   Defensoria Pública de Pernambuco Vagas: 50 Oportunidades: Defensores públicos (para disputar o cargo é necessário possuir diploma de conclusão de curso de graduação de nível superior (bacharelado) em Direito, inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e três anos de atividade jurídica). Inscrições: Podem ser feita até o dia 23 de outubro, no site da Cebraspe: http://www.cespe.unb.br/concursos/dpe_pe_17_defensor. Salários: R$ 21.649,48 Confira o edital: Edital da DFPE Prefeitura de Ipojuca Vagas: 12 Oportunidades: Assistente Social, Psicólogo, Pedagogo, Administrador, Educador Físico, Assistente Administrativo, Educador Social, Arte Educador e Recepcionista para a Secretaria de Bem Estar Social. Inscrições: Até o dia 16 de outubro através do site da Prefeitura: www.ipojuca.pe.gov.br Salários: Variam entre  R$ 1.360 e R$ 3.076 Confira o edital: Edital da Prefeitura de Ipojuca Hemope Vagas: 1 Oportunidades: médico do trabalho Inscrições: Entre os dias 27 de outubro e 10 de novembro, na Gerência de Gestão Pessoas da HEMOPE (Avenida Rio Capibaribe, nº 147, Bairro de São José – Recife). Salários: R$ 4.926,47 Confira o edital: Edital do Hemope (Disponível no Diário Oficial do Estado do Pernambuco – Poder Executivo, edição 28 de setembro de 2017, página 5) UFRPE Vagas: 27 Oportunidades: para o magistério em ensino superior (professor auxiliar, assistente e adjunto para Sede-Dois Irmãos e no Colégio Dom Agostinho Ikas – CODAI. As vagas são para as áreas de Fitopatologia, Fitossanidade, Fitossanidade/ Entomologia, Ensino de Ciências Biológicas, Botânica/ Fisiologia Vegetal, Botânica/ Sistemática de Criptógamos, Recursos Naturais Renováveis/ Florestamento e Reflorestamento, Recursos Naturais Renováveis/ Proteção Florestal/ Incêndios/ Pragas e Doenças, Silvicultura/ Genética, Filosofia, Fundamentos das Atividades Físicas e Esportivas na Educação Física, Arquitetura e Organização de Computadores, Arquitetura e Organização de Computadores, Geografia, História, História da África, História da América, Matemática, Língua Portuguesa e Língua Inglesa, Planejamento, Gestão e Comunicação Social, Contabilidade, Gestão Tributária, Gestão Financeira, Gestão de Pessoas, Logística e Administração de Produção, Sistemas de Produção Agropecuária e Fundamentos de Educação e Gestão ambiental, Geografia e Meio Ambiente e Fundamentos de Física, Hidrometeorologia, Meteorologia Aplicada e Sensoriamento Remoto. Inscrições: Até o dia 17 de outubro, no site: www.concurso.ufrpe.br Salários: Até R$ 9.585,67 Confira o edital: Edital UFRPE Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, do Pernambuco Vagas: 170 Oportunidades:  Pedagogo, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Gestor Social, Técnico de Enfermagem e Educador Social/Cuidador, Advogado, Assistente Social, Enfermeiro, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo. Inscrições: Até o dia 23 de outubro, no seguinte endereço eletrônico: www.institutodarwin.org. Salários: Entre R$ 1.000 e R$ 3.800 Confira o edital: Edital da SDSCJ-PE IF-Sertão Vagas: 18 Oportunidades: Professor substituto nas áreas de Administração, Espanhol, Pedagogia, Zootecnia, Filosofia, Informática, Matemática, Música, Psicologia, Física, Viticultura e Enologia, Biologia, Tecnologia de Alimentos e Inglês. Inscrições: Até o dia 4 de outubro, no site: http://concurso.ifsertao-pe.edu.br/copese Salários: Entre R$ 3.121,76 e R$ 4.241,05, a depender da titulação do candidato aprovado. Confira o edital: Edital do IF-Sertão IFPE Vagas: 112 + cadastro de reserva Oportunidades: tutores para educação a distância (presenciais e a distância). Inscrições: Entre os dias 29 de setembro e 09 de outubro, através do site http://selecoes.dead.ifpe.edu.br Bolsa: R$ 765 Edital: Seleções IFPE ADAGRO Vagas: 74 Oportunidades: Técnicos em agropecuária para os municípios de Sanharó, Caruaru, Garanhuns, Ouricuri, Palmares, Petrolina, Sertânia, Salgueiro, Serra Talhada, Surubim e Recife. Inscrições: Até o dia até o dia 5 de outubro. Presencialmente, com a entrega da ficha de inscrição e documentação na sede da ADAGRO (Avenida, n° 2200, Cordeiro – Recife) ou pela internet: http://www.adagro.pe.gov.br Salários: R$ 1.635 Confira o edital: Edital da Adagro Prefeitura de Salgueiro Vagas: 6 Oportunidades: Auxiliar odontológico Inscrições: Até o dia 6 de outubro, na sede da Secretaria Municipal de Saúde de Salgueiro (Av. Aurora de Carvalho Rosa nº 2240 Bairro Santo Antônio). Salários: R$ 937,00, mais 15% de insalubridade Confira o edital: Edital de Salgueiro Prefeitura de Triunfo Oportunidades: Enfermeiro, Médico e Odontólogo (Estratégia de Saúde da Família); Nutricionista e Psicólogo (Núcleo de Apoio à Saúde da Família); Profissional de Ed. Física (Academia das Cidades); Enfermeiro e Médico Plantonista (Unidade Mista); Médico Ginecologista (Centro de Especialidades); Técnico de Enfermagem (SAMU) e Veterinário (Vigilância em Saúde). Inscrições: Até o dia 4 de outubro, das 8h às 13h30, no Salão Nobre do Centro Administrativo de Triunfo (Av. José Veríssimo dos Santos, 365, bairro Guanabara). Salários: Até R$ 7 mil (para médicos). As demais funções variam entre R$ 937 e R$ 3 mil Confira o edital: Concurso Prefeitura de Triunfo Secretaria da Fazenda de Pernambuco Vagas: 16 Oportunidades: Engenheiro Civil, Engenheiro Eletromecânico, Engenheiro Eletrotécnico, Advogado, Arquiteto, Desenhista, Tecnólogo, Técnico em Edificações, Técnico em Telecomunicações, Técnico em Refrigeração e Técnico em Contabilidade. Inscrições: Até o dia 11 de outubro, presencial ou via SEDEX, no edifício sede da SEFAZ (Rua do Imperador Dom Pedro II, n° s/n, Santo Antônio) Salários: Até R$ 4.590 Confira o edital: Diário Oficial de Pernambuco (Conferir o dia 15 de setembro, na página 5) Prefeitura do Recife Vagas: 2 Oportunidades: Analista de desenvolvimento (nível superior na área de Tecnologia da Informação, Computação, Sistemas de Informação, Engenharia, ou curso superior de nível superior em qualquer área com especialização na área de TI) Inscrições: Até o dia 20 de outubro de 2017, presencialmente ou via SEDEX, na Diretoria Executiva de Gestão de Pessoas (Rua Cais do Apolo, n.º 925, 10º Andar Bairro do Recife). Salários: R$ 5.036 Confira o edital: Diário Oficial do Recife (conferir página 5) Prefeitura de Ibirajuba Vagas: 142 Oportunidades: Agente comunitário de saúde, agente de vigilância sanitária, agente de endemias, auxiliar de farmácia, Eletricista Predial, Técnico Agrícola, Técnico em Enfermagem Plantonista, Agente Social, Assessor Técnico de Controle Interno, Assistente administrativo, Assistente Social, Contador, Enfermeiro Plantonista, Médico Auditor, Médico Ambulatório, Médico Plantonista, Nutricionista, Procurador Municipal, Psicólogo, Professor Ensino Fundamental I, Ciências, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática, Educação Física, entre outras. Inscrições: Até o dia 10 de outubro, pelo site da www.consulpam.com.br Salários: Entre R$ 937,00 e R$ 2.500 Confira o

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5 imagens para conhecer o Recife em 1905

A história do Recife é um tema de grande interesse dos moradores da cidade. O Recife, aliás, mudou bastante nas últimas décadas. Publicamos hoje uma série de fotografias do Acervo da Fundação Joaquim Nabuco da capital pernambucana no ano de 1905, com vistas para o Rio Capibaribe, a partir do arquivo de Manoel Tondella. Abaixo vão as fotos.         Gostou? Deixe seu comentário. Sugira novas séries. Siga também nossas redes sociais. Publicamos fotos antigas do Recife e de Pernambuco no Instagram www.instagram.com/revistaalgomais (@revistaalgomais) e no nosso Facebook: www.facebook.com.br/revistaalgomais

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“Sou apaixonado pela música de Pernambuco”. Confira entrevista com Ayrton Montarroyos

Ayrton Montarroyos foi uma das revelações da música pernambucana nos últimos anos. Conversamos com o cantor no mês passado para a matéria de capa da Revista Algomais do mês de setembro (A Nova Música Pernambucana) e publicamos agora a conversa na íntegra em que fala do seu álbum de lançamento e sobre as produções musicais do Estado. Confira! Quais os planos da carreira para este ano? Gravei meu primeiro disco e estou fazendo lançamento dele. A turnê começou pelo Rio de Janeiro. Após o Rio, estou fazendo São Paulo. Vou fazer Recife, depois vou fazer interior de São Paulo. Estamos conversando com pessoal de Belém. É um momento interessante, bem importante. Tenho a sorte de lançar o primeiro álbum com as pessoas já sabendo quem eu sou. Nem todo artista tem essa oportunidade. Muitos lançam um disco para começar. Após a indicação para Grammy, cantei com Elba Ramalho, Cauby Peixoto, Angela Maria. Fiz show no Brasil inteiro. Isso me permite lançar o álbum com uma situação muito tranquila para um artista em primeiro trabalho. Sou muito grato por esse fruto que o destino está me deixando saborear com calma e na hora certa. Vivo para a musica, para mais nada. Vivo para cantar, só faço isso desde os 11 anos de idade. Adquiri um método de ser focado, disciplinado. Ter essa obstinação de ser dado a musica. Isso rende bons frutos que estou colhendo com o primeiro disco. Como tem sido a repercussão do primeiro álbum? A música começou a tocar na rádio Nova Brasil, nem sei como aconteceu. Nunca liguei. Nunca mandei disco. De repente acontece. O Jornal O Globo procurou para uma entrevista quando souberam que estava indo fazer show. De repente me ligam, para fazer uma matéria. Estamos nessa energia, de muito trabalho. Então meus projetos são sempre agraciados com essa sorte de ter um pessoal atento ao meu trabalho, que me ouve, sabe o que está rolando.  Nunca tinha feito show no Rio de Janeiro, de repente tem casa lotada. Mesma coisa aconteceu em São Paulo. Qual a relevância da participação no The Voice para sua carreira? Foi importantíssimo. Acho que temos que ser muito gratos pelas oportunidades que a vida nos dá. Muitas matérias que vem saindo até agora fazem a referência de “ex-The Voice”. Eu me sinto orgulhoso. E gosto quando sai essa referência. Faz parte da história. Ate agora o maior acontecimento da minha vida pública foi a participação no The Voice, até maior que o lançamento do primeiro disco. Afinal, foi uma competição musical em que foram mais de 100 mil inscritos. Fui segundo lugar num programa, com 100 mil cantores, com musica popular brasileira, nesse momento, de uma depreciação da musica tão grande, com grandes clássicos, sem malabarismo vocal. Isso foi no final de 2015, tenho essa proximidade com o público até hoje. Moro em Higienópolis, São Paulo, e os feirantes me chamam pelo nome. É uma exposição em 3 meses que acessa muita gente. Recife é cidade onde sou mais reconhecido, quase a cidade inteira me conhece. Qual o grande aprendizado desse momento no concurso? Se hoje tenho bom relacionamento com a imprensa e se gravo comercial para fazer divulgação aprendi na Globo. Procuro passar pela vida e prestar atenção. Caminho sempre como aprendiz. Entrei ali para aprender muito. Ganhei mais que merecia. Aprendi a lidar com público e imprensa, entendi o que o povo gosta e não gosta. Qual a sua avaliação da música pernambucana? É bem interessante e acho um pouco pretensiosa as vezes. Sou apaixonado pela música de Pernambuco. 90% dos compositores do meu disco são pernambucanos. Canto muita gente do meu Estado… mas as vezes acho que a cena musical local fica um pouco numa bolha. Acho que arte não é para a gente. Não sei se é limitação natural pela distancia com eixo sul e sudeste. As pessoas deveriam ter mais acesso ao público. Se sentir mais a vontade de chegar mais perto. Zé Manoel saiu de Petrolina, saiu de Recife, veio para São Paulo. A carreira dele deu um salto quando veio para cá. Chegou aqui em São Paulo cantou juntou com Ana Carolina, Fafá de Belém… Não teve medo ou pretensão de ficar em guetos e bolhas. Muitos artistas em Pernambuco teriam possibilidade de atender muita gente se fossem mais abertos. A cena fica muito retraída. Somos um celeiro de talentos. Isadora Melo lançou um disco que é uma coisa linda, de canção popular. Foi pouco explorado ainda pela imprensa.   Quais os planos para o futuro? Tenho pouca expectativa para o futuro, procuro fazer o agora. Procuro não pensar muito no depois. Pretendo rodar com esse disco. Os lugares onde passei têm tido uma repercussão muito boa das pessoas. Como intérprete, minha função é 90% de pesquisar. Tudo que estou ouvindo vai me despertando uma vontade de querer fazer alguma coisa… música, sonoridade, arranjos. Despertando sensações. Antes tinha percepções e ia colocando nos shows, mas agora ele está pronto, tá montado. Consequentemente vou pensando no segundo disco, projetos futuros. Mas não costumo adiantar. Fazemos tanta coisa em tão pouco tempo. *Entrevista concedida ao jornalista Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais Para conhecer mais sobre o trabalho de Ayrton Montarroyos: https://www.facebook.com/ayrtonmontarroyos Programação de Shows de Ayrton Montarroyos  

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A crônica da cervejeira. Vale a pena investir em uma? (por Rivaldo Neto)

Tudo que é acessório relativo ao consumo de cervejas para o cervejeiro de plantão é um item de desejo. Já falei de alguns aqui na coluna. Mas todos os dias novos e novos produtos inundam o mercado com criatividade e descontração. Mas acredito que realmente a “joia da coroa” sejam as desejadas cervejeiras. Ela é uma espécie de “Santo Graal”, venerada e amada. Essas pequenas geladeiras são responsáveis por deixar sua bebida na temperatura certa, se enquadrando no divertido ritual de tomar uma cerveja adequadamente refrigerada para ser consumida de uma forma em que todos os insumos possam ser devidamente preservados. Mas enfim, vou contar um pouco da minha experiência se realmente vale a pena fazer esse investimento, pois não são baratas afinal de contas. A primeira vez que vi uma cervejeira, faz algum tempo, foi numa loja no shopping. Lembro que fiquei meio que em encantamento, mas quando vi o preço do “brinquedinho” me assustei. Custava em torno de R$ 2.300, mas depois do lançamento de algumas outras marcas e com o passar do tempo, o preço caiu em torno de R$ 1 mil e comecei a cogitar em adquirir uma. Recentemente, Tiago, um amigo com a mesma paixão por cervejas, me mostrou uma foto e falou: “Olha o que eu comprei pra pôr na sala, chega essa semana”, relatou orgulhoso. Naquele momento eu resolvi que teria uma e que isso seria apenas uma questão de tempo. Depois da “permissão conjugal” para compra, comecei a pesquisa quase que diária para comprá-la. Escolhi o modelo e fiquei monitorando o produto, pois tinha meses em que subia de preço e em outros baixava. Em um determinado momento, ela entrou no patamar que eu desejava. Efetuei a compra e fiquei aguardando o prazo de entrega de 16 intermináveis dias úteis. Terminado o prazo, a empresa me avisou que em meia hora faria a entrega, e que teria de ter alguém para receber. Quando o interfone toca e a voz do interfone fala: “É uma encomenda, uma cervejeira, é pra o senhor?”. Eu mais que apressadamente dei o “ok” e fiquei aguardando. Era um sensação estranha e engraçada. Eu aguardando no corredor para vê-la adentrar. Sendo conduzida. Parecia uma espécie de “casamento”, com a sensação do noivo, no caso eu, de barriga fria. Ao aparecer, ela realmente era tudo que eu esperava. Desembalei com o entregador, coloquei no canto da sala, peguei um boneco do Hommer Simpson, devidamente separado para ficar acima dela com uma lata de cerveja da mão para decorar o “altar cervejeiro”. Fui alertado para o entregador que só após 2 horas é que poderia ligá-la, procedimento comum de eletros que trabalham com gás quando são transportados. Voltei ao trabalho e retornando à noite para casa já com várias cervejas para serem devidamente distribuídas dentro dela. No caso do modelo que escolhi,  é muito silencioso e funciona assim: Possuí 5 níveis de temperaturas, (4°C, 2°C, 0°,-2°C e -4ºC), o que pode variar de acordo com o estilo a ser consumido. Ela não ocupa muito espaço, mas mesmo assim possui uma boa capacidade de armazenamento. Podem ser colocadas até 60 longs necks, ou se preferir, 37 garrafas de 600 ml, ou então 75 latas. Como as prateleiras são móveis, cabem até 5 pequenos barris de cervejas. Ao mudar a temperatura para a desejada, ela fica piscando até estabilizá-la. Por fim, cerveja gelada, na temperatura ideal, na comodidade do lar com com todo o charme que um produto assim pode proporcionar. Vale a pena? Vale! Demais!!! *Rivaldo Neto é designer e apreciador de boas cervejas

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